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Cardiologista deixou de usar estes utensílios na cozinha e alerta para possíveis riscos para o coração

18 October 2026 at 20:30

Poucos sabem, mas alguns dos utensílios utilizados diariamente na cozinha podem contribuir para a exposição a partículas de plástico e a determinadas substâncias químicas. Embora sejam práticos e económicos, estes objetos estão a levantar preocupações entre especialistas de saúde, sobretudo quando entram em contacto com alimentos quentes.

A cardiologista Elizabeth Klodas revelou à revista EatingWell que decidiu eliminar grande parte dos recipientes de plástico da sua cozinha, especialmente aqueles que costumava utilizar para aquecer alimentos no micro-ondas.

A preocupação está relacionada com a possibilidade de determinados materiais libertarem pequenas partículas de plástico e compostos químicos que acabam por entrar em contacto com os alimentos.

Apesar de a investigação sobre os efeitos dos microplásticos na saúde humana ainda estar em desenvolvimento, alguns estudos têm identificado associações entre a presença destas partículas no organismo e problemas cardiovasculares. No entanto, ainda não está demonstrado que a utilização habitual destes utensílios provoque diretamente doenças cardíacas.

Este é o utensílio que a cardiologista deixou de utilizar

Os recipientes de plástico utilizados para guardar refeições estão entre os principais objetos que Elizabeth Klodas decidiu substituir.

Segundo a especialista, citada pela EatingWell, a alimentação não depende apenas dos nutrientes que ingerimos, mas também da exposição involuntária a substâncias potencialmente prejudiciais.

Por esse motivo, a médica passou a privilegiar recipientes de vidro, sobretudo para armazenar e aquecer refeições.

O vidro apresenta a vantagem de não libertar microplásticos, sendo uma alternativa para quem pretende reduzir o contacto dos alimentos com este tipo de partículas.

Aquecer comida em plástico pode aumentar a exposição

Um dos hábitos destacados por especialistas consultados pela Verywell Health é aquecer refeições no micro-ondas dentro de recipientes de plástico.

O calor pode favorecer a libertação de partículas microscópicas, particularmente quando os recipientes estão desgastados ou não foram concebidos para suportar temperaturas elevadas.

Embora existam embalagens próprias para utilização no micro-ondas, a escolha de recipientes de vidro adequados ao aquecimento permite reduzir a exposição associada ao contacto entre alimentos quentes e plástico.

A nutricionista consultada pela publicação norte-americana alerta ainda que algumas destas partículas podem ser ingeridas sem que as pessoas se apercebam.

Colocar alimentos quentes em recipientes de plástico também merece atenção

Outro comportamento comum consiste em transferir comida acabada de cozinhar diretamente para caixas de plástico.

Segundo os especialistas citados pela Verywell Health, as temperaturas elevadas podem favorecer a migração de determinadas substâncias químicas presentes em alguns materiais para os alimentos.

Entre os compostos frequentemente estudados encontram-se o bisfenol A (BPA) e alguns ftalatos, embora a sua presença dependa da composição e das características de cada recipiente.

Importa salientar que nem todos os plásticos contêm estas substâncias e que existem regras europeias destinadas a limitar a exposição dos consumidores a compostos potencialmente perigosos.

Há outro utensílio de cozinha que merece cuidados especiais

As tábuas de corte de plástico também foram destacadas pela nutricionista, sobretudo quando apresentam riscos profundos provocados pela utilização frequente.

Além da possibilidade de libertação de pequenas partículas durante o corte, as superfícies danificadas podem dificultar a limpeza e favorecer a permanência de microrganismos.

Utilizar a mesma tábua para preparar frango cru e cortar alimentos que serão consumidos sem cozedura, como pão ou legumes, pode aumentar o risco de contaminação cruzada.

Bactérias como a Salmonella podem ser transmitidas desta forma, pelo que é aconselhável utilizar tábuas separadas para alimentos crus e alimentos prontos a consumir, independentemente do material.

O que dizem os estudos sobre os microplásticos e o coração?

A preocupação com os microplásticos ganhou maior relevância depois de investigações científicas terem identificado estas partículas em diferentes tecidos humanos.

Um estudo publicado em 2024 na revista científica The New England Journal of Medicine encontrou microplásticos e nanoplásticos em placas de aterosclerose retiradas de artérias carótidas.

Os investigadores observaram que os participantes cujas placas continham estas partículas apresentaram uma maior incidência de determinados eventos cardiovasculares durante o período de acompanhamento.

Contudo, os resultados demonstram uma associação e não permitem concluir que os microplásticos tenham sido a causa direta desses problemas.

Enquanto a investigação continua, os especialistas recomendam medidas simples para reduzir a exposição desnecessária, como privilegiar recipientes de vidro para aquecer alimentos, evitar plásticos danificados e manter boas práticas de higiene na cozinha.

Leia também: Azeite barato demais? ASAE alerta para falsificações e estes sinais podem ajudá-lo a evitar fraude

Não é só emagrecer: cirurgia metabólica reduz impacto de doenças associadas à obesidade

By: ZAP
18 October 2026 at 20:15
Doentes operados têm menos incapacidade e mais qualidade de vida. Estudo da FMUP é pioneiro e aborda a cirurgia bariátrica. A cirurgia bariátrica, ou metabólica, é recomendada para pessoas com índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 40 kg/m² e pessoas com IMC superior a 35 kg/m² com doença associada – diabetes tipo 2, hipertensão ou apneia do sono; ou então quando as abordagens não cirúrgicas não permitiram obter uma perda de peso sustentada ou uma melhoria clínica. Para situações de excesso de peso sem obesidade, a cirurgia metabólica não é a opção habitual. Agora, um estudo pioneiro

Endometriose. Portugueses tentam acelerar diagnóstico

18 October 2026 at 17:38
Susana demorou 12 anos a ser diagnosticada com endometriose. Um projeto europeu, que conta com presença portuguesa em Braga, quer reduzir essa espera para um ou dois meses.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Sistema desenvolvido no INL, em Braga, permite extrair o DNA do sangue menstrual e, assim, identificar a mutação genética que leva à endometriose

Já existiu na Terra uma montanha mais alta do que o Everest?

By: ZAP
18 October 2026 at 15:00
O Evereste talvez seja hoje o rei do planeta, mas já alguma vez a Terra ergueu da sua superfície uma montanha maior? Às vezes, erguer picos altíssimos dá muita luta. E haverá acontecimento mais estrondoso do que o choque de placas continentais? Estes amontoados geológicos deram origem a algumas das maiores e mais altas montanhas do planeta, incluindo o Evereste e os seus vizinhos dos Himalaias. Mas terá existido alguma vez um pico mais alto do que o Evereste, que se ergue a 8.849 metros acima do nível do mar? A resposta continua a ser um mistério. Mas há pistas

Miniassembleias nas escolas juntam mais de mil alunos para falar de saúde sexual

18 October 2026 at 12:50

A Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS) está a promover “miniassembleias da saúde” em escolas básicas e secundárias para esclarecer os jovens sobre infeções sexualmente transmissíveis. As iniciativas envolvem mais de 1.000 alunos entre os 14 e os 18 anos, que participam no debate e na transmissão de informação aos colegas.

As sessões integram a campanha #semvergoha, com o apoio científico da Associação Portuguesa para o Estudo Clínico da Sida (APECS). Em declarações à Lusa, a presidente da SPLS, Cristina Vaz de Almeida, defendeu que os jovens devem ser “os protagonistas da mudança”.

A iniciativa surge num contexto em que quase 30% dos novos casos de VIH registados em 2024 ocorreram em pessoas com menos de 30 anos. No conjunto dos novos diagnósticos, 53,9% foram identificados numa fase avançada da infeção, segundo os dados citados pela Lusa.

Informação simples e discussão em pequenos grupos

As miniassembleias são desenvolvidas com os próprios alunos. Médicos ou enfermeiros começam por transmitir informação em linguagem simples, seguindo-se a divisão dos participantes em grupos para debater temas como a sífilis, o VIH e a sida, a transmissão das infeções e a utilização correta do preservativo.

“Para haver desenvolvimento de competências nestes jovens, não pode ser uma ação meramente expositiva. Temos de adaptar ao perfil”, explicou Cristina Vaz de Almeida.

A responsável associa o aumento das infeções sexualmente transmissíveis entre os jovens a “comportamentos de risco e falta de literacia em saúde”, tanto dos adolescentes como das famílias.

A abordagem procura reduzir o estigma e “normalizar os comportamentos protetores”, permitindo que a informação circule de forma simples e que os alunos transmitam mensagens corretas entre si.

No final, as miniassembleias são publicadas e os participantes podem rever-se. “Gostam de ver que são eles os atores da mudança”, afirmou a presidente da SPLS.

Saber aceder à internet não significa saber usar informação de saúde

Cristina Vaz de Almeida alertou que a familiaridade dos jovens com o meio digital não garante capacidade para compreender e utilizar informação sobre saúde.

“Têm literacia digital, sabem aceder ao digital, mas não têm literacia em saúde digital, não sabem usar o conhecimento quando estão dentro do digital”, observou.

Perante a dificuldade de mudar comportamentos, a responsável considera as escolas um espaço privilegiado de intervenção.

“Promover a literacia em saúde nas escolas é investir na capacidade dos jovens para compreenderem a informação, avaliarem as suas opções e tomarem decisões informadas sobre a sua saúde e o seu bem-estar”, defendeu.

Para isso, acrescentou, é necessário “criar espaços de confiança, onde os jovens possam falar sem vergonha, esclarecer dúvidas sem receio de julgamento e aceder a informação clara, rigorosa e adequada à sua idade”.

Sessões previstas em Lisboa, Peniche, Felgueiras e Lousada

Em outubro, as miniassembleias passam pela Escola Secundária Padre António Vieira, em Lisboa, nos dias 20 e 22, e pela Escola Básica Marquesa de Alorna, também na capital, no dia 29.

Em Peniche, a Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Atouguia da Baleia recebe a iniciativa em 28 de outubro.

No dia 18 de novembro, estão previstas sessões nas escolas secundárias de Felgueiras e de Lousada.

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Ferida de 75 mil anos pode ser o mais antigo ataque conhecido com lança de madeira

By: ZAP
18 October 2026 at 11:00
Um dente incisivo inferior de um neandertal que viveu há cerca de 75 mil anos no atual Curdistão iraquiano apresentava uma fratura longitudinal que lhe tinha destruído aproximadamente metade da coroa. O indivíduo continuou a utilizar o dente depois da fratura. O tártaro dentário acumulou-se sobre a superfície fraturada e o desgaste foi arredondando a margem de corte do dente, indícios de que sobreviveu à lesão durante algum tempo. Os restos mortais deste neandertal, identificado como Shanidar A, fornecem pistas sobre as condições em que viveu e sobre a forma como poderá ter sido tratado pelos seus companheiros, tanto em

Mudanças de hora. Qual o horário que faz melhor à saúde?

By: ZAP
18 October 2026 at 10:00
Uma nova análise canadiana conclui que a hora padrão permanente é a melhor opção para a saúde caso as mudanças sazonais de hora sejam abolidas, uma vez que preserva o acesso mais cedo à luz da manhã. A Colúmbia Britânica adotou o horário de verão permanente em março. Alberta e os territórios do noroeste também adotaram o horário de verão durante todo o ano e não irão alterar a hora em novembro. Nos EUA, a Câmara dos Representantes aprovou, a 14 de julho, um projeto de lei para tornar o horário de verão permanente, tendo este sido remetido a uma

Governo falhou prazo para apresentar estratégia nacional para a menopausa. “O silêncio que rodeia a menopausa não é casual”

18 October 2026 at 09:27

Carta divulgada no Dia Mundial da Menopausa exige mais consultas especializadas no SNS, acesso comparticipado a tratamentos e proteção no trabalho. Organizações alertam que a estratégia também não consta da proposta de Orçamento do Estado para 2027

Azeite antes dos hidratos travou picos de glicose

By: ZAP
18 October 2026 at 09:00
A ordem por que comemos pode ajudar a travar os picos de açúcar no sangue. Num estudo em ratinhos, dar azeite antes dos hidratos reduziu de forma acentuada a subida da glicemia que costuma seguir-se a uma refeição, até em animais com diabetes tipo 2. E mostrou como hormonas e nervos se juntam para produzir esse efeito. Manter o açúcar sob controlo depois de comer é uma parte importante do tratamento da diabetes. Vários estudos clínicos já tinham mostrado que comer legumes, proteína ou gordura antes dos hidratos ajuda a limitar essas subidas. Mudar a ordem dos alimentos numa refeição

Algarve tem 24 vagas para formação de médicos de família

18 October 2026 at 09:00

A formação especializada em Medicina Geral e Familiar conta com 24 vagas no Algarve no âmbito do Internato Médico 2026. O mapa nacional disponibiliza 2.338 lugares, distribuídos por especialidades e instituições de formação, segundo o aviso publicado em Diário da República, citado pela Lusa.

Aprovado por despacho do secretário de Estado da Gestão da Saúde, de 29 de setembro, o mapa servirá de base ao processo de escolhas dos médicos que ingressam na formação especializada. A oferta supera em oito lugares as 2.330 vagas do ano anterior.

A Medicina Geral e Familiar é a especialidade com maior oferta, reunindo 675 vagas para formação de médicos de família. Nesta área, Lisboa e Vale do Tejo concentra 237 lugares, seguindo-se o Norte, com 226, e o Centro, com 121.

O Alentejo dispõe de 41 vagas, o Algarve de 24, os Açores de 18 e a Madeira de oito.

No conjunto do mapa, as especialidades hospitalares somam 1.595 lugares. Há ainda 59 vagas para Saúde Pública e nove para Medicina Legal.

Entre as especialidades hospitalares, a Medicina Interna apresenta o maior número de vagas, com 216, seguida da Pediatria, com 110, e da Anestesiologia, com 102.

A Psiquiatria dispõe de 82 lugares, a Cirurgia Geral de 72, a Ginecologia/Obstetrícia de 71, a Ortopedia de 70 e a Medicina Intensiva de 69.

Seguem-se Patologia Clínica, com 59 vagas, Medicina Física e de Reabilitação, com 52, Oncologia Médica, com 50, Radiologia, com 47, Cardiologia, com 44, e Medicina de Urgência e Emergência, com 42.

Instituições públicas e privadas integram o mapa

No extremo oposto, Cardiologia Pediátrica e Medicina Desportiva têm uma vaga cada. A Cirurgia Torácica disponibiliza duas e a Cirurgia Cardíaca três.

As vagas estão distribuídas por centenas de instituições públicas e privadas do continente e das regiões autónomas.

Entre as instituições abrangidas encontram-se os hospitais de Santa Maria e de São José, as unidades locais de saúde (ULS) de Lisboa Ocidental, Amadora/Sintra, Almada/Seixal e Loures/Odivelas, o Instituto Português de Oncologia de Lisboa e várias unidades hospitalares privadas.

No Norte, a oferta inclui as ULS São João, Santo António, Braga, Gaia/Espinho e Matosinhos, bem como o Instituto Português de Oncologia do Porto.

Na região Centro, estão contempladas, entre outras, as ULS Coimbra, Região de Aveiro, Região de Leiria e Viseu Dão-Lafões. Nos Açores, o mapa prevê vagas em Medicina Geral e Familiar, Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Pediatria e Psiquiatria, entre outras áreas.

Na Madeira, o Hospital Nélio Mendonça recebe lugares em diversas especialidades. A formação em Medicina Geral e Familiar abrange vários centros de saúde da região.

O mapa publicado pela ACSS integra o procedimento concursal de ingresso no Internato Médico 2026, definindo a distribuição dos lugares por área de especialização e instituição.

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Os físicos podem ter encontrado um enorme atalho para a energia de fusão

By: ZAP
18 October 2026 at 08:00
Estamos mais perto do que nunca da fusão nuclear. O Sol, no centro do nosso Sistema Solar, é uma grande demonstração do poder da fusão nuclear: temperaturas e pressões altíssimas que fundem núcleos de hidrogénio em núcleos de hélio, a libertar uma enorme quantidade de energia pelo caminho. Se conseguirmos pôr as mesmas reações a acontecer na Terra, a fusão nuclear pode desencadear uma revolução de energia abundante e sem carbono. Mas recriar uma estrela dentro de um laboratório está a revelar-se tão difícil como seria de esperar. Agora, investigadores da Universidade de Princeton publicaram um estudo na Physical Review

A Lua está a encolher

By: ZAP
18 October 2026 at 07:20
Não, não estamos a falar do Quarto Minguante. É verdade, a Lua está a encolher (e a rachar). E os astrónomos já sabem a que velocidade está a contrair-se. Estas variações só são detetáveis por observações de satélite ou pelos mais sensíveis instrumentos . Mas têm uma consequência: podem ocorrer sismos lunares em qualquer ponto da superfície da Lua e a qualquer momento. Num novo estudo, uma equipa de investigadores usou dados do Lunar Reconnaissance Orbiter (LROC) da NASA, que durante mais de 17 anos recolheu milhões de imagens da superfície lunar. A equipa, liderada por Thomas Watters, geólogo planetário

Por que razão os Cuidados Paliativos continuam à espera?

18 October 2026 at 00:01
53% dos doentes referenciados para unidades de cuidados paliativos morreram enquanto esperavam por uma vaga. O sofrimento evitável não pode continuar a ser a norma.

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Os oito hábitos que podem reduzir o desperdício alimentar em casa

By: ZAP
17 October 2026 at 23:30
A fome global diminuiu pelo terceiro ano consecutivo, mas os progressos continuam a ser insuficientes para erradicar a subalimentação. Apesar da melhoria registada, a fome continua a afetar milhões de pessoas em todo o mundo, e a insegurança alimentar permanece acima dos níveis anteriores à pandemia da COVID-19. Ao mesmo tempo, uma parte significativa dos alimentos produzidos mundialmente perde-se ou é desperdiçada ao longo da cadeia de abastecimento. De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de 13% dos alimentos produzidos perdem-se após a colheita e antes de chegarem ao retalho,

Picos de glicemia são abordados poucas vezes; o que são e como evitar

By: ZAP
17 October 2026 at 20:45
Os aumentos rápidos nos níveis de glicose no sangue. Cinco passos são essenciais para evitar esses picos de glicemia. Os picos de glicemia são um assunto dentro do contexto de alimentação, de saúde; mas são um assunto relativamente pouco falado, sobretudo comparando com calorias, peso, açúcar es gorduras. Um pico de glicemia é um aumento rápido e acentuado da glicose no sangue após a ingestão de determinados alimentos: ricos em hidratos de carbono simples (como pão branco, bolos, refrigerantes ou arroz refinado). A glicose é a fonte de energia para o cérebro, músculos e células do organismo; é importante manter

O otimismo é o novo cêgripe

By: ZAP
17 October 2026 at 15:30
Vários estudos sugerem pessoas mais otimistas têm menos probabilidades de ficar constipadas. E quando adoecem, sofrem sintomas mais ligeiros. Mas será que chega para evitar uma constipação? A ideia parece boa demais para ser verdade. Em plena época de constipações e gripes, quando os transportes públicos se enchem de pessoas a tossir e a espirrar, talvez a nossa melhor defesa não esteja apenas nos medicamentos, na alimentação ou nas horas de sono. Pode estar também na cabeça. É essa a possibilidade explorada pelo science writer David Robson num artigo publicado esta sexta-feira na revista New Scientist: a nossa atitude perante

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