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Perdeu o telemóvel? Banco de Portugal alerta para o que deve fazer de imediato para proteger o seu dinheiro

20 October 2026 at 21:00

O desaparecimento de um telemóvel pode colocar em risco mais do que fotografias, mensagens ou contactos. Para quem utiliza aplicações bancárias ou faz pagamentos através do aparelho, uma perda ou um roubo exige uma reação rápida: avisar o banco e impedir que terceiros consigam utilizar os acessos associados.

O alerta é do Banco de Portugal, que recorda que o telemóvel também recebe códigos de autorização de operações bancárias. A informação guardada no equipamento pode, assim, ser utilizada indevidamente e permitir pagamentos não autorizados.

Contacte o banco e peça o cancelamento dos acessos

A primeira medida é contactar imediatamente o banco, ou outro prestador de serviços de pagamento, através dos contactos oficiais disponibilizados pela instituição. Se tiver contas em vários bancos acessíveis através do aparelho, deve comunicar a situação a todos.

“Peça o cancelamento das credenciais de acesso à sua conta”, recomenda o supervisor. Quando estiver em causa um cartão bancário, pode também consultar a lista de contactos dos respetivos emissores disponibilizada pelo Banco de Portugal.

Não deve esperar pelo aparecimento de um movimento suspeito para agir. O objetivo é impedir que os acessos comprometidos sejam utilizados.

Bloqueie o cartão SIM e os serviços de pagamento

Deve ainda contactar a operadora de telecomunicações e pedir o bloqueio do cartão SIM. Sempre que possível, utilize as ferramentas de localização e proteção do equipamento para o bloquear à distância ou eliminar os dados guardados. As opções disponíveis dependem do aparelho e das configurações existentes.

Importa igualmente verificar como suspender as aplicações de pagamento instaladas, como o MB WAY ou as carteiras digitais. O Banco de Portugal recomenda cancelar a aplicação ou desativar e remover do dispositivo perdido os cartões e contas associados, seguindo os procedimentos do respetivo serviço.

Pode ter de suportar perdas até 50 euros

A rapidez da comunicação também pode fazer diferença na responsabilidade por operações não autorizadas.

Antes de avisar o banco, o cliente poderá ter de suportar, em regra, perdas até um máximo de 50 euros. Contudo, este limite não constitui uma proteção absoluta: pode deixar de se aplicar em situações de atuação fraudulenta, incumprimento deliberado das obrigações de segurança ou negligência grosseira.

Depois de comunicar a perda, o roubo ou a apropriação indevida do instrumento de pagamento, o cliente não suporta, em regra, as perdas decorrentes da sua utilização posterior, salvo se tiver atuado fraudulentamente.

Altere palavras-passe e acompanhe os movimentos

Através de outro equipamento, altere as palavras-passe das contas que possam estar expostas, incluindo o correio eletrónico e as redes sociais. Reveja também as sessões iniciadas e os acessos guardados no telemóvel.

Nos dias seguintes, acompanhe os movimentos bancários e comunique imediatamente qualquer operação que não reconheça. Se suspeitar de fraude, depois de contactar a instituição financeira, participe a situação às autoridades policiais ou ao Ministério Público.

Para reduzir o risco, o supervisor aconselha palavras-passe difíceis de adivinhar, bloqueio do ecrã e credenciais diferentes para os serviços bancários e outros acessos. Recomenda também a definição de limites para as operações e para a movimentação diária da conta.

Leia também: Supermercados podem recusar vales Volta, mas há uma forma de recuperar o dinheiro que muitos desconhecem

El Ejército israelí afirma haber matado a un alto cargo de Hamás en Gaza

By: EFE
20 October 2026 at 20:56

El Ejército israelí ha afirmado haber matado este martes a un alto cargo del aparato de Seguridad del grupo islamista palestino Hamás en un ataque contra la ciudad de Gaza (centro de la Franja), según un comunicado publicado en sus canales.

"Hoy (martes), las Fuerzas de Defensa de Israel (FDI) y el Shin Bet (servicio de inteligencia interior israelí), basándose en información de inteligencia, llevaron a cabo un ataque en la ciudad de Gaza en el que eliminaron a Akram Basam Shaban Yasin, un alto cargo del aparato de Seguridad General de la organización terrorista Hamás en la Franja de Gaza", recoge la nota castrense.

Según el Ejército israelí, entre las funciones de este aparato de Seguridad, al que según su versión pertenecía el supuesto miliciano, se encuentran "garantizar la seguridad y el traslado de los líderes de Hamás entre instalaciones de emergencia, elaborar evaluaciones de inteligencia y ejecutar planes de ataques terroristas contra Israel".

Según el comunicado, Yasin fue abatido en un ataque aéreo para el que "se adoptaron medidas para mitigar los daños a la población civil", entre los que cita el empleo de munición de precisión y la realización de labores de vigilancia aérea.

Según han informado fuentes médicas del enclave palestino, el Ejército israelí ha matado a un total de 7 personas, incluyendo a un adolescente de 15 años, a lo largo de este martes en diversos ataques dirigidos contra distintos puntos de la Franja.

Por el momento, las fuerzas armadas no se han pronunciado sobre el resto de bombardeos. Pese a la tregua vigente desde hace un año, Israel lanza a diario ataques en Gaza que causan muertos, en algunas ocasiones con drones a objetivos específicos que suele atribuir a presuntos miembros de Hamás, pero que a menudo matan también a civiles, entre ellos mujeres y niños; y en otras a palestinos cerca de la llamada línea amarilla, a partir de la cual están apostadas las tropas israelíes.

De acuerdo con el último recuento del Ministerio de Sanidad gazatí, que no incluye a estas víctimas mortales, las tropas israelíes han matado a 74.480 personas desde el inicio de la ofensiva de Israel en Gaza en octubre de 2023, de ellas 1.522 desde la entrada en vigor del alto el fuego hace un año.

Milei lança plano para demitir 21 mil servidores na Argentina

Logo Agência Brasil

O governo da Argentina de Javier Milei publicou decreto, nesta segunda-feira (19), com plano de demissão voluntária que pode alcançar até 21 mil servidores públicos. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil vagas no serviço estatal argentino. 

A política faz parte da agenda de corte de gastos de Milei, que assumiu a Casa Rosada empunhando o símbolo da motosserra, instrumento que representaria o corte de despesas e a redução do Estado.

Notícias relacionadas:

A Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) da Argentina destaca que milhões de pessoas vão ficar sem serviço público com essa demissão em massa e acusa o governo de intimidação de funcionários para aderir à proposta. O governo, por sua vez, defende que a adesão é voluntária.

O Decreto 1.203 de 2026 prevê a demissão voluntária de três grupos distintos dentro do serviço público federal, com exceção dos militares e funcionários da segurança e inteligência. O decreto prevê que as vagas dos servidores que aderirem serão suprimidas de forma permanente. 

A norma abrange funcionários perto da idade de se aposentar, entre 58 e 64 anos, ou que já tenham alcançado os requisitos para aposentadoria. O plano prevê, entre outras modalidades de rescisão, o pagamento de um salário por ano trabalhado no Estado, além de um pagamento mensal de 60% do salário pelos próximos três anos.

O ministro da desregulação e transformação do Estado, Fede Sturzenegger, destacou que quem aderir ao plano de demissão não poderá voltar a ocupar emprego no Estado pelos próximos oito anos “para evitar uma porta giratória”.

Motosserra de Milei

Entre dezembro de 2023, logo após Milei assumir o governo, e agosto de 2026, foram 77,5 mil postos de trabalho suprimidos no setor público argentino.

Desse total, foram 44,7 mil vagas fechadas na Administração Pública direta e indireta; 11,1 mil vagas nas Forças Armadas e entre membros das forças de segurança, além de 21,6 mil funcionários das empresas públicas.

“Nesse período, a Administração Pública Nacional (APN) reduziu seu quadro de pessoal em 21,8%, enquanto, nas empresas estatais, a diminuição atingiu 23,7%. Por sua vez, o número de postos de trabalho na APN centralizada reduziu-se em 30%, ao passo que, na descentralizada, a redução foi de 18%”, diz informe do governo. 

O governo Milei apresenta esses cortes como uma “economia” para a Argentina da ordem de US$ 3,2 bilhões.

“Esta medida reflete o compromisso do governo com a redução do gasto público e sua determinação de cumprir as promessas de eficiência e austeridade na administração pública”, diz o governo.

Servidores públicos

Os servidores organizados na Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) publicaram nota contra a iniciativa do governo. O secretário-geral da ATE, Rodolfo Aguiar, denuncia que as chefias têm pressionado os empregados para aderir ao plano.

“Se é realmente voluntário, por que estão ameaçando os trabalhadores? Se há intimidação, então o consentimento não é livre. As declarações dos funcionários são como: ‘Ou você assina os papéis da aposentadoria ou eu te coloco em licença e depois te demito’”, destacou o líder sindical. 

Ainda segundo Aguiar, a ATE Nacional vai recomendar a não adesão ao plano considerando a experiência de demissão voluntária da década de 1990 na Argentina, que teria deixado milhares de servidores sem emprego e sem aposentadoria.

“Essa decisão deixará milhões de argentinos sem serviços públicos essenciais. Não podemos permitir que desmantelam o Estado e o deixem sem seu bem mais precioso: um valioso recurso humano com experiência e histórico comprovado”, concluiu o secretário-geral da ATE Nacional.

Desemprego

A taxa de desemprego na Argentina subiu 0,3 pontos percentuais (p.p.) no primeiro semestre de 2026, se comparado com o mesmo período de 2025, chegando a 7,9% da população economicamente ativa, segundo dados oficiais do Indec. 

Sob o comando do presidente Javier Milei, a Argentina fechou 31,3 mil empresas, 6,1% do total das companhias registradas no país. Além disso, 245 mil postos formais de emprego foram encerrados em 31 meses, queda de 3,9% do total, segundo levantamento do Centro de Economia Política Argentina (Cepa). 

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Trump dice que España fue "invadida" por inmigrantes y que "no está haciendo nada al respecto"

By: EFE
20 October 2026 at 20:28

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha asegurado este martes, en referencia a la entrada masiva de inmigrantes en Ceuta este verano, que España fue "invadida de forma repentina y masiva" por extranjeros y que el país "no está haciendo nada al respecto".

"En el caso de Francia y de toda Europa, fíjense en lo que ocurrió en España: el país fue invadido de forma repentina y masiva", ha explicado Trump a los medios de comunicación durante un acto celebrado en el Despacho Oval de la Casa Blanca.

"Llegaron por decenas de miles, entraron a raudales en España, y el país no está haciendo nada al respecto. Simplemente aceptaron su llegada. Venían de todas partes del mundo, de países que atraviesan situaciones sumamente difíciles", ha añadido el mandatario al hablar de sus políticas migratorias de mano dura, que se basan en incrementar el número de deportaciones.

El republicano se ha pronunciado de esta manera en un acto convocado para presentar una iniciativa para denunciar en Estados Unidos casos de fraude y malversación, algo en lo que, según su Gobierno, se han embarcado comunidades de inmigrantes en estados como Minnesota.

"Vuelvo a insistir: miren lo que pasó en España. Hace apenas un par de semanas, más de cien mil personas irrumpieron en el país en cuestión de minutos. Y no hacen nada al respecto. No sé dónde están viviendo (los migrantes) no lo sé. Es una situación de locura", ha afirmado Trump antes de subrayar que toda Europa vive una emergencia migratoria que amenaza con destruir el continente. "Europa tiene que cambiar su rumbo. De lo contrario, no quedará nada de Europa", ha aseverado.

Governo Meloni aprova detenção preventiva de menores e novo crime para protestos violentos

20 October 2026 at 19:59

O Governo de Giorgia Meloni aprovou esta terça-feira um novo pacote de segurança que permite aplicar a detenção preventiva também a menores e cria o crime de participação violenta em manifestações, na sequência dos confrontos ocorridos nos últimos dias em cidades italianas.

Governo Meloni aprova detenção preventiva de menores e novo crime para protestos violentos

20 October 2026 at 19:59

O Governo de Giorgia Meloni aprovou esta terça-feira um novo pacote de segurança que permite aplicar a detenção preventiva também a menores e cria o crime de participação violenta em manifestações, na sequência dos confrontos ocorridos nos últimos dias em cidades italianas.

Irán asegura que no tiene "nada nuevo que decir" a EEUU y exige que cumpla sus condiciones para la paz

By: EFE
20 October 2026 at 19:54

El negociador jefe de Irán y presidente del Parlamento, Mohamad Baqer Qalibaf, ha asegurado este martes que Teherán no tiene "nada nuevo que decir" a Estados Unidos y ha exigido a Washington que cumpla las siete condiciones planteadas por la República Islámica para poner fin a la guerra y recuperar la confianza entre ambos países.

"No tenemos nada nuevo que decir", ha afirmado Qalibaf durante una reunión con el jefe del Ejército de Pakistán, Asim Munir, que se encuentra de visita en Teherán en el marco de los esfuerzos de mediación para desbloquear las negociaciones. "Estados Unidos no podrá ganarse la confianza de Irán a menos que cumpla las siete condiciones", ha insistido el dirigente iraní.

Entre las exigencias de Teherán figuran el cese de las hostilidades en todos los frentes, incluido el Líbano, la liberación de los fondos iraníes congelados en el extranjero, el fin del bloqueo naval estadounidense y el control del estrecho de Ormuz. Estas condiciones fueron presentadas durante la Asamblea General de Naciones Unidas en Nueva York, aunque Washington las rechazó y planteó una contrapropuesta que todavía no ha recibido respuesta iraní.

Durante su visita, Munir también se ha reunido con el secretario del Consejo Supremo de Seguridad Nacional iraní, Mohsen Rezaei, quien ha reiterado que Teherán no está dispuesto a realizar concesiones en materia nuclear. "Ni una sola partícula enriquecida nuclear saldrá de Irán, es un activo nacional para uso interno", ha advertido. El militar paquistaní también ha mantenido un encuentro con el presidente iraní, Masud Pezeshkian.

Las conversaciones permanecen estancadas después de la guerra iniciada por Estados Unidos e Israel contra Irán el pasado 28 de febrero. Pese a la suspensión de las hostilidades militares, la tensión continúa en el estrecho de Ormuz, donde se siguen registrando ataques iraníes contra embarcaciones que intentan atravesar esta estratégica vía marítima, mientras Washington trata de garantizar el tránsito de petroleros.

Piden revocar de nuevo el tercer grado al etarra que ordenó asesinar al fiscal Luis Portero por "escasa reparación del daño"

By: EP
20 October 2026 at 19:09

La Fiscalía de la Audiencia Nacional ha pedido revocar de nuevo el tercer grado al exjefe de ETA Juan Antonio Olarra Guridi, condenado por delitos de asesinato, lesiones, estragos y otros relacionados con su pertenencia a la banda terrorista, dada la "escasa reparación del daño" y "los graves delitos cometidos". Olarra ordenó el asesinato del que fuera fiscal jefe del Tribunal Superior de Justicia de Andalucía, Luis Portero, que tuvo lugar el 9 octubre del año 2000 en Granada.

Juan Antonio Olarra Guridi fue condenado a más de 1.000 años de cárcel por el atentado con coche-bomba contra el subsecretario de Política Científica Juan Junquera en la calle de Corazón de María (Madrid), el 6 de noviembre de 2001, que causó 95 heridos. En la citada sentencia se le condenaba también a pagar cuantiosas sumas a los heridos para reparar el daño.

En 2008, la Audiencia Nacional le condenó a 30 años de prisión por ordenar a los miembros del comando Andalucía Harriet Iragi y Jon Igor Solana asesinar en el año 2000 a Luis Portero en el portal de su residencia de Granada. Además, cuenta con otra condena a 28 años de prisión por el asesinato en 1993 del funcionario de prisiones José Ramón Domínguez Burillo en San Sebastián, cuando el etarra formaba parte del Comando Donosti.

Según ha comunicado el Ministerio Público, la Fiscalía ha interpuesto un recurso ante el Juzgado Central de Vigilancia Penitenciaria, después de que el pasado miércoles la Consejería de Justicia y Derechos Humanos del Gobierno Vasco le otorgara el tercer grado. Esta es la segunda vez que el Gobierno vasco le otorga el régimen de semilibertad al exdirigente de ETA, ya que la primera fue revocada por la Audiencia Nacional el pasado mes de julio.

El Ministerio Público argumenta una "escasa reparación del daño", dado lo "exiguo de las cantidades con las que está haciendo frente al pago de la responsabilidad derivada de los graves delitos cometidos" y ve prematuro el tercer grado, ya que hasta la libertad definitiva en 2032 existe un periodo de tiempo excesivamente largo". "Esta tipología delictiva hay que tener en cuenta la gravedad de los hechos cometidos, incardinados dentro del ámbito terrorista, ya que este ha sido condenado por delitos de asesinato y otros que han causado múltiples lesionados", razona.

Asimismo, ha indicado que "el escaso tiempo transcurrido desde la revocación" del beneficio penitenciario por la Audiencia Nacional "no permite hacer un estudio ponderado de la evolución del interno, para para lo cual se requiere un mayor lapso temporal".

Por su parte, el Ejecutivo Vasco señaló que "los profesionales del centro, juristas, psicólogos, educadores y trabajadores sociales que están en contacto permanente con los interno han propuesto esta progresión". Y apuntó a que el objetivo que impone la legislación penitenciaria es "que la reintegración a la sociedad de los internos en condiciones distintas a las que ingresaron en prisión" y el Departamento de Justicia y Derechos Humanos se acoge a él "con convicción".

Meloni extiende a los menores de edad la detención preventiva ante los disturbios en el país

20 October 2026 at 18:58

El Gobierno de Italia autorizó este martes reforzar con otros 500 soldados el dispositivo de seguridad pública en Milán (norte) tras los disturbios y saqueos del pasado fin de semana, según confirmó la primera ministra, Giorgia Meloni, en un vídeo en sus redes sociales. La medida, tramitada como decreto-ley y aprobada en Consejo de Ministros, también establece que los menores de edad podrán ser objeto de la figura de detención preventiva que hasta ahora solo se aplicaba a adultos y crea el delito de "participación violenta en manifestaciones". Así, las fuerzas del orden podrán detener a menores de 18 años en las comisarías durante 12 horas, siempre que existan pruebas de que representan un peligro.

"A Milán llegan 500 militares más, hasta finales de año junto a la policía y los carabinieri. Y a la justicia de menores le damos más magistrados y más plazas en los centros, para que la certeza de la pena valga también para quien tiene 16 años", anunció la mandataria en el mensaje transmitido tras el Consejo de Ministros que aprobó la medida. Los militares permanecerán desplegados hasta el 31 de diciembre y estarán a disposición de las autoridades para colaborar en el control del territorio y el mantenimiento de la seguridad pública.

Meloni calificó de "inaceptables" las escenas vividas tras una serie de altercados que dejaron cerca de 200 agentes heridos y daños materiales que solo en la capital lombarda rozan el millón de euros. Según datos oficiales, las fuerzas del orden detuvieron o identificaron a 330 personas, la mitad de ellas de origen extranjero. El nuevo contingente reforzará la operación Calles Seguras, una iniciativa implementada en 2008 que mantiene a unos 5.000 efectivos del Ejército desplegados en numerosos 'puntos calientes' del país para garantizar el orden público. La medida entrará en vigor inmediatamente y dispondrá de un plazo de 60 días para ser ratificada por el Parlamento italiano.

El paquete de medidas incluye la creación del delito de participación violenta en una manifestación, que contempla penas de hasta cinco años de prisión y multas de hasta 20.000 euros para quienes participen en acciones violentas en grupo. "Si durante una marcha o una manifestación te unes a un grupo de cinco o más personas, te pones a tirar piedras, petardos, palos, pones en peligro la seguridad de todos, te arriesgas a hasta cinco años de cárcel y hasta 20.000 euros de multa", precisó Meloni. Además, el decreto introduce el principio de que "quien rompe paga, y si quien rompe es un menor, pagan sus padres", añadió

En el ámbito penal, se tipifica con eficacia inmediata la presunción de imputabilidad para menores de 14 a 18 años y se permite al jefe de policía aplicar apercibimientos orales y veto de reunión en lugares públicos a jóvenes con antecedentes por actos violentos. El borrador del decreto contemplaba también atribuir excepcionalmente a los militares funciones policiales durante tres meses, lo que les habría permitido efectuar detenciones, pero esta disposición finalmente quedó fuera del texto aprobado.

Al referirse a las manifestaciones del pasado fin de semana, Meloni señaló que, además de las "franjas antagónicas de siempre", participaron cientos de jóvenes, muchos de ellos menores de edad. "No hay nada de revolucionario en devastar y robar. Devastar y robar no es protesta, es criminalidad, y la respuesta del Estado debe ser firme", afirmó. La primera ministra añadió que las fuerzas del orden habían detenido o identificado a 330 personas, la mitad de ellas de origen extranjero, incluidas personas nacidas fuera de Italia y otras nacidas en el país en familias extranjeras.

"Espero que los delitos cometidos sean perseguidos con rapidez y que todas las normas a disposición, incluidas las de los recientes decretos de seguridad, se apliquen con rigor", sostuvo. Meloni destacó que el menor de los identificados tenía 11 años, una circunstancia que, según afirmó, "duele y da miedo, y nos interpela a todos".

La decisión del Gobierno llega en un clima de tensión por las convocatorias de protesta impulsadas para este sábado en Roma, Milán y otras zonas del país por el Movimiento 17 de octubre, un grupo de protesta juvenil surgido a raíz de los recientes altercados en el centro de Milán que ha anunciado movilizaciones permanentes "hasta la caída del gobierno ladrón".

480 millones en ayudas a transportistas

El Gobierno italiano también anunció este martes el desembolso de unos 480 millones de euros en ayudas pendientes para los transportistas, en un intento de aliviar la crisis del sector por el encarecimiento de los carburantes, mientras las protestas siguen dificultando el abastecimiento en varias regiones del sur del país. El anuncio se produjo tras una reunión en la Prefectura de Milán encabezada por el viceprimer ministro y ministro de Transportes, Matteo Salvini, y el viceministro del ramo, Edoardo Rixi, con representantes de las principales asociaciones empresariales del transporte por carretera.

"A partir de hoy comenzamos a desembolsar las contribuciones correspondientes a las solicitudes recibidas hasta agosto, que ascienden a aproximadamente 480 millones de euros", declaró Rixi al término del encuentro, confiando en que los paros se levanten en las próximas horas. Además explicó que el Gobierno ha identificado recursos adicionales para afrontar el aumento de los costes del transporte, aunque parte de las medidas previstas para compensar los gastos de septiembre y octubre, mediante créditos fiscales, se materializarán en 2027.

La huelga, que estaba prevista inicialmente hasta este martes, continúa en varias regiones del sur, donde representantes de los transportistas han anunciado que mantendrán las protestas, al menos, hasta la próxima reunión con el Gobierno, convocada para el 27 de octubre. En Sicilia, el Comité de Transportistas Sicilianos (CTS) anunció la revocación del paro para facilitar la recuperación de la actividad logística y dar una señal de apertura al Ejecutivo, aunque precisó que las empresas permanecerán en "estado de agitación" hasta que se resuelvan sus reivindicaciones pendientes.

En el quinto día de protestas, los bloqueos del transporte por carretera siguen dificultando la distribución de alimentos frescos y carburantes en varias regiones del sur de Italia. La escasez de combustible, inicialmente concentrada en la provincia de Taranto (Apulia), se extendió durante el fin de semana a otras zonas de esa región, así como a Basilicata y Calabria, y alcanzó a varias estaciones de servicio de Nápoles y de islas del archipiélago napolitano como Ischia.

El sector agrícola es uno de los más afectados por las interrupciones, debido a las dificultades para transportar frutas y hortalizas y al riesgo de que parte de la mercancía quede almacenada sin llegar a los puntos de venta. Entretanto, decenas de usuarios denuncian en redes sociales la falta de existencias en los supermercados, con baldas totalmente vacías y gasolineras con carteles de "sin gasóleo ni gasolina" o "producto agotado".

O sinal está lá, mas ninguém o consegue ler por estar tapado com autocolantes: afinal, é obrigatório respeitá-lo?

20 October 2026 at 20:00

Encontrar um sinal de proibição completamente coberto de autocolantes pode deixar um condutor sem perceber que comportamento lhe é exigido. Foi precisamente essa situação, fotografada na avenida do Cristo Rei, em Almada, que motivou uma dúvida sobre a obrigação de respeitar a sinalização.

O Regulamento de Sinalização do Trânsito estabelece que não podem ser colocados objetos sobre os sinais ou nas suas proximidades que prejudiquem a sua visibilidade ou reconhecimento. A regra abrange também elementos que possam confundir os utilizadores da via ou perturbar a atenção dos condutores.

O que acontece quando o sinal está totalmente tapado?

Em resposta ao Polígrafo, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) confirmou que, perante o exemplo apresentado, deixava de ser obrigatório respeitar a proibição que não era possível identificar.

A entidade explicou que os papéis, autocolantes ou pinturas impediam o condutor de «saber qual o comportamento a adotar».

O esclarecimento refere-se, portanto, a um sinal totalmente tapado, cuja mensagem não pode ser reconhecida. Não estabelece uma dispensa automática de cumprimento sempre que exista um autocolante na sua superfície.

Quem tapa os sinais pode pagar até 1.250 euros

O artigo 1.º do regulamento proíbe que os sinais sejam acompanhados de motivos decorativos ou publicidade comercial. Impede igualmente a colocação de quadros, painéis, cartazes e outros objetos que comprometam a sua função.

A infração destas disposições é sancionada com coima entre 250 e 1.250 euros. Este intervalo respeita à colocação dos elementos proibidos, não a uma penalização aplicada ao condutor por encontrar o sinal nessas condições.

A quem deve ser comunicada a situação?

Segundo a ANSR, cabe à entidade gestora da via «repor a sinalização e garantir a segurança da circulação rodoviária». Os condutores devem comunicar-lhe o problema.

A responsabilidade pode pertencer a um município, à Infraestruturas de Portugal ou a uma concessionária, conforme a estrada. No caso apresentado ao Polígrafo, a situação deveria ser reportada à Câmara Municipal de Almada.

As restantes regras de circulação continuam a aplicar-se

A impossibilidade de reconhecer aquele sinal não elimina as restantes obrigações do condutor. Continuam a contar as regras do Código da Estrada e a sinalização aplicável no local.

O artigo 7.º do Código da Estrada estabelece ainda que as ordens dos agentes reguladores do trânsito prevalecem sobre os sinais e sobre as regras de trânsito. Assim, um sinal tapado não permite desobedecer às indicações de um agente que esteja a regular a circulação.

Leia também: IUC muda em 2027: estes condutores vão pagar em duas prestações e outros só em outubro

La UCO cuestiona la veracidad del tiroteo al coche de Aldama

20 October 2026 at 19:36

La Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil cuestiona que uno de los vehículos del comisionista Víctor de Aldama sufriese un tiroteo como amenaza, según consta en uno de sus informes enviados a la Audiencia Nacional. Los agentes han interceptado varias comunicaciones donde el empresario informa a la aseguradora de que le “han intentado robar” en su Audi A8 y que han tratado de “romper el cristal” con un “punzón”, pero no lo “han conseguido”. “No hemos puesto denuncia porque no lo hemos visto. Ha sido de madrugada y poner denuncia es ridículo porque es perder tres horas”, añadió Víctor de Aldama.

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© Rodrigo Jimenez (EFE)

El comisionista Víctor de Aldama sale del Supremo el pasado junio.

ONU alerta: governos vão “ler mentes” através de interfaces com ondas cerebrais

By: ZAP
20 October 2026 at 19:30
Guterres avisa para a expansão da neurotecnologia à justiça. Embora a habilidade de “ler pensamentos” ainda não exista, a ONU considera que os avanços tecnológicos poderão tornar esta realidade possível no futuro. A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou, na semana passada, para os perigos associados ao rápido desenvolvimento da neurotecnologia, que poderá um dia permitir aos governos aceder à atividade cerebral dos cidadãos e até influenciar os seus pensamentos. Num relatório citado pelo New York Times, a ONU sublinha que estas tecnologias representam uma ameaça potencial aos direitos humanos — especialmente à privacidade, à liberdade de pensamento e à

Luís Montenegro tem 55 casas? Saiba quantos imóveis pertencem realmente ao primeiro-ministro

20 October 2026 at 19:30

As manifestações pelo direito à habitação, que têm levado milhares de portugueses às ruas, voltaram a colocar o património imobiliário de Luís Montenegro no centro das atenções. Nas redes sociais, multiplicam-se as publicações que afirmam que o primeiro-ministro possui 55 casas, mas a informação não corresponde à realidade.

De acordo com uma verificação realizada pela SIC Notícias, através da rubrica SIC Verifica, o chefe do Governo declarou efetivamente 55 imóveis à Entidade para a Transparência (EpT). Contudo, existe uma diferença importante entre o número de imóveis declarados e a quantidade de habitações que possui.

Afinal, quantas casas tem Luís Montenegro?

Dos 55 imóveis declarados pelo primeiro-ministro, 49 são classificados como prédios rústicos, enquanto apenas seis correspondem a imóveis urbanos.

Os prédios rústicos são, geralmente, terrenos destinados a atividades agrícolas ou florestais, podendo não ter autorização para construção. Por esse motivo, não podem ser automaticamente considerados casas.

Já os imóveis urbanos incluem diferentes tipos de propriedades, como habitações, apartamentos, lojas, escritórios e garagens.

Segundo a SIC Verifica, entre os seis imóveis urbanos declarados por Luís Montenegro encontram-se uma casa em Espinho, um duplex em Lisboa, uma casa em Bragança e uma propriedade em Resende.

Neste último caso, a habitação possui duas garagens que são contabilizadas separadamente. Assim, a casa e as duas garagens representam três imóveis distintos na declaração patrimonial.

Maioria dos imóveis foi herdada da família

Os restantes 49 imóveis são prédios rústicos, localizados maioritariamente no distrito de Bragança.

O primeiro-ministro já esclareceu publicamente que estes terrenos foram herdados da família, uma circunstância que ajuda a explicar o elevado número de propriedades registadas em seu nome.

A distinção é particularmente relevante porque a existência de dezenas de terrenos não significa que o seu proprietário disponha de dezenas de habitações.

Porque deixou o património de Montenegro de estar acessível ao público?

A polémica em torno do património imobiliário do primeiro-ministro não é recente. Em 2025, foi noticiado que Luís Montenegro tinha restringido o acesso público a informações relativas aos imóveis declarados à Entidade para a Transparência.

Na altura, o chefe do Executivo justificou a decisão com a necessidade de proteger dados pessoais sensíveis, a privacidade e a segurança dos seus familiares.

Segundo esclarecimentos da Entidade para a Transparência, citados pelo Correio da Manhã, Montenegro tinha solicitado apenas a ocultação dos números das matrizes dos prédios urbanos.

No entanto, devido ao funcionamento da plataforma informática, a restrição acabou por abranger todo o campo relativo à identificação matricial do património imobiliário, impedindo a consulta pública desses dados.

É falso que Luís Montenegro tenha 55 casas

A conclusão da SIC Verifica é que as publicações que atribuem 55 casas ao primeiro-ministro apresentam uma interpretação incorreta da sua declaração patrimonial.

Embora Luís Montenegro tenha declarado 55 imóveis, apenas seis são classificados como urbanos, incluindo duas garagens. Os outros 49 correspondem a propriedades rústicas, maioritariamente herdadas da família.

Assim, os dados conhecidos não sustentam a afirmação de que o primeiro-ministro português seja proprietário de 55 casas.

Leia também: Montenegro defende orçamento ambicioso e uma Europa mais competitiva

Zelenski traslada al enviado de Trump propuestas de paz para que se las presente a Putin este miércoles en San Petersburgo

20 October 2026 at 19:17

El presidente de Ucrania, Volodímir Zelenski, ha anunciado este martes que ha trasladado al enviado especial de la Casa Blanca, Steve Witkoff, una serie de propuestas para avanzar hacia el final de la guerra con Rusia, que el representante estadounidense llevará este miércoles a San Petersburgo para abordarlas con el Gobierno ruso.

"Steve (Witkoff) irá a Rusia mañana y verá lo que (Vladímir) Putin tiene que decir al respecto", ha afirmado Zelenski durante una rueda de prensa en Oslo junto al primer ministro noruego, Jonas Gahr Støre, y el presidente finlandés, Alexander Stubb. Entre las propuestas figura una reunión trilateral entre los líderes de Ucrania, Rusia y Estados Unidos, así como posibles garantías de seguridad para Kiev inspiradas en el artículo 5 de la OTAN.

El mandatario ucraniano también ha reiterado su respaldo a la propuesta estadounidense de establecer un alto el fuego sobre las infraestructuras energéticas, aunque ha acusado a Moscú de continuar con sus ataques. Por su parte, Stubb ha explicado que Witkoff trasladará a Rusia iniciativas surgidas de las conversaciones mantenidas previamente entre representantes estadounidenses, europeos y ucranianos en Miami, y ha destacado los avances logrados en las negociaciones.

Zelenski ha insistido en que considera "inaceptable" negociar el futuro de Ucrania sin la participación de Kiev, aunque ha adoptado un tono conciliador hacia Washington después de las tensiones de las últimas semanas con el presidente estadounidense, Donald Trump. En este sentido, ha destacado las "señales positivas" recibidas durante una conversación telefónica con el secretario de Estado, Marco Rubio.

"Ahora tenemos un diálogo muy constructivo porque todos queremos la paz: Ucrania, Europa y Estados Unidos. Veremos qué pasa mañana", ha señalado Zelenski. Por su parte, Støre ha destacado los "avances sustantivos" alcanzados durante los contactos en Oslo y ha anunciado una cena de trabajo con asesores de seguridad nacional de la Unión Europea, la OTAN, Alemania, Italia y Reino Unido.

Entre las propuestas que Witkoff trasladará a Moscú también figuran posibles medidas de desescalada, diferentes fórmulas de alto el fuego y la posibilidad de abordar las cuestiones territoriales directamente entre los líderes de los países implicados. Además, los dirigentes de Noruega y Finlandia han apuntado a que las negociaciones podrían incluir un eventual alivio de las sanciones impuestas a Rusia, al tiempo que han defendido la participación europea en cualquier acuerdo de paz.

Por su parte, el ministro de Exteriores ruso, Serguéi Lavrov, ha asegurado que Moscú estudiará las propuestas estadounidenses, aunque ha descartado realizar concesiones políticas. "Veremos qué ofrecen. Si ofrecen algo que nos beneficie en los ámbitos económico y financiero, ¿por qué no?", ha señalado el jefe de la diplomacia rusa, que ha insistido en que cualquier acercamiento debe producirse sin contrapartidas políticas por parte del Kremlin.

El juez envía a prisión por terrorismo a los dos disidentes de la izquierda ‘abertzale’ detenidos por la Ertzaintza

20 October 2026 at 18:52

El juez de la Audiencia Nacional Antonio Piña ha enviado a prisión, acusados de delitos de terrorismo, a los dos disidentes de la izquierda abertzale detenidos por la Ertzaintza el sábado después de que se presentaran en la comisaría de Irún acompañados de su abogado. Se trata de Aratz Bilbao Gómez, de 34 años, y Malen Grünig Ibáñez, de 23 años, a los que el magistrado considera integrantes de Jardun Koordinadora, una organización integrada por disidentes de la izquierda abertzale supuestamente contrarios a la decisión que tomó ETA en octubre de 2011 de abandonar la violencia. Bilbao es señalado como “el motor principal” de este colectivo e “impulsor y dinamizador” del mismo. A su compañera, el magistrado la describe como “militante activa”. El magistrado esgrime para ordenar su encarcelamiento tanto riesgo de fuga como de reiteración delictiva de ambos, que tenían antecedentes policiales por “actos violentos” en otros países europeos.

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© Jardun Koordinadora

Imagen del acto organizado el pasado 27 de setiembre por Jardun en el frontón de Ciboure (Francia) con motivo del 'Gudari Eguna', en una imagen difundida por esta organización.

Alberta rejeita independência do Canadá, numa vitória política para Mark Carney

20 October 2026 at 18:21

76% dos eleitores da província canadiana de Alberta votaram contra o início de um processo de separação. O resultado reforça a posição do primeiro-ministro numa altura de tensão comercial com os Estados Unidos. “Acima de tudo escolheram o Canadá”, reagiu o primeiro-ministro Mark Carney

Alberta rejeita independência do Canadá, numa vitória política para Mark Carney

20 October 2026 at 18:21

76% dos eleitores da província canadiana de Alberta votaram contra o início de um processo de separação. O resultado reforça a posição do primeiro-ministro numa altura de tensão comercial com os Estados Unidos. “Acima de tudo escolheram o Canadá”, reagiu o primeiro-ministro Mark Carney

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