Aguiar-Branco nega "bloqueios" porque "instituições fucionaram", mas Ventura desmente já fora da sala. Livre pede audição de Ventura e Chega rejeita qualquer suspensão dos trabalhos da comissão.
Manutenção de Luís Neves no Governo é "competência" do executivo, diz António José Seguro, que insiste na separação de competências entre órgãos de soberania. "Esse é o jogo normal entre partidos".
Líder do Chega e presidente do inquérito vai conversar com o Presidente da AR para pedir que os trabalhos possam decorrer em simultâneo. Ainda, trabalhadores do Metro de Lisboa cumprem dia de greve.
Francisco César considera que Luís Neves perdeu o controlo dentro da tutela. O deputado do PS refere ainda que nos Açores nunca adotaram verdadeiramente o SIRESP.
A IL (que quer uma auditoria ao SIRESP), o Livre (que insiste num truque de magia) e os sindicatos do Metro de Lisboa (que fazem mais uma greve porque alguém espirrou) são o Bom, o Mau e o Vilão.
O secretário-geral do PS admite que Luís Neves pode não ter condições para continuar no cargo de ministro da Administração Interna. Ainda, Portugal conhece hoje o próximo acionista da TAP.
Ventura quis uma comissão de inquérito a Luís Neves, mas escolheu a cadeira onde não fará as perguntas. Neste episódio, explicamos o que pretende ganhar ao assumir a presidência.
Luís Neves esteve na tomada de posse do novo diretor nacional da PSP. Ainda, José Luís Carneiro diz que um entendimento do PSD com o Chega seria o regresso ao "tempo dos três salazares".
O cargo tem limites, mas também margem para ser mais interventivo. Ainda, o Ministro da Administração Interna rejeita a narrativa de que Portugal está cada vez mais inseguro.
Pedro Moura tomou posse na PSP a prometer uma "força de elite, moderna e humana". Do Governo veio a garantia de apoio a "quem está nas ruas", em pleno "processo negocial em curso".