Neil deGrasse Tyson: "A minha sala de estar é o Universo"

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O CRIA.FOOD.MED junta parceiros da gastronomia e da ciência para estudar biomassas algais e otimizar processos em cozinha industrial.
O conteúdo Receitas tradicionais e algas são a base para criar 12 refeições mediterrânicas pré-cozinhadas aparece primeiro em Barlavento.


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VTM
Em declarações à VTM, Ana Catarina Correia, da Associação Centro de Vida Independente, considerou as jornadas de desporto inclusivo um momento marcante para as pessoas com deficiência. “Muitas vezes não temos espaços para falar sobre desporto para pessoas com deficiência, para conhecer a sua história”, afirmou, destacando a possibilidade de “descobrir novos talentos, novos atletas e atrair mais pessoas para o desporto”.
“Não devem ter vergonha ou constrangimento
da sua condição ou circunstância. Pelo
contrário, devem sentir-se dignas daquilo que
conseguem fazer”ANA CATARINA CORREIA
Um dos objetivos da iniciativa foi incentivar a prática desportiva sem receios nem constrangimentos. “Elas podem e devem praticar desporto, cometer erros, correr riscos e ir atrás dos seus projetos de vida e ambições, sem receios”, defendeu a responsável. Referiu também que as pessoas com deficiência devem valorizar mais as suas capacidades individuais. “Não devem ter vergonha ou constrangimento da sua condição ou circunstância. Pelo contrário, devem sentir-se dignas daquilo que conseguem fazer”.
A representante defendeu que a questão da deficiência deve constituir uma prioridade política, através da adoção de medidas que promovam a autonomia e a participação social. “Quanto mais municípios adotarem estas medidas, mais as pessoas estarão incluídas”, afirmou, considerando que o investimento na acessibilidade e na igualdade de oportunidades é essencial para construir uma sociedade mais inclusiva.
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VTM
A frase é do psicanalista Eduardo Sá, que defendeu que brincar deveria ser elevado a património imaterial da humanidade para proteger a infância da sobrecarga de tarefas e da extinção do tempo livre. Isto porque brincar “é um bem essencial e tão importante quanto aprender”, criticando a forma como a escola atual, muitas vezes, “rouba a infância” e funciona como um “trabalho infantil do século XXI”.
O especialista foi um dos convidados do seminário “Saúde Mental na Era Digital”, promovido pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Vila Real.
Para Eduardo Sá, a brincadeira é o principal meio de aprendizagem, desenvolvimento emocional e social da criança, lamentando que a escola atual tenha uma exigência excessiva de horários e as aulas prolongadas que esgotam as crianças, sacrificando a criatividade e o tempo de recreio. “Nós hoje produzimos as crianças mais sofisticadas que a humanidade já conheceu e temos crianças que nos permitem concluir que a sua infância está à beira da extinção”, afirma, adiantando que acha “desconcertante” que se passe a vida a falar de saúde mental quando se permite que os “nossos filhos trabalhem das 8h00 da manhã às 8h00 da noite todos os dias. Se isso é saúde mental, tenho imensa dificuldade em perceber isso”.
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