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Justiça Federal manda Meta restabelecer contas estudantis do RS

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A 1ª Vara Federal de Porto Alegre determinou que a empresa Meta restabeleça, em até dois dias, as contas no Instagram de entidades estudantis do Rio Grande do Sul que foram bloqueadas. 

Segundo as entidades, no dia 6 de outubro a Meta derrubou, de forma simultânea e sem aviso prévio ou justificativa, as contas do Centro Acadêmico André da Rocha (@caarufrgs), do Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (@sajudaufrgs) e do Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais (@ufrgsdaeca), todos ligados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e também a conta do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (@dceufcspa). 

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O bloqueio aconteceu depois que as contas publicaram conteúdos chamando os estudantes para assembleias universitárias e manifestações públicas a favor da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Na tentativa de reverter o bloqueio, o Ministério Público Federal (MPF), em conjunto com o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (Saju) da Faculdade de Direito da UFRGS, entrou com uma ação civil pública contra a empresa de tecnologia. 

O MPF alega que a suspensão das contas configura censura e pode causar prejuízos à organização estudantil e ao acesso à assistência jurídica gratuita.

Apesar da decisão da Justiça, as contas seguiam suspensas até a tarde deste sábado (17). 

IA seletiva

Na quarta-feira (14), a campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois que usuários da inteligência artificial do aplicativo WhatsApp, de propriedade da Meta, constataram que a IA não permitia a criação de conteúdos sobre Lula, mas liberava a criação de imagens relacionadas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL). 

A ação também menciona restrições na entrega de postagens aos usuários de plataformas da Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp).   

Na sexta-feira (16), o TSE decidiu, por unanimidade, manter a decisão individual do ministro Marco Aurélio Belizze que proibiu a Meta de restringir a entrega de postagens que envolvem os candidatos à Presidência da República. O objetivo é garantir isonomia entre os candidatos. 

Procurada, a Meta disse que não irá se manifestar.

US diplomat hails Pakistan’s first W15 women’s tennis tournament

17 October 2026 at 20:38

ISLAMABAD – United States Chargé d’Affaires Natalie Baker praised Pakistan for hosting its first international women’s tennis tournament at the W15 level, calling it a milestone for women’s sports and an opportunity to strengthen ties through sports diplomacy.

Speaking at the closing ceremony of the Junaid Family Foundation (JFF) Women’s W15 Futures Tournament on Saturday, Baker congratulated the organisers for bringing together 30 players from 17 countries and territories.

She said holding Pakistan’s first women’s tournament at this level was an achievement that players, officials and organisers could take pride in.

Baker said sports helped develop teamwork and resilience while building connections between people and countries that endured beyond the competition.

Referring to the 2028 Olympic and Paralympic Games in Los Angeles, she expressed hope that more Pakistani athletes would compete on the international stage.

The American diplomat also praised the players’ sportsmanship and the hospitality extended to visiting participants. She thanked Pakistan Tennis Federation President Aisam-ul-Haq Qureshi and JFF founders Ansir and Sufia Junaid for organising the event.

Baker recalled Qureshi’s achievement at the 2010 US Open, where he reached the men’s and mixed doubles finals, becoming the first Pakistani to contest a Grand Slam final. She also acknowledged his efforts to create opportunities for younger players.

France’s Astrid Cirotte won the women’s singles title, while China’s Ru Xi Wu and Thailand’s Kamonwan Yodpetch claimed the doubles championship. Baker joined Ansir and Sufia Junaid in presenting prizes to the winners.

The tournament, sponsored by the foundation led by the Pakistani-American philanthropists, took place under the theme “A Powerful Serve for Women’s Health”. It also highlighted the organisation’s work in maternal and child health, education and women’s empowerment in Pakistan.

Ansir Junaid said the competition showed how international sporting events could inspire young women and bring together policymakers, philanthropists and development partners.

“What we saw this week was about much more than tennis,” he said, adding that the event offered young people a chance to see what they could achieve.

Sufia Junaid said the foundation regarded healthcare, education and sporting opportunities as connected investments in women’s futures.

She said better maternal healthcare could give children a stronger start, while education and exposure to international athletes could help girls imagine new possibilities.

Ansir Junaid reiterated the foundation’s long-term commitment to Pakistan, saying it aimed to support initiatives capable of delivering lasting results.

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Festival de Cinema valoriza produções de crianças e adolescentes

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O interesse pelo cinema começou cedo. Por volta dos 5 anos, as brincadeiras do menino já tinham montagem de filmes com histórias de super-heróis. Enquanto ia gostando dessa brincadeira, Miguel Figueiredo Viglio deu o primeiro passo para conhecer mais a arte do cinema e resolveu, aos 7 anos, fazer um curso de stop motion, que é uma animação feita quadro a quadro.

“Aí comecei a fazer os filmes em stop motion com brinquedos que eu tinha e fui me aprimorando”, contou em entrevista à Agência Brasil

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Hoje com 14 anos, o jovem tem certeza de que quer seguir na carreira, embora saiba que é um caminho árduo. “É difícil, mas sei que vou trabalhar com uma coisa que eu gosto e com pessoas que também gostam da mesma coisa".

Miguel Viglio é um dos concorrentes no Festival Internacional Pequeno Cineasta (FIPC), que ocorre deste domingo (18) até o dia 24 de outubro, em três espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro: Teatro Municipal Carlos Gomes, Instituto Cervantes e Jardim Botânico. A programação é gratuita.

 Fedtival Internacional Pequeno Cineasta. Foto: : Divulgação Festival Internacional Pequeno Cineasta (FIPC)
 Fedtival Internacional Pequeno Cineasta. Foto: : Divulgação Festival Internacional Pequeno Cineasta (FIPC)
Circo dos Horrores - Divulgação Festival Internacional Pequeno Cineasta (FIPC)

Em casa, Miguel conta com o incentivo da mãe Chica Amoreira, que orgulhosa lembrou os prêmios que o filho já conquistou em festivais. Entre as premiações, somente com o filme Circo dos Horrores, com o qual vai concorrer nesta edição do FIPC, tem Melhor Filme no festival FECEA no Rio Grande do Sul, em 2025; Troféu Geração no Festival do Rio, no mesmo ano; Melhor filme pelo Júri Popular no festival É Tudo Criança, em Minas Gerais, em 2026.

Fora do Brasil, foi finalista no CineClub Dei Picoli, na Itália, em 2025, no Madeira Curtas Short Film, de Portugal em 2026 e no REC film festival da Alemanha também em 2026.

Daniel Nini, de 16 anos, é mais um concorrente no Festival Internacional Pequeno Cineasta. O interesse pela arte o levou para atuar como ator. Depois do teatro, veio a vontade de fazer cinema porque gostava muito de ver filmes.

“Com 10 anos eu me toquei que poderia estar nos filmes e realizar filmes. Aí comecei a ver muita coisa para pegar bagagem cultural e tentar botar em prática os meus próprios roteiros”, disse à Agência Brasil.

No início, recorreu ao celular, que era o que dispunha na época para realizar o seu filme. “Nessa época eu não tinha câmera, quando eu peguei feito por telefone, pensei que nada ia ser aproveitado, porque o som também não estava com uma qualidade muito boa , mas com a mágica da edição, ainda mais vendo na tela grande, ficou ótimo. Fiquei muito feliz com o resultado”, contou Daniel.

que também é ator e com o tempo conseguiu comprar os equipamentos necessários com o dinheiro que ganhava com as suas atuações.

Júri

Uma outra característica do festival é que as crianças e adolescentes também participam da escolha dos vencedores. O Júri Oficial é formado por jovens das mesmas faixas etárias dos competidores, na faixa etária entre 8 e 17.

A responsabilidade de ter que julgar as produções é grande, afinal pode representar um marco para quem está começando na carreira. Participante do Júri Oficial, Carina Ki considerou uma experiência muito importante.

“Quando eu soube que eram de 13 a 17 pensei que era uma coisa meio experimental porque são crianças fazendo, mas fiquei muito impactada com a criatividade e todas as técnicas que elas usaram. As crianças se esforçaram muito para fazer. Fiquei muito impressionada com o talento delas”, disse.

“Eu tenho o projeto de estudar cinema no futuro, então, foi uma oportunidade muito importante, para mim, ter contato com produções de outros adolescentes”, concluiu.

Para a cineasta, produtora, educadora audiovisual e idealizadora do FIPC, Daniela Gracindo, o diferencial deste festival é que não são adultos falando sobre crianças e adolescentes. São eles que assumem as câmeras para contar as suas histórias.

“Eles ficam se sentindo mais participativos com protagonismo, porque a opinião deles importa. Já muda completamente a postura daquela criança que senta na cadeira sabendo que vai eleger o filme que vai ser premiado. A postura dela na cadeira de cinema é outra”, avaliou Daniela.

11ª edição

O Festival Internacional Pequeno Cineasta chega a 11ª edição com mais atividades e maior interesse de crianças e adolescentes pela arte do cinema. A ideia surgiu quando Daniela produzia uma homenagem ao avô Paulo Gracindo.

Na época, o pai Gracindo Jr., com quem realizava o documentário, tinha uma produtora, onde a cineasta queria dar aulas de cinema e teatro. Foi assim que em 2009 uma turma com equipe infantil de alunos entre 9 e 13 anos inaugurou a Oficina Pequeno Cineasta, que acompanha crianças e jovens em todas as etapas da realização de um filme, indo da ideia e do roteiro à atuação, direção, filmagem e edição.

A partir daí surgiu a primeira edição do festival em 2010 e, que segundo Daniela, ainda era bem mais tímida.

“Cada edição que eu faço é uma potência tão grande de troca de cultura, de conexão, de conseguir se aproximar da criança, porque a gente tem esse espaço qualificado onde elas podem e devem se expressar por meio da sétima arte”, apontou Daniela.

Ao longo dos anos o convívio com as crianças e adolescentes foi aumentando e se fortalecendo por meio de Oficinas Pequeno Cineasta que já foram realizadas no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e até fora do Brasil, como na Guiana Francesa e na Argentina. 

“Por ver todo esse resultado e conseguir abrigar crianças que nunca entraram em uma sala de cinema e ficam estonteadas só com a sala, imagina quando elas veem que uma outra garota ou garoto, como elas, fizeram aquele filme que está na tela. O impacto é muito grande para todos”, disse Daniela.

Produções

Este ano, o festival vai exibir 68 filmes realizados por jovens de 8 a 17 anos. As produções foram selecionadas a partir de 467 inscrições de 41 países e dez estados brasileiros. São ficções, documentários e animações, que conforme a organização, “mostram como essa geração enxerga questões que vão de amizade e preconceito à inteligência artificial, cyberbullying e crise climática”.

Níveis de competição

Além de quatro categorias: Nacional e Internacional Criança para realizadores de 8 a 12 anos; e Nacional e Internacional Jovem para adolescentes de 13 a 17 anos, a competição das obras se dá em três mostras especiais: Oficina Pequeno Cineasta, Filmes Hispânicos e Sustente Sua História, que é dedicada a produções sobre sustentabilidade e meio ambiente.

Variedade

Os temas dos filmes selecionados passam por afetos, perdas, amizade, preconceito, trabalho, inteligência artificial, violência, cyberbullying, crise climática e a relação entre humanidade e natureza.

Os vínculos humanos são abordados em A Night Without You (Malásia), Orpheus & Eurydice (Estados Unidos) e Passagens (Niterói, Rio de Janeiro). Já em The City (Ucrânia) e Paani (Estados Unidos) os cineastas tratam da resiliência diante de guerras, deslocamentos e eventos climáticos extremos.

A crise climática é tema em Axinos (Grécia), Concreto (Contagem, MG) e Yanomamis: Guardiões da Floresta (Brasil), enquanto O Espelho e Segundo Plano, os dois de Porto Alegre, e Por Culpa de la IA (Espanha) exploram a solidão, pressão social, violência e os efeitos da tecnologia.

Intercâmbio

A abertura, no dia 18, às 11h, no Teatro Municipal Carlos Gomes, Centro do Rio, reserva um encontro especial entre cineastas do Brasil e da Guiana Francesa. Na cerimônia, serão exibidos seis curtas realizados em Saint-Georges, por cerca de 80 crianças e jovens, produzidos durante oficinas desenvolvidas entre 2025 e 2026, além de um minidocumentário sobre o processo de criação.

Na segunda-feira (19), haverá no Instituto Cervantes, em Botafogo, das 15h30 às 17h, a Mesa Redondinha. O evento será um encontro de jovens cineastas do Brasil e da Guiana Francesa para assistirem aos filmes produzidos pelos dois grupos. Também terá conversar com o público sobre escolhas narrativas, temas, desafios de realização e as diferentes maneiras de transformar experiências em cinema. 

Ainda na segunda e no dia seguinte, o Instituto Cervantes recebe, das 9h às 13h, o workshop Cinema na Sala de Aula, destinado a professores, educadores e interessados em desenvolver práticas audiovisuais com crianças e jovens. A educadora, realizadora e pesquisadora argentina Irene Blei, é quem vai ministrar a atividade com oito horas de duração.

Irene é inovadora na educação audiovisual, ela criou e dirigiu historicamente a Oficina de Cine El Mate, a primeira escola de cinema infantil e juvenil de Vicente López, na Argentina.

Escolas

As ações do festival atravessam os seus espaços e chegam às escolas e comunidades educativas de todo o país por meio do Pequeno Cineasta na Escola.

As instituições inscritas tem acesso gratuito, durante o período do festival, às mostras competitivas e podem organizar sessões com seus alunos e enviar os votos para o Prêmio do Júri Popular. Para a organização, a iniciativa favorece a formação de plateia e transforma o cinema em ponto de partida para conversas sobre temas contemporâneos dentro da escola.

“É primordial para a infância e a juventude nesse sentido, não de ser um youtuber, um tiktoker, pode ser também, mas a ideia do projeto Pequeno Cineasta é que eles se aprofundem na linguagem e se tornem críticos e saibam o que estão recebendo, fazendo e sejam alfabetizados nessa linguagem”, relatou Daniela.

Ao longo das edições, o festival reuniu produções de 54 países e alcançou mais de 80 mil pessoas, “promovendo autoria, direito à expressão, formação de público e diálogo intercultural”.

O encerramento da programação deste ano será no Instituto Cervantes, das 16h às 18h, quando haverá a premiação dos vencedores e uma homenagem a Gracindo Jr, que morreu no dia 2 de setembro, em casa no Rio, aos 83 anos.

O Festival Internacional Pequeno Cineasta tem apoio institucional da Prefeitura do Rio, por meio das Secretarias Municipais de Cultura e de Educação, do Sistema Nacional de Cultura e do Ministério da Cultura.

Organizações promovem ação de empregabilidade para refugiados

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O casal Victor Arce, 65 anos de idade, e Morelba Margarida Aquilar, 64 anos, vivem no Brasil há um ano com sua filha. Vindos da Venezuela, eles hoje buscam uma maneira de encontrar um emprego.

Na Venezuela, ele era marceneiro profissional, mas teve que vir para o Brasil por causa de um problema de saúde de sua esposa. E enquanto a oportunidade de emprego não aparece, eles vão vendendo artesanato. 

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“Esse país é muito bom e encantador, tanto de pessoas quanto de material científico e educativo. Minha esposa tem um problema de saúde e o tratamento venezuelano era muito custoso. E aqui, em dois meses, ela conseguiu atendimento e resolveram o problema”, disse.

Para buscar uma oportunidade melhor de vida no Brasil, na manhã deste sábado (17) eles participaram de uma ação que oferece cursos, apoio e vagas de emprego para refugiados e migrantes. 

São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. O evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisão de currículo com tradução automática para o português, apoio à documentação e estações com vagas de emprego, espaço kids e de bem-estar.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. O evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisão de currículo com tradução automática para o português, apoio à documentação e estações com vagas de emprego, espaço kids e de bem-estar.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Refugiados e migrantes de 23 nacionalidades participam, no centro de São Paulo, da ação Conexões que Transformam - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Chamada de Conexões que Transformam, o evento foi promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation, e ocorreu durante todo o dia na Aliança Brasil Cidadã, no centro da capital paulista.

Assim como Victor e Morelba, outros 136 migrantes e refugiados, de 23 países, se inscreveram para participar da atividade, com workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisões de currículos com tradução para o português, apoio a documentações e vagas de emprego.

“Estou buscando maneiras de empreender, de abrir uma microempresa”, disse Victor, que foi até o local para buscar ajuda com ideias e dicas sobre como ele poderia montar um negócio no Brasil. 

“Aqui se encontra muito apoio ao imigrante, a imigrantes de todos os países do mundo. Essa é uma ideia muito boa e que poucos países têm”, acrescentou.

Em entrevista à Agência Brasil, a líder do Comitê de Inserção de Refugiados e Migrantes do Grupo Mulheres do Brasil, Maria Helena Santuche, informou que 70% dos refugiados e migrantes que participaram da ação promovida neste sábado estavam desempregados. E mais da metade deles têm o desejo de empreender no Brasil. 

“A maior parte dessas pessoas quer empreender, mas elas não têm muita ideia ainda [em como fazer isso], porque justamente esse é um empreendedorismo por necessidade, não por oportunidade”, explicou.

“Um dos objetivos principais [da ação] é possibilitar que esses refugiados que estão no nosso país trabalhem ou façam as adequações necessárias da sua documentação e para que estejam com seus currículos preparados e atualizados”, ressaltou Flavio Simonato, diretor de Pessoas da Konecta Brasil. 

“Estamos realizando palestras também sobre mercado de trabalho para orientar essas pessoas sobre como nosso mercado de trabalho funciona e como elas vão ter sucesso na busca de emprego e, lógico, trazendo também oportunidades de emprego. Além disso, conseguimos doações e vamos doar cestas básicas e brinquedos para as crianças”, disse.

São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. O evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisão de currículo com tradução automática para o português, apoio à documentação e estações com vagas de emprego, espaço kids e de bem-estar.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. O evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo, revisão de currículo com tradução automática para o português, apoio à documentação e estações com vagas de emprego, espaço kids e de bem-estar.  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Evento promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil, Konecta Brasil e Konecta Foundation reúne workshops de empregabilidade e empreendedorismo para imigrantes e refugiados - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Segundo Eliane Franco Figueiredo, co-fundadora do Grupo Mulheres do Brasil e líder do Comitê de Inserção de Refugiados e Migrantes, os refugiados e migrantes que se inscreveram para a ação são principalmente da Venezuela, Congo e Haiti. 

“A gente tem médicos aqui, por exemplo, que não podem exercer sua profissão aqui [no Brasil] porque a validação de diploma demora muito. Então, [nesse local] estamos fazendo todo esse tipo de ação para a empregabilidade e de capacitação para o trabalho”.

Refugiados

Segundo Vivian Holzhacker, associada de Soluções Duradouras do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), mais de um milhão de pessoas refugiadas ou em situação de necessidade de proteção internacional vivem no Brasil atualmente.

“Elas vêm de mais de 160 nacionalidades, mas as principais são Venezuela, Cuba e Haiti. E tem um número relevante, principalmente aqui em São Paulo, de pessoas que têm vindo, por exemplo, do Afeganistão, Irã, Síria e Palestina, devido aos conflitos dos últimos anos”, disse. 

“Essas pessoas muitas vezes trazem muitas experiências. Muitos têm formação e muita experiência no seu país de origem, mas chegam aqui e precisam se reinventar”, disse à Agência Brasil.

Quando chegam ao Brasil, essas pessoas têm acesso garantido a políticas públicas como educação e saúde. Mas, segundo Vivian, ainda existem muitos desafios a serem enfrentados por elas. 

“O idioma é a primeira barreira para todas essas pessoas porque pouquíssimos países falam português. E, depois, existe uma urgência para trabalhar. Eles não têm uma rede de apoio, não têm moradia, então existem vários desafios. Muitas vezes as pessoas têm diploma de nível superior, mas acabam trabalhando no emprego que aparece, naquilo que elas conseguem [encontrar aqui no Brasil]”.

Uma outra dificuldade encontrada por esses refugiados é com relação à documentação. 

“A pessoa que sai do seu país com urgência, fugindo de uma perseguição ou de uma guerra, nem sempre tem tempo de se organizar, de organizar todos os seus documentos ou de traduzir esses documentos. Esse também é um grande desafio”, destacou.

Por isso, reforçou Vivian, ações como essa que estão sendo realizadas em São Paulo são importantes para ajudar na empregabilidade desses refugiados. 

“Aqui elas podem melhorar o seu currículo ou adequá-lo ao formato que é exigido aqui no Brasil. Elas também podem fazer entrevistas e ter acesso a empregos. E também podem fazer algumas capacitações ou aprender algumas ferramentas que possam ser importantes para elas acessarem o mercado de trabalho ou serem empreendedoras”.

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São Paulo 17/10/2026 - Cerca de 100 refugiados e migrantes, de 23 nacionalidades, participam, no Centro de São Paulo, da ação “Conexões que Transformam”. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Ajuda

Os migrantes ou refugiados que vivem no Brasil e que não conseguiram participar da ação de empregabilidade neste sábado em São Paulo podem buscar outras formas de se colocar no mercado de trabalho. 

A Acnur, por exemplo, disponibiliza a plataforma Help para ajudar a essas pessoas a atualizarem sua documentação ou buscarem informações sobre trabalho e renda. 

“Nessa plataforma elas podem fazer uma seleção por estado e município e ver quais são as organizações que podem atendê-la”, explicou Vivian.

Outra possibilidade é procurar a Aliança Brasil Cidadã, onde são oferecidos cursos de capacitação. 

“Nós temos um Instagram bem robusto e os próprios migrantes refugiados trocam informações por lá”, sugeriu Sidnea Evangelista, vice-presidente da Aliança Brasil Cidadã. 

“E aqui nós temos cursos abertos o ano todo como de informática, inteligência artificial e manicure. Eles podem se inscrever gratuitamente para fazer esses cursos”.

Também é possível buscar informações por meio das redes sociais do Grupo Mulheres do Brasil ou pelo e-mail refugiados@grupomulheresdobrasil.org.br ou por meio das redes sociais da Konecta Brasil.

F-22 Pilot Controls FQ-44 Fighter Drone From The Cockpit For The First Time

16 October 2026 at 22:25

A pilot flying an F-22 Raptor fighter has issued commands to a YFQ-44A Fury Collaborative Combat Aircraft (CCA) drone in a first-of-its-kind test. This is an important development for the U.S. Air Force’s CCA program, as its F-22s are set to be the first aerial ‘quarterbacks’ for these uncrewed aircraft once they enter operational service.

The Air Force and Anduril, Fury’s prime contractor, announced the “airborne tactical-control demonstration” today, but it occurred sometime earlier this month. An Anduril spokesperson confirmed directly to TWZ that this was a first for an F-22 and a pre-production YFQ-44A. Last month, the company disclosed tests involving Fury flying in formation with F-35 fighters, but stressed that the latter were not yet issuing commands to the former in mid-air. A Fury drone also launched an AIM-120 Advanced Medium-Range Air-to-Air Missile (AMRAAM) for the first time earlier this year.

A stock picture of a pre-production YFQ-44A Fury CCA drone. USAF

The Air Force has orders in now for production of FQ-44As, as well as General Atomics’ FQ-42A Vengeance drones, under the first phase, or Increment 1, of its CCA program. The service is still planning to acquire additional CCAs, which could be of entirely different types, through a follow-on Increment 2. The goal now is to have a fleet of at least 500 Increment 1 CCAs by 2032. The recent test is part of efforts to lay the groundwork for an initial tranche of CCAs to start entering operational service around the end of the decade.

“During the demonstration, an F-22 pilot served as an airborne ‘quarterback,’ issuing high-level tactical directives to a single YFQ-44A,” according to a press release from the Air Force. “The aircraft’s onboard autonomy software interpreted and executed those directives in real time, conducting dynamic flight maneuvers and simulated combat tasks.”

A stock picture of an F-22 Raptor test jet. USAF

“The event brought together personnel from the 412th Test Wing, 422nd Test and Evaluation Squadron, 309th Software Engineering Group, Experimental Operations Unit, F-22 System Program Office and the CCA Software Autonomy and Teaming Branch,” according to the Air Force release.

The Experimental Operations Unit (EOU) mentioned here is based at Nellis Air Force Base in Nevada and has been leading efforts to pave the way for future Air Force CCA operations.

The “Fury and an F-22 both took off [from] Edwards AFB [Air Force Base in California] and joined up midair,” according to a separate release from Anduril. “While in flight, the Raptor pilot sent an updated mission plan to Fury using a tactical data link, commanding Fury through operationally-relevant maneuvers from the cockpit of the crewed quarterback.”

Neither the Air Force nor Anduril provided further details on how the F-22 was configured for this test. Past Air Force budget documents have mentioned the need to integrate “tablets, cables, and associated materials” onto the Raptor for this purpose. A single Raptor is also expected to be able to manage multiple CCA drones simultaneously.

The Raptor’s prime contractor, Lockheed Martin, has certainly been working with the Air Force to develop the relevant control architectures and user interfaces for that fighter, as well as the F-35. In terms of in-cockpit user interfaces for controlling drones, known work to date has centered largely on the use of touchscreen tablet-like devices, but this is understood to just be a starting point. Though tablet-based interfaces are a workable option, questions and criticisms about increased workload, especially for pilots in single-seat fighters, have been raised in the past.

A view of a “battle manager” in the back seat of an L-39 light jet using a tablet-like device during a past test of capabilities to control drones in mid-air conducted by Lockheed Martin’s Skunk Works. Lockheed Martin

It is also worth noting here that General Atomics announced a similar demonstration involving a Raptor and an MQ-20 Avenger back in November 2025. General Atomics has been using the MQ-20 as a CCA surrogate in various types of testing. What the plan might be now to demonstrate the F-22’s ability to control an FQ-42A in flight is unclear. General Atomics has previously released a picture of a Vengeance drone flying in formation with, though not being directly controlled by, Air Force fighters.

A General Atomics Vengeance drone, at right, in flight together with an F-35A Joint Strike Fighter and an F-15E Strike Eagle. General Atomics

In addition, Fury and Vengeance are set to make their debut in a large-scale exercise before the end of the year. Bringing the CCAs to the next iteration of Exercise Emerald Flag will give the Air Force further opportunity to test them in a more operationally relevant context alongside crewed fighters.

“We have not yet done a LFE [large-force employment exercise] with these [CCAs], for real. The first one is going to be Emerald Flag. That’s in December,” Lt. Col. Lyndon “OTTO” Bartlett, the EOU’s Director of Operations, said during a panel at the Air & Space Forces Association’s (AFA) 2026 Air, Space & Cyber Conference in September, at which TWZ was in attendance. “That’ll be our first tip [sic] dip of the toe in an actual force integration.”

The EOU, working together with other Air Force elements and industry partners, still has to answer a host of other outstanding questions unrelated to tactical operations. CCAs will be deployed, launched, recovered, supported, and otherwise operated in ways that are distinct from their crewed counterparts, and for which new policies and procedures will need to be developed. Just making sure human pilots have trust in their uncrewed wingmen operating as expected will be critical, underscoring the specific importance of the demonstration disclosed today. All of this applies equally to the U.S. Marine Corps and U.S. Navy CCA programs, which are being run in very close coordination with the Air Force’s efforts.

When it comes to the recent test involving the F-22 and the YFQ-44A, “this achievement demonstrates what is possible when we are aligned with industry on a shared imperative: delivering capability to the warfighter at unprecedented speed,” Secretary of the Air Force Troy Meink said in a statement today. “We are driving urgency into every part of acquisition from rapid integration and flight learning to disciplined assessment, so we can turn promising technology into combat capability at the pace the threat demands.”

A graphic showing the FQ-42 and FQ-44 designs together. USAF

“This flight shows the power of crewed-uncrewed teaming and the advantage it provides our warfighters,” Air Force Chief of Staff Gen. Ken Wilsbach also said. “We must test often, learn fast, and give commanders what they need, when they need it.”

“The U.S. Air Force’s CCA program is the fastest moving, most mature CCA program anywhere in the world, and will be the first to field operational aircraft,” Mark Shushnar, Anduril’s Vice President of Autonomous Airpower, said as well. “Getting there demands that Anduril and the U.S. Air Force work together to prove out the capability, define the operational procedures, and build trust between operators and their semi-autonomous wingmen.”

With all this in mind, an F-22 issuing orders to a YFQ-44A in mid-air is an important new sign of what is on the horizon for the U.S. Air Force, though there is still work to be done.

Contact the author: joe@twz.com

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Rio: reserva marinha alia proteção ambiental com atividades econômicas

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 Mascarenhas.

Estabelecida na COP-15 da Biodiversidade, em Montreal, no Canadá, em 2022, a meta 30x30 prevê que 30% da superfície terrestre, mar e águas interiores do país façam parte de unidades de conservação, até 2030.

"É uma meta que o Estado já alcançou no que se refere à proteção da parte terrestre do seu território. A outra meta é de ter 30% das águas jurisdicionais de cada país, também protegidas", destaca o secretário.

A categoria de Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) permite conciliar a conservação com as atividades tradicionais.

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 De acordo com o projeto Ilhas do Rio, mantido por uma organização da sociedade civil, que participou da criação da unidade de conservação,

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 as comunidades pesqueiras participam da gestão da área.

Além disso, estão previstas ações como monitoramento participativo dos recursos pesqueiros e dos ecossistemas, pesquisas científicas, educação ambiental, fiscalização reforçada e desenvolvimento ordenado do ecoturismo e da visitação, segundo o Ilhas do Rio.

Levantamento

Estudo técnico feito pelo

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 Ilhas do Rio

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  para embasar a criação da reserva identificou, por exemplo, 102 espécies de peixes que habitam recifes de corais, das quais três são endêmicas do país. Trinta e nove espécies do ecossistema da região são de interesse de pescadores, como garoupas (Epinephelus sp.), corvinas (Micropogonias furnieri), sargos (Anisotremus surinamensis), robalos

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  (Centropomus sp.) e xaréus (família Carangidae).

Também foram identificadas 143 espécies de organismos que vivem no leito do mar, os chamados seres bentônicos, como polvos e lagostas de alto valor pesqueiro. Nesse ambiente, ainda foram

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 encontradas espécies ameaçadas de extinção, como o coral-cérebro (Mussismilia hispida), a estrela-do-mar Astropecten brasiliensis e o ouriço-lilás (Lytechinus variegatus).

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"Esses estudos mostraram que a região, as ilhas, os costões rochosos, áreas rasas, elas são muito importantes para as espécies de peixe, por exemplo, espécies ameaçadas como garoupas e chernes [Hyporthodus niveatus], são

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 locais onde aquelas espécies estão se reproduzindo. Ao mesmo tempo, a gente tinha esse conhecimento que existiam as comunidades locais de pesca tradicional, que tinham aquilo ali como um território de pesca. Então, é muito importante você balancear e entender quem são as pessoas que dependem daquele território e proteger esses usos também", explica a gerente de pesquisas do Ilhas do Rio, Aline Aguiar.

Nessa parte do litoral também transitam espécies ameaçadas como a

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 baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae)

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 e

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  e as tartarugas-marinhas

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 cabeçuda (Caretta caretta), de pente (Eretmochelys imbricata), oliva (Lepidochelys olivacea) e de couro (Dermochelys coriacea).

Há também aves ameaçadas que frequentam o local, como o trinta-réis-de-bico-vermelho (Sterna hirundinacea) e trinta-réis-de-bando (Thalasseus acuflavidus), e invertebrados

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 como a borboleta-da-praia (Parides ascanius) e a formiga Atta robusta.

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 Segundo o governo fluminense, o nome Urupirá resgata a memória histórico-cultural da região. De origem indígena, a palavra é uma designação ancestral atribuída à atual Ilha das Palmas e remete à expressão “cesto do peixe”, em referência à identidade pesqueira do território.

Pakistan Army pounds Afghan Taliban Positions in fresh Kurram Border Clashes

17 October 2026 at 17:18

UPPER KURRAM – A fresh border confrontation between Pakistan and Afghanistan erupted in Khyber Pakhtunkhwa’s Upper Kurram on Saturday, with Pakistani forces launching retaliatory artillery fire against Afghan Taliban positions following reported cross-border firing, according to Pakistani state media and security sources.

The latest clash unfolded in Taldah sector and around Ghuzgarhi, where Afghan Taliban personnel allegedly opened fire to facilitate the movement of militants towards Pakistan.

Pakistan’s military responded with heavy weapons, reportedly striking several positions across the border and forcing Afghan Taliban personnel to abandon their posts. Security sources told the Associated Press of Pakistan (APP) that several Taliban personnel were reportedly killed during the retaliation.

Taida Sector, Upper Kurram, Pak-afghan International Border

Pakistan Army gave an effective response to firing by Afghan militants, hitting the enemy’s Topser Post & its base camp. https://t.co/II876JgqYv

— Pakistan Strategic Forum (@ForumStrategic) October 17, 2026

Among the reported targets were the Taliban’s Topsar post and Shipola base camp in Upper Kurram. Security sources claimed that artillery fire completely destroyed the Shipola installation, while the exchange of fire was still continuing when the reports emerged.

The latest confrontation comes against the backdrop of a sustained deterioration in relations between Islamabad and Kabul, with Pakistan repeatedly accusing the Afghan Taliban authorities of failing to prevent militant groups from operating from Afghan territory.

September escalation saw Pakistan launch airstrikes against what its government described as terrorist hideouts in Afghanistan following major attacks in Khyber Pakhtunkhwa. On September 21, officials said the operation had killed more than 28 militants.

 

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