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¿Por qué las “élites” votan por Lula y las “periferias” por Bolsonaro?: ‘Estadão’

Brasil irá a las urnas este domingo 25 de octubre para definir quién será su próximo jefe de Estado, si el actual presidente de izquierda, Luiz Inácio Lula da Silva, renovará su mandato o si su opositor de derecha, Flávio Bolsonaro, llegará al poder. Al respecto, ‘Estadão’ analiza que las “élites” de las grandes ciudades prefieren a Lula, mientras que los barrios “obreros” se están decantando por el hijo del expresidente Jair Bolsonaro. A propósito de los comicios, ‘O Globo’ explica la importancia en el balotaje de los “indecisos”.

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Trump estava prestes a atacar uma jornalista. Ela disse nove palavras que o acalmaram

Donald Trump é conhecido por atacar jornalistas mulheres, como Kaitlan Collins, da CNN, de quem se queixou por não sorrir durante a cobertura da Casa Branca. Desta vez, correu mal. O presidente dos EUA Trump estava prestes a descarregar sobre uma jornalista, em mais um dos seus confrontos acesos com aquilo a que chama “fake news”, mas depois percebeu para que órgão ela trabalhava. Donald Trump é conhecido por descarregar sobre jornalistas, sobretudo mulheres e os que trabalham em meios com uma cobertura desfavorável ao presidente. Mas, quando se preparava para atacar Mary Margaret Olohan, correspondente do The Daily Wire

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Prestação de novos créditos à habitação dispara 14% num ano

O DN escreve que contrair crédito para comprar uma casa está cada vez mais caro. No Público, o ministro da Defesa defende um serviço militar voluntário para os jovens já no próximo ano.

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"EE. UU. quiere desplegar agentes de IA contra sus enemigos ¿qué puede salir mal?": 'Intercept'

El ejército de Estados Unidos tiene en mente un plan para agentes de Inteligencia Artificial. 'The Intercept' accedió a documentos del programa incipiente llamado 'Echotribble' que señalan que el Comando Cibernético del Ejército está desarrollando una plataforma para convertir agentes de IA en armas autónomas capaces de navegar por la infrastructura del enemigo, identificar y neutralizar amenazas u objetivos. Expertos alertan que crear sistemas autónomos con el mando de "neutralizar amenazas" es increiblemente peligroso.

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Governo analisa intervenção no caso da revista Visão

O ministro da Presidência reuniu-se com os jornalistas da Visão na sexta-feira e prometeu perceber se a Administração Pública tem margem para agir no processo de insolvência.

© TIAGO PETINGA/LUSA

O ministro da Presidência falou com os jornalistas da Visão na passada sexta-feira, após a revista ser galardoada com o prémio Património Editorial no Dia Nacional da Imprensa
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Acampadas. PJ e SIS vigiam movimentos de extrema-esquerda

CM: Unidade Popular pelo Socialismo e  Movimento Olga Benário em destaque nos protestos pela habitação. The Guardian: Itália mobiliza 500 soldados para ruas de Milão para responder à revolta popular.

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Meta recusa pedido federal para criar canal de proteção a jornalistas

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Dona do Instagram, do Facebook, do WhatsApp e de outras plataformas digitais e redes sociais, a empresa de tecnologia Meta se negou a criar um canal direto para receber denúncias de ameaças, assédio, ataques digitais, bloqueios e suspensão de contas de jornalistas, comunicadores e veículos de comunicação.

A criação de um canal para o encaminhamento e acompanhamento de casos urgentes foi solicitada pelo Observatório da Violência Contra Jornalistas e Comunicadores Sociais (Observatório), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e responsável por monitorar e apoiar as investigações das denúncias envolvendo comunicadores sociais.

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Em nota, o observatório informou que agiu motivado pelos “recorrentes relatos de bloqueios, suspensões e outras restrições envolvendo jornalistas, comunicadores e veículos de comunicação”, mas que a Meta, ao negar o pedido, alegou a “complexidade técnica, jurídica e operacional” da medida.

“[A empresa] afirmou que o mecanismo poderia representar a “assunção [aceitação] de novas obrigações regulatórias”, revelou o observatório.

O órgão acrescentou que a Meta argumentou também que a análise do pedido exigiria um prazo maior, compatível com a complexidade do tema, e que suas políticas se aplicam a todos os usuários, igualmente, de forma que, para a Meta, os canais gerais já disponíveis são suficientes.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a assessoria da Meta, que respondeu que a empresa não vai comentar o assunto.

Violência Digital

Em nota, as secretarias de Justiça (Senajus) e de Direitos Digitais (Sedigi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Secretaria de Políticas Digitais (SPDGI) da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República destacaram que foram registrados 14.182 ataques digitais contra jornalistas e veículos de comunicação durante o primeiro turno, segundo a Coalizão em Defesa do Jornalismo.

Além disso, a organização CTRL+Z reuniu 1.121 relatos de restrições a contas e conteúdos políticos, incluindo bloqueios e remoções sem justificativa específica.

“Os levantamentos expõem duas ameaças ao debate público: a escalada da violência contra quem produz informação e a falta de transparência nas decisões que podem restringir sua circulação, com potencial impacto no legítimo exercício da liberdade de expressão”, apontam as secretarias.

O texto divulgado reforça a “necessidade de mecanismos específicos e permanentes de proteção a jornalistas, comunicadores e veículos de comunicação no ambiente digital”, para além do período eleitoral.

“Os canais gerais da Meta e a cooperação com a Justiça Eleitoral não substituem um mecanismo de proteção capaz de responder a situações urgentes de violência contra jornalistas, inclusive fora do período eleitoral”, insistiu o ministério.

A pasta ressalta que ataques e restrições ao exercício do jornalismo “ultrapassam a esfera individual e podem comprometer o direito de toda a sociedade à informação”.

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"Multa insignificante": as reações ao castigo de Ronaldo

"Quando se considera o salário de Cristiano Ronaldo, o absurdo da punição fica evidente", diz o tablóide alemão Bild. Avançado de 41 anos foi punido com uma suspensão de 30 dias e multa de 255 euros.

© PAULO NOVAIS/EPA

Na segunda-feira, o Conselho de Disciplina da FPF puniu o avançado de 41 anos com uma suspensão de 30 dias e uma multa de 255 euros
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"Estados Unidos es ahora aliado de Rusia": 'The Atlantic'

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, abandonó las aparencias y apoya abiertamente al Kremlin en su guerra en Ucrania, según 'The Atlantic'. El medio explica que ese apoyo no lo ha hecho por un interés nacional, sino basado en sus intereses personales. El 'Kiev Post' y el 'Kiev Independent' describen que no solo alivian la presión económica sobre Rusia, Washington también los perjudica directamente con la suspensión de inteligencia y la demora en la entrega de misiles Patriot.

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"Protestas en Francia el 17 de octubre: anatomía de un fiasco": 'Liberation'

Caos, ira, verguenza y violencia. Son algunos de los calificativos que más se repiten entre los medios tras la cobertura de las manifestaciones del fin de semana. 'Le Monde' explica, primero, que las protestas son "consecuencia del fin del macronismo" y también es producto de "un sistema político dominado por dos facciones radicales que abogan por una lógica de confrontación". 'Liberation' critica la respuesta del gobierno y se pregunta si realmente tomó en serio los llamados a protestar, así como las exigencias de los estudiantes.

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Hospitalizan a fotoperiodista de The Washington Post tras ataques de colonos israelíes

“Me atacaron y me empujaron al suelo. Por suerte tenía mi chaleco antibalas y mi casco, de lo contrario probablemente ni siquiera estaría aquí, porque seguían pateándome y pateándome”, declaró la fotoperiodista desde el hospital de Ramala.
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Adultos têm trabalho, mas habitação faz disparar carência

Negócios: Além do “cheque” para a TAP, Lufthansa traz o triplo para Portugal. Folha de S. Paulo: Senado brasileiro aprova fim da escala 6X1

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Em editorial, veículos independentes de imprensa defendem democracia

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Um total de 55 veículos de jornalismo independente publicou nesta quarta-feira (14) um editorial em defesa da democracia, da liberdade de imprensa e contra o autoritarismo.

O texto critica ataques à imprensa, defende o direito da população de ter acesso à informação de qualidade e alertam para ameaças à democracia brasileira. 

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"Esse direito depende de um ambiente de informação íntegro, onde informações confiáveis, verificáveis e plurais possam circular livremente. O jornalismo tem papel essencial na construção desse ambiente, ao investigar casos de corrupção, abusos de poder e violações de direitos, produzindo evidências que ajudam a sociedade a compreender a realidade, cobrar responsabilidades e dar visibilidade a populações frequentemente negligenciadas", diz o editorial. 

As organizações fazem críticas às propostas do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o editorial, durante o mandato de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, "o jornalismo conviveu com o horror da repressão", e cita agressões verbais do então presidente aos profissionais de imprensa e intimidações. Entre 2019 e 2022, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) registrou 1.442 casos de violência contra jornalistas e ataques à imprensa, uma média anual três vezes superior à observada entre 2010 e 2018. Em 2022, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) registrou 557 alertas de violações à liberdade de imprensa, dos quais 41,6% envolveram ao menos um integrante da família Bolsonaro, conforme o editorial.

Para as organizações, o atual candidato tende a repetir os ataques à imprensa e à democracia, ao colocar como prioridade a libertação do pai e anulação do julgamento ao qual foi condenado por tentativa de abolição do Estado democrático, além de anunciar que deseja fazer mudanças na Constituição caso eleito. 

"O fato de não ser tão verborrágico e agressivo quanto o pai não faz com que seus atos se tornem menos graves", afirmam. "Não é possível ignorar a trajetória de um grupo político que questionou a legitimidade das eleições, confrontou instituições responsáveis por fiscalizar o poder e agora pretende modificar algumas dessas mesmas instituições", acrescenta.

Para os veículos, ameaças ao trabalho da imprensa "comprometem o acesso da população a informações de interesse público e enfraquecem a capacidade da sociedade de fiscalizar quem governa e exigir a responsabilização de quem viola a lei". 

"A população depende de uma imprensa livre para fiscalizar o poder. E uma imprensa livre depende de instituições capazes de assegurar direitos, garantir acesso a informações públicas, proteger profissionais contra intimidações e responsabilizar quem tenta impedir seu trabalho", destaca.

A Agência Brasil procurou a campanha de Flávio Bolsonaro para se manifestar sobre o editorial e não houve retorno até o momento. O espaço segue aberto para manifestação. 

Em evento no Rio de Janeiro neste mês, Flávio Bolsonaro afirmou que irá garantir a liberdade de imprensa se eleito, pois, segundo ele, todos, cidadãos e profissionais de imprensa, têm direito a criticar o governo. 

A campanha do candidato acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para suspender 221 postagens de políticos, sindicatos, artistas e veículos de comunicação. A alegação é que esses perfis estariam disseminando desinformação contra a candidatura e a suspensão, conforme a campanha, não caracteriza censura. 

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Papa Leão XIV diagnosticado com cancro do pulmão

DN: 63% dos portugueses adiaram projetos devido ao aumento do custo de vida. Correio da Manhã: Retenção do IRS na fonte vai diminuir 50% em novembro

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MAI. Ricardo Carrilho "pressionado a cometer ilegalidades"

Público: Dirigente do MAI acusa Neves de o pressionar para "cometer ilegalidades".  JN: Vítimas de violência vão ter de sair casa para obter licença parental a 100%

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