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Seis distritos do norte sob aviso amarelo na sexta-feira

Distritos do Porto, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso amarelo na sexta-feira devido à previsão de ondas de noroeste com 4 a a 5 metros, segundo o IPMA.

© ESTELA SILVA/LUSA

O IPMA prevê para esta quinta-feira no continente céu em geral muito nublado, períodos de chuva no litoral a norte do Cabo Mondego a partir do meio da tarde, vento fraco e pequena descida de temperatura
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De Viana do Castelo até à Turquia. David já pedalou 2.500 km e está em Itália

David Mendes, presidente da associação Viana Ciclável, já pedalou 2.500 quilómetros na sua viagem entre a ‘capital’ do Alto Minho e Antália, na Turquia, onde vai participar na 31.ª Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, a COP31.

O ciclista está a cerca de metade do percurso que iniciou em 05 de outubro e, até agora, atravessou quatro países: Portugal, Espanha, França e agora Itália.

De bicicleta, sem apoio motorizado e sem equipa de suporte, para trás já ficaram o Gerês, os Pirinéus e os Alpes, segundo destaca a associação, em comunicado enviado hoje às redações.

De Viana do Castelo até à Turquia. David já pedalou 2.500 km e está em Itália
David Mendes no Col de l’Échelle, nos Alpes franceses, no trajeto em direção a Itália. Foto: Viana Ciclável

 “Encontrei-me com ciclistas locais e foi muito positivo trocar experiências e pedalar com eles”, conta.

Após atravessar todo o sul de França constatou que “quase todas as cidades de França têm uma rede de ciclovias bem desenvolvida”.

“E isso observa-se no uso que as pessoas dão à bicicleta, é muito normal todo o tipo de pessoas usarem a bicicleta incluindo idosos, crianças, transporte de crianças, etc. Ou seja, a bicicleta é um meio de transporte natural para o dia a dia e é aí que nós queremos chegar em Portugal”, acrescenta.

A expedição homenageia ainda as vítimas de violência rodoviária contra ciclistas – entre elas Fátima Linhares, morta aos 38 anos em Barcelos, Finlay Tarley, de 19 anos, morto em Ponte de Lima, Rafael Rijo, de 33, e Pedro Sobral, de 51 anos – cujas memórias, nas palavras da Viana Ciclável, “não podem continuar a ser apenas um registo estatístico de sinistralidade rodoviária”.

David Mendes partiu em representação da Viana Ciclável, em parceria com a COP Bike Ride (uma estafeta ciclística que deverá mobilizar cerca de 10 mil participantes), a International Degrowth Network, a MUBi – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta e a Câmara Municipal de Viana do Castelo. A viagem representa 4.700 quilómetros, 37 mil metros de desnível acumulado, 11 países e duas travessias de ferry.

Esta iniciativa baseia-se nos princípios da COP Bike Ride e pretende demonstrar, de forma prática e simbólica, que a mobilidade eficiente e de baixo impacto ambiental é possível se repensarmos os sistemas de transporte.

O ciclista leva consigo uma carta de compromisso da Câmara de Viana do Castelo para alavancar o ciclismo na proteção do clima.

Em comunicado divulgado no dia da partida, a Câmara de Viana do Castelo referiu que “está profundamente comprometida em alavancar o ciclismo como uma ferramenta estratégica na proteção do clima e na melhoria contínua da qualidade de vida de todos os munícipes e cidadãos da nossa região”.

Carta de compromisso do Município de Viana do Castelo

  1. Rede Ciclável Estrutural (Meta 2030)
    – Concluir uma rede estrutural básica de ciclovias até 2030;
    – Priorizar a conectividade intermunicipal e multimodal para deslocações diárias;
    – Se a base já estiver estabelecida, torne-a ambiciosa!
  2. Acalmia e Redução do Tráfego Automóvel
    – Reduzir o tráfego de automóveis, limitando a velocidade e o volume.
  3. Planos Estratégicos Dedicados
    – Elaborar planos específicos até 2030, abrangendo todas as alavancas possíveis para o desenvolvimento da utilização de bicicletas;
    – Garantir financiamento adequado e dedicado;
    – Desenvolver revisões de implementação que incluam as associações e coletivos de utilizadores de bicicletas.
  4. Zonas Exclusivas Pedonais e Cicláveis
    – Aumentar significativamente as áreas exclusivas para bicicletas e caminhadas até 2030;
    – Focar a implementação perto de escolas, centros de transporte público, comércio local e áreas verdes.
  5. Estacionamento e Armazenamento Alargado
    – Generalizar a capacidade adequada de armazenamento de bicicletas até 2030;
    – Cobrir centros de transporte, áreas comerciais, escolas, escritórios e residências;
    – Incluir obrigatoriamente espaço para bicicletas de carga.
  6. Eventos de Massa e Infraestrutura Comunitária
    – Desenvolver um horário e um local para o ciclismo e a utilização de bicicletas;
    – Criar um evento anual de ciclismo e/ou utilização de bicicletas em massa, para todas as idades, promovendo a participação de um público amplo;
    – Implementar uma “casa da bicicleta” para consertar, treinar, reunir e hospedar.
  7. Capacitação, Treino e Literacia Financeira
    – Treinar e informar: capacitar, especialmente menores de 12 anos e mulheres, para uma utilização de bicicletas mais eficiente e empoderadora;
    – Promover os benefícios financeiros do meio de transporte.
  8. Estímulo ao Setor Económico do Ciclismo
    – Desenvolver o setor económico associado (serviços, manufatura, leasing, partilha…);
    – Implementar esta expansão por meio de incentivos e subsídios fiscais específicos.
  9. Logística Urbana e Entregas de “Última Milha”
    – Desenvolver a logística de bicicletas de carga para entregas na “última milha”;
    – Nota de fundamentação: Um estudo recente mostra que 42% das entregas em vans utilitárias poderiam ser feitas com bicicletas de carga.
  10. Indicadores e Monitorização Regular
    – Implementar e divulgar regularmente indicadores para medir e monitorizar o progresso;
    – Avaliar métricas de satisfação, acidentes, tamanho da rede dedicada e integração intermodal.

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Minho sob aviso amarelo devido à agitação marítima

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera ativou aviso amarelo para os distritos de Braga e de Viana do Castelo por causa da agitação marítima prevista na sexta-feira.

O aviso entra em vigor às 09:00 horas e prolonga-se até às 21:00, esperando-se ondas de noroeste até quatro a cinco metros de altura, nas zonas costeiras de Esposende, Viana do Castelo e Caminha.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

A previsão aponta para o regresso da chuva ao Minho na quinta-feira, ao final da tarde. Não está prevista precipitação para os dias seguintes, apesar da nebulosidade.

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Já saiu de Viana a primeira máquina gigante que garante energia aos centros de dados

A primeira unidade de EPOD, máquinas de grandes dimensões (que não são baterias) que permitem que a energia nunca seja interrompida em ‘data centers’ (centros de dados) já saiu da Nordic Epod, fábrica que começou a laborar no último verão em Viana do Castelo.

Situada entre as freguesias de Darque e Vila Nova de Anha, a Nordic Epod dedica-se à construção de grandes equipamentos de receção, transformação, distribuição e estabilização de energia destinada a centros de dados.

Para o presidente da Câmara de Viana do Castelo, Luís Nobre, esta é uma boa notícia para a empresa e para Viana do Castelo, pelo que felicitou a equipa que trabalha nesta nova unidade fabril do concelho.

Como O MINHO noticiou, esta unidade fabril única em Portugal possibilita a construção, em Viana do Castelo, de grandes máquinas (que não são baterias) que permitem que, nos ‘data centers’, a energia nunca seja interrompida.

Na fábrica de Viana do Castelo serão produzidas cerca de 450 EPOD (Electrical Power Optimization Devices) por ano, num volume de negócios de 650 milhões de euros anuais, tendo 90% da produção como destino a exportação, focada, numa primeira fase, na Europa e Médio Oriente.

Com encomendas asseguradas até junho de 2027, irá alargar a laboração no próximo ano, prevendo criar cerca de 500 postos de trabalho.

A empresa é resultado de um projeto de investimento de cerca de 50 milhões de euros do CTS Group e da Eaton.

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Seis municípios do Minho contestam aumento “excessivo” na recolha do lixo

Os municípios de Barcelos, Esposende, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo insurgiram-se hoje contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, considerando-o desproporcionado e excessivo.

Em comunicado, a Câmara de Barcelos refere que “os seis municípios acionistas da Resulima manifestam a sua preocupação e insurgem-se contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, que consideram desproporcionado e excessivo”.

A Resulima é a empresa responsável pela recolha seletiva, triagem e tratamento de resíduos urbanos no Vale do Lima e Baixo Cávado, abrangendo os concelhos de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, num total de cerca de 311.470 habitantes.

O município refere que, segundo informação da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), os custos com o tratamento e deposição dos resíduos urbanos “deverão registar um aumento muito significativo já no próximo ano, em resultado da subida da Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) e da tarifa cobrada pela Resulima”.

“Com impacto direto nos encargos suportados pelos municípios de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, e, consequentemente, nas tarifas de resíduos urbanos pagas pelos munícipes”, adverte o município.

De acordo com a Câmara de Barcelos, “prevê-se que a tarifa de tratamento dos resíduos por tonelada sofra, em 2027, um aumento de 72,33 euros para 95,88 euros, ao qual acresce um aumento de cinco euros por tonelada da TGR, passando de 40 euros para 45 euros”.

“Somados estes valores, isto significa que os custos totais da gestão e tratamento dos resíduos urbanos deverão subir, por tonelada, de 112,33 euros para 140,88 euros”, revela a autarquia de Barcelos, distrito de Braga.

No comunicado, lê-se que os seis municípios reconhecem que a recolha e o tratamento de resíduos têm sido uma preocupação constante e que existem metas ambientais exigentes a cumprir, assumindo esse compromisso sem reservas.

“Contudo, consideram imperativo afirmar com clareza que os custos atuais já são incomportáveis para as famílias, e que a sua escalada continuada não pode continuar a ser suportada, em silêncio, por quem paga a fatura no fim do mês”, alertam.

Face à dimensão dos aumentos e à necessidade de assegurar a sustentabilidade económico-financeira do serviço, “torna-se insustentável para os municípios continuarem a absorver integralmente estes custos”.

“Os municípios que integram a Resulima reafirmam, assim, que continuarão a acompanhar a evolução destes encargos e a desenvolver medidas que promovam a redução, reutilização e separação dos resíduos, procurando compatibilizar a sustentabilidade do serviço com a proteção das famílias e dos agentes económicos do concelho”, refere o comunicado.

Mas, os seis municípios dizem exigir, “com a mesma firmeza, que o aumento dos custos não continue a ser transferido, sem critério nem proporcionalidade, para quem já dá o seu contributo para uma gestão mais responsável dos resíduos”.

“Proteger as famílias e cumprir as metas ambientais não podem ser objetivos em conflito. E os municípios que integram a Resulima não aceitarão que o sejam!”, assumem.

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Noites frias no Minho: Braga desce aos 5 graus

O outono já se começa a sentir, com as noites bastante mais frias. Na madrugada de sábado, as mínimas em Braga vão descer aos 5 graus Celsius, segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

As mínimas em Braga andam, por estes dias, entre os 6ºC e os 8ºC, mas no sábado serão de 5ºC. No entanto, a previsão do IPMA aponta para uma subida no domingo.

Já as máximas vão manter-se pelos 19ºC até domingo.

Braga

Previsão do tempo para Braga nos próximos cinco dias
Hoje, 21Qui, 22Sex, 23Sáb, 24Dom, 25
Tempo
Pouco nublado

Aguaceiros

Parc. nublado

Parc. nublado

Chuvisco
Máx./mín.19° 7°18° 6°19° 8°19° 5°19° 11°
Chuva29%98%12%8%65%
VentoNO, fracoS, moderadoNO, fracoNO, fracoE, fraco

Viana do Castelo

Previsão do tempo para Viana do Castelo nos próximos cinco dias
Hoje, 21Qui, 22Sex, 23Sáb, 24Dom, 25
Tempo
Pouco nublado

Aguac. fracos

Pouco nublado

Parc. nublado

Chuvisco
Máx./mín.17° 8°17° 8°17° 9°16° 6°18° 11°
Chuva16%100%6%10%71%
VentoN, fracoS, fracoNO, fracoNO, fracoE, fraco
Fonte: IPMA. Previsão atualizada a 21/10 às 07:31.

Em Viana do Castelo, a mínima também anda por volta dos 8ºC, caindo no sábado para os 6ºC. No domingo voltará a subir para os 11ºC.

As máximas vão andar a rondar os 17ºC, subindo ligeiramente, também, no domingo.

O IPMA também prevê o regresso da chuva para o Minho, amanhã, a partir do final da tarde, e com maior intensidade durante a noite.

O tempo na sexta-feira já deverá voltar a ser seco e no domingo preveem-se alguns chuviscos, sobretudo na parte da manhã.

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Captação de água Mina Cortiças sujeita a medidas de proteção

Ministério do Ambiente determinou que a captação de águas Mina Cortiças, que abastece 200 habitantes, será sujeita a medidas de proteção salvaguardando o abastecimento público para consumo humano.

O terreno abrangido pelas zonas de proteção imediata será vedado e mantido limpo de quaisquer resíduos, produtos ou líquidos que possam provocar infiltração de substâncias indesejáveis para a qualidade da água
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Aprovadas novas instalações de associação em Viana do Castelo em área da REN

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) reconheceu de Relevante Interesse Público (RIP) a construção das novas Instalações da Associação de Paralisia Cerebral de Viana do Castelo (APCVC) em área da Reserva Ecológica Nacional (REN).

Segundo a deliberação da CCDR-N hoje publicada em Diário da República (DR), o objetivo do projeto é o de “reunir num só local duas das respostas da APCVC já existentes e criar uma área residencial para pessoas com deficiência”.

A área residencial “é a grande prioridade” da associação, “devido às enormes carências de resposta desta valência, contribuindo para que os destinatários possam contar com um centro de atividades e capacitação para a inclusão (CACI), para 30 utentes, e serviços de ambulatório”.

“A análise técnica concluiu que, considerando a inexistência de alternativa de localização em área exterior à REN, e atendendo a que os impactes negativos sobre esta são minimizados e amplamente superados pelos impactes positivos expectáveis para a população servida, a viabilização do projeto de construção das Novas Instalações da Associação de Paralisia Cerebral de Viana do Castelo se mostra merecedora do reconhecimento de relevante interesse público para efeitos de ocupação de áreas integradas na REN, (…)sem prejuízo do cumprimento das demais normas legais e regulamentares aplicáveis”, sublinha a deliberação.

As novas instalações vão ser criadas na freguesia de Santa Marta de Portuzelo, Viana do Castelo, incidindo sobre uma área de 6.440 metros quadrados, integrada na REN.

A atribuição do reconhecimento de RIP, incluiu a análise das “incidências da intervenção sobre os valores e funções ecológicas presentes, nomeadamente “Áreas relevantes para a sustentabilidade do ciclo hidrológico terrestre” – Áreas estratégicas de infiltração e de proteção e recarga de aquíferos -, bem como os potenciais efeitos sobre os recursos hídricos, o solo, a biodiversidade e os riscos naturais”.

Foram considerados os pareceres emitidos pelas entidades competentes, designadamente a Entidade Regional da Reserva Agrícola Nacional e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

A APA “conclui que a intervenção proposta, incidindo em áreas integradas em REN, não contém usos e ações que envolvam impactes significativos, suscetíveis de serem incompatíveis com a salvaguarda do recurso ou do risco respeitante à tipologia de área da REN em causa, tendo sido ponderadas as condições e medidas de minimização neles estabelecidas”.

Entre os condicionamentos e medidas de minimização da afetação da REN, a CCDR-N estipulou que a intervenção deve respeitar estritamente a localização, a área de implantação e as características constantes dos elementos do projeto apreciados no procedimento”.

Devem “ser limitadas as intervenções e a ocupação do solo ao estritamente necessário à execução da ação reconhecida e, adotadas medidas de prevenção da erosão, da compactação e da contaminação dos solos, bem como de proteção dos recursos hídricos”.

O projeto deve ainda preservar “as estruturas e funções ecológicas existentes suscetíveis de manutenção, minimizando-se a afetação da vegetação e dos habitats presentes”.

“Devem ser implementadas as medidas de minimização, recuperação e reposição das condições ambientais definidas nos pareceres das entidades competentes e, caso haja interferência da intervenção com a margem do curso de água [rio Lima] não seja efetuada qualquer construção naquela área”, lê-se na deliberação.

A criação da APCVC, em 2002, resultou da ação de um grupo de pais de crianças com paralisia cerebral, juntamente com técnicos da Segurança Social e alguns elementos do hospital de Viana do Castelo. Foi criada uma comissão instaladora que permitiu avançar com o projeto da Associação de Paralisia Cerebral – Núcleo de Viana do Castelo.

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Governo declara interesse público para duas carreiras de tiro em Viana do Castelo

O Governo declarou hoje o relevante interesse público da utilização não agrícola de 860,33 metros quadrados de solos abrangidos pela Reserva Agrícola Nacional (RAN) para a construção pela Browning Viana do Castelo de duas carreiras de tiro.

O despacho, publicado em Diário da República (DR), refere que a fiscalização da utilização dos solos abrangidos pelo regime da RAN para o projeto da Browning Viana – Fábrica de Armas e Artigos de Desporto compete à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), à Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte e à Câmara Municipal de Viana do Castelo.

O projeto “consiste na instalação de duas carreiras de tiro afetas à prática de International Practical Shooting Confederation, de 50 e 30 metros, para testagem das armas produzidas a nível de ‘endurance’ e funcionamento, ambos requisitos obrigatórios para a sua colocação no mercado”.

A construção das duas carreiras de tiro ocupará “uma área total de 860,33 metros quadrados de solos sujeitos ao regime jurídico da RAN, prevendo-se, para o efeito, um investimento total de 300 mil euros”.

A Browning Viana – Fábrica de Armas e Artigos de Desporto, fundada em 1972, pertence ao grupo FN Herstal, um dos maiores fabricantes mundiais de armas, e emprega mais de 600 trabalhadores.

A empresa, instalada na zona industrial de Neiva, em Viana do Castelo, apresenta uma faturação anual de 80 milhões de euros, produz armas de caça e de desporto das marcas Browning e Winchester, exportando essencialmente para o mercado norte-americano e europeu, lê-se no despacho.

A CCDR-N emitiu parecer favorável, por considerar que “os solos estão classificados classe C, com capacidade suscetível de utilização agrícola pouco intensiva, podendo a pretensão promover o desenvolvimento socioeconómico da região através da criação de postos de trabalho e reduzir a pegada ecológica através da eliminação de viagens diárias entre as instalações fabris e as carreiras de tiro externas, até agora utilizadas para esse efeito”.

O projeto recolheu ainda o parecer favorável da Entidade Nacional da Reserva Agrícola, da Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública e o reconhecimento de interesse público municipal emitida pela Assembleia Municipal de Viana do Castelo.

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Técnico do INEM de Viana que ajudou menino a salvar a mãe ganha prémio pela “coragem e dedicação”

Rodrigo Pinto e o técnico do INEM João Dias, de Viana do Castelo, foram distinguidos com o prémio “Heróis Júlio César Andrino 2026” na gala Prémios da Cultura Júlio César Andrino, pelo “exemplo de coragem e dedicação” demonstrados na ocorrência de 05 de dezembro de 2025, em que o menino de nove anos fez uma chamada para o 112 que foi decisiva para salvar a vida da mãe.

“Rodrigo mostrou que até os mais novos podem ter um papel decisivo numa emergência. João Dias representa o profissionalismo, a dedicação e o compromisso dos profissionais do INEM, que diariamente trabalham para salvar vidas”, salienta o Instituto.

“Dois heróis, duas histórias que se cruzam num momento decisivo e uma distinção que reconhece o valor de quem faz a diferença quando mais importa. Parabéns, Rodrigo e João! Obrigado por nos lembrarem que, numa emergência, todos podemos contribuir para salvar vidas e que a emergência médica começa, sempre, em cada um de nós”, conclui a nota do INEM.

Como O MINHO noticiou na altura, Rodrigo ligou para o 112 após a sua mãe se ter sentido mal, na freguesia de Malpica do Tejo, Castelo Branco.

A mãe perdeu os sentidos quando seguiam no carro, com os irmãos mais novos, e o menino manteve a frieza para chamar a emergência, dando várias informações úteis.

Do outro lado da linha, estava João Dias, de Viana do Castelo, que foi dando as indicações necessárias que ajudaram a que a história tivesse um final feliz.

O caso comoveu o país.

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Viana do Castelo dá aulas de português grátis para imigrantes

A Câmara de Viana do Castelo tem abertas as inscrições para mais um ano letivo de Aulas de Português para Migrantes, destinadas a todas as pessoas migrantes residentes no concelho, foi hoje divulgado.

As aulas de português são gratuitas, lecionadas uma vez por semana por professores voluntários em formato presencial. 

De 26 de outubro a 29 de maio, as aulas prometem ser uma “excelente oportunidade para desenvolver as competências linguísticas em português, facilitando a comunicação e promovendo a integração no dia a dia, no contexto profissional e na comunidade”.

Para garantir a inscrição, os migrantes deverão aceder à página do Município para consultar os horários, os locais das aulas e os respetivos níveis de aprendizagem (aqui). Os interessados deverão preencher os dados e anexar documentos solicitados: título de residência; certificado ou visto (de curta duração para trabalho sazonal, de estada temporária ou de residência); comprovativo de início do procedimento de regularização; ou Passaporte e Número de Identificação da Segurança Social (NISS).

O formulário preenchido e a documentação deverão ser enviados para o e-mail: gabmigrantes@cm-viana-castelo.pt

De acordo com a autarquia, no âmbito das políticas locais de acolhimento e integração de migrantes, o Município de Viana do Castelo tem vindo a “desenvolver um conjunto de atividades, com vista à promoção da coesão social e interculturalidade, das quais se destacam as aulas de língua portuguesa, semanais, lecionadas por professores voluntários”.

Destinam-se a qualquer cidadão migrante residente no concelho de Viana do Castelo que “pretenda aprender ou aperfeiçoar a língua portuguesa e conhecer Portugal e a sua cultura”.

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Volta a ser detido, 500 quilómetros depois, por conduzir sem carta nem seguro em Viana

Um homem, de 31 anos, foi detido, na passada terça-feira, por desobediência e condução sem carta, na Avenida dos Estaleiros Navais, em Viana do Castelo, informou hoje a PSP.

Em comunicado, o Comando Distrital explica que o suspeito já tinha sido detido a 25 de setembro na sequência de um acidente rodoviário, também por condução sem carta, altura em que a viatura foi apreendida por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

“Apesar de estar apreendido e proibido de circular, o veículo contabilizou mais de 500 quilómetros entre 25 de setembro e 13 de outubro”, salienta a PSP.

O detido foi notificado para comparecer em tribunal para aplicação das medidas de coação.

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Greve fecha várias escolas no Minho

A greve de 24 horas dos trabalhadores não docentes, convocada pelo Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (Sinape), fechou esta manhã várias escolas secundárias e básicas nos distritos de Braga e Viana do Castelo, assim como em todo o território nacional.

Contactado pela Lusa por telefone, o dirigente do Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE), Francisco Pinto disse, cerca das 08:45, ter já conhecimento de “muitas escolas fechadas por todo o país”.

“O panorama é idêntico por todo o país. Pensamos que se vai concretizar o que pensávamos: uma adesão de 70% de trabalhadores não docentes”, disse.

Segundo o sindicato, a greve visa os trabalhadores não docentes, como assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos especializados e superiores.

De acordo com um comunicado do Sinape, os trabalhadores não docentes – técnicos superiores, assistentes técnicos e operacionais reivindicam carreiras próprias, face à especificidade das funções.

O Sinape disse ainda que os trabalhadores “encontram-se em regime de precariedade consecutiva, sem carreira, sem progressão e sem reconhecimento funcional na administração pública”.

Com Lusa

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Chuva regressa esta semana ao Minho

A semana começa com o sol a brilhar, mas a partir de quinta-feira a chuva deverá regressar ao Minho, segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Hoje, as máximas serão de 22ºC em Braga e 18ºC em Viana do Castelo, com previsão de céu limpo.

A partir de amanhã, o IPMA já prevê maiores períodos de nebulosidade e uma ligeira descida das máximas.

Braga

Previsão do tempo para Braga nos próximos cinco dias
Hoje, 19Ter, 20Qua, 21Qui, 22Sex, 23
Tempo
Limpo

Parc. nublado

Nuvens altas

Aguaceiros

Aguac. fracos
Máx./mín.22° 8°20° 7°19° 8°18° 7°20° 9°
Chuva0%27%60%57%84%
VentoNE, fracoNO, fracoNO, fracoSO, fracoNO, fraco

Viana do Castelo

Previsão do tempo para Viana do Castelo nos próximos cinco dias
Hoje, 19Ter, 20Qua, 21Qui, 22Sex, 23
Tempo
Limpo

Parc. nublado

Nuvens altas

Chuva

Aguac. fracos
Máx./mín.18° 9°17° 7°17° 9°17° 8°17° 10°
Chuva0%41%57%65%82%
VentoNO, fracoNO, moderadoN, fracoS, fracoNO, fraco
Fonte: IPMA. Previsão atualizada a 19/10 às 07:31.

O cenário altera-se, sobretudo, na quinta-feira, com a previsão de chuva, que passará a aguaceiros fracos na sexta-feira.

Os chuviscos deverão manter-se nos dias seguintes, segundo o IPMA.

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Antigo hoquista da Juventude de Viana indemnizado em sete mil euros por perda de visão num olho

O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros, por parte de uma seguradora, ao antigo jogador de hóquei em patins, André Azevedo, hoje com 50 anos, que, em 2018, quando defendia as cores da Juventude de Viana, por ter levado com uma bola na cara, que lhe atingiu o olho direito.

A «bolada» causou-lhe um traumatismo, que veio a resultar numa perda permanente e irreparável da visão no olho direito.

O atleta, natural do Porto e antigo atleta do FC Porto, alegou, ainda, que essa limitação visual “representa um impacto significativo na sua qualidade de vida e nas suas atividades diárias, e que o bem-estar e a subsistência da sua família dependiam diretamente dos rendimentos que auferia”.

Mais alega que à data dos factos era atleta federado da Federação Portuguesa de Patinagem, sendo jogador do clube Associação Juventude de Viana, e que a relação com o Clube era uma relação comercial, recebendo por cada jogo em que participava, cerca de 1.500 euros acrescidos das despesas de alimentação e deslocação.

André Azevedo, que teve de deixar de jogar hóquei e, à data, tornar-se treinador queria, também ser indemnizado por danos morais, mas os juízes desembargadores da Relação concluíram que, e baseando-se na orientação do Supremo Tribunal de Justiça, “a cobertura do contrato de seguro desportivo não abrange a reparação dos danos não patrimoniais sofridos pelo segurado”.

Levado ao Hospital e operado

Os factos provados indicam que, no dia 27 de janeiro de 2018, por volta das 18:00, o autor participou, na qualidade de jogador do clube, numa partida de hóquei referente à 14ª jornada do campeonato nacional;

Aí, num lance de jogo da equipa adversária, a bola de hóquei atingiu-o no rosto causando-lhe traumatismo no olho direito.

Na sequência da lesão sofrida, foi transportado para o Hospital de Viana e, subsequentemente, transferido para o do Porto, onde foi admitido na urgência do Hospital do Porto, pelas 00:15, por traumatismo na face/região orbitária direita, por bola de hóquei;

No dia 30 de Janeiro de 2018, o hoquista foi submetido a uma primeira intervenção cirúrgica, mas, no dia 6 de fevereiro de 2018 foi necessário realizar uma nova intervenção;

A seguir, no dia 19, passou por uma segunda cirurgia.

Mais tarde, no dia 04 de junho, foi admitido novamente no serviço de oftalmologia devido a um descolamento da retina inferior no olho direito. E foi submetido a nova intervenção.

André Azevedo foi, ainda, a consultas de oftalmologia em 02 de maio de 2018 e em 11 de março de 2020.

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Último desejo? Ir ver o mar em Viana do Castelo

Um homem de 79 anos cumpriu o seu último desejo e foi ver o mar em Viana do Castelo.

Segundo a Alto Minho TV, encontra-se num estado de saúde frágil, depois de um segundo cancro.

O desejo foi realizado pela Ambulâncias do Lethes, de Ponte de Lima, que partilhou o episódio nas redes sociais, na quarta-feira: “Há desejos que podem ser os últimos. Há pedidos que gostamos de satisfazer”.

A empresa limiana transportou o homem numa cama até à Praia Norte, local onde a família fazia férias, e o momento foi partilhado com a família.

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Atenção, Viana. Acesso do Vale do Neiva à A28 aberto parcialmente

O trânsito na nova rotunda da via de acesso do Vale do Neiva à A28, em Viana do Castelo, abre parcialmente, na tarde desta sexta-feira, informou a autarquia.

Em comunicado, a Câmara adianta que a abertura parcial do trânsito na nova rotunda possibilita a utilização automóvel no sentido da Zona Industrial para a cidade de Viana do Castelo.

Por outro lado, o acesso à Zona Industrial de Neiva no sentido sul-norte (Porto/Viana) continua cortado.

A Via do Vale do Neiva, orçada em 13,5 milhões de euros, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, corresponde a uma nova ligação entre o Vale do Neiva e a A28, com uma extensão de 5,2 quilómetros, tendo as duas faixas de rodagem uma largura de sete metros.

A rodovia tem início no nó da A28, junto à rotunda da EN 13, na Zona Industrial do Neiva. Irá ligar as zonas empresariais/industriais de Carvoeiro, Barroselas, Vila de Punhe e Alvarães ao IC1/A28 e EN103/EN13, no nó da Zona Industrial de Neiva.

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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo

A banda As Docinhas surpreendeu, na noite de quarta-feira, no centro de Viana do Castelo, com um concerto extravagante e provocador.

O grupo, liderado pelas vianenses Cire Ndiaye (voz e violino) e Lee Meneres (voz e guitarra), atuou na Porta Mexia Galvão perante algumas dezenas de fãs e curiosos.

Banda e público chegaram a Viana de autocarro, oriundo de Lisboa, com paragens nas Caldas da Rainha e no Porto.

Na terra que as viu nascer, Cire Ndiaye e Lee Meneres quiseram mostrar ao público de que é feito o Alto Minho. A primeira paragem minhota foi a Igreja de Santa Leocádia, em Geraz do Lima, onde As Docinhas serviram uma ‘tainada’ alternativa.

Ao final da tarde, a comitiva seguiu para o centro histórico de Viana do Castelo. A noite fechou com uma programação dedicada ao punk.

Abriram as Manga Cava, banda jovem de Viana do Castelo, seguidas d’As Docinhas e dos Pester. Houve ainda direito a um espetáculo drag de Tandy 3000.

As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
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As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
As Docinhas surpreendem com noite punk no centro de Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO

O concerto integrou “As Docinhas Experience“, uma performance imersiva de quatro dias que convida o espectador a juntar-se às Docinhas numa viagem de autocarro pelo país. O dispositivo vive da curadoria entre performance, música, texto, lugar e relações.

“O projeto parte de perguntas simples e provocadoras: O que deve ser um palco? Pode o público fazer parte dele, ou da própria performance? E porque não hão de as cidades fora dos grandes centros ter a mesma oferta cultural de vanguarda que Lisboa?”, refere a banda, em comunicado enviado a O MINHO.

As Docinhas estão a responder a bordo de um autocarro. A criação é da dupla Cire Ndiaye e Lee Meneres, com o apoio da GDA, da DGARTES e da Fundação Calouste Gulbenkian, e está em residência na Rua das Gaivotas 6, em Lisboa.

A programação prolonga-se até à noite de sábado, quando As Docinhas fecham a Experience com uma gala final na Rua das Gaivotas 6, em Lisboa, a partir das 18:00. A noite junta performances, instalações e concertos.

Mais informações disponíveis aqui.

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“Burla de amor” no Alto Minho: Falsa arquiteta com pena suspensa

A falsa arquiteta conhecida por “burlas de amor” lesando dois homens idosos, no Alto Minho, em 200 mil euros, foi esta quinta-feira condenada em três anos e dez meses, mas suspensa, tendo sido já imediatamente libertada.

No Palácio da Justiça de Viana do Castelo, o Tribunal Coletivo teve principalmente em conta a confissão integral dos factos que era acusada e o arrependimento que se traduziu também na indemnização parcial aos dois homens lesados, um de Ponte de Lima e um de Ponte da Barca.

A pena suspensa será acompanhada, durante todo o período de três anos e dez meses, por um plano a executar pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, porque o Tribunal foi da opinião que há juízo de prognose positivo e a pena não podia ultrapassar a medida da culpa.

A arguida, de 58 anos, solteira, natural de Amarante, que residia em Matosinhos, estava presa preventivamente desde há oito meses, no Estabelecimento Prisional Central Feminino de Santa Cruz do Bispo, igualmente em Matosinhos, até esta quinta-feira, voltando já assim à liberdade.

Detida pela Polícia Judiciária de Braga, já com problemas relacionados com burlas, há 25 anos, num processo do Tribunal de Santo Tirso, foi julgada em Viana do Castelo, sob a acusação de dois crimes de burla qualificada, com um cúmulo jurídico de três anos e dez de pena suspensa.

O estratagema terá sido o mesmo: fez-se passar inicialmente por arquiteta e simulando grandes capacidades financeiras, conquistando a confiança dos dois homens, ambos com mais de 70 anos, convencendo-os a grandes investimentos imobiliários, mas ficando com o dinheiro.

Conheceu-os através de redes sociais dedicadas a encontros amorosos, fazendo-se apaixonada, evidenciando até falsos sinais exteriores de riqueza, a ponto de afirmar a ambos “ter ainda mais dinheiro do que tu”, pagando jantares aos dois idosos, convencendo-os que “os amava mesmo”.

Defesa satisfeita com o acórdão

À saída da leitura do acórdão condenatório, o seu advogado, João Ferreira Araújo, revelou que não irá “recorrer desta douta decisão”. “Desde logo porque quem me conhece sabe muito bem que nunca recorri só por recorrer, nem utilizo os expedientes para protelar processos judiciais”, referiu.

“Mas principalmente no caso de hoje, entendo que se tratou de um douto acórdão que dignifica o sistema judicial, já que penalizou devidamente a arguida, de uma forma proporcional, sendo que saiu daqui mesmo em liberdade”, acrescentou o advogado bracarense João Ferreira Araújo.

Ainda segundo o mesmo causídico penalista, “a arguida, que é, acima de tudo e antes de mais uma cidadã, percecionou que se tratou apenas e só de um ato isolado da sua vida, até por não ter sido provado que fizesse deste tipo de situações seu modo de vida, nós estamos satisfeitos”.

Septuagenário de Ponte de Lima ficou sem 150 mil euros

O primeiro idoso a ser enganado pela falsa arquiteta, de 73 anos, com baixa instrução escolar, anteriormente emigrado em França, onde foi empresário da construção civil, conheceu a mulher, em setembro de 2025, usando a plataforma “Badoo”.

A mulher disse chamar-se Helena, uma arquiteta de sucesso e residente no Porto. Foi naquela cidade que se encontrou com a vítima pela primeira vez em 15 de setembro de 2025, na Avenida dos Aliados, após se aperceber que o ex-emigrante deixou a empresa aos filhos, em França, tendo bons rendimentos.

Já “enamorados”, dirigiram-se nessa mesma noite ao Cais de Gaia, onde a “arquiteta Helena”, para impressionar o “namorado”, consumiu imediatamente um copo de Vinho do Porto por 21 euros, convencendo o septuagenário de Ponte de Lima que tinha muito dinheiro.

Passados poucos dias, a falsa arquiteta passou a frequentar a casa do antigo emigrante, em Ponte de Lima, acabando por passar a residir com o “namorado”, com quem manteve até relações sexuais, segundo a queixa apresentada depois pelo septuagenário.

O relacionamento chegou ao ponto de a “arquiteta Helena”, ao ter mudado com “armas e bagagens”, passado a limpar a casa do “companheiro”, entre outras lides domésticas, como lavar e engomar roupa, cozinhar e fazendo refeições com o “namorado”.

A falsa arquiteta “pretendeu e conseguiu fortalecer a relação entre ambos”, alegadamente “tendo convencido” o septuagenário que estariam a viver já “uma relação amorosa séria e com futuro”.

O antigo emigrante em França, a dada ocasião, fez questão de oferecer um anel, que comprou por 3.250 euros, numa ourivesaria da cidade do Porto, à “arquiteta Helena”, tendo passado ambos cinco dias em Quarteira, sempre a expensas da própria suspeita.

Nessa mesma ocasião, em meados de outubro de 2025, a mulher terá começado a confidenciar ao “amigo” que por causa da sua profissão de arquiteta, fazia a cada passo transações de imóveis, lucrando com investimentos imobiliários.

Até que, sempre segundo a versão do queixoso, em certo dia, propôs ao “companheiro” comparticipar na compra de um imóvel, em Lisboa, por 300 mil euros, pois ambos “lucrariam algum dinheiro de forma fácil”, ao que o antigo emigrante logo anuiu.

A ideia seria revenderem pouco tempo depois o alegado imóvel, investindo a meias, isto é, 150 mil euros cada um, pelo que a seguir iriam “obter lucros”, igualmente para repartirem a meias, mas investindo-se com numerário, quer dizer, “dinheiro vivo”.

Na agência de Ponte de Lima do BPI, o “investidor” levantou então da sua conta bancária 150 mil euros, através de 750 notas, todas de 200 euros, entregando-lhe o avultado “dinheiro vivo”, na sua própria casa, em Ponte de Lima, para fazer o “negócio”.

Enquanto o proprietário da casa lavava o automóvel, no exterior da residência, a “arquiteta Helena” foi para dentro “guardar o dinheiro”, enquanto se preparavam para no dia seguinte irem a Lisboa, onde a falsa arquiteta faria o “negócio” diretamente.

No dia 16 de outubro de 2025, ambos saíram de Ponte de Lima, rumo à capital portuguesa, mas a pedido da suspeita, pararam no centro da cidade do Porto, onde a mulher levantaria a sua parte do investimento, isto é, 150 mil euros, para tudo correr bem.

De súbito, a “namorada” do antigo emigrante “apercebeu-se” que se teria “esquecido” dos 150 mil euros do “companheiro”, em Ponte de Lima, pedindo-lhe que fosse buscar o dinheiro, enquanto iria a sua casa, no Porto, buscar os outros 150 mil euros.

Ao chegar a Ponte de Lima, o homem constatou que afinal os seus 150 mil euros não estavam em casa, tendo contactado de imediato a “namorada”, mas a “arquiteta Helena” já não atendeu a chamada do telemóvel e nunca mais daria sinais de vida.

Sexagenário de Ponte da Barca espoliado de 50 mil euros

O segundo caso envolveu um sexagenário, de Ponte da Barca, que através do site de encontros “Felizes”, conheceu a mesma mulher, fazendo-se passar novamente por arquiteta, só que com um outro nome falso, o de Ana Carolina Martins.

Depois dos contactos iniciais nessa mesma plataforma digital, a falsa arquiteta passou a dialogar por telemóvel com o homem, residente no concelho de Ponte da Barca, utilizando sempre a aplicação WhatsApp.

A mulher dizia residir em Lisboa, mas encontrar-se temporariamente no Porto, em casa de uma tia, “criando uma personagem fictícia para conquistar a confiança” do antigo emigrante e que está atualmente reformado.

Um mês após iniciado o “namoro”, já a falsa arquiteta estava a viver com o “companheiro”, mantendo-se três meses na casa daquele aposentado, “a viver em economia comum”, em Ponte da Barca.

“Durante esse mesmo período, a suspeita cultivou uma relação de proximidade e confiança com o queixoso, apresentando-se como pessoa economicamente abastada, afirmando possuir elevadas disponibilidades financeiras”, segundo ficou provado durante o julgamento.

A falsa arquiteta “manifestava a intenção de adquirir um imóvel de elevado valor”, sendo que “com o intuito de reforçar a aparência de solvabilidade, a arguida usava frequentemente joias em ouro, oferecia ao homem roupa de marca e perfumes, falava em língua inglesa ao telefone, alegando tratar-se de contactos com um filho, residente nos Estados Unidos da América, dizendo ter outro filho na Suíça, sendo viúva”, segundo ficou provado durante esta quinta-feira.

Ao fim de dois meses de coabitação, a mesma mulher terá confidenciado ao “companheiro”, a intenção de comprar uma moradia bem próxima do Santuário de Nossa Senhora do Socorro (“Santoinho”), em Viana do Castelo, por 800 mil euros.

Ambos tiveram uma reunião com o proprietário e dois representantes de uma agência imobiliária do Alto Minho, confirmando a falsa arquiteta o interesse em comprar tal moradia, mas também um terreno contíguo, que estava para venda por 50 mil euros.

No dia seguinte, a “namorada” do antigo emigrante em França, disse que iria concretizar o negócio, por 800 mil euros, só que para comprar o referido terreno, por 50 mil euros, teria de mobilizar fundos de outra conta bancária, pagando avultados juros.

“Imbuído na relação afetiva que mantinha com a suspeita, convicto da veracidade das afirmações proferidas pela mulher, então anuiu ao pedido”, transferindo dinheiro desde França e levantando os 50 mil euros na agência de Arcos de Valdevez do BCP.

Logo a seguir foram ambos para o Porto, onde supostamente o “casal” iria pernoitar em casa da tia da falsa arquiteta, a fim de no dia seguinte irem a Lisboa, conhecer a casa de “Ana Carolina Martins”, só que afinal novamente as coisas precipitaram-se.

Novamente houve “problemas de falta de lugar de estacionamento”, pelo que a mulher pediu ao homem que fosse procurando sítio para aparcar o automóvel, enquanto a própria levaria a mala, com o dinheiro, seguindo então por uma passagem pedonal.

Ao fim de dez minutos, o homem, com o carro devidamente estacionado, não via a “namorada”, pelo que tentou chegar à fala, por telemóvel, com a mulher, que nunca mais lhe atendeu o telefone, desaparecendo logo sem deixar rasto.

O homem permaneceu várias horas pelas imediações, na cidade do Porto, desesperado, convencendo-se cada vez mais que não havia “amor” algum, sim “um esquema ilícito, no qual foi enganado, nunca mais conseguindo falar, nem localizar a suspeita”.

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