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Hacienda autoriza incrementar en 25 millones el programa para financiar la compra de una primera vivienda a jóvenes

A través del Programa Garantía Vivienda Andalucía, de cuyos avales se han beneficiado hasta el momento unos 3.000 jóvenes, la Junta presta una garantía sobre la parte del préstamo hipotecario que supera el 80% del precio de la vivienda

El Programa Garantía Vivienda Andalucía se puso en marcha en 2023 ara facilitar el acceso de los jóvenes a un hogar.
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Los neandertales no solo tallaban piedra: descubren lanzas, bandejas y una maza de madera en un yacimiento de Barcelona

Cuando se habla de la tecnología de los neandertales, casi siempre se habla de piedra: puntas, raspadores, lascas talladas. Tiene su lógica, porque la piedra aguanta cientos de miles de años y la madera casi nunca llega a nuestros días. Un palo enterrado se pudre en poco tiempo, así que durante décadas hemos reconstruido la […]

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“Poder político comporta-se com Covas do Barroso de uma maneira autoritária”

VTM

O coordenador do BE visitou Covas do Barroso ouviu a população para perceber o ponto de situação sobre o projeto de exploração de lítio.

À chegada, o coordenador do BE assumiu que o processo coloca em causa a relação da população com o território. Para José Manuel Pureza, a transição energética não deve ser feita à custa das comunidades locais. “Não pode haver regeneração ambiental contra as pessoas. As pessoas estão primeiro”, afirmou, acrescentando que “neste caso, o que temos tido é um poder político forte com os fracos e muito fraco com os fortes”.

O coordenador do Bloco de Esquerda criticou igualmente aquilo que considera ser uma utilização desadequada das forças de segurança no contexto do projeto. “O poder político tem-se comportado com as pessoas de Covas do Barroso de uma maneira autoritária”, disse José Manuel Pureza aos jornalistas, apontando que um outro “pormenor que acrescenta escândalo a isto”, é que a “Guarda Nacional Republicana tenha prestado serviços a uma empresa para policiar aquilo que é um perímetro de atuação da servidão administrativa que vai muito para lá daquilo que alguma vez foi”.

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Estação das Artes é finalista dos Prémios dos Fundos Europeus

VTM

O projeto de reabilitação da antiga Estação Ferroviária de Mirandela, que deu origem à atual Estação das Artes, é finalista da 2.ª edição dos Prémios dos Fundos Europeus, na categoria “Portugal + Próximo dos Cidadãos”.

Segundo o município, a distinção reconhece “a transformação de um dos edifícios mais emblemáticos da história ferroviária de Mirandela num equipamento público multifuncional, dedicado à cultura, criatividade, educação, encontro e participação”.

A intervenção teve como objetivo preservar a identidade arquitetónica e histórica do edifício, dando-lhe novas funcionalidades. De acordo com a autarquia, as obras contribuíram para “a regeneração urbana, valorização do património ferroviário e dinamização cultural da cidade”.

A Estação das Artes é um espaço aberto a toda a comunidade, acolhendo exposições, atividades educativas, iniciativas culturais e projetos desenvolvidos em colaboração com associações, artistas, escolas e outras entidades.

A recuperação do edifício foi concretizada através de duas operações complementares cofinanciadas pelo Programa Operacional Regional do Norte – NORTE 2020.

Desde segunda-feira está aberta a votação do público, através do site dos Prémios dos Fundos Europeus.

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Vila Real integra projeto-piloto para tornar cidades mais verdes

VTM

Vila Real é uma das cinco cidades que faz parte do Programa de Ação para a Resiliência e Restauro da Natureza em Áreas Urbanas (PRO NAT.URBE), que pretende reforçar a resposta ao calor extremo com redes de abrigos climáticos.

O programa é orientado para o restauro da natureza em contexto urbano, a adaptação às alterações climáticas e o reforço da resiliência dos territórios.

Segundo o despacho publicado em Diário da República, o PRO NAT.URBE estabelece uma estratégia entre 2026-2035 para aumentar os espaços verdes e o coberto arbóreo, recuperar linhas de água, criar corredores ecológicos e desimpermeabilizar os solos, a promoção da conectividade ecológica e o desenvolvimento de redes de conforto e abrigos climáticos.

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Guadimonte e UAlg apresentam Projeto Pavipana ‘Passas do Algarve’

Projeto une Investigação e Conhecimento Ancestral para Revitalizar o Interior do Nordeste Algarvio

A Cooperativa Guadimonte e a Universidade do Algarve apresentam no próximo dia 10 de outubro, pelas 15h00, o Projeto PAVIPANA, uma iniciativa inovadora para valorizar os produtos autóctones, combater a desertificação e homenagear a resiliência das gentes locais.

A sessão pública de apresentação do projeto PAVIPANA – ‘Passas do Algarve’ – Valorização e Inovação dos Produtos Autóctones do Nordeste Algarvio, vai realizar-se no espaço do Centro de Dinamização das Cumeadas do Nordeste Algarvio (Antiga Escola Primária da Corte Pequena) – Freguesia de Odeleite, concelho de Castro Marim.

O projeto nasce da resiliência local após o trágico incêndio de Castro Marim em 2021. Na altura, um grupo de 12 jovens agricultores e produtores da Cumeada de Alta Mora uniu esforços para fundar a Guadimonte – Cooperativa Agrícola Supramunicipal. O objetivo principal é combater o despovoamento e a desertificação do interior algarvio através da inovação e da sustentabilidade.

Com um investimento elegível cofinanciado de 43.8176,10 € e uma duração de 36 meses, a iniciativa conta com a parceria científica da Universidade do Algarve (UAlg). O consórcio vai colocar a investigação ao serviço da pequena economia local através de três grandes eixos de atuação:

  • Valorização de Recursos Endógenos: Análise físico-química, controlo de qualidade e extensão do tempo de vida útil de seis produtos de excelência: figo passa, miolo de amêndoa, medronho fresco, queijo curado de cabra algarvia, farinha de alfarroba e mel.
  • Eco-Design e Economia Circular: Desenvolvimento de uma marca única e aglutinadora («Passas do Algarve») e design de novas embalagens, privilegiando matérias-primas naturais da região (como a cana, a cortiça e a palma) combinadas com as artes e ofícios do artesanato local.
  • Inovação na Comercialização e Sustentabilidade: Criação de uma plataforma de venda online gerida pela cooperativa. O projeto irá desenvolver ainda cadernos técnicos de boas práticas para certificar as produções como “agricultura sustentável”, calculando a pegada de carbono e energética.

O nome do projeto, ‘Passas do Algarve’, é também uma homenagem cultural à expressão popular que reflete a forma historicamente difícil como os produtos locais eram colhidos, tratados e armazenados no interior. Simboliza o “suor e sofrimento” ancestral necessários para criar produtos únicos de qualidade reconhecida.

A sessão pública do dia 10 de outubro marcará o arranque oficial desta estratégia de desenvolvimento territorial. Contará com a presença de representantes da Cooperativa Guadimonte, investigadores da Universidade do Algarve, da Presidente da Câmara Municipal de Castro Marim – Filomena Sintra, o Vice-Presidente da CCDR Algarve, I.P., Eng.º Fernando Severino, bem como de outros representantes de outras entidades e agentes do território.

O projeto PAVIPANA é apoiado pelo programa financiador – Algarve 2030, pelo Portugal 2030 e pela União Europeia. Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si.

Sobre a Cooperativa Guadimonte:

Fundada a 27 de novembro de 2021 por jovens produtores afetados pelo incêndio de Castro Marim de 16 de Agosto 2021, a GUADIMONTE foca-se na implementação de iniciativas de desenvolvimento económico e social na região do Baixo Guadiana e Nordeste Algarvio.

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Il bollo auto italiano non pensa all’ambiente

Il bollo auto dovrebbe ripagare la società nel suo insieme dai danni, non solo ambientali, che l’utilizzo dei veicoli produce. Perciò, in vari paesi europei l’importo della tassa di circolazione tiene conto delle emissioni di CO2. Ma non in Italia.

L'articolo Il bollo auto italiano non pensa all’ambiente proviene da Lavoce.info.

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Descubren en el yacimiento de la Edad del Bronce de La Almoloya en Murcia un sacerdote enterrado con una piedra en la boca, el ritual egipcio de pisotear al enemigo

Hace unos 3.700 años, quien cruzaba la gran sala de La Almoloya, en lo alto de un cerro de Sierra Espuña, tenía que pasar por encima de un hombre. Estaba enterrado justo en el punto de paso entre las dos mitades de la estancia, con la parte baja del cuerpo bajo el hogar y la […]

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Senado deve avaliar PEC do fim da escala 6×1 no Plenário após primeiro turno das eleições

Após o primeiro turno das eleições, o Senado Federal volta a discutir o fim da escala 6×1 a partir desta terça-feira, 6 de outubro. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, com a possibilidade de dois dias de repouso remunerado. O Plenário realiza sessões para debater a PEC também na quarta-feira e na quinta-feira, 8 de outubro, a partir das 14h.

A análise entra na agenda do Plenário após negociações na última semana entre o presidente Lula e a cúpula do Senado para destravar o andamento da PEC. Em nota à imprensa, postada na Agência Senado, Davi Alcolumbre (UNIÃO-AP) afirma que a decisão surge a partir da “ampla relevância para a sociedade brasileira”.

Também nesta terça-feira, 6, cumprindo a Medida Provisória nº 1.394/2026, assinada por Lula, as empresas de apostas e as fintechs deverão terminar suas atividades e informar às instituições financeiras sobre os saldos dos clientes que não sacaram seu dinheiro até essa segunda-feira, prazo final para brasileiros sacarem o dinheiro dos aplicativos. Entre os dias 9 e 14 de outubro, as empresas deverão restituir dinheiro aos apostadores.

Corrida Eleitoral

Com a definição de um segundo turno entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a presidência da República, os outros candidatos começam a discutir seu apoio para o segundo turno, dia 25 de outubro. O candidato Augusto Cury (Avante) disse que não pretende continuar na política e declarou que não vai apoiar ninguém para o segundo turno.

O mesmo ocorreu com Renan Santos (Missão), que não declarou seu apoio, mas, em live na segunda-feira, 5 de outubro, afirmou que seus eleitores podem escolher em quem votar. Ronaldo Caiado (PSD) comunicou que não irá declarar seu apoio sem antes se reunir com o presidente do partido, Gilberto Kassab. Sem posicionamento direto de apoio ao candidato Flávio Bolsonaro, Romeu Zema (Novo) declarou que vai estar contra o PT.

Com um período mais curto para o segundo turno, Lula, que teve 45,16% dos votos, em seu discurso pós-apuração declarou que irá começar com uma nova campanha. Para o presidente, o segundo turno irá mostrar “a verdadeira democracia do Brasil”. Nesta segunda-feira, 5, o presidente se reuniu com apoiadores para discutir novas estratégias de campanha.

Em contrapartida, Flávio Bolsonaro comemorou o resultado nas urnas. Nesta segunda-feira, o senador se encontrou com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ambos reeleitos, para discutir sobre as estratégias de campanha para o segundo turno.

Estão na agenda da semana de 6 a 10 de outubro:

  • TSE:
    • Salvo-conduto (06/10): último dia em que o documento de salvo-conduto, emitido pela Juíza Eleitoral, protege a integridade de eleitores que sofreram ameaças ou agressões para influenciar seu voto.
    • Eleitor pode ser preso (06/10): Fim do período em que eleitores não poderiam ser presos.
    • Justificativa do mesário (07/10): último dia para os mesários justificarem abandono do trabalho durante a votação.
    • Cadastramento (08/10): início do cadastramento das Mesas Receptoras de Justificativa e alocação temporária de seções para o segundo turno.
    • Propaganda eleitoral (09/10): Início da propaganda eleitoral nas rádios e na televisão.
    • Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) (09/10): Último dia para a transferência, pelas agremiações, de recursos do FEFC destinados às candidatas e aos candidatos a cargos majoritários que concorram ao segundo turno.
    • Candidatos não podem ser presos (10/10): A partir desta data, candidatos que vão disputar segundo turno não podem ser presos, exceto em prisão em flagrante.
  • STF:
    • Exclusão de créditos (RE 835818, 07/10, 14h): Recurso Extraordinário avalia se há possibilidade de exclusão os créditos presumidos de Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, do cálculo do PIS e da Cofins.
    • Subordinação dos policiais penais (ADI 7781, 07/10, 14h): Ação direta discute constitucionalidade da lei de São Paulo em subordinar a polícia penal à Secretaria de Segurança da Administração Penitenciária.
    • Cargos em Comissão (ADI 7512, 07/10, 14h): Ação Direta de Inconstitucionalidade questiona a validade da lei amazonense, Lei Estadual 3.147/2007, que estabelece 10% dos cargos em comissão para servidores de carreira.
    • Expurgos inflacionários (RE 1141156, 07/10, 14h): volta a julgamento recurso extraordinário que discute a validade da inclusão dos expurgos inflacionários na correção monetária de depósitos judiciais.
    • Adicional de Insalubridade (ADPF 1181, 07/10, 14h): Governo Estadual do Espírito Santo entra com ação contra decisão da Justiça do Trabalho em obrigar o governo a pagar adicional de insalubridade de 20% para merendeiras e auxiliares de serviços gerais terceirizados da rede pública de ensino.

Agenda da semana da Pública é um serviço apresentado aos leitores, concebido com base nas informações dos portais da Câmara, Senado e STF. 

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The end of the world has yet to reach Spain’s Sol square

It’s Friday night in Madrid. Walking down Preciados street towards Sol square, the tents and the huge banners announcing the protest encampment can already be seen some distance away. Suddenly, a voice cries out amid the crowds from an indeterminate spot on the street. It belongs to an old man with white hair, his nose and chin almost touching. His name is Héctor, he is Ecuadorian, he is going hoarse, and he deserves some credit for what he is attempting to do: standing next to the epicenter of Spain’s mass protests for decent housing, with a country convulsed and fed up with prohibitive prices and home evictions, Héctor is preaching the end of the world and urging people to return to God. “What do you think of what’s happening over there, in Sol?” the reporter asks, pointing to the packed square. Héctor, escorted by a woman named Noemí, approaches and whispers mysteriously: “The final times are always dangerous times. Uncivilized times.” He then asks Noemí to show the reporter some texts from Timothy. “The first thing people must do is repent and return to God,” he concludes. He says goodbye with a smile and goes back to his shouting.

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© Jaime Villanueva

Three participants in the encampment in Puerta del Sol, Madrid, on October 3.
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El menú de los banquetes de la élite de la Edad del Hierro en Salamanca hace 2.600 años: así comían en uno de los primeros pueblos que existieron en la meseta

Más de 5.000 huesos rescatados de los basureros de un barrio del Cerro de San Vicente, en Salamanca, permiten reconstruir cómo comía hace unos 2.600 años un grupo familiar acomodado. Según un estudio publicado en Archaeological and Anthropological Sciences, los animales jóvenes, los équidos y las tortugas llegaban al plato solo en contextos rituales o […]

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Festival FÉRTIL: Olhão reforça compromisso com Ambiente, Inovação, Cultura e Comunidade

Nos dias 3 e 4 de outubro, no Parque Ribeirinho Poente, realiza-se, em versão ampliada e renovada, a 4.ª edição do festival FÉRTIL, uma coprodução entre a associação MOCES e o Município de Olhão, com entrada livre e dirigido a toda a comunidade. É uma aposta estratégica da autarquia numa programação cultural mais diversificada e eclética, a pensar em diferentes públicos e temas/formatos/linguagens, mas constitui também um declarado alinhamento municipal com as temáticas da criatividade, sustentabilidade, saúde e bem-estar, economia circular e reconexão com a natureza.

O Fértil estrutura-se em torno de quatro grandes pilares – Ambiente, Comunidade, Cultura e Inovação – que atravessam toda a programação e procuram criar um espaço de encontro, partilha, aprendizagem e participação. Ao longo dos dois dias, o público poderá encontrar uma programação multidisciplinar que cruza música, conversas, palestras, workshops, cinema, exposições, atividades para famílias, bem-estar, mercado criativo e gastronomia.

Esta nova etapa da história do festival é marcada pela transição do evento para o Parque Ribeirinho Poente, junto à Ria Formosa, encontrando neste novo espaço uma oportunidade para crescer, experimentar novas formas de programação e reforçar a ligação ao território.

Programação

A música continua a ser uma das grandes formas de encontro no FÉRTIL. No dia 3 de outubro, sobem ao palco os Sensible Soccers, enquanto no dia 4 de outubro será a vez de Rossana apresentar o seu trabalho. A programação musical conta ainda com DJ sets de Pedro Ramos, que também se associa ao festival através da Rádio Futura, e de Joana de Verona, aka Makumbeat, trazendo diferentes ritmos e ambientes para acompanhar o final das tardes e as noites do FÉRTIL.

Além do palco principal, o evento dispõe de três zonas temáticas dedicadas ao Ambiente, Comunidade e Inovação, onde, de modo descontraído, é apresentada uma programação (através de conversas, palestras e workshops) que pretende questionar, aprender, partilhar conhecimento e fomentar a participação ativa, abordando temas como as “Aldeias do Futuro”, a ideia de que a Educação é a primeira infraestrutura da sustentabilidade, a economia circular, a alimentação consciente, o planeamento e gestão de uma agrofloresta e o movimento Solar Punk.

Também as famílias têm um espaço próprio no FÉRTIL. A Associação Rotinas Selvagens será responsável pela dinamização da área dedicada às crianças e famílias, com atividades e momentos de entretenimento ao longo da tarde. A proposta é simples: criar espaço para brincar, explorar, experimentar e estar em conjunto, envolvendo diferentes gerações na experiência do festival.

Healing, criatividade e sustentabilidade nos pequenos gestos

De destacar ainda a Healing Area, dinamizada pela Positive Hands, que ocupa duas casas de madeira especialmente preparadas para acolher um conjunto de experiências dedicadas ao bem-estar e ao autocuidado. O público poderá descobrir diferentes propostas, entre massagens, terapias, consultas de tarot e outras práticas, num espaço pensado para abrandar, cuidar e recarregar energias ao longo do festival.

A criatividade volta também a ocupar um lugar central no FÉRTIL através do Artists & Fleas, que reúne projetos e criadores num mercado dedicado à produção independente, ao design, à arte e ao empreendedorismo criativo.

Na área da alimentação, o festival recebe food trucks e restaurantes com propostas diversificadas, procurando privilegiar uma abordagem mais consciente e sustentável à comida e ao consumo. No FÉRTIL, a sustentabilidade também está nos pequenos gestos. Em vez dos habituais copos de plástico reutilizáveis, o festival mantém os seus já caraCterísticos copos de barro com o selo FÉRTIL, que acompanham o evento desde as primeiras edições. E porque reutilizar é, antes de mais, usar o que já existe, o público é também convidado a trazer o seu próprio copo de casa. Uma solução simples que reduz resíduos e torna a experiência do festival ainda mais consciente.

Rede alargada de parceiros e com maior envolvimento empresarial

Reforçando a intenção de envolver ativamente a comunidade local e a região, o FÉRTIL criou uma rede partilhada de parceiros, entre eles a Fesnima, a CCDR Algarve, a Região de Turismo do Algarve, a Algarve Evolution e as empresas Necton, Viveiros Monterosa, Kodis e Coca-Cola, para além do Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes.  A estas entidades junta-se ainda um universo crescente de organizações, projetos e pessoas que acreditam na importância de criar espaços de encontro, conhecimento e transformação no território algarvio.

O festival acontece entre as 14:00 e as 23:00 dos dias 3 e 4 de outubro, com entrada livre. Toda a programação pode ser consultada no website do evento, em www.fertil.pt.

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Ghana swiftly rejects US health deal, calls it ‘humiliating’

Ghana has rejected a proposed health compact with the United States that would have provided an estimated $109 million in US health funding over five years, with President John Dramani Mahama saying the agreement raised serious concerns over health data, financing obligations, and Ghana’s regulatory authority.

The decision places Ghana among a few African countries that have pushed back against new US health agreements introduced as Washington restructures its foreign assistance following the dismantling of USAID. Zimbabwe has also rejected a similar agreement, while Zambia has raised concerns over provisions in its negotiations with the United States.

Ghana raises concerns over health data

Speaking at the Council on Foreign Relations in New York on September 25, Mahama said the proposed compact was presented to Ghana as a replacement for health funding previously provided through USAID.

He said Ghana’s Ministry of Health reviewed the document before preparing a Cabinet Information Paper.

“Ghana is a sovereign nation, and we have our own processes. We are a democratic country,” Mahama said.

According to the President, the Cabinet identified several provisions that raised concerns, particularly those relating to Ghana’s health information.

“One, it says that we shall give the United States our pathogen profile,” he said, adding that the agreement also required Ghana to provide medical records.

“It also says we should give our medical records. I mean, who takes another country’s medical records? And so that was strange.”

Concerns over health-data sharing have been central to resistance to the new US health agreements in several African countries. 

No FDA inspection

Mahama also raised concerns about the treatment of medicines and other medical products supplied under the proposed arrangement.

He said Ghana would have been required to contribute funding to the program while, according to his account of the compact, the country’s Food and Drugs Authority would not have been able to inspect medicines or other medical products entering Ghana under the program.

“And then it also says that any medications or any medical products that shall be brought into our country, our Food and Drugs Administration has absolutely no right to inspect,” Mahama said.

“I mean, it was humiliating.”

Ghanaian officials had previously cited concerns about the proposed handling of sensitive health information as a reason for rejecting the agreement. Reporting on the negotiations also indicated that the proposed arrangement would have required additional investment from Ghana alongside the US contribution.

Cabinet rejected the agreement

Mahama said the proposal was rejected after the Health Ministry presented its assessment to the Cabinet.

He described the decision as unusually swift.

“It was the compact that was thrown out in record time in our Cabinet. I’ve never seen anything thrown out as fast as that.”

He said the government subsequently instructed the Health Minister to communicate Ghana’s position to the US ambassador.

“And so, of course, we rejected it. And we asked the health minister to inform the US ambassador that we didn’t need it. We’ll manage ourselves.”

The proposed agreement would have provided Ghana with about $109 million in US health assistance over five years. The negotiations had begun in late 2025.

A wider concern over health sovereignty

Ghana’s decision comes as the United States seeks to shift its approach to global health cooperation. The new US strategy places greater emphasis on recipient countries taking responsibility for financing and delivering health programs, while Washington reduces its traditional aid commitments.

Kenya became the first African country to sign the agreement which was challenged in court, followed by similar arrangements with Rwanda, Liberia, Uganda, Lesotho and Eswatini, among other countries. Ravi Ram from the People’s Health Movement (PHM) East and South Africa, told BreakThrough News in December 2025, that  “Bilateral agreements between the US and Kenya and other African countries are meant to limit the ability of any one ‘partner’ country to challenge the terms of implementing the agreement, due to the unequal power relations.”

The concerns among health activists and concerned Africans is the ability of African states to determine their own health priorities, regulate medicines, control sensitive health information, and collectively negotiate the terms of international health cooperation.

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Así era el «cerdo del infierno» que vivió en Cataluña 36 millones de años después de los dinosaurios

Hace unos 30 millones de años, en los alrededores de lo que hoy es Vallbona de les Monges (Lleida), merodeaba un animal corpulento de cabeza larga, pómulos muy salientes y mandíbulas formidables con dientes grandes y afilados. Los paleontólogos lo han llamado popularmente cerdo del infierno, un mote que despista, porque su parentesco con los […]

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Dialogue avec mes frères. Conscience noire et histoire africaine

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Après avoir publié en 2025 le classique de l'historien du Guyana, Comment l'Europe sous-développa l'Afrique, les Éditions B42 rendent disponible en français The Groundings With My Brothers, paru à Londres en 1969. La traduction a choisi « dialogue » pour groundings, mot qui contient à la fois l'idée d'un ancrage et une référence à la culture rastafari dans laquelle « le terme créole “groundation” décrit une forme d'assemblée dans laquelle les membres de la communauté s'engagent dans une discussion ». Ce recueil est une compilation de discours de l'intellectuel guyanien Walter Rodney (1942-1980), liés à la Jamaïque, un pays dont il est chassé en 1968. C'est pendant la période où il a enseigné à l'université de Kingston que l'historien, militant de la cause noire, consolide sa conception et sa pratique de l'intellectuel engagé dans la lutte contre les oppressions, partageant ses connaissances dans les ghettos de l'île. Une position dont il ne se défera pas et qui peut être résumée selon ses termes : « Le Black Power doit s'efforcer de transformer les membres de l'intelligentsia noire en serviteurs des masses noires. »

Voir en ligne : /2026/10/FERRARINI/70084

Éditions B42, Montreuil, 2026, 136 pages, 17 euros.

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Requalificação do cais da Foz de Odeleite avança com apoio do Fundo Ambiental

Os meses de janeiro e fevereiro deste ano ficaram marcados por tempestades e intempéries que causaram danos um pouco por todo o país, incluindo no concelho de Castro Marim. 

Para recuperar, o Município de Castro Marim assinou na segunda-feira, dia 21 de setembro, um acordo com o Governo português para requalificar o cais da Foz de Odeleite, com um financiamento de cem mil euros.

A requalificação do cais da Foz de Odeleite inclui a regularização e beneficiação do acesso e da infraestrutura ribeirinha, a melhoria das condições de circulação e segurança para utilizadores, serviços de manutenção e meios de emergência e Proteção Civil.

Através destas intervenções, pretende-se valorizar as condições de acesso e fruição da frente ribeirinha do rio Guadiana, beneficiando cerca de 700 pessoas.

Este contrato-programa entre o Fundo Ambiental, a Agência Portuguesa do Ambiente e o Município de Castro Marim, faz parte do programa Territórios Resilientes – Intervenções de restabelecimento dos territórios ribeirinhos e das zonas costeiras, com o objetivo de executar as obras nas áreas afetadas por situações de cheia ou inundação.

A assinatura do acordo contou com a participação da Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.

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