Em Portugal prefere-se entupir o SNS com comparticipação de antidepressivos e suportar faturas milionárias em baixas médicas repetidas a criar uma política pública integrada de apoio à menopausa.
A questão de Taiwan não pode ser reduzida a uma disputa territorial distante. Nenhum povo deve ver o seu futuro decidido pela ameaça ou pelo uso da força.
Num debate que se julgava encerrado do ponto de vista da liberdade de expressão, vem a entidade reguladora sugerir que uma das partes do debate representa um perigo especial para população mais jovem.
o PS tem de continuar a combater bravamente as ideias do Chega e a política de um Governo que falha diariamente à população. Mas deve acrescentar a isso a elevação própria de quem estabelece pontes.
A Lei n.º 59/2026 entrou em vigor a 1 de setembro. Mais de um mês depois, várias medidas continuam dependentes de regulamentação ou de soluções técnicas.
Quando permitimos que as instituições se encontrem numa zona cinzenta estamos a contribuir para burocratizar o sistema e a dificultar a vida às empresas e as pessoas.
Num espaço onde todos competem pela nossa atenção, talvez uma das competências democráticas mais importantes seja saber e ter ferramentas para avaliar argumentos.
Uma Direita que transforma dirigentes partidários em figuras intocáveis, e a discordância em motivo de suspeita acaba por comprometer a formação daqueles que um dia deveriam renovar o seu pensamento.
Não se trata de pobreza. Trata-se de uma classe média que mantém hábitos, gostos, qualificações e expectativas de conforto, mas cuja base económica se tornou progressivamente mais frágil.
Uma política do medicamento não se pode medir só pelo que se poupa. Para o doente, a poupança só faz sentido se não atrasar o acesso a um tratamento melhor.
Dois séculos depois, Torres Vedras voltou a especializar-se em invasões, apenas mudou o regulamento. Agora, os invasores são recebidos com música, comida e vinho.