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Copa do Brasil Feminina: Bahia vence São Paulo pelas quartas de final

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O Bahia saiu na frente do São Paulo pelas quartas de final da Copa do Brasil Feminina. Na noite desta sexta-feira (16), as Mulheres de Aço venceram as Soberanas, atuais campeãs brasileiras, por 2 a 1 no Batistão, em Aracaju, no jogo de ida do confronto.

A partida de volta está marcada para a próxima quarta-feira (21), às 19h (horário de Brasília), no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP). O Tricolor baiano tem a vantagem do empate para chegar, pelo segundo ano seguido, às semifinais. As paulistas precisam ganhar por, ao menos, dois gols de diferença para avançarem no tempo normal.

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O duelo reuniu jogadoras que estiveram na última data-Fifa, nome dado ao período voltado a jogos entre seleções. As goleiras Yanne (Bahia) e Carlinha e as zagueiras Carol Gil e Tayla (as três últimas do São Paulo) representaram o Brasil em amistosos contra a Argentina - que contou com a meia Maricel Pereyra, das Soberanas. A equipe paulista ainda teve a zagueira Camila Barbosa defendendo o Paraguai diante de El Salvador.

No primeiro tempo, o Bahia esbanjou eficiência para abrir vantagem diante do campeão brasileiro. Aos nove minutos, a volante Ángela Gómez foi acionada na área pela atacante Roqueline e dividiu com Carol Gil. A bola subiu e encobriu Carlinha, colocando as Mulheres de Aço na dianteira.

O São Paulo balançou as redes aos 20, com Aline Milene sendo lançada desde antes do círculo central por Serrana e finalizando, livre, na saída de Yanne. A meia, porém, estava em posição irregular e o gol foi anulado por impedimento.

Aos 38 minutos, as donas da casa ampliaram a vantagem. A zagueira Isa Fernandes foi para o ataque, tabelou com Gómez, invadiu a área e bateu no canto de Carlinha. Desde a derrota por 3 a 0 para a Ferroviária, há quase dois meses, pelo Campeonato Paulista, quando atuou com reservas, as Soberanas não sofriam dois gols na mesma partida.

O Tricolor paulista voltou melhor do intervalo. Aos dois minutos, a atacante Isa abriu na direita com Serrana, na linha da área. A meia - que atuou como lateral no lugar de Bruna Calderan (que trata fraturas na mandíbula) - cruzou na cabeça de Kesia Senna, que tinha acabado de entrar. A atacante mandou para as redes.

O empate não saiu aos 37 minutos por um detalhe. A atacante Mylena Carioca - outra que entrou na volta do intervalo - foi lançada por Kesia Senna e encobriu Yanne na saída da goleira. A bola, que estava indo para o gol, quicou em uma falha do gramado, mudou de direção e acabou parando na trave, a tempo da zagueira Tchula tirar o perigo.

Mesmo após a expulsão do técnico Thiago Viana por reclamação, as campeãs brasileiras pressionaram em busca do empate, parando - assim como em boa parte do jogo - em defesas de Yanne. Na melhor oportunidade, aos 40, Mylena Carioca buscou o ângulo esquerdo em chute da entrada da área, mas a goleira do Bahia, com a ponta dos dedos, garantiu o triunfo das anfitriãs.

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Argentina Abstains on UN Colonialism Vote Despite Malvinas Rhetoric

The Milei government’s stance on colonialism in a UN vote clashes with its recent rhetoric about the British-occupied Malvinas Islands. Photo: UN.

Argentina’s delegation at the United Nations abstained from a resolution aimed at eradicating modern forms of colonialism, siding with the Trump administration and undercutting President Javier Milei’s recent demands over the British-occupied Malvinas Islands.


The vote took place in the Fourth Committee of the General Assembly. The measure, presented by the Russian Federation, sought to ratify and reinforce the goals of Resolution 1514, the landmark text approved in 1960 that declared colonialism incompatible with the UN Charter and fundamental human rights.

Argentina’s diplomatic delegation chose to stand aside rather than endorse the initiative. The move placed the Milei government in line with the position promoted by the White House, which pressed allied governments to abstain.

RELATED: Argentine President Milei Toughens Malvinas Claim at UNGA

The resolution passed anyway. Delegates recorded 85 votes in favor, 49 against and 23 abstentions, sending the text to the full General Assembly for consideration.

The alignment extended beyond Buenos Aires and Washington. Chile, Costa Rica, Colombia, Guatemala, Honduras, Peru and Paraguay joined the abstention, a bloc of right-leaning regional governments that followed the U.S. lead.

On the other side, Brazil, Mexico, South Africa and India voted in favor. Their support reaffirmed the global backing for territorial integrity and decolonization processes, and set up a sharp divide within Latin America itself.

The Russian draft went further than the 1960 declaration. It extended the concept of colonialism to cover unilateral coercive measures and the economic and financial sanctions promoted by Washington around the world, a provision that made the vote a direct test of alignment.

The UN General Assembly’s Fourth Committee approved the draft resolution “Addressing contemporary forms of colonialism” by 85 votes in favour, 49 against, with 23 abstentions. Sponsored by Russia, China, Iran, Cuba, Belarus, Palestine and others, it recognizes colonialism in… pic.twitter.com/MqgQfoMhME

— Digital Debate (@digdebate) October 16, 2026

Malvinas Contradiction Deepens

The abstention collides with the rhetoric Milei has used on Malvinas, the archipelago occupied by Britain since 1833. His government has campaigned publicly for the defense of sovereignty and demanded sanctions against oil companies operating on that Argentine soil.

The contrast sharpened in September, when the Argentine President addressed the General Assembly. There he read extended passages demanding the eradication of colonialism and stated plainly that the principle of self-determination “exists to liberate colonized peoples, not to enshrine situations derived from colonization.”

Those words sit uneasily with the vote his own diplomats just cast, or chose not to cast. The abstention, in effect, withheld support from a document that echoes the very argument Milei delivered from the rostrum.

The domestic reaction was immediate. Carlos Bianco, the government minister for Buenos Aires province, called the abstention an irresponsible act against a historic national cause. “The Malvinas question deserves a diplomacy that does not kneel. Abstaining in the face of colonialism is not just an embarrassment, it constitutes an act of irresponsibility. The Malvinas question must once again be defined by Argentines. And it will be,” Bianco wrote on social media.

The episode exposes a tension running through the Milei administration’s foreign policy. It has embraced Washington as its principal ally while maintaining, at least in public speeches, a sovereignty claim that Washington’s abstention strategy directly undercuts.

Milei dice que quiere recuperar Malvinas. En la ONU, la Argentina se abstuvo de votar contra el colonialismo.
Hace dos semanas, esa misma delegación decía que Malvinas es una situación colonial.
Sobran las contradicciones. No tienen política exterior propia y desprecian al país… pic.twitter.com/I5cYaXCbvp

— Francisco Cafiero (@FranCafiero) October 16, 2026

Text reads: “Milei says he wants to take back Malvinas. At the UN, Argentina abstained from voting against colonialism. Two weeks ago, that same delegation said that Malvinas are a colonial situation. The contradictions abound. They have no foreign policy of their own and despise the country they govern.”

Argentina’s historic position on Malvinas has long drawn broad support across Latin America and the developing world, precisely the coalition that voted in favor of the resolution Buenos Aires declined to endorse.

The measure now moves to the plenary, where the same fault lines are likely to reappear. What Argentina does there will reveal whether the abstention was an isolated calculation or a settled posture. For now, the vote leaves a record that is hard to reconcile: a government that speaks of liberating colonized peoples, yet declines to vote for a resolution doing exactly that.

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Gobierno de Milei se suma a EE.UU. en abstención sobre colonialismo en la ONU

El posicionamiento del Gobierno de Milei sobre el colonialismo en una votación en la ONU choca con su reciente retórica en torno a las islas Malvinas, ocupadas por Gran Bretaña.
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El pueblo elige y los recursos lo siguen, así funciona la consulta popular en Venezuela

Más de la mitad de los recursos va al poder popular, por encima de Gobernaciones y Alcaldías. El domingo, más de 5.400 comunas eligen entre 37.000 proyectos. Desde Pariaguán, una productora cuenta cómo su comunidad decide en asamblea qué obra construir.
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Falhas na plataforma de vacinação preocupam enfermeiros

Interrupções frequentes, erros de registo e impossibilidade de consultar históricos vacinais. A ASPE já enviou uma denúncia formal aos SPMS, que não respondeu.

© JOSÉ COELHO/LUSA

Entre os riscos identificados encontram-se a convocatória de utentes já vacinados e a possibilidade de administração duplicada, alertou a estrutura sindical
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Manaus é capital com maior poluição atmosférica do país nesta sexta

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Manaus voltou a registrar a pior qualidade do ar entre as capitais brasileiras na manhã desta sexta-feira (16) por causa da fumaça provocada por queimadas.

Por volta das seis horas da manhã, a plataforma internacional IQAir registrou índice de qualidade do ar de 167, classificado como insalubre. Com isso, a capital amazonense voltou ao primeiro lugar no ranking de capitais com maior poluição atmosférica do país, após ter apresentado melhora nos índices no dia anterior.

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O sistema eletrônico de vigilância ambiental da Universidade do Estado do Amazonas também apontou agravamento da situação. Na maior parte da cidade, a qualidade do ar variava entre as categorias muito ruim e péssima.

No bairro Aleixo, na zona centro-sul, a concentração de partículas chegou a 139,6 microgramas por metro cúbico, considerado péssimo. Já no bairro Tarumã, na zona oeste, o índice era de 39 microgramas por metro cúbico, considerado moderado.

Por causa da piora da qualidade do ar, as aulas presenciais da rede municipal de ensino foram suspensas nesta sexta-feira como medida preventiva para reduzir a exposição de alunos e profissionais da educação à fumaça.

A Universidade do Estado do Amazonas também suspendeu as aulas e as demais atividades acadêmicas presenciais em todas as unidades, na capital e no interior, durante os três turnos. Na universidade, parte das atividades administrativas passou a ser realizada remotamente.

Saúde

A fumaça que atinge Manaus é resultado de queimadas no interior do Amazonas e em estados vizinhos, como Rondônia, Pará e Mato Grosso. As partículas liberadas pelo fogo podem permanecer suspensas no ar por vários dias e ser transportadas pelo vento por longas distâncias. A falta de chuvas também contribui para a permanência dos poluentes na atmosfera.

O avanço das queimadas levou o governo federal a reforçar o monitoramento dos impactos sobre a saúde da população amazonense.

Segundo o Ministério da Saúde, 12 municípios já foram identificados como necessitados de algum tipo de apoio nos serviços de saúde. Equipes da Força Nacional do SUS, em articulação com as autoridades sanitárias do estado e dos municípios, realizam diagnóstico da situação da rede de atendimento.

O Ministério da Saúde também avalia o consumo e a capacidade de fornecimento de oxigênio nas unidades de saúde, incluindo os distritos sanitários especiais indígenas. O objetivo é preparar a rede para eventuais emergências e garantir a disponibilidade de insumos essenciais.

Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças pré-existentes estão entre os grupos que exigem maior atenção, já que a exposição à fumaça pode agravar problemas respiratórios e cardiovasculares.

No combate aos incêndios, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que extinguiu 303 focos de incêndio no Amazonas desde o início das operações.

Para reforçar o trabalho, 11 aeronaves foram disponibilizadas, entre aviões de combate direto ao fogo, helicópteros e uma aeronave de apoio logístico. Entre os equipamentos, estão seis aviões Air Tractor e um avião KC-390 mobilizado pelo Ministério da Defesa para o lançamento de grandes volumes de água.

No dia 10 de outubro, o governo do estado decretou situação de emergência em cerca de 36 municípios por causa das queimadas.
 

Ouça na Radioagência 


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Governo monitora saúde de amazonenses em locais afetados por queimadas

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O Ministério da Saúde vem monitorando os impactos das queimadas na saúde dos amazonenses e sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) na região. 

A medida ocorre depois que o governo do Amazonas decretou situação de emergência em 36 municípios, no último dia 10, em razão dos incêndios florestais.

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A pasta atua em conjunto com o governo estadual e dos municípios afetados pela estiagem severa, fogo e fumaça, com a realização de visitas técnicas e apoio à gestão.

O objetivo é articular medidas preventivas para manter o abastecimento de insumos essenciais para assistência à saúde da população local.

Até o momento, foram identificados 12 municípios que necessitam de algum tipo de suporte nos serviços de saúde.

Público alvo

Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças preexistentes estão entre os grupos que demandam atenção especial.

A atuação também considera os cuidados necessários diante da exposição à fumaça, que pode agravar doenças respiratórias e cardiovasculares.

Abastecimento de oxigênio

O Ministério da Saúde avalia o consumo de oxigênio nos territórios, incluindo os distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs).

Pela lógica de descentralização do SUS, compete ao gestor local administrar a rede de saúde de seu território, o que inclui a compra, o controle de estoques e a logística de insumos e medicamentos.

No entanto, para garantir a assistência respiratória à população, em eventuais em situações de calamidade que coloquem vidas em risco, o Ministério da Saúde pode apoiar o abastecimento de insumos, como cilindros de oxigênio, por meio de seu poder de compra emergencial ou apoio logístico das Forças Armadas para garantir o reabastecimento.

Apoio federal

Paralelamente ao monitoramento dos impactos das queimadas sobre o SUS na região, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) segue atuando com operações de prevenção e combate aos incêndios florestais.

O órgão enviou o reforço de 290 brigadistas federais ao estado e conta com aeronaves do governo para ampliar as operações no estado.

Neste enfrentamento aos incêndios florestais, o governo federal levou ao Amazonas dois aviões KC-390 da Força Aérea Brasileira, que estão operação desde segunda-feira (13) e outras seis aeronaves foram mobilizadas— quatro aviões air tractor e dois helicópteros.

Segundo dados divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente na última quarta-feira (14), o Ibama extinguiu 303 focos no Amazonas.

Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), o Projeto de Combate a Incêndios e Desmatamento no Amazonas (ProAmazon) recebeu do governo federal, desde 2024, R$ 45 milhões para o estado do Amazonas equipar o Corpo de Bombeiros Militar especificamente para combater incêndios. A verba serve para aquisição de viaturas, compra de equipamentos de segurança e estruturação de bases de operação.

 

 

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Capítulo Venezuela de la FDIM exige libertad del presidente Maduro y la diputada Cilia Flores

Organizaciones de la Federación Democrática Internacional de Mujeres (FDIM) manifiestan que el proceso judicial en los EE.UU. transgrede la inmunidad parlamentaria de Flores y vulnera tratados internacionales que la amparan
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Focos de incêndio no Amazonas diminuem após ação de força-tarefa

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Mais de 300 focos de incêndio florestal foram extintos, nos últimos cinco dias, pelas equipes da força-tarefa que atuam no combate às chamas que atingem o Amazonas.

Após o pico de 494 novos focos, no dia 10 de outubro, o estado registra nesta sexta-feira (16) 188 focos de incêndio, segundo o painel Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

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De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, atuam na força-tarefa 330 brigadistas em equipes coordenadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Também foram deslocadas para o estado 11 aeronaves, além de 32 veículos terrestres e oito embarcações.

Segundo o ministro do MMA, João Paulo Capobianco, ao focos resultam de ação humana intencional e as polícias Federal, Rodoviária Federal e Civil do Amazonas já investigam a origem dos incêndios.

Entenda

A diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, explica que quase a totalidade dos incêndios na Amazônia têm origem na ação humana.

“A única forma natural de ignição para incêndios na Amazônia são os raios, mas normalmente quando eles acontecem, está chovendo e a vegetação está úmida, então é muito difícil carregar um fogo, tem que ter uma condição muito especial”, explica.

Em regra geral, o uso do fogo na vegetação é proibido pela legislação brasileira, salvo em exceções previstas em lei, como a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que exigem autorizações e condições legais.

O período de estiagem na Amazônia, de agosto até novembro, é quando a vegetação fica mais propensa a propagação do fogo, por isso historicamente é o período em que a região mais sofre com incêndios florestais. Neste ano, no entanto, o dado aumentou pois a base de comparação em 2025 teve redução dos focos.

“Ano passado foi o ano que a gente menos teve fogo na Amazônia como um todo, na série histórica. Então, neste ano a gente teve um aumento, mas esse aumento, quando a gente compara com os meses de agosto a outubro de outros anos, a gente teve anos anteriores com muito mais fogo”, explica Ane Alencar.

El Niño

A atuação de um super El Niño em 2026 agrava ainda mais a situação dos incêndios em toda a região amazônica. O fenômeno se caracteriza pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical e torna os volumes de chuvas irregulares.

Para Ane Alencar, todos esses fatores contribuíram para que os focos de incêndio aumentassem:

“A gente está tendo um momento da influência do El Niño, em uma região onde passamos por um período em que o fogo tende à propagação. E, eu não sei se é uma coincidência ou não, mas as pessoas começaram a usar mais o fogo depois das eleições.”

Grilagem

As imagens de satélite analisadas pela pesquisadora mostram que, nos 19 municípios próximos a Manaus, onde estão concentrados os focos, são áreas de floresta – seja floresta alagada, seja floresta de terra firme –, em terras públicas ainda não destinadas a cumprir função socioambiental.

“Então, aí tem um indício forte de grilagem que pode estar incentivando esse processo de geração desses focos”, explica.

A pesquisadora Ane alerta que nos próximos meses é preciso controlar ainda mais novas fontes de ignição, porque a região estará mais seca e os efeitos do El Niño estarão mais intensos.

“A gente começa a sentir os efeitos do El Niño a partir de agora, nessa região centro-norte da Amazônia. Então, a partir de agora, essa região de Manaus, de Santarém, do nordeste paraense, do norte do Maranhão, Amapá, Roraima, todas essas áreas vão sofrer bastante”, conclui.

Saiba mais sobre a situação da qualidade do ar em Manaus no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

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“Vorrei l’orsacchiotto con gli occhiali”, anabolizzanti e droga nascosti nei peluche: sequestrate oltre 400mila dosi e 16 indagati

Peluche, frullatori e confezioni dall’aspetto innocuo per nascondere farmaci dopanti e stupefacenti. È il sistema che, secondo gli investigatori, sarebbe stato utilizzato da un’organizzazione al centro di un’inchiesta coordinata dalla Procura di Bolzano e condotta dai carabinieri del Nas di Trento. L’indagine, avviata nel 2024, ha portato a perquisizioni nelle province di Napoli, Caserta, Pavia e Milano e al sequestro di oltre 400mila dosi. Sono 16 le persone indagate: 15 residenti in provincia di Napoli e una in provincia di Pavia. Undici di loro sono destinatarie di una richiesta di misure cautelari in carcere o ai domiciliari. Gli indagati hanno ricevuto avvisi per essere sottoposti a interrogatorio di garanzia.

Al centro dell’inchiesta ci sarebbero due nuclei familiari, uno composto da quattro persone e l’altro da due, che con l’aiuto di una decina di collaboratori avrebbero gestito le spedizioni quotidiane delle sostanze in Italia e all’estero. I carabinieri hanno eseguito 17 decreti di perquisizione, uno dei quali nei confronti di una persona che al momento non risulta indagata. Alle operazioni hanno partecipato anche i Nas territorialmente competenti, i militari dell’Arma locale e le sezioni anticrimine e criptovalute di Roma.

Il principale deposito individuato dagli investigatori si trovava in provincia di Napoli, in un grande garage nella disponibilità di uno degli indagati. Al suo interno erano custoditi 560 pacchi già pronti per essere spediti, contenenti anabolizzanti e stupefacenti. Il valore delle sostanze sul mercato al dettaglio è stato stimato in almeno 30 milioni di euro. Per rendere meno riconoscibile il contenuto, i prodotti sarebbero stati nascosti in confezioni apparentemente destinate a contenere giocattoli per bambini, articoli di bellezza e oggetti per la casa. Tra gli esempi emersi dall’indagine ci sono peluche e frullatori economici usati per occultare le pasticche.

Anche gli ordini avrebbero seguito un codice per dissimulare la natura della merce. In alcuni messaggi, la richiesta di sostanze sarebbe stata camuffata con frasi come “Devo fare il regalo di compleanno a mio figlio, vorrei l’orsacchiotto con gli occhiali”. La gestione delle spedizioni e dei pagamenti avrebbe sfruttato sistemi difficili da tracciare. Secondo gli inquirenti, gli indagati utilizzavano un’applicazione di messaggistica anonima, sviluppata da un hacker proprio per agevolare il traffico, e ricorrevano anche alle criptovalute, compresi i bitcoin. In alcuni casi il denaro sarebbe stato trasferito attraverso pacchi con mittenti e destinatari fittizi, nei quali venivano nascosti contanti. Gli investigatori stimano in circa 8 milioni di euro i profitti illeciti generati dal traffico.

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Universitários: 33% ponderaram sair por motivos económicos

Entre 275 estudantes da academia do Porto, um terço revelou ter ponderado sair ou não ingressar no ensino superior. Custo da habitação é apontado como motivo central.

© ESTELA SILVA/LUSA

O estudo de opinião foi promovido pela Federação Académica do Porto e realizado no início deste ano letivo 2026-2027
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Brazil Launches Crackdown on Suspected Amazon Arson Network

Amazon rainforest fires in Amazonas, Brazil, as firefighters tackle blazes and smoke worsens air pollution in Manaus.

Brazil deploys 300 firefighters as a surge in fires worsens air pollution in Manaus and investigators probe suspected organized arson.


Brazil has launched joint operations to track down those suspected of deliberately setting fires in the Amazon rainforest, as a sharp rise in blazes blankets Manaus with toxic smoke and pushes air pollution to critical levels for the city’s 2.3 million residents.

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Authorities suspect an organized network is deliberately destroying native vegetation in preserved forest areas to facilitate the illegal seizure of public land, Environment Minister João Paulo Capobianco said at a news conference Wednesday. Investigators are working to identify and prosecute both those who set the fires and those suspected of directing them.

Capobianco described the situation as an “impressive display of deliberate action.” He and Jair Schmitt, head of Brazil’s environmental protection agency Ibama, cited reports of people throwing fuel-filled bottles from moving vehicles along roads and repeatedly reigniting fires in areas where firefighters had already extinguished them.

The scale of the fires has escalated sharply. Amazonas state recorded 1,608 fire hotspots in the first part of October, already exceeding the 874 registered throughout October 2025, according to Brazil’s National Institute for Space Research (INPE).

September saw more than 3,700 hotspots, four times the number recorded a year earlier. Fires burned 291,060 hectares that month, 38.8% above the historical average, according to official data.

In October, the area affected has approached 220,700 hectares, 249% above the usual level, according to the Federal University of Rio de Janeiro’s Laboratory for Environmental Satellite Applications.

The government has deployed 11 aircraft and approximately 300 firefighters to the hardest-hit areas. Difficult terrain and adverse weather conditions have complicated efforts to contain the blazes. Authorities have also warned that extreme drought and high temperatures associated with El Niño are accelerating the spread of fires across northern Brazil.

Smoke from fires in Amazonas and Pará states has engulfed Manaus, where air quality has deteriorated to critical levels. Concentrations of fine particulate matter known as PM2.5 have exceeded the maximum levels recommended by the World Health Organization, increasing the risk of acute respiratory problems, particularly among children, older people and those with pre-existing medical conditions.

The Civil Police of Amazonas has opened 120 investigative proceedings into suspected environmental offenses. Investigators are using thermal drones and conducting continuous ground patrols to gather evidence and identify those responsible.

The investigations come as Brazil prepares for a presidential runoff on Oct. 25 between incumbent Luiz Inácio Lula da Silva and opposition senator Flávio Bolsonaro, who received the most votes in the first round. Asked whether the fires could be politically motivated to undermine Lula’s candidacy, Capobianco said investigators were examining that possibility but stressed that the theory had yet to be substantiated.

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“Non è un mostro, dovrà assumersi le sue responsabilità”, la madre di uno dei ragazzi denunciati per il caso della minicar nera

Il giorno dopo lo choc, la delusione e le preoccupazioni per una persona che ora è ricoverata in terapia intensiva, è il momento della riflessione e delle scuse. “Mio figlio dovrà assumersi le sue responsabilità, ma non è un mostro. Vorrei parlare con la mamma di Davide Iacopini e chiederle scusa” dice in un’intervista a Repubblica, la mamma di uno dei due ragazzi che con la minicar nera sono stati autori di aggressioni pericolosissime. Si tratta minorenne seduto sul lato del passeggero di quella macchinina nera che ha seminato il panico a Roma nel quartiere Monteverde (la vittima più grave è l’attore Davide Iacopini, ancora ricoverato in ospedale).

“Quella minicar non è nostra, una minicar non possiamo permettercela, ma ricchi o poveri non ti salvi da quel che la vita ti sbatte in faccia. Mio figlio era su quell’auto, da martedì notte purtroppo lo so e ora dobbiamo farci i conti. Ho visto mio figlio diverso, l’ho visto piangere. Si è portato, insieme al suo amico, un peso che non ha avuto il coraggio di raccontare. Ma io sono la madre: lo sentivo come respirava dentro – prosegue nella lunga intervista – Ho passato tutta la notte con lui, a parlargli, a capire. Mio figlio mi ha chiesto: ‘Si può credere che Dio faccia un miracolo? Io non lo so come si prega, aiutami a pregare per aiutare quell’uomo”. I due ragazzini, interrogati, hanno confessato le aggressioni dicendo che lo avevano fatto per gioco, perché si annoiavano nel giorno del compleanno di uno dei due.

“Non volevano dare nessuna bastonata, mio figlio mi ha raccontato che nelle loro intenzioni doveva essere uno scherzo: spaventare i passanti”. E aggiunge: “Non dovevano farli quegli scherzi, non dovevano. In quel momento non hanno capito che fosse grave. Dopo aver letto cos’era successo, si sono terrorizzati”. Nell’intervista spiega che il suo è “un figlio della società di oggi, dei cellulari, dei social. Ho cresciuto lui e suo fratello affrontando difficoltà enormi, cercando di trasmettere loro dei valori. La mattina esco alle 5 per andare a lavorare ma sono stata presente, li ho ripresi, ho combattuto contro i loro errori, anche quando sarebbe stato più semplice voltarmi dall’altra parte. Non sono una madre perfetta e non pretendo di esserlo. Ma non accetto l’idea che ogni errore di un figlio sia automaticamente la prova del fallimento dei suoi genitori. I nostri figli crescono dentro una società, non soltanto dentro una famiglia. E tutti dovremmo interrogarci sul mondo che stiamo consegnando loro”.

E conclude: “Vorrei che Davide tornasse alla sua vita. È questo che desidero più di ogni altra cosa. Spero di incontrarlo per chiedere scusa anche a lui. Riguardo a mio figlio, invece, so che dovrà affrontare le conseguenze delle sue azioni. Io non posso cancellare quello che è successo, ma posso continuare a educarlo, anche attraverso questo dolore. Perché essere madre non significa difendere sempre un figlio. A volte significa avere il coraggio di metterlo davanti alle proprie responsabilità“.

Intanto verranno inviati in giornata alla Procura dei minori di Roma gli atti dell’indagine relativa alle aggressioni all’attore Davide Iacopini e ad altre cinque persone. L’incartamento, coordinato dal sostituto procuratore Ambrogio Cassiani che ha delegato le indagini ai carabinieri, verrà trasmesso ai colleghi di via dei Bresciani. A quel punto la Procura minorile, dopo la formale apertura di un fascicolo, potrebbe convocare gli indagati reo confessi per ascoltarli o, alla luce di quanto raccolto a piazzale Clodio, disporre un’eventuale misura cautelare a loro carico. Non è esclusa, inoltre, una terza opzione, ossia la richiesta agli investigatori di ulteriori accertamenti.

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Governo investiga se há organização por trás dos incêndios no Amazonas

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As equipes da força-tarefa que atuam no combate aos incêndios que atingem o Amazonas já abriram, até o momento, 120 Termos Circunstanciados de Ocorrência, procedimentos investigatórios que servem para apurar possíveis condutas criminosas.

Durante entrevista coletiva em Manaus nesta quarta-feira (14), o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, voltou a afirmar que os focos de incêndio tiveram como origem ação humana e garantiu investigação para identificar os responsáveis. 

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“Vamos iniciar uma ação forte de investigação para identificar quem está operando esse conjunto enorme de incêndios e verificar se há uma organização por trás disso. E vamos punir aqueles que forem identificados de forma exemplar para que não fique na região uma sensação de impunidade", disse.  

As investigações estão a cargo das polícias Federal, Rodoviária Federal e Polícia Civil do Amazonas, atuando com outras forças de segurança. O ministro lembrou de situações similares de incêndios criminosos ocorridos em 2024, quando houve o chamado “Dia do fogo”, quando foram registrados mais de dois mil incêndios simultâneos, em São Paulo e no Pará. 

“Existe uma suspeita de ação organizada. Por isso, além de todos os que estão aqui, todas as investigações, também temos a participação da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência, para verificar se está se repetindo aqui o que ocorreu em outro momento no chamado ‘Dia do Fogo”, completou.

Os responsáveis por provocar incêndios florestais estão sujeitos a multas administrativas de R$ 5 mil a R$ 10 mil por hectare ou fração, conforme o enquadramento da infração, além do embargo das áreas atingidas, apreensão de equipamentos e responsabilização criminal, que poderá resultar em prisão.

Os incêndios no Amazonas têm gerado enormes nuvens de fumaça e diversas cidades do estado tiveram que suspender atividades. Em Manaus, a situação crítica na qualidade do ar levou à suspensão das aulas presenciais na rede municipal de ensino, em unidades da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e no campus Manaus Zona Leste do Instituto Federal do Amazonas (Ifam).

"A população de Manaus foi tremendamente prejudicada e está sendo tremendamente prejudicada. Há uma destruição ambiental em curso e nós precisamos punir os responsáveis porque são incêndios criminosos”, afirmou.

Redução 

Capobianco também falou sobre o reforço nas equipes que atuam no combate às queimadas e disse que já há uma redução perceptível nos incêndios, mas que ainda é cedo “para comemorar”.

“Nós temos dados positivos. Não podemos comemorar, porque ainda temos uma situação grave, ainda tem muita fumaça, mas houve uma redução nos eventos de queimadas e de incêndios. Portanto, nós temos um movimento positivo e há um indicativo de redução de novos focos”, afirmou.

Questionado a respeito da fumaça em Manaus, o ministro afirmou que a expectativa é que a qualidade do ar melhore nos próximos dias, mas que a situação depende dos ventos da região.

“Há uma certa convergência de forças de ventos para a região de Manaus. É um fenômeno meteorológico sobre o qual nós não temos controle. Nós estamos combatendo intensamente, reduzimos muito os incêndios mais próximos da capital. Mas nós ainda temos incêndios mais distantes, que estão trazendo fumaça para Manaus. Nós esperamos que isso possa reduzir”, disse.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), desde o início da temporada de incêndios florestais, já foram extintos 292 incêndios no Amazonas, mas que ainda há outros 08 incêndios ativos no estado.

O governo Federal disponibilizou 11 aeronaves para as operações no Amazonas, das quais seis são utilizadas no combate direto aos incêndios florestais, com capacidade para lançamentos rápidos de água.

Também foi enviado para o estado um avião KC-390, empregado no lançamento de água em grandes volumes; três helicópteros para lançamento de água e transporte de brigadistas e equipamento, especialmente úteis em áreas de difícil acesso; e uma aeronave Caravan para apoio logístico.

Além disso, 290 brigadistas já atuam em campo e outros 40 brigadistas federais estão em deslocamento para reforçar as operações de combate aos incêndios florestais na região.

No domingo (11), Capobianco e o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, sobrevoaram o estado e identificaram a presença de fogo em áreas florestais de difícil acesso.

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Localização da central de biomassa em Tresminas gera contestação da população

VTM

A iniciativa pretende aproveitar os recursos florestais locais para produzir energia renovável e assegurar o aquecimento de habitações e edifícios públicos, promovendo soluções energéticas sustentáveis em zonas rurais. A reunião permitiu também discutir alternativas para a localização da central, depois de os habitantes terem manifestado oposição à instalação prevista ao lado da junta de freguesia.

Em declarações à VTM, a presidente da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar, Ana Rita Dias, referiu que a reunião teve como finalidade esclarecer a forma de execução do projeto e procurar alternativas para a instalação da caldeira, procurando responder às preocupações dos residentes sem comprometer a concretização da candidatura. “A população não querendo que fique aqui a caldeira, está a tentar perceber qual é outra solução dentro do projeto que está em execução”.

A autarca revelou também que o projeto foi lançado em 2023 e pretende assegurar, numa primeira fase, o aquecimento de oito habitações e de dois edifícios públicos, entre eles a junta de freguesia e o Centro Interpretativo de Tresminas.

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