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11h. Já arrancaram as manifestações em Coimbra e no Porto.

A manifestação em Lisboa tem inicio marcado apenas para as 14h30, com início no Cais do Sodré e fim na praça do Rossio. Ainda, PR defende que ninguém deve viver sem habitação,

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A privatização da TAP vem com aeroporto na mala?

A venda de metade da companhia aérea traz na bagagem a promessa de uma nova pista. Ainda, a acumulação de detritos nas ruas serve de pretexto para apontar o dedo ao sistema Volta.

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Seguro defende que UE deve refletir sobre fim da unanimidade

Seguro destacou a necessidade de a Europa "decidir no tempo certo", para ser "mais competitiva e mais autónoma" num mundo cada vez mais "acelerado", no final do encontro do Grupo de Arraiolos.

© ZIGA ZIVULOVIC/EPA

Para António José Seguro a regra da unanimidade na União Europeia "está a fazer com que, nalgumas áreas, a Europa ande mais lentamente"
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18h. PM revela plano europeu para a crise energética

Luís Montenegro diz há um consenso no Conselho Europeu para enfrentar as dificuldades. Ainda, António José Seguro defende que a UE deve ponderar deixar cair a regra da unanimidade.

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Ventura espera veto do Presidente se lei do TdC for aprovada

A nova lei que o parlamento aprovou nesta semana obriga o TdC a ilibar o ministro da Administração Interna das infrações financeiras. Ventura apela a que PS e PSD votem na rejeição da lei.

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

André Ventura reuniu-se, em Bruxelas, com líderes dos Patriotas pela Europa
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Habitação. Seguro: Europa arrisca-se a perder a confiança

Na sua intervenção na sessão plenária do 21.º encontro do Grupo de Arraiolos, na Eslovénia, o chefe de Estado afirmou que a Europa "tem de demonstrar que sabe transformar os esforços em resultados".

© Paolo Giandotti HANDOUT/EPA

Para facilitar a tomada de decisões, Seguro defendeu a necessidade de a UE revisitar a regra da unanimidade exigida em vários domínios da política comunitária
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Seguro defende mais integração política da Europa

Chefe de Estado defendeu a necessidade de "uma melhor cooperação e mais integração política", nomeadamente no que diz respeito à habitação, energia, segurança, defesa, tecnologia e à crise social.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

"É nosso dever fazer uma nova Europa, uma Europa mais forte para as novas gerações", concluiu Seguro
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Lula defende redução da maioridade penal para crimes hediondos

Candidato à reeleição, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de sabatina no Jornal Nacional (TV Globo) nesta quinta-feira (15) e defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos.

Lula disse ser favorável à discussão sobre o assunto no Congresso Nacional após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

“Meu pensamento, enquanto cidadão, eu sou a favor de reduzir a maioridade penal para todo e qualquer crime hediondo. Mas a PEC não estava discutindo isso. Eu sou favorável a reduzir para 16 anos, mas não nessa PEC. Aprova a PEC e aí discute isso”, afirmou o candidato, em resposta à jornalista Renata Lo Prete.

O texto da PEC, que passou pela Câmara dos Deputados, ganhou celeridade no Senado após aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sem alterações, e está pronto para ser votado em plenário em dois turnos. Não há, no entanto, previsão para que isso ocorra. A oposição tenta incluir uma emenda reduzindo para 14 anos a maioridade penal para crimes hediondos.

Segurança pública

Lula defendeu a aprovação da PEC para garantir a participação da União na segurança dos estados. Segundo o candidato à reeleição, os estados “não tiveram competência” para entregar segurança ao cidadão.

Ele afirmou que, após a aprovação da PEC, poderá criar o Ministério da Segurança Pública, definir o papel das polícias e evitar a ação dos bandidos de dentro da cadeia.

“Precisamos asfixiar o crime organizado para libertar os territórios dos bandidos em todo o país”.

Economia

Perguntado sobre a dívida pública, dívida contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do Governo Federal, Lula defendeu o crescimento do país através do investimento na renda dos mais pobres.

“Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos, é pobreza, e pouco na mão de muitos, é riqueza. O que faz a economia do Brasil crescer é a microeconomia, é fazer o dinheiro rodar na mão do povo, disse.

Lula afirmou ainda que neste último governo o Brasil passou de 12ª economia do mundo para a décima, investindo em políticas para população mais humilde.

“Toda vez que alguém quer resolver o problema fiscal, o povo pobre paga. E eu não quero que o povo pobre pague. A forma de fazer crescer a economia não é cortar do pobre”.

Ele ainda defendeu o reajuste em 15% no Bolsa Família. Segundo ele, o reajuste não foi feito antes porque ele não sabia do problema.

“Eu fiquei sabendo que não tinha sido aumentado. E tomei a decisão de aumentar o valor para as pessoas porque tinha espaço fiscal”.

O candidato do PT também lembrou da aprovação do fim da jornada 6x1 de trabalho, ocorrida ontem (14) no Senado, em uma pauta defendida pelo seu governo.

Mencionou a medida do governo anunciada esta semana para perdoar dívidas dos microempreendedores individuais (MEIs), entre outras providências, e prometeu tarifa zero no transporte público nos fins de semana.

EUA e Tarifaço

Questionado sobre as perdas econômicas com o tarifaço aplicado pelo governo dos Estados Unidos, Lula afirmou que o Brasil tem se saído bem na procura por outros mercados para compensar a redução no comércio com o país norte americano.

“O que me deixa tranquilo é que embora tenhamos tido queda de 9% na relação com os Estados Unidos, crescemos 20% com a China, 15% com a indonésia, 16% com a Alemanha. E batemos recordes de superávit comercial”, disse Lula.

Ele afirmou ainda que prefere negociar uma solução com o governo de Donald Trump, mas aplicar o princípio da reciprocidade não está descartado.

“Quem deve estar preocupado conosco são os Estados Unidos. Eu não quero aplicar a Lei da Reciprocidade, mas se tiver que fazer nós vamos. Eles têm mais a perder que a gente”.

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21h. TAP. PR diz que privatização total precisa de consenso

Chefe de Estado pede cautela na opção posta em cima da mesa pelo primeiro ministro e pela Lufthansa. Ainda, mais de mil manifestantes na Praça D. João I, no Porto, em novos protestos pela habitação.

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A carga policial no Porto foi uma intervenção proporcional?

O desmantelamento de tendas às três da manhã gera controvérsia na opinião pública. Aponta-se o incumprimento de regras e horários, criticando-se o excesso de força.

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A Lufthansa fica com os aviões e o Estado guarda as dívidas?

Os cofres públicos a guardar o buraco das dívidas de 3200 milhões e a TAP a voar para a Alemanha. Ter duas companhias públicas e continuar a pagar voos caros aos Açores é obra.

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A venda da TAP vai mesmo recuperar os milhares de milhões?

Privatização promete reaver investimento público até 2040. Desconto no IRS em novembro garante liquidez às famílias, mas gera custos de gestão para patrões antes do regresso das tabelas normais.

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Seguro deseja recuperação sólida ao Papa e espera visita

O Presidente da República desejou ao pontífice uma recuperação "sólida" após a operação ao pulmão. Vaticano confirmou diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar.

© VATICAN MEDIA/FOTOGRAFIA CEDIDA/VATICAN MEDIA

O Papa Leão XIV passou uma noite tranquila no hospital Gemelli, em Roma, após ter sido submetido a operação
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Seguro destaca tecnologias militares de duplo uso

O Presidente salientou a importância de desenvolver tecnologias com aplicação tanto em operações militares como na proteção civil. Têm sido testadas soluções para sistemas aéreos e terrestres.

© PAULO NOVAIS/LUSA

A cerimónia de encerramento começou com intervenções do ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo
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Proibir o Chega em Coimbra: democracia ou tiro no pé?

Ataques à maternidade de Rita Matias, o veto antidemocrático ao Chega em Coimbra e demissões no MAI. E ainda o metro a andar a passo de caracol. 

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Maioria aprova Seguro — exceto eleitores do Chega

Seis em cada dez aprova o desempenho de Seguro, que é o mais consensual dos políticos, mas é reprovado pelos eleitores do Chega. Barómetro dá conta de reação dos portugueses à subida do custo de vida.

© MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

Seguro é aprovado por seis em cada dez portugueses
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António José Seguro transformou-se na Rainha de Inglaterra?

Seguro continua popular, mas apanha da esquerda à direita. Estará a virar figura decorativa? E ainda, o duelo de alemães e franceses pelos 44,9% da TAP, Greta Thunberg em Paris e a Netflix no Mundial.

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