Incêndio destrói gigante alimentícia e donos abrem vaquinha de R$ 5 milhões




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Millions of customers’ genetic and personal information exposed in 2023, including more than 855,000 Californians
California’s attorney general, Rob Bonta, on Monday announced the state will receive a $6m settlement payment in 23andMe’s bankruptcy, resolving California’s legal claims related to a 2023 data breach that exposed 6.9 million customers’ genetic and other personal information.
California had unsuccessfully tried to block the $305m sale of 23andMe assets to TTAM Research Institute, a non-profit controlled by the 23andMe co-founder Anne Wojcicki. The state had argued that the bankruptcy sale violated California’s Genetic Information Privacy Act, and it had said consumers did not give express consent to the sale.
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O Conselho Económico e Social dos Açores (CESA) mostrou-se hoje preocupado com a «redução significativa» do montante geral da anteproposta de Plano de Investimentos para 2027 e alertou para os «desafios estruturais» da região.
«[O CESA] vê com preocupação o facto de haver uma redução significativa do montante geral que está inscrito e vê com preocupação o facto de se retirarem verbas do Plano e se reforçarem as verbas de funcionamento», afirmou a presidente do CESA.
Piedade Lalanda falava à comunicação social em Ponta Delgada após a reunião plenária do CESA, que analisou as antepropostas de Plano e Orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2027.
A líder do CESA expressou «preocupação» com as «fragilidades» dos Açores ao nível da educação, habitação e demografia.
«A Região Autónoma dos Açores continua a enfrentar desafios estruturais particularmente preocupantes no domínio da demografia, das qualificações, da habitação e da saúde», vincou.
Piedade Lalanda alertou, também, que está prevista uma «menor transferência de fundos europeus» para os Açores em 2027, que deverá ser de cerca menos 300 milhões de euros, devido ao fim do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A presidente do CESA destacou que a anteproposta de Orçamento da região prevê um défice de 112 milhões de euros e um aumento do endividamento de 107 milhões.
«Este é o primeiro plano pós-PRR e esse facto é notório desde logo porque há uma redução das verbas inscritas no Orçamento da região. Apesar da visão otimista nos indicadores económicos, a Região Autónoma dos Açores continua a enfrentar desafios estruturais particularmente preocupantes nos domínios da demografia e qualificações», assinalou.
Segundo disse, o CESA apresentou como «recomendação fundamental» que se «tenha atenção os impactos alcançados» com os investimentos da região.
«Face a essa previsão de verbas sobretudo de fundos europeus, inclusive pelo facto de acabar o PRR, torna-se urgente garantir os montantes que estão em falta. O CESA alerta para a necessidade de se considerar as experiências recentes do PRR e aqui foi feito referência em relação ao Programa Operacional 20230 e talvez fosse de pensar numa estrutura de acompanhamento», reforçou.
A anteproposta de Plano dos Açores para 2027 prevê um investimento global de 1.057 milhões de euros, 650 de «responsabilidade direta» do Governo Regional, uma redução de 134 e 340,9 milhões face a 2026.
As antepropostas preveem um aumento da verba para o turismo de 17,2 milhões de euros e apontam a saúde como prioridade, com um reforço para a área de 270 milhões de euros para um total de 760 milhões, que inclui a transformação de dívida e transferências do Estado.
A discussão e votação do Plano e Orçamento dos Açores para 2027 vai acontecer em novembro na Assembleia Legislativa Regional, na cidade da Horta, na ilha do Faial.
O Plano e Orçamento da região para 2026 foram aprovados em novembro de 2025 com votos a favor de PSD, CDS-PP, PPM, votos contra de BE, IL e PAN e abstenção do PS e do Chega.
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A jornalista da CNN, Christiane Amanpour, que começou como assistente de nível inicial e tornou-se uma das correspondentes e âncoras mais visíveis, com reportagens em zonas de guerra e pontos quentes durante décadas, deixa a cadeia televisiva após 43 anos de carreira.
Amanpour, âncora internacional principal da rede CNN, vai reduzir o seu programa diário, “Amanpour”, na CNN International, para uma vez por semana no início de 2027, e encerrá-lo em maio, saindo da TV no mês seguinte. A jornalista disse esta segunda-feira em comunicado que está ansiosa por “novos projetos interessantes no futuro”.
Amanpour, de 68 anos, também vai encerrar o seu programa na PBS, “Amanpour & Co,” no final do ano, disse no mesmo comunicado, partilhado pela CNN. Porém, Christiane Amanpour continuará com o seu podcast, “The Ex Files”, com o seu ex-marido, Jamie Rubin, um ex-diplomata dos EUA.
Amanpour, âncora internacional principal da rede CNN, vai reduzir o seu programa diário, “Amanpour”, na CNN International, para uma vez por semana no início de 2027, e encerrá-lo em maio, saindo da TV no mês seguinte.
“Depois de muitos meses de reflexão e algumas noites sem dormir, decidi separar-me da CNN, meu parceiro de 43 anos fantásticos.”, afirmou Amanpour. E sublinhou que iria “sempre torcer pela CNN e mantendo a sua história de jornalismo independente. Lembra-te: sê sempre honesto, não neutro”.
Amanpour não deu uma razão para a sua saída, nem referiu especificamente mudanças na na cadeia televisiva. Mas, a sua saída coincide com uma nova era na CNN, à medida que passa para um novo proprietário, Skydance.
Depois de um processo que durou um ano, a Paramount, propriedade da Skydance, concluiu a aquisição da Warner Bros. Discovery por 81 mil milhões de dólares a 6 de outubro. A fusão une sob o mesmo teto dois gigantes do jornalismo televisivo, CBS e CNN.
A nível pessoal, Amanpour tem falado abertamente sobre o seu diagnóstico de cancro do ovário, em 2021, e duas recidivas posteriores, chamando-lhe “o assassino invisível”. E tem incentivado outros a “fazer todos os exames que possam”.
Amanpour juntou-se à CNN como assistente em Atlanta em 1983. Na sua mensagem desta segunda-feira, o diretor executivo da CNN, Mark Thompson, escreveu que na altura, o seu potencial não era universalmente reconhecido. “Curiosamente, um dos seus chefes disse-lhe na altura que ela não ‘tinha o que era preciso para se tornar correspondente estrangeira, ou para ocupar qualquer cargo em direto'”, escreveu Thompson.
Mas, Amanpour tornou-se repórter, e sete anos depois correspondente internacional. Ganhou fama no início dos anos 90, cobrindo a Guerra do Golfo, conflitos no Médio Oriente e muitos outros pontos quentes.
Reportar sobre guerras é “um sentido de missão, é um sentido de propósito, é a capacidade de contar uma história”, afirmou. O seu objetivo era trazer notícias internacionais, incluindo histórias complicadas, para o público americano.
“Nunca acreditei que as coisas fossem complicadas demais para passar na televisão americana”, disse à agência de notícias Associated Press em 2023. “Nunca falei de forma condescendente com o público. Nunca acreditei que eles só querem saber o que se passa no seu quintal”. Na altura, Amanpour também referiu que a sua educação lhe deu uma perspetiva única.
“Por causa da minha educação – sou meio iraniana e meio britânica – tive o grande privilégio de poder ver o mundo a partir de duas perspetivas muito distintas”, acrescentou. “Sempre defendi a necessidade de reduzir as divisões. Sei que podemos viver num mundo que não seja 100% tribalizado”, frisou.
Nas suas declarações desta segunda-feira, Amanpour agradeceu às equipas de reportagem e de programação. “Desde a minha primeira grande e emocionante missão a cobrir a primeira Guerra do Golfo, até aos horrores da Guerra da Bósnia, Ruanda, Afeganistão, Ucrânia e Irão e todos os pontos pelo caminho, foram as equipas e a camaradagem que tanto contaram”, escreveu. “Enquanto juntos lutámos para buscar os factos, as provas e a humanidade, para que a CNN pudesse sempre transmitir a verdade sobre o mundo e para o mundo, sem medo nem favoritismos”, concluiu.