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Indústria alemã perde meio milhão de empregos em seis anos

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By: Lusa

A indústria alemã perdeu quase meio milhão de postos de trabalho com contribuição para a Segurança Social entre 2019 e 2025, enquanto no setor de serviços foram criados mais de 2,2 milhões empregos, foi anunciado esta segunda-feira.

Segundo um estudo publicado esta segunda-feira pelo instituto económico Ifo, no final de 2025, havia menos 496.000 ou menos 7,1% pessoas empregadas na indústria face ao início de 2019.

No mesmo período, o número de postos de trabalho no setor dos serviços subiu 2,2 milhões ou 9,8%, principalmente nas áreas de saúde e serviços sociais, bem como na administração pública.

“A Alemanha está a passar por uma mudança estrutural cada vez mais acentuada. Precisamente os setores que até agora sustentaram a nossa prosperidade estão em declínio”, afirmou Joachim Ragnitz, diretor adjunto da delegação do Ifo em Dresden, encarregada do estudo.

Ragnitz destacou que “os novos postos de trabalho não estão a ser criados onde a Alemanha é especialmente produtiva e inovadora”, o que, advertiu, pode travar o potencial de crescimento do país no futuro.

Precisou que o emprego está a diminuir em quase todos os setores industriais, o que atribuiu para uma menor competitividade, especialmente em relação à China.

O responsável do Ifo apontou que os setores chave tradicionais alemães, como a indústria automóvel e a engenharia mecânica, são especialmente afetados.

Assim, a indústria automobilística e os respetivos fornecedores eliminaram 123.500 postos de trabalho, o que representa um decréscimo de 13%, no fabrico de produtos metálicos foram cortados 115.600 empregos, menos 13,7%, e na engenharia mecânica, 64.500 – menos 5,9%. Estes três setores representam cerca de 60% dos cortes de pessoal na indústria, estimou.

Se somarmos o setor de trabalho temporário, no qual se perderam 243.000 empregos, muitos na produção, a indústria perdeu até cerca de 628.000 postos de trabalho ou 8,6%.

Por outro lado, o setor de serviços experimentou um forte crescimento, com 391.500 novos postos de trabalho na área da saúde, mais 15,6%, e 254.200 no setor social, mais 18,8%, além de 102.400 em lares de idosos, mais 9,7%.

A razão principal, segundo Ragnitz, é o envelhecimento da população. O número de trabalhadores com contribuição para a segurança social na administração pública cresceu em 328.700 ou em 18%, em parte porque os postos dos funcionários que se aposentavam foram preenchidos novamente.

Entre os prestadores de serviços privados, as empresas de tecnologias da informação foram as que mais cresceram, com 328.600 postos de trabalho ou 39,2%, provavelmente como consequência de uma maior digitalização, aponta o estudo.

Enquanto isso, o número de trabalhadores com formação profissional diminuiu em 252.000, menos 2,2%, enquanto para os com grau de licenciatura foram criados 1,8 milhões de postos de trabalho ou mais 32,5%.

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Produção industrial chinesa cresce 5,5% em setembro

Resultado superou as expectativas dos analistas, que antecipavam uma recuperação ligeiramente mais moderada, para cerca de 5,4%, tendo a indústria transformadora registado o maior crescimento com 6%.

© WU HAO/EPA

A taxa oficial de desemprego nas zonas urbanas recuou 0,1 pontos percentuais, para 5,2%
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O novo SUV elétrico da BYD promete carregar de 10% a 97% em nove minutos

A BYD apresentou em Paris o Atto 8, um SUV elétrico de sete lugares que carrega em 9 minutos, o tempo de encher um depósito de gasolina. Com uma autonomia de até 652 km, o topo de gama chinês prepara-se para medir forças no segmento premium e deixar os construtores ocidentais a correr atrás. A gigante automóvel chinesa BYD, atualmente a maior fabricante de veículos elétricos do mundo, surpreendeu o Salão Automóvel de Paris desta semana com o veículo maior e tecnologicamente mais impressionante que já fez. A estreia mundial do BYD Atto 8, o topo de gama da marca,

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Fusão Elf-Rhode abriu vaga de negócios na cosmética. Como a beleza também ‘hidrata’ o M&A


Os cremes, produtos de maquilhagem, perfumes, protetores solares e outros cosméticos também têm uma palavra a dizer no mercado das fusões e aquisições. O crescente interesse pelos cuidados de pele e a massificação no Ocidente das rotinas de beleza sul-coreanas - a chamada k-beauty - está a materializar-se em mais negócios entre as grandes marcas, que procuram dimensão e especialização.

O índice transacional da BeautyMatter registou 73 transações neste setor durante o segundo trimestre, o que significou um aumento homólogo de 21,9%, incluindo M&A e investimentos em expansão. Entre janeiro e março,…

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Porsche aposta em carros mais caros para recuperar lucros


A Porsche quer aumentar o preço dos automóveis mais exclusivos e reduzir a estrutura de custos para recuperar a rentabilidade, segundo avançou o Wall Street Journal (acesso pago, em inglês). A estratégia de Michael Leiters, que assumiu a presidência executiva em janeiro, combina novos modelos de topo de gama com cortes de pessoal e mudanças na remuneração dos trabalhadores. O lucro líquido da fabricante caiu de 5,6 mil milhões de dólares em 2023 para menos de 500 milhões em 2025.

Uma das metas é aumentar de 300 mil para cerca de 370 mil dólares o preço médio dos 10.000 automóveis mais caros vendidos anualmente pela marca. Com experiência na Ferrari e na McLaren, Leiters aposta numa estratégia semelhante à da fabricante italiana, reforçando a oferta para os clientes com maior capacidade financeira. Além de superdesportivos posicionados acima do 911, estão previstos um SUV de três filas de bancos mais caro do que o Cayenne e mais versões exclusivas de modelos existentes, cujos preços podem atingir 15 milhões de dólares.

A redução de custos passa pela eliminação de cerca de 9.000 postos de trabalho até 2035, aproximadamente um quinto do total. O acordo alcançado em julho com os representantes dos trabalhadores reduz também de 12 para oito os dias mensais permitidos de teletrabalho e aproxima os prémios anuais dos resultados financeiros. Este ano, os trabalhadores alemães não receberam o habitual prémio, que tinha superado 10 mil dólares em 2024. Os pagamentos futuros serão parcialmente feitos em ações, enquanto os incentivos dos gestores darão maior peso ao contributo individual.

O plano procura responder à quebra das vendas na China, às tarifas norte-americanas e aos custos dos investimentos nos elétricos. A decisão de tornar o novo Macan exclusivamente elétrico foi uma das apostas que penalizaram a fabricante quando o crescimento deste mercado abrandou. A Porsche recuperou os planos para um SUV de entrada de gama com motor a gasolina, mas o lançamento só deverá acontecer em 2028. Leiters afastou ainda um 911 elétrico, embora tenha manifestado apoio ao desenvolvimento do 718 Boxster elétrico.

O objetivo é adaptar a empresa para atingir o equilíbrio financeiro mesmo que as vendas anuais recuem para 200 mil automóveis, depois de terem ultrapassado 320 mil em 2023. A Porsche pretende alcançar uma margem operacional entre 10% e 15% até 2030, com uma meta de 15% a mais longo prazo. A renovação da oferta terá, porém, efeitos demorados. O SUV de três filas não é esperado antes de 2029 e a nova família de superdesportivos chegará ainda mais tarde.

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A bateria portuguesa que se troca na estação é uma das invenções do ano da Time

Trocar a bateria da mota numa estação, em segundos, em vez de a deixar horas a carregar: é esta a ideia da Pollen, uma startup de Lisboa fundada por um ex-Uber. Rui Bento passou doze anos a tratar da forma como as cidades se movem. Lançou a Uber em Portugal, geriu a operação em Espanha, fundou outra empresa. E ficou sempre preso à mesma pergunta, conta o tech.eu: os carros das cidades estão a passar a elétricos a bom ritmo, mas as motas, não. Porquê? A resposta deu numa ideia que a revista Time acaba de escolher como uma das

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Altolà di Confindustria al governo sulla manovra: “No alle mancette elettorali, facciamo cose che servano al Paese”

“Come le chiamano i giornalisti, mancette elettorali? Vediamo di fare cose che servono per il Paese”, con “una visione di politica industriale a lungo termine”. Il presidente di Confindustria, Emanuele Orsini, non le ha mandate a dire al governo Meloni mentre chiudeva il convegno di Capri dei Giovani imprenditori.

È necessario oggi “costruire misure a lungo termine“, perché “ad accontentare tutti non ci si riesce”, dice. “In questo momento è giusto contenere i conti” ma, sulla manovra, “è importante, visto che siamo in campagna elettorale, che si facciano cose che servono per il futuro e che si pensi a un piano industriale del Paese”.

Quindi per Orsini è bene “continuare il super ammortamento in investimenti. Visto che abbiamo un problema di produttività, abbiamo chiesto di far sì che le aggregazioni tra piccole imprese o fusioni, per cercare di creare dei poli più produttivi, possano essere aiutate fiscalmente”. Non solo. “Abbiamo chiesto anche, visto che sappiamo che il Pnrr ha dato uno 0,5% al Pil quest’anno, di continuare, di fare un nuovo piano che possa attrarre gli investimenti dai fondi pensione e dai capitali dei privati che sono sui conti correnti che oggi non vengono utilizzati”.

Secondo il numero uno degli industriali, queste misure vanno messe in terra oltre alla patrimonializzazione, “oltre al come riuscire a fare in ogni modo far sì che comunque le nostre imprese possano essere più competitive”.

L'articolo Altolà di Confindustria al governo sulla manovra: “No alle mancette elettorali, facciamo cose che servano al Paese” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Corrida à IA devora chips. Fabricantes cortam nos telemóveis baratos

As vendas de smartphones sofreram a maior quebra de sempre. A culpa é da corrida aos chips de memória para a inteligência artificial, que fez disparar os preços. Os fabricantes estão a abandonar os telemóveis mais baratos. O mercado de smartphones teve uma queda recorde no último trimestre. Segundo a empresa de estudos de mercado IDC, as entregas aos distribuidores caíram 22%. E o pior ainda está para vir, diz a Fast Company. Os preços dos chips de memória dispararam 350% no último ano. A IDC aponta a razão: as empresas de inteligência artificial estão a disputar os componentes com

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Accordo Francia-Germania “per garantire il futuro dell’auto europea”. Ma con meno vincoli si rischia di rallentare gli investimenti nell’elettrico

Francia e Germania si accordano su un “approccio comune volto a garantire il futuro dell’industria automobilistica europea“. E provano a trascinare gli altri Paesi europei sulla loro linea. Il compromesso raggiunto da Emmanuel Macron e Friedrich Merz punta ufficialmente a conciliare due obiettivi: concedere più “flessibilità” alle case automobilistiche nella transizione dai motori a combustione e rafforzare la produzione industriale europea. Di fatto, Berlino ottiene un allentamento degli obiettivi climatici, Parigi punta a legare più strettamente il sostegno pubblico alla produzione nell’Unione. Stellantis festeggia: “Accogliamo con favore l’accordo come un passo importante verso la finalizzazione del pacchetto europeo per il settore automobilistico. Insieme alle discussioni in corso al Parlamento europeo e alle posizioni già espresse da diversi Stati membri, riteniamo che possa contribuire a concludere rapidamente il processo, garantendo al nostro settore le flessibilità e la chiarezza di cui ha bisogno, affinché possa concentrarsi su ciò che sa fare meglio: innovare e offrire soluzioni ai propri clienti”.

È “approccio equilibrato” che permetterà all’Ue di perseguire i suoi obiettivi climatici e, in parallelo, rafforzare la sovranità tecnologica, la base industriale e la competitività internazionale della sua industria automobilistica, rivendica la dichiarazione diffusa dall’Eliseo. La Germania, che ospita big come Volkswagen, Bmw e Mercedes, vuole ridurre la pressione su un settore messo alle strette dalla concorrenza cinese, i costi industriali e una domanda di auto elettriche inferiore alle attese. La Francia vuole evitare che il mercato europeo diventi uno sbocco per veicoli e componenti prodotti prevalentemente all’estero. Il compromesso scambia dunque flessibilità normativa con protezione industriale. Ma per Transport & Environment (T&E), organizzazione europea che si occupa di trasporti sostenibili, si tratta di “un errore storico”: l’accordo rischia di essere un boomerang e finirà per rallentare gli investimenti nelle tecnologie del futuro. Secondo le sue stime, con regole meno stringenti la quota di veicoli elettrici nell’offerta delle case automobilistiche nel 2030 scenderebbe dal 57% previsto con gli obiettivi attuali al 43%.

La normativa europea ora in vigore prevede dal 2035 una riduzione del 100% delle emissioni medie di CO₂ allo scarico delle nuove auto e dei nuovi furgoni rispetto ai valori di riferimento del 2021. La Commissione ha proposto di annacquarla passando a un taglio del 90% mentre il restante 10% verrebbe compensato attraverso l’utilizzo di acciaio a basse emissioni di carbonio prodotto nell’Unione o da combustibili sintetici e biocarburanti. L’intesa franco-tedesca va oltre: secondo quanto illustrato da Merz, l’obiettivo sarebbe una riduzione del 90% dal 2035, senza obbligo di compensare il restante 10%. Resteranno vincoli sulle emissioni medie delle flotte e le condizioni dovranno essere definite dalla normativa europea. Il cambiamento sostanziale è che verrebbe abbandonato l’obiettivo di azzerare le emissioni allo scarico delle nuove auto, lasciando maggiore spazio a tecnologie diverse dall’elettrico puro. Francia e Germania ribadiscono comunque l’obiettivo di sviluppare e produrre in Europa la prossima generazione di veicoli elettrici. La tesi è che la transizione debba proseguire senza imporre una traiettoria tecnologica troppo rigida a un’industria che attraversa una fase difficile.

L’altro pilastro dell’intesa è il rafforzamento della produzione europea. Il principio è utilizzare incentivi pubblici, appalti e altri strumenti di sostegno per favorire gli investimenti nell’Unione, anziché alimentare le filiere dei concorrenti extraeuropei. Ma stabilire che cosa significhi prodotto in Europa non è semplice visto che molte componenti arrivano da oltre confine. È il caso delle batterie, destinate ad avere un peso crescente nel valore delle auto elettriche.

Transport & Environment critica proprio i requisiti prospettati per il contenuto europeo delle batterie, almeno il 10% nel biennio 2028-2029 e il 20% nel 2030-2031. Secondo l’organizzazione, le soglie sono insufficienti a proteggere gli investimenti europei, considerando che nel 2025 oltre il 50% delle celle impiegate nelle auto elettriche vendute nell’Ue era già prodotto in Europa. Il rischio è che un’auto assemblata nell’Unione possa beneficiare della qualifica di prodotto europeo pur utilizzando batterie cinesi. L’organizzazione avverte che questi vincoli potrebbero compromettere gli investimenti nelle gigafactory europee, mettendo a rischio una capacità produttiva stimata in 164 GWh nel 2027 e 254 GWh nel 2030. “Germania e Francia stanno commettendo un errore storico”, dice Andrea Boraschi, direttore di T&E Italia.

Il ragionamento è che se gli obiettivi climatici diventano meno impegnativi, i costruttori possono avere meno necessità di accelerare lo sviluppo e la commercializzazione dei modelli elettrici. Nel breve periodo questo potrebbe aiutare a contenere i costi e difendere i margini delle auto tradizionali. Nel lungo periodo, però, rischia di ritardare gli investimenti nelle tecnologie che stanno trasformando il mercato mondiale. Allo stesso modo la maggiore gradualità potrebbe proteggere temporaneamente i posti di lavoro legati ai motori tradizionali e alla componentistica, ma non garantisce la creazione di nuove attività nelle batterie, nell’elettronica e nel software. Se queste filiere si sviluppassero soprattutto fuori dall’Europa, la difesa delle lavorazioni esistenti non sarebbe sufficiente a salvaguardare la competitività futura.

In ogni caso l’intesa a due ha davanti una lunga strada prima di tradursi eventualmente in una modifica delle regole europee. Sarà necessario trovare un’intesa con gli altri Stati membri e con il Parlamento europeo, dove restano differenze sulle modalità e sui tempi della transizione. Parigi e Berlino si dicono “determinate” a “lavorare rapidamente con i partner europei” per giungere a un accordo. “Abbiamo una responsabilità nei confronti dei nostri lavoratori, delle nostre industrie e dei nostri cittadini: far sì che l’Europa resti un attore di primo piano nella trasformazione globale dell’industria automobilistica”, concludono, ribadendo l’obiettivo di creare “un’industria automobilistica europea competitiva, innovativa e decarbonizzata, che produca in Europa e crei i posti di lavoro di domani”. Secondo Merz, l’Italia è “ampiamente d’accordo”. Anche se non è stata invitata a partecipare.

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Atividade econômica tem alta de 0,3% em agosto, mostra IBC-Br

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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador usado para acompanhar a evolução da economia brasileira, ficou estável com variação de 0,3% em agosto de 2026 na comparação com julho, informou nesta sexta-feira (16) o Banco Central.

Em relação a agosto de 2025, o indicador registrou crescimento de 1,2%. Nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 1,6%.

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As informações que compõem o indicador abrangem os setores da indústria, de serviços e da agropecuária, além dos impostos sobre produtos.

Em agosto, a agropecuária recuou 1,8% em relação a julho. No mesmo período, a indústria avançou 0,9%, enquanto o setor de serviços variou 0,2%. Os impostos sobre produtos subiram 0,1%.

Excluindo a agropecuária, o IBC-Br variou 0,3% no mês.

Segundo os dados divulgados, os resultados de agosto, na comparação com julho, foram os seguintes:

  • IBC-Br: 0,3%
  • Agropecuária: -1,8%
  • Indústria: 0,9%
  • Serviços: 0,2%
  • Impostos: 0,1%
  • IBC-Br ex-agropecuária: 0,3%

Comparação anual

Já na comparação com agosto de 2025, o indicador apresentou avanço de 1,2%. Nesse tipo de comparação, o resultado mostra que a atividade econômica ficou acima do nível registrado no mesmo mês do ano passado.

Entre os setores, na comparação com o mesmo período do ano anterior, a agropecuária teve alta de 5,8%; os serviços avançaram 1,3%; a indústria cresceu 0,4% e os impostos aumentaram 0,3%.

Sem a agropecuária, o IBC-Br registrou alta de 0,9%.

Veja a variação do índice na comparação com agosto de 2025:

  • IBC-Br: 1,2%
  • Agropecuária: 5,8%
  • Indústria: 0,4%
  • Serviços: 1,3%
  • Impostos: 0,3%
  • IBC-Br ex-agropecuária: 0,9%

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, o indicador registra crescimento de 1,6%. Em 12 meses, a expansão também é de 1,6%. No trimestre encerrado em agosto, ante o trimestre terminado em maio, o IBC-Br apresentou variação negativa de 0,6%.

O índice

Considerado uma espécie de termômetro da economia, o IBC-Br reúne informações dos setores de indústria, serviços, agropecuária e impostos sobre produtos.

O indicador é complementar ao Produto Interno Bruto (PIB) e permite acompanhar a evolução da atividade econômica com maior frequência.

 

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Chegou o novo Tesla Roadster 2. E até voa (literalmente)

Finalmente, o Roadster 2 descolou. Literalmente. A Tesla apresentou o seu próximo desportivo de luxo num evento no Texas. Tem propulsores que o podem lançar pelo ar. Na noite de quinta-feira, Elon Musk apresentaram o que tem sido anunciado como o último Tesla conduzido por humanos. O Roadster 2 é o há muito esperado sucessor do primeiro veículo da fabricante de elétricos, o Roadster. Num evento de demonstração em McGregor, Texas (nas instalações de desenvolvimento e testes de foguetões da SpaceX), o novo carro fez o que Musk há muito prometia: com um jato de vapor aos solavancos, levantou voo.

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https://youtu.be/TWHXrLzUKJc Finalmente, o Roadster 2 descolou. Literalmente. A Tesla apresentou o seu próximo desportivo de luxo num evento no Texas. Tem propulsores que o podem lançar pelo ar. Na noite de quinta-feira, Elon Musk apresentaram o que tem sido anunciado como o último Tesla conduzido p
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Ercros convoca acionistas para alterar estatutos após OPA da Bondalti


A empresa de químicos espanhola Ercros, que foi comprada pela Bondalti, convocou uma Assembleia Geral (AG) de acionistas extraordinária para alterar os estatutos e adequá-los à saída da bolsa, após a aquisição por parte da subsidiária do grupo José de Mello.

A saída da bolsa foi uma das condições do negócio luso-espanhol de forma a permitir “maior flexibilidade na execução das prioridades estratégicas”, mas requer mudanças estatutárias. Num comunicado enviado à Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários (CNMV), a Ercros informou que a AG vai realizar-se no dia 17 de novembro às 15h00 (hora de Madrid).

A ordem de trabalhos inclui ainda a votação da revogação do regulamento da AG e da política de remunerações dos administradores, além da definição do montante máximo da remuneração dos administradores e da delegação de poderes para formalizar e registar as deliberações.

“De acordo com o disposto nos estatutos sociais e no regulamento da AG de acionistas, os acionistas que representem pelo menos 3% do capital social podem apresentar propostas fundamentadas de acordo sobre matérias já incluídas ou a incluir na ordem de trabalhos da AG extraordinária”, lê-se no documento publicado pela CNMV.

Após ter comprado mais de 77% do capital da gigante industrial catalã, a Bondalti passou a deter 85,85% da Ercros, em meados de setembro, no âmbito da OPA de exclusão de bolsa de Madrid, com os titulares de 8,62% do capital a aceitarem a oferta de 3,505 euros. A química portuguesa tinha avançado com uma oferta sobre os 22,77% do capital que ainda não controlava. “A oferta foi aceite por acionistas titulares de 7.882.035 ações da Ercros, representativas de 8,62% do capital social e de 37,86% dos direitos de voto a que a operação se dirigia efetivamente”, informou a empresa com sede no Lagoas Park.

Foi em março deste ano, dois anos depois do anúncio da operação, que a Bondalti concluiu a Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Ercros. Em causa está uma oferta de 3,505 euros lançada em 2024 pela química portuguesa sobre 100% do capital da companhia de Barcelona, num resultado que superou o mínimo de aceitação fixado em 50% do capital.

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Vem aí um “Choque Chinês 3.0” com IA, biotecnologia e robôs

Pequim está a desenvolver hardware e software de IA competitivos e planeia exportá-los assim que a procura interna estiver satisfeita, diz uma especialista em economia chinesa. O mundo está à beira de um “Choque da China 3.0”, impulsionado pela exportação de inteligência artificial, biotecnologia e robôs, que pode ser mais duro do que a vaga atual, diz uma das principais economistas especialistas em China. “Já estamos no ponto de partida do Choque da China 3.0”, disse Alicia Garcia-Herrero ao South China Morning Post, a partir de Taipé, após um painel virtual organizado na quarta-feira em Washington pelo Peterson Institute for

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Confiança da indústria sobe em outubro, mas setor segue pessimista

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O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) subiu 1,3 ponto em outubro, para 46,2 pontos, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (14) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Apesar da melhora, o indicador permanece abaixo dos 50 pontos, faixa que separa a confiança da falta de confiança. Com isso, a indústria brasileira completa 22 meses consecutivos sem confiança.

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O avanço foi impulsionado pela melhora nas expectativas dos empresários para os próximos seis meses. Em contrapartida, a avaliação sobre as condições atuais das empresas e da economia piorou, atingindo o menor nível desde julho de 2020, durante a pandemia de covid-19.

O Índice de Expectativas, que mede as perspectivas para os próximos seis meses, subiu 2,1 pontos em outubro, alcançando 49,3 pontos. O resultado aproxima o indicador da linha dos 50 pontos e sinaliza uma redução do pessimismo dos empresários nos próximos 180 dias.

O índice considera as perspectivas para o desempenho das próprias empresas e para a economia brasileira. Embora tenha apresentado avanço, ainda permanece abaixo do patamar que indica confiança.

Condições atuais

Na contramão das expectativas, o Índice de Condições Atuais recuou 0,2 ponto em outubro, passando para 40 pontos. Esse é o menor resultado desde julho de 2020.

A queda foi influenciada principalmente pela avaliação negativa dos empresários sobre a situação de suas próprias empresas.

Segundo Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, a percepção desfavorável está relacionada à redução da demanda por produtos industriais, à pressão dos custos e às incertezas no cenário internacional.

“Esse patamar bastante negativo é explicado por uma série de fatores. Alguns elementos já vêm de algum tempo, como a queda da demanda por produtos industriais, mas outros, mais recentes, agravaram o quadro”, explicou Azevedo em nota.

A CNI também destacou que os custos elevados têm pressionado a saúde financeira das empresas, agravando as dificuldades enfrentadas pelo setor.

Confira os principais resultados do levantamento de outubro:

  •     Icei: 46,2 pontos, alta de 1,3 ponto;
  •     Índice de Expectativas: 49,3 pontos, avanço de 2,1 pontos;
  •     Índice de Condições Atuais: 40 pontos, recuo de 0,2 ponto;
  •     Período sem confiança: 22 meses consecutivos.

Metodologia

A pesquisa da CNI foi realizada entre 1º e 7 de outubro, com 1.103 empresas industriais de diferentes portes em todo o país.

A amostra foi composta por 456 pequenas empresas, 414 médias e 233 grandes empresas.

O Icei reúne a percepção dos empresários sobre a situação atual da indústria e as perspectivas para os seis meses seguintes. Resultados abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança no setor.

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