House Democrat calls out colleagues over ‘dangerous’ Piker


Australia’s politicians have been facing increasing threats and abuse. It can no longer be dismissed as social media noise or harmless comment
Victorian independent MP Helen Haines was at the opening of a dog park in Mansfield on Monday, out and about in the sprawling northern Victorian electorate, talking to locals and moving freely.
Later in the afternoon, at 3.35pm, she was unpacking a car outside her electorate office when a man understood to be known to authorities struck her with his car. He allegedly completed a U-turn when he saw Haines.
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© Photograph: Martin Keep/AFP/Getty Images

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Apenas una semana después del anuncio de su fichaje por el Getafe, Dani Carvajal debutó como titular en el once de José Bordalás. Los azulones, que comenzaron el jueves la Conference con un empate ante el Universitatea Craiova en Rumanía, recibían a un Rayo que sigue en momentos convulsos entre la directiva y la afición. La clasificación auguraba un duelo parejo: ambos llegaban con ocho puntos a esta jornada. Sin embargo, la expulsión de Djené en el minuto 28 partido por cortar la progresión de Camello siendo el último hombre cuando el ariete enfilaba la portería, otorgó una superioridad numérica a un Rayo que ya se había adelantado en el marcador a los 11 minutos de encuentro después de que Álvaro García culminara un contraataque sensacional. Los de Beñat San José dominaron el primer acto, pero el Getafe dio mucha guerra e inclusó estrelló un balón en el poste en un remate de Enes Ünal.

© Juanjo Martín (EFE)

O Sporting Clube Olhanense recebeu, no dia 16 de outubro, a visita de D. Vitorino Soares, Bispo do Algarve, num encontro marcado pela valorização da história do clube e pela ligação à comunidade de Olhão. O prelado foi acolhido no Estádio José Arcanjo pelo presidente Manuel Cajuda, numa receção que contou também com a presença […]

Ele se refere à a dificuldade para conseguir votar no dia 4 de outubro, data do primeiro turno das eleições gerais. Marlon é um dos quase 17 mil eleitores da Maré que tiveram o local de votação alterado este ano em relação à eleição de 2024.
“Sempre votei lá, inclusive, é o mesmo local de votação da minha família. Era o melhor local para votar, por conta da fila, que não existia”, complementa ele, que relata ter encontrado “filas gigantescas” no novo endereço.
“Me jogaram para outro bairro. Tive que pegar condução para chegar e fiquei mais de duas horas na fila para conseguir votar”, conta.
Rejane Barcelos é moradora da Vila do João, uma das comunidades da Maré. Ela conta que costumava votar em uma escola perto de casa, mas que, este ano, foi direcionada para uma igreja, em outro bairro.
“Lá não passa ônibus perto, não passa nada perto. Ainda bem que eu tinha um dinheirinho para pedir Uber”.
Ela diz ainda que precisou enfrentar uma fila imensa sob sol forte. “Tinha um povo vindo da missa e outro indo votar. Um tumulto. Tive muita dificuldade para conseguir entrar e poder votar”, lembra.
A alteração do local de exercício do voto este ano para seis cargos, incluindo o de presidente, que terá segundo turno no próximo domingo (25), foi decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).
As mudanças foram determinadas com o objetivo de retirar as seções eleitorais de áreas consideradas de alto risco ou dominadas pelo crime organizado. Segundo o TRE, os novos locais de votação ficam fora de áreas controladas pelo tráfico de drogas ou por milícias, afastados de territórios dominados por facções rivais e o mais próximo possível de cada local de votação substituído.
No estado, 72 locais de votação foram alterados em relação a 2024 por questões de segurança. As mudanças aconteceram em 20 cidades, incluindo a capital. A medida afeta cerca de 202 mil eleitores.
Especificamente no Complexo da Maré foram 16.907 eleitores, todos pertencentes a 41 seções pertencentes à 161ª Zona Eleitoral, segundo informou o TRE-RJ à Agência Brasil.
Veja os locais alterados na região em relação às eleições de 2024:
Em relação ao local de votação do primeiro turno das eleições deste ano, o Rio de Janeiro terá mudança em apenas um endereço: no bairro de Brás de Pina, na zona norte da capital fluminense (seções 123, 124, 125, 126 e 127 da 188ª Zona Eleitoral), segundo o TRE-RJ.
De acordo com levantamento feito pela Agência Brasil com base nos Boletins de Urna, que mostram o total de votos de cada urna eletrônica, a abstenção nas 41 seções eleitorais da Maré que tiveram o endereço transferidos em relação a 2024 chegou a 31,07%, superando os 21,08% da média nacional.
Segundo o estudo Como vota a Maré, elaborado pela organização não governamental Redes da Maré, os dados não permitem estabelecer uma relação causal direta entre a mudança dos locais e a abstenção, especialmente porque houve crescimento do eleitorado, “mas reforçam a preocupação com as barreiras de acesso produzidas pelos deslocamentos para fora do território”.
No domingo de votação, o TRE não relacionou aumento de abstenção à mudança de local de votação.
Meses antes da votação, a Justiça Eleitoral orientava os eleitores a consultar previamente o endereço do local de votação.
À Agência Brasil, o TRE-RJ enfatizou que o transporte público no dia da votação é gratuito no país, com base na Resolução 23.759/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O TRE-RJ informou que ofereceu, por meio do projeto Seu Voto Importa, transporte especial adaptado para eleitores com mobilidade reduzida, no Complexo da Maré, “mas não houve procura”.
Para orientar moradores e tentar baixar a abstenção no conjunto de comunidades, a Redes da Maré realiza de terça-feira (20) a sexta-feira (23) a mobilização Esquinas por Direitos, conversando com os moradores sobre o direito ao voto. Os pontos exatos de ação podem ser consultados diariamente no perfil da instituição.
A ONG também divulga informações sobre o voto pelas redes sociais, o que inclui o esclarecimento de que quem não votou no primeiro turno pode votar normalmente no dia 25. O mesmo vale para quem ainda não tem a biometria cadastrada.
“Antes de sair de casa, confira seu local de votação e a situação do seu título eleitoral”, frisa uma das postagens, acrescentando que a ocorrência de filas deve ser menor, uma vez que no Rio de Janeiro, não haverá segundo turno para governador. “Só votaremos em presidente”, orienta.
Além disso, moradores trocam informações sobre o direito democrático por meio de aplicativos de mensagens.
>> Veja aqui como consultar o local de votação e seção eleitoral
De acordo com o Como Vota a Maré, a abstenção deste ano foi maior que a de 2024 (28%), quando o conjunto de comunidades também tinha passado por mudança massiva de locais de votação.
Nas contas da ONG, em quatro anos, 50% dos eleitores tiveram novos pontos de exercício do voto.
Para a instituição, o impacto dessas mudanças envolve, principalmente, questões de acessibilidade e mobilidade urbana, pois altera rotas de deslocamento entre residências e seções eleitorais, especialmente de eleitores que antes votavam dentro da Maré.
“A transferência pode significar aumento do tempo de caminhada, necessidade de atravessar grandes vias como a Avenida Brasil e Linha Amarela, ausência ou inadequação de transporte público, trajetos percebidos como inseguros e a necessidade de sair do próprio território para votar, o que impacta desproporcionalmente jovens, mulheres chefes de família, pessoas com deficiência e pessoas idosas que vivem na Maré”, avalia a ONG, que estima em 62% a proporção de pretos e pardos no Complexo da Maré.
A Redes da Maré acrescenta que “transporte gratuito não é suficiente quando o transporte não chega ao território”.
A analista de Incidência Política da Redes da Maré, Lia Manso, destaca que o voto e a participação democrática são elementos centrais para qualquer pessoa. Ela lembra que o voto “foi um direito arduamente conquistado e reafirmado em um contexto de redemocratização”.
“A luta por ele não está terminada”, diz à Agência Brasil.
Segundo ela, grande parte dos moradores da Maré “são pessoas que estão, de alguma forma, precarizadas pelos direitos” da segurança pública ao saneamento, passando por educação, cultura e o voto.
“O trabalho da Redes da Maré neste momento é estar nas ruas, trazer a dinâmica do debate sobre o voto e a importância da participação democrática, exercendo o direito ao voto, dizendo que o nosso voto importa, não só porque é um direito individual, mas porque impacta coletivamente o território e a vida de todas nós”, avalia a advogada.

O Sporting Clube Farense recebeu a visita de D. Vitorino Soares, Bispo do Algarve, num encontro de aproximação à realidade desportiva e humana do clube. Realizada a 15 de outubro, a deslocação passou pela Academia do Clube, em São Brás de Alportel, e pelo Estádio de São Luís, em Faro, proporcionando ao prelado o contacto […]

No entanto, Tocantins e Rio de Janeiro têm divergências entre as informações do TSE e dos tribunais regionais.
Por outro lado, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro indica uma alteração em local de votação no bairro de Brás de Pina, na zona norte da capital fluminense (seções 123, 124, 125, 126 e 127 da 188ª Zona Eleitoral)., enquanto o TSE informa que no estado não teve mudanças de endereço de votação entre os dois turnos das eleições 2026.
Os números oficiais do TSE desta segunda-feira (19) apontam mudanças no endereço de 444 seções eleitorais em 22 estados do país. Isso significa que 130 mil eleitores vão votar no dia 25 em local diferente do que votaram no primeiro turno.
A maioria dos eleitores afetados estão em Minas Gerais (29.715), Paraná (17.968) e Amapá (11.614 ).
De sábado (17) até esta segunda, o TSE alterou duas vezes o número de locais de votação que terão mudança de endereço em todo o país. O Tribunal explica que as alterações são definidas pelos tribunais eleitorais dos estados (TREs) e que os números ainda podem mudar.
Na dúvida, tanto o TSE como os TREs orientam os eleitores a consultarem, com antecedência, o local de votação. Pelo aplicativo E-título, o eleitor deve acessar a opção “Onde Votar”.
Também é possível fazer a consulta no Autoatendimento Eleitoral ou pelo assistente virtual ChatVote.


Isso significa que 130 mil eleitores de 22 estados vão votar no dia 25 em local diferente do que votaram no primeiro turno. A maioria dos eleitores afetados estão em Minas Gerais (29.715), Paraná (17.968) e Amapá (11.614 ).
O TSE alerta que estão sendo feitos ajustes em relação aos locais de votação, por isso esses números ainda podem mudar.
O problema é que os dados do TSE diferem, em alguns casos, dos dados dos TREs. O site do TRE do Tocantins, por exemplo, informa que todos os locais de votação foram mantidos entre o 1º e o 2º turno. Porém, no sistema do TSE constava, até a tarde desta segunda-feira (19), ao menos duas seções alteradas na cidade de Itaguatins, afetando 382 eleitores.
Na dúvida, tanto o TSE como os TREs orientam os eleitores a consultarem, com antecedência, o local de votação. Pelo aplicativo E-título, o eleitor deve acessar a opção “Onde Votar”.
Também é possível fazer a consulta no Autoatendimento Eleitoral ou pelo assistente virtual ChatVote.

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‘It’s very clear that this was a deliberate act’, PM says
The prime minister, Anthony Albanese, said Haines’ alleged attacker “did a U-turn in order to get back to where Helen Haines was” after passing her on the road.
It would appear that the driver of the vehicle that inflicted the damage to Helen Haines did a U-turn in order to get back to where Helen Haines was after passing where she was getting things from the boot or putting things into the boot of her car.
So it’s clear that there was a deliberate act here, this wasn’t an accident – someone, you know, just getting off the road here.
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© Photograph: Mick Tsikas/EPA

© Photograph: Mick Tsikas/EPA

© Photograph: Mick Tsikas/EPA

In a planning document released last month, the National Park Service conceded that the “triumphal arch” that President Donald Trump is desperate to build would cause “adverse effects” to nearby historic properties and monuments if construction advances as planned.
But, the administration added, the wildly unnecessary and legally dubious project is moving forward anyway.
A week later, the campaign to build one of the president’s many vanity projects took a rather farcical turn when Trump said, in apparent seriousness, that he planned to convert the 250-foot project into a “top grade military complex” to house drones. In case that wasn’t quite laughable enough, the Republican — who claimed to be acting in response to a “strong request” from unnamed Armed Forces personnel — added that the arch would also feature snipers on the roof, along with “large quantities of sniper ammunition in storage.”
Democratic Rep. Don Beyer of Virginia, whose congressional district includes the area in question, called the president’s latest argument “stupid” and “idiotic,” adding, “Trump clearly expects to lose a lawsuit and therefore wants to set up a pretext to argue that the arch is tied to national security.”
And therein lay the point. When Trump was worried about the litigation surrounding the White House ballroom vanity project, he shifted his rhetorical focus to pretend the project had a national security component. It wasn’t the case, but someone apparently explained to him that federal courts have traditionally given presidents wide latitude to pursue national security priorities, giving him the apparent idea of trying to pull the same trick twice.
At least, that was the plan. The Washington Post reported:
The Trump administration on Friday released final plans for President Donald Trump’s 250-foot-tall triumphal arch that do not include drones, snipers or other features of the “military complex” that Trump said he would add to the project.
The National Capital Planning Commission, a federal panel that reviews major construction projects, posted new renderings and accompanying documents provided by the Interior Department, which is overseeing the controversial project. None of the new documents mentions a military purpose for the arch, with officials instead offering information on planned tourist visits and other ceremonial functions.
So, is that it? If the final plan excludes the absurd “military complex” elements, is it safe to say that even the Trump administration has moved on from this nonsense?
Alas, no. The White House told the Post that Trump’s plans hadn’t changed, and information related to a national security component for the arch may yet be released at a later date.
Whether that’s true is unclear, although in the meantime, a group of U.S. military veterans is moving forward with legal efforts to prevent work on the project from getting started in earnest. Watch this space.
This post updates our related earlier coverage.
The post Trump’s own team hedges on ‘military complex’ component of ‘triumphal arch’ appeared first on MS NOW.
LCpl. Nicole Stuart/US Marine Corps
The US Marine Corps has begun fielding new medical equipment meant to help troops survive when wounded service members can't be quickly evacuated from the battlefield.
The new technology is designed to store blood, identify internal injuries, and treat wounded service members closer to the battlefield as the military prepares for future wars in which casualties may be unable to reach a hospital for hours or even days.
The equipment includes improved, lighter-weight mobile blood coolers, better blood warmers, and small AI-assisted ultrasound devices and is designed to help Navy corpsmen and other providers treat casualties with less bulky equipment and less reliance on extensive medical infrastructure.
During the wars in Iraq and Afghanistan, US air supremacy frequently allowed helicopters to quickly evacuate wounded troops to well-equipped and defended medical facilities near the battlefield.
The proliferation of drone warfare and other technological advancements seen in Ukraine has, however, raised doubts about whether rapid casualty evacuations will be possible in future conflicts. Now, military planners assume that a sophisticated foe is likely to possess tools that could severely disrupt military tasks such as casualty evacuation, resupply, and communications.
Throughout the post 9/11 wars in the Middle East, the military planned on getting wounded troops to advanced medical facilities within an hour, said Navy Capt. Shari Gentry, the Marine Corps' deputy medical officer, speaking to reporters at a media event near Quantico, Virginia. "And we do not foresee that being the case."
The Corps has already begun distributing the systems to medical units, with some equipment reaching troops deployed to the Middle East.
Among the new devices is a portable refrigerator capable of storing approximately 30 units of blood, potentially enough for four seriously wounded Marines, according to military medical guidance. Each battalion aid station is set to receive one, giving medical personnel a supply of blood closer to the battlefield.
Weighing about 60 pounds, it replaces a system that weighs over twice as much and uses rechargeable batteries already common throughout the Marine Corps. The smaller refrigerator allows medical teams to maintain blood supplies without relying continuously on generators or fuel deliveries, said Navy Cmdr. Kyleigh Hupfl, the Corps' clinical lead for Expeditionary Medical Systems.
The capability has already proved useful in the Middle East, Hupfl said. The Corps accelerated delivery after units raised concerns about the reliability of existing refrigeration equipment. One unit told her that the new device allowed it to maintain a ready supply of blood throughout its deployment.
Small deviations in temperature can render blood and other pharmaceuticals unusable. "We need to be able to bring cold chain distribution forward without relying on heavy generators, and we need to be able to do that in a sustainable way," she said.
The service is also fielding new portable blood warmers that can deliver warmed fluids faster than the previous equipment. The warmer works by passing blood through a tube, warming it before it flows into a patient's veins. Such warmth is crucial to prevent hypothermia, a serious complication in injured patients.
Another major change involves portable ultrasound machines equipped with AI-assisted imaging. Previously held only at higher levels of battlefield medical care, the new machines are now being pushed toward the lowest level of tactical care, known as Role 1 facilities, where Navy corpsmen and physicians provide immediate life-saving care for wounded Marines.
The AI software helps users identify anatomical structures on ultrasound images, allowing providers with less ultrasound experience to spot signs of internal bleeding or other injuries that might otherwise be difficult to detect. That information can also help medical teams determine which casualties need evacuation or surgery most urgently, said Navy Chief Petty Officer Matthew Brown, the chief biomedical equipment technician for the Corps' Expeditionary Medical Systems.
"I have 10 people that are hurt. Who should I get out?" Brown said of the dilemma and the new ultrasounds being fielded to front-line medics to address it. "And at the end of the day, that's what's going to save their life."
Una celebrazione della storia del Paese e del suo legame indissolubile con il mondo ferroviario. In occasione della 21ª edizione della Festa del Cinema di Roma, il Gruppo FS e Fondazione FS Italiane hanno presentato ufficialmente il nuovo spot intitolato “Viaggiare in Italia, viaggiando nel tempo”, firmato dal regista Volfango De Biasi.
Accompagnato dalle note iconiche di “Felicità” di Lucio Dalla, lo spot vede protagonista la giovane attrice Serena De Ferrari. Il racconto prende il via dalla prestigiosa Sala Reale della Stazione di Milano Centrale, dove la protagonista sale su un treno storico. Attraversando le varie carrozze, la narrazione si trasforma in una sorta di sogno che conduce lo spettatore in un suggestivo salto nel tempo tra epoche differenti.
Il Gruppo FS partecipa alla kermesse cinematografica in qualità di sponsor ufficiale. Presso l’accesso pedonale al red carpet è visibile “Pensiero Binario”, un’installazione firmata dai designer Giulio Iacchetti e Luca Madonini. L’opera rilegge uno degli elementi più simbolici della ferrovia, il binario, elevandolo a emblema di connessione, viaggio e movimento.
“Il mondo ferroviario e il cinema condividono da sempre un legame speciale, entrambi infatti raccontano il viaggio, il movimento e le storie delle persone, diventando testimoni delle trasformazioni della società e del Paese”, ha dichiarato Giuseppe Inchingolo, Vicedirettore Generale Corporate Gruppo FS. “La Festa del Cinema di Roma rappresenta un’occasione preziosa per rinnovare questo dialogo, raccontando un’Italia in movimento, capace di custodire le proprie radici e, allo stesso tempo, di guardare al futuro con una mobilità sempre più integrata e accessibile. Con questo progetto, insieme a Fondazione FS Italiane, vogliamo valorizzare un patrimonio storico e culturale che appartiene alla memoria collettiva degli italiani, riscoprendo l’evoluzione del treno e il suo ruolo nel connettere territori, comunità e generazioni attraverso il linguaggio cinematografico”.
Lo spot del Gruppo FS e Fondazione FS Italiane è stato realizzato da VML Italy, parte di WPP, e prodotto da Buddy Film, con la regia di Volfango De Biasi e la direzione della fotografia di Diego Indraccolo e sarà on air nei formati da 60”, 30” e 15” sulle principali emittenti televisive, oltre che nel formato 60” sui grandi schermi e sui canali social del Gruppo FS. Con questa iniziativa, la società ribadisce il proprio ruolo primario nel racconto culturale dell’Italia contemporanea: una narrazione che affonda le radici nella memoria storica per proiettarsi verso un modello di mobilità sempre più integrato, accessibile e sostenibile.
“Lo spot è emozionante per chi ha preso un treno dagli anni ’30, ma soprattutto negli anni ’80 e ’90 quelle carrozze a compartimenti, o le cuccette per fare l’Interrail e per andare al mare, le abbiamo prese anche noi. E come non ricordare, quando non c’erano i telefonini, la ricerca del dirimpettaio di posto, la chiacchierata e, prima di scendere: “Mi lasci il numero di casa?”. Ecco, io ho rivisto questa umanità che si è consumata in tantissimi anni sui binari e sui treni delle ferrovie”, ha dichiarato Cantamessa.
“E questo spot riporta alla mente quell’emozione; e devo dire che ricuce due storie che per molto tempo non si sono parlate: il nostro passato in bianco e nero, quello dell’Azienda Autonoma delle Ferrovie dello Stato che aveva una funzione sociale, e l’Alta Velocità e la modernità. Ricuce tutto, una storia ininterrotta che va dal 1905, anno di creazione delle Ferrovie dello Stato, fino a oggi e che, io credo, non terminerà”, ha continuato Cantamessa.
“Prima dello scoppio della Seconda Guerra Mondiale, il decennio degli anni ’30 fu il decennio dei primati: il primato mondiale di velocità ferroviaria lo conquistammo nel ’39; la più grande galleria dell’Appennino fu aperta nel 1934. Poi la guerra ovviamente distrusse tutto, e ci fu la ricostruzione con il Settebello, dove i viaggiatori venivano messi al posto del macchinista per vedere un Paese che veniva ricostruito e che rinasceva. E poi questo logo a televisore, la “botticella”, che è proprio un televisore come la grande invenzione della TV: voleva dire fiducia, sicurezza e fare squadra. Questo logo è stato sulle divise dei ferrovieri per quarant’anni, dal Passo del Brennero fino all’interno della Calabria o della Sardegna. Insomma, tutto quello che dico fa capire che non è uno spot qualunque, non è uno spot commerciale. È la celebrazione del sentimento, dello stile italiano e della nostra storia. Non ci sarebbe l’Italia moderna senza lo sviluppo dei binari e delle ferrovie italiane”, ha concluso Cantamessa.
“È motivo di grande orgoglio per il Gruppo Ferrovie dello Stato presentare oggi, alla Festa del Cinema di Roma, questo spot che racconta un po’ della nostra storia. La storia di Fondazione, dalla ferrovia Napoli-Portici fino ad arrivare ai meravigliosi e iconici treni come l’Arlecchino o le Centoporte, che abbiamo voluto raccontare in questo video per mostrare, appunto, da dove sono partite le ferrovie e dove sono arrivate”, ha dichiarato Inchingolo.
“Un passaggio storico che si lega anche alla storia del Paese, perché le ferrovie raccontano la storia di come i territori si sono uniti, di come si sono accorciate le distanze e di come si sono create nuove opportunità. A noi piace dire che abbiamo contribuito in modo importante a costruire l’Unità d’Italia, e stiamo continuando a farlo anche oggi con l’Alta Velocità. Quindi, rappresentare questo passato proiettato con un futuro fatto di innovazione, tecnologia e velocità ci sembra un’operazione importante”, ha concluso Inchingolo.
L'articolo Gruppo FS: presentato alla Festa del Cinema di Roma il nuovo spot con i treni d’epoca proviene da Affaritaliani.it.


In January 2017, with only a couple of days remaining in Barack Obama’s presidency, the Democrat held a White House press conference in which he explained his vision of occasional political intervention.
“There’s a difference,” the outgoing president explained, “between that normal functioning of politics and certain issues or certain moments where I think our core values may be at stake.”
In other words, Obama was sending a signal to the public: If people were looking to him to condemn everything Donald Trump did on a near-daily basis, they were likely to be disappointed. Once in a great while, however, the former president might feel the need to step up and defend fundamental American principles.
Obama has largely kept that pledge, steering clear of the day-to-day political arena, but over the weekend, he made the latest in a series of exceptions. MS NOW reported:
Former President Barack Obama issued a rare statement Sunday rebuking the Trump administration for targeting the president’s political enemies, namely for launching a federal investigation into Democratic Rep. Ilhan Omar of Minnesota.
“It is a basic principle of American democracy that the government can’t selectively target individuals simply because of their political beliefs or what they say,” Obama said in a lengthy statement shared on social media. “But that’s exactly what the Trump Administration is doing to Congresswoman Ilhan Omar of Minnesota.”
Obama’s online statement went on to characterize the Republican administration’s crusade against Omar as “appalling.” He added, “The full weight of the federal government is being brought down on a law-abiding elected official because she has dared to criticize the president. And it’s not the first time this has happened. Under President Trump, the Justice Department has repeatedly gone after those he considers his political enemies — from the Attorney General of New York, to the former head of the FBI, to members of the Federal Reserve.
“In those cases, the prosecutions either stalled or were dismissed for having no basis in law, and the same is likely to happen in this case. But not before Congresswoman Omar’s life has been turned upside down, her legal bills have piled up, and she’s been forced to spend time fighting unsubstantiated charges instead of serving the people of Minnesota.
“The fact that any president, or any administration, is willing to engage in such transparent efforts to intimidate someone should outrage all Americans, regardless of how they feel about Congresswoman Omar’s political views. Because if this becomes the new normal, there’s no reason to believe it will stop with her — or that future presidents, in either party, won’t do the same.”
Or put another way, Team Trump’s radical offensive against the congresswoman represents a clear example in which “our core values may be at stake.”
There’s overwhelming evidence to bolster the former president’s case.
Federal investigators, acting at Trump’s behest and ignoring the 60-day “blackout period” before the election, seized the laptop, cellphone and passport of a sitting member of Congress as part of an apparent campaign to strip Omar of her citizenship and ultimately deport her in response to evidence that does not appear to exist.
Throughout history, there have been countless clashes between presidents and members of Congress, but there is no modern precedent for an incumbent chief executive trying to misuse the levers of federal power in the hopes of kicking a sitting elected lawmaker out of the country.
The New York Times’ Michelle Goldberg added in her latest column, “This is more than just another persecution of one of Trump’s political enemies. Rather, his government is tacitly declaring the citizenship of all foreign-born people provisional, their Americanness something that can be revoked. It’s a frontal attack on the idea of constitutional equality. As Hannah Arendt wrote — a quote that the writer John Ganz reminded me of — ‘One is almost tempted to measure the degree of totalitarian infection by the extent to which the concerned governments use their sovereign right of denationalization.’”
Hours after Goldberg’s column ran, Homeland Security Secretary Markwayne Mullin appeared on conservative media outlet Real America’s Voice and said the Republican administration is considering a possible “RICO case” against Omar, referring to the Racketeer Influenced and Corrupt Organizations Act, which has traditionally been used against organized crime figures.
For what it’s worth, The Washington Post reported last week that in 2019, Team Trump also ordered an investigation into Omar’s immigration records, though the “investigation was eventually abandoned” for lack of evidence.
Seven years later, the sequel to this abuse is ongoing — and significantly worse.
The post Why Obama felt compelled to condemn Team Trump’s crusade against Ilhan Omar appeared first on MS NOW.

