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Trump insiste en cambiar el nombre del Estado de Nuevo México por Nueva América pese a que no tiene potestad para hacerlo
A Donald Trump le interesan las apariencias. En los dos o tres asuntos que más le obsesionan, ejercer como reformador oficial de Washington está entre ellos, también figura la toponimia. El presidente estadounidense ha insistido este lunes en que el nombre del Estado de Nuevo México debería cambiarse “inmediatamente” a Nueva América. En una publicación de su red social ha escrito: “¡No somos México, somos los Estados Unidos de América! ¡El nombre aportaría un gran valor y prestigio al estado!“.

© JIM LO SCALZO (EFE)
“Es justicia para el pueblo cubano”: Waltz sobre orden de arresto contra Raúl Castro en Florida

Trump propone renombrar Nuevo México como "Nueva América"

Sheinbaum confirma arresto por traición a exfiscal mexicano tras redada con la CIA
A eleição das Big Techs
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“Wow”, tuitou Elon Musk, dono do X, depois que as apostas no site Polymarket passaram a favorecer Flávio Bolsonaro na disputa contra Lula, demonstrando quem é seu favorito nas eleições brasileiras. O advogado Martin de Lucca, tuitou: “Primeiro eles cancelaram o X. Depois cancelaram o Rumble. Recentemente, até cancelaram o Polymarket. O tiro saiu espetacularmente pela culatra”, escreveu Lucca, que advoga para a Truth Social, rede de Donald Trump, e para a Rumble, rede social de direita que teve investimento milionário de JD Vance e de Peter Thiel, depois da vantagem de Flávio no primeiro turno. “Que bela manhã, né Brasil?”.
JD Vance reuniu-se com Flávio Bolsonaro em maio deste ano, e com André Marinho, filho do coordenador de campanha bolsonarista, em abril. Seu aliado e fiador, Peter Thiel, esteve em São Paulo apenas duas semanas depois, em 30 de abril, com uma comitiva de pelo menos 15 executivos, segundo revelou o jornalista Paulo Motoryn. De acordo com o site Amado Mundo, a rede Rockbridge Network, fundada por JD Vance, mantém um representante integrante dentro da sede de campanha de Flávio Bolsonaro em São Paulo, e enviou um plano de trabalho que incluía a criação de um Conselho de Tecnologia para assessorar sua campanha, segundo o Intercept.
Mark Zuckerberg, em janeiro do ano passado, nomeou o Brasil – sem nomear – ao afirmar que “os países latino-americanos têm tribunais secretos que podem ordenar empresas para silenciosamente derrubar [posts]” e que se uniria ao governo de Donald Trump para lutar contra essas ordens secretas – a referência eram ordens do STF depois da tentativa de Golpe de Estado em 2023.
Os donos das Big Techs estão acompanhando de perto as eleições brasileiras. Afinal, sabem que elas serão cruciais para definir como será o futuro dos seus negócios.
O caso mais notório de interferência, até agora, tem sido a Meta – empresa que mais faturou com impulsionamento de campanhas, R$282 milhões. Mesmo assim, funcionários da empresa reclamaram em canais internos da inação dos desenvolvedores lotados nos EUA em reverter o banimento da conta de anúncios da campanha de Lula no Instagram, em 9 de outubro. Os americanos fizeram corpo mole em vez de permitir condições iguais às do adversário, que seguia impulsionando seus conteúdos.
Mas esse foi apenas um dos eventos. Na semana passada, a IA da Meta permitia que qualquer pessoa criasse imagens pró-Flávio e contra o Lula – acusando o PT de corrupto, por exemplo. Se o mesmo pedido era feito sobre o candidato do PL, a IA respondia que não podia gerar a imagem. A Meta reconheceu que sua IA permitiu a criação de imagens favorecendo Flávio e que “a conta de anúncios da campanha de Lula foi desativada por engano por pouco mais de 1 hora, e não por razões políticas”.
Antes disso, a Meta suspendeu por algumas horas a conta do canal Revelando Brasil no Instagram, que tem publicado vídeos documentais sobre casos envolvendo Flávio Bolsonaro, quando este se tornava o principal assunto das redes, uma semana antes do primeiro turno. Até agora não houve explicação do porquê.
A tendência para o lado da campanha do filho de Jair incomodou até mesmo o TSE, que na semana passada decidiu que a Big Tech tem que agir com isonomia sobre conteúdos das duas campanhas – e que prove que está fazendo isso. Em caso de descumprimento, a Meta terá que pagar R$ 500 mil por dia.
O Ministério da Justiça acionou a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e o Ministério Público Federal para abrir uma investigação contra a Meta, e a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do MPF já abriu um procedimento para investigar a empresa. Além disso, a deputada Érika Hilton (PSOL-SP) está coletando assinaturas para uma CPI na Câmara dos Deputados para investigar se está havendo interferência das Big Techs nas eleições.
A mobilização chamou a atenção da imprensa internacional – o que forçou a Meta a publicar um comunicado negando tentar interferir nas eleições. A empresa ainda saiu com essa: “Há muito tempo, a Meta alerta que as regras rígidas do Brasil para conteúdo digital aumentam o risco de aplicação excessiva e ameaçam a liberdade de expressão. Desde 2025, essas regras ampliaram a possível responsabilidade das plataformas por conteúdo e anúncios gerados por terceiros” – ou seja, a culpa dela estar prejudicando a campanha petista é da regulação.
É aí que está o fio da meada. Faz sentido para a Meta e também para outras Techs investirem no fim do governo Lula porque o Brasil é o fiel da balança no sul global em termos de regulação do mundo digital.
Durante o governo Lula, elas contabilizaram muitas derrotas: o banimento do Twitter pelo STF; a decisão do STF de responsabilizá-las legalmente por conteúdo ilegal; o Eca Digital, conhecido como “Lei Felca”; a decisão do Cade de abrir uma investigação conta o Google por concorrência desleal ao jornalismo ao lucrar com o conteúdo sem pagar por ele, além de outras decisões da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), do MJ, e da ANPD – por exemplo, a agência obrigou a Meta a informar os usuários e pedir permissão sobre uso de conteúdos de usuários no Facebook, WhatsApp, e Instagram para treino no IA. Recentemente, as “lives” do Discord foram banidos depois do suicídio de uma menina de 13 anos.
Flávio e a bancada digital já avisaram que querem reverter todas essas regras. Flávio planeja um “revogaço” dos decretos de Lula que regulamentaram a decisão do STF sobre a responsabilização das plataformas, que estabeleceu a ANPD como agência reguladora. A “bancada da liberdade de expressão digital”, que tem nomes como Carol di Toni, Filipe Barros e Carlos Jordy, do PL, quer que o Congresso defina as responsabilidades da ANPD.
Só que, no Brasil, a discussão sobre redes sociais e Big Techs ultrapassou, e muito, a esfera do Congresso. É o que mostra o caso da interferência da Meta nas eleições. Arrisco dizer que o Brasil é o único país em que a sociedade tem clareza dos riscos representados pelas Big Techs. Não se trata de um partido, um político ou um punhado de ONGs: é um país se mobilizando para conter os danos da tecno-oligarquia.
Hoje às 17h, a pressão vai aumentar. Organizações da sociedade civil e movimentos sociais convocam a sociedade para um ato pacífico na sede da Meta, na Faria Lima, em São Paulo.
E agora, volto ao início da minha coluna. Se as Big Techs estão de olho nas nossas eleições, o mesmo é verdade para a crescente comunidade de especialistas, legisladores, jornalistas e ativistas que se importam com a batalha mundial da humanidade contra essa oligarquia. Com as eleições, o epicentro desta luta volta a ser o Brasil – e isso não vai terminar no domingo, vença quem vencer. O Brasil seguirá tendo um dos movimentos atuantes e mais robustos de pressão e organização cívica para emparedar as Big Techs – um movimento, ouso dizer, irreversível.

Mike Waltz: La corrupción, los abusos y la represión son las verdaderas raíces de los problemas de Cuba

Christiane Amanpour anuncia que deja la CNN después de 43 años como referente del periodismo internacional
La prestigiosa periodista de CNN Christiane Amanpour ha anunciado este lunes que abandonará la cadena de noticias a partir del próximo junio. “Tras muchos meses de reflexión y algunas noches sin dormir, he decidido separarme de CNN, mi socio durante 43 fantásticos años”, declaró la presentadora de 68 años a través de un comunicado.

© EPV
Gobierno de México denunciará en EE.UU. la muerte de connacional en Texas
Florida abre un nuevo frente judicial contra Raúl Castro por el derribo de avionetas de Hermanos al Rescate

El régimen gasta en un día lo que la mayoría de los cubanos gana en meses, denuncia EEUU

Rubio defiende el giro de Trump hacia el hemisferio occidental: "Es un logro histórico"

Una jueza de Miami firma una orden de arresto contra Raúl Castro por el derribo de las avionetas de Hermanos al Rescate
La orden de arresto está dada. La jueza Ariana Fajardo Orshan, del Undécimo Circuito Judicial de Florida, consideró que existen las pruebas suficientes para demostrar que Raúl Castro conspiró y, por tanto, es responsable de la muerte de cuatro personas tras el derribo de las avionetas de la organización humanitaria Hermanos al Rescate. Luego de tres décadas del incidente, Orshan firmó una orden estatal de arresto sin derecho a fianza contra el expresidente de 96 años por un capítulo que marcó para siempre al exilio cubano.

© Ernesto Mastrascusa (EFE)
Japón se atreve con la primera misión para traer muestras de Fobos, la desconocida luna de Marte
La primera misión de exploración a Fobos, una de las dos lunas de Marte, ha despegado este lunes a bordo de un cohete H3 desde el Centro Espacial de Tanegashima, en Japón, a las 21.41 hora peninsular española.

© JAXA
El respaldo de Trump a Netanyahu llega tarde en el incierto panorama de las elecciones en Israel
El respaldo de Donald Trump a Benjamín Netanyahu para las elecciones del próximo día 27 en Israel ha llegado tan a última hora y tras tantas semanas evitándolo que difícilmente cambie ya el curso de unos comicios inciertos. Netanyahu ansiaba desde hace meses esta expresión pública de apoyo, para presentarse como un dirigente “en otra liga” (como en su campaña de 2019 saludando a líderes mundiales) que cosecha como nadie la gran alianza con EE UU. Pero Trump venía evitando efectuarla, a causa del deterioro de la relación mutua (a raíz del fallido intento en febrero de derrocar al régimen iraní, de cuya viabilidad Netanyahu convenció a Trump), así que llegó este domingo casi como una sorpresa. A ocho días de las elecciones, sin embargo, un 39% de israelíes dice que “nada” cambiará ya su voto y otro 45% que solo un cambio en la situación de seguridad, el coste de la vida o un escándalo político, según una encuesta de la radiotelevisión pública. De hecho, el anuncio apenas ha modificado en Polymarket, el mayor mercado de predicción del mundo, el porcentaje de quienes apuestan a que Netanyahu seguirá como primer ministro tras los comicios, un 29%.
© Jonathan Ernst (REUTERS)
Kylie Jenner debuta en el desfile de Victoria’s Secret con un Fantasy Bra de 50 millones, el más caro de la historia
El Fantasy Bra es el sujetador joya más icónico de Victoria’s Secret, una pieza única de lencería cuyo valor suele alcanzar varios millones de dólares y que históricamente han lucido las modelos más importantes de las pasarelas. Claudia Schiffer fue la primera que lo llevó en 1996; después la siguieron otras como Gisele Bündchen en 2000 y en 2005 y Miranda Kerr en 2011. Pero desde 2018 esta icónica pieza no había vuelto a aparecer en el mítico desfile anual, cancelado entre ese año y 2024, cuando regresó con sus modelos más famosas. El Fantasy Bra tenía que volver, pero quién lo luciese y cómo lo hiciese era fundamental para recuperar uno de los emblemas de la firma. También era importante conseguir la atención mediática, y lo han hecho gracias a Kylie Jenner.
© EPV
Míssil inflável pede ataque nuclear ao Brasil em ato pró-Flávio
Um míssil inflável estampado com uma frase que pede que Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, faça um ataque nuclear contra o Brasil foi levado a ato em apoio ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo (18), na avenida Paulista, em São Paulo.
O objeto inflável branco trazia escrita a frase em inglês “Trump nuke Brazil”, algo como “Trump, ataque o Brasil”. O termo “nuke” é usado com o sentido de atacar com armas nucleares. Ele foi visto sendo carregado por pessoas vestindo verde e amarelo, mas os autores não foram identificados.
Nas redes sociais, políticos de esquerda criticaram o objeto. Guilherme Boulos (PSOL), ministro da Secretaria Geral, disse que vídeos nas redes sociais que o ação era “inacreditável” e uma “incedência”. A deputada federal Erika Hilton (PSOL) disse que era em “escândalo”, e a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL) chamou os manifestantes de “vendidos”.
Histórico de objetos infláveis em manifestações
Manifestações políticas da última década têm um histórico de objetos infláveis levados às ruas. Entre eles, uma peça de cinco metros de altura com formato fálico, nas cores verde e amarela, levada a uma manifestação bolsonarista em 7 de setembro de 2021, na mesma avenida Paulista.
O objeto foi apelidado de “piroca verde e amarela”, mas se tratava também de um míssil, que trazia na base a frase “braço forte, mão amiga”, lema do Exército Brasileiro. O grupo responsável pelo objeto, composto por artistas e não-artistas, preferiu se manter em anonimato em entrevista à Folha de S.Paulo na época.
Outras peças infláveis já fizeram sucesso em manifestações políticas recentes. Entre elas, o “Pato da Fiesp”, uma estrutura de pato amarelo de cerca de dez metros de altura posicionada em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), na mesma via paulistana, em 2015, para demonstrar a insatisfação com o aumento de impostos do governo federal.
O boneco ganhou versões menores, levadas à frente do Congresso Nacional, em Brasília, e a protestos em outras cidades pelo país. Outro boneco que ficou popular foi o pixuleco, que retratava Lula (PT) vestido com roupas listradas de preto e branco, em alusão à roupa de presidiários.
Este último foi criado em 2015 por integrantes do Movimento Brasil Limpo, da oposição, e levado a manifestações pelo país. O nome pixuleco fazia referência ao termo usado pela Operação Lava Jato para descrever as propinas pagas em esquemas de corrupção investigados na época.
Míssil aparece em meio a debate sobre influência dos EUA
O míssil no ato deste domingo (18) surge em momento em que se discute a interferência dos Estados Unidos nas eleições para a presidência do Brasil deste ano, cujo segundo turno ocorre no dia 25. Trump já havia afirmado estar acompanhando as eleções “de perto”.
Nas últimas semanas, a Meta IA, ferramenta de inteligência artificial da Meta dona do Instagram, Facebook e WhatsApp se recusava a criar imagens com “Vote Lula”, mas atendia a pedidos semelhantes relacionados a Flávio. Em outra falha encontrada, o perfil oficial de Lula ficou impossibilitado de impulsionar postagens feitas no feed do Instagram em 9 de outubro.
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