Homem de 71 anos foi transportado ao hospital por suspeita de desidratação. Autoridades detetaram entulho, bilhas de gás e risco de incêndio no espaço da Tapada das Mercês.
Retirada de tendas na Praça D. João I pareceu pacífica, mas organização fala numa pessoa ferida, “novamente agredida”. O movimento pela habitação que há mais de uma semana tem estado na Praça D. João I, no Porto, repudiou o “despejo” de manhã pela PSP, denunciando uma agressão a um manifestante e pedindo ao Presidente da República para intervir. “No Porto, perante a ordem dada pelas autoridades policiais e embora reconhecendo tal ordem como absolutamente ilegítima, a equipa de segurança da Acampada determinou a desmobilização voluntária para evitar um trauma coletivo geral”, pode ler-se em comunicado hoje enviado à Lusa. Segundo
O ministro da Habitação e Infraestruturas deixa claro que está disponível para fazer todo o debate. Ainda, o ex-diretor nacional adjunto da PSP admite que a polícia vai ter de tomar medidas difíceis.
Obras de expansão da linha vermelha do Metropolitano de Lisboa não avançaram porque Tribunal de Contas ainda não deu visto prévio ao contrato de fiscalização. Empresa aguarda reprogramação da despesa.
Ex-diretor nacional adjunto da PSP admite que polícia vai ter de tomar medidas difíceis. Carlos Bastos Leitão revela o que correu mal na ação policial no Porto na semana passada.
O Ministro da Administração Interna pede aos manifestantes pela habitação que não tragam o caos para Portugal. E ainda, estão marcados novos protestos para esta tarde em Lisboa e no Porto.
Após anúncio de suspensão das trotinetes partilhadas, comunistas exigem regulamento prometido em 2022 e propõem estudo para integrar serviço na rede municipal Gira.
"Apesar de ter prometido, o processo de elaboração de um Regulamento de Mobilidade Suave Partilhada, esse regulamento nunca foi apresentado por Carlos Moedas", afirmou João Ferreira
O Presidente da Câmara de Lisboa sublinha que o direito à manifestação é sagrado, mas não pode justificar atos de vandalismo. E ainda, Luís Neves elogia atuação dos agentes da polícia esta manhã.
As detenções aconteceram ontem, depois de não terem acatado as ordens da PSP. E ainda, Zelensky e Witkoff já estão em Oslo para discutir uma nova proposta para pôr fim à guerra na Ucrânia.
Luís Rosa, Paulo Saragoça da Matta e Teresa Violante analisam os diferentes direitos constitucionais em jogo nas manifestações a favor da habitação em Lisboa e no Porto.
Manifestantes foram detidos por desobediência após avisos das autoridades para que abandonassem o local. Ainda, líder da Iniciativa Liberal quer chegar a consenso sobre política de habitação.
O Ministério destaca o empenho dos profissionais em privilegiar o diálogo, evitando o recurso à força. Ainda, o PR apelou a um entendimento entre para resolver o problema da Habitação.
La Policía portuguesa puso fin este martes de madrugada a las acampadas de protesta contra la crisis de la vivienda instaladas en el centro de Lisboa y Oporto, en una operación que se saldó con varias detenciones en la capital, donde los agentes desalojaron por la fuerza a los manifestantes que se resistían a abandonar el lugar.
Praça ficou vazia e equipas da Câmara Municipal de Lisboa retiraram as tendas do local. Porta-voz do Movimento pela Habitação fala em violência policial.
A reunião anual da CESAER, uma associação que integra mais de 50 universidades em 25 países, tem como tema global as tecnologias que podem preparar a Europa para enfrentar os desafios do futuro.
Em análise, Bruno Vieira Amaral destaca que a polícia atuou com cautela para evitar excessos e prevê o fim dos protestos da habitação devido ao reduzido apoio político e popular.
Também houve 55 detenções, cordão humano foi desfeito. Em Lisboa, outra praça foi ocupada; no Porto foi pacífico. Todas as tendas foram desmontadas, nos protestos pela habitação em Lisboa e no Porto. Carlos Moedas já tinha avisado, a Polícia de Segurança Pública (PSP) também: as tendas não poderiam permanecer eternamente num espaço público, no caso no Rossio, na capital. A PSP disse na noite anterior que ia “esgotar ao máximo a via do diálogo”, mas avisou que ia haver uma intervenção policial se as tendas continuassem montadas. O porta-voz da PSP, Sérgio Soares, sublinhou que estavam em causa uma “série
Viveram-se momentos de tensão quando a PSP desfez o cordão humano dos manifestantes e deteve dezenas de pessoas no Rossio. Na Praça D. João I, no Porto, as pessoas retiraram-se voluntariamente.
Houve momentos de tensão em Lisboa. Situação mais pacífica no Porto. Movimento pela Habitação pede explicações sobre esta intervenção da PSP e promete retomar os protestos.