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NASA and ESA experts head to Coimbra for international space summit

NASA and ESA experts head to Coimbra for international space summit

Some of the world’s leading names in space exploration are heading to Coimbra later this month for a two-day summit covering everything from lunar science and the search for another

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Local de votação ainda pode mudar; consulte de novo antes de ir à urna

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Mesmo que o eleitor tenha consultado o local de votação com antecedência, ele deve verificar novamente a informação no dia da eleição, no domingo (25), antes de sair de casa.

Outra dica é votar pela manhã, para ter mais tempo de se deslocar caso a seção eleitoral tenha mudado de lugar.

Notícias relacionadas:

A Justiça Eleitoral tem alertado que o local das seções eleitorais pode mudar até o próximo domingo (25), dia do segundo turno. Na última sexta-feira (17), chegava a 4 mil o número de seções alteradas após o primeiro turno, mas nova divulgação na segunda-feira (19) informou um número menor, de 444 seções.

“Até o dia da realização do segundo turno, cada um dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais divulgará, por todos os meios de comunicação disponíveis, os locais de votação eventualmente modificados”, diz nota conjunta dos TREs.

Onde conferir o local de votação

O eleitor deve conferir o local de votação apenas nos canais oficiais da Justiça Eleitoral, seja no botão “onde votar” do aplicativo e-Título, ou nos portais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos TREs.

Nos últimos dias, têm circulado diversas mensagens em grupos de WhatsApp ou nas redes sociais com links não oficiais sobre locais de votação que não são confiáveis.

O eleitor não deve consultar o local de votação em links que não sejam os oficiais da Justiça Eleitoral.

TREs explicam mudanças

Em nota conjunta, os TREs alegam que as mudanças nos locais de votação ocorrem apenas quando é “absolutamente necessário”

“Os motivos são sempre extraordinários e estão relacionados a situações climáticas extremas, problemas não identificados previamente nas estruturas dos prédios utilizados como locais de votação e questões de segurança pública”, diz nota dos presidentes dos 27 TREs do país.

Ainda segundo a nota do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), o TSE não tem ingerência sobre essas alterações.

Alterações confundem eleitor

As mudanças nos locais de votação nos últimos dias podem confundir os eleitores, avaliou o advogado especialista em direito eleitoral Alberto Rollo.

“Realmente, mudar de 4 mil para 400 seções modificadas é uma coisa esquisita, mas eu não vejo nenhum tipo de dolo [má-fé] para atrapalhar o eleitorado. Eu acho que é desencontro de informação”, explicou.

Rollo acrescentou que é comum ocorrerem mudanças excepcionais de locais de votação antes do pleito, devido a mudanças no clima ou na estrutura das escolas.  

“Sempre lembrando que o Brasil é muito grande, então, pode ser que chova hoje no Sul ou no Norte, e a escola fica prejudicada para domingo. Com isso, é atualizada a informação, mas vão ser algumas seções eleitorais, só em algumas escolas, e não baixar de 4 mil para 400”, acrescentou.

Ainda segundo o especialista, a Justiça Eleitoral não teria condição de informar as mudanças em local de votação individualmente, para cada eleitor, por causa dos cadastros, que não são completos, com e-mail ou número de telefone.

“Não daria para fazer a comunicação para essas pessoas individualmente. Mas a Justiça Eleitoral pode fazer essa comunicação via grande imprensa, colocar nos jornais de papel, colocar nas televisões abertas, nas rádios. Isso dá para melhorar”, concluiu. 

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Getting Ziggy with it: David Bowie’s alter egos inspire dance show that will transform his songs

Subject to Change: A Dance for David Bowie will explore how the musician ‘practised a form of artistic reincarnation’, says choreographer Marcos Morau

‘Let’s dance,” sang David Bowie in 1983, commanding: “Put on your red shoes and dance the blues.” That call is to be answered – with footwear TBC – by an international dance production featuring new choral arrangements of songs from throughout his career.

Subject to Change: A Dance for David Bowie will be staged at Sadler’s Wells in London in autumn 2028 after a world premiere in Luxembourg. It will visit Tokyo in 2029. The show will explore how Bowie “practised a form of artistic reincarnation” according to Spanish choreographer Marcos Morau who is taking inspiration from the superstar’s transformations into personas such as Aladdin Sane and the Thin White Duke.

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© Photograph: Ilpo Musto/Alamy

© Photograph: Ilpo Musto/Alamy

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Getting Ziggy with it: David Bowie’s alter egos inspire dance show that will transform his songs

Subject to Change: A Dance for David Bowie will explore how the musician ‘practised a form of artistic reincarnation’, says choreographer Marcos Morau

‘Let’s dance,” sang David Bowie in 1983, commanding: “Put on your red shoes and dance the blues.” That call is to be answered – with footwear TBC – by an international dance production featuring new choral arrangements of songs from throughout his career.

Subject to Change: A Dance for David Bowie will be staged at Sadler’s Wells in London in autumn 2028 after a world premiere in Luxembourg. It will visit Tokyo in 2029. The show will explore how Bowie “practised a form of artistic reincarnation” according to Spanish choreographer Marcos Morau who is taking inspiration from the superstar’s transformations into personas such as Aladdin Sane and the Thin White Duke.

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© Photograph: Ilpo Musto/Alamy

© Photograph: Ilpo Musto/Alamy

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Royal Exchange boss unveils new plays two years after damaging censorship row

Selina Cartmell announces season including Stockport-set version of Phaedra myth by Simon Stephens

A theatre boss has promised to channel the “pioneering spirit of Manchester” and be “brave and fearless” as she unveiled a new season of work, two years after a deeply damaging censorship row.

Selina Cartmell, the artistic director of the Royal Exchange in Manchester, revealed details of 2027-28 productions that include a retelling of the Munich air disaster and a modern Stockport-set version of the ancient Greek myth Phaedra.

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© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

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La Justicia anula el sobreprecio que cobraba un fondo de inversión a usuarios de pisos protegidos y que la Junta de Castilla y León permitía

Daniel Rejón señala un desconchón en el edificio de protección oficial en el que reside en Laguna de Duero (Valladolid).

El tribunal Contencioso-Administrativo 1 de Valladolid ha dictado sentencia en contra del fondo inversor Testa Residencial Socimi, que provocaba que 351 usuarios de Viviendas de Protección Oficial (VPO) de la Junta de Castilla y León (PP y Vox) lleven meses pagando de más a este fondo de inversión, poseedor de viviendas protegidas en Laguna de Duero y Arroyo de la Encomienda (Valladolid). La Justicia ratifica que sus contratos tienen sobreprecio, por lo que ha marcado unas consecuencias claras: el fondo debe devolver con intereses la cantidad de más que uno de los usuarios, de capacidad económica baja, pagaba por su piso hasta que lo llevó a los tribunales. Esto, según fuentes cercanas al caso, sienta el antecedente para que los demás agraviados puedan reclamar la restitución de ese exceso. Muchos abonaban hasta 140 euros más al mes, un incremento de en torno al 33% respecto al precio prefijado para los adjudicatarios de estas casas, muchas de ellas además en mal estado de conservación.

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After 25 years, Australian dance star Lucy Guerin bows out of the company she founded

The choreographer said goodbye to Lucy Guerin Inc by dancing in public for the first time in 13 years - which she found ‘incredibly confronting’

If there is one thing the professional dancer learns never to expect, it’s longevity. The physical demands on the body and increasing risk of injury tend to necessitate short careers. Melbourne-based choreographer Lucy Guerin has certainly bucked that trend, with a CV spanning decades and several international awards under her belt. But after 25 years at the helm of her eponymous company, she is now stepping away, conferring her artistic directorship on choreographer Melanie Lane.

Before she left, Guerin returned to the stage for an exquisite solo show, Place Dances, inside Melbourne’s Buxton Contemporary art gallery. It was the first time she had danced publicly in 13 years. “I have found it incredibly confronting, to be honest,” she says, hours before the premiere. “As a dancer, you always remember in your body what it feels like to do an arabesque or a jump. And part of me thought I could still do all those things if I just got back in the studio and trained a bit.” She laughs at her own hubris. “But I’m afraid that wasn’t the case.”

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© Photograph: Gianna Rizzo

© Photograph: Gianna Rizzo

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Bristol Old Vic tackles arts ‘emergency’ by bringing the theatre into classrooms

Amid financial pressures on household and school budgets, the theatre company is expanding access with free plays

Six young actors step into the spotlight as a reverent silence descends on the hall at City Academy in Bristol. A boy steps forward to pose a central question: “What does it mean to be young in Britain in 2026?”

Union jack flags flash across the backdrop as three girls excitedly debate a Spice Girls reunion concert, before the focus swings back to the young boy wrestling with modern British identity. He rattles off a list of familiar cultural touchstones – fish and chips, cups of tea, Butlin’s, David Attenborough, Gogglebox and the England football team, naming heroes such as Jordan Pickford and Jude Bellingham.

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© Photograph: Sam Frost/The Guardian

© Photograph: Sam Frost/The Guardian

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‘How do we welcome the stranger, with humanity or anger?’ The forgotten Germans who found refuge in Ireland

A new play revisits the story of Ireland’s 18th-century German refugees, whose experience of prejudice and exclusion resonates with today’s debates over immigration

In the early 18th century, a few thousand Germans fled religious persecution and near starvation in their homeland and ended up in remote rural Irish villages. The Irish Palatines, as they were known, were poor, conservative homesteaders who couldn’t speak the language and were the object of suspicion and violence – precursors to the displaced Syrians or Afghans of the past decade.

Their story is told in Refuge, a co-production between Staatstheater Mainz and the Irish company Fishamble. Part love story, part social commentary, it is performed by a mixed cast, mainly in English but with some German interludes.

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© Photograph: Andreas Etter

© Photograph: Andreas Etter

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2.ª Feira Equestre do Sul reuniu cerca de 10 mil visitantes na Marina de Albufeira

A segunda edição da Feira Equestre do Sul reuniu cerca de 10 mil visitantes, na Marina de Albufeira, entre 9 e 11 de outubro. Durante três dias, realizaram-se cerca de 200 provas individuais de Dressage, Equitação de Trabalho e Saltos de Obstáculos, num programa que cruzou desporto, cultura e tradição. A feira proporcionou aos atletas algarvios uma oportunidade de competir na sua região e dar a conhecer o trabalho desenvolvido por cavaleiros, escolas e criadores.

Organizada pela Câmara Municipal de Albufeira, a Feira Equestre do Sul contou com 30 expositores, 42 espaços de artesanato e 10 espaços de restauração e bebidas. O balanço destacou a melhoria das condições do recinto e a diversidade de oferta dedicada ao universo equestre.

Na Taça do Sul de Dressage, Alicia Nicho, com Q7, foi a grande vencedora, com a pontuação média mais elevada dos dois dias de competição, e conquistou o escalão Preliminar. Nos restantes escalões, venceram Rita Burlacu, com Parchar AP, no Elementar, André Santos, com Niger, no Médio, Maria Inês Almeida, com Mónaco Plus, no Avançado e Martim Jesus, com J-Celta, no Small Tour.

Na Equitação de Trabalho, os primeiros lugares pertenceram a Astrid Alavista, com Jazz, no Preliminar; Patrick Stiers, com Orion, nos Debutantes e Rodrigo Maurício, com Eclipse, nos Consagrados. Nos Saltos de Obstáculos, Derek Wolf, com Roxanne, venceu a prova de 80/90 centímetros, enquanto Kira Mitrovic, com Quesac, conquistou as provas de 1 metro e 1 metro e 10 centímetros.

A programação inclui demonstrações do Picadeiro Fernando Oliveira, com Bruno Cavalinhos, aulas com Bruno Rodrigues Silva, Charanga da GNR, cavalhadas e um workshop sobre o Traje de Equitação à Portuguesa, dinamizado por João Gorjão Clara. Participaram também várias coudelarias, entre as quais, a Lusitano Albufeira e a Joaquim Cipriano, sediadas no concelho.

Um dos destaques foi o reconhecimento à Seleção Portuguesa de Equitação de Trabalho, campeã do mundo em setembro, em Jerez de la Frontera, representada pelo cavaleiro Bruno Pica da Conceição. A música também, acompanhou os três dias, com Gonçalo Rosa, Melissa Simplício, Sara Paixão e a banda “Compis del Cante”, além da animação com DJ.

O presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, que acompanhou os três dias da feira com a vereadora Maria Cristina Corado, salientou que “o balanço desta segunda edição dá-nos confiança para continuar a melhorar as condições oferecidas a quem participa e a quem nos visita. Queremos que cada edição corresponda às expectativas do público e dos profissionais, com uma organização cuidada e uma oferta de qualidade.”

A Feira Equestre do Sul contou ainda com a colaboração da Marina de Albufeira e da Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água.

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Marina de Albufeira recebe Feira Equestre

A Marina de Albufeira vai acolher a segunda edição da Feira Equestre do Sul entre os dias 9 e 11 de outubro, num evento com entrada livre que junta competições, demonstrações, música e tradição.

O conteúdo Marina de Albufeira recebe Feira Equestre aparece primeiro em Algarve Marafado.

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Carl Cederström, sociologist: ‘Wellness has become a corporate tool. It doesn’t make you happier; just more productive’

What happens when happiness ceases to be a desire and, instead, becomes an obligation? This is a question that Carl Cederström has been posing for years. The sociologist teaches at Stockholm Business School and is the author of several critical essays on workplace culture and the happiness industry. His popular book The Wellness Syndrome (2015) is a sharp and engaging work, co-authored with André Spicer, dean of Bayes Business School in London.

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© Cortesía de la editorial

The sociologist Carl Cederström.
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