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Panel urges NASA to fetch Apollo 15 poop bags and hardware from moon

Astronaut David Scott moonwalking at Hadley Rille

Astronauts should return to the Apollo 15 landing site on the moon and haul home some of its half-century-old poop and hardware, a panel told NASA on Wednesday.

A crew would land just north of the site at Mons Hadley — far enough away to avoid damaging it. From there, the astronauts would walk over to inspect the rover, lander base, instruments, and power systems the prior crew left behind in 1971.

That equipment has endured decades of space radiation and repeated heating and cooling as lunar days give way to nights. Scientists on Earth could study how the lunar environment impacts the hardware over time. A close look at the urine and feces in a lab could reveal how biological material changes and whether it affects the area around it. 

That "would be foundational information [for] how we need to engineer the systems for lunar bases," said Dan Dumbacher, co-chairperson of the committee, "for anything humans take to the surface of the moon." 

The mission proposal came from a National Academies of Sciences, Engineering, and Medicine committee, whom NASA asked to recommend future moon-landing sites away from the lunar south pole, where the agency already intends to build a long-term moon base. In a new report, members of the committee selected four non-polar sites — Bhabha Crater, Mons Hadley, Orientale Basin, and Aristarchus Plateau — where they believe Artemis astronauts should collect samples, make observations, and conduct experiments. They prioritized locations they believed would benefit from human explorers over uncrewed robots.

These so-called "sorties," the term NASA used when tasking the committee, would be short, one-time visits. Because the poles lack the volcanic terrain found elsewhere on the moon, as well as radioactive metals like uranium and thorium, the brief trips would complement the base, not replace it, according to the report.

Each mission would send a pair of astronauts to make one to four moonwalks within 2 kilometers — or 1.2 miles — of their lander. That distance is a previously established "walkback" limit NASA decided long ago that the committee thinks the agency should try to extend. The panel also chose landing sites that offered the most opportunities for geology, biology, human health, and physics research. 

The top pick, Bhabha Crater, sits inside what may be the solar system's largest and oldest crater, and its rocks could pin down when that massive impact happened. Situated on the far side of the moon, the crew would have to land farther from home than any humans before, letting NASA test how astronauts cope with isolation.

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The site is also prime for a telescope, said James Day, the other chairperson of the committee. 

"It's an almost unmatched location for doing radio astronomy, and the reason for this is because it's in the quiet zone on the far side of the moon. It is shielded from the noise that we produce here on Earth," Day said. "This will give us information on the very early universe before the first stars or galaxies had formed."

National Academies recommending Bhabha crater as a landing site
Bhabha crater is the National Academies committee's top pick among four recommended moon landing sites. Credit: NASA / GSFC / Arizona State University

At Orientale, the moon's youngest large basin at roughly 3.8 billion years old, astronauts would collect boulders from deep in the crust that could show whether the moon was once entirely molten. They would also set up a detector for gravitational waves — ripples in spacetime. The instrument could alert astronomers months before distant neutron stars collide, the committee leaders said.

Finally, the Aristarchus Plateau, an Apollo destination that NASA never reached, holds volcanic deposits that may yield water. It spans about 60 miles, so crews there would gain the most from the simple open rover the committee thinks NASA should build.

Among its recommendations, the panel said NASA should keep mapping the moon in detail from orbit, build instruments that can run through the lunar night, and set up a communications system that keeps crews in constant contact with Earth, even on the far side.

NASA will decide when and in what order to fly the missions. 

"All four of these sites will give us profound knowledge," Day said, "not just of our moon, but of our solar system, and frankly of ourselves." 

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Courtois revela que foi retirado de grupo de WhatsApp da seleção da Bélgica

O experiente goleiro Thibaut Courtois afirmou que foi excluído do grupo de WhatsApp do elenco da seleção da Bélgica. O arqueiro anunciou em setembro que não disputaria a Liga das Nações pela equipe nacional.

O goleiro conversou com o técnico Van Bommel e disse que se afastaria por um tempo da seleção. No entanto, deixou em aberto a possibilidade de voltar a ser convocado no futuro, se colocando à disposição para as Eliminatórias da Eurocopa de 2028.

“Fui expulso do grupo de WhatsApp dos jogadores. Esse grupo é usado para comunicar informações, como horários de treino. Há algumas mensagens de vez em quando, mas não muitas”, afirmou o belga em entrevista à “Dazn”.

O treinador da seleção da Bélgica não garantiu a titularidade ao goleiro do Real Madrid caso ele voltasse a ser chamado para defender o time nacional.

“Nunca fui para a seleção esperando jogar automaticamente. Conheço minhas qualidades e sei que posso ser importante para a equipe. Ninguém precisa me garantir uma vaga no time titular”, disparou.

Thibaut Courtois esteve com a Bélgica na última edição da Copa do Mundo. A seleção foi eliminada pela campeã Espanha, nas quartas de final do Mundial.

“Nós estamos muito orgulhosos de tudo o que fizemos até agora. Eu sei que muitas vezes você recebe críticas como ‘a geração de ouro nunca ganhou nada’, mas nós somos a Bélgica, não somos a Inglaterra, não somos a Espanha, não somos a França. Nós somos um pequeno país de quase 12 milhões de pessoas que, em grandes torneios, fez coisas incríveis”, discursou na ocasião.

Veja países que já disputaram a Copa do Mundo e não existem mais

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EUA mandam diplomatas deixarem Arábia Saudita em meio a ataques dos Houthis

O Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou que alguns diplomatas e seus familiares deixem suas missões na Arábia Saudita, informaram autoridades norte-americanas à Reuters.

Além disso, o governo de Donald Trump planeja retirar familiares de várias outras missões norte-americanas no Golfo Pérsico, ainda de acordo com as fontes.

O porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, afirmou em uma postagem no X que o departamento ordenou a saída de “funcionários não essenciais do governo dos EUA e seus familiares apenas na Arábia Saudita”, em meio aos ataques dos Houthis, um grupo apoiado pelo Irã, do Iêmen contra alvos civis no país.

O governo Trump havia enviado de volta alguns integrantes do corpo diplomático à região nos últimos meses, depois que muitos haviam sido retirados quando o Irã lançou ataques de retaliação contra instalações norte-americanas após o início da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, no final de fevereiro.

“Os Houthis, apoiados pelo Irã, têm se envolvido cada vez mais em hostilidades contra a Arábia Saudita, incluindo ataques a aeroportos civis e outras infraestruturas críticas, resultando em vítimas civis e graves interrupções nas viagens”, justificou Pigott.

Quatro autoridades norte-americanas disseram à Reuters que as missões dos EUA em outros países do Golfo Pérsico também estariam ordenando que familiares deixassem o local.

Pigott não se pronunciou sobre mudanças em outras missões fora da Arábia Saudita.

A embaixada dos EUA em Riade emitiu um alerta de segurança nesta quarta-feira (21) sobre possíveis novos ataques dos houthis à Arábia Saudita, após recentes ataques mortais, incluindo um ao aeroporto de Riade.

Quem são os Houthis, grupo do Iêmen apoiado pelo Irã?

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Capitão do Man United “culpa” decisões do técnico em goleada na Champions

Capitão do Manchester United, Bruno Fernandes disse que seu time não pressionou o suficiente e adotou um “clima de derrota” depois de sofrer um gol cedo na derrota por 4 a 1 para o Como, nesta quarta-feira (21), pela Champions League.

O resultado aumentou a pressão sobre o técnico Michael Carrick. O Como abriu o placar aos 2 minutos, e o United desmoronou. Apenas um gol de honra de Joshua Zirkzee, nos acréscimos, deixou o placar um pouco menos pesado.

“Começamos com o pé errado, e eles marcaram muito cedo”, disse Bruno Fernandes à TNT Sports. “Não houve pressão suficiente sobre a bola, nem muitos bons movimentos sem a bola. Muitas coisas não saíram como queríamos.”

“É uma decisão da comissão técnica não pressionar homem a homem e, às vezes, deixar espaço nas costas e tentar pegar a bola, esperá-los, mas, às vezes, quando você dá espaço a essas equipes, elas ganham confiança”, afirmou.

Fernandes evita criticar Carrick, mas pede mais coragem

Questionado se seus comentários significavam uma crítica à tática de Carrick, Fernandes respondeu: “Isso cabe ao técnico e à comissão avaliarem, não a mim.”

“Às vezes você precisa ser mais corajoso sob pressão, assumir o risco de pressionar alto e deixá-los desconfortáveis.”

A situação de Carrick se tornou cada vez mais delicada, já que o United agora está há sete jogos sem vencer.

“Foi mais do que decepcionante”, disse à TNT Sports o técnico de 45 anos. “Acho que todos precisam assumir a responsabilidade. Eu assumo a responsabilidade pelo time e pelo desempenho como um todo, isso para em mim, e estou bem com isso.”

Carrick pede desculpas pela atuação do United

“Mas, como torcedor deste clube, ver uma atuação como essa é inaceitável, preciso dizer.”

Carrick disse que o time não mostrou a intensidade necessária.

“É a motivação, o propósito e a intensidade que você precisa levar para um jogo de futebol. Hoje não levamos isso”, afirmou. “Preciso pedir desculpas pela atuação.”

Fernandes também questionou a mentalidade do United após o revés inicial. “Sofrer cedo faz com que a gente entre no jogo com um clima de derrota”, disse.

O United soma três pontos nas três primeiras partidas da Champions League e recebe a Roma em seu próximo jogo na competição.

Champions: técnico leva garrafada, pede demissão, mas fica no Fenerbahçe

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Produtos roubados em protestos na França aparecem em sites de venda online

O mercado online de artigos em segunda mão, Vinted, removeu anúncios de produtos franceses saqueados e intensificou a verificação de anúncios “suspeitos”, numa tentativa das autoridades do país de impedir que bens roubados durante os protestos sejam vendidos online.

A Vinted afirma que as equipes tomaram “medidas imediatas para identificar e remover anúncios ligados aos saques”.

“A venda de produtos roubados, ou a solicitação dos mesmos, é estritamente proibida no Vinted, e temos tolerância zero para isso”, afirmou a empresa em comunicado, observando que “intensificou o monitoramento de anúncios suspeitos”.

Contas que violarem as regras poderão ser banidas permanentemente, afirmou a Vinted, acrescentando que está trabalhando com as autoridades policiais e francesas para “detectar e combater riscos emergentes e comportamentos maliciosos”.

A resposta surge num momento em que o governo francês intensifica a fiscalização dos mercados online, após relatos de que bens roubados durante os protestos no fim de semana apareceram a venda na internet. 

Serge Papin, ministro francês para as Pequenas Empresas, disse no X que as autoridades convocaram uma reunião com operadores de mercados online e representantes dos ministérios do Interior e da Justiça.

Na terça-feira (20), ele afirmou que o governo obteve o compromisso das plataformas de detectar e remover anúncios de itens saqueados, e que também estava monitorando as vendas, alertando que qualquer pessoa que vender produtos roubados será rastreada e processada.

Grandes varejistas, incluindo grupos de luxo como Louis Vuitton e Rolex, e a varejista de cosméticos Sephora, foram atingidos pela violência, informou a Reuters.

Entenda os protestos estudantis que se espalharam por toda a França

 

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Troy Jackson survived his debates with Susan Collins. Here’s what to watch for in the final days.

The four debates in Maine’s U.S. Senate race, between incumbent Republican Susan Collins and Democrat Troy Jackson, are over. Early voting is underway. And while Jackson survived the quartet of clashes, the race remains as close as ever.

Debate expectations for Jackson were between middling and low. His down-home style was compared to the senator’s highly polished vibe. He had far less experience in high-profile debates. But ultimately Collins and Jackson both effectively delivered their core messages.

As in previous campaigns, Collins tried to claim the mantle of bipartisanship and argue that only she can deliver for Maine. She shared laundry lists of bills she worked on and specific projects helping towns. (Her campaign also focuses on this in ads; I even received a detailed text to my phone claiming credit for “$59 million for the City of Bangor.”)

“Sen. Collins is like an arsonist who helped set the fire and then she wants credit for bringing a cup of water to put it out,” Jackson said in the first debate.

Jackson took both parts of Collins’ case head on. He again noted Collins’ record of backing Trump 96% of the time, contrary to her assertions of bipartisanship. He contended that Collins’ deliverables are woefully insufficient compared to the cuts she has backed. “Sen. Collins is like an arsonist who helped set the fire and then she wants credit for bringing a cup of water to put it out,” he said in the first debate.

Three debates later, Collins herself helped the case against her bipartisan bonafides. A moderator asked her to identify a time when a vote against Republicans changed the outcome. Collins muffed. She cited opposition she organized to Pete Hegseth’s nomination as defense secretary, which failed after one senator, North Carolina’s Thom Tillis, changed his mind at the last minute. “So that didn’t change the outcome,” one of the moderators replied.

Jackson’s arsonist comparison was not the only memorable image he conjured. After Collins bragged that she stopped Canadian tariffs on road salt, the Democrat replied, “We can’t eat road salt.” Memes proliferated featuring images of a truck carrying road salt labeled as “Meals on Wheels” and Collins pictured as Marie Antoinette saying, “Let them eat road salt.” A Mainer at the Fryeburg Fair confronted Collins with Jackson’s remark.

Beyond its virality online, Jackson’s remark bore real-world heft. Food prices are up and heating oil prices soared 81% since last year. Often using examples about himself and others, Jackson focused on understanding working people, the necessity of a better healthcare system and fighting oligarchic power. He has also challenged Collins’ contention that he would not be able to help Maine like her.

Democrats have often accused the Maine press of catering to Collins, publicizing stories about her securing money for Maine while not covering her contradictions. This year is different.

None of the aforementioned exchanges got the most national attention, though. The one that grabbed out-of-state headlines arose after a protester with a fake press pass interrupted the last forum to rail against the environmental impact of data centers and corporations’ financial power. Collins quickly and without evidence claimed, “So this is obviously one of Troy’s supporters.”

“Oh, shut up. I don’t even know that kid,” Jackson replied.

“Oh, right,” Collins answered.

In a very close race like this election, any moment can matter. But it is striking that, afterward, many Mainers did not find Jackson’s remark problematic. Journalist Kevin Miller of Maine Public Radio wrote that Jackson’s comment was “more flippant than mean-spirited. The two rivals even seemed to exchange snarky smiles before the debate quickly resumed without future disruption.” On a post-debate panel, reporter Rob Caldwell said that, given the negativity of the campaign, the candidates were “going to get ticked off. If they didn’t they wouldn’t be human. … There are a lot of worse things that they could have said.” Callers to a radio show the following day were divided over whether Jackson was rude or had rightly responded with a Maine “shaddup.”

Jackson’s remark was not what the Bangor Daily News highlighted in its front page after the final debate. Instead, the paper focused on Collins saying, “I think our democracy will be just fine,” while Jackson judged American democracy as “at risk” and observed that “Donald Trump is trying every trick in the book to keep power.”

Democrats have often accused the Maine press of catering to Collins, publicizing stories about her securing money for Maine while not covering her contradictions. This year is different. Jackson’s criticisms of Collins’ conflicting votes are getting coverage, and the press is highlighting pay-for-play corruption allegations and examining the dark-money billionaires disproportionately benefiting Collins.

The two campaigns have not been the same and probably will stay that way. Jackson is holding high-profile events with Sens. Elizabeth Warren and Bernie Sanders. Collins’ most high-profile visitor is former Sen. Joe Manchin. Trump has not come and Collins would not want him. While Jackson uses his events to recruit canvassers and grow his field operation, Collins is helped by canvassers paid by Elon Musk.

Maine voters seem sick of the barrage of ads. Jackson’s grassroots operation and earned media look stronger.

Jackson closed with a “who’s on your side” message — the billionaires or the Maine people. Some ads feature past Collins voters who support Jackson now. Some of these voters cite Collins’ vote to confirm Brett Kavanaugh to the Supreme Court. Collins is defending her Kavanaugh vote by saying that, despite his track record, she could not know he would overturn Roe v. Wade.

National Republicans’ closing message features sharply negative advertising claiming Jackson bullies women, calling him “a creep” and even attacking his relationship with Lana Pelletier, his longtime partner and the mother of his children. (The Collins campaign asked for the ad to be taken down but critics noted that Collins brought up Jackson’s family in a September interview in Politico and Pelletier has spoken out against the personal attack.)

Maine voters seem sick of the barrage of ads. Jackson’s grassroots operation and earned media look stronger, and Republicans are facing the same headwinds in Maine as elsewhere. But it is never easy to defeat an incumbent and Collins’ brand is strong.

Mainers will have to decide if they want to re-elect Collins, who thinks our republic is not threatened by Trump but brings targeted resources to Maine, or if they pick Jackson, a self-described “working-class guy with a funny accent” who pledges to change policies, lift up all Mainers and protect our constitutional order.

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Trump diz que guerra contra Irã é “uma das melhores coisas que já fizemos”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou a guerra contra o Irã como “uma das melhores coisas que já fizemos”, apesar de o conflito continuar sendo profundamente impopular internamente e de muitos candidatos do Partido Republicano defenderem o seu fim.

Questionado nesta quarta-feira (21) se lamenta ter iniciado a guerra, Trump disse aos repórteres: “Não, acho que é uma das melhores coisas — acho que é uma das melhores coisas que já fizemos”.

“Impedimos o Irã de ter uma arma nuclear. É uma das melhores coisas que já fizemos”, continuou ele, acrescentando que sua decisão de atacar o país do Oriente Médio em fevereiro “exigiu muita coragem”.

No entanto, quase oito meses após o início da guerra, o presidente não conta com grande apoio da população dos EUA: uma nova pesquisa da CNN, divulgada nesta quarta-feira, mostrou que apenas 30% dos americanos aprovam a sua condução da política externa.

A CNN conversou com muitos eleitores, inclusive em comícios do presidente, que apontaram o impacto do conflito nos preços dos combustíveis e no custo de vida como uma questão central para as próximas eleições.

Enquanto isso, alguns republicanos que enfrentam disputas eleitorais difíceis neste outono têm se distanciado do presidente no que diz respeito à guerra.

Trump diz que deixou instruções para atacar Irã caso seja assassinado

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Vox Radar: STF dá lugar a sigilo, Luchsinger e debate nas redes no 2° turno

Pesquisa Vox Radar divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que houve movimento nos temas mais discutidos nas redes sociais na semana após o primeiro turno das eleições e agora, na semana decisiva do pleito.

Nesta semana, a conversa girou em torno do desafio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de abrir os sigilos bancários, da entrevista de Roberta Luchsinger à CNN e da repercussão do debate da Band do último domingo (18).

Os temas mais comentados desta semana substituíram a crise no STF (Supremo Tribunal Federal), o fim da escala 6×1 e o caso Master, que tiveram maior repercussão das redes quando os eleitores falavam sobre o resultado do primeiro turno.

Agora, quatro dias antes do segundo turno, os temas mais discutidos são fatos da própria campanha: a quebra de sigilos; as declarações de Luchsinger sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha; o debate da Band; as decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o canal “Exército do Lula”, coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG); e o futuro do Bolsa Família.

Segundo a pesquisa, a concentração dos assuntos também mudou. Na semana após o primeiro turno, o tema de maior repercussão tinha 28% das menções. A quebra de sigilos, que agora ocupa a primeira posição, tem 30%, mais que o segundo e terceiro colocados juntos.

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De acordo com o instituto, somados, os cinco temas da semana após o primeiro turno favoreciam Flávio em 54% dos comentários, e Lula, em 24%. O cenário se inverteu nesta semana: os assuntos favorecem Lula em 59%, e Flávio, em 37%.

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O que se diz em cada pauta decisiva

  • Quebra de sigilos

Em relação à quebra de sigilos, 75% dizem que “Flávio esconde algo”, enquanto 19% que “o desafio é teatro, ou Lula é quem esconde”. Já 4% acreditam que “Lula é transparente”.

Na terça (20), Lula apresentou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ao STF (Supremo Tribunal Federal) um documento que autoriza a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de familiares desde que o candidato do PL (Partido Liberal) faça o mesmo.

O “desafio” foi proposto por Lula durante o debate da TV Band, no último domingo (18).

“Eu tomei a atitude de desafiar ele a abrir o sigilo do telefone, o sigilo bancário, para saber quem é corrupto nesse país. Todo mundo acusa todo mundo e não apura nada. Então, vamos apurar. Eu me disponho e vou ficar fazendo o desafio para ele até o próximo debate, para que a gente faça a abertura do nosso sigilo bancário e telefônico, para se apurar quem é que faz corrupção nesse país, quem é que enriqueceu ilicitamente nesse país. Porque não é possível ficar nessa acusação barata de um com o outro”, declarou ao final do encontro.

Flávio rebateu dizendo que achou a proposta “engraçada” porque, segundo ele, Lula “não tem celular”.

“Eu fiquei feliz com o desempenho, pude falar de propostas e, finalmente, pude rebater várias mentiras aqui. Inclusive, uma foi engraçada: ele propõe a quebra de sigilo telefônico quando ele não tem celular. Minhas contas estão sempre abertas, tudo o que é meu está declarado à Receita”, explicou.

Posteriormente, Flávio propôs novas condicionantes e Lula aceitou.

  • Luchsinger, Lulinha e INSS

Sobre o segundo tema, 73% acreditam que “Lula protege o filho, ou a culpa é de Lulinha”, 11% dizem que “não há provas, é perseguição”, e 5% “cobram investigação”.

No último sábado (17), a empresária Roberta Luchsinger deu uma entrevista exclusiva à CNN. Na ocasião, ela afirmou que pretende fazer uma delação premiada e acusou o presidente Lula de proteger o filho.

Luchsinger também rebateu falas e críticas públicas de Lula a ela e abordou os encontros que diz ter presenciado entre Lulinha e integrantes do governo.

A Polícia Federal investiga Luchsinger e Lulinha desde julho, por suposto favorecimento de empresas em órgãos do governo federal.

Nos últimos meses, Luchsinger foi alvo de mandados de busca e apreensão, teve bens e valores bloqueados e foi submetida à determinação de uso de tornozeleira eletrônica no âmbito da Operação Sem Desconto.

  • Debate na Band

Em relação ao debate da Band, também promovido pelo jornal Estadão e pelas emissoras de rádio e televisão Cultura, Gazeta e Jovem Pan, 28% disseram que “Lula venceu o debate”, 9% opinaram que “ninguém venceu, foi baixaria”, e 7% que “Flávio venceu o debate”.

Flávio e Lula se enfrentaram no debate da Band a uma semana do segundo turno da eleição presidencial.

O senador e o presidente apresentaram propostas, como mudanças no SUS (Sistema Único de Saúde) e na segurança pública, mas também trocaram acusações relembrando os nomes de Roberta Luchsinger e de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, no primeiro confronto direto entre eles na televisão neste pleito.

O evento também foi marcado por confusão envolvendo as duas comitivas, que no último bloco protagonizaram discussões que interromperam as considerações finais dos candidatos.

  • TSE e “Exército do Lula”

Sobre o assunto, 20% fazem “críticas a Janones”, 19% dizem que “é censura contra Lula”, e 7% alegam que “o TSE favorece Flávio”.

O canal “Exército do Lula” foi criado por André Janones como uma das frentes de mobilização da campanha petista após o resultado do primeiro turno das eleições no dia 4 de outubro, em que Flávio recebeu 47,03% dos votos, enquanto o atual presidente recebeu 45,16%.

Nas últimas semanas, o canal foi suspenso e voltou ao ar algumas vezes após decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A campanha do petista registou o canal na Justiça Eleitoral como forma de manter o grupo ativo, após determinação do presidente do Tribunal Nunes Marques.

  • Bolsa Família

Sobre o benefício social, 34% comentaram que “Flávio vai cortar ou acabar com o programa”, 16% “defendem o programa”, e 12% que a “antecipação é compra de voto”.

Nesta semana, o governo federal decidiu pagar o auxílio com reajuste antes da eleição, após antecipar as datas de pagamento. Os repasses de outubro começaram a ser depositados nas contas dos beneficiários a partir de segunda-feira (19), seguindo os reajustes realizados pelo governo federal em meados de setembro.

Como mostrou a CNN, o reajuste foi editado na véspera do anúncio da medida.

Ao mesmo tempo, na segunda, a administradora Daniella Marques, coordenadora de campanha de Flávio Bolsonaro em temas econômicos, afirmou que o Bolsa Família terá um período de transição de dois anos caso o candidato seja eleito presidente da República.

A fala teve grande repercussão nas redes e a campanha do petista usou a declaração para dizer que Flávio, caso eleito, acabaria com o programa social — informação já desmentida pelo senador.

Para realizar o levantamento, a Vox analisou 7.682.845 comentários em publicações do Instagram entre 14 e 20 de outubro.

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Reforma do estádio do Bragantino tem novas atualizações; veja

As obras do novo estádio do Red Bull Bragantino estão tomando forma.

Novas atualizações aconteceram ao longo da última semana e animam os torcedores para a entrega da Arena Red Bull, que substituirá o antigo Nabi Abi Chedid. A previsão é de que o estádio esteja pronto em 2029.

Os valores não foram divulgados, mas uma série de mudanças estão previstas para o novo estádio do Bragantino. 

  • Capacidade para receber até 20 mil espectadores;

  • Gramado natural;

  • Arquibancadas totalmente cobertas;

  • Setores VIP, camarotes e espaço adaptado para torcedores com autismo;

  • Estacionamento subterrâneo com mais de 600 vagas;

  • Bares, restaurante e lounge;

  • Espaço infantil;

  • Área destinada à realização de eventos;

  • Área externa próxima ao setor norte, voltada à prática de esportes e à realização de eventos ao ar livre.

A Massa Bruta TV 📺 traz as últimas atualizações, e imagens, sobre a obra da futura 🏟 Arena Red Bull Nabi Abi Chedid, em parceria com o canal @BPDrones! 🚁 🚧 A escavação do terreno está 70% concluída e 40% da parede de contenção já está pronta. Até o momento, foram retirados 90.000 metros cúbicos de terra – grande parte na área onde ficarão os futuros estacionamentos da nova Arena. Todo o concreto da demolição do antigo Nabi Abi Chedid foi triturado e está sendo utilizado como base na obra do novo estádio do Red Bull Bragantino.

— Red Bull Bragantino (@RedBullBraga) September 11, 2026

A nova fase das obras

Depois da fase de terraplanagem e escavações para viabilizar a nova fundação, os envolvidos iniciaram a instalação da estrutura que vai ficar ao redor do estádio. A elevação dos muros estabiliza o solo rebaixado onde vai ficar o gramado da Arena Red Bull.

Essas paredes, posicionadas desta maneira, também abrem brecha para um projeto de estacionamento subterrâneo para o estádio. Como a capacidade é considerada pequena para os padrões do futebol brasileiro, será possível abrigar boa parte dos veículos de torcedores no subsolo.

Enquanto o novo estádio não fica pronto, o Bragantino usa o Cícero de Souza Marques, também em Bragança Paulista, para mandar suas partidas. Porém, o próximo compromisso da temporada será como visitante.

Não é tão longe de Bragança, já que o Massa Bruta visitará o Palmeiras no sábado (24), às 18h30, em jogo válido pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Bragantino é o décimo colocado, com 41 pontos.

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Guitarrista do Offspring anuncia afastamento por “problema de saúde súbito”

O guitarrista Noodles, 63, do The Offspring, anunciou um afastamento dos shows da banda para cuidar de sua saúde. O comunicado foi publicado nesta quarta-feira (21).

O músico fez uma publicação conjunta com as redes sociais da banda, afirmando que está lidando com um problema repentino e grave, mas não deu detalhes do diagnóstico. “É com uma profunda tristeza que tenho de anunciar que preciso me afastar das atuações ao vivo durante algum tempo para lidar com um problema de saúde súbito e bastante grave.”

Noodles acrescentou que tem recebido apoio integral dos integrantes da banda, sendo “super compreensivos” com sua ausência, e afirmou que a banda manterá sua agenda de shows durante sua pausa. “Espero estar de volta aos palcos o quanto antes. Até lá, sentirei a falta de todos vocês de todo o meu coração”, escreveu o guitarrista.

“Obrigado por me manterem em seus pensamentos. Eu realmente me importo e agradeço por isso”, concluiu.

Até o momento, o The Offspring tem shows marcados em 24 de outubro em Los Angeles, 6 de novembro em Las Vegas, 21 de novembro em Cidade do México, no México, e um em 16 de janeiro em Los Angeles. Não está certo ainda quando Noodles voltará a tocar com a banda e não foram anunciadas alterações nas datas da turnê.

Noodles é membro do The Offspring desde 1985, quando entrou na banda por ser mais velho que os outros membros e conseguir bebidas alcoólicas para os que eram menores de idade. Ao lado de Dexter Holland, o guitarrista é um dos membros mais antigos do grupo.

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George W. Bush’s daughter, brother throw weight behind James Talarico

As Texas Republicans grow more nervous about their chances of keeping a U.S. Senate seat in November, they are now facing another political burden: members of the Bush family.

Former President George W. Bush’s daughter Barbara and his brother Neil have broken with their family’s political party in the high-stakes race to support Democratic nominee James Talarico, adding to Republican anxiety about the contest.

The Federal Election Commission’s most recent report on PAC donations lists Barbara Bush as donating $2,500 last month to Lone Star Rising, a political action committee in support of Talarico, who is facing Republican Texas Attorney General Ken Paxton in the midterm elections. Her monetary support emphasizes larger fractures within the Republican Party, which had hoped for an overwhelming victory in the state. (Barbara Bush, who lives in Brooklyn, is registered to vote in New York.)

On Tuesday, in another Bush defection, the former president’s brother said on Facebook that he had cast his vote for Talarico in early voting.

“I have never posted a political message on Facebook not wanting to offend friends whose views may be very different than mine. I’m breaking that tradition because I voted early today, and I voted for James Talarico for the United States Senate,” Neil Bush wrote in a lengthy post. “My vote was motivated by two things: deep concern about Ken Paxton’s record and genuine admiration for the character and principles I see in James Talarico.”

Paxton was endorsed by President Donald Trump during the Texas GOP primary over incumbent Sen. John Corbyn. But he is facing a candidate who has intertwined his Christian faith with his campaign and whose focus on kitchen-table issues has resonated with voters facing econmic headwinds. The Democrat has a slight lead in polling, 48.8% to 46%.

Neil Bush, who calls himself a longtime Republican, said he has been “deeply troubled” by Paxton’s history as Texas attorney general. He cited Paxton’s decision to challenge the results of the 2020 presidential election, for which he was investigated by the state, and his impeachment by his own party over misconduct allegations in 2023. Paxton was also indicted in 2015 on charges of securities fraud. His legal team reached a deal for him to take ethics classes, pay almost $270,000 in restitution and complete community service.

In his statement, Neil Bush also took aim at Trump for doing “enormous damage to the Republican Party.”

He said he was “enormously impressed” by Talarico.

“He speaks with respect, seeks common ground, and seems genuinely interested in bringing people together rather than driving them apart,” he said. “His faith appears to be a deeply rooted source of humility, compassion, and conviction rather than a political weapon.”

He added, “I still believe deeply in many traditional Republican principles. But character matters more than party affiliation. Our democracy depends on leaders who respect our institutions, tell the truth, accept accountability, and seek to unite rather than divide.”

Paxton has been a divisive figure within his party. His impeachment attorney, Dan Cogdell, and his former law enforcement director, David Maxwell, have also said they will vote for Talarico.

The post George W. Bush’s daughter, brother throw weight behind James Talarico appeared first on MS NOW.

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The 'Fourth Wing' TV show has cast its Violet and Xaden. Here's everything we know so far.

Composite shows a formal event portrait of Esther McGregor beside the Fourth Wing book cover by Rebecca Yarros.
Two actors have been cast in the "Fourth Wing" adaptation.

TheStewartofNY/GC Images/Getty Images/Red Tower

  • The "Fourth Wing" TV show has its Violet and Xaden.
  • Amazon MGM Studios and Michael B. Jordan's Outlier Society are adapting Rebecca Yarros' series.
  • Amazon announced in October that the show had found its two lead actors.

At this point, it's hard not to be familiar with Rebecca Yarros' "Empyrean" series about dragon rider Violet Sorrengail.

When "Onyx Storm," the third book in the romantasy series, was released in January 2025, it became the fastest-selling adult novel in 20 years.

Yarros is working on the fourth installment in the series, and she recently released a collection of short stories set in the "Empyrean" universe called "Threshing Day." However, it will still be a while before book four is ready for readers.

In the meantime, though, we're getting closer to a series adaptation of "Fourth Wing," which officially found its lead actors.

'Fourth Wing' is becoming a TV show

In October 2023, Deadline announced that Amazon MGM Studios and Michael B. Jordan's Outlier Society were developing "Fourth Wing" into a TV series. Yarros is an executive producer for the show.

Outlier Society produced Jordan's "Creed III" and is developing a slate of other series and films in addition to "Fourth Wing."

Deadline also reported in October 2023 that Amazon MGM Studios had acquired the rights to the entire "Empyrean" series. In her January 2025 Variety interview, Yarros said she had shared the "five-book arc" for the "Empyrean" series with Amazon.

"Fourth Wing" by Rebecca Yarros.
"Fourth Wing" by Rebecca Yarros.

Red Tower Publishing

"They have the five-book arc, which went a little awry in Book 3 just because the positioning, but they already know that," she told Variety. "But they have the five-book arc and the general big points of what happens in between each book, but they don't have the specifics between Book 4 and Book 5, because I'm getting ready to go to my crazy plotting board and plot out every single event that happens in each book, so that I make sure that I'm within my two books there."

A new showrunner

In July 2024, Outlier Society announced it had hired Moira Walley-Beckett, who worked on shows like "Breaking Bad" and "Anne with an E," as the showrunner for the series. In a January 2025 interview with Variety, Yarros said Walley-Beckett was "great" and "phenomenal," but in July 2025, Walley-Beckett exited the project.

Variety reported in September 2025 that Meredith Averill was taking over as showrunner. Averill was previously the showrunner of the Netflix series "Locke & Key" and a producer on shows like "The Good Wife" and "The Haunting of Hill House."

A headshot of Meredith Averill.
Meredith Averill is set to be the showrunner for the "Fourth Wing" series.

Jemal Countess/FilmMagic/Getty Images

Amazon declined to comment on this piece when contacted by Business Insider, but Yarros shared a screenshot of a Deadline article about the showrunner announcement on her Instagram when it dropped.

"Welcome to the team, Meredith Averill! Guys, I love everything this wonderful woman has worked on and I'm so excited to have her joining us," Yarros said in her caption.

'Fourth Wing' is in the works

In January 2026, Jordan assured fans the "Fourth Wing" show was on its way in an interview with Deadline.

"We are making sure that this is going to be an exciting show that delivers on all of the things the fans want and some of the things that they won't be expecting either," Jordan said.

He also told the outlet that he's aware of how much fans of "Fourth Wing" care about the series.

"But trust me, I know how beloved this franchise IP is," he said. "It's early stages, but I feel how much people care about this one. It's not lost on us."

And on May 11, 2026, Jordan announced the show had been ordered to series for Prime Video at the Amazon Upfront, an annual event where Amazon offers a sneak peek at its coming content.

Rebecca Yarros, Lisa Joy, Meredith Averill, and Michael B. Jordan on stage at Amazon Upfront in May 2026.
Rebecca Yarros, Lisa Joy, Meredith Averill, and Michael B. Jordan onstage at the Amazon Upfront in May 2026.

Roy Rochlin/Getty Images for Amazon

Yarros and Averill joined Jordan onstage at the event, as did Lisa Joy, an executive producer on the show who will direct the first episode. Joy has previously worked on shows like HBO's "Westworld" and Prime Video's "Fallout."

Meredith Averill, Michael B. Jordan, Rebecca Yarros, and Lisa Joy at Amazon Upfront in May 2026.
Meredith Averill, Michael B. Jordan, Rebecca Yarros, and Lisa Joy at the Amazon Upfront in May 2026.

Slaven Vlasic/Getty Images for Amazon

Yarros posted about the event on her Instagram story, sharing a photo of herself, Jordan, Averill, and Joy, writing, "What an absolutely wild night! So grateful for this team!"

Meet Violet and Xaden

The Amazon Upfront seemed to build momentum for the show, as it was announced in October that the Prime Video series had cast its Violet Sorrengail and her enemy turned lover Xaden Riorson. Deadline first reported the casting on October 15, 2026, though the streamer didn't confirm that news until October 21.

Esther McGregor will play Violet. McGregor, the 24-year-old daughter of Ewan McGregor, appeared in "Babygirl" and "We Were Liars," another Amazon adaptation.

Esther McGregor stands in a black dress.
Esther McGregor in New York City in May 2026.

TheStewartofNY/GC Images/Getty Images

Meanwhile, 30-year-old Emilio Sakraya has been cast as Xaden. The German actor is known for projects like "Rheingold" and the popular Netflix series "Warrior Nun." Both actors are relative newcomers, though, with their "Fourth Wing" casting marking a big step in their careers.

McGregor reshared Amazon's post about her casting to her Instagram story, writing, "So beyond excited. Honored. Thrilled."

Sakraya also shared the post to his Instagram story, but he captioned it with a quote from "Iron Flame," the second book in Yarros' series, in a fun nod to the text: "My house. My chair. My Woman."

Emilio Sakraya in a patterned suit.
Emilio Sakraya in November 2025 in New York City.

Michael Loccisano/Getty Images

In a statement shared by Amazon, Yarros said, "I'm so grateful to our producing and casting team for conducting a thorough, worldwide search to find Violet and Xaden. It will be incredibly exciting to see these talented actors, Esther and Emilio, bring our beloved characters to life on screen."

Yarros said at a London event in August 2024 that she intentionally never shared any hopes for which actors may be cast in the show.

"I will never say who my perfect fan cast is because the cast is so diverse, and I want to open that up to more diversity," she said. "And I feel like the second I say who I think this character is, that's who everyone will accept. That's only who they will accept."

"I kinda hope they find, like, an up-and-coming generation," she added. "But I would never put my fan cast in your heads."

At the same event, she clarified that she wouldn't be involved in the casting process, but that she had shared one hard-line casting request with Amazon and Outlier Society.

"They know how staunch I am against whitewashing Xaden," she said. "I think that's the biggest thing."

Xaden is described as having "warm tawny skin" in "Fourth Wing" and "tawny-brown" skin in both "Iron Flame" and "Onyx Storm." Sakraya was born in Germany to a Serbian father and a Moroccan mother, according to an interview with German Films Quarterly.

Amazon did not provide any additional details on casting or when filming for the series may begin.

Yarros talked about the series' pilot while on a book tour for 'Onyx Storm'

Although details about the series are limited, Yarros made a few comments about the show while promoting "Onyx Storm."

Speaking at an engagement on January 24, 2025, in New York, Yarros told fans she had read the pilot for the "Fourth Wing" show — and loved it.

"I read the latest version of the pilot last week," she said. "It's really nerve-racking when you read something like that because you're really — you're trusting someone else with your baby, right? And you're trusting someone else to say, like, 'Hey, this is important in your work, and this isn't,' and you kinda get your guard up."

Rebecca Yarros in April 2025.
Rebecca Yarros in April 2025.

Amanda Edwards/Getty Images

"But guys, I, like, kicked my feet the whole time," she said. "You're gonna love it."

Yarros also praised Walley-Beckett at the event, calling her a "brilliant writer" and saying she maintained the book's integrity in the pilot. It's unclear how the pilot may have changed since Walley-Beckett's exit from the project.

Read the original article on Business Insider
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Ex-jogador do Chiefs morre aos 37 anos; Mahomes promete ajuda à família

Ex-defensive end do Kansas City Chiefs, da NFL, Allen Bailey morreu aos 37 anos.

“Nossos corações estão com a família dele”, disse o técnico do Chiefs, Andy Reid, ao iniciar sua entrevista coletiva na quarta-feira (21). “As orações estão com eles. Jovem demais, obviamente. Um dos meus jogadores favoritos. Ótimo garoto. Só lamento muito que isso tenha acontecido com ele.”

Bailey foi encontrado morto na terça-feira (20), em sua casa na Flórida, e a família disse ao “TMZ” acreditar que ele morreu de causas naturais. Nenhuma causa oficial da morte havia sido divulgada até a tarde de quarta-feira.

“Allen Bailey foi um excelente companheiro de equipe, um homem generoso e uma alma gentil”, publicou o Chiefs nas redes sociais na quarta-feira. “Estamos profundamente tristes ao saber de sua morte, e nossos pensamentos e orações estão com sua família e amigos.”

Bailey foi escolhido na terceira rodada do Draft de 2011

O Kansas City escolheu Bailey na terceira rodada do Draft da NFL de 2011, vindo da Universidade de Miami.

Em 133 jogos de temporada regular (70 como titular) pelo Chiefs (2011 a 2018) e pelo Atlanta Falcons (2019 e 2020), ele somou 248 tackles, 22 sacks, 40 tackles para perda, 40 hits no quarterback, quatro fumbles forçados e sete fumbles recuperados, um deles devolvido para touchdown.

Também disputou seis jogos de playoffs (cinco como titular), com dez tackles, dois sacks e dois fumbles forçados.

“Descanse em paz, Allen Bailey”, publicou o Falcons nas redes sociais, acompanhado do emoji de mãos em oração. “Enviamos nossas mais profundas condolências à família e aos amigos.”

Mahomes diz que companheiros vão ajudar a família

O quarterback do Chiefs, Patrick Mahomes, disse na quarta-feira que Bailey foi a primeira pessoa que viu ao entrar no vestiário, depois de ser escolhido no Draft de 2017.

Ao ver o robusto e atlético Bailey, com 1,91 m e 131 kg, Mahomes percebeu que já não estava mais na faculdade e classificou o momento como “surreal”.

“Obviamente, é terrível ouvir a notícia”, disse Mahomes, que foi companheiro de Bailey por duas temporadas. “Um ótimo companheiro de equipe, daqueles jogadores que mantêm o grupo unido. Ele faz jogadas. Não é necessariamente um superastro, mas é aquele cara que faz tudo funcionar.”

“Estamos rezando pela família dele. Como companheiros de equipe, conversamos e sabemos que vamos fazer o que pudermos para apoiar essas pessoas.”

Ex-jogador brilhou em Miami e foi duas vezes All-ACC

Natural de Sapelo Island, na Geórgia, Bailey disputou 50 jogos pelo Miami Hurricanes entre 2007 e 2010, com 107 tackles, 19 sacks, 31 tackles para perda e dois fumbles forçados. Foi duas vezes selecionado para o All-Atlantic Coast Conference.

“É terrível, especialmente com todo o bem que ele fez”, disse Reid sobre a morte de Bailey. “Ele tem uma família, e isso é muito triste. Sei que o pai dele também morreu jovem. Faz a gente passar mal quando isso acontece com alguém tão jovem.”

Dono de clube da NFL é suspenso por caso de prostituição; entenda

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Vídeo: Ator se fantasia de Trump em cadeia cenográfica em Teerã, no Irã

Nesta quarta-feira (21), um artista na movimentada Praça Tajrish, no norte de Teerã, capital do Irã, fez uma performance imitando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atrás das grades em uma instalação artística montada acima do tráfego.

Usando uma máscara que lembra Trump, além de um terno escuro e gravata vermelha, o ator movimentava-se dentro de uma cela cenográfica enquanto pedestres observavam a cena, gravando a performance com seus celulares.

A exibição fazia parte de uma instalação em um painel publicitário na capital, que leva o slogan: “É um crime não ver esta cena”.

Leia Mais:

Atousa, uma cidadã iraniana que estava no local nesta quarta-feira e viu a instalação, descreveu a exibição como algo “muito animador”.

Um dia antes, o Irã informou ao chefe do exército do Paquistão que não haverá negociações com Washington enquanto as exigências de Teerã não fossem atendidas, segundo relatos de meios de comunicação iranianos.

Isso evidenciaria um endurecimento na postura do país, apesar dos esforços de mediação do Paquistão, um interlocutor-chave.

Trump diz que deixou instruções para atacar Irã caso seja assassinado

 

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Ela se mudou para a Ásia e dedicou sua vida a comunidade “Hanyeo”, mulheres que mergulham sem equipamento de respiração para pescar frutos do mar

Youngrak-ri, uma pequena vila costeira no extremo oeste da ilha de Jeju, na Coreia do Sul, costumava ser famosa por duas coisas: solo fértil e o aparecimento ocasional de golfinhos. Mas, nos últimos anos, ficou conhecida por abrigar uma verdadeira raridade no país: uma haenyeo americana.

Haenyeo (“hae” significa mar e “nyeo” significa mulher) são mergulhadoras, historicamente originárias da Ilha de Jeju, que mergulham no oceano sem equipamento de respiração para pescar frutos do mar e sobreviver.

E, até este ano, Kylie Genter é a única estrangeira a possuir uma licença de haenyeo, de acordo com autoridades locais — obrigatória para quem deseja exercer o mergulho livre tradicional comercialmente no país.

“Não imaginava que estivesse abrindo caminho… Como estrangeira fazendo isso, especialmente por não ser cidadã coreana, é uma grande responsabilidade”, disse ela à CNN. Os mergulhos são uma façanha que a transformaram numa espécie de celebridade local.

“Nossa aldeia tem a primeira haenyeo americana, então muita gente tem vindo nos visitar para entrevistá-la!”, diz Kim Chang-sik, chefe da pesca da aldeia, entusiasmado.

Tendo vivido toda a sua vida em Youngrak-ri, uma pequena vila costeira na ilha, ele afirma que a dura realidade do presente, um povo composto em sua maioria por idosos, é uma tendência que se estende às haenyeo.

Mas a chegada de Genter, de 36 anos, despertou a esperança de que a Coreia do Sul também possa abrir o setor para mais estrangeiros e preservar seu patrimônio.

Kylie Genter é a única americana na Coreia do Sul a possuir uma licença de haenyeo.
Kylie Genter é a única americana na Coreia do Sul a possuir uma licença de haenyeo. • Jenna Lee Kim

De Nova York à Coreia do Sul

Tornar-se uma haenyeo não estava nos planos de Genter, quando ela se formou na faculdade. Apaixonada por viagens, ela estudou na Europa e decidiu que seu próximo destino seria a Ásia. Inicialmente, seu objetivo era o Japão, já que havia estudado o idioma na faculdade, mas uma vaga na Coreia do Sul, que oferecia moradia gratuita, chamou sua atenção.

Naquele mesmo ano, ela se tornou professora de inglês em Jinju, uma cidade histórica na província de Gyeongsang do Sul.

Ela percebeu enormes diferenças culturais entre sua casa nos EUA e a Coreia do Sul, mas disse que também havia semelhanças.

“Acho que os nova-iorquinos e os coreanos são parecidos no sentido de que não há muita conversa fiada, as pessoas trabalham muito e se divertem muito, e são muito gentis, mas podem ter uma aparência um tanto dura. Foi um ótimo lugar para começar na Coreia, porque meio que me obrigou a aprender coreano”, contou Genter. 

Após quatro anos, ela sentiu vontade de se mudar para outra cidade.

“Eu estava pensando em morar em Seul porque ia a shows de K-pop o tempo todo, então achei que poderia economizar dinheiro morando lá. Mas aí surgiu uma oportunidade em Jeju que era mais interessante e pagava melhor, então pensei: ‘Ok, vou tentar, Jeju parece legal, posso morar lá por um tempo’, e isso foi há 10 anos”, afirmou ela. 

Vinda do interior de Nova York, que ela descreve como “bastante rural”, Genter diz que se sentiu imediatamente conectada à ilha.

Preenchimento das vagas

As haenyeo não têm uma idade de aposentadoria definida e, muitas vezes, continuam mergulhando até os 80 e até mesmo 90 anos, conforme sua resistência física permitir.

E, enquanto as haenyeo existentes envelhecem, menos mulheres jovens estão se juntando a elas.

No ano passado, 63% das 2.371 haenyeo em atividade tinham 70 anos ou mais, e pouco mais de 1%, ou apenas 30 do total, tinham 39 anos ou menos, de acordo com o Museu Haenyeo, o que aumenta a preocupação de que essa profissão tradicional possa desaparecer.

Consequentemente, em 2024, a aldeia divulgou uma mensagem por meio de grupos informais e no “boca a boca”, dizendo que estavam à procura de jovens candidatas para se juntarem à comunidade de haenyeo.

Genter, na extrema direita, demonstrou seu comprometimento com suas colegas mergulhadoras ao comparecer todos os dias
Genter, na extrema direita, demonstrou seu comprometimento com suas colegas mergulhadoras ao comparecer todos os dias • Jenna Lee Kim

“Comecei a mergulhar em Youngrak-ri e eles precisam de outras jovens haenyeo. Alguém está interessado?”, escreveu uma mergulhadora livre em um grupo de bate-papo cujos integrantes incluíam o marido coreano de Genter, um mergulhador autônomo.

Ele se ofereceu como voluntário em nome de sua esposa, mas ela foi prontamente impedida de participar por ser estrangeira.

“Ele não pediu minha permissão primeiro; simplesmente me ofereceu como voluntária… Eu pensei: ‘Ok, não há nenhuma haenyeo americana, então posso muito bem tentar, nem que seja só para ter essa experiência’”, ela relembra.

Um mês depois, Kim cedeu na proibição de entrada de estrangeiros e pediu a Genter que comparecesse para uma entrevista.

“Ele disse: ‘Você pode começar, mas saiba que ser uma haenyeo é muito difícil. Se não for algo que você queira fazer, não se sinta mal, apenas nos diga'”, conta Genter.

“Comecei em janeiro de 2024 e mergulho aqui desde então.”

Genter tinha alguma experiência. Depois de se mudar para a ilha, ela se matriculou em uma escola de haenyeo — não com a intenção de se tornar uma, mas para aprender mais sobre as famosas mergulhadoras para um programa de inglês que ela coordenava.

A garota nova na cidade

A maioria das aldeias tem seus próprios grupos de haenyeo. E o vínculo entre elas é tão forte que se consideram família, e não colegas de trabalho. Comem, mergulham, tomam banho e relaxam juntas — e, o mais importante, zelam pela segurança umas das outras.

“Deve ser uma comunidade onde você cuida uns dos outros e liga para an polícia em caso de acidente”, diz o chefe da pesca, Kim. “Se você sair da água antes de todo mundo, não saberá se algo acontecer com os outros enquanto eles ainda estão mergulhando. É uma vida comunitária de mergulho em conjunto, não um trabalho isolado.”

“Você não pode simplesmente sair sozinho porque tem outros compromissos. Se três entraram na água, então os três precisam sair juntos.”

Quando a americana de cabelos castanhos chegou à aldeia, a presidente das haenyeo, Hong, duvidou que ela fosse ficar por lá. Inicialmente, as oito haenyeo veteranas tiveram dificuldade em pronunciar o nome estrangeiro desconhecido: Kylie. Mas ela provou seu comprometimento comparecendo todos os dias, e a presidente passou a chamá-la de “Kyla”.

Com o tempo, Genter conquistou a confiança das mergulhadoras, e elas finalmente aprenderam a pronunciar seu nome corretamente — depois de muita prática.

“Ela é ainda melhor do que nós, coreanos, e do que nós, nativos de Jeju, no mergulho – eu gosto muito dela”, diz Hong.

A presidente chega a chamar Genter de “minha filha”, um título exclusivo reservado a poucos.

“Como alguém que mora muito longe dos meus pais, é realmente ótimo ter essa experiência”, diz Genter sobre o apoio recebido.

Um mundo em transformação

A cidadania americana de Genter não era a única coisa incomum nela quando chegou à aldeia. Como graduada universitária, ela conta que algumas das haenyeo mais velhas se perguntavam por que ela seguiria essa carreira.

“Eles ficaram meio que perguntando: ‘O que ela está fazendo aqui?’”, lembra Genter.

Historicamente, as mulheres na Ilha de Jeju desempenhavam um importante papel econômico em seus lares, diferentemente do continente, onde os homens trabalhavam e a maioria das mulheres ficava em casa como donas de casa, de acordo com o Museu Haenyeo local. 

A maioria das mulheres de Jeju mergulhava e também cultivava tangerinas e vegetais — a maioria delas ainda faz as duas coisas — enquanto cuidava da família. Com rotinas tão agitadas, a educação era vista como um luxo, enquanto o mergulho era simplesmente o trabalho para o qual estavam destinados.

Quando não está mergulhando, ou durante a baixa temporada entre agosto e setembro, Genter passeia com cachorros e cuida de gatos e coelhos em um hotel para animais de estimação que administra com o marido.

Ela também compartilha suas histórias nas redes sociais e produz um podcast com um colega mergulhador para educar as pessoas sobre sua profissão incomum. 

“Eu queria corrigir alguns equívocos que as pessoas têm sobre as haenyeo. As pessoas dizem coisas como: ‘A última geração de haenyeo, as haenyeo vão desaparecer em breve!’, e eu respondo: ‘Não, as jovens haenyeo ainda estão aqui!’”, diz ela.

Coreia em SP: veja onde comer os principais pratos típicos coreanos

 

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TSE: informação de que 4 mil seções mudaram de lugar estava incorreta

Logo Agência Brasil

Uma leitura equivocada dos dados levou a Justiça Eleitoral a informar, no último sábado (17), que 4.352 seções eleitorais teriam mudado de local entre o primeiro e o segundo turno da eleição deste ano.

O presidente do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), desembargador Carlos Roberto Silva, explicou nesta quarta-feira (21), à Agência Brasil, que os dados foram erradamente comparados com os da eleição de 2024. Segundo a assessoria de imprensa do TSE, houve uma falha dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) ao alimentar o sistema da Justiça.

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"Esse número de 4.352 seções alteradas é irreal. Não ocorreram alterações de locais em 4.352 seções do 1º para o 2º turno no Brasil inteiro. Foi uma verificação equivocada desse dado. Esse dado de 4,3 mil seções alteradas é de 2024 para 2026", afirmou o desembargador.

Número correto

A Justiça Eleitoral atualizou para 343 o número de seções eleitorais que tiveram seu local modificado entre o primeiro e o segundo turno das eleições, que ocorrerá no próximo domingo (25). Na terça-feira (20), o sistema registrava 441 seções que teriam mudado de local, quantidade que caiu novamente na atualização desta quarta.

Como novas mudanças podem ocorrer até o dia da votação no próximo domingo (25), a Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor confira o local de votar antes de sair para ir à urna.

O eleitor deve conferir o local de votação apenas nos canais oficiais da Justiça Eleitoral, seja no botão “onde votar” do aplicativo e-Título, ou nos portais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos TREs. Um dos canais é por meio deste link, clicando no botão “Onde votar”.

Ao abrir a sessão plenária do TSE na terça-feira, o presidente do Tribunal, ministro Kássio Nunes Marques, explicou que o sistema inicia a primeira semana após o primeiro turno com o mesmo número de mudanças ocorridas desde a eleição de 2024.

"Há uma necessidade de revisitação de toda a situação anterior ao primeiro turno. Então, ele [o número] vem, muito provavelmente, e é o que está acontecendo, caindo", disse.

Marques pontuou que, enquanto o sistema ELO, usado para sistematizar os dados estatísticos da Justiça Eleitoral, ainda indicava 38 locais de votação alterados em Minas Gerais, o TRE estadual calculava apenas 17 endereços modificados.

"No caso do Piauí, no sistema ELO, constam 18, mas o TRE já nos comunicou que apenas quatro locais de votação foram alterados", acrescentou.

As mudanças nos locais de votação são definidas pelos juízes de cada cartório eleitoral. Esse juiz informa ao TRE a necessidade de mudança, seja por problemas climáticos ou de estrutura dos prédios. Em seguida, o TRE repassa o dado ao TSE pelo sistema ELO.

Kássio Nunes Marques disse ainda que os dados atuais representam uma redução, em 2026, de 85% no número de urnas alteradas entre o primeiro e o segundo turnos, se comparado com a eleição de 2022.

Mudanças rotineiras

O presidente do TRE de Santa Catarina, Carlos Roberto Silva, explicou que mudanças em locais de votação fazem parte da rotina da Justiça Eleitoral, ocorrendo todos os anos.  

"Os juízes eleitorais divulgam, por todos os meios de comunicação, quando isso acontece e colocam avisos nos locais antigos, onde houve a mudança. Há sempre uma faixa avisando o novo local. Não há prejuízo aos eleitores, não há nenhuma situação de insegurança, é rotina", afirmou.

O desembargador acrescentou que todos os meios de comunicação locais são avisados quando há uma mudança.

"Além de colocar os avisos, o rádio fica divulgando constantemente. É um aviso muito efetivo, de uma forma que não há notícias de que eleitores tenham deixado de votar porque houve, eventualmente, essa alteração, que, repito, é uma rotina em todas as eleições", completou o desembargador.

O presidente do TRE catarinense acrescentou que a tendência é que ocorra o mínimo de novas alterações de locais até o próximo domingo.

"Alterações [ainda] são possíveis. Imagine que, nos próximos dias, em algumas regiões do Brasil, ocorra uma chuva de granizo intensa que estrague o telhado de uma escola. É possível, mas em casos muito excepcionais", completou.

Nos últimos dias, têm circulado diversas mensagens em grupos de WhatsApp ou nas redes sociais com links não oficiais sobre locais de votação que não são confiáveis. O eleitor não deve consultar o local de votação em links que não sejam os oficiais da Justiça Eleitoral.

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Dia de “De Volta para o Futuro”: como o DeLorean virou ícone pop no cinema

Nesta quarta-feira (21), os fãs de cinema e cultura automotiva celebram o dia de “De Volta para o Futuro“, data em que os personagens Marty McFly e o cientista Doc Brown desembarcam no futuro no segundo filme da franquia.

No centro da narrativa, um modelo automotivo de trajetória singular na indústria global permanece como protagonista: o DMC DeLorean (originalmente designado DMC-12).

Idealizado por John DeLorean, ex-executivo da General Motors, o cupê foi lançado no início da década de 1980 com a promessa de revolucionar o mercado. Projeto do designer italiano Giorgetto Giugiaro (Lotus Esprit; BMW M1), o veículo trazia como marcas registradas a carroceria em aço inoxidável escovado, sem pintura tradicional, e as portas com abertura em estilo “asa de gaivota“.

Do fracasso na indústria ao estrelato no cinema

DeLorean DMC 12 foi imortalizado como a máquina do tempo no filme “De Volta Para o Futuro” • The Conmunity – Pop Culture Geek

Apesar do apelo visual futurista, a trajetória comercial do veículo foi curta e conturbada. Produzido entre 1981 e 1983 na Irlanda do Norte, o modelo enfrentou problemas de controle de qualidade, alto custo de produção e desempenho considerado modesto para um esportivo. Sob o capô, trazia um motor V6 de 2.8 L, desenvolvido por Peugeot, Renault e Volvo, que entregava cerca de 130 cv de potência.

Com vendas abaixo do esperado e a subsequente falência da marca, estima-se que apenas 9.000 unidades tenham deixado a linha de montagem antes do encerramento das operações.

A reviravolta na imagem pública do carro ocorreu em 1985, com o lançamento do primeiro filme da trilogia dirigida por Robert Zemeckis. A escolha do modelo para abrigar a máquina do tempo baseou-se justamente em seu design incomum, que serviu para criar cenas cômicas em que a estrutura metálica e as portas verticais eram confundidas com uma nave espacial por moradores da década de 1950.

Impacto cultural e apelo com o público dos anos 1980

DMC DeLorean modificado do filme De Volta Para o Futuro • Reprodução/Salão do Automóvel

A inclusão do recurso do “capacitor de fluxo” e a exigência de atingir as 88 milhas por hora (cerca de 141 km/h) para realizar as viagens temporais transformaram o visual do carro em um dos elementos mais marcantes do cinema de ficção científica. Para as crianças e jovens dos anos 1980, o veículo deixou de ser apenas um automóvel para se tornar um objeto de desejo lúdico, representado em miniaturas, brinquedos e pôsteres da época.

O apelo gerado pela franquia alterou a percepção de mercado do modelo. Unidades remanescentes do DMC DeLorean tornaram-se itens valiosos em coleções privadas globais, com diversos proprietários convertendo seus veículos em réplicas funcionais da versão vista nas telas, consolidando o legado do automóvel como um símbolo de intersecção entre a indústria automotiva e o entretenimento.

Até hoje o modelo permanece como um dos mais icônicos automóveis da história do cinema, junto do Aston Martin DB5 de James Bond (1964), Cadillac Miller-Meteor de “Os Caça-Fantasmas” (1984), Dodge Charger R/T de Dom Toretto (2001) e o Fusca “Herbie” (1968).

“De Volta Para o Futuro”: carro do filme, DeLorean DMC ganha versão elétrica; veja

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U.S. Early Vote Surpasses 10 Million Two Weeks Before Midterm Elections

Photo: EFE.

More than 10 million U.S. citizens have already cast ballots for the U.S. midterm elections, and Democrats account for over half of that early turnout as the November 3 vote approaches.


General early voting began on Monday, October 19, led by Texas, Alaska, Arkansas, Colorado, Connecticut and South Carolina. Hawaii, Louisiana, Utah, Wisconsin, Florida and Missouri have since joined.

Voters will decide seats in the U.S. Senate and House of Representatives, governorships, state legislatures and local measures on November 3.

RELATED: Texas Early Voting Breaks Records in Key Counties as Senate Race Heats Up

Democratic voters have shown up in force across several districts, a pattern party strategists read as an early effort to blunt the conservative agenda in Congress. That mobilization carries weight because the races will decide control of the Senate, the House of Representatives, several governorships and state legislatures, along with local ballot measures.

The opening surge unfolded amid deep polarization over the federal administration’s record. Turnout in the early states has outpaced expectations even as the national political climate remains volatile.

🎉 Double digits! We've just passed 10 MILLION early votes cast nationally in the 2026 midterms! 🗳️

Democrats 48.9% | Republicans 36.6% | Other 14.5%

And there are still 14 days to go until polls close. pic.twitter.com/0hxKEiMu9T

— E_DataGuy (@E_DataGuy) October 20, 2026

Divided Vote

In Alaska, polls will stay open for 15 days before Election Day. In Arkansas, the Secretary of State estimates early participation of half a million people. In counties such as Saline and Pulaski, early reports show a divided electorate: conservative voters back Governor Sarah Huckabee Sanders and Senator Tom Cotton, who are noted for their alignment with President Donald Trump’s administration.

In Colorado, in-person voting centers opened on October 19 and four million ballots were mailed out. Preliminary records show that 13% of Democrats have returned their ballots, compared with 10% of Republicans and 7.5% of unaffiliated voters. Colorado is electing all of its main executive and legislative offices. Inflation, public safety, defense of social benefits and control of presidential power dominate the priorities mentioned by community organizations and independent voters in Arkansas and Colorado.

Florida prepares to open its mandatory in-person period on October 24, where Hispanic voters make up roughly 29% of the population and carry decisive weight.

Early voting for the midterm elections begins this week in these states:

— Alaska
— Arkansas
— Colorado
— Connecticut
— South Carolina
— Texas
— Hawaii
— Louisiana
— Missouri
— Utah
— Wisconsin
— West Virginia
— Delaware
— Maryland
— Florida
— Michigan
— New Jersey
— New York pic.twitter.com/YPYDIWpkNP

— Headquarters (@HQNewsNow) October 19, 2026

Elections officials warned that, because of the complexity of the voting system, close races could be resolved only on November 18, when the count of ranked choices ends.

The early surge arrives as surveys show some of the lowest approval numbers of Trump’s current administration. The President’s backers have framed the midterms as a referendum on his governing record, while Democrats describe the contest as a check on executive power.

The record pace of early ballots has already surpassed previous benchmarks, with Texas posting one of the strongest showings. As more states open their voting windows in the coming days, the national count is expected to climb sharply before November 3, when the full scope of the midterm verdict takes shape.

#FromTheSouth News Bits | In the United States, analysts assert that the Trump administration is seeking to destabilize democratic-led states by instilling fear through immigration agents known as ICE, in an effort to manipulate the midterm elections and win them. pic.twitter.com/e5Dal77aj0

— teleSUR English (@telesurenglish) October 20, 2026
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Xuxa, Angélica e Eliana estão entre os destaques do Teleton 2026

Xuxa Meneghel, Angélica e Eliana estão entre os destaques do Teleton 2026, que será realizado nos dias 6 e 7 de novembro no SBT. O programa acontece em prol da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).

Ainda não há informações sobre a divisão dos horários na programação, por isso não é possível confirmar se o trio de apresentadoras dividirá o palco no mesmo período.

A meta da campanha será arrecadar R$ 30 milhões, montante equivalente a 230 mil atendimentos pelo SUS a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, além de viabilizar investimentos em estrutura, profissionais e tecnologia na AACD.

As madrinhas (Eliana e Maisa), os padrinhos (Celso Portiolli e Daniel), a embaixadora (Virginia Fonseca) da Campanha AACD Teleton e a família Abravanel marcarão presença no palco em diferentes horários ao longo da programação.

Além das apresentadoras, estão confirmados nomes como Tiago Abravanel, João Guilherme, Dedé Santana, Diego Hypólito, Kallyna Sabino, Cynthia Benini, Beto Marden, Ana Canosa, Angélica, Cariúcha, Sonia Abrão e Gloria Vanique.

Entre as atrações musicais, foram confirmados nomes como: Aline Barros, Ana Castela, Gustavo, Mariana Fagundes, Matheus & Kauan, Melody, Mumuzinho, Péricles, Priscilla e Yasmin Santos. 

“Este ano o tema é ‘O que te move?’ Se pararmos para pensar, o Teleton dá uma resposta: o que me move, o que realmente me faz feliz nesta altura da minha vida é ajudar o próximo! O que move a gente é a solidariedade, poder fazer algo para alguém. O Teleton é uma grande maratona que une as pessoas, e essa união é que faz um grande resultado”, afirmou Celso Portiolli.

Durante uma coletiva realizada na terça-feira (20), Iris Abravanel relembrou a história do projeto. “O Teleton começou na sala de visitas da minha casa. A Hebe Camargo foi lá em casa e contou a respeito do Teleton para o meu marido e o sucesso que fazia ajudando as pessoas, colaborando. Ela estava muito animada e passou essa animação para a gente. O Silvio comprou a ideia em 1997 e, em 1998, foi lançado o primeiro Teleton. Nasceu na sala de casa e no coração de toda a família”, contou.

Nesta edição, os pacientes-símbolo serão Camila Vitória Nunes, 12 anos, adolescente que precisou amputar a perna devido a uma má-formação; Emily Nathieli, 23 anos, jovem que sofreu uma lesão encefálica após ser atropelada; e Jurcelei Tozzatti, 74 anos, idosa com histórico de complicações ortopédicas que precisou amputar a perna há quatro anos em decorrência de uma trombose severa.

Xuxa desabafa sobre ser mulher nos anos 80: “Éramos pedaço de carne”

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