Seguro promulga decreto das bandeiras após alterações da AR

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

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A eleição da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Goiânia, marcada para este sábado (10), às 9h, chega à reta final com a candidatura de Thialu Guiotti (Avante) reunindo apoios e a tentativa de construir um acordo com o grupo de Ronilson Reis (Solidariedade). A votação definirá quem sucederá Romário Policarpo (Cidadania), eleito deputado estadual e atual presidente da Casa.
Thialu afirmou, em entrevista à Rádio Difusora Goiânia na quinta-feira (8), contar com 29 votos declarados entre os 37 vereadores. O número supera os 19 necessários para vencer a eleição. Apesar da vantagem que declara ter, o parlamentar disse que pretende ampliar a adesão e buscar uma composição que reúna todos os integrantes da Câmara.
O vereador conta com o apoio público do prefeito Sandro Mabel (União Brasil). Segundo informações divulgadas durante a semana, também recebeu apoio do governador eleito Daniel Vilela (MDB) e do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto (União Brasil). Thialu, no entanto, afirmou que a decisão depende dos votos dos próprios vereadores.
Ronilson Reis mantém o nome na disputa e admite a possibilidade de uma composição com Thialu Guiotti. Em entrevista publicada em 7 de outubro, o vereador afirmou que as negociações caminhavam para um acordo, mas ressaltou que ainda não havia definição sobre quem encabeçaria a eventual chapa. Na ocasião, ele não havia anunciado a retirada de sua candidatura.
Os dois grupos tentaram construir um entendimento para evitar uma disputa entre blocos da Câmara. As conversas, porém, não haviam resultado em acordo até quarta-feira (7). Com o avanço das articulações em torno de Thialu, a negociação passou a envolver também a possibilidade de participação de aliados de Ronilson na composição dos cargos diretivos.
Outro nome citado no início das conversas foi o de Henrique Alves (MDB), que declarou apoio a Thialu, segundo a CBN Goiânia. Geverson Abel (Republicanos) também apareceu entre os possíveis interessados, mas não há confirmação recente de que mantenha candidatura própria.
A votação deste sábado não ficará restrita à escolha do presidente. Os vereadores também elegerão quatro vice-presidentes, cinco secretários e dois vice-presidentes corregedores. A composição das 22 comissões permanentes, do Conselho de Ética e das ouvidorias da Mulher e de Combate a Crimes Raciais também está na pauta.
Entre os espaços em negociação estão comissões estratégicas, como a de Constituição, Justiça e Redação, por onde passam os projetos apresentados à Câmara, e a de Finanças, Orçamento e Economia, responsável pela análise de matérias orçamentárias. A distribuição desses postos integra as conversas entre os diferentes grupos políticos.
A eleição marcará a sucessão de Romário Policarpo, que presidiu a Câmara por quatro mandatos consecutivos, um feito inédito no Legislativo goianiense. Ele foi eleito deputado estadual em 4 de outubro e assumirá o novo mandato em fevereiro de 2027.
A nova Mesa Diretora comandará a Câmara no biênio 2027-2028. A sessão especial está marcada para as 9h de sábado, será aberta ao público e terá transmissão pela TV Câmara.
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Imagine por um minuto que em vez de um candidato de extrema direita houvesse um candidato da esquerda radical em disputa com qualquer outro moderado. Como seria a cobertura das eleições? Será que se buscaria um falso equilíbrio entre as duas forças como acontece desde que os Bolsonaro passaram a disputar a presidência do Brasil?
A resposta é óbvia e a pergunta uma provocação para pensar no embuste que é a imparcialidade da imprensa desde a ascensão da extrema direita pós-redemocratização. Em especial nessas eleições, quando a aliança entre os Bolsonaro e a extrema direita dos Estados Unidos já interfere na nossa soberania, inclusive nas próprias eleições.
Nem assim a imprensa cumpriu o papel de informar com rigor quais são os projetos políticos em disputa no país. Com o argumento da “polarização”, apresentou, e continua a apresentar, a centro-esquerda de Lula como pólo inverso e, portanto, equivalente à extrema direita de Flávio Bolsonaro – um erro, também jornalístico, que enviesa toda a cobertura da campanha.
A esquerda caminhou para o centro enquanto a direita se deslocou para a ponta extrema, esse é o fato oculto sob a suposta “polarização” dos eleitores. A terceira via, tão desejada pela imprensa, está na chapa Lula-Alckmin como sabemos desde 2022. Em termos simples, à moda das redes, Lula não é comunista, mas Flávio é fascista, e a imprensa poderia ter deixado essa diferença clara para a população.
Tendo como escudo a alegada isenção e a falsa equiparação como método, a imprensa contornou o tema mais importante das eleições nacionais, as primeiras depois de uma tentativa de golpe de Estado, quando enfim o país conseguiu condenar presidente e generais que conspiraram contra a nossa suada democracia. E que agora, tem a soberania ameaçada pelos Estados Unidos de Donald Trump e Marco Rubio.
Não estou cobrando de jornais e emissoras de rádio e TV, de propriedade de famílias ricas, que sejam sequer progressistas, como são, aliás, a esmagadora maioria dos jornalistas que para eles trabalham, mas que pelo menos honrem o lugar que ocupam entre as instituições democráticas brasileiras. Assim como não existe democracia sem imprensa livre, não existe imprensa livre sem democracia.
Nem o risco à liberdade de imprensa e de expressão, que deveria ser valor inegociável de jornais, emissoras de TV e rádio, fez com que expusessem claramente a possibilidade real, e já ensaiada, de Flávio Bolsonaro rasgar a Constituição.
O monitoramento e a investigação de questões cruciais dessas eleições, como o lobby dos Bolsonaro no governo Trump, a farsa do Dark Horse, a predominância dos aliados políticos de Flávio no Caso Master e em outros casos envolvendo o crime organizado, a interferência dos Estados Unidos e das Big Techs ficou a cargo de veículos menores, feitos por jornalistas, que podem exercer a profissão de forma totalmente independente.
A imprensa também se esquivou de alertar os cidadãos sobre o que a eleição de Flávio Bolsonaro tiraria dos brasileiros e que afeta todos nós (excluindo o 1% mais rico que ganha 31,6 vezes mais que a metade mais pobre da população). Os usuários do SUS, os médicos, professores, dentistas, e outros profissionais da saúde e educação, assim como as famílias que utilizam os equipamentos públicos não foram alertados do risco que correm os sistemas públicos de educação e saúde – mesmo com muitos exemplos a retirar da pandemia da Covid, incluindo a contribuição desastrosa dos hospitais federais do Rio, gerenciados por indicados pelo próprio Flávio Bolsonaro no governo do pai.
Enquanto cobrava dos candidatos e eleitores o debate sobre “propostas”, e noticiava escândalos com base em vazamentos seletivos, permitiu a omissão de Flávio não apenas em relação às explicações devidas no caso Vorcaro, mas em se posicionar claramente sobre temas que afetam diretamente os direitos individuais e coletivos, como a demarcação de terras indígenas e quilombolas, ou as políticas para a promoção de igualdade de gêneros e de proteção aos direitos das pessoas LGBTQIA+ – inexistente em seu programa de governo e ainda mais relevantes pelo sofrimento imposto às pessoas trans pelo governo Donald Trump, inspiração confessa dos Bolsonaro. Sem falar nos jornalistas, cientistas, artistas e professores perseguidos no governo de Jair e de Trump.
Não se procurou nem ouvir as pessoas de verdade, com reportagens destacadas sobre comunidades que seriam ainda mais ameaçadas pelo garimpo e outros crimes, ou sobre famílias que têm um filho ou filha trans sob ameaça de violência, assim como aquelas que saíram da miséria e temem voltar para ela, ou com adolescentes que dependem de bolsas e programas sociais para ficar na escola e agora não têm garantia de futuro – ainda mais ameaçado com o fim das políticas contra o racismo e a desigualdade de gêneros.
Reduzidas a iniciativas eleitoreiras – mesmo que a crítica também caiba – também não contribuiu para o debate sobre o mérito de políticas como o fim da jornada 6×1 (uma iniciativa da sociedade), a proibição das bets e o aumento ao Bolsa Família. Nem pressionou Flávio para saber o que acontecerá com medidas de evidente interesse público, que têm que ser defendidas como direitos dos cidadãos e já são alvo de críticas, senão pelo próprio Flávio, por medo de perder votos, por seus aliados políticos – incluindo o “mercado”.
Esses e outros exemplos estão expostos agora nas redes sociais na onda que pegou os cidadãos conscientes do desequilíbrio das propostas e da possibilidade de evitar o tsunami anticonstitucional que seria a aliança Bolsonaro-Trump através do convencimento de eleitores menos radicais, apáticos ou ausentes. Não estão errados. Embora os resultados da primeira pesquisa Datafolha de 2º turno coloquem Flávio quatro pontos à frente de Lula, eu não subestimo o poder das formiguinhas em campanhas eleitorais. A ver.
Longa vida aos jornalistas combativos, à mídia independente, e sobretudo aos brasileiros que ainda buscam o diálogo como ferramenta para manter e aprimorar a democracia e garantir a liberdade e os direitos de todos os cidadãos.

A divulgação de um áudio em que Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, afirma ter financiado o documentário Lula, dirigido por Oliver Stone, ampliou a disputa política entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O episódio ganhou novos contornos após o diretor de redação da Fórum, Renato Rovai, denunciar um suposto acordo no qual Flávio negociaria uma delação de Vorcaro contra Lula e, em contrapartida, se comprometeria a proteger o banqueiro caso fosse eleito. A denúncia ainda precisa ser comprovada.
A revista Veja publicou nesta sexta-feira (9) trechos de uma gravação atribuída a Vorcaro, na qual ele afirma ter colocado dinheiro na produção do documentário sobre Lula e diz que o financiamento teria ocorrido de maneira irregular. Segundo a publicação, os pagamentos envolveriam cerca de R$ 30 milhões em espécie, além de repasses ao Instituto Lula. Até o momento, os valores mencionados não foram comprovados publicamente.
Antes da publicação da Veja, Rovai afirmou, em publicação na rede X nesta quinta-feira (8), que o vazamento estaria relacionado a um suposto entendimento entre Vorcaro e Flávio Bolsonaro. Segundo o diretor da Fórum, o banqueiro teria interesse em divulgar informações contra Lula, enquanto o senador se comprometeria a protegê-lo caso fosse eleito presidente.
Uma apuração publicada pelo UOL nesta sexta-feira acrescentou informações ao caso. Segundo o veículo, as conversas extraídas do celular de Vorcaro, apreendido pela Polícia Federal (PF) em novembro de 2025, não apresentam registros de pagamentos ou patrocínios ao documentário de Oliver Stone. O aparelho contém, porém, referências a investimentos em produções sobre Jair Bolsonaro e Michel Temer.
O UOL também informou que o documento com o relato detalhado dos pagamentos de R$ 30 milhões em espécie, citado pela Veja, não aparece nas três propostas de delação apresentadas pela defesa do banqueiro. Uma dessas propostas, entretanto, mencionava o patrocínio a filmes sobre Lula e Michel Temer. Fontes ouvidas pelo UOL na Procuradoria-Geral da República (PGR) e na PF disseram desconhecer a gravação e o documento específico descrito pela revista.
A PGR rejeitou a proposta de colaboração de Vorcaro por considerar que ela não apresentava novidades relevantes em relação às provas já obtidas. Segundo o UOL, o banqueiro não chegou a prestar depoimento oral no âmbito das tratativas. A defesa de Vorcaro afirmou que ele teria elementos para sustentar suas declarações.
A relação entre Vorcaro e Flávio Bolsonaro também aparece nas investigações sobre o financiamento de Dark Horse, filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Reportagens do Intercept Brasil revelaram mensagens relacionadas à negociação de US$ 24 milhões, equivalentes a aproximadamente R$ 134 milhões, para financiar a produção. Segundo informações publicadas pelo UOL, ao menos US$ 10,6 milhões, cerca de R$ 61 milhões, teriam sido pagos para custear o projeto. Os valores negociados não devem ser confundidos com os recursos efetivamente transferidos.
Flávio admitiu ter se encontrado com Vorcaro após a primeira prisão do banqueiro, em novembro de 2025, e afirmou que a reunião tratou do encerramento de sua participação no projeto. As movimentações financeiras relacionadas ao filme são objeto de investigação da Polícia Federal.
A controvérsia ganhou força às vésperas do segundo turno presidencial, marcado para 25 de outubro. A campanha de Lula negou as acusações relacionadas ao documentário e anunciou medidas judiciais contra Vorcaro e a revista Veja. Também acusou os envolvidos de tentar interferir no processo eleitoral. Entre as providências anunciadas estão pedidos de investigação e medidas judiciais contra os responsáveis pela divulgação das acusações.
O Grupo Prerrogativas também acionou a Polícia Federal para pedir a investigação de uma suposta articulação envolvendo Vorcaro e a campanha de Flávio Bolsonaro. A representação solicita que sejam verificadas informações sobre negociações para uma entrevista do ex-banqueiro a uma emissora de televisão e sobre a existência de uma gravação atribuída a ele. O grupo afirma que não teve acesso ao áudio e pede que as informações sejam apuradas pela polícia.
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O Grupo Prerrogativas acionou a Polícia Federal (PF) na quinta-feira (8) para solicitar a investigação de uma possível articulação envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master, e a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).
A notícia de fato foi apresentada pelos advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida. O documento pede que sejam apuradas informações sobre negociações para uma entrevista de Vorcaro a uma emissora de televisão e a existência de uma gravação de depoimento atribuída ao ex-banqueiro.
Segundo os relatos mencionados na representação, o suposto material conteria referências a adversários de Flávio na disputa presidencial e a integrantes do governo federal.
Os representantes do grupo afirmam que as alegações ainda não foram comprovadas. No documento, sustentam que as informações poderiam ter sido elaboradas para produzir efeitos políticos na reta final da eleição. Eles ressaltam que não tiveram acesso à gravação e que apresentam o caso à PF para que os fatos sejam verificados.
Entre as solicitações encaminhadas à Polícia Federal estão a análise prioritária do caso e a confirmação da existência do áudio mencionado. Os advogados também pedem a identificação das pessoas que estariam negociando a participação de Vorcaro em uma entrevista televisiva.
A representação ainda solicita que, caso sejam divulgadas novas declarações atribuídas direta ou indiretamente ao ex-banqueiro contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou integrantes do governo, seja verificada a origem do conteúdo e sua correspondência com o material citado no pedido, respeitando os limites relacionados à atividade jornalística.
O grupo também quer que os fatos sejam comunicados ao relator da operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master, e ao procurador-geral eleitoral.
Na madrugada desta sexta-feira (9), a revista Veja publicou uma reportagem sobre um áudio e documentos atribuídos a Vorcaro. Segundo a publicação, o ex-banqueiro teria afirmado que liberou recursos para a produção do documentário “Lula”, dirigido por Oliver Stone, em uma operação que envolveria um ex-tesoureiro do PT e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A CNN tenta contato com os citados.
Na representação, os advogados também fazem referência a mensagens e áudios divulgados anteriormente sobre uma negociação financeira entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
O caso envolve um suposto repasse de US$ 24 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 134 milhões. Flávio afirmou que buscava recursos para financiar o filme Dark Horse, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Documentos apontam que ao menos US$ 10,6 milhões, cerca de R$ 61 milhões, teriam sido transferidos por meio de diferentes operações bancárias para custear o projeto.
Os advogados do Prerrogativas argumentam que a divulgação de acusações envolvendo terceiros, às vésperas do segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, poderia desviar a atenção dos repasses relacionados ao filme e de outras linhas de investigação do caso Master.
Na avaliação apresentada ao órgão policial, essa movimentação também poderia criar um ambiente político favorável à soltura de Vorcaro e à impunidade dos envolvidos. Essas afirmações integram os argumentos da representação e ainda dependem de apuração pelas autoridades.

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No próximo dia 23 de outubro realiza-se o XI Congresso da USAL/CGTP-IN, momento alto na vida do Movimento Sindical Unitário do Algarve, onde se definem os objetivos e a visão estratégica para a ação sindical integrada dos próximos quatro anos (2026-2030).
Entretanto, a direção da USAL reuniu no dia 7 de outubro para organizar a manifestação do dia 17 e iniciar a preparaçãpo do seu XI Congresso, que decorre no dia 23 no auditório da Escola Secundária João de Deus em Faro.
A Direção da USAL/ CGTP-IN considera que a situação social do país é dramática, com o aumento do custo de vida, a ausência de medidas de controlo dos preços e os baixos salários que os trabalhadores auferem, a resposta é a luta organizada na rua, com a convocação de uma manifestação em Lisboa, no dia 17 de outubro, às 14:30 hrs, a partir do Cais do Sodré até aos Restauradores.
É também referido pela mesma Direção, que “os trabalhadores sentem no seu dia-a-dia as crescentes dificuldades, enquanto se assiste a recordes nos lucros diários das grandes empresas. Para além disso, assiste-se também à degradação acelerada dos serviços públicos, nomeadamente no SNS e o caos instalado na escola pública, assim como bloqueios agravados no acesso à habitação.“
Depois da grande vitória dos trabalhadores que foi a derrota do pacote laboral, “há que continuar a lutar para dar resposta aos problemas do país e melhorar as condições de vida das populações.” Neste sentido, a USAL apela à participação de todos na manifestação do dia 17 de outubro em Lisboa.
A direção da USAL analisou ainda a “situação geral dos trabalhadores do Algarve“, confirmando-se anteriores análises que salientam a “degradação das condições de vida, o aumento da exploração e da desregulação dos horários de trabalho, o acentuar da precariedade, a falta de uma rede de transportes adequada às necessidades dos trabalhadores e da população e a insuficiente resposta no que diz respeito à habitação.“
O criador de conteúdo político baiano Elias Barbosa rebateu uma crítica feita à Bahia e chamou o bolsonarismo de “câncer do Brasil”. A declaração foi dada em resposta a uma provocação sobre o estado ter elegido um candidato do PT como governador. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele retrucou acusando o bolsonarismo de intensificar o discurso de ódio contra minorias e disseminar a discórdia.
O influenciador afirmou que o bolsonarismo profana a religião cristã ao criar uma imagem de mito em torno de Jair Bolsonaro. Segundo ele, o cristão idolatra mais a família Bolsonaro do que a Jesus. Elias Barbosa também criticou a transformação da igreja em palanque político e afirmou que o movimento age contra os pobres e trabalhadores.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% das intenções de votos válidos no segundo turno da eleição presidencial de 2026, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). É o primeiro levantamento do instituto após a definição da disputa entre os dois candidatos.
Na simulação com votos totais, Flávio registra 49%, enquanto Lula soma 45%. Os eleitores indecisos representam 1%, e 5% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Por isso, a diferença de quatro pontos nos votos totais está no limite da margem de erro do levantamento.
Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada antes do primeiro turno, Lula tinha 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, contra 46% de Flávio, cenário de empate técnico.
O resultado das urnas no primeiro turno, realizado em 4 de outubro, também favoreceu o senador do PL. Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%.
Avaliação do governo Lula
O levantamento também mediu a avaliação do governo federal. Para 40% dos entrevistados, a gestão de Lula é ruim ou péssima. Outros 35% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 24% avaliam a administração como regular.
Na avaliação pessoal do presidente, 49% disseram desaprová-lo, ante 48% que afirmaram aprová-lo.
A pesquisa ouviu 2.520 eleitores entre os dias 6 e 7 de outubro. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.
A campanha do segundo turno segue até a votação de 25 de outubro, quando os eleitores escolherão o próximo presidente da
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