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Seguro preside ao terceiro Conselho de Defesa

O órgão presidido por António José Seguro analisou a segurança internacional e as forças destacadas. Foi a terceira reunião desde o início do mandato, em março de 2026.

© Paulo Cunha/LUSA

o Conselho Superior de Defesa Nacional é um órgão colegial específico, presidido pelo Presidente da República, de consulta para os assuntos relativos à defesa nacional
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17h. PAR rejeita conflitos de interesse na CPI a MAI

Aguiar Branco diz que elementos apresentados pelo Livre não sustentam a ideia de um conflito de interesses. Ainda, tensão nas ruas de Paris volta a subir entre polícia e manifestantes nos protestos.

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Livre pede que Transparência avalie conflito de interesses

Após Aguiar-Branco ter rejeitado entendimento de conflitos de interesses de Ventura, Livre pede avaliação da comissão parlamentar de Transparência.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

O Presidente da Assembleia da República rejeitou esta terça-feira o entendimento do primeiro pedido de avaliação de potencial conflito de interesses do líder do Chega
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Seguro estreia-se em reuniões do Grupo de Arraiolos

Tema da reunião será "A União Europeia numa época de múltiplas crises: entre a desistência e a perseverança". Este fórum informal entre chefes de estado foi lançado em 2003 com Jorge Sampaio.

© MANUEL FERNANDO ARAUJO/LUSA

O encontro na Eslovénia assinalará a estreia de António José Seguro neste fórum informal
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Aguiar-Branco rejeita conflito de interesses de Ventura

Livre fez um pedido de apreciação formal para apurar se existia um conflito de interesses que impedisse André Ventura de presidir à comissão de inquérito parlamentar sobre Luís Neves.

© AMPE ROGÉRIO/LUSA

José Pedro Aguiar-Branco declara que não foram "identificados elementos concretos que estabeleçam uma relação entre o interesse pessoal ou processual do deputado e os factos sujeitos ao inquérito parlamentar suscetível de comprometer a sua isenção"
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MP em "rutura funcional" pede ajuda a Seguro

O SMMP reuniu com o Presidente da República para alertar para a falta de mais de 200 procuradores, que tem forçado acumulação de funções e motivado greves em 2025 e 2026.

© JOÃO PEDRO MORAIS/OBSERVADOR

A falta de magistrados no MP levou o procurador-geral da República a decidir, nos dois últimos movimentos anuais de magistrados, a acumulação de diferentes áreas funcionais por um mesmo procurador
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