Bárbara Bandeira: moda de palco para "um jantar com amigos"?

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

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O Zoomarine Algarve vai assinalar o Halloween entre 20 e 31 de outubro, com uma programação especial que inclui experiências assustadoras, atividades para crianças e um filme em 4D. A Passagem dos Sustos, o Túnel Fantasma e o Concurso de Máscaras Infantil estão entre as propostas preparadas pelo parque para esta época.
Um dos principais destaques é a Passagem dos Sustos, uma experiência destinada a visitantes com mais de 14 anos, que promete pôr à prova a coragem dos participantes através de um percurso com surpresas inesperadas. Para os mais novos, o Túnel Fantasma proporciona uma aventura adaptada à sua idade.
O Cine 4D também entra no espírito da época com o regresso de “Spooky Spark”, um filme que combina imagem, som e efeitos especiais numa experiência imersiva.
A criatividade dos mais pequenos estará em destaque nos dias 28 e 31 de outubro, com o Concurso de Máscaras Infantil. A iniciativa desafia as crianças a visitarem o parque com os seus disfarces mais originais e assustadores, estando previstos prémios para as participações que mais se destacarem.
Durante este período, os visitantes poderão ainda aproveitar a campanha “Dobro da Diversão”, que permite adquirir um bilhete de dois dias pelo preço de um. A promoção é válida para visitas ao parque entre 16 e 31 de outubro, estando as condições disponíveis no site oficial do Zoomarine.
Durante a programação especial de Halloween, o Zoomarine Algarve estará aberto de terça-feira a sábado.

O vinho de 2025 nasce da vinha do avô Ramiro e chega com um novo rótulo. A renovação da imagem abrange toda a gama e assinala dez anos desde a primeira vindima para a marca.
O conteúdo Herdade Barranco do Vale lança primeiro tinto Negra Mole de vinha com 70 anos aparece primeiro em Barlavento.

© JOSÉ JECO/LUSA
At Bybi in Copenhagen, a dedicated group of staff and volunteers have built a community for all centred on the production of honey – much of which is given away for nothing. Could it be replicated elsewhere?
The bees at Bybi, a collective of beekeepers in Copenhagen, live on the roof. Their home is a complex of Victorian buildings, right in the centre of the city, that looks like an idealised vision of the modern social enterprise, ennobled by the architecture of the past. It’s a place of cottage industry in concert with nature, where the marginalised are brought in from the fringes and corporations stand waiting to help, where jobs happen but a lot of the work is done by volunteers, and where – this bit is important – a lot of time is spent discussing ideas.
Oliver Maxwell, Bybi’s 48-year-old founder, encourages me to examine the buildings more closely. They were once a prison, a workhouse and a hospital; their functions today – a homeless shelter, a young offender institution and, until recently, a job centre – are not so different. Denmark’s Victorian transformation, from “agricultural backwater to industrialised agriculture”, was reflected in how they treated people, Maxwell says.
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© Photograph: Valdemar Ren/The Guardian

© Photograph: Valdemar Ren/The Guardian

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