Associação de Cegos lança campanha contra sistema Volta

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

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Em 1987, quando o Brasil acabava de sair das sinistras décadas de ditadura militar, surgiu uma união de forças sociais que até então pareciam distantes. Comunidades extrativistas e indígenas da Amazônia, vítimas históricas dos grileiros, criaram a Aliança dos Povos da Floresta. O momento não poderia ter sido mais propício pois, deste grupo, que contava com lideranças como Chico Mendes e Ailton Krenak, saíram propostas que influenciaram a nova Constituição, promulgada em 1988.
O impacto político daquele encontro não pode ser esquecido neste momento em que a extrema direita, representada pela candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), busca privatizar o patrimônio natural brasileiro. Se na década de 1980 a suposta direita conciliatória cedia terras públicas a empreendimentos agropecuários, hoje a direita quer privatizar as praias e abrir as terras indígenas para a mineração.
A partir da união de seringueiros e indígenas, a luta dos povos da Amazônia foi projetada para o mundo, levando preocupação aos chefes dos bancos de desenvolvimento internacionais. O Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) estavam liberando empréstimos para a criação de pólos de produção pecuária e financiando a abertura de estradas que cortavam os territórios tradicionais. Chico Mendes, em uma viagem emblemática a Washington, em 1987, conseguiu congelar alguns destes financiamentos e, como sabemos, pagou com a vida por sua coragem.
Mas sua luta sobreviveu: da profusão de ideias e da resistência criada surgiram outras lideranças, entre elas Marina Silva, a mais jovem senadora a ser eleita pelo Acre, na década de 1990, e depois a ministra de Meio Ambiente nas gestões de Lula. Ela levou a política ambiental para o coração do governo e conseguiu, com o apoio dos melhores cientistas e gestores, provar que é possível conter o desmatamento.
No momento em que escrevo estas linhas, saem notícias mostrando que, em 2025, as taxas de derrubadas no Brasil atingiram nova baixa histórica. E o melhor, estes resultados já não estão se restringindo à Amazônia. Os dados do Deter, o sistema de alertas de desmatamento do INPE, mostraram uma redução de 30% em setembro no Cerrado. Uma notícia fantástica, uma vez que este é o bioma sob maior pressão, onde a ilegalidade e invasão de terras prosperaram nos últimos anos.
Um dos alicerces da política de Lula e Marina para barrar a sanha destruidora é exatamente o combate à grilagem de terras e a promoção da regularização fundiária. Estudos de renomadas organizações não governamentais como o Instituto de Pesquisas da Amazônia (IPAM) têm mostrado que, nos últimos anos, com os embargos e a repressão ao desmatamento em propriedades privadas, os criminosos passaram a fazer mais queimadas e derrubadas em unidades de conservação e terras indígenas.
A grilagem de terras e a invasão de territórios indígenas definem muito o que é o Brasil. Nossa história colonial foi brutal contra os povos da floresta e seus efeitos sobre o nosso cotidiano perduram até hoje, como a persistência da violência no campo e as ameaças constantes sofridas por comunidades rurais. Nesta polarização tremenda que vive o país, temos falado muito do interior e como a cultura do agro tem ajudado a definir os votos. Mas somos um país atlântico, com identidade litorânea e com uma conexão muito forte com as praias. Por isso, enquanto alertamos para o que está ocorrendo na floresta, não podemos deixar de apontar a especulação imobiliária que pode vir a transformar a costa brasileira.
A Proposta de Emenda Constitucional para regularizar a venda dos terrenos da Marinha gerou enorme polêmica em 2024. E agora, nesta eleição, voltou ao debate, pois ninguém menos do que Flávio Bolsonaro é o relator da proposta, que ficou conhecida como a PEC da Privatização das Praias. A ideia é permitir a venda de terras que ficam numa faixa que começa a 33 metros dos pontos mais altos de maré e que pertencem historicamente à União. O argumento dos defensores da proposta é de que isso levaria mais investimentos, em forma de condomínios e resorts, ao nosso litoral. Na prática, isso pode se tornar uma forma de fechar acessos e criar praias exclusivas para os donos do dinheiro.
Diante desta ameaça, fiquei imaginando se não seria o momento da Aliança dos Povos da Floresta voltar ao cenário nacional incorporando também os povos do mar. Assim como os extrativistas se tornaram guardiões de algumas das mais importantes reservas florestais do país, os pescadores artesanais, as marisqueiras e os catadores de caranguejo são os guardiões da nossa costa.
O tema da proteção aos oceanos é especialmente importante. No ano que vem, o Brasil vai ser sede do encontro das Nações Unidas para a Década do Oceano, que ocorrerá em abril no Rio de Janeiro. E não é difícil imaginar que, como seu pai, Flávio Bolsonaro – se eleito – vai banir as conferências da ONU sobre meio ambiente que estão marcadas para acontecerem no Brasil. Em 2019, um dos primeiros desmandos de Bolsonaro foi cancelar a realização da Cúpula de Mudanças Climáticas em solo brasileiro. Apenas em 2025 a conferência voltou ao Brasil, na icônica COP30 em Belém.
Agora me parece que seria o momento de ampliar essa aliança: floresta e oceano unidos contra a política da morte. E a aliança pelo mar não será apenas importante para um governo de extrema direita. Os impactos da exploração de petróleo, a concessão de novos blocos em alto-mar e as mudanças climáticas farão da nossa costa um ponto central para qualquer o futuro do país.

La prima edizione di Ecofuturo Dolomiti, ad aprile a Belluno, ci ha lasciato una bella sensazione: la voglia di futuro c’è, eccome! Basta smettere di raccontarlo come una minaccia o una collezione di sacrifici e cominciare a mostrarlo per quello che può essere: un’occasione per vivere meglio, creare lavoro e prenderci cura dei luoghi in cui abitiamo.
È con questo spirito che dal 16 al 18 ottobre torna Ecofuturo Dolomiti, con tre giornate di incontri a Feltre, Santa Giustina e Mel. Energia, intelligenza artificiale, nuovi lavori verdi e innovazione ambientale saranno al centro di un programma che vuole mettere insieme conoscenze, esperienze e soluzioni concrete. Perché di transizione ecologica parliamo ormai da anni. Ma tra parlarne e farla c’è una bella differenza. Un po’ come tra leggere il “Manuale della bicicletta” e salirci sopra: nel secondo caso si rischia anche di cadere, ma almeno si comincia a pedalare!
La montagna non è un museo
Le Dolomiti sono uno dei patrimoni più preziosi del nostro Paese. Eppure, mentre ne celebriamo giustamente la bellezza, rischiamo talvolta di dimenticare che sono anche luoghi da abitare, dove lavorare, crescere figli e costruire comunità.
I cambiamenti climatici, la gestione dell’acqua, lo spopolamento e la difficoltà di mantenere servizi e attività economiche sono problemi molto concreti. Non si risolvono con qualche fotografia spettacolare della neve che scompare, né aspettando che qualcuno, da qualche ufficio lontano, trovi la soluzione perfetta. Servono idee, investimenti e persone capaci di metterle in pratica. E serve soprattutto una visione: la sostenibilità non può essere soltanto un vincolo da rispettare, ma deve diventare un’opportunità per migliorare la vita delle comunità.
È questo il senso di Ecofuturo Dolomiti: raccontare tecnologie e progetti che già oggi possono fare la differenza, mettendo in dialogo chi ricerca, chi produce, chi amministra e chi semplicemente desidera capire come contribuire al cambiamento.
L’energia del futuro viene anche dal passato
Venerdì 16 ottobre, a Feltre, si parlerà di acqua ed energia. Dai mulini storici alle moderne tecnologie idroelettriche, dal fotovoltaico flottante ai sistemi di pompaggio, fino alle comunità energetiche, alle pompe di calore e alle reti per condividere il calore. L’acqua è una risorsa preziosa, ma i cambiamenti climatici stanno modificando il modo in cui arriva e si distribuisce. Gli invasi accumulano sedimenti, le precipitazioni diventano meno prevedibili e le temperature estreme aumentano le difficoltà. Non basta conservare le infrastrutture esistenti: occorre ripensarle e renderle più efficienti.
A volte, per andare avanti, dobbiamo recuperare ciò che abbiamo imparato ieri. I nostri nonni sapevano utilizzare l’acqua e le risorse locali con grande ingegno. Oggi abbiamo tecnologie molto più sofisticate: sarebbe un peccato usarle soltanto per complicarci la vita! La sfida è produrre energia pulita, ridurre gli sprechi e rendere le comunità meno dipendenti dai combustibili fossili. E magari scoprire che collaborare conviene anche economicamente, non soltanto alla coscienza.
Intelligenza artificiale: chi si prenderà cura del mondo reale?
Sabato 17 ottobre, a Santa Giustina, l’attenzione si sposterà sull’intelligenza artificiale, sui suoi limiti e sulle opportunità che offre, insieme alle questioni energetiche e ambientali legate alla rivoluzione digitale.
L’AI promette di cambiare il lavoro, le imprese e perfino il nostro modo di pensare. Ma mentre ci chiediamo che cosa sapranno fare gli algoritmi domani, forse dovremmo domandarci anche che cosa vorremo fare noi. Non tutto ciò che può essere automatizzato merita di esserlo. E non tutto ciò che è tecnologicamente possibile è necessariamente utile. I data center, indispensabili per molti servizi digitali, consumano energia e producono calore. Progettare sistemi efficienti e recuperare quel calore significa trasformare un problema in una risorsa. È un esempio concreto di come la transizione ecologica possa orientare l’innovazione, invece di rincorrerla affannosamente.
Nel pomeriggio si parlerà di geotermia, pozzi profondi e ricerca sulla fusione nucleare, esplorando tecnologie e prospettive differenti. Distinguere ciò che è già applicabile da ciò che richiede ancora ricerca è fondamentale: la speranza non ha bisogno di promesse miracolose, ma di informazioni serie. Alle 20.30, nella sala parrocchiale di Santa Giustina, porterò in scena il mio spettacolo “Ma mi faccia il piaCER!”, un viaggio nella storia dell’energia in una prospettiva di comunità. Perché anche temi complessi possono essere affrontati con un sorriso: ridere non significa prendere le cose alla leggera, ma trovare un modo diverso per guardarle. (L’ingresso è gratuito.)
I lavori verdi: quando le mani servono ancora
Domenica 18 ottobre, a Mel, parleremo di green jobs e di un tema che mi sta particolarmente a cuore: il rapporto tra lavoro, natura e intelligenza artificiale. Mentre molte professioni vengono automatizzate, cresce il valore di attività che richiedono conoscenza del territorio, manualità e capacità di lavorare con i sistemi naturali. Dalla cura dei boschi all’agricoltura biologica, dalle energie rinnovabili alle filiere alimentari locali, le opportunità non mancano. Recuperare terreni abbandonati, valorizzare la biodiversità, rigenerare il verde urbano e migliorare la gestione delle risorse significa creare lavoro e, insieme, migliorare la qualità della vita.
Non si tratta di tornare indietro. Nessuno vuole rinunciare alle conquiste della modernità per trasferirsi in una baita senza riscaldamento! Si tratta piuttosto di recuperare conoscenze preziose e combinarle con le tecnologie più avanzate. La montagna può diventare un laboratorio straordinario di questa alleanza, offrendo nuove opportunità soprattutto ai giovani. Ma perché ciò accada servono servizi, formazione, imprese innovative e comunità capaci di progettare il proprio futuro.
Durante le tre giornate sarà visitabile anche la mostra “Le ecotecnologie della speranza”. Ci sarà inoltre un pezzo di storia da ammirare: la prima auto elettrica storica del conte Carli, risalente al 1891. Sì, l’auto elettrica esisteva già nell’Ottocento! A volte il futuro arriva in anticipo, poi si perde per strada e tocca aspettarlo di nuovo.
La speranza è una cosa concreta
Ecofuturo Dolomiti vuole essere soprattutto questo: un luogo d’incontro tra persone che non si accontentano di lamentarsi dei problemi, ma cercano di costruire soluzioni.
La transizione ecologica non si realizzerà soltanto nelle grandi conferenze internazionali. Avrà bisogno di amministratori lungimiranti, imprese coraggiose, cittadini informati e comunità capaci di collaborare. Avrà bisogno di tecnologie, certo, ma anche di relazioni, fiducia e partecipazione. Perché il cambiamento non è soltanto una questione di pannelli solari, pompe di calore o algoritmi. È anche una questione culturale: riguarda il modo in cui immaginiamo il benessere, il lavoro e il nostro rapporto con la natura.
La buona notizia è che molte soluzioni esistono già. Non dobbiamo aspettare che qualcuno inventi una bacchetta magica…magari alimentata dal nucleare. Dobbiamo imparare a utilizzare meglio gli strumenti che abbiamo, sperimentarne di nuovi e condividerne i risultati. Le Dolomiti possono mostrarci che anche i territori più fragili sono capaci di generare innovazione. A patto di non considerarli periferie da assistere, ma comunità ricche di competenze, risorse e possibilità.
Il futuro non è un posto dove arriveremo domani. È il risultato delle scelte che facciamo oggi. E vale la pena costruirlo insieme, con serietà, curiosità e anche un po’ di allegria.
Ecofuturo Dolomiti, 16-18 ottobre 2026: Feltre, Santa Giustina e Mel. Ingresso gratuito a tutti gli appuntamenti. Il programma completo del Festival è consultabile qui
L'articolo Le Dolomiti non aspettano il futuro: lo mettono in moto. Così parte la vera transizione proviene da Il Fatto Quotidiano.

© Truth Social

© AMPE ROGÉRIO/LUSA

No período analisado, o tipo de vegetação mais afetado pelo desmatamento foi a formação florestal, que perdeu 49,7 milhões de hectares (menos 14,8%).
A proximidade das estradas às áreas protegidas também representa uma pressão aos locais onde a vegetação nativa responde por 98%. O estudo mostrou que as áreas mais próximas às vias também são as mais ocupadas pela agropecuária.
De forma geral, a agropecuária fechou 2025 ocupando 15,5% do território da Amazônia, em uma área de 65,3 milhões de hectares. Desse total, 50,8 milhões de hectares, 12% do bioma, são de pastagem da pecuária. Outros 8,6 milhões de hectares são de agricultura, que corresponde a 2% do território da Amazônia.
A mineração ocupa, em 2025, 440 mil hectares no bioma. No início da série histórica eram 32 mil hectares, resultando na ocupação de uma área 14 vezes maior em 41 anos.
O estudo cruzou os dados da coleção 11 do MapBiomas com as vias mapeadas a partir das bases de estradas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e as informações adquiridas pelo OpenStreetMap.
O total de 618 mil km de vias considera também as que não fazem parte da malha rodoviária oficial.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Na Região Centro-Oeste, um aviso laranja de perigo alerta para tempestades com trovoadas no sudoeste, sul, centro e leste de Mato Grosso, em todo o estado de Goiás e no Distrito Federal, além das regiões norte, centro e leste de Mato Grosso do Sul. Em todas as outras áreas também deve chover, mas o aviso é amarelo de perigo potencial.
No Sudeste do país, o aviso laranja de perigo para tempestades cobre quase toda a região. O extremo nordeste de Minas Gerais e o centro e norte do Espírito Santo, onde o aviso é amarelo de perigo potencial, há possibilidade de chuvas isoladas.
Nas capitais a temperatura mínima esperada é de 17°C, em São Paulo, e a máxima é de 29°C no Rio de Janeiro.
Na Região Norte, há aviso laranja de perigo para tempestades no sul do Tocantins e na região de divisa com Goiás. No Acre, em Rondônia, no noroeste, oeste, centro e sul do Amazonas, no sul do Pará e na região central do Tocantins, há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades.
Entre as capitais, a temperatura mínima será de 24°C, em Rio Branco, e a máxima será de 38°C, em Boa Vista.
No Nordeste brasileiro, há aviso laranja de perigo para tempestades no sudoeste da Bahia, região de divisa com Goiás e Minas Gerais. No oeste e sul da Bahia o aviso é amarelo de perigo potencial para tempestades.
Há possibilidade de chuvas isoladas em alguns pontos de toda a faixa litorânea do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Por outro lado, no centro e sudeste do Piauí, sul do Ceará, oeste de Pernambuco e regiões central e norte da Bahia há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar.
A temperatura nas capitais varia entre a mínima de 21°C, em Maceió, e a máxima de 39°C, em Teresina.
Na Região Sul, ainda chove no nordeste do Paraná, próximo da divisa com São Paulo, onde há um aviso laranja de perigo para tempestades.
No restante do estado do Paraná, em Santa Catarina e no noroeste, norte, centro e leste do Rio Grande do Sul as chuvas perdem a intensidade e ocorrem de forma mais isolada e o aviso é de perigo potencial.
Nas capitais, a mínima será de 16°C, em Porto Alegre, e a máxima não deve passar dos 23°C, em Florianópolis.
di Chiara Caprio
Secondo l’ultima edizione del report Aquaculture Certification Schemes Benchmark, la certificazione italiana “Acquacoltura Sostenibile” sviluppata dalle associazioni dei produttori di pesce e molluschi insieme al Ministero dell’Agricoltura è tra le peggiori al mondo in termini di benessere animale.
L’analisi realizzata dall’Aquatic Life Institute (ALI), un’organizzazione internazionale che lavora per proteggere e migliorare il benessere degli animali acquatici, ha preso in considerazione gli attuali requisiti di benessere animale previsti in 12 schemi di certificazione nazionali o globali e in due agenzie di rating internazionali.
Tra queste, la certificazione italiana “Acquacoltura Sostenibile” ha ottenuto un punteggio complessivo pari ad appena 2,55 su un massimo di 10, classificandosi al penultimo posto tra gli schemi di certificazione e al quartultimo nella classifica completa che include le due agenzie di rating.
In particolare la certificazione italiana riconosciuta dal MASAF brilla negativamente per la totale assenza di riferimenti espliciti a un tema centrale: l’utilizzo di metodi di stordimento efficaci che garantiscano una perdita di coscienza immediata agli animali. Incluso il divieto esplicito dell’immersione dei pesci in una miscela di acqua e ghiaccio, dei bagni di ammoniaca o sale e dell’utilizzo di altri metodi di abbattimento non rispettosi del benessere animale.
A mancare sono inoltre dei requisiti che prevedano la verifica della presenza di segni di coscienza dopo lo stordimento (attraverso il monitoraggio di personale adeguatamente formato) e la riduzione al minimo dei tempi tra stordimento e macellazione. Ad essere insufficienti secondo ALI anche gli aspetti che riguardano gli arricchimenti ambientali, il trasporto e la movimentazione.
Come Essere Animali denuncia da anni, nonostante il disciplinare di certificazione validato dal Ministero dell’agricoltura nomini più volte il miglioramento del benessere animale, in tutto il documento non è presente una definizione chiara di benessere animale e mancano i requisiti di base che servirebbero per eliminare nella pratica le principali cause di sofferenza per i pesci negli allevamenti, tra cui, come già detto, l’obbligo di uno stordimento efficace prima dell’abbattimento.
Certificazioni come ASC e Friend of the sea prevedono già nei loro standard requisiti specifici sullo stordimento, mentre il disciplinare “Acquacoltura sostenibile” non ne prevede alcuno, neanche per specie come le trote, per le quali in altri paesi europei validi sistemi di stordimento sono già in uso da diversi anni.
Una certificazione che non considera almeno gli elementi prioritari di benessere animale non può essere considerata una garanzia valida di “sostenibilità”. Chiediamo quindi che il disciplinare venga modificato per includere indicazioni trasparenti e chiare su come tutelare il benessere dei pesci negli allevamenti.
Foto © Essere animali
L'articolo Perché la certificazione ‘Acquacoltura sostenibile’ è tra le peggiori al mondo per il benessere animale proviene da Il Fatto Quotidiano.
Associação ambientalista considera que a barragem vai hipotecar o último grande corredor ecológico livre do Sotavento algarvio e aponta riscos para espécies, solos e património.
O conteúdo Quercus contesta Barragem da Foupana por incentivar regadio intensivo de abacate aparece primeiro em Barlavento.
Desde 2022, a Câmara de Ponte de Lima plantou 2.326 árvore na zona urbana da vila e 5.000 nas freguesias.
Em comunicado, a autarquia revela que “está a preparar a campanha de arborização 2026/2027, dando continuidade ao trabalho de criação e qualificação de espaços verdes, parques e zonas de estacionamento, bem como a valorização das principais vias de acesso à Vila de Ponte de Lima e de diferentes espaços do centro urbano”.
Segundo a autarquia, este trabalho, iniciado em 2022, já permitiu plantar 2.326 árvores na área urbana da vila de Ponte de Lima, nos seus acessos e espaços envolventes.
Ainda ao abrigo do Projeto Ponte de Lima – Pulmão do Alto Minho, em áreas florestais de várias freguesias do concelho foram plantadas, igualmente desde 2022, cerca de 5.000 árvores e arbustos, distribuídas por 12 bosques com uma área total próxima dos 25ha.
No que respeita à área urbana da vila de Ponte de Lima, aos seus acessos e espaços envolventes, as 2.326 árvores plantadas permitiram aumentar a área arborizada em cerca de 9ha; reforçar a arborização em vários parques e zonas de estacionamento, ruas, alamedas, avenidas e largos e; criar estruturas lineares de arvoredo ao longo das estradas nacionais 201 e 203 e da estrada regional 203.
“O resultado deste trabalho começa a ser visível na paisagem urbana, mas, para o Município de Ponte de Lima, os impactes mais importantes deste investimento serão progressivamente alcançados à medida que as árvores vão crescendo e que vão prestando, com maior relevância, o conjunto de funções ambientais e sociais que lhes estão associadas”, salienta o comunicado.
A Câmara de Ponte de Lima destaca que, a médio e longo prazo, este arvoredo irá contribuir para a captura e armazenamento de carbono, para a melhoria da qualidade do ar, regulação da temperatura, criação de sombra, retenção e infiltração das águas da chuva, proteção dos solos e para a promoção da biodiversidade.
“Em simultâneo, contribuirá para criar espaços públicos mais confortáveis e agradáveis, favorecendo a permanência e o convívio, a utilização dos espaços exteriores e a prática de atividade física, com reflexos positivos no bem-estar físico e psicológico e na qualidade de vida da população, bem como na perceção e experiência de todos os que visitam o território”, subçinha.
“A intervenção integra-se na visão de construção de um território mais verde, resiliente, sustentável e solidário com as gerações vindouras, contribuindo decisivamente para a construção de melhores lugares para viver, trabalhar, visitar e usufruir”, conclui a autarquia limiana.
O conteúdo Ponte de Lima plantou mais de 2.300 árvores na zona urbana e 5.000 nos bosques das freguesias aparece primeiro em O MINHO.
A Águas do Algarve anuncia o lançamento da 5.ª edição do concurso “A Água e o Mar para Mim”, uma iniciativa
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Projeto do Município de Lagoa distinguido na categoria de Desenvolvimento Económico pelo seu modelo de inovação colaborativa entre o município,
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Durante entrevista coletiva em Manaus nesta quarta-feira (14), o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, voltou a afirmar que os focos de incêndio tiveram como origem ação humana e garantiu investigação para identificar os responsáveis.
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“Vamos iniciar uma ação forte de investigação para identificar quem está operando esse conjunto enorme de incêndios e verificar se há uma organização por trás disso. E vamos punir aqueles que forem identificados de forma exemplar para que não fique na região uma sensação de impunidade", disse.
As investigações estão a cargo das polícias Federal, Rodoviária Federal e Polícia Civil do Amazonas, atuando com outras forças de segurança. O ministro lembrou de situações similares de incêndios criminosos ocorridos em 2024, quando houve o chamado “Dia do fogo”, quando foram registrados mais de dois mil incêndios simultâneos, em São Paulo e no Pará.
“Existe uma suspeita de ação organizada. Por isso, além de todos os que estão aqui, todas as investigações, também temos a participação da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência, para verificar se está se repetindo aqui o que ocorreu em outro momento no chamado ‘Dia do Fogo”, completou.
Os responsáveis por provocar incêndios florestais estão sujeitos a multas administrativas de R$ 5 mil a R$ 10 mil por hectare ou fração, conforme o enquadramento da infração, além do embargo das áreas atingidas, apreensão de equipamentos e responsabilização criminal, que poderá resultar em prisão.
Os incêndios no Amazonas têm gerado enormes nuvens de fumaça e diversas cidades do estado tiveram que suspender atividades. Em Manaus, a situação crítica na qualidade do ar levou à suspensão das aulas presenciais na rede municipal de ensino, em unidades da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e no campus Manaus Zona Leste do Instituto Federal do Amazonas (Ifam).
"A população de Manaus foi tremendamente prejudicada e está sendo tremendamente prejudicada. Há uma destruição ambiental em curso e nós precisamos punir os responsáveis porque são incêndios criminosos”, afirmou.
Capobianco também falou sobre o reforço nas equipes que atuam no combate às queimadas e disse que já há uma redução perceptível nos incêndios, mas que ainda é cedo “para comemorar”.
“Nós temos dados positivos. Não podemos comemorar, porque ainda temos uma situação grave, ainda tem muita fumaça, mas houve uma redução nos eventos de queimadas e de incêndios. Portanto, nós temos um movimento positivo e há um indicativo de redução de novos focos”, afirmou.
Questionado a respeito da fumaça em Manaus, o ministro afirmou que a expectativa é que a qualidade do ar melhore nos próximos dias, mas que a situação depende dos ventos da região.
“Há uma certa convergência de forças de ventos para a região de Manaus. É um fenômeno meteorológico sobre o qual nós não temos controle. Nós estamos combatendo intensamente, reduzimos muito os incêndios mais próximos da capital. Mas nós ainda temos incêndios mais distantes, que estão trazendo fumaça para Manaus. Nós esperamos que isso possa reduzir”, disse.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), desde o início da temporada de incêndios florestais, já foram extintos 292 incêndios no Amazonas, mas que ainda há outros 08 incêndios ativos no estado.
O governo Federal disponibilizou 11 aeronaves para as operações no Amazonas, das quais seis são utilizadas no combate direto aos incêndios florestais, com capacidade para lançamentos rápidos de água.
Também foi enviado para o estado um avião KC-390, empregado no lançamento de água em grandes volumes; três helicópteros para lançamento de água e transporte de brigadistas e equipamento, especialmente úteis em áreas de difícil acesso; e uma aeronave Caravan para apoio logístico.
Além disso, 290 brigadistas já atuam em campo e outros 40 brigadistas federais estão em deslocamento para reforçar as operações de combate aos incêndios florestais na região.
No domingo (11), Capobianco e o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, sobrevoaram o estado e identificaram a presença de fogo em áreas florestais de difícil acesso.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo, a cidade teve alerta para alagamentos até as 17h desta quarta-feira (14). A zona sul registrou a maior quantidade de chuvas, com 67,8mm no Córrego Sapateiro, na região do Parque Ibirapuera, e 64mm na estação que fica no Parque da Aclimação.
Houve carros e ônibus danificados, ainda sem confirmação da quantidade de veículos atingidos. O alagamento terminou por volta das 17h.
A Defesa Civil estadual confirmou ainda alagamentos no Terminal Bandeira e na estação Trianon-MASP, da Linha 2-Verde do Metrô. A Estação Liberdade, na Linha 2 - Azul, também tem registros de chuva tomando as escadarias. Segundo o Metrô e a CPTM, todas as linhas operavam normalmente às 19h desta quarta-feira.
Também houve três desabamentos na capital. Um deles foi de um imóvel utilizado como pensão, na Rua Conselheiro Ramalho, na região central. Não havia moradores no local no momento da ocorrência e o imóvel foi interditado pela Defesa Civil Municipal.
Já na rua Santa Cruz do Monte Castelo, na Brasilândia, uma vítima foi soterrada e resgatada por populares. Quando a equipe de emergência chegou ao local foi constatada a morte.
A Defesa Civil estadual informou estragos em algumas cidades paulistas. Em Assis, na região oeste, foram registrados pontos de alagamento. Em Pitangueiras, no norte do estado, houve quedas de árvores nos bairros Centro, Jardim Paraíso e Santa Vitória, e duas residências sofreram destelhamento parcial.
Não há registro de feridos ou desabrigados, mas uma família está desalojada. Há registro de quedas de árvores em vias públicas em outras cidades da região central do estado, como Monte Mor e Paulínia, sem vítimas. Um total de 46 alertas foi enviado até as 18h15, para diversas regiões.
Também houve registros de rajadas de vento acima dos 70 km/h no estado. A rajada mais forte registrada foi em Paulínia, no começo da tarde, com 80,5 km/h. Em Jardinópolis o vento chegou a 74,5 km/h, em Ribeirão Preto, atingiu os 74 km/h e em Pradópolis os 73,1 km/h.
Segundo a prefeitura, o tempo segue instável, podendo ocorrer chuva durante a noite desta quarta-feira e a madrugada de quinta.
Entre a tarde e a noite do dia 15 há expectativa de que os volumes de chuva sejam mais significativos.
Na sexta-feira (16), a propagação de uma frente fria pelo do litoral paulista vai provocar mais um dia com céu encoberto, tempo chuvoso potencial para formação de alagamentos e deslizamentos de terra nas áreas de risco.
Os Serviços Municipalizados de Viana do Castelo (SMVC), em parceria com 16 freguesias e uniões de freguesia do concelho, vão iniciar, em novembro, um projeto-piloto para deposição controlada de resíduos volumosos, também conhecidos como ‘monstros’, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a autarquia refere que o objetivo é garantir o encaminhamento “adequado deste tipo de resíduos, facilitar a sua entrega e evitar o abandono indevido”.
No âmbito desta iniciativa, serão disponibilizados, de forma rotativa, contentores industriais em todas as freguesias que demonstraram interesse em aderir à primeira fase do projeto.
Os contentores serão instalados num espaço de acesso reservado, cedido pela respetiva Junta ou União de Freguesia, e estarão devidamente identificados com sinalética informativa sobre os tipos de resíduos volumosos que podem ser depositados no seu interior.
A colocação dos contentores ocorrerá às 08:00 do dia previamente definido, sendo o seu levantamento efetuado a partir das 08:00 do dia seguinte.
Para garantir o correto funcionamento do projeto-piloto, cada Junta ou União de Freguesia vai também assegurar a presença de um responsável pelo “controlo da deposição” no dia da colocação dos contentores.
Esta medida visa “prevenir utilizações abusivas e evitar a entrega de resíduos que não se enquadrem no âmbito da iniciativa”.
A equipa de fiscalização dos SMVC acompanhará a execução do projeto-piloto, verificando o cumprimento das condições de utilização estabelecidas, garante a autarquia.
A primeira fase de implementação do projeto-piloto contempla as seguintes freguesias e uniões de freguesia: Carvoeiro, Barroselas, Vila Franca, Vila Fria, Vila de Punhe, Alvarães, São Romão de Neiva, Mazarefes, União das Freguesias de Geraz do Lima e Deão, Castelo do Neiva, Vila Nova de Anha,
Freixieiro de Soutelo, União das Freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda, Perre, Cardielos e Carreço.
Com este projeto-piloto, os SMVC pretendem “testar e acompanhar um modelo de deposição controlada de resíduos volumosos, reforçando a articulação e envolvimento das Juntas e Uniões de Freguesia no modelo de gestão municipal de resíduos”.
“A colaboração das autarquias locais e a utilização responsável dos contentores por parte da população serão fundamentais para o sucesso da iniciativa. O respeito pelas indicações de deposição e pelas condições de utilização estabelecidas permitirá assegurar o bom funcionamento do projeto e avaliar oportunidades de melhoria para o futuro”, conclui a Câmara.
O conteúdo Freguesias de Viana do Castelo vão ter contentores para ‘monstros’ aparece primeiro em O MINHO.