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Gil Vicente vence e impõe ao Braga o terceiro jogo seguido sem ganhar

O Gil Vicente venceu, hoje, no terreno do SC Braga, 2-1, operando uma reviravolta no marcador na segunda parte e agravando a crise dos bracarenses, em jogo em atraso da segunda jornada da I Liga de futebol.

Pau Victor ainda colocou os ‘arsenalistas’ na frente (33 minutos), mas a equipa de Barcelos deu a volta ao resultado na segunda parte, por Walace França (49) e Travassos (72, na própria baliza).

O SC Braga somou o quarto jogo seguido sem ganhar, um deles na Liga Conferência, e a terceira derrota consecutiva (mais um empate) e adensa o momento de crise, com muita contestação ao treinador, Carlos Vicens, e jogadores no final do jogo.

Já o Gil Vicente soma o terceiro jogo seguido a pontuar no campeonato, a que juntou a vitória na terceira eliminatória da Taça de Portugal sobre o União de Santarém (da Liga 3), num ‘suado’ 3-2 após prolongamento.  

Numa primeira parte equilibrada, com poucos lances de perigo em cada uma das balizas, os bracarenses adiantaram-se no marcador aos 33 minutos, num lance com intervenção do VAR, considerando errado o fora-de-jogo inicialmente assinalado a Pau Victor, porque a bola veio de um toque deliberado de um adversário (Buatu).

O espanhol, sem oposição, teve tempo rematar da melhor forma e fazer o primeiro golo da partida.

O Gil Vicente reagiu e esteve perto do golo aos 42 minutos, mas Travassos teve uma ação decisiva ao cortar para canto.

Os treinadores fizeram alterações após o intervalo, com Luís Pinto a ser mais feliz.

Carlos Vicens lançou Victor Gómez e tirou Jonas Wind (Pau Victor saiu do corredor esquerdo para o eixo do ataque) e Luís Pinto trocou de ponta-de-lança, tirando Kaba e lançando Walace França, que, praticamente na primeira vez em que tocou na bola, fez golo.

O avançado brasileiro concluiu com o peito um centro da direita de Murilo, que ultrapassou sem grande dificuldade um distraído Travassos (49).

O SC Braga respondeu com um livre direto de Ricardo Horta de muito longe, que passou a rasar o poste (58), no início do melhor período da equipa da casa, mais intensa e rápida sobre a bola.

Contudo, seria o Gil Vicente, após um rápido contra-ataque conduzido por Tidjany Touré, a virar o resultado, num lance algo caricato: o remate do extremo francês bateu em Bajrami e, ao querer tirar a bola, Bernardo Fontes sacudiu-a contra Travassos, que a introduziu na própria baliza (72).

Pouco depois, Carlos Vicens apostou tudo, com uma tripla substituição, reforçando a frente de ataque com Huseinbasic, Gabriel Silva e Fran Navarro, mas seria Pau Victor a ter uma grande ocasião para empatar, mas o remate foi ao poste (90+1).

Aos 90+5 minutos, Lucão segurou o triunfo dos visitantes, com uma grande defesa a cabeceamento de Gabriel Silva.

Ficha de jogo

Estádio Municipal de Braga.

SC Braga – Gil Vicente, 1-2.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores

1-0, Pau Victor, 33 minutos.

1-1, Walace França, 49.

1-2, Travassos, 72 (na própria baliza).

Equipas

– SC Braga: Bernardo Fontes, Lagerbielke, Vítor Carvalho (Fran Navarro, 77), Bajrami, Travassos (Gabriel Silva, 77), João Moutinho (Tiknaz, 66), Gorby (Huseinbasic, 7), Diego Rodrigues, Ricardo Horta, Pau Victor e Jonas Wind (Victor Gómez, 46).

(Suplentes: Tiago Sá, João Carvalho, Vítor Gómez, Sergio Barcia, Arrey-Mbi, Barisic, Tiknaz, Huseinbasic, Dorgeles, Gabri Martínez, Gabriel Silva e Fran Navarro).

Treinador: Carlos Vicens.

– Gil Vicente: Lucão, Ricardo Esgaio, Buatu, Elimbi, David Moreira, Andreas Lausen (Gonçalo Maia, 90+2), Diogo Prioste (Zé Carlos, 64), Santi García, Murilo (Joelson Fernandes, 81), Gil Martins (Tidjany Touré, 64) e Kaba (Walace França, 46).

(Suplentes: André Picornell, Samuel Portugal, José Silva, Antonio Espigares, Zé Carlos, Gonçalo Maia, Gui Beleza, Tidjany Touré, Agustín, Martín Fernández, Joelson Fernandes e Walace França).   

Treinador: Luís Pinto.

Árbitro: Gustavo Correia (Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Kaba (25), Gorby (41), Elimbi (58), Victor Gómez (83), Zé Carlos (89) e Ricardo Horta (90+6).

Assistência: 11.381 espetadores.

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Relatório e contas da SAD do SC Braga aprovado por unanimidade

Os acionistas da sociedade anónima desportiva (SAD) do SC Braga aprovaram hoje em assembleia geral (AG), por unanimidade, o relatório e contas da época passada e o orçamento da presente temporada.

Segundo uma nota no seu sítio oficial, os minhotos informam que “todas as propostas apresentadas pela administração foram aprovadas por unanimidade pelos acionistas presentes, com destaque para o relatório e contas referente à época desportiva de 2025/2026”, assim como o orçamento para a temporada de 2026/2027, “do qual consta uma previsão de lucro de 1,56 milhões de euros (ME).

A SAD do SC Braga apresentou um resultado líquido de 17,3 ME em 2025/26, regressando aos exercícios positivos após o negativo de 2024/25 de 11 ME, alcançando um EBITDA (sigla em inglês de lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) positivo de 39,6 ME, o valor mais elevado alancado pela sociedade anónima do SC Braga.

O ativo subiu cerca de 60 ME (de 169,7 ME para 230,3 ME) e o passivo também aumentou, na ordem dos 43 ME (de 100,7 ME para 144 ME), o que a SAD considera que deve “ser enquadrado num contexto de investimentos significativos” no reforço do plantel como na melhoria das infraestruturas.

A SAD minhota concluiu a temporada 2025/26 com capitais próprios positivos de 86,3 ME, correspondendo ao seu montante mais elevado de sempre, e uma autonomia financeira de 37 por cento.

Por proposta do fiscal único, foi ainda aprovado, por unanimidade, um voto de louvor ao conselho de administração da SAD, liderado por António Salvador, “como reconhecimento dos êxitos financeiros e desportivos alcançados”.

Participaram na AG acionistas que, em conjunto, representam 71 por cento do capital social da sociedade.

O SC Braga (clube) é o maior acionista com 36,99 por cento da SAD, a Qatar Sports Investments (entidade cujo beneficiário efetivo é o Estado do Qatar) detém 29,60 por cento, a Sundown Investments Limited (entidade cujo beneficiário efetivo é Inaete Merali) detém 17,04 por cento e os restantes 16,37 por cento estão distribuídos por pequenos acionistas.

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Casais reabilita edifício numa quinta em Braga para ser sede da fundação

A Casais Construction, empresa do Grupo Casais, acaba de concluir a obra de reabilitação da nova sede da Fundação Mestre Casais (FMC), localizada na Quinta do Souto, em Parada de Tibães, Braga. A inauguração decorreu na passada sexta-feira, com a presença de elementos do Governo e da autarquia.

“O novo espaço, cuja inauguração oficial assinala um marco importante para a região e para o Grupo, honra as origens da empresa e reforça o seu compromisso inabalável com o território minhoto onde a Casais foi fundada”, refere a empresa, em comunicado enviado às redações esta segunda-feira.

A intervenção a cargo da Casais Construction centrou-se, nesta fase, na reabilitação do anexo da Quinta do Souto, estando prevista, para o futuro, a reabilitação do edifício principal.

Casais reabilita edifício numa quinta em Braga para ser sede da fundação
Foto: Grupo Casais

Esta obra pautou-se por uma abordagem de “transformação responsável do património construído existente”.

O Grupo Casais sublinha que, ao privilegiar a reabilitação, contribui diretamente para a “valorização do território partilhado e estende o ciclo de vida do edifício, respeitando a sua história, a identidade local e criando um espaço com um impacto duradouro e positivo na comunidade”.

António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais, referiu que “reabilitar este espaço na Quinta do Souto tem um significado muito especial para o Grupo Casais”.

“Mais do que uma obra de engenharia, é o regresso às nossas origens e uma demonstração prática da nossa visão para o setor: uma construção cada vez mais sustentável, que valoriza o património existente e cria um impacto positivo na comunidade. Entregamos hoje uma obra que preserva a identidade local e que dota a região do Minho de um espaço de excelência focado na inovação e na sustentabilidade humana”, frisou.

Também o secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, deixou o seu reconhecimento relativamente ao papel da Fundação: “O trabalho desenvolvido pela FMC desde 2021 tem sido notável. Ao promover e democratizar a investigação em áreas cruciais como a construção, o ambiente, a energia e a mobilidade, cumprem um papel essencial: afinal, a qualidade das decisões depende sempre em boa medida da informação que está disponível e da capacidade de a poder entender”.

Por fim, José Mendes, diretor executivo da FMC, considerou que “tendo instalações próprias fica tudo mais fácil”.

“Com estas condições de excelência, podemos fixar mais a equipa e desenvolver de forma mais estável a nossa atividade, intensificando a produção de conhecimento, os debates, as bolsas e a nossa conferência anual”, referiu.

A nova sede, agora edificada e dotada das “melhores condições” pela Casais Construction, servirá de casa para as atividades da FMC.

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Encontro de ilustração desafia artistas a riscarem “Ligações para o Futuro” em Braga

A 10.ª edição do encontro de ilustração “Braga em Risco” vai decorrer entre sábado e 06 de novembro sob o mote “Ligações para o futuro”, foi hoje anunciado.

Com curadoria de Pedro Seromenho, a programação desta edição inclui a Exposição Coletiva 22×22, resultado do desafio lançado a 22 ilustradores para deixarem de olhar para o mundo e passarem a olhar uns para os outros.

Organizados em pares ou duetos, a partir das relações amorosas, amistosas, familiares ou profissionais, cada artista ilustrou aquele a quem está intimamente ligado e, em simultâneo, entregou-se ao olhar de quem o conhece bem.

“Nesta exposição, o retrato deixa de ser uma representação e transforma-se numa declaração sobre a relação entre duas pessoas (…). Esta é uma exposição sobre ligações que não se limita ao que está exposto e se debruça sobre o essencial que não se vê”, lê-se na descrição da coletiva.

A 10.ª edição do Braga em Risco inclui ainda exposições individuais de Cátia Vidinhas e Soraia Oliveira e uma instalação de Carlo Giovani, no âmbito do Projeto Vaivém-Circuito.

O programa contempla também cinema de animação, oficinas de ilustração, apresentações de livros, conversas com autores, atividades nas escolas, mercados de ilustração e banda desenhada com DJ sets.

Entre as novidades desta edição destaca-se uma proposta especialmente dirigida ao público juvenil e aos apreciadores de comics e mangá, histórias aos quadradinhos originárias dos Estados Unidos da América e do Japão, respetivamente.

Antes da abertura oficial do encontro, a iniciativa “Ruas do Risco” levará a ilustração ao centro da cidade.

A partir de hoje, as montras de estabelecimentos comerciais das principais artérias de Braga acolhem trabalhos de ilustração, numa parceria com as lojas da Associação Empresarial de Braga.

A iniciativa transforma o comércio local num percurso de descoberta, integrando a criação artística no quotidiano da cidade e antecipando o programa das semanas seguintes.

Nesta 10.ª edição, o Braga em Risco pretende valorizar a rede de relações construída ao longo dos anos entre ilustradores, escritores, professores, alunos, famílias, leitores, parceiros e espetadores.

“Esta comunidade constitui um dos principais legados do encontro e uma base para o desenvolvimento de novos projetos, incluindo a preparação gradual da sua internacionalização”, sustenta o município.

As exposições e atividades decorrem em vários espaços da cidade, nomeadamente Casa dos Crivos, Museu da Imagem, Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Museu dos Biscainhos e Livraria Centésima Página.

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Braga: Mulher apanhada a conduzir com 1,51 g/l de álcool no sangue recusa fazer segundo teste e acaba detida

Uma mulher, de 30 anos, foi detida por desobediência após ter recusado fazer o teste quantitativo ao álcool, este fim de semana, em Braga, informou a PSP.

Em comunicado, o Comando Distrital revela que, no decorrer de uma fiscalização, os polícias pediram à condutora que fosse submetida ao teste de alcoolémia, tendo a mesma acusado uma taxa de álcool no sangue de 1,51 g/l.

“Perante o resultado, a suspeita foi conduzida à esquadra a fim de ser submetida a um teste em analisador quantitativo, tendo a mesma recusado. Em face da recusa, foi detida pela prática do crime de desobediência e notificada para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga”, acrescenta.

Detidos por excesso de álcool

Também no fim de semana, a PSP deteve, nas cidades de Guimarães, Braga e Barcelos, três homens com 44, 37 e 58 anos, por conduzirem embriagados, tendo apresentado taxas entre 1,45 e 2,21 g/l.

Sem carta

Por fim, nas cidades de Guimarães e Braga, foram detidos quatro cidadãos com idades compreendidas entre os 22 e 27 anos, por conduzirem sem carta.

Os detidos foram notificados para comparecerem junto dos respetivos tribunais.

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Empresa de Braga cria clube de leitura e oferece um livro a cada dois meses aos funcionários

O Grupo DST, de Braga, lançou um Clube de Leitura destinado a todos os seus trabalhadores. A iniciativa cultural conta, no seu arranque, já com mais de duas centenas de inscritos e prevê a oferta gratuita de um livro a cada dois meses, complementada por encontros de reflexão e discussão sobre as obras, foi hoje anunciado.

Em comunicado enviado a O MINHO, a DST explica que o projeto pretende estimular os hábitos de leitura e reforçar o acesso ao conhecimento, dando continuidade a uma política de formação que coloca o desenvolvimento intelectual e humano no centro da cultura organizacional do grupo.

Lançado em 01 de outubro, o Clube de Leitura, intitulado Clube do Espanto e do Encantamento, destina-se aos trabalhadores das diferentes empresas do Grupo DST, independentemente da sua função ou local de trabalho, abrangendo o campus, as obras e as fábricas, com possibilidade de participação online. Os livros são integralmente oferecidos pelo grupo e permanecem na posse dos trabalhadores, incentivando a criação de bibliotecas pessoais e a continuidade dos hábitos de leitura.

“Vivemos numa economia que está a ser fundada na imaginação. A ficção é uma forma de construirmos utopias no trabalho. A leitura é a ferramenta que mais facilita a aprendizagem da imaginação. Temos de conseguir imaginar um modo de economia que implique um modo de vida boa para todos, onde a pobreza não seja apenas reduzida, mas seja eliminada. O nosso clube de leitura é para as massas e não uma pequena parte dos nossos trabalhadores. A leitura saiu à rua.”, afirma José Teixeira, presidente do Conselho de Administração da DST, citado no comunicado.

Empresa de Braga cria clube de leitura e oferece um livro a cada dois meses aos funcionários
Foto: DR

A primeira sessão reuniu mais de uma centena de trabalhadores em torno da obra O Desencanto, de Beatriz Serrano, escolhida para inaugurar um projeto que pretende promover o contacto regular com a literatura e criar espaços de partilha, debate e reflexão coletiva.

A seleção das obras resulta de uma curadoria interna, assegurada por dois trabalhadores responsáveis pelo Clube de Leitura, Catarina Ferreira e João Pedro Costa, em conjunto com José Teixeira, presidente do Conselho de Administração, mas aberta às sugestões dos seus participantes.

“A minha paixão pelos livros nasceu quando descobri as primeiras letras do alfabeto e percebi que, da sua infinita combinação, podiam nascer mundos inteiros. Desde então, os livros têm sido companheiros de vida. Há quase vinte anos que faço parte do dstgroup e a ideia de criar um Clube de Leitura foi amadurecendo ao longo destes anos, alimentada pela vontade de transformar uma paixão individual numa experiência coletiva. Porque os livros não nos ensinam apenas a ler o mundo. Ensinam-nos também a habitá-lo e, quem sabe, a transformá-lo”, destaca Catarina Ferreira, responsável Onboarding, Integração e Mentorias, e uma das coordenadoras do Clube de Leitura, a par de João Pedro, contabilista.

Para João Pedro, “os livros são, ao mesmo tempo, uma janela para o mundo e um espelho de nós próprios. Estar à frente deste projeto vejo-o como uma enorme responsabilidade, mas também como uma oportunidade única de, pela leitura e partilha em grupo, abrirmos horizontes e crescermos em termos de capacidades emocionais e intelectuais”.

A iniciativa nasce da convicção de que a leitura constitui uma ferramenta essencial para a formação das pessoas, estimulando a curiosidade, a capacidade de questionamento, a comunicação e a autonomia intelectual. “Num contexto profissional e social marcado por transformações constantes, a DST procura criar condições para que os seus trabalhadores desenvolvam competências que lhes permitam interpretar diferentes realidades, confrontar ideias e participar de forma mais consciente e crítica na sociedade”, destaca o comunicado.

Empresa de Braga cria clube de leitura e oferece um livro a cada dois meses aos funcionários
Foto: DR

A criação do Clube de Leitura insere-se numa estratégia de promoção cultural que tem vindo a aproximar os livros do quotidiano dos trabalhadores, independentemente do contexto em que desempenham as suas funções. No campus da DST, em Braga, existem espaços dedicados à leitura, nomeadamente, duas bibliotecas – a Clarice Lispector e a Bernardo Soares – às quais se juntaram, há cerca de dois anos, as bibliotecas em obra, instaladas nos estaleiros e construídas pelos próprios trabalhadores com recurso a materiais disponíveis no local.

Nascidas de uma sugestão apresentada por um encarregado de obra no âmbito de um concurso interno de qualidade, as bibliotecas em obra tornaram-se uma prática instituída no grupo, garantindo que cada estaleiro dispõe de um espaço de leitura idealizado e construído pelas próprias equipas. Esta iniciativa procura democratizar o acesso aos livros, aproximando a cultura de diferentes profissões e contextos de trabalho e promovendo a aprendizagem contínua.

O novo Clube de Leitura reforça este percurso, acrescentando uma dimensão de participação e reflexão coletiva à disponibilização de livros. Através dos encontros bimestrais, os trabalhadores terão oportunidade de partilhar interpretações, confrontar diferentes perspetivas e desenvolver o pensamento crítico, num ambiente que valoriza a diversidade de opiniões e experiências.

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Greve fecha várias escolas no Minho

A greve de 24 horas dos trabalhadores não docentes, convocada pelo Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (Sinape), fechou esta manhã várias escolas secundárias e básicas nos distritos de Braga e Viana do Castelo, assim como em todo o território nacional.

Contactado pela Lusa por telefone, o dirigente do Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE), Francisco Pinto disse, cerca das 08:45, ter já conhecimento de “muitas escolas fechadas por todo o país”.

“O panorama é idêntico por todo o país. Pensamos que se vai concretizar o que pensávamos: uma adesão de 70% de trabalhadores não docentes”, disse.

Segundo o sindicato, a greve visa os trabalhadores não docentes, como assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos especializados e superiores.

De acordo com um comunicado do Sinape, os trabalhadores não docentes – técnicos superiores, assistentes técnicos e operacionais reivindicam carreiras próprias, face à especificidade das funções.

O Sinape disse ainda que os trabalhadores “encontram-se em regime de precariedade consecutiva, sem carreira, sem progressão e sem reconhecimento funcional na administração pública”.

Com Lusa

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Chuva regressa esta semana ao Minho

A semana começa com o sol a brilhar, mas a partir de quinta-feira a chuva deverá regressar ao Minho, segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Hoje, as máximas serão de 22ºC em Braga e 18ºC em Viana do Castelo, com previsão de céu limpo.

A partir de amanhã, o IPMA já prevê maiores períodos de nebulosidade e uma ligeira descida das máximas.

Braga

Previsão do tempo para Braga nos próximos cinco dias
Hoje, 19Ter, 20Qua, 21Qui, 22Sex, 23
Tempo
Limpo

Parc. nublado

Nuvens altas

Aguaceiros

Aguac. fracos
Máx./mín.22° 8°20° 7°19° 8°18° 7°20° 9°
Chuva0%27%60%57%84%
VentoNE, fracoNO, fracoNO, fracoSO, fracoNO, fraco

Viana do Castelo

Previsão do tempo para Viana do Castelo nos próximos cinco dias
Hoje, 19Ter, 20Qua, 21Qui, 22Sex, 23
Tempo
Limpo

Parc. nublado

Nuvens altas

Chuva

Aguac. fracos
Máx./mín.18° 9°17° 7°17° 9°17° 8°17° 10°
Chuva0%41%57%65%82%
VentoNO, fracoNO, moderadoN, fracoS, fracoNO, fraco
Fonte: IPMA. Previsão atualizada a 19/10 às 07:31.

O cenário altera-se, sobretudo, na quinta-feira, com a previsão de chuva, que passará a aguaceiros fracos na sexta-feira.

Os chuviscos deverão manter-se nos dias seguintes, segundo o IPMA.

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Hoje há Braga-Gil Vicente

SC Braga e Gil Vicente acertam hoje calendário na I Liga portuguesa de futebol, no jogo em atraso da segunda jornada, que foi adiado em agosto devido ao surto gastrointestinal que impediu os bracarenses de competirem.

Dois meses depois, as formações minhotas disputam o único encontro que está por realizar na I Liga, a partir das 20:15, no Estádio Municipal de Braga, sendo que, nesta altura, estão ‘coladas’ na classificação, ambas com 11 pontos, com os gilistas em oitavo e os ‘arsenalistas’ em nono.

O SC Braga recebe o Gil Vicente após três encontros sem vencer, o último dos quais em Copenhaga (3-0), na semana passada, na estreia na fase de liga da Liga Conferência, que motivou manifestações de desagrado dos adeptos.

Já o Gil Vicente vem de um triunfo sobre a União de Santarém para a Taça de Portugal, mas apenas conseguiu eliminar a formação da Liga 3 no prolongamento (3-2).

Programa da segunda jornada:

– Sexta-feira, 14 ago:

Sporting – Vitória SC, 3-2

– Sábado, 15 ago:

Alverca – Estrela Amadora, 2-2

Académico de Viseu – Santa Clara, 0-1

Rio Ave – FC Porto, 0-2

– Domingo, 16 ago:

Nacional – Estoril Praia, 2-0

Arouca – Moreirense, 4-0

Famalicão – Marítimo, 1-2

– Segunda-feira, 17 ago:

Casa Pia – Benfica, 0-7

– Segunda-feira, 19 out:

SC Braga – Gil Vicente, 20:15

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