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Vídeo mostra bombeiros e polícias a juntarem-se aos atuais protestos em França?

Um vídeo que mostra bombeiros franceses a atravessarem uma manifestação, de tochas na mão e sob aplausos, está a circular nas redes sociais como se mostrasse os profissionais a juntarem-se aos protestos que têm marcado França nas últimas semanas. Mas será que as imagens são atuais? A SIC Verifica.

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Trump e extrema direita fomentam discursos anti-Ucrânia na Europa

"Nenhum euro destinado à Ucrânia está fazendo falta nos gastos sociais e com educação em nosso país", afirmou Friedrich Merz, na quinta-feira (15), em discurso ao Parlamento. A ressalva do primeiro-ministro não foi sem motivo: financiar a guerra contra a Rússia está se tornando um peso eleitoral difícil de sustentar na Alemanha e na Europa. Leia mais (10/19/2026 - 16h28)
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Concurso da Educação de Aparecida oferece 2,9 mil vagas e salários de até R$ 4,5 mil

A rede municipal de Educação de Aparecida de Goiânia terá reforço no quadro de profissionais com a realização de um novo concurso público. A seleção prevê 2.956 vagas, além de cadastro de reserva para outras 14.780 oportunidades, com salários de até R$ 4.508,28. As inscrições estarão abertas de 9 de novembro a 9 de dezembro de 2026.

Organizado pelo Instituto Verbena, da Universidade Federal de Goiás (UFG), o concurso contempla quatro áreas: professor de área, professor pedagogo, auxiliar administrativo e agente educativo. A iniciativa busca atender às necessidades da rede municipal de ensino, que atualmente atende cerca de 55 mil alunos.

Ao destacar a realização do concurso, o prefeito Leandro Vilela ressaltou a importância da seleção para atender à demanda por profissionais e valorizar os trabalhadores da Educação. “Depois de 13 anos, vamos realizar o concurso da Educação em Aparecida de Goiânia. O objetivo é atender uma demanda reprimida, valorizar os profissionais da Educação e fazer com que a Educação de Aparecida seja uma das melhores do nosso Estado e do nosso país”, afirma.

A secretária municipal de Educação, Núbia Farias, explica que a chegada de servidores efetivos contribuirá para fortalecer o trabalho pedagógico desenvolvido na rede municipal. “O efetivo dará sequência na aprendizagem da criança. Nossa rede é muito boa e temos profissionais excelentes. Os novos servidores vão somar muito”, conclui.

Convocações serão planejadas conforme a demanda

As 2.956 vagas serão preenchidas gradualmente, conforme as necessidades das unidades escolares, o planejamento da Secretaria Municipal de Educação e a disponibilidade orçamentária e financeira da Prefeitura. Dessa forma, os aprovados poderão ser chamados ao longo do período de validade do concurso, sem que haja previsão de entrada imediato de todos os classificados.

Leandro Vilela explicou que o cronograma de convocações será organizado de acordo com a capacidade de atendimento da rede e os recursos disponíveis. “Esse planejamento será executado ao longo do período do concurso. Nós temos hoje uma disponibilidade, porém não significa que todos estarão ingressando imediatamente. As convocações ocorrerão conforme a necessidade, o fluxo de caixa e a disponibilidade financeira da Prefeitura”, explicou.

Salários e etapas da seleção

As remunerações iniciais variam de R$ 2.825,11 a R$ 4.508,28, conforme o cargo, para jornada de 30 horas semanais. O vencimento previsto para professores é de R$ 4.508,28. Para agentes educativos, o valor informado é de R$ 3.070,76, enquanto auxiliares administrativos têm remuneração de R$ 2.825,11.

As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, no site do Instituto Verbena. A taxa é de R$ 130 para os cargos que exigem nível médio ou técnico e de R$ 150 para as funções de nível superior.

O cronograma prevê a divulgação dos locais e horários das provas objetiva e de redação em 26 de janeiro de 2027. As avaliações serão aplicadas no dia 31 de janeiro, e o resultado final está previsto para 30 de junho do mesmo ano.

A diretora executiva do Instituto Verbena/UFG, Rosângela de Oliveira Alves, orienta os candidatos a acompanhar as informações oficiais sobre o concurso. O edital reúne os requisitos dos cargos, a distribuição das vagas, as remunerações, os conteúdos das provas e as etapas da seleção, além das regras relacionadas à formação do cadastro de reserva e às possíveis convocações.

Inscrições começam em novembro

Os interessados poderão se inscrever entre 9 de novembro e 9 de dezembro de 2026. A taxa custa R$ 130 para cargos de nível médio ou técnico e R$ 150 para nível superior. As provas objetiva e de redação estão marcadas para 31 de janeiro de 2027, com resultado final previsto para 30 de junho. O edital completo está disponível no site do Instituto Verbena, responsável pela organização do concurso.

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Porque continua a acampada pela habitação em Madrid enquanto, em Portugal, as autoridades exigem a sua retirada?

Enquanto no país vizinho os protestos continuam e a acampada se mantém, em Portugal as autoridades defendem que as tendas têm de ser retiradas. A diferença fulcral está na resposta dos tribunais espanhóis, que, por mais do que uma vez, impediram o Governo regional de avançar com o desalojamento imediato do acampamento.

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João Bento, ex-CEO dos CTT, torna-se sócio da Caldrew Capital


João Bento, ex-CEO dos CTT – Correios de Portugal tornou-se sócio não-executivo da empresa de investimento Caldrew Capital. O gestor que liderou o operador postal até abril juntou-se à sociedade especializada em aquisições criada pelo investidor Manuel Queiroz Pereira e pelo empreendedor João de Sousa Aroso, fundador da Leadzai.

A Caldrew Capital considera que João Bento “dispensa apresentações no mundo empresarial português”, porque não só preside aos conselhos de administração do grupo Altri e da Lisnave Estaleiros Navais, como foi CEO dos CTT, da Efacec e da Gestmin, bem como COO da Brisa.

“Com um percurso marcado pela transformação e criação de valor, aliado a uma vasta experiência em órgãos sociais, passou a carreira a conduzir grandes organizações em períodos de mudança, sendo reconhecido pela clareza de juízo que acionistas e conselhos procuram quando os desafios aumentam”, informou esta segunda-feira a empresa, numa publicação na rede social LinkedIn.

“Esse juízo é precisamente o que as empresas com que trabalhamos mais vão precisar. Investimos em PME lideradas pelos seus fundadores, com fundamentos sólidos, num momento em que o crescimento adicional depende menos de capital e mais de profundidade de gestão e de governance. O João construiu ambas em larga escala, e ajudará a apoiar os nossos fundadores a fazer o mesmo”, defende a empresa fundada em 2026 e com sede em Lisboa.

Numa entrevista recente ao ECO, João Bento deixou claro que saía dos CTT sem falar propriamente de reforma. Em declarações antes de deixar a liderança dos correios, descreveu a transição como uma decisão tomada “na idade certa”: não quer deixar de trabalhar, mas quer deixar de ser executivo. Aos 65 anos, quase em simultâneo com o fim do mandato, passou “para o outro lado” da relação entre chairman e CEO – primeiro na Altri e depois na Lisnave – e deixou pistas sobre o futuro. “Estou aberto a considerar uma posição não executiva internacional se aparecer. Mas não farei nada por isso”, disse ainda.

Quando os CTT anunciaram que João Bento iria abandonar o cargo de CEO, explicaram que se deveu ao facto de, “tendo completado 65 anos, decidiu, conforme o seu plano pessoal, terminar a sua carreira executiva no final do atual mandato do conselho de administração dos CTT”, concluindo assim as suas funções na Assembleia Geral Anual, a 30 de abril de 2026.

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El líder británico de los verdes asegura que Israel no tiene derecho a existir porque no cree que “ningún Estado” lo tenga

El líder británico de los verdes asegura que Israel no tiene derecho a existir porque no cree que “ningún Estado” lo tenga

Zach Polanski defiende la declaración de su partido de que el sionismo debe ser tratado como “una forma de racismo” si bien dice que el debate sobre las palabras “no es útil”

El Reino Unido, Francia y Canadá anuncian el veto al comercio con los asentamientos israelíes ilegales

Zack Polanski, el líder del Partido Verde en Inglaterra y Gales y principal alternativa por la izquierda al laborismo, defendió este domingo la declaración de que el sionismo equivale al racismo que aprobó su partido en medio de la polémica interna. En una entrevista en la BBC, al ser preguntado si Israel tiene el derecho a existir, el político británico de origen judío del este de Europa respondió que no cree que “ningún Estado tenga el derecho a existir según la legislación internacional”.

A principios de este mes, el Partido Verde liderado por Polanski aprobó en su congreso anual una moción para incluir como parte de su programa que el sionismo debe ser “tratado como una forma de racismo” y el Estado de Israel debe ser sustituido por un Estado palestino “con derechos iguales para todos”. La declaración fue aprobada con 1.022 votos a favor y 813 en contra por los miembros del partido. 

Polanski no participó en la votación y una parte de su partido ha condenado el resultado. Se han distanciado de la moción cuatro de los cinco diputados que tiene el grupo en el Parlamento. Entretanto, el colíder del Partido Verde en Escocia, que es un partido político distinto, ha dicho que no está de acuerdo con detalles de la moción, pero sí cree que la creación de Israel fue “un acto de racismo”.

Unos días después del congreso de su partido, Polanski perdió las elecciones parciales al escaño que ocupaba Keir Starmer, el ex primer ministro, en un barrio de Londres, donde volvió a ganar el laborismo. El líder verde no tiene escaño en el Parlamento nacional. 

Aun así, Polanski aseguró en la entrevista a la BBC que la moción no es “controvertida”. “Lo que es controvertido es que 75.000 palestinos hayan sido asesinados en los últimos años, y que más niños hayan sufrido amputaciones que nunca en la historia moderna. Así que, teniendo en cuenta eso, el hecho de que estén siendo asesinados porque son palestinos, obviamente es una ideología muy racista”, dijo este domingo. “El sionismo es racismo en su aplicación práctica”. Pero también aseguró que “los debates sobre las palabras no ayudan” y tampoco lo ha hecho el debate sobre la moción en su propio partido. 

El líder del Partido Verde de Inglaterra y Gales, Zack Polanski, en su congreso en  Brighton, Inglaterra, el 2 de octubre.
El líder del Partido Verde de Inglaterra y Gales, Zack Polanski, en su congreso en Brighton, Inglaterra, el 2 de octubre.

La opinión pública

Después de la subida en las encuestas a principios de este año, sobre todo frente a la crisis del laborismo de Starmer, la intención de voto al Partido Verde ha vuelto a bajar. En marzo, llegó a estar en el 18% de apoyo, empatado con el Partido Laborista; ahora está en torno al 10%, según la media de las encuestas. En las elecciones municipales y regionales de mayo, los verdes avanzaron por todo el país, pero ampliar la representación en el Parlamento nacional es más difícil por el sistema electoral británico. 

Algunas voces del partido llaman a la dimisión de Polanski ahora que está en sus momentos más bajos de popularidad: más de la mitad de los encuestados tiene una opinión negativa sobre él y sólo un 16% la tiene positiva, según la última encuesta de Ipsos.

Parte de la caída del Partido Verde tiene que ver con la mejoría de resultados del Partido Laborista tras el cambio de primer ministro. Andy Burnham ha logrado recuperar apoyos sobre todo por el lado del centro y la izquierda, por su tono cercano y sus anuncios políticos. 

Más sanciones

Respecto a Oriente Próximo, su Gobierno ha sido hasta ahora más contundente que el de Starmer, con el anuncio de más sanciones a Israel y un mensaje de condena con palabras más duras.

Ed Miliband, el ministro de Exteriores, llamó “terroristas” a los colonos violentos de Cisjordania y les acusó de un intento de “limpieza étnica”. El Gobierno de Starmer ya había sancionado a los ministros más ultra del Gobierno de Israel, a colonos y a organizaciones de Cisjordania, y ahora el de Burnham ha vetado el comercio con los asentamientos, una medida pequeña por la dimensión de las relaciones, pero con peso simbólico en plena campaña electoral en Israel. 

Polanski asegura que el apoyo al laborismo será, en todo caso, temporal, y que tiene que ver más con las formas que con el fondo de lo que hace Burnham. “La gente verá más y más en Andy Burnham un cambio de retórica, pero no un cambio de actuación, y sabrá que el Partido Verde ha tenido siempre razón”, dijo. 

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Governos de direita da América do Sul enfrentam realidade após vitórias eleitorais, e investidores reduzem exposição

As fortes altas dos mercados financeiros desencadeadas por eleições em toda a América Latina começam a exibir suas fragilidades -despertando dúvidas entre investidores sobre se devem continuar impulsionando ações e moedas ou vender os papéis para realizar lucros, à medida que as promessas de campanha passam a esbarrar nas dificuldades de governar. Leia mais (10/18/2026 - 23h00)
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