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Primera mujer líder del Vudú haitiano llama a mantener tradiciones

Puerto Príncipe, 21 oct (Prensa Latina) La nueva líder de la Confederación Nacional del Vudú Haitiano (KNVA), Florence Deltor Jean Joseph, llamó hoy a la preservación y transmisión de sus tradiciones y a un mayor reconocimiento de esa religión en el país.

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Pesquisador baiano reúne Snoopy, Bidu e Scooby-Doo em novo livro

Assim como na vida, os cachorros são praticamente onipresentes nas histórias em quadrinhos – e também na cultura pop, de modo geral. Todo mundo, por mais “adulto” que seja, tem um cachorro de HQ morando em uma casinha dentro do coração. Pode ser o Snoopy, o Pluto, o Scooby-Doo, o Bidu ou o Dom Pixote: ninguém escapa. Daí o livro Bom Pra Cachorro - Os Cães nos Quadrinhos ser uma boa dica de leitura em qualquer hora para quem se amarra nesses amigos de quatro patas retratados nas quatro cores básicas das revistas em quadrinhos.Seu autor, o pesquisador baiano Gutemberg Cruz, é um especialista – em quadrinhos e neste tipo de publicação. Nos últimos anos, ele vem se especializando em catalogar personagens de HQ e animação. Já fez volumes dedicados aos cangaceiros (Sangue nos olhos - Cangaço nos Quadrinhos), aos indígenas (Guerreiros do Brasil), às mulheres (Cheias de Charme: 101 Mulheres Empoderadas dos Gibis), aos vilões (Aqui só tem bandido - Grande Dicionário dos Vilões das HQs), aos personagens LGBTQIA+ (Traços da Diversidade – De J. Carlos a Laerte) e, claro, aos gatos (Gatolândia - Os felinos mais amados dos gibis) – todos publicados pela editora Noir, fundada por outro grande pesquisador e biógrafo baiano, o jornalista Gonçalo Jr.“Meu objetivo, ao escrever o livro Bom pra Cachorro – Os cães nos quadrinhos, foi reunir origens, curiosidades, autores, primeiras aparições e a importância de personagens caninos que conquistaram um lugar especial na cultura pop”, conta Gutemberg.“A obra percorre mais de um século de histórias em quadrinhos, revelando cães famosos, esquecidos, curiosos e surpreendentes, vindos de diferentes países e tradições editoriais”, acrescenta.Entre centenas de verbetes, cachorreiros e cachorreiras dos quadrinhos poderão descobrir personagens ancestrais, esquecidos nas prateleiras da história, como Hector Sem Teto (Hectos The Tramp), criado no início do século 20 por Harry Hershfield e publicado em jornais norte-americanos.Outro – infelizmente – pouco lembrado, é baiano: Jab, Um Lutador, criação do cartunista soteropolitano Flávio Luiz, publicado em jornais locais entre o final do século passado e o início deste.“O livro combina pesquisa histórica, precisão bibliográfica e uma narrativa jornalística, procurando tornar a leitura agradável tanto para colecionadores e estudiosos quanto para fãs de quadrinhos e apaixonados por cães”, afirma.“Cada verbete é um convite a uma viagem pela chamada nona arte, mostrando como esses personagens ajudaram a emocionar, divertir e inspirar milhões de leitores ao longo de gerações”, garante o autor.Solta ‘os cachorro’!Pessoal 50+ vai se encantar com verbetes como o de Oto, o cachorro do Sargento Tainha, personagens inesquecíveis da revistinha do Recruta Zero. Completamente fiel ao dono, Oto se veste e se comporta igual ao insuportável Tainha, criando um efeito hilariante.Os cães de animações clássicas da Disney como A Dama e o Vagabundo e 101 Dálmatas, os vários cachorros do da Hanna-Barbera (Scooby-Doo, Bionicão, Rabugento, Mutley, Bibo Pai e Bobi Filho, Dom Pixote, a lista é enorme) – todos estes e muitos outros estão aqui com suas origens e trajetórias reveladas pelo autor.“Minha relação com os quadrinhos começou ainda nos anos 1960. É uma história de muitas décadas de leitura, descoberta e encantamento. Entre os personagens que fizeram parte dessa trajetória estão Rin Tin Tin, cujas aventuras eu já acompanhava na televisão, e Lassie. Vieram depois outros companheiros inesquecíveis: Milou, o intrépido cão que acompanha Tintim em suas aventuras pelo mundo; Snoopy, o filosófico e carismático beagle dono de uma personalidade única; Bidu, o azulado e curioso cão criado por Mauricio de Sousa; e Floquinho, o enigmático cachorro da Turma da Mônica”, enumera.“Essa relação com os cães ultrapassa as páginas dos quadrinhos. Gosto tanto desses animais que, na vida real, tenho uma cadelinha chamada Niquita, que também faz parte da minha história e do meu cotidiano”, conta Gutemberg.Relação que remonta a milênios, a amizade entre humanos e cachorros é um dos grandes temas das HQs desde sempre e assim deve continuar sendo por muitos e muitos séculos.“O livro é, sobretudo, uma homenagem à amizade entre seres humanos e cães e ao papel inesquecível que esses companheiros de quatro patas ocupam na imaginação de artistas e leitores. Ao reunir informação, memória e afeto, a obra celebra dois patrimônios culturais e afetivos que atravessam gerações: os quadrinhos e os cães”, conclui.

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Newcastle: Malásia suspende importações brasileiras e Arábia Saudita de SC

A Malásia se juntou ao México e anunciou a suspensão da importação de carnes, produtos cárneos e miúdos de aves de todo o país, após o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) confirmar um caso da doença de Newcastle em uma granja em Santa Catarina nesta segunda-feira (19).

Segundo a pasta, a Arábia Saudita também notificou o Brasil sobre a suspensão da importação de carne e produtos cárneos de aves provenientes de Santa Catarina.

O ministério reforçou que mantém diálogo com outros parceiros comerciais para assegurar a transparência das informações e avançar em tratativas para a adequação das exportações.

“O Mapa mantém articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores, fornecendo informações técnicas sobre a ocorrência e as medidas de controle adotadas. A atuação busca assegurar a transparência das informações e avançar nas tratativas para a retomada segura do comércio, em conformidade com os requisitos sanitários de cada mercado”, destacou o ministério em nota.

“A situação dos demais mercados segue em monitoramento pelo Ministério, que divulgará novas informações à medida que houver atualizações confirmadas”, complementou.

Outras suspensões

Nesta semana, o México já havia anunciado a suspensão da importação, de todo o território nacional, de aves vivas, carne e miúdos de aves, ovos férteis, pintinhos de até três dias e aves canoras, ornamentais ou de rapina destinadas à comercialização e aves de companhia.

Na mesma data, China e Chile também comunicaram ao ministério a suspensão de produtos provenientes de Santa Catarina.

O país asiático, principal parceiro comercial do agronegócio brasileiro, restringiu os embarques de carne e produtos cárneos de aves.

Já o Chile anunciou que vai suspender a compra de ovos férteis, ovos SPF, pintinhos de um dia, aves ornamentais, carne fresca de aves, ovos para consumo humano e produtos cárneos contendo carne fresca de aves.

Doença de Newcastle

O caso de Newcastle foi identificado durante um programa de vigilância ativa da defesa agropecuária. De acordo com o ministro da Agricultura, André de Paula, a coleta de amostras ocorreu em 21 de setembro. Em 14 de outubro, os resultados indicaram a possibilidade de infecção, o que levou à suspensão das atividades da granja e à realização de novos testes. A confirmação ocorreu em 18 de outubro.

O Ministério da Agricultura iniciou as operações para eliminar o foco da doença. Na propriedade, as autoridades vão sacrificar as aves e realizar a limpeza e a desinfecção das instalações. A retomada da produção dependerá do cumprimento dos protocolos sanitários e da ausência de novos casos.

As medidas de vigilância e controle abrangem Nova Itaberaba e outros três municípios: Nova Erechim, Coronel Freitas e Águas Frias. Ao todo, 133 granjas estão incluídas na área de monitoramento, segundo o ministério.

As autoridades vão acompanhar a situação durante o período de incubação da doença, estimado em 21 dias. O protocolo prevê dois períodos de 21 dias, totalizando 42 dias de acompanhamento.

O Brasil poderá voltar a ser considerado livre da doença de Newcastle após 90 dias, conforme as regras sanitárias aplicáveis ao caso.

 * Sob supervisão de Gabriella Weiss

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Julian Barnes, Princesa de Asturias de las Letras 2026: "Hay más verdad en los libros que en la realidad"

El escritor inglés Julian Barnes, considerado uno de los novelistas más influyentes en lengua inglesa de las últimas décadas y galardonado con el Premio Princesa de Asturias de las Letras 2026, ha afirmado este miércoles en Gijón que encuentra "más verdad" en los libros que en la realidad. Durante un encuentro con estudiantes de Educación Secundaria programado en el marco de la entrega de los Premios Princesa de Asturias del próximo viernes, el autor de El loro de Flaubert, la novela que le consolidó como un escritor reconocido internacionalmente, ha dicho que su principal interés es transmitir "la verdad" a los lectores, en una época en la que "cada vez hay más ruido".

Barnes (Leicester, 1946) ha destacado que la relación del escritor con los lectores es "algo individual y personal", y que en esta época convulsa en la que la realidad está caracterizada por el ruido "la lectura es un rincón para encontrar la paz".

El novelista inglés, que además ha sido editor y crítico literario, ha recordado que su vocación por la escritura se le despertó siendo adolescente al descubrir que la obra Crimen y Castigo, de Dostoievski, una historia que "tenía más sentido" que lo que estaba viviendo como alumno de un instituto londinense.

Ante unos 200 estudiantes de distintos centros educativos de Asturias, Barnes ha recordado su etapa juvenil y ha considerado "absurdas", algunas actividades extraescolares que les obligaban a realizar en el colegio de Londres. "Una vez al mes nos hacían vestir de soldados y pasearnos por el centro de la ciudad, hacer ejercicios y simulacros militares, lo que a mí me parecía que esa situación tenía menos lógica que la narración de Crimen y Castigo, que estaba leyendo en esa época", ha explicado.

Galardonado con el Premio Booker 2011 por El sentido de un final y autor de novelas policiacas con el seudónimo Dan Kavanagh, Barnes comenzó a escribir por "una mezcla de motivos", entre ellos que "era un joven muy tímido" al que le costaba hablar con la gente y encontró en la literatura "otra forma de hablar".

Su primera novela, Metrolandia, tardó varios años en ser publicada lo que demuestra, ha recordado, que una de las características que definen a un escritor es "ser tozudo" para insistir en un proyecto y que, para serlo, sólo hay tres condiciones: "Leer, leer y leer"; aunque con ellas no sea suficiente y se requiera también "tener oídos para escuchar a las personas".

"Publicar una novela es emocionante pero también aterrador", ha afirmado tras advertir de que el poder de la literatura es el "mayor" que ha conocido dado que los libros "pueden llegar al cerebro, al corazón y al alma de las personas".

El narrador, ferviente seguidor del Leicester City, ha rescatado la final de la Copa del Mundo de Fútbol de 1966 ganada por Inglaterra como el "mejor recuerdo" de su vida porque cree que no va a volver a vivirlo. "Hace veinte años, los ingleses decíamos que el fútbol es un deporte que se juega durante noventa minutos y siempre gana Alemania, aunque ahora lo gana España", ha dicho.

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Habitação: Centenas de pessoas da área da Cultura repudiam violência em carta aberta

Mais de 1000 pessoas, maioritariamente trabalhadores da Cultura, subscrevem uma carta aberta que repudia a violência nos protestos pela habitação e manifesta solidariedade com as exigências dos manifestantes.

O conteúdo Habitação: Centenas de pessoas da área da Cultura repudiam violência em carta aberta aparece primeiro em Barlavento.

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La editorial canadiense de Thélyson Orélien cancela su contrato tras detectar IA en la novela con la que aspiraba al Goncourt

La editorial quebequesa Boréal ha puesto fin a su relación con el escritor Thélyson Orélien después de encontrar indicios del uso de inteligencia artificial (IA) en el proceso de escritura de su novela C’était ça ou mourir, uno de los éxitos de la temporada literaria francesa, pero que acabó excluida del premio Goncourt en medio de una polémica que también llevó al autor a reconocer plagios anteriores. La editora ha anunciado este miércoles que no volverá a imprimir el libro ni publicará nuevas obras del autor haitiano, después de que un análisis externo detectara rastros de esta tecnología en los documentos de trabajo del manuscrito.

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© Sarah Meyssonnier (REUTERS)

Un ejemplar del libro 'C'était ça ou mourir', novela del autor Thélyson Orélien, expuesto en una librería de París el 22 de septiembre de 2026.
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Projeto resgata brincadeiras tradicionais em quilombos da Bahia

Há brincadeiras que atravessam gerações, guardam histórias, costumes e modos de viver de diferentes comunidades. Para contribuir com a preservação desses saberes, o projeto Ciranda Cultural realiza sua segunda edição em 2026, com encontros em três comunidades quilombolas da Chapada Diamantina: Agreste e Mocambo da Cachoeira, em Seabra, e Esconscio, em Iraquara. A iniciativa, que começa no dia 7, em Agreste, promove rodas de diálogo, contação de histórias, atividades artísticas e confecção de artesanatos, além de reunir as memórias compartilhadas em uma cartilha ilustrada.Idealizado por Luanna Lima e Fábia Medeiros, ao lado da articuladora local Eliana Belo, o projeto busca fortalecer a cultura negra e quilombola por meio do brincar e da valorização das tradições populares. Na primeira edição, realizada em comunidades de Palmeiras e Lençóis, cerca de 200 pessoas participaram das atividades. Agora, a proposta chega a outros territórios, com encerramento previsto para fevereiro de 2027, quando a equipe promoverá o lançamento da cartilha e uma exposição fotográfica e de artesanatos em escolas estaduais das duas cidades.“Nesta segunda edição estaremos em outras duas cidades da Chapada Diamantina, que serão Seabra e Iraquara, realizando as cirandas em três outras comunidades quilombolas”, explica Luanna.A construção dos encontros parte do diálogo com as comunidades e suas lideranças, respeitando as características de cada local. “As cirandas possuem metodologia participativa e vivencial, onde as monitoras possuem um roteiro de atividades pautadas na cultura do brincar e no psicodrama, mas a forma como acontece cada encontro é muito única e própria de cada grupo e localidade”, afirma Luanna.A articulação também envolve a valorização dos saberes e sabores locais. Após a apresentação da proposta e a definição das datas e dos espaços com os grupos, as comunidades são convidadas a preparar o lanche coletivo dos encontros, com repasse de recursos para a produção.Memórias cruzam geraçõesO registro das experiências é uma das etapas centrais do projeto. A partir de fotografias e registros audiovisuais, a equipe reúne relatos das participantes sobre as brincadeiras de sua infância e organiza esse repertório em uma publicação ilustrada. A cartilha será distribuída nas comunidades visitadas, em escolas, bibliotecas e centros educacionais, além de ficar disponível gratuitamente para download nas redes sociais do projeto.Para Luanna, o material contribui para manter vivas as memórias coletivas e aproximar as novas gerações das tradições de seus territórios. “Esse registro funciona como um excelente veículo de preservação das memórias coletivas e fortalecimento das identidades culturais, permitindo que jovens e crianças conheçam e vivenciem essas brincadeiras tradicionais que trazem consigo valores, histórias, símbolos e a essência de cada comunidade”, destaca.A iniciativa também propõe uma reflexão sobre as transformações nas experiências da infância, especialmente diante da presença cada vez maior das tecnologias no cotidiano. Na avaliação de Luanna, preservar as brincadeiras tradicionais é uma forma de defender o brincar livre, espontâneo e criativo.A importância dessa vivência também se relaciona com a trajetória de Fábia Medeiros, artista, clown, musicista e educadora que atua desde 1995. Para ela, a experiência com as crianças reafirma a importância do brincar . “Esse tempo de atuação como educadora da primeira infância me proporcionou vivenciar, observar e reafirmar o quanto o brincar é fundamental para o desenvolvimento humano”, afirma.O Ciranda Cultural é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Governo do Estado da Bahia, via Secretaria de Cultura, com direcionamento do Ministério da Cultura e do Governo Federal.*Sob supervisão do editor Chico Castro Jr.

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"Cultura pelo Direito à Habitação" com quase 900 assinaturas

Salvador Sobral, Beatriz Batarda e Valter Hugo Mãe estão entre os subscritores. A carta condena a repressão policial e apoia as exigências dos manifestantes.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

O músico Salvador Sobral é um dos primeiros subscritores da carta aberta
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Jazz nas Adegas regressa a Silves com concertos e provas de vinho até maio de 2027

A 10.ª edição do Jazz nas Adegas começa a 6 de novembro e percorre várias quintas de Silves, com concertos, provas de vinho e gastronomia local. Os bilhetes, com um custo de 35 euros, começam a ser vendidos a 22 de outubro, às 16:00.

O Município de Silves prepara a 10.ª edição do Jazz nas Adegas, um ciclo de concertos que decorre entre novembro de 2026 e maio de 2027, em diferentes espaços de produção vitivinícola do concelho. A iniciativa combina música ao vivo, provas de vinhos e gastronomia, proporcionando ao público uma experiência cultural ligada à tradição e à identidade local.

A programação arranca nos dias 6 e 7 de novembro, na Quinta João Clara, em Alcantarilha, com atuações da Feel Good Band, dando início a uma temporada que percorrerá várias adegas e quintas do concelho.

Promovido pela Câmara Municipal de Silves, o evento procura aproximar os visitantes dos produtores locais e proporcionar um contacto mais direto com os músicos, através de espetáculos realizados em espaços diferentes das salas de concerto convencionais.

Bilhetes custam 35 euros e incluem provas de vinho, tapas e visitas culturais

Os ingressos para as primeiras sessões estarão disponíveis a partir das 16:00 de quinta-feira, 22 de outubro, através da plataforma BOL e dos pontos de venda FNAC, Worten, El Corte Inglés, CTT, Pousadas da Juventude e quiosques Serveasy.

Cada bilhete tem um custo de 35 euros e destina-se exclusivamente a maiores de 18 anos.

Além do acesso ao concerto, o ingresso inclui provas de vinho e tapas, a oferta de uma garrafa de vinho e um voucher para visitar o Castelo de Silves e o Museu Municipal de Arqueologia.

A iniciativa pretende, desta forma, proporcionar uma experiência que vai além da música, associando os espetáculos à descoberta dos vinhos produzidos no concelho e à valorização do património histórico e cultural de Silves.

Programação reúne diferentes estilos e formações de jazz

A 10.ª edição do Jazz nas Adegas apresenta um conjunto diversificado de artistas e projetos musicais, abrangendo diferentes linguagens do jazz e sonoridades próximas deste género.

Depois da abertura com a Feel Good Band, na Quinta João Clara, o ciclo prossegue nos dias 27 e 28 de novembro, com os Low Tech Groove, na Cabrita Wines, em Silves.

Em dezembro, nos dias 4 e 5, a Quinta do Francês, em Odelouca, recebe os Scooby 4 Tet.

Já em janeiro de 2027, a programação contempla as atuações dos Betty and the Boopers, nos dias 8 e 9, na Quinta do Barradas, em Silves, e do Sonic Bloom Jazz Collective, nos dias 29 e 30, na Quinta do Malaca, em Real Picadeira, Pêra.

O mês de fevereiro fica marcado pela participação do Silves Filarmónica Combo, no espaço Dito Cujo, na Casa Islâmica, em Silves.

Em março, o Sofia Moreira Quarteto atua nos dias 5 e 6, na Herdade Barranco do Vale, em São Bartolomeu de Messines, seguindo-se os Diga Diga Doo’s, nos dias 19 e 20, na Paxa Wines, em Silves.

Concertos prolongam-se até maio de 2027

A programação de abril começa nos dias 9 e 10, com o Al Guitar Duo, no Barranco Longo, no Algoz.

Nos dias 23 e 24 de abril, a Quinta do Rogel, em Silves, recebe o Jaime Almeida Trio, dando continuidade ao ciclo de concertos em espaços ligados à produção de vinho.

Em maio, estão previstas as atuações do Marta Santa Maria Trio, nos dias 7 e 8, na Patuá Wine, em Silves, e da OJA, no dia 15, na Quinta dos Sentidos.

O programa anunciado termina nos dias 21 e 22 de maio, com os Funky Noise, no Convento do Paraíso, em Silves.

Entre os projetos musicais referidos pelo município para esta edição encontra-se ainda The Invisible Tuba, embora o programa divulgado não indique a data ou o local da respetiva atuação.

Jazz nas Adegas celebra dez edições de ligação entre música e património vitivinícola

Ao longo de dez edições, o Jazz nas Adegas tem levado a música a espaços de produção de vinho, contribuindo para diversificar a programação cultural do concelho e proporcionar novas experiências aos visitantes.

O Município de Silves considera que esta iniciativa permite valorizar os produtores vitivinícolas e dar maior visibilidade aos produtos locais, estabelecendo uma ligação entre a cultura, o turismo e a atividade económica.

A realização dos concertos em adegas e quintas pretende também promover o contacto entre artistas, produtores e público, num ambiente de proximidade que constitui uma das características do evento.

A edição de 2026/2027 volta a contar com a parceria do Agrupamento de Escolas Silves Sul, reforçando a ligação do projeto à comunidade educativa.

Com o regresso do Jazz nas Adegas, a Câmara Municipal de Silves pretende continuar a valorizar o património vitivinícola e a criação artística, associando a música à promoção da identidade cultural e económica do concelho.

Para informações adicionais, os interessados podem contactar o setor de Turismo do Município de Silves através do telefone 282 440 800, extensão 2743, ou do endereço eletrónico turismo@cm-silves.pt.

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Una exposición reivindica el compromiso social y el legado antibelicista de Pau Casals

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El Pau Casals más activista y comprometido socialmente se reivindica desde este miércoles en el Palau Robert con una exposición gratuita, abierta hasta el 10 de enero, que reivindica su legado como activista por la paz. La muestra, que lleva por título Pau Casals, música por la paz, se celebra en el marco de todos los actos que se han organizado ya por el 150.º aniversario de su nacimiento y, si bien no se deja de hablar de su faceta como compositor e intérprete, del artista catalán se destaca sobre todo su protesta nada disimulada y el uso de la música como herramienta de lucha por la libertad y contra todo aquello que se olía que provocaría que el siglo XX se fuera a pique.

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Julian Barnes: “Me temo que no llegaré a ver Reino Unido de nuevo en Europa”

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¿Existe mejor forma de concluir una carrera que recibir el cariño de los lectores, además de ganar uno de los premios literarios más importantes? A sus 80 años, Julian Barnes (Leicester, 1946) puede presumir de ambas cosas. El escritor británico, que a principios de 2026 anunció que había publicado su último libro, Despedidas (Anagrama/Angle), ha dado una rueda de prensa previa a la ceremonia de entrega de los premios Princesa de Asturias, que se celebrará este viernes en Oviedo. El jurado le ha concedido el galardón por su condición de “extraordinario narrador y ensayista, dotado de humor, ironía y de un optimismo melancólico y un pesimismo alegre”, del que también ha hecho gala con la prensa.

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Julian Barnes: "Me temo que no llegaré a ver al Reino Unido de nuevo en Europa por el miedo a Nigel Farage y su ridículo partido"

El escritor británico, Premio Princesa de Asturias de las Letras, ha anunciado ya el final de su carrera literaria tras su última novela 'Despedida' Leer

El escritor británico, Premio Princesa de Asturias de las Letras, ha anunciado ya el final de su carrera literaria tras su última novela 'Despedida'
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La Seu: a única obra de Gaudí sem "total liberdade"

Conclusões apresentadas no Gaudí International Congress 2026, em Barcelona, mostram como La Seu foi única na obra do arquiteto catalão, ao contrário da Sagrada Família ou da Colónia Güell.

© LightRocket via Getty Images

Investigação defende ainda uma revisão cronológica da intervenção de Gaudí na catedral que vá para além da sua saída, ocorrida em 1915.
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El litigio por los murales de Sijena encara su recta final con cambio de jueza

Un visitante del MNAC fotografía los murales románicos de Sijena, en una imagen de archivo.

La gestión de la batalla judicial por las pinturas románicas de Sijena cambia de manos. La magistrada que se ha encargado de la ejecución de la sentencia desde que el Tribunal Supremo decidiera en mayo de 2025 que los murales tenían que ser devueltos al monasterio aragonés ha decidido cambiar de juzgado y una nueva jueza sustituta ha asumido un sumario con miles de páginas y plagado de escritos de los abogados, algunos todavía sin respuesta. El fondo del asunto —la restitución de las pinturas— no está en cuestión, pero la nueva responsable sí asume alguna carpeta todavía abierta de la mudanza. Decidir, por ejemplo, si el plazo de 13 meses aprobado en abril para devolver la joya del litigio, la obra que vestía la sala capitular del monasterio, sigue en marcha, ya que el Museo Nacional de Arte de Cataluña (MNAC) pidió pausar el calendario ante la falta de información sobre dónde iba a ser reubicada y no ha obtenido todavía respuesta.

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Lagos celebra Dia do Município com concertos, exposições e atividades gratuitas

A cidade de Lagos prepara-se para celebrar o Dia do Município, a 27 de outubro, com um programa que inclui cerimónias oficiais, concertos, exposições, atividades culturais e iniciativas dedicadas à história e às tradições locais. O feriado municipal ficará ainda marcado pela entrada gratuita nos equipamentos museológicos municipais e por condições especiais de estacionamento e acesso ao Zoo de Lagos.

As comemorações começaram a 17 de outubro e prolongam-se até ao dia 31, distribuindo-se por diferentes espaços do concelho e envolvendo instituições, associações e a comunidade local.

A programação procura assinalar a identidade histórica e cultural de Lagos, combinando momentos institucionais e religiosos com propostas nas áreas da música, das artes, do património e da participação cívica.

Cerimónias oficiais e procissão de São Gonçalo marcam feriado municipal

O programa de 27 de outubro começa às 9:00, na Praça Gil Eanes, com a cerimónia de hastear das bandeiras e a sessão solene, acompanhadas pela Banda da Sociedade Filarmónica 1.º de Maio e pelo Grupo Coral de Lagos.

A celebração inclui também uma largada de pombos, organizada pelo Clube Columbófilo de Odiáxere.

Às 10:30, a Igreja de Santa Maria recebe a missa em honra de São Gonçalo, padroeiro da cidade, presidida por D. Vitorino Soares, Bispo do Algarve.

A programação prossegue às 11:00, na Praça Gil Eanes, com uma simultânea de xadrez organizada pela Associação Filatélica e Numismática Gil Eanes.

Meia hora depois, às 11:30, realiza-se a tradicional procissão com a imagem de São Gonçalo, que percorrerá as ruas do Centro Histórico de Lagos.

Barão de São João recebe exposições, cinema e música

As comemorações estendem-se à aldeia de Barão de São João, com um conjunto de iniciativas dedicadas à memória coletiva, à criação artística e ao envolvimento da população.

Entre as 10:00 e as 17:00, o Pátio Barão ConVida acolhe a exposição fotográfica “Fotos Antigas de Barão”, que recupera imagens da história da localidade e dos seus habitantes.

A programação inclui igualmente a exposição de arte pública “Esculturas na Rua”, que leva a criação artística para diferentes espaços da aldeia.

Durante a tarde, a Casa da Paragem recebe, às 15:00, a exibição de um filme comunitário. Entre as 15:00 e as 18:00, realiza-se o workshop “Vamos Bordar o Brasão da Cidade”, enquanto o Coro da Liberdade apresenta um momento musical às 16:00.

O programa do feriado termina às 18:00, no Armazém Regimental, com a apresentação do livro “Lagos a Azul e Preto: Postais dos anos 30”, de Zambrano Gomes, numa iniciativa da Associação Filatélica e Numismática Gil Eanes.

Concertos, fado e artesanato integram programação até 31 de outubro

Além das iniciativas previstas para o feriado municipal, Lagos apresenta uma programação comemorativa que reúne diferentes expressões culturais e artísticas.

Entre os destaques estão o XI Encontro Nacional de Colecionismo “Cidade de Lagos”, o XLIX Festival de Coros do Algarve e a final do XXVII Concurso de Fado Amador “Cidade de Lagos”.

O programa inclui ainda a gala comemorativa do 140.º aniversário dos Bombeiros Voluntários de Lagos, assinalando o percurso daquela instituição.

Na área cultural, estão previstas iniciativas como o colóquio “Caminhos da Democracia”, o espetáculo “O Que Torna-“, de Susana Vilar, concertos de música clássica e contemporânea, apresentações de livros e atividades de ciência destinadas às famílias.

A agenda contempla também o ciclo “À Conversa no Museu”, dedicado às operações SAAL no Algarve.

Nos dias 24 e 25 de outubro, o Mercado do Levante recebe a Mostra de Artesanato Cidade de Lagos e o 4.º Encontro de Música Popular Portuguesa, duas iniciativas que procuram valorizar o artesanato e as tradições musicais.

Museus e estacionamento gratuitos no Dia do Município

O feriado municipal de 27 de outubro ficará também marcado por condições especiais de acesso a equipamentos e serviços do concelho.

Os equipamentos museológicos municipais terão entrada gratuita, permitindo a residentes e visitantes conhecer os espaços culturais abrangidos pela medida.

O estacionamento no Parque de Estacionamento da Frente Ribeirinha será igualmente gratuito durante o dia. Para beneficiar desta condição, os utilizadores deverão retirar um ticket à entrada e proceder à respetiva validação na receção antes de abandonar o parque.

Os residentes no concelho de Lagos poderão ainda usufruir de um desconto de 50% no bilhete de entrada no Zoo de Lagos, aplicável a partir dos 3 anos de idade. As crianças até aos 3 anos, inclusive, terão entrada gratuita.

Com estas iniciativas, a Câmara Municipal de Lagos pretende assinalar uma data de especial significado para a comunidade, promovendo o acesso à cultura, a valorização do património e a participação de diferentes gerações nas comemorações.

A programação completa do Dia do Município pode ser consultada aqui.

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