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Jota.pê leva show premiado a Salvador com participação da Timbalada

O cantor e compositor Jota.pê desembarca em Salvador nesta sexta-feira, 23, com a turnê Se o Meu Peito Fosse o Mundo, espetáculo que celebra o álbum responsável por lhe render três Grammys Latinos em 2024. A apresentação acontece no Largo da Tieta, no Pelourinho, com abertura dos portões às 19h, participação especial da Timbalada e show de abertura da cantora baiana Cinara. Os ingressos estão à venda na plataforma Bilheteria Digital.Lançado em 2024, Se o Meu Peito Fosse o Mundo representa um marco na trajetória do artista, reunindo composições que transitam entre diferentes referências da música brasileira, com influências da MPB, soul e ritmos afro-brasileiros. Produzido por Felipe Vassão, Rodrigo Lemos e Marcus Preto, o segundo álbum solo de Jota.pê conta com participações de Xênia França e Gilsons e apresenta uma sonoridade que combina arranjos contemporâneos, interpretações marcantes e letras que exploram sentimentos, relações e experiências afetivas.Agora, o repertório ganha uma nova dimensão nos palcos. Acompanhado por banda completa, Jota.pê apresenta as canções que marcaram o álbum, além de revisitar outros momentos de sua trajetória musical. A proposta da turnê é transportar para o espetáculo ao vivo a diversidade sonora do projeto.O show também acontece em meio a um novo momento do artista. Em agosto deste ano, Jota.pê lançou Até Outro Dia Amor, seu primeiro single solo desde o álbum de 2024. Produzida por Felipe Vassão, a canção incorpora referências do reggae e amplia as experimentações musicais que caracterizam sua produção.Encontro com a percussãoEm Salvador, um dos momentos mais aguardados da apresentação será o encontro de Jota.pê com a Timbalada. Conhecido pela força dos tambores e pela mistura de ritmos afro-baianos, o grupo participa do espetáculo, aproximando sua identidade percussiva das composições do cantor paulista.A parceria não é inédita. Jota.pê já dividiu o palco com a Timbalada durante a gravação de um projeto audiovisual do grupo, no Candyall Guetho Square, em Salvador. Para Denny Denan, vocalista da banda, o reencontro representa uma oportunidade de fortalecer essa conexão musical.“Vai ser uma alegria participar desse momento com Jota.pê, um artista que já tem uma conexão especial com a família Timbalada. Poder reencontrá-lo em Salvador, no palco, é motivo de satisfação. Tenho certeza de que será uma noite de muita música, energia e celebração”, afirma.A participação também evidencia o diálogo entre diferentes expressões da música brasileira. O Largo da Tieta será palco de uma mistura entre a sonoridade contemporânea de Jota.pê e a tradição percussiva da Timbalada.Nova geração em destaqueResponsável pela abertura da noite, a cantora baiana Cinara, de 23 anos, levará ao palco um repertório marcado pelas influências do R&B e pela valorização de sua identidade musical.A apresentação acontece em um momento de mudanças na carreira da artista, que ganhou projeção nacional após participar do reality musical Estrela da Casa, da TV Globo.“O público pode esperar muita energia, personalidade e conexão. Preparei um repertório que traduz minha identidade musical, com influências do R&B e músicas que permitem criar uma troca verdadeira com o público. Quero tornar essa noite especial e conquistar o coração de Salvador”, afirma Cinara.A artista também identifica aproximações entre sua música e a de Jota.pê, especialmente na liberdade de transitar por diferentes estilos e na importância atribuída à emoção nas interpretações.“Acredito que temos em comum a liberdade musical e a valorização da emoção e da identidade artística. Dividir essa noite com Jota.pê é uma honra e uma oportunidade de troca e aprendizado. Estar em Salvador, uma cidade tão rica musicalmente, torna essa experiência ainda mais especial”, completa.Da periferia aos palcosNascido em Osasco, Jota.pê iniciou a carreira em 2015, com o álbum Crônicas de um Sonhador, e ganhou projeção nacional após participar do The Voice Brasil. Influenciado por nomes como Jorge Ben Jor, Caetano Veloso e Chico Science, o cantor também integra o duo ÀVUÀ, indicado ao Grammy Latino em 2021.Em 2025, ampliou o reconhecimento com o projeto Dominguinho, ao lado de João Gomes e Mestrinho, vencedor do Grammy Latino de Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa. Com o prêmio, Jota.pê chegou a quatro Grammys Latinos na carreira.A reportagem tentou falar com Jota.pê, mas não recebeu respostas do artista até o fechamento desta edição.Jota.pê e Cinara (show de abertura)Quando: sexta-feira (23)Horário: 19hOnde: Largo da Tieta (Pelourinho)Ingressos: a partir de R$ 80Vendas: bilheteriadigital.com*Sob supervisão do editor Chico Castro Jr.

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"Cultura pelo Direito à Habitação" com quase 900 assinaturas

Salvador Sobral, Beatriz Batarda e Valter Hugo Mãe estão entre os subscritores. A carta condena a repressão policial e apoia as exigências dos manifestantes.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

O músico Salvador Sobral é um dos primeiros subscritores da carta aberta
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Turnê "Churrasquinho -+" chega em Pernambuco com quatro horas de show e palco 360º

O grupo Menos é Mais volta a Pernambuco neste sábado (24), a partir das 14h, para a turnê “Churrasquinho -+”. Com 4 horas de duração e palco no formado 360º, o show será na área externa do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

Esta é a terceira passagem do projeto pelo estado, com um repertório que inclui músicas como “P do Pecado”, “Coração Partido” e “Pela Última Vez”.

Formada por Duzão, Goes, Paulinho e Ramon, a banda foi criada em 2016 e se tornou uma das mais escutadas de pagode nos últimos anos. Os ingressos estão à venda pela plataforma Ingresse, com valores a partir de R$ 170.

Até a 4ª edição, o projeto Churrasquinho já havia reunido mais de 260 mil pessoas em diferentes cidades brasileiras. Em 2026, a turnê passou por Ribeirão Preto, Fortaleza, Belém e Vitória. O evento é realizado pelo Grupo Onda e pela GH Music, com produção da Festa Cheia.

Serviço

Churrasquinho -+
Data: 24 de outubro
Local: área externa do Centro de Convenções de Pernambuco – Av. Prof. Andrade Bezerra, s/n - Salgadinho, Olinda
Ingressos: à venda pela plataforma Ingresse, a partir de R$ 170

© Divulgação

Churrasquinho -+ chega em Pernambuco com quatro horas de show e palco 360º
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Jazz nas Adegas percorre espaços vitivinícolas de Silves até maio de 2027

A 10.ª edição do Jazz nas Adegas começa em Alcantarilha, com a Feel Good Band, nos dias 6 e 7 de novembro. O ciclo percorre espaços do concelho de Silves até maio de 2027.

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Muere el músico y artista polifacético Igor Arzuaga a los 50 años: compartió escenario con Green Day

El panorama cultural vasco lamenta la muerte de Igor Arzuaga Gumuzio, nacido en Areta en 1976, quien ha fallecido a los 50 años dejando un amplio legado artístico. El músico, pintor, poeta y creador teatral destacó por su capacidad creativa y una personalidad marcada que se reflejó en todas sus obras. Según informa Radio Llodio, su pérdida ha causado un profundo vacío tanto en los círculos culturales como en el ámbito familiar y local.

Su identidad contaba con influencias de grupos como Kortatu y artistas como Juan Carlos Pérez, Tom Waits, Albert Pla o Mikel Laboa. Comenzó tocando la trikitixa por las calles de Areta y Bilbao, y pronto se integró en la escena musical de la época.

Formó parte de la histórica banda Exkixu, fundó el grupo folk Eitina y fue pieza clave en el cuarteto Une Latzak, donde tocó el bajo. Con esta última formación llegó a compartir escenario con Green Day y obtuvo reconocimiento en el concurso de maquetas de Euskadi Gaztea. En solitario publicó discos autoproducidos como El Perro Corredor y colaboró con referentes como Ruper Ordorika, Mikel Urdangarin y Josu Zabala.

Más allá de la música, cultivó la pintura, con exposiciones en Areta, Llodio y Orbeko Etxea, y publicó un libro de ilustraciones. Como poeta dejó dos obras en castellano: De espantapájaros y escarcha y Embriagado de infinitos. También participó en la radio comunitaria Uhinas Irratia y colaboró en el teatro con Mikel Ayllon en piezas como Takoidun Zapata Gorria y Hau Gerra Bat Da.

Su muerte ha dejado una gran huella en la comarca de Ayala y Llodio. A principios de este mes de octubre, sus piezas de piano ambientaron la inauguración del parque de Llodio como homenaje, muestra del cariño que la localidad le profesa. Radio Llodio destaca que su música y su obra multidisciplinar seguirán presentes en la memoria colectiva.

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Rosa López advierte de que no celebrará el 25º aniversario de ‘Operación Triunfo’: “¿Por qué tengo que estar siempre?”

Rosa López, la ganadora de la primera edición de Operación Triunfo, estrenada en octubre del año 2001, ha publicado un vídeo en redes sociales en el que asegura que no está en sus planes participar en una posible celebración del 25º aniversario del concurso.

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Rosa López en su vídeo de Instagram.
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Primer concierto de Patti Smith en Gijón, 50 años después: de negro y con un coro de un millar de voces

La cantante y escritora estadounidense Patti Smith ha hecho cantar, bailar y batir palmas al millar de personas que este martes han colmado el Teatro Jovellanos de Gijón, en el primero de los dos conciertos programados con motivo de la concesión del Premio Princesa de Asturias de las Artes 2026 y que ha coincidido con el 50 aniversario de su primera actuación en España.

Vestida con un traje sastre negro con chaleco sobre una camiseta blanca, la cantante, considerada 'la madrina del Punk', ha ocupado el centro del escenario acompañada por los músicos Tony Shanahan, Jesse Smith, Jackson Smith y Seb Rochford, integrantes del 'Patti Smith Cuartes', y desde los primeros compases ha conquistado a un público entregado.

La artista y activista estadounidense, que el próximo viernes recogerá el Premio Princesa de Asturias de las Artes, inició su actuación con 'Dancing Barefoot", una de sus canciones más aclamadas del álbum 'Wave', versionada posteriormente por artistas como U2 o Pearl Jam. Smith (Chicago, 1946) fue desgranando un repertorio de once canciones compuesto por sus grandes éxitos, como Redondo beach, Ghost dance, Nine, The crystal ship, Break it up, Fireflies, y Pissing in a river, entre otras.

Con Because the night, que escribió con Bruce Springsteen y fue un éxito mundial, levantó de sus asientos al público, que se puso a bailar y a acompañar el tema como un coro espontáneo de cientos de voces. Peaceable Kingdom siguió en la misma tónica, con los espectadores de pie dando palmas y cantando, pero fue People have the power, su gran himno político y de optimismo social, el que desató la euforia para poner fin al primero de los dos conciertos que dará en Asturias.

Reconocida activista por los derechos humanos, poeta, y escritora, Patti Smith dedicó alguno de los temas al poeta francés Arthur Rimbaud, al español Federico García Lorca y al cantautor estadounidense Jim Morrison y recordó su primer concierto en España, también un 20 de octubre, en 1976, cuando actuó ante cinco mil personas en el Pabellón del Club Juventud de Badalona para presentar su segundo LP, Radio Ethiopia.

Aquel concierto fue definido por la prensa de la época con "el primero de rock'n'roll que se ha visto y oído en España" y Patti Smith fue calificada como "energía humana pura".

Este miércoles Smith ofrecerá su segundo concierto programado por la Fundación Princesa de Asturias, que inicialmente iba a realizarse al aire libre en la antigua Fábrica de Armas de Oviedo y fue trasladado al Palacio de los Deportes de Gijón, ante las previsiones de mal tiempo.

La artista cuenta en la antigua fábrica, epicentro de las actividades culturales relacionadas con los galardones, con un espacio dedicado a homenajear su trayectoria en el que los visitantes pueden adentrarse en el universo poético, artístico y biográfico de Patti Smith a través de diferentes elementos y referencias a sus propias influencias musicales, artísticas y literarias.

El jurado de los Premios Princesa de Asturias decidió distinguir a Smith, quien recogerá el premio el próximo viernes en una ceremonia presidida por los reyes, al valorar su actitud inconformista y transgresora, ejemplo para muchas artistas, así como por su creatividad y compromiso por ofrecer un mensaje de esperanza ante las injusticias.

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Sara Badalo apresenta “Nem Tudo Sara” em estreia absoluta no Auditório Municipal de Olhão

Espetáculo multidisciplinar, marcado para 23 de outubro, às 21:30, cruza música, teatro, imagem e património cultural imaterial da Fuseta.

O Auditório Municipal de Olhão recebe, no próximo dia 23 de outubro, às 21:30, o espetáculo “Nem Tudo Sara”, de Sara Badalo, apresentado em estreia absoluta após uma residência artística de cinco dias naquele espaço cultural.

Desenvolvido por Sara Badalo e Léo Vrillaud, o projeto propõe uma criação multidisciplinar que cruza música, performance teatral, criação audiovisual e artes visuais, integrando também materiais resultantes de um processo de recolha de património cultural imaterial na Fuseta.

Desde agosto, Sara Badalo e uma equipa de criação audiovisual têm desenvolvido um trabalho de escuta e recolha junto da comunidade fusetense, reunindo entrevistas, histórias, diálogos, expressões, cantares, imagens, gravações e memórias de quem vive neste território. Este arquivo vivo constitui a matéria-prima de um espetáculo que procura estabelecer uma relação entre a memória coletiva e uma linguagem artística contemporânea, explorando as ligações entre tradição, experimentação e criação autoral.

Em palco, a componente musical dialoga com a performance teatral de Catarina Costa, a criação audiovisual da agência Calliope, o contrabaixo de Luís Henrique e o trabalho visual de Vasco Badalo. O espetáculo conta ainda com a participação de um coro comunitário constituído por Valter Mendes, Rosa Zica, Natividade Zica, Ana Filipa Carmo, Arminda Badalo, Ana Fernandes, Domingos Caetano, Sara Gonçalves, Teresa Aleixo, Ricky B, Melissa Policarpo, Fernando Leal, Cátia Ribeiro, Beatriz Marques, Catarina Palma e Fernando Baco.

A pergunta “E se as memórias de uma comunidade pudessem transformar-se em música, corpo e imagem?” está na origem desta criação, que ultrapassa o formato tradicional do álbum e se expande para o espaço cénico e para a experiência ao vivo.

O trabalho de campo desenvolvido na Fuseta, a residência artística e o espetáculo em Olhão estão na génese de “Nem Tudo Sara”, o primeiro álbum em nome próprio de Sara Badalo, cujo lançamento está previsto para 2027.

Os bilhetes têm o custo de 10 euros e estão disponíveis no Auditório Municipal de Olhão e através da plataforma Ticketline

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James Blunt: "Soy un traidor. ¡Me pongo ante 10.000 personas y les digo que son 'beautiful'!"

Han pasado 22 años desde que un joven británico, James Blunt, abandonaba el Ejército por el mundo de la canción y se encaramaba al número 1 mundial con una balada que sonaba a todas horas en todos los rincones del Planeta. You're beautiful fue su carta de presentación y, siete ábumes después llega Airplane Mode [Modo avión], una colección de doce nuevos temas en la que recupera el placer de hacer un disco "por amor a la música" y no para contentar "a discográficas o emisoras de radio".

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María del Monte: “No he escondido nunca a nadie, ni me he escondido de nadie”

María del Monte el 19 de octubre de 2026, en Sevilla.

“Dame la dureza de la verdad, pero no me engañes con una mentira”. Así de tajante demuestra María del Monte (Sevilla, 64 años) lo importante que es para ella la transparencia y la sinceridad. Por eso, en el segundo párrafo del libro que acaba de publicar, Si el corazón se equivoca, se le perdona (HarperCollins), advierte de que su contenido “no va de su vida”, o al menos, de esa vida que ha asomado en la prensa y los programas del corazón más allá de su trayectoria profesional. “Eso no me interesa, la vida tiene más profundidad como para quedarse en esa capa de superficie”, zanja durante una mañana soleada que desafía los malos augurios de lluvia. La primera incursión de la sevillana en el mundo editorial es una generosa inmersión en sus inquietudes, sus motivaciones, sus zozobras y sus anhelos, que destapa describiendo de una manera franca y natural cómo se ha ido guiando en los ámbitos que para ella son más importantes: su familia, amigos, parejas, seres queridos y ausentes, sus orígenes y tradiciones, y ella misma. “Lo más bonito que me han dicho del libro, y que era mi único objetivo, es que leerlo era como charlar conmigo”, explica sonriente.

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“Nunca estuve en ningún armario”, afirma María del Monte.
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Jon Savage, crítico musical: “Ser un hombre heterosexual me parecía aburrido, de ahí mi interés por el ‘punk”

Jon Savage (Londres, 73 años) es un referente musical absoluto. Este periodista, crítico y escritor es una figura clave en la historia del punk británico (y global) como demuestra su libro England´s Dreaming, sobre los Sex Pistols, pioneros de ese sonido. Savage también es gay. Y en su último e imponente libro, El público secreto. Cómo los artistas LGTBQ dieron forma a la cultura popular (1955-1979), traducido al español por Tito Pintado para la editorial Liburuak, ha ensamblado su conocimiento musical con su propia identidad, con la realidad LGTBIQ+, con la lucha por los derechos. “Este libro lleva rondando mi cabeza décadas”, afirma el autor en una conversación por videoconferencia, “pero cuando uno envejece, quiere dejar cosas hechas”.

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© Jeff Cottenden

El crítico musical y escritor británico Jon Savage.
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