El aspecto de nuestro cabello está estrechamente ligado a la autoestima y suele reflejar directamente nuestros niveles de estrés, los cambios de estación, el uso prolongado de gorras y gorros o el simple paso del tiempo. Cuando notamos que nuestro cabello empieza a perder su aspecto más espléndido, podemos intervenir de manera directa en la calidad de nuestro cabello.
O apoio varia consoante o número de filhos do agregado familiar. Pelo primeiro filho, o incentivo é de 3500 euros, valor que sobe para 4000 euros no caso do segundo filho e para 4500 euros a partir do terceiro filho.
O montante é atribuído através de duas modalidades complementares: o Cheque-Bebé, pago diretamente às famílias após a aprovação da candidatura, e o Crescer+, destinado ao reembolso de despesas relacionadas com o desenvolvimento e o bem-estar da criança.
A componente Crescer+ permite comparticipar despesas com consultas e exames médicos, medicamentos, alimentação infantil, artigos de higiene e puericultura, vestuário, calçado e frequência de estabelecimentos de ensino, entre outras despesas previstas no regulamento. Para serem elegíveis, as compras e os serviços têm de ser realizados em estabelecimentos comerciais localizados no concelho de Armamar.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Con esta repentina bajada de las temperaturas, más nos vale estar bien calzadas y contar con un zapato cómodo y versátil. ¿Y qué mejor forma que con unos botines deportivos de Skechers, que combinan comodidad y estilo para el día a día?
Esta é a opinião de D. António Couto, bispo de Lamego, em declarações à margem das III Jornadas da Pastoral dos Bens Culturais da Igreja, que se realizaram no Museu Diocesano.
Em Lamego, a proximidade de igrejas, capelas e monumentos de grande valor reforça a importância de preservar estes bens e de os dar a conhecer às novas gerações, defendem o bispo de Lamego e o presidente da Comissão Episcopal da Cultura e Bens Culturais, D. Nuno Brás da Silva Martins, também presente na iniciativa.
Para o bispo de Lamego, D. António Couto, a realização de iniciativas habitualmente concentradas nas grandes cidades do litoral ou em Fátima constitui, por si só, um sinal significativo de valorização do interior. “O interior reveste-se de grandes obras, de monumentos, de imensos sinais de arte que nós não encontramos facilmente nas grandes cidades”, afirmou à VTM, destacando a existência de igrejas e capelas de grande beleza.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
O próximo governo encontrará um setor elétrico diferente daquele previsto pela reforma de 2004. O Brasil construiu uma matriz elétrica altamente renovável, atraiu investimentos privados e ampliou a geração. Mas essa expansão não foi acompanhada pela modernização dos mercados que coordenam a operação e orientam os investimentos.
O resultado é um paradoxo: temos energia renovável abundante, mas dificuldades crescentes para aproveitá-la, custos elevados para garantir o suprimento e tarifas que comprometem a competitividade. O problema não está na transição energética nem em uma fonte específica, mas na incapacidade de adaptar as instituições à nova realidade tecnológica. Sua prioridade dependerá dos objetivos do próximo governo.
O sistema brasileiro foi concebido quando as hidrelétricas forneciam simultaneamente energia e flexibilidade operativa. A expansão eólica e solar mudou essa relação. Durante o dia, a geração fotovoltaica reduz a produção das demais usinas; ao entardecer, sua retirada exige rápida elevação da geração controlável. Erros de previsão renovável também precisam ser compensados continuamente.
A flexibilidade, antes abundante, tornou-se valiosa, mas o mercado ainda não dispõe de preços capazes de revelar adequadamente seu valor econômico, apesar de experiências internacionais.
As consequências se reforçam. Sem preços para serviços operativos, faltam incentivos a baterias, resposta da demanda e outras fontes de flexibilidade. Subsídios a tecnologias específicas estimulam novos projetos mesmo quando sua contribuição adicional é pequena. Quando a geração renovável supera o consumo ou a capacidade de escoamento, o operador determina cortes compulsórios, o chamado curtailment.
Ao mesmo tempo, no pôr do sol, quando dezenas de gigawatts de geração solar distribuída deixam de contribuir para o atendimento da demanda, o governo contrata, por leilões de reserva de capacidade, recursos na alta tensão por longos períodos, repassando os custos aos consumidores.
Não se questiona a segurança do suprimento nem a importância dos leilões. A questão é o salto lógico de que contratações de longo prazo são a melhor forma de lidar com as falhas de um mercado de curto prazo que não precifica os serviços exigidos pela operação. Sem corrigir a origem, cada necessidade produz um novo encargo, subsídio ou contratação. Soluções apresentadas como “pragmáticas” mascaram problemas estruturais, cujos custos se acumulam como juros compostos.
A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que cresceu em média 16,5% ao ano desde 2004, ilustra o avanço dos encargos. O resultado é um setor mais complexo, oneroso e dependente de decisões administrativas.
O próximo governo pode interromper esse processo em três frentes.
A primeira é aproximar os preços da operação física, mas princípio básico amplamente violado no Brasil. Mercados do dia seguinte e de tempo real, com dupla contabilização e preços vinculados ao despacho otimizado a cada dez minutos, revelariam o valor da energia em diferentes horários e localidades. É preciso também precificar serviços ancilares, sobretudo as reservas que compensam a variabilidade e a incerteza renováveis. Sua remuneração deve ser competitiva e tecnologicamente neutra, permitindo a participação de hidrelétricas, termelétricas, baterias e consumidores.
Os custos dessas reservas devem ser alocados segundo sua causalidade econômica, evitando transferências indevidas. O ERCOT, operador do Texas, reduziu em 2010 os intervalos de seu mercado de tempo real de 15 para cinco minutos e introduziu, em dezembro de 2025, a cootimização de energia e serviços ancilares, com benefícios estimados em mais de US$ 1 bilhão.
A segunda é reformular a expansão. Os leilões devem deixar de contratar tecnologias e quantidades predeterminadas para avaliar a contribuição integrada de cada projeto, inclusive a entrada de grandes cargas, como data centers. O valor de uma usina depende de quando e onde produz, da flexibilidade que oferece, da transmissão e de sua complementaridade com o parque existente, não apenas do preço da energia ou da potência firme.
Modelos de planejamento já utilizados no setor, e com os quais a EPE tem ampla experiência, permitem integrar geração, armazenamento, transmissão e confiabilidade para selecionar projetos em um leilão que seleciona ao menor custo global. Os leilões podem incorporar ofertas de grandes consumidores pelo acesso à rede, condicionando sua entrada a contribuições que cubram os custos adicionais de integração.
Isso posicionaria o Brasil como polo de geração e grandes cargas, com responsabilidade econômica, preservando o planejamento centralizado e usando a competição para selecionar investimentos.
A terceira é modernizar o varejo, reconhecendo as diferenças entre consumidores e oferecendo incentivos para que respondam às condições do sistema. No segmento residencial, mudar tarifas isoladamente tem efeito limitado. É preciso combinar preços e tecnologia, como ocorreu com os eletrodomésticos no racionamento em 2001, agora para promover flexibilidade.
O desafio inclui não apenas o consumo, mas também a injeção solar distribuída. Experiências internacionais mostram como incentivar baterias e equipamentos que ajustem automaticamente seu funcionamento às necessidades do sistema, sem comprometer o conforto. Isso exige uma agenda ministerial coordenada com a indústria de equipamentos.
Nos segmentos comercial e industrial, o retorno econômico estimula mais diretamente a gestão do consumo e a oferta de flexibilidade. Para aproveitar esse potencial, é preciso reformar a remuneração das distribuidoras, hoje centrada em retorno sobre CAPEX, e desenvolver mercados locais de flexibilidade, novos mecanismos de remuneração e pagamento e novos modelos de negócio, como nos Estados Unidos e na Europa. Esses mercados devem integrar-se ao atacado, com a participação de agregadores e comercializadores varejistas.
Essas frentes não significam substituir o planejamento por um mercado desregulado. Exigem planejamento integrado ao mercado, instrumentos econômicos coerentes com a operação e implementação gradual, com testes, cronograma público e segurança jurídica. A abertura do varejo deve ampliar escolhas sem ocultar custos em encargos.
O Brasil pode transformar sua matriz elétrica em vantagem competitiva duradoura. O desafio não é escolher tecnologias vencedoras, mas criar regras capazes de atrair os recursos necessários. Uma política energética bem-sucedida entrega eletricidade confiável, limpa e acessível. Precisamos de menos exceções e melhores regras.
Problemas complexos raramente admitem soluções simples, mas o setor já demonstrou capacidade para enfrentá-los. Sem uma reforma abrangente, uma vantagem estratégica continuará a produzir custos e obstáculos ao desenvolvimento. O próximo governo terá de escolher entre enfrentar as causas estruturais ou continuar administrando suas consequências.
* Alexandre Street é professor associado, PUC-Rio, Tinker Visiting Professor, Stanford University
Os artigos publicados pelo CNN Infra buscam estimular o debate, a reflexão e dar luz a visões sobre os principais desafios, problemas e soluções enfrentados pelo Brasil e por outros países do mundo. Os textos publicados neste espaço não refletem, necessariamente, a opinião da CNN Brasil.
De acuerdo con la información disponible, la exposición al sistema genera una intensa sensación de calor sobre la piel que impulsa a las personas a abandonar el área afectada.
EXCLUSIVE: Twenty-three years after Duane "Dog" Chapman chased fugitive Max Factor heir Andrew Luster to Mexico and tackled him on a Puerto Vallarta street, the convicted serial rapist is a free man â despite an initial sentence of 124 years.
"I hope he's smart enough â and he's smart â to never do anything like that again," Chapman told Fox News Digital Wednesday, more than two decades after the capture that helped make him a household name.
Chapman, his son Leland and several others went to Mexico after receiving a tip about Luster's whereabouts â months after he fled the U.S. in the middle of a California rape trial. They first identified him from the tipsters' photo, which showed a knee and a watch.
Chapman had been studying his face closely for weeks, but he also recognized the watch from a televised interview, he said. And he credits his son with first spotting Luster, who was speaking with a young woman in a bar on June 18, 2003.
"When I saw him, you talk about an adrenaline rush went through my body," Chapman told Fox News Digital Wednesday. "Tim got down . ..he snuck up behind him, and then I pushed him. He fell over. We all jumped on him, and I screamed, 'You're under arrest by the United States of America.'"
They pulled him into an SUV and drove off â only to be intercepted on the road outside town by Mexican authorities who arrested everyone amid the chaos.
Luster claimed he'd been kidnapped, Chapman said, so he handed the lead investigator what Chapman called a "bible" of information on the case.
Luster, the great-grandson of makeup mogul Max Factor, vanished during a recess in his trial and was convicted in absentia on 86 counts involving the drugging and raping of three women between 1996 and 2000 at his home in Mussel Shoals, California.
One of the victims, who asked not to be named out of concerns for her safety, said she's still struggling to comprehend Luster's release even though she knew it was
"Itâs very unsettling knowing that he is not behind bars, not in a closed facility," she told Fox News Digital Wednesday. "He is out in the public, in a community that just â it just doesnât feel very good at all."
She said she has concerns for her own safety, her family, Luster's other victims and even investigators after a notebook containing a "payback list" was recovered from his Mexican hotel room â with their names on it.
She said she dated Luster for five or six months without knowing she'd been drugged and raped the night they met â something detectives discovered years later, after they recovered videotapes from the home.
"It was me, comatose on his bed, wearing the clothes that I was wearing the first night I met him," she said. "Thatâs how I knew when it happened, because I had just bought that outfit, and I was wearing it the night that I met him. So thatâs how I figured out when it happened to me, which was absolutely horrifying."
Police found more than 100 videos, she said. Not all of them involved criminal activity, but those that did were "mortifying," she said, as Luster spoke to the camera like he were playing with "a toy."
"Theyâre pretty brutal," she added. "The things that he did to us while we were completely unconscious were things that, I mean, had we been able to feel anything, it would have been awful. He narrated the video and talked to the camera throughout and thoroughly enjoyed the whole entire thing."
He initially received consecutive sentences totaling 124 years â later reduced to 50, and he was released earlier this month after over two decades behind bars.
Prosecutors had opposed early release in 2024 and again in 2025. However, he was able to earn substantial early release credits under California's controversial Proposition 57 criminal justice reforms, and his prison term came to an end on Oct. 11.
"I did not know that [Prop 57] meant that it was gonna make Andrew Lusterâs crimes be deemed nonviolent," Doe No. 3 told Fox News Digital. "Thatâs just so baffling. I just feel like if anybody could watch these tapes of what he did to me and all of these other women, just to look at that and try to put the word nonviolent on it, that word could not come out of your mouth. It just would be impossible."
Doe was among those who successfully lobbied for changes to the law to close that nonviolent loophole.
Chapman said he never received the bounty for Luster and lost hundreds of thousands of dollars of his own money for the operation and ensuing legal fallout.
Mexican law did not allow bounty hunters to apprehend fugitives. Chapman said he was arrested alongside his son Leland, longtime friend and associate Tim Chapman, who is not a blood relative, and members of a camera crew.
"He told me, 'Iâm going to get him for you,' and he did," Doe said of Chapman. So to help him get out after he put Luster back behind bars, she kicked off a legal fundraiser that she said attracted donations from around the country.
As part of the series, he plans to help bail out certain inmates with a history of good behavior and positive reports â but not for people facing serious felonies or sex abuse charges, he said.
"We'll call out the ones that deserve a second chance, right, and you can't be perfect OK, so if they run, yeehaw," he said. "I don't wish they would, but if they do, then I'm going to catch them."
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Sundar Pichai, CEO do Google, recusou seu pedido para renomear o Oceano Atlântico como “Oceano Americano”.
“Eu só gosto de dois oceanos, o Oceano Atlântico e o Oceano Pacífico. Não vou colocar nem Trump nem América no nome de nenhum outro oceano além desses dois. Então, analisamos seriamente o Oceano Atlântico, e liguei para o Google Maps, que foi realmente ótimo com o lago e muito bom também com o golfo”, afirmou o presidente americano durante comício na Carolina do Sul nesta quarta-feira (21).
Segundo Trump, a empresa explicou que os oceanos “são diferentes” porque abrangem muitos países.
“Eu disse: ‘Sundar, estou pensando no Oceano Atlântico. Você consegue fazer isso?’ ‘Não, não, não, desta vez não vou fazer isso.’ Ele disse: ‘Os oceanos são diferentes, senhor. Eles abrangem muitos países. Muitos mesmo. Por favor, não nos peça para fazer isso.’”
O Google, controlado pela Alphabet, mudou o nome do Golfo do México para “Golfo da América” em seus mapas para usuários nos Estados Unidos depois que Trump ordenou a alteração, em janeiro de 2025.
A GNR constituiu arguidos oito homens, com idades entre os 17 e os 49 anos, e apreendeu uma viatura e diverso material que estará associado ao tráfico de estupefacientes, no concelho de Olhão.
Beijing, 22 oct (Prensa Latina) China rechazó hoy el uso de la mentalidad de Guerra Fría para fomentar la confrontación geopolítica en el Ártico, ante las preocupaciones expresadas por la Unión Europea sobre la presencia china y su cooperación con Rusia en la región.
Entre el teletrabajo, las horas frente al ordenador y los trayectos en coche, pasamos miles de horas de pie, y claro, cuando llega el momento de levantarnos, la espalda y las caderas nos recuerdan que llevamos demasiado tiempo en la misma posición. ¿La solución? Además de hacer pausas y movernos con frecuencia, podemos mejorar nuestro asiento con un accesorio tan sencillo como este cojín ergonómico que te traemos desde EL PAÍS Escaparate.
O termo “apagão de professores” tem sido cada vez mais usado. Principalmente após o último Dia dos Professores na última quinta-feira (15), quando foi divulgada uma projeção do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior de SP) de que o Brasil pode enfrentar um déficit de até 235 mil professores na educação básica até 2040.
Outros estudos recentes reforçam essa preocupação. O Anuário Brasileiro de Educação Básica 2026, divulgado em setembro, apontou uma redução na participação dos estudantes com melhores desempenhos no Enem entre os ingressantes em cursos de Licenciatura.
Em 2020, 22,7% dos novos estudantes desses cursos estavam entre os 20% com maiores notas no exame. O percentual caiu para 14% em 2023, o menor índice da série iniciada em 2018, e chegou a 14,7% em 2024.
Leia Mais:
Professores da rede pública estão deixando a profissão
De acordo com a pesquisa Panorama da Educação, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgada no final de setembro, 10,3% dos professores plenamente qualificados do ensino fundamental e médio deixaram a profissão (por aposentadoria ou pedido de demissão) em 2022, em comparação com a média da OCDE de 6,4% em 2024/25. Uma pista sobre esse temido apagão.
Mas, de acordo com as fontes entrevistadas pela CNN Brasil, é preciso levar alguns pontos em consideração. O primeiro é a composição da força docente no país: “O Brasil tem uma força de trabalho majoritariamente mais velha. As licenciaturas tendem a atrair pessoas mais velhas, que não saíram imediatamente do ensino médio e foram para o ensino superior, ou que estão em transição de carreira, que optaram por seguir uma carreira de licenciatura depois de ter tentado em outras etapas”, explica Bárbara Born, gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação.
“É preciso considerar, porém, que o indicador reúne diferentes motivos de saída, como aposentadorias, pedidos de demissão e mudanças de função, e não significa necessariamente o abandono definitivo da docência”, reforça Maria Slemenson, superintendente do Instituto Natura Brasil.
No entanto, Gisele Pinheiro, diretora do Singularidades e especialista em formação de professores, considera que o número é preocupante. “Quando levamos em consideração quem desistiu dessa carreira, que não foi um ciclo natural de aposentadoria, nós ainda temos um cenário de que o Brasil fica ainda posicionado de uma maneira muito relevante, ainda é o quarto colocado dentro desse ranking de maior desistência da carreira profissional, que ele nos coloca como um alerta, principalmente quando levamos em consideração que essa reposição”, considera a especialista.
Qualidade dos professores em formação também preocupa
A diferença é maior quando considerada a modalidade de ensino. Entre os estudantes de licenciaturas na modalidade a distância, 53,1% ficaram abaixo do nível básico no exame, percentual que foi de 26,1% entre os alunos de cursos presenciais.
“Há todo um trabalho que deve ser feito no fomento à carreira docente e à própria permanência de quem escolhe essa carreira, para que a gente não possa ter impactos na aprendizagem”, considera Pinheiro. E esse cuidado deve vir também do professor. “Já que eles estão envolvidos com algo que é de altíssima responsabilidade, que é formar outros, cuidar da educação de crianças e de jovens”, pondera.
Profissão de professor não é atrativa
Professores recebem pouco, trabalham em mais de uma escola e ainda enfrentam instabilidade e agressão em sala de aula • Magnific
O ponto de atenção grave é que os professores não estão satisfeitos com suas condições de trabalho. Analisando a felicidade dos docentes com seus trabalhos no Panorama da Educação da OCDE, apenas 22,3% estão bem com seus salários (contra 38,7% da média mundial). Mais professores se sentem satisfeitos com as condições gerais de trabalho: 44,3%, contra 68,4% da média mundial.
Os brasileiros também acreditam que é preciso valorizar mais os educadores. Na pesquisa nacional “O que a população pensa sobre a educação – 2026”, realizada pelo Instituto Ideia e encomendada pela Fundação Itaú, Fundação Lemann, Instituto Natura, Instituto Sonho Grande, Instituto Unibanco e Todos pela Educação, 53% dos brasileiros querem salários maiores para professores, e esse era o tópico apontado como prioridade número um para os próximos governos estaduais e federal.
Para Slemenson, só aumentar a remuneração não é suficiente. “Para reverter esse cenário, é preciso tratar a valorização dos professores como uma prioridade das políticas educacionais. Isso significa combinar remuneração adequada, planos de carreira atrativos e melhores condições de trabalho nas escolas”, explica.
Ela esclarece que é preciso adotar uma série de políticas de valorização, incluindo o fortalecimento da gestão escolar, a formação continuada e o apoio aos profissionais, desde o começo da carreira. “Valorizar os professores é também uma condição essencial para melhorar a aprendizagem e enfrentar as desigualdades educacionais no Brasil”, propõe.
Born reforça como é preciso olhar para o salário de forma mais geral. “Hoje, o salário do professor em média corresponde a 84% do salário de pessoas com ensino superior. Além disso, é importante lembrar que, em muitas redes, a composição salarial dos professores é feita de uma série de bonificações e aditivos que não são salário efetivamente, né? Então, acho que isso gera também uma insegurança dos professores com relação aos seus ganhos e uma potencial insatisfação”, reflete a especialista.
Além disso, o salário do docente varia conforme a composição de sua jornada a cada ano. “O que significa que você não consegue se projetar financeiramente para os anos que vêm”, reforça.
Bárbara nos lembra de que, quando falamos em indisciplina, não estamos falando apenas em falta de atenção à aula. “Muitas vezes está ligada a comportamentos violentos e agressivos, não só entre os estudantes, mas contra os professores”, reforça.
Como reverter esse quadro?
Para Slemenson, a escassez não pode ser resolvida com apenas uma ação. “As frentes que a OCDE destaca são carreira e remuneração atrativas, formação inicial conectada à prática, acompanhamento no início da carreira, apoio em sala e menos burocracia”, resume.
Porém, ela destaca que enfrentamos um desafio adicional no Brasil, que é a citada fragmentação da jornada, em que os professores trabalham em múltiplas escolas. “Atuar em uma única escola, sobretudo em tempo integral, favorece a relação de confiança com os estudantes, a integração com a equipe pedagógica e a participação na vida escolar, além de criar melhores condições para o planejamento e a colaboração entre professores”, explica.
Pinheiro reforça a importância do acompanhamento da carreira do docente. “Uma vez que ele se formou professor, ele está nas escolas com todo esse cenário de diversidade, que ele também possa ter acompanhamento, suporte e esse compromisso com a formação continuada dele, que é cíclico, e esse monitoramento, esse apoio, fará a diferença para nosso cenário brasileiro”, descreve.
Born reforça como o cenário docente brasileiro é diversificado. Por um lado, na Educação Básica, há a formação à distância dos professores, que não parece suficiente. “80% dos professores de pedagogia estão sendo formados em cursos de educação à distância, que são cursos que têm problemas intrínsecos muito sérios, de qualidade, de oferta de saberes minimamente relevantes para a formação desses indivíduos”, considera.
Já no ensino de Exatas e Ciências da Natureza, em que não há uma atratividade para a Licenciatura, já que essas pessoas podem conseguir empregos na indústria, ou no terceiro setor. Então como atrair tantos perfis diferentes?
“A gente precisa transformar como esse professor está dentro da sala de aula, melhorar as condições de atuação do professor que está hoje na sala de aula, para que os jovens olhem para eles e queiram ser como eles. Nenhum jovem que está vendo o seu professor adoecido, insatisfeito ou deprimido vai querer ser como ele”, considera Bárbara.
Se il primo comunicato del Movimento 17 ottobre spiega che “non ci rappresenta nessuno, ci rappresentiamo da soli”, il volantino che lancia per il pomeriggio di sabato prossimo a Milano il corteo anarchico annuncia che “è questo il momento di mettersi in mezzo, far sentire le nostre voci, la nostra rabbia, a fianco delle persone che lottano e resistono” perché “se la loro sicurezza è il controllo, la nostra sicurezza è la solidarietà”. È in queste frasi e soprattutto nelle parole, che oggi gli inquirenti leggono il rischio di una pericolosasaldatura tra due mondi solo apparentemente distanti. Da un lato quelle centinaia di ragazzi giovanissimi che tra il 17 e il 18 ottobre hanno saccheggiato e devastato il centro di Milano, dall’altro quell’area diffusa di insurrezionalismoanarchico che da tempo in città si sta allargando e sta conquistando anche parte del mondo antagonista, uscito schiacciato undici anni fa dalla guerriglia del primo maggio, giorno dell’inaugurazione dell’Expo. In questo senso il termine “solidarietà”, contenuto nel volantino pubblicato su Telegram dal gruppo Galipettes e che annuncia il corteo anarchico con ritrovo alle 14:30 in via Alberto Da Giussano, è interpretato proprio come l’inizio di una saldatura che nelle tematiche, e di più nei contatti e nei luoghi, è già ben avviata.
E se la rivolta, da non confondere con rivoluzione, è già un core business dell’anarco-insurrezionalismo, lo stesso giudice, che ieri ha confermato le prime custodie cautelari a carico di chi è sceso in piazza a Milano, descrive il fine settimana appena passato come “una vera e propria sommossa” poi tradotta “in aggressioni armate, devastazioni e saccheggi, messe in atto simultaneamente da migliaia di persone”. La Treccani definisce il termine come “l’atto insurrezionale armato di una popolazione o di una parte di essa contro i poteri dello Stato”. Lo traduce nei fatti lo stesso giudice quando parla, rispetto ai fatti del 17 e 18 ottobre, di “un profilo decisamente violento e insurrezionale”. Insomma se la linea dei recenti scontri è stata tracciata, la stessa è sovrapponibile a quella disegnata da tempo dall’area anarco-insurrezionalista non solo milanese e che si è mostrata nella guerriglia torinese del 16 gennaio contro la chiusura del centro sociale Askatasuna, o a Milano, quando l’11 febbraio 2023, il corteo in solidarietà dell’anarchico Alfredo Cospito, oggi recluso ancora al 41 bis, è deflagrato in violenti scontri nella zona dei Navigli. La rivolta, dunque, è il pensiero, consapevole o meno, che accomuna queste due realtà.
Uno dei dati rimasti sul tavolo dopo i saccheggi è la fotografia implacabile di una città che negli anni non è stata in grado di affrontare le propriecontraddizioni. Perché dai nuovi grattacieli del recente “sacco urbano” finito negli uffici della Procura, ai check point delle periferie, ci passa il disagio, la rabbia, il senso di abbandono di giovanissimi, italiani o italiani di secondagenerazione, la cui presenza nel centro della città è vissuta come una minaccia. Come minacciosa è vissuta dalla collettività la miope definizione di “maranza”. Una casella che tiene dentro tutto e spiega niente. C’è poi un dato che impressiona rispetto alle recentidevastazioni e non sono i saccheggi, ma le aggressioni ai poliziotti. Il bilancio parla di circa 130 agenti feriti. Una enormità. Il volto sanguinante del primo dirigente Angelo De Simone ha fatto il giro d’Italia. Uomini e mezzi distrutti, un camionetta dei carabinieri assaltata in piazzaDuomo. Un odio che non si giustifica e che tradisce una totale mancanza di fiducia nei confronti dello Stato. Di recente a Milano sono accaduti due fatti di cronaca che ben lontani dal giustificare possono aiutare a decifrare questo odio. Quello del novembre 2024, quando dopo un inseguimento dei carabinieri muore il giovanissimo RamyElgml, al quale ha fatto seguito una notte di guerriglia contro la polizia, e quello del 26 gennaio scorso quando l’agente di polizia Carmelo Cinturrino del Commissariato Mecenate uccide volontariamente (questa l’accusa per la quale è stato chiesto il processo) il giovane marocchino, con precedenti per spaccio, Abderrahim Zack Mansouri. Dal Corvetto ai boschi della droga di Rogoredo, due episodi che la moltitudine di giovani, spesso di terzagenerazione, spesso fuori da ogni processo di formazione scolastico o lavorativo, ha vissuto come un sopruso nei propri confronti e non solo delle vittime.
Insomma, in piazza, dopo gli scontri, non sono rimasti solo vetri rotti e candelotti di lacrimogeni, ma anche il germe di un movimento che da tempo il mondo anarchico sta tentando di cavalcare. Ci ha provato nel 2021 durante i cortei No Vax, è tornato alla carica durante le manifestazioni per la Palestina, tanto che nel fine settimana nero di Milano, incappucciati o meno, per le “cinque vie” si sono rivisti volti noti dell’anarchismo. Soggetti legati a luoghi come la Panetteria Occupata, Conchetta e Cuore in Gola, personaggi dei collettivi studenteschi e del movimento ProPal. Del resto la saldatura, per come riferito da fonti investigative, non è solo nel senso di rivolta e di insurrezione, ma anche nei luoghi frequentati. Per come emerge dalle prime annotazioni, alcuni dei ragazzi presenti in piazza vivono o frequentano via Gola, cuore dell’area anarchica assieme al centro sociale Conchetta. Altri bazzicano la zona di via Ovada alla Barona. Molti scelgono le panchine del vicino parco Baden Powell o “parco rosso”. E buona parte si porta in tasca precedenti per reati comuni. Un dato che fin dal 2021 e ancora oggi, ha messo in scacco gli investigatori e gli esperti della Digos, che si sono trovati di fronte un gruppo di casseur non identificabili o incasellabili perché senza reati specifici. A questo va aggiunto un indebolimento all’interno delle forze dell’odine di una memoria storica in grado di capire le dinamiche dei movimenti. Ora, dunque, il senso di paura che si sta vivendo in questi giorni a Milano è legato alla possibilità che il mondo anarchico possa definitivamente saltare sulla “tigre” e cavalcarla. Se ci riuscirà non è calcolabile. Di certo ci proverà, così come ha fatto, oltre dieci anni fa, con le nuove Br, e poi ancora con la lotta a favore di AlfredoCospito. Un lavoro di anni al quale di certo non si rinuncerà.
¿Tienes una compra pendiente desde hace tiempo? Sigue leyendo porque hemos sacado nuestra lupa para encontrar algunas de las mejores ofertas de estos días en Amazon con las que ahorrarás en productos de diferentes categorías.
Inmersos en el otoño, muchos de nosotros preferimos planes de ocio a resguardo del frío, la lluvia y el viento que tanto marcan a esta época del año tras muchos meses de tiempo estable y sol. Por eso mismo, en EL PAÍS Escaparatequeremos presentar a nuestros lectores la mejor forma de pasar estos momentos de descanso, ya sea en soledad, en pareja, con la familia o los mejores amigos, disfrutando de los mejores musicales que tienen lugar en Madrid y Barcelona en los meses de octubre, noviembre, diciembre y enero, y de la mano de EntradasEl Corte Inglés.
El bienestar europeo da signos de agotamiento. Mientras en Francia arden las calles, en España habrá una huelga general el 11 de noviembre. Lo curioso es que no son países neoliberales: nuestro Gobierno está batiendo récords de recaudación de impuestos, y el Estado francés destina alrededor de un 60% de su PIB al gasto público, una de las cifras más altas del mundo. La campaña electoral de Pedro Sánchez versa ahora sobre espolear el miedo a la motosierra de las derechas, pero aún con más Estado, ya hay miles de jóvenes europeos que no pueden alcanzar el bienestar esperado o el que sus padres obtuvieron.
En torno a un centenar de migrantes que entraron en Ceuta entre el 30 y el 31 de julio ya tienen la protección internacional que les permite permanecer legalmente en España y les reconoce el derecho a residir y trabajar en el país. Así lo han confirmado a este periódico diversas fuentes internas, que constatan que las resoluciones de asilo concedidas desde el 31 de julio ascienden a 180 expedientes. No obstante, no todas son de migrantes que llegaron a Ceuta en el cruce masivo, sino que algunos de ellos corresponden a personas que ya estaban previamente en la ciudad. Los relativos a las personas que llegaron a finales de julio se cifran en algo más de un centenar.
El coche parece casi de juguete: se acerca a otros vehículos aparcados, activa unos propulsores para saltar por encima, aprovecha para dar una espiral en el aire y cae sobre el suelo como quien se tira al sofá para echar una siesta. Es el nuevo Tesla Roadster, que Elon Musk vende en X (antes Twitter) con el mensaje: “Resulta que en el futuro sí hay coches voladores”. Se trata de una afirmación como mínimo exagerada: no se sabe si esos propulsores sirven para algún tipo de vuelo sostenido ni si estarán disponibles en el modelo que se ponga a la venta.