Um raio de sol entra duas vezes por ano num templo egípcio com 3.000 anos



El año pasado se hizo público el informe La inhumación tardoantigua del Hostalot-Ildum. Nuevas aportaciones, donde se daba cuenta de los análisis genéticos de una aristócrata germana, de finales del siglo IV o principios del V, enterrada en el yacimiento arqueológico de Hostalot (Vilanova d’Alcolea, Castellón). La mujer, según reconstruyeron expertos, se sintió morir y buscó refugio, junto a su séquito, en la mansio Ildum, una especie de hostelería de la época ¿La razón de su muerte? O fue atacada por bandidos que poblaban en aquellos momentos la zona o falleció por alguna incidencia en el camino. Pero. ¿quién la acompañaba en su largo y peligroso recorrido por Europa? Ahora, los expertos han encontrdo una nueva pieza de este apasionante puzle genético. Vino acompañada de su hermano, cuyo cuerpo ha sido encontrado a 725 kilómetros de distancia, en Mérida. La mujer, posiblemente, vino a casarse con algún noble local.
O novo centro interpretativo e as Rotas Rurais explicam e divulgam o património arqueológico de Bensafrim, em Lagos, os achados e as perguntas em aberto.
O conteúdo Bensafrim: entre a Escrita do Sudoeste, menires e uma necrópole perdida aparece primeiro em Barlavento.

Uma nova descoberta durante escavações arqueológicas na cidade de Stara Zagora, na Bulgária, revelou uma necrópole e vestígios de diversos objetos da época romana. Entre os tesouros, havia uma moeda e um par de brincos posicionados em cima de um túmulo infantil, o que arqueólogos sugerem ser uma oferenda para os deuses do submundo.
Os romanos costumavam colocar uma moeda em cima dos túmulos para pagar o barqueiro que transportaria suas almas para o submundo. O ritual tem origem grega, mas foi incorporado a outras culturas com o passar do tempo.
A moeda encontrada é um antoniniano do imperador Aureliano, cunhado em Sérdica, nome antifo de Sófia, atual capital da Bulgária, entre 274 e 275 d.C. A estrutura funerária também foi datada desse mesmo período, informou o Museu de História Regional de Stara Zagora em uma publicação do Facebook.
Durante a escavação, também foram descobertos vestígios e objetos de outros períodos, como do final do século II ao século IV, dos séculos IV a V, dos séculos XVII a XVIII e do final do século XIX ao século XX.
A necrópole compreende 135 estruturas funerárias de variados tipos: covas simples contendo restos cremados; covas simples cobertas com telhas; covas simples cobertas com tijolos; covas simples cobertas com lajes de pedra e covas simples sem cobertura.

Os arqueólogos afirmaram que dois ritos funerários eram praticados na época: quatro dos sepultamentos envolviam cremação, enquanto os demais envolviam inumação, quando os restos mortais são colocados direto na terra.

A mesma caverna que presenteou a ciência com evidências de um grupo de hominídeos totalmente inédito em 2008, agora é local de descoberta de uma espécie bovina extinta até então desconhecida.
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Estocolmo investigou pequenos fragmentos de ossos desconhecidos em escavação da caverna Denisova, nas montanhas de Altai na Sibéria. Uma análise dos restos mortais não encontrou correspondência em nenhuma outra espécie, viva ou extinta; agora, o animal misterioso ganhou o nome de “Yak X”.
Para dar um nome à nova espécie e oficializar a descoberta, serão necessárias evidências além do código genético.
Segundo o pesquisador Alexandre Gilardet, a equipe não participou diretamente da exploração da caverna, mas teve acesso a “centenas” de fragmentos encontrados neste e em outros três sítios arqueológicos próximos. Ele disse à revista New Scientist que o material continha material genético de 20 indivíduos da espécie inédita, com idades entre 250 mil e 27 mil anos.
Detalhes das características destes animais ainda serão reconstruídos. Por enquanto, os paleontólogos conseguem afirmar que se trata de um parente do iaque moderno – herbívoro de pelo longo natural da Ásia, domesticado pelos humanos para montaria, leite e couro.
O bovino desconhecido teria sido contemporâneo ao mamute-lanoso, ao bisão-da-estepe e ao auroque, o ancestral selvagem extinto do gado doméstico atual.
A pesquisa foi publicada no Current Biology com destaque para a evolução da análise de DNA antigo, graças à biotecnologia. “Não é comum reconhecer, especialmente uma espécie de mamífero de grande porte, por fragmentos pequenos, não identificáveis”, disse à Reuters o geneticista Love Dalén, autor da publicação.
Em 2008, um fragmento de dedo descoberto na caverna Denisova deu o pontapé inicial da pesquisa dos Denisovanos, grupo de hominídeos precursor do Homo sapiens e parente dos Neandertais. Ainda não é possível dizer com certeza se os humanos já conviveram com esta nova espécie de iaque pré-histórico; Dalén sugere, no entanto, que os denisovanos poderiam tê-lo visto como animal de caça.
*Publicado por Juliana Santos.




