❌

Normal view

Seleção Sub-17: Arthur do Vale, do Santos, é convocado para Copa do Mundo

22 October 2026 at 18:32

O goleiro Arthur do Vale, de 17 anos, do Santos, foi convocado nesta terça-feira (22) pelo técnico Carlos Eduardo Patetuci para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo Sub-17. O torneio será realizado no Catar entre os dias 19 de novembro e 13 de dezembro.

A convocação para o Mundial coroa uma temporada intensa para Arthur do Vale, que já havia defendido a Seleção Brasileira no Sul-Americano Sub-17. O jovem atleta também participou de preparações na Granja Comary e do Torneio da Amizade da Uefa, disputado na Suíça.

Natural de Vitória, no Espírito Santo, Arthur chegou ao Santos em 2020, com apenas 11 anos de idade.

Primeiro contrato profissional

Em setembro de 2025, Arthur do Vale assinou seu primeiro contrato profissional com o Santos. Atualmente com 17 anos, o goleiro tem vínculo com o Alvinegro Praiano até março de 2028.

Desempenho na base do Santos

Na atual temporada, o goleiro tem se destacado nas categorias de base do Santos. Ele disputou 20 partidas pela equipe sub-17 e teve uma oportunidade no time sub-20, mostrando versatilidade e potencial.

Brasil deixa top 5 e é ultrapassado por Portugal no ranking da Fifa

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

Neymar relembra quando bateu com sua Ferrari: “Cagada minha”

22 October 2026 at 17:55

Craque dentro de campo, o atacante Neymar já passou por apuros nas pistas. Em entrevista ao canal “AchismoTV”, o camisa 10 do Santos relembrou o susto que passou quando dirigia uma Ferrari.

O incidente aconteceu em 2016, quando Neymar defendia o Barcelona e se dirigia para o CT do clube espanhol. Ele explicou que perdeu o controle do carro por conta das condições da pista.

“Dei PT (perda total) na minha Ferrari em Barcelona. Foi cagada minha. Tem um botão que você tem que mudar quando está chovendo. E o meu estava no sol (função pista seca). Fui dar uma batidinha (no pedal) para dar a freada na curva e o carro desestabilizou. Perdi o controle “, explicou.

Neymar dirigia a aproximadamente 80 a 90 km/h e perdeu o controle da Ferrari quando tentava fazer uma curva, como o próprio jogador confidenciou.

Em 2015, o astro do Santos adquiriu uma Ferrari 458 Spider vermelha. Na época, o possante custava em torno de R$ 2 milhões.

Neymar comenta dilemas da carreira e apela: “Também sou ser humano”

 

Partido Missão, de Renan Santos, quer se consolidar como oposição a Flávio

22 October 2026 at 17:49

O Partido Missão, que teve Renan Santos como candidato à Presidência nas eleições de 2026, busca se consolidar como uma oposição a Flávio Bolsonaro (PL). Integrantes da legenda afirmaram à analista de política Isabel Mega que, em caso de vitória do senador, o partido pretende fazer oposição ao seu governo.

A posição, no entanto, não representa apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. O partido também dirige críticas a Lula, buscando demarcar uma postura independente diante dos dois candidatos que disputam a Presidência.

“Eles quiseram construir esse posicionamento ao longo de todo o pleito eleitoral. A posição de ataques ao presidente Lula já era conhecida, mas eles dividiram esses ataques”, afirmou Mega durante o Live CNN desta quinta-feira (22).

A analista lembrou que, em alguns momentos, a campanha de Renan Santos chegou a atacar mais Flávio Bolsonaro do que Lula, sinalizando o posicionamento que o partido pretende consolidar.

Internamente, há uma percepção de que, entre os eleitores dos candidatos eliminados no primeiro turno, como Augusto Cury (Avante), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), o eleitorado do Missão seria o que mais poderia render votos à esquerda.

“Ainda assim, a avaliação interna de membros do partido é de que esse eleitor tende primeiro a anular o voto do que caminhar com a esquerda”, destacou Mega.

Atrito com Pablo Marçal agita debates internos

Um fato novo agitou os debates internos do partido nesta semana: uma declaração de Pablo Marçal (PRTB-SP), que vem sendo um aliado de primeira ordem de Flávio neste segundo turno.

Em entrevista a um podcast, Marçal atacou o eleitorado do Missão. “Você que votou no Renan, fica com esse voto, anula, põe onde você quiser e acabou.”

A declaração incomodou o partido e gerou uma resposta pública de Renan Santos.

“Se você é um eleitor meu, entenda, eles chamaram você de esquisitão, você é um esquisitão e eu sou um nazista. Votem em quem vocês quiserem, mas, se você é meu eleitor e está disposto a pagar esse mico, achando que você está salvando o Brasil, eu já falei: Você está perdendo seu tempo”, declarou Renan.

O candidato também afirmou considerar a possibilidade de ele mesmo nem votar no segundo turno.

Segundo Mega, os votos do eleitorado do Missão não podem ser desprezados. Renan Santos obteve cerca de 2% dos votos válidos no primeiro turno, totalizando 2.675.887 votos.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Eliminação do Vasco ameaça G9 no Brasileirão, enquanto Atlético-MG mantém chance de ampliar vagas

22 October 2026 at 16:59

A disputa por uma nona vaga brasileira na Libertadores de 2027 ficou mais complicada após a eliminação do Vasco para o Boca Juniors na semifinal da Copa Sul-Americana. A possibilidade de o Campeonato Brasileiro terminar com um G9 continua aberta, mas depende de resultados nas competições continentais e na Copa do Brasil.

O Atlético-MG mantém uma das possibilidades de ampliação das vagas. O time mineiro eliminou o Montevideo City Torque e avançou à final da Sul-Americana. Além disso, o clube está na semifinal da Copa do Brasil e ocupa a sexta posição no Brasileirão, combinação que pode favorecer a abertura de vagas adicionais.

Atualmente, o Brasil tem sete vagas na Libertadores distribuídas pelas competições nacionais. No Campeonato Brasileiro, os quatro primeiros colocados garantem classificação direta para a fase de grupos, enquanto o quinto vai para a fase preliminar. A Copa do Brasil também concede vagas, incluindo uma para o campeão e outra para o vice, conforme o regulamento da competição.

A ampliação pode ocorrer quando um clube conquista uma vaga continental por mais de um caminho. Se uma equipe se classificar para a Libertadores pelo Brasileirão ou pela Copa do Brasil e também vencer a Libertadores ou a Sul-Americana, a vaga destinada ao campeão continental não elimina a vaga obtida na competição nacional. O espaço liberado pode beneficiar outro clube.

O mesmo princípio se aplica a equipes que conquistam vagas simultaneamente pelo Campeonato Brasileiro e pela Copa do Brasil. A distribuição depende do regulamento e da posição final dos clubes nas competições.

A eliminação do Vasco diminuiu as possibilidades porque o clube também está na semifinal da Copa do Brasil. Caso tivesse avançado à decisão da Sul-Americana e conquistado o título continental, poderia entrar em uma combinação favorável à abertura de vaga adicional.

O Palmeiras já garantiu presença na final da Libertadores e aguarda o confronto entre Flamengo e Estudiantes, marcado para esta sexta-feira (23), no Maracanã.

Se o Flamengo avançar, o Brasil terá um representante na decisão que já possui posição entre os quatro primeiros do Campeonato Brasileiro. Como o clube carioca também pode conquistar a Libertadores, o resultado pode abrir espaço para uma vaga adicional na distribuição nacional.

O Palmeiras vive situação semelhante. Além de estar na final continental, o time paulista disputa as primeiras posições do Brasileirão e continua na Copa do Brasil. Uma eventual conquista em mais de uma competição pode provocar alterações na distribuição das vagas.

Copa do Brasil também pode alterar a classificação

A Copa do Brasil é outra peça importante para a definição do possível G9. Atlético-MG, Grêmio, Palmeiras e Vasco disputam as semifinais do torneio.

O Atlético-MG pode conquistar uma vaga continental pelo Brasileirão, pela Copa do Brasil ou pela Sul-Americana. Se obtiver mais de uma classificação, a distribuição poderá beneficiar clubes que estejam logo abaixo das posições de acesso.

O Grêmio também aparece entre os times que podem influenciar o cenário. A equipe ocupa a zona de rebaixamento do Brasileirão, mas segue na semifinal da Copa do Brasil. Se avançar à decisão e conquistar a vaga prevista pelo torneio, a situação dependerá também de sua permanência na primeira divisão e das regras de elegibilidade para as competições continentais.

Santos e São Paulo acompanham a disputa

Na tabela apresentada, Flamengo e Palmeiras lideram o Campeonato Brasileiro, com 67 e 66 pontos, respectivamente. Athletico-PR, com 53, e Cruzeiro, com 51, completam o G4.

O Fluminense aparece em quinto lugar, também com 51 pontos, enquanto Atlético-MG e Bahia ocupam a sexta e a sétima posições, com 50 e 49 pontos.

Santos e São Paulo estão mais distantes da zona de classificação. O time santista ocupa o oitavo lugar, com 45 pontos, e o clube paulista aparece em nono, com 42. Caso o Brasileirão termine com nove vagas para a Libertadores, ambos poderiam entrar na disputa por uma classificação continental.

O Red Bull Bragantino, décimo colocado com 41 pontos, também acompanha as possibilidades de ampliação.

A definição dependerá dos resultados das finais continentais, do desfecho da Copa do Brasil e da classificação final do Campeonato Brasileiro, previsto para terminar em 2 de dezembro.

The post Eliminação do Vasco ameaça G9 no Brasileirão, enquanto Atlético-MG mantém chance de ampliar vagas appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Presidente e vice-presidente dos bombeiros de Salto renunciam ao cargo

21 October 2026 at 20:27

VTM

Contactado pela VTM, Valentim Santos justificou a decisão com um acumular de situações em que deixou de se rever, apesar de ter procurado exercer as funções “com seriedade, calma e dedicação”. Depois de dois atos eleitorais, aceitou continuar a servir a instituição, mas considera que deixou de existir entendimento entre os diferentes responsáveis. “Não remamos todos para o mesmo lado, não estamos em sintonia”, afirmou.

O antigo presidente defende que cada órgão deve respeitar as competências dos restantes e cumprir as suas funções com lealdade institucional. “Cada um deve ocupar o seu lugar e respeitar o espaço de intervenção dos outros”, sustentou, considerando que a associação deve estar acima de divergências pessoais. “Aquilo não é do presidente, não é do comandante. Aquilo é dos bombeiros e da comunidade”, acrescentou.

Segundo Valentim Santos, os desentendimentos com o comandante foram-se agravando ao longo do seu mandato, envolvendo também o vice-presidente. O antigo responsável afirmou ter sentido dificuldades na gestão da instituição e acusou alguns elementos de terem contribuído para o que considerou ser um bloqueio interno. Sobre a assembleia extraordinária, alegou que existiu um “boicote preparado”, apontando responsabilidades ao comandante, ao presidente da mesa da assembleia e a outros participantes.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Presidente e vice-presidente dos bombeiros de Salto renunciam ao cargo appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

PS defende continuidade da habitação pública e critica Governo

21 October 2026 at 20:07

VTM

O deputado do PS eleito pelo círculo de Vila Real defendeu a continuidade dos investimentos em habitação pública, na visita integrada no programa nacional de auscultação promovido pelos socialistas para preparar uma estratégia para o setor.

O projeto foi apontado pelo parlamentar como um exemplo a seguir. Rui Santos recordou que a obra foi preparada e financiada pelo anterior Governo, com recurso a verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e executada pela Câmara de Vila Real.

“Este modelo pode e deve ser replicado e continuado no futuro próximo, face à crise que vivemos”, afirmou, defendendo que a habitação pública é essencial tanto para famílias com maiores dificuldades económicas como para quem, apesar de não viver em situação de pobreza, necessita de apoio no acesso ao arrendamento.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post PS defende continuidade da habitação pública e critica Governo appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

Gabigol bate recorde pessoal de aproveitamento em empréstimo pelo Santos

21 October 2026 at 17:00

Gabigol vive uma de suas melhores fases na carreira com a camisa do Santos. Emprestado pelo Cruzeiro até o fim da temporada de 2026, o camisa 9 já balançou as redes 15 vezes na Série A do Campeonato Brasileiro e se consolida como um dos principais artilheiros da competição.

É justamente no Brasileirão que o atacante Gabriel Barbosa, de 30 anos, estabeleceu um novo recorde pessoal. Ele converteu 23% das finalizações que tentou nesta edição, superando seu desempenho de 2019, ano em que foi artilheiro e campeão.

Os dados foram levantados pelo perfil Opta, especialista em estatísticas de futebol, e demonstram uma importante melhora na taxa de aproveitamento do jogador. Gabigol, portanto, experimenta um ano de alta letalidade no ataque santista.

Gabigol finaliza para empatar o clássico entre Santos e Corinthians na Vila Belmiro
Gabigol finaliza para empatar o clássico entre Santos e Corinthians na Vila Belmiro • Ricardo Moreira/Getty Images

Futuro incerto após empréstimo

Apesar do grande momento, o futuro de Gabigol é considerado incerto. O atacante tem contrato vigente com o Cruzeiro até o final de 2028 e, teoricamente, deveria retornar ao clube mineiro no início da próxima temporada.

O Santos já manifestou o desejo de manter o jogador em seu elenco, mas ainda não detalhou publicamente a estratégia para negociar sua permanência. O Cruzeiro, por sua vez, não definiu se o atleta será reintegrado ou se buscará uma nova negociação.

O que o clube de Minas Gerais já descartou, no entanto, é a possibilidade de um novo empréstimo nos moldes atuais, que prevê a divisão dos salários do jogador entre os dois clubes.

Santos não atinge meta e corre risco de colapso financeiro

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

Locais mais fortes

21 October 2026 at 14:54

VTM

O Vila Real entrou bem e, aos 2’, teve uma excelente ocasião de golo, cruzamento da direita de Nuno Araújo para o coração da área, onde surgiu Matheus Garcia, solto de marcação, e a rematar ao lado. Aos 11’, nova ocasião, remate de Rodrigo Azevedo já na área, mas a bola esbarra em Matheus Garcia quando esta se dirigia para a baliza. O Vila Real dominava, mas continuava a desperdiçar, desta vez foi Pedro Vieira que remata para defesa do guardião do Alijoense. Estavam decorridos 31 minutos. Aos 33’, o Alijoense esteve perto do golo, só que o remate de Tiago Pinto sai fraco e à figura de Santiago Teixeira. Aos 35’, o Vila Real coloca-se em vantagem, bola metida na área onde aparece Nuno Araújo a desviar a bola de Gonçalo Ribeiro: era o 1-0, para aos 37’ num remate de fora da área de Salvador Santos ampliar a vantagem.

Na segunda parte, o Vila Real dilatou a vantagem aos 52’, Matheus Garcia, com um remate colocado, bate Gonçalo Ribeiro, para aos 54’, na sequência de um canto Filipe Santos introduz o esférico na baliza adversária, colocando o Vila Real a vencer por quatro a zero. Aos 66’, é o Alijoense a criar perigo, Diogo Silva em remate de fora da área obriga Santiago Teixeira a defesa atenta. Aos 71’, novo golo por Rafael Teixeira. O Alijoense podia ter obtido o tento de honra aos 77’ por Tiago Meireles, mas Santiago Teixeira não o permitiu com uma boa intervenção, terminando assim a partida com vitória esclarecedora dos visitados.


FICHA TÉCNICA
Complexo Desportivo Monte da Forca

Árbitra: Marta Monteiro
Auxiliares: Leonor Carvalho e Gonçalo Simões

VILA REAL: Santiago Teixeira, Salvador Santos (Martim Afonso, 46’), Luís Lourenço, Rodrigo Azevedo (Rafael Teixeira, 55’) e Pedro Vieira (Gabriel Martins, 75’); Martim Leite (Martim Fernandes, 75’), Rafael Fontinha (Daniel Herdeiro, 62’) e Francisco Morais; Matheus Garcia (Pedro Pinto, 64’), Nuno Araújo (Guilherme Fernandes, 75’) e Filipe Santos (Gonçalo Martins, 62’)
Treinador: Michael Teixeira

ALIJOENSE: Gonçalo Ribeiro; Tiago Meireles, Afonso Silva (Francisco Monteiro, 46’), Afonso Ferreira (Lucas Loureiro, 46’) e Pedro Carneiro; Tiago Pinto, Diogo Silva e Dinis Galocha; Guilherme Rodrigues (Bernardo Morais, 46’), Thiago Ribeiro (José Cinodura, 83’) e Martim Silva (Luís Pinto, 46’)
Treinador: Hugo Guedes

Ao intervalo: 2-0
Cartão amarelo: Salvador Santos (28’)
Marcadores: Nuno Araújo (35’), Salvador Santos (37’), Matheus Garcia (52’), Filipe Santos (54’) e Rafael Teixeira (71’)

The post Locais mais fortes appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

Silves | ‘Feira de Todos os Santos’

21 October 2026 at 14:20

De 29 de outubro a 1 de novembro, o Sítio do Encalhe, em Silves, volta a receber a Feira de Todos os Santos, uma das mais antigas e tradicionais feiras do Algarve, que promete dias de animação, convívio e muita diversão para toda a família. Organizada pelo Município de Silves, a edição deste ano apresenta […]

Atleta algarvia Madalena Santos conquista bronze no Campeonato do Mundo de Karaté 

20 October 2026 at 19:48

Atleta do Karate Clube de Faro volta a brilhar ao mais alto nível internacional, depois de se ter sagrado Campeã da Europa em fevereiro. A atleta Madalena Santos, do Karate Clube de Faro, conquistou a medalha de bronze na categoria de Kumite Cadetes Feminino +61 kg, no Campeonato do Mundo de Cadetes, Juniores e Sub-21 […]

Silves acolhe Feira de Todos os Santos

20 October 2026 at 14:45

29 de outubro a 1 de novembro

De 29 de outubro a 1 de novembro, o Sítio do Encalhe, em Silves, volta a receber a Feira de Todos os Santos, uma das mais antigas e tradicionais feiras do Algarve, que promete dias de animação, convívio e muita diversão para toda a família.

Organizada pelo Município de Silves, a edição deste ano apresenta um programa de animação musical diversificado, com atuações do Grupo Musical Gerações, Os Cromos da Noite, Luís Simenta Canta Alentejo e Chave D’Ouro, que prometem trazer ainda mais ritmo e alegria ao evento.

Ao longo do recinto, os visitantes poderão encontrar uma grande variedade de expositores, com diferentes produtos e artigos, bem como as tradicionais tasquinhas, onde não faltarão as castanhas assadas, as farturas, as pipocas, o algodão-doce e uma diversidade de petiscos.

Os carrosséis serão também uma das atrações para os mais novos e para todos os que apreciam a animação característica desta feira.

Entre sabores tradicionais, música e diversão, a Feira de Todos os Santos continua a afirmar-se como um evento emblemático do concelho, preservando uma tradição que atravessa gerações e proporcionando momentos de encontro e convívio à população e a quem visita Silves.

O Município de Silves convida todos a visitar a Feira de Todos os Santos e a desfrutar de mais uma edição repleta de cor, animação e espírito festivo.

Programa:

» Dia 30 de Outubro: 21h30 – Grupo Musical Gerações                   

» Dia 31 de outubro: 21h30 – Cromos da Noite

» Dia 1 de novembro: 15h00 – Luís Simenta canta Alentejo

                                     17h00 – Chave D’Ouro

[the_ad id="555438"]

Atleta de Faro Madalena Santos conquista medalha de bronze no Campeonato do Mundo de Karaté

19 October 2026 at 19:17

Atleta do Karate Clube de Faro volta a brilhar ao mais alto nível internacional, depois de se ter sagrado Campeã da Europa em fevereiro.

A atleta Madalena Santos, do Karate Clube de Faro, conquistou a medalha de bronze na categoria de Kumite Cadetes Feminino +61 kg, no Campeonato do Mundo de Cadetes, Juniores e Sub-21 de Karaté, que decorreu entre os dias 14 e 18 de outubro, em Bielsko-Biała, na Polónia.

Esta conquista representa mais um resultado de excelência para o karaté algarvio e português, confirmando o talento, a dedicação e a qualidade competitiva da jovem atleta do clube farense, que voltou a demonstrar estar entre as melhores do mundo na sua categoria.

A medalha de bronze agora alcançada vem juntar-se a um percurso internacional de grande destaque. Em fevereiro deste ano, Madalena Santos sagrou-se Campeã da Europa de Cadetes, na categoria de Kumite Feminino +61 kg, no Campeonato da Europa realizado em Limassol, no Chipre.

Num ano particularmente marcante para a jovem karateca, estes resultados confirmam o trabalho desenvolvido pelo Karate Clube de Faro na formação de atletas e na preparação para as grandes competições internacionais.

O clube destaca o empenho e a determinação da atleta, bem como o trabalho da equipa técnica e o apoio de todos os que contribuem diariamente para o seu percurso desportivo.

Com o título de Campeã da Europa e, agora, a medalha de bronze no Campeonato do Mundo, Madalena Santos afirma-se como uma das grandes referências do karaté jovem português, levando o nome de Faro, do Algarve e de Portugal ao pódio internacional.

O Karate Clube de Faro felicita a Madalena Santos por esta extraordinária conquista, que constitui motivo de orgulho para o clube, para a cidade de Faro e para toda a região do Algarve.

Venezuela celebra con júbilo el primer aniversario de sus primeros santos

19 October 2026 at 15:00
Tras décadas de devoción y oración, los testimonios de sanación y protección ratifican la confianza de los creyentes en la intercesión de San José Gregorio Hernández y la Santa Carmen Rendiles.

Rádio Nacional transmite duelo Fluminense x Santos pelo Brasileirão

18 October 2026 at 12:24

Logo Agência Brasil

A Rádio Nacional leva ao ar neste domingo (18) o confronto entre Fluminense e Santos, válido pela 31ª rodada do Brasileirão Masculino 2026. A bola rola a partir das 15h30, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). 

Jogando em casa, o Fluminense busca a recuperação após a derrota na última rodada para o rival Flamengo. Quarto colocado na tabela, com 51 pontos, o Tricolor precisa da vitória para se consolidar no G4. Já o Santos, oitavo colocado com 42 pontos, vai ao Rio em busca dos três pontos para se aproximar da parte de cima da tabela e garantir uma vaga em competições internacionais. 

Notícias relacionadas:

As transmissões da Rádio Nacional iniciam com a faixa Show de Bola Nacional e contarão com uma equipe completa para levar ao público todas as emoções dos confrontos. A cobertura da partida tem um time de peso na equipe de esportes da emissora: a narração fica por conta de André Luiz Mendes, com comentários de Mário Silva. Por fim, Rafael Monteiro comanda a reportagem e o plantão de informações da rodada.   

A transmissão da partida entra no ar para parte da rede em AM e OC, além da FM no Rio de Janeiro, no Alto Solimões e parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP).

A Nacional FM nas demais praças segue com o conteúdo musical. O ouvinte pode ficar ligado nas produções preferidas pelo dial, no app Rádios EBC e no site da emissora. Os áudios ainda estão disponíveis em tempo real por streaming nas duas plataformas.   

Sobre o Campeonato Brasileiro   

O Campeonato Brasileiro é a liga brasileira de futebol profissional entre clubes do Brasil, sendo a principal competição futebolística no país. Por meio da disputa, são indicados os representantes brasileiros para a Copa Libertadores da América (junto ao campeão da Copa do Brasil).   

Vinte clubes participam do torneio. No decorrer da temporada, cada time joga duas vezes contra os outros (em um sistema de pontos corridos), uma vez em no próprio estádio e a outra no do adversário, em um total de 38 jogos.   

As equipes recebem três pontos por vitória e um por empate. Os clubes são classificados pelo total de pontos, depois pelo saldo de gols e, em seguida, pelos gols marcados. Em caso de empate entre dois ou mais times, os critérios de desempate são: maior número de vitórias; maior saldo de gols; maior número de gols pró; confronto direto; menor número de cartões vermelhos recebidos; e menor número de cartões amarelos recebidos.   

Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas   

Aproveite a transmissão do Brasileirão Masculino e ajude a escolher a vencedora da categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas. A premiação criada pela TV Brasil e pela Petrobras vai reconhecer ainda atletas, treinadores e treinadoras, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026.  

A votação da categoria com voto popular vai até 31 de outubro.

Acampadas violências | Por José Figueiredo Santos

18 October 2026 at 12:18

Há violências que irrompem nas ruas, de punho erguido e rosto descoberto, e outras que preferem a penumbra dos gabinetes, a respeitabilidade das instituições e a linguagem asséptica dos regulamentos. Umas empunham armas; outras manejam despachos, multiplicam procedimentos e invocam, com a fleuma dos irrepreensíveis, as inevitabilidades do sistema. Umas ameaçam pela força; outras exercem-na sem levantar a voz. Todas, porém, se tornam perigosas quando a razão capitula, o medo se instala e a força, perdida a vergonha, reclama para si o direito de governar.

O século XX, com a sua indústria triunfante, a massificação dos desejos e a burocratização da existência, deixou-nos uma lição que o nosso otimismo tecnológico parece obstinado em esquecer: o progresso das máquinas não obriga ao progresso dos homens. Aperfeiçoámos os instrumentos, multiplicámos as necessidades, catalogámos a vida em repartições cada vez mais minuciosas e construímos, em nome da eficiência, prodigiosas maquinarias estatais para administrar pessoas. Mas, nem por isso, aprendemos a viver melhor uns com os outros. A sociedade cresceu em organização e perdeu em comunidade; o indivíduo ganhou em informação, mas ficou-se pelo anonimato e pelo emudecimento da voz, e descobriu que entre o direito de participar e o poder efetivo de decidir se espraia, tantas vezes, um abismo regulamentado com todo o cuidado.

Não admira, pois, que os apelos à não violência sejam hoje recebidos, em certos círculos, como uma ingenuidade de salão, própria de quem nunca teve de enfrentar a brutalidade do mundo. Discute-se, com a desenvoltura de quem não arrisca a pele no argumento, a legitimidade dos meios violentos de resistência à opressão, como se a nobreza dos fins pudesse lavar a infâmia dos meios. Em tempos de violências acampadas à porta da razão, insistir na distinção entre poder e violência parece, por vezes, uma excentricidade académica. E, no entanto, é precisamente quando essa distinção começa a ser tratada como um luxo que mais importa defendê-la — sem confundir o poder político com o monopólio estatal da violência legítima, na formulação clássica de Max Weber.

Convém, a este propósito, regressar a Hannah Arendt. Para a pensadora, o poder nasce quando os homens agem em conjunto, sustentados pelo consentimento e pela capacidade de construir um espaço público comum. A violência, pelo contrário, é instrumental: precisa de armas, de máquinas, de dispositivos de coerção; carece, em suma, de meios que substituam aquilo que já não consegue obter pela adesão. Onde o poder vacila, a violência oferece-se como sucedâneo. Promete restaurar a autoridade, mas corrói-lhe os fundamentos; impõe obediência, mas não fabrica legitimidade. É capaz de calar uma praça D. João I ou um concentrado de Rossio, não de conquistar a confiança de quem nelas é calado. E pode destruir o poder com uma eficácia que nunca conseguirá reproduzir na sua construção.

Curem-se da ilusão, pois, os devotos do tacão, que tentam mascarar a fragilidade do poder elevando o tom da ameaça e a vulgaridade da coação, seja apelidando os outros de arruaceiros, seja ordenando que os encostem à parede. Repete-se à exaustão, entre o senso comum e certas teorias políticas, que o poder nasce do fuzil. Trata-se de um chavão de fácil encanto para quantos preferem a obediência cega ao acordo mútuo e o medo ao trabalho paciente do convencimento.

Uma arma pode impor silêncio, produzir submissão e espalhar terror. Mas o silêncio não é consentimento, a submissão não é adesão e o terror não é poder político. Quando uma autoridade precisa de recorrer incessantemente à força para provar que ainda manda, talvez já tenha perdido aquilo que a legitimava: a capacidade de ser reconhecida sem ter de se impor a cada instante.

De Paris ao Porto, de Lisboa a Moscovo, esta verdade não deveria carecer de demonstração. E, contudo, continuamos a comportar-nos como se a violência pudesse resolver aquilo que a política deixou por dirimir. Como se o estrondo dispensasse o argumento, a confrontação poupasse o trabalho de diálogo e a destruição fosse uma expedita forma de construção. Como se a cólera, pelo simples facto de ter uma causa por base, adquirisse o privilégio de todas as razões. A indignação pode ser justa; os seus instrumentos, porém, não ficam por isso absolvidos. Há causas legítimas defendidas por meios que acabam por as desfigurar — e há revoltas que, de tanto combaterem a opressão, começam a aprender-lhe os métodos.

A História oferece-nos um inventário eloquente destas frustrações. Da guerra do Vietname aos movimentos estudantis de maio de 1968, dos protestos contra a burocracia estatal às revoltas juvenis em França, reaparece, sob circunstâncias diversas, uma inquietação comum: a de cidadãos que se sentem afastados dos lugares onde o seu destino coletivo é decidido. A juventude protesta, por vezes com desordem e violência, contra sistemas que lhe exigem paciência, mas lhe recusam influência; que lhe prometem participação, mas que apenas lhe entregam formulários; que a convocam para a democracia e depois se espantam quando ela pretende exercer o direito de intervir. As instituições, entretanto, recomendam serenidade, abrem um processo, nomeiam uma comissão e aguardam que a indignação, por cansaço ou falta de expediente, acabe por desaparecer.

Já em 1981, Pierre Rosanvallon chamava a atenção para o facto de a crise do Estado social não se esgotar nas contas públicas nem no equilíbrio financeiro. Era também uma crise cultural e de legitimidade. A questão não consistia apenas em saber quanto custava o Estado, mas em compreender por que razão tantos cidadãos deixavam de reconhecer nele um instrumento da sua vontade coletiva. Quando a palavra parece inútil, a participação se converte em ritual e a ação política se reduz à escolha periódica de representantes, a violência insinua-se como atalho para a mudança. Promete chegar depressa onde o diálogo parece não chegar nunca. Esquece-se, porém, de que os atalhos também conduzem a becos sem saída — e de que o caminho de regresso é, muitas vezes, mais penoso do que aquele que nos levou até lá.

A violência possui, sem dúvida, uma racionalidade instrumental: escolhe meios, calcula efeitos, procura alcançar fins imediatos. O seu perigo começa quando os meios se emancipam dos fins, quando a destruição deixa de ser uma exceção e se transforma em linguagem, quando a brutalidade, de tanto se repetir, adquire a enganadora aparência da normalidade. Nesse momento, já não é apenas a ordem pública que está ameaçada. É a própria capacidade de uma sociedade se reconhecer como comunidade política, isto é, como lugar onde as diferenças podem coexistir sem que cada divergência se converta numa batalha.

É então que a política fica suspensa — e com ela a suspensão da possibilidade de resolver o conflito sem o entregar à brutalidade da força. Na sua expressão mais nobre, a política transforma antagonismos em debate, interesses em negociação e conflitos em decisões partilhadas. Não elimina a divergência, nem promete a harmonia fácil dos discursos oficiais; impede, isso sim, que a divergência tenha de acabar no esmagamento do adversário. A violência dispensa o argumento e exige a submissão. Uma vez aceite como método habitual, alimenta-se de si própria: cada golpe reclama uma resposta, cada resposta legitima um novo golpe, cada vítima descobre no sofrimento a justificação para a represália. No fim, todos se declaram ofendidos, todos reclamam justiça e quase ninguém se reconhece responsável pelo incêndio.

Talvez resida aqui uma das contradições mais inquietantes do nosso tempo: queremos viver em democracia, mas nem sempre aceitamos a disciplina interior que ela exige. Reclamamos autoridade, desde que não nos contrarie; exigimos liberdade, desde que não nos incomode; defendemos o diálogo, até ao instante em que o outro começa a falar. Somos tolerantes enquanto não somos contrariados, democratas enquanto a decisão nos favorece, pacifistas enquanto a indignação alheia não perturba a nossa tranquilidade. Depois, surpreendemo-nos com a violência, como se ela tivesse chegado de um mundo estranho e não fosse também, por vezes, o resultado das nossas renúncias, das nossas cumplicidades e da nossa incapacidade de escutar.

E assim vamos acampando violências, nas ruas e nas consciências, diante das instituições e dentro delas, convencidos de que a força poderá realizar aquilo que a razão, a justiça e a política não conseguiram. Esquecemo-nos de que a violência pode conquistar um espaço, impor uma vontade, derrubar uma porta ou silenciar uma multidão. O que não consegue, por si só, é construir uma casa comum. Para isso são precisos outros instrumentos, menos espetaculares e mais exigentes: confiança, responsabilidade, justiça, liderança e a difícil disposição de reconhecer no adversário alguém com quem teremos, a inevitabilidade de continuar a viver.

O confronto físico até pode ditar quem sai vitorioso, mas nunca definirá quem tem razão ou quem tem legitimidade. Afinal, a violência destrói, mas não tem a competência para reconstruir uma vida digna nos dias que se lhe seguirão.

E talvez seja essa a pergunta que deveríamos fazer antes de cada confronto, antes de cada palavra incendiária e de cada gesto que se julga irreversível: quando a violência toma o lugar da política, quem ganha verdadeiramente o poder — e quem fica, afinal, sem ele?

Leia também: Lideranças políticas que temos | Por José Figueiredo Santos

George Santos: ‘I’d jump to serve’ as White House press secretary

17 October 2026 at 16:02
Former Rep. George Santos (R-Fla.) pitched himself on Friday to fill the vacancy left by White House press secretary Katie Zacharia.  “Hey I’m not technically open for a job because I have one already…. butttttttt… I’d jump to serve POTUS as press secretary in a heart beat. Just saying,” the former Republican lawmaker wrote on…

Deputados socialistas pedem respostas sobre adiamento da ULS do Alto Tâmega e Barroso

10 October 2026 at 12:13

VTM

Rui Santos e Júlia Rodrigues, deputados do Partido Socialista eleitos por Vila Real e Bragança, querem conhecer o estudo realizado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) sobre a sustentabilidade da futura Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Tâmega e Barroso e pedem esclarecimentos ao Governo sobre o futuro do projeto.

Segundo informação enviada por comunicado, os deputados dirigiram uma pergunta à Ministra da Saúde, exigindo o envio integral do estudo, depois de a ministra ter afirmado, numa recente audição na Comissão de Saúde, que o documento concluiu que o projeto não reúne, neste momento, condições de sustentabilidade. A criação da nova ULS acabou, por isso, por ser adiada.

Anunciada pelo Governo em novembro de 2024, a criação da ULS do Alto Tâmega e Barroso é considerada pelos deputados uma resposta importante para a reorganização dos cuidados de saúde na região. Nesse sentido, defendem que a Assembleia da República deve ter acesso ao documento que fundamenta a decisão governamental.

“Se existe um estudo que sustenta uma decisão com impacto direto na organização dos cuidados de saúde no Alto Tâmega e Barroso, esse estudo tem de ser conhecido. O Parlamento não pode exercer plenamente a sua função de fiscalização se o Governo invoca conclusões de um documento que ninguém conhece”, afirma Rui Santos.

Na pergunta dirigida à Ministra da Saúde, os deputados solicitam a disponibilização integral do estudo, incluindo os anexos, os dados de suporte e os pressupostos utilizados. Pedem também a identificação da entidade ou equipa responsável pela elaboração do documento, a data da sua conclusão e os respetivos termos de referência ou despacho que determinou a sua realização.

Os parlamentares pretendem ainda conhecer eventuais pareceres ou informações da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS), da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) ou da administração da ULS de Trás-os-Montes e Alto Douro que tenham analisado o estudo ou as suas conclusões.

Para Rui Santos e Júlia Rodrigues, importa não só conhecer o conteúdo do documento, mas também perceber os fundamentos que levaram à conclusão de que a nova unidade não é sustentável e quais as medidas que o Governo pretende adotar na sequência dessa avaliação.

“A nova ULS foi apresentada como uma resposta de reorganização dos cuidados de saúde na região e as populações do Alto Tâmega e Barroso têm direito a saber o que mudou, por que razão o projeto deixou de avançar e quais são agora os planos do Governo”, sublinha Rui Santos.

O deputado considera ainda que “não pode haver decisões estruturais para o futuro do SNS baseadas em estudos que permanecem inacessíveis ao Parlamento e às populações afetadas”.

The post Deputados socialistas pedem respostas sobre adiamento da ULS do Alto Tâmega e Barroso appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

❌