El presidente estadounidense, Donald Trump, expresó este domingo su respaldo al primer ministro Benjamin Netanyahu de cara a las elecciones israelíes del 27 de octubre. No estaba claro qué efecto tendría ese apoyo entre los votantes, ya que muchos israelíes han manifestado su decepción con Trump por el resultado de la guerra con Irán y su propuesta de alto el fuego.
A nota de repúdio foi conhecida hoje em comunicado da porta voz da UE para os negócios estrangeiros. E ainda, novo Ministro da Defesa do Irão promete ripostar contra vizinho, caso EUA ataquem.
Madalena Meyer Resende, especialista em relações internacionais, avisa que a Europa não tem capacidade militar para substituir os Estados Unidos no apoio antiaéreo e de inteligência à Ucrânia.
Diplomatas da Bélgica, França e Polónia foram alvos de um ataque numa aldeia da Cisjordânia. IDF condenam colonos, mas Netanyahu fala em "campanha de difamação".
Dos petroleros se incendiaron este sábado 17 de octubre tras chocar contra minas navales mientras intentaban atravesar el estrecho por una ruta no autorizada por Teherán, según medios estatales iraníes. En paralelo, el ministro de Exteriores, Abbas Araqchi, aseguró que el tráfico en Ormuz podría reabrirse en un plazo de siete días si Estados Unidos acepta una propuesta presentada por Irán a través de Qatar.
Como é que a memória judaica se constrói através daqueles que criticaram a criação de um estado soberano? O Observador faz a pré-publicação de um excerto do livro "Antissionismo", a publicar dia 19.
Presidente norte-americano anunciou que Moscovo vai fornecer aos EUA milhares de toneladas de gasóleo no âmbito do "acordo energético". Suspensão de sanções surge em momento tenso entre EUA e Ucrânia.
Dois projéteis atingiram uma área militar do aeroporto da cidade portuária de Aden. Os rebeldes houthis reivindicaram o ataque. Não há registo de vítimas.
Pesa quase dez toneladas, foi usada apenas uma vez e produz uma das maiores ondas de choque entre as armas convencionais norte-americanas. Pode “a mãe de todas as bombas” produzir o resultado da guerra que Donald Trump procura e ainda não conseguiu atingir?
Bernardo Valente afirma que é urgente obter autonomia estratégica na defesa perante a volatilidade dos EUA. Considera ainda que, Trump vê a Rússia como "potência média" e transacional.
Fotojornalista Heidi Levine foi espancada por colonos, que tentavam impedir os palestinianos de fazerem a colheita da azeitona. Forças israelitas garantem que estão a investigar o incidente.
Bruno Cardoso Reis considera que postura de Zelensky prioriza defesa do país à diplomacia. Relativamente à aproximação EUA-Moscovo: alerta para "clara simpatia" de Trump por líderes autoritários.
A UNICEF denunciou que 800 mil crianças continuam deslocadas e que 60 mil perderam um ou ambos os pais no contexto de guerra. A organização pede que entre em Gaza toda a ajuda de forma contínua.
Inundações causaram danos avultados em habitações, no comércio e infraestruturas nas duas regiões. Último balanço dá conta de cinco mortos, três pessoas estão desaparecidas.
Trump assume não ser "fã" de Zelensky, sobretudo com a Ucrânia a insistir nos ataques a refinarias de petróleo russas. Sobre o Irão, continua a não descartar usar a "mãe de todas as bombas".
Donald Trump falou ao canal de televisão de tendência conservadora "Newsmax", afirmando que não está a ponderar o envio de tropas para o Irão. Acrescentou que a "mãe de todas as bombas" não é nuclear.
As rivalidades do Golfo projetam-se cada vez mais no Corno de África e, em sentido inverso, os conflitos africanos repercutem-se nas dinâmicas de poder do Médio Oriente.
Publicada na capa do Público em outubro de 2025, a obra sobre a guerra em Gaza valeu ao artista o Grande Prémio, o 1.º lugar editorial e 3.º em caricatura.
João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, defende que o eventual uso da maior bomba dos EUA no Irão confirma o falhanço militar e o desespero de Washington.