O prémio possível: Portugal conquista bronze no Mundial


Portugal terminou hoje na terceira posição o Mundial de hóquei em patins, após vencer a Espanha, ainda campeã em título, por 5-3, no jogo para atribuição do bronze, disputado no Paraguai.
Em Luque, o encontro chegou empatado a dois ao intervalo, na sequência dos golos Gonçalo Alves (04) e Rafael Bessa (20) para Portugal, e do ‘bis’ de Marc Grau (01 e 20) para a Espanha.
No segundo tempo, Xano Edo (30) marcou na própria baliza, colocando a Espanha em vantagem, resultado que Hélder Nunes (31), Rafa Bessa (34) e Gonçalo Alves (50) inverteram, garantindo o triunfo de Portugal, atual campeão europeu.
Portugal, que tinha sido quarto classificado no Mundial de 2024, disputado em Itália, somou a sua 16.ª medalha de bronze em Mundiais, que junta a 16 títulos, o último dos quais conseguido em 2019, e 12 pratas.
A final do Mundial de hóquei em patins, que ditará o sucessor de Espanha no palmarés de vencedores, vai opor ainda hoje a Argentina à França, que luta pelo título pela primeira vez.
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O Paredes, da Liga 3, eliminou hoje o Famalicão, da I Liga, da Taça de Portugal de futebol, ao vencer por 1-0, num encontro da terceira eliminatória decidido por Miguel Moreno.
O avançado marcou aos 40 minutos e garantiu o apuramento para a quarta ronda, numa partida em que o guarda-redes Fábio Matos também foi decisivo para o triunfo dos anfitriões.
Vice-líder da Série A da Liga 3, o Paredes entrou melhor, apoiado pelos seus adeptos, e conseguiu condicionar a equipa de Carlos Carvalhal, que só criou perigo uma vez antes do intervalo.
Aos 16 minutos, Romeo Beney tentou surpreender com um remate em arco, mas encontrou uma grande defesa de Fábio Matos, que manteve o nulo.
O golo surgiu aos 40, quando João Vigário lançou Miguel Moreno nas costas da defesa famalicense. O atacante ganhou em velocidade e rematou colocado, dando vantagem aos locais pouco antes do descanso.
Na segunda parte, o Famalicão procurou empatar, mas voltou a esbarrar em Fábio Matos. Aos 63 minutos, o guarda-redes negou o empate a Sorriso, que rematou no interior da área, e, aos 67, voltou a destacar-se perante uma tentativa de Aboubakar.
A equipa minhota não conseguiu evitar a eliminação, depois de ter perdido por 4-1 com o Alverca no campeonato, enquanto o Paredes prolongou o bom momento na Taça.
Após o apito final, registaram-se momentos de tensão, com agressões, insultos e empurrões, num desfecho marcado pela exaltação de ânimos.
Jogo disputado no Estádio Municipal das Laranjeiras, em Paredes.
Paredes – Famalicão, 1-0.
Ao intervalo: 1-0.
1-0, Miguel Moreno, 40 minutos.
– Paredes: Fábio Matos, Pedro Araújo, Dénis Duarte, Gustavo Fernandes, João Vigário (Francisco Canário, 65), Brais Val, Diogo Silva, Daniel Rodrigues (Ruca, 73), Miguel Moreno (Yuk Jin-Young, 86), Franco Almara e Erik Santana.
(Suplentes: Tiago Gonçalves, Zé Oliveira, David Veiga, José Macedo, Diogo Outeiro, Vasco Rocha, Francisco Canário, Ruca e Yuk Jin-Young).
Treinador: Agostinho Bento.
– Famalicão: Zlobin, Rodrigo Pinheiro, Leo Realpe, Victor Rofino, Gustavo Garcia (Pedro Bondo, 56), Van de Looi (Salas, 90), Mathias Amorim, Tamaz Szukcs (Pedro Santos, 56), Romeo Beney (Gil Dias, 56), Sorriso e Koustias ((Abubakar, 64).
(Suplentes: Garbriel Cabral, Marcos Peña, Pedro Bondo, Serafimovic, Abubakar, Pedro Santos, Paulo Moreira, Salas, Gil Dias).
Treinador: Carlos Carvalhal.
Árbitro: Miguel Fonseca (AF Porto).
Ação disciplinar: cartão amarelo para Rodrigo Pinheiro (58), Pedro Araújo (73), Pedro Bondo (90+5), Aboubakar (90+5), Salas (90+5). Cartão vermelho direto para Gil Dias (após o apito final).
Assistência: 2.483 espetadores.
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O antigo jogador do Sporting vai falhar, pelo menos, o embate com os espanhóis do FC Barcelona para a Liga dos Campeões, na terça-feira, e os encontros com o Lyon, de Paulo Fonseca, e Le Havre, ambos para a Ligue 1.


O coordenador do BE defendeu hoje que a lei do arrendamento terá como destino o “caixote do lixo” e considerou que o presidente do Chega está “à rasca” depois de se ter disponibilizado para viabilizar a proposta do Governo.
Em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa, após uma reunião da Mesa Nacional do BE, José Manuel Pureza defendeu que o Governo, “perante a grandeza das mobilizações, perante a enorme capacidade de juntar gente, não tem outro remédio que não seja ouvir, e ouvir bem, aquilo que a rua está a dizer”.
“O Governo, se fosse responsável, não faria outra coisa que não fosse ouvir, escutar com atenção e tomar decisões em relação a isso”, sustentou, criticando as palavras do ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, que disse que o executivo não vai ceder “aos gritos que vêm da rua”.
Minutos depois de André Ventura ter anunciado um conjunto de medidas para a habitação, Pureza afirmou que o presidente do Chega demonstrou estar numa “situação aflitiva” depois do acordo com o PSD que permitiu aprovar na generalidade as alterações à lei do arrendamento propostas pelo Governo.
“Dizendo as coisas em bom português, André Ventura está à rasca. É o que resulta claramente daquela conferência de imprensa”, atirou.
O líder bloquista antecipou que as alterações à lei do arrendamento terão o mesmo destino da revisão da lei laboral que o Governo pretendia fazer: “Isso vai acontecer e já todos perceberam que isso vai ser assim, dada a força das mobilizações […]. O destino dessa lei é o mesmo que teve o pacote laboral, ou seja, o caixote do lixo”.
Inquirido sobre as propostas anunciadas pelo Chega, Pureza acusou Ventura de ter dedicado mais de metade da conferência de imprensa à imigração enquanto votou favoravelmente o regime dos vistos ‘gold’.
“A única coisa que seria séria por parte de André Ventura, é essa única proposta que, na verdade, ele tem que fazer, é a proposta de rasgar o acordo que fez com o PSD”, afirmou.
Pureza afirmou que “só a esquerda está em condições de apresentar propostas” que respondam à “aflição das pessoas”, recordando as iniciativas do Bloco para fixar tetos nas rendas e atribuir à Caixa Geral de Depósitos “um papel orientador em matéria de política de crédito para a compra de habitação”, reduzindo as suas margens de lucro na mesma proporção de eventuais aumentos das taxas de juro do Banco Central Europeu (BCE).
Questionado sobre a postura do Presidente da República nesta matéria, o coordenador do Bloco sublinhou que o partido “nunca teve nenhuma ilusão” sobre António José Seguro, mas considerou “lamentável” que o chefe de Estado se tenha pronunciado “não para falar de habitação”, mas sim de segurança.
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El paso de la DANA Adam por la Península ha provocado este fin de semana la muerte de una mujer que fue arrastrada por una riera en Barcelona y un reguero de incidencias en el litoral mediterráneo, donde este domingo Valencia, Alicante, Ibiza o Formentera han estado en alerta máximo ante las peligrosas lluvias torrenciales. Los avisos, eso sí, seguirán activos este lunes en varias comunidades, donde se seguirán produciendo tormentas, acumulados importantes e inundaciones. Lo más complicado se espera de nuevo en la Comunidad Valenciana y Baleares, donde numerosos municipios han cancelado las clases. Solo en la primera son más de 40 municipios y más 87.000 alumnos afectados.
El temporal provocado por la DANA ha seguido produciendo así todo tipo de incidentes. En Cataluña, los equipos de emergencias han localizado este domingo el cuerpo de la mujer de 35 años que se encontraba desaparecida desde el sábado por la tarde tras haber sido arrastrada por una riera en la localidad barcelonesa de Cabrera del Mar. Los hechos ocurrieron sobre las 19:30 horas, cuando la mujer caminaba junto a su marido y sus dos hijos en la zona del pabellón municipal de Cabrera, ubicado en las inmediaciones de la riera, donde la familia había acudido para ver un partido de baloncesto.
Tal y como ha explicado el alcalde de Cabrera, Óscar Fernández, mientras ocurría el acontecimiento deportivo se dio el aviso de lluvia torrencial en el municipio, por lo que se pidió a todos los asistentes que no salieran de las instalaciones. A pesar de ello, ha contado el regidor, "algunas personas" decidieron salir del pabellón. Entre ellas se encontraba la familia, quienes caminaban por una calle anegada de agua cuando, de repente, la mujer cayó en una riera y fue entonces arrastrada por la fuerza del agua. Tras un amplio dispositivo de búsqueda, en el que han participado 18 dotaciones de los bomberos, Mossos d'Esquadra, Policía Local y Salvamento Marítimo, las autoridades han encontrado finalmente el cuerpo sin vida sobre las 11:00 horas en el puerto de Premià, a unos 6 kilómetros del punto en el que desapareció.
Tras conocerse los hechos, Fernández ha expresado el pésame por parte de su Ayuntamiento. Además, ha asegurado que se va a decretar un día de luto y que se va a llevar a cabo un minuto de silencio en recuerdo de la mujer. El president de la Generalitat, Salvador Illa, ha lamentado la muerte de la mujer en un mensaje en sus redes sociales y ha transmitido su pesar a los familiares de la víctima, al tiempo que ha agradecido el trabajo de los efectivos del dispositivo de búsqueda.
En el resto de Cataluña, aunque la DANA ha dado algo más de tregua que el sábado, la Generalitat ha mantenido activada la alerta de su plan Inuncat de Protección Civil, ya que, si bien han cesado durante la jornada las lluvias torrenciales, se espera que este lunes se reactiven las fuertes precipitaciones. Fuentes de los Bomberos han informado que, desde el inicio de las precipitaciones se han recibido un total de 430 llamadas que han generado en 337 incidentes por las lluvias, la mayoría de ellos en las comarcas del norte y litoral de Barcelona.
Las lluvias han afectado además al tráfico aéreo y se han ocasionado hasta 45 cancelaciones de vuelos en el aeropuerto de Barcelona-El Prat, aunque durante la mañana el aeropuerto ha vuelto ya a funcionar con normalidad. De igual forma, Rodalies de Cataluña también ha recuperado este domingo su servicio, que quedó suspendido el sábado a partir de las 22:00 horas debido a afectaciones en las varias de sus líneas.
Los datos recabados por el servicio Meteocat indican que hacía seis años que no llovía tanto en un solo día en Cataluña. Desde el mediodía de este sábado y hasta las 09:00 horas de este domingo, numerosos puntos del este de Cataluña han superado los 50 litros por metro cuadrado. En Ciuret, en la comarca de Osona, se han llegado a acumular 97,7, mientras que en algunos puntos del Vallès y el Baix Llobregat han llegado cerca de 100 litros por metro cuadrado.
Otro de los puntos críticos por el temporal ha sido la Comunidad Valenciana, con el litoral sur de Valencia y el norte de Alicante en alerta roja (peligro extraordinario) por lluvias durante toda jornada, un aviso que, lejos de remitir, se mantendrá en activo hasta las 10:00 horas de este lunes, cuando pasará a ser amarillo. Ante las lluvias persistentes, la Generalitat ha enviado un mensaje Es-Alert en el que se ha pedido a los ciudadanos de las zonas afectadas que evitasen desplazamientos, que no cruzasen zonas inundables y que se alejasen de ríos, barrancos, cauces y paseos marítimos.
Además, se ha producido una víctima mortal: una mujer ha muerto en Sagunto tras decidir bañarse en la playa de Corinto de esta localidad. La alerta se dio a las 20:13 horas y tras unas horas de búsqueda dificultadas por el oleaje, su cuerpo apareció en la playa de Canet d'En Berenguer.
Las precipitaciones han afectado especialmente a la comarca de La Safor, donde este domingo se han llegado a superar los 200 litros por metro cuadrado. En concreto, el observatorio de Avamet en Real de Gandía acumula 217,6 litros, en Rafelcofer 213,4 y en Benirredrá 201,4. Con estas cifras, el Centro de Coordinación de Emergencias de la Generalitat ha informado que se han gestionado un total de 236 incidentes por daños materiales en vía pública y por incidentes en la red viaria. La mayoría se ha producido en Alicante (145), seguida de Valencia (87) y Castellón (4).
Este Centro de Emergencias ha activado además la preemergencia hidrológica nivel amarillo del Plan Especial de Inundaciones en la zona de Pego-Girona-Gorgos, en la provincia de Alicante, una declaración que insta a los municipios de la zona a activar sus planes municipales de inundaciones y emergencias y a intensificar la vigilancia de los cauces y otros puntos conflictivos. Durante la tarde, la localidad de Pego ha llegado a sumar 85 litros por metro cuadrado de precipitación en solo 45 minutos. También se han llegado a producir inundaciones en el municipio alicantino de Denia.
En Baleares, la alerta roja por precipitaciones también ha estado activada este domingo desde primera hora de la mañana en Ibiza y Formentera, mientras que Mallorca ha permanecido con alerta naranja, a la espera de que se active la alerta roja durante la madrugada de este lunes. El episodio de lluvias intensas ha dejado hasta el momento registros significativos como los 97,4 l/m² en una hora, entre los 8 y las 9:00 horas de la mañana, en Formentera, o los 122,8 l/m² acumulados en 24 horas en esa isla (hasta las 18:10 horas).
Las fuertes tormentas han hecho que se active la Unidad Militar de Emergencias (UME), que ha movilizado unidades de su tercer batallón en la base de Valencia para colaborar con los servicios de emergencias tanto en Ibiza como en Mallorca. El Govern ha activado asimismo el Plan Especial para hacer frente al riesgo de inundaciones (Inunbal), en situación operativa 2 en Ibiza y Formentera y se han enviado dos mensajes Es-Alert a todos los ciudadanos de ambas islas. En el primero de ellos, Protección Civil ha pedido a los ciudadanos precaución y que evitasen zonas inundables hasta que remitiesen las condiciones adversas. En el segundo mensaje, emitido tan solo 25 minutos después, se ha anunciado la suspensión de todas las actividades deportivas, sociales y culturales en el exterior ante el riesgo de inundaciones.
El temporal ha obligado a paralizar además en dos ocasiones las operaciones del aeropuerto de Ibiza, lo que ha provocado 27 cancelaciones de vuelos y 16 desvíos, afectando tanto a vuelos nacionales como internacionales. Además, la carretera del aeropuerto permanece cerrada por inundación, pero se han habilitado vías alternativas para llegar hasta él. En este punto, de hecho, se han acumulado 121,3 l/m² en las últimas 24 horas. Hasta las 14:00 horas, el Centro coordinador Emergencias 112 ha registrado 87 incidencias, la mayoría por inundaciones en establecimientos, caídas de árboles o desprendimientos de elementos urbanos.
La DANA Adam ha golpeado a su vez territorio andaluz, con algunas zonas de Sevilla, Málaga, Cádiz, Almería y del litoral de Granada en aviso naranja por lluvias de 50 litros por metro cuadrado en una hora. En total, el centro de Emergencias de Andalucía ha atendido 357 incidencias desde el inicio del las precipitaciones. Una de las zonas más afectadas ha sido la barriada de El Palo, en Málaga, donde una parte del techo de un centro de salud se ha caído sin que se hayan producido daños personales. En toda la ciudad, además, se ha activado el Plan Territorial de Emergencia de Protección Civil.
Otra de las localidades más afectadas ha sido Algeciras, en Cádiz, donde el puerto y varias calles del municipio han quedado completamente anegadas y el Ayuntamiento se ha visto obligado a activar la fase 1 del Plan de Emergencia Municipal. En la localidad de El Cuervo, en Sevilla, la lluvia ha provocado el desbordamiento de varios arroyos, lo que ha complicado el tráfico en la autopista AP-4 a su paso por la localidad. En Motril, Granada, las tormentas han hecho que se suspenda el Campeonato de Andalucía de Media Maratón para el que había apuntados cerca de 2.500 corredores.
Por otro lado, durante la tarde la Agencia Estatal de Meteorología (Aemet) ha emitido un aviso especial por lluvias muy fuertes y persistentes en la Región de Murcia, así como en la provincia de Almería, lo que ha llevado a las autoridades a pedir precaución a la población. El 112 de Murcia ha atendido un total de 122 incidentes desde la llegada de la borrasca. En Extremadura, el Centro de Atención de Urgencias y Emergencias ha activado los avisos amarillos en zonas del sur de Badajoz por lluvias de hasta 20 litros por metro cuadrado en una hora.
Con todo, la DANA Adam no se aleja de la Península y este lunes la Aemet prevé que continúe la situación de inestabilidad en buena parte del país, especialmente en la Comunidad Valenciana, en los litorales del sureste y de Baleares, donde se prevén tormentas de intensidad muy fuerte o torrencial. A lo largo del día, eso sí, irán debilitándose, aunque las lluvias se desplazarán hasta Cataluña, donde pueden darse entre el lunes por la tarde y el martes chubascos muy fuertes.
La Comunidad Valenciana seguirá manteniendo así la alerta roja hasta las 10.00 horas en el litoral sur de Valencia y en el norte de Alicante. Ante ello, un total de 42 municipios de estas zonas han informado de la suspensión de las clases durante el lunes como medida preventiva. Las localidades que han adoptado esta medida en Valencia son: Gandía, Beneixida (hasta las 11:30), L'Alcúdia, Fortaleny, Algemesí, Oliva, Alberic, Carcaixent, Carlet, Montroi, Càrcer, Cullera, Sollana, Albalat de la Ribera, Riola, Tavernes de la Valldigna, Xeraco, Bellreguard, Piles, Benirredrà, Xeresa, así como por la mañana en Sueca y Alzira. En Alicante, por su parte, se ha suspendido la actividad lectiva en El Verger, Pego, Callosa d'En Sarrià, Benissa, Pedreguer, Gata de Gorgos, Els Poblets, Denia, Murla, Benigembla, Altea, Jávea, Calpe, La Sella y Poble Nou de Benitatxe. La Universitat de València (UV) y la Universitat Politècnica de Valencia (UPV) ya establecieron el pasado viernes el nivel de Emergencia 2, que implica el cierre de los campus y la suspensión de las actividades culturales, deportivas y sociales presenciales.
En Baleares, tanto Mallorca como Ibiza y Formentera estarán este lunes en aviso naranja por fuertes tormentas según la Aemet y los pronósticos apuntan a que se podría alcanzar los 160 litros por metro cuadrado en las Pitiusas y los 140 litros por metro cuadrado en Mallorca. Ante ello, el Govern balear ha tomado también la decisión de suspender las clases en las tres islas. El Ejecutivo autonómico ha pedido a las familias y a la comunidad educativa que sigan las comunicaciones de los centros y la información de los canales oficiales del Govern, como las redes sociales. La presidenta del Govern, Marga Prohens, ha explicado que la decisión se ha adoptado siguiendo las recomendaciones de Emergencias y el protocolo firmado con Educación.
En Andalucía, la Aemet ha activado para la jornada de este lunes el aviso naranja por fuertes lluvias y tormentas en la provincia de Almería, donde se esperan acumulaciones de agua de 50 litros por metro cuadrado en una hora, mientras que el nivel desciende a amarillo en el resto de la comunidad a excepción de en Huelva, única provincia exenta de alertas meteorológicas. De igual forma, la Región de Murcia tendrá activos los avisos naranjas. También se esperan fuertes chubascos con tormenta en Ceuta y Melilla. A la espera de lo que pueda ocurrir en Cataluña, la Aemet ha activado de momento avisos por fuerte oleaje en los litorales.

El presidente francés, Emmanuel Macron, ha comparecido en la tarde del domingo con un mensaje a la nación en el que ha emplazado a los prefectos regionales a prohibir "ciertas reuniones" cuando ello sea necesario en respuesta a los graves disturbios del sábado coincidiendo con las multitudinarias protestas sociales.
Macron ha responsabilizado de la violencia desatada a "extremistas de un grupo de ultraizquierda", y ha pedido a los prefectos que a partir de ahora respondan "incluso prohibiendo ciertas reuniones cuando sea necesario, tomando todas las medidas necesarias y por todos los medios".
El prefecto en Francia es el equivalente al delegado del Gobierno provincial en España y, por tanto, a cargo de las fuerzas policiales y la autorización de concentraciones. "Los prefectos tomarán decisiones conjuntamente con los alcaldes para proteger nuestras ciudades, nuestros edificios públicos y nuestros negocios", ha explicado.
Macron ha condenado así la "violencia desenfrenada" y ha subrayado que "nada la justifica". "Esta noche todos sentimos ira y vergüenza", ha afirmado Macron en un discurso televisado. "Quienes han saqueado deben pagar por sus crímenes (...). Quienes han atacado edificios gubernamentales deben pagar por sus crímenes", ha añadido antes de prometer "mano firme".
En cualquier caso, y en respuesta a las críticas sobre la actuación policial, Macron ha pedido "total transparencia" con respecto a la estrategia de las fuerzas de seguridad durante la jornada del sábado. Así, ha subrayado que "las fuerzas de seguridad se mantuvieron firmes" y que "hicieron todo lo posible" en esa situación.
El mandatario francés ha apelado a continuar con los debates "con los partidos y no en la calle, mediante la violencia", en referencia a las elecciones presidenciales previstas para dentro de seis meses. "No. Siempre no a la violencia de cualquier tipo", ha remachado.
En referencia al elevado coste de la vida, Macron ha reconocido la legitimidad de las protestas y planteado que "nunca debemos mezclar la protesta pacífica con saqueadores y alborotadores". "Hay gente que legítimamente considera que el precio de los combustibles están demasiado altos. Es por la guerra de Irán", ha apuntado.
Unas 550.000 personas han participado en las movilizaciones celebradas este sábado a lo largo y ancho de Francia, según la estimación de las autoridades. Por su parte, la Confederación General del Trabajo (CGT), el principal sindicato francés, ha elevado a más de 800.000 la cifra de asistentes.
En paralelo a estas protestas, hubo graves disturbios y ataques a sedes de ayuntamientos, como el de Limoges, que fue incendiado y destruido, así como saqueos de comercios. Al menos 2.397 personas fueron detenidas y 997 policías resultaron heridos, según el último balance facilitado por el Gobierno galo.

La combinación ganadora del sorteo de El Gordo de la Primitiva del domingo 18 de octubre de 2026 es la formada por los números 11, 14, 29, 31, 34. Clave 8. Puedes consultar todos los resultados en la web de 20minutos.es.
El Gordo de la Primitiva se juega los domingos, un único sorteo a la semana. El 55% de la recaudación se destina a estas categorías:
Reintegro: si el número destinado a este premio coincide con el de nuestro boleto.
En la sección de Loterías de 20minutos.es se pueden comprobar los números premiados en loterías de toda la semana.

El número premiado en el sorteo del Sueldazo de la ONCE del domingo 18 de octubre de 2026 es el 08542 de la serie 043. Puedes consultar todos los resultados en la web de 20minutos.es.
Premios adicionales
Número: 26915, serie 021.
Número: 60057, serie 048.
Número: 68838, serie 046.
Número: 70619, serie 001.
El cupón de la ONCE ofrece, los fines de semana, un premio principal a las cinco cifras y serie de 300.000 euros, más 5.000 euros al mes durante 20 años consecutivos a un solo cupón del número y serie premiados en la primera extracción.
Además, ofrece premios de 2.000 euros al mes durante diez años consecutivos, a los cuatro cupones de los números y serie premiados en alguna de las extracciones de la segunda a la quinta. También 54 premios de 20.000 euros a las cinco cifras del número premiado en la primera extracción. Y premios de 400, 200, 30, cuatro y dos euros.
En la sección de Loterías de 20minutos.es se pueden comprobar los números premiados en loterías de toda la semana.

La combinación ganadora del sorteo de la Bonoloto del domingo 18 de octubre de 2026 es la formada por los números 9, 18, 21, 23, 48, 49. Complementario 29, reintegro 1. Puedes consultar todos los resultados en la web de 20minutos.es.
El sorteo de la Bonoloto se celebra de lunes a domingo y está regulado por Loterías y Apuestas del Estado. Las apuestas tienen un precio de 0,50 euros, lo que le convierte en el sorteo más económico de los organizados por LAE.
Para jugar es necesario realizar como mínimo dos apuestas. En la modalidad simple, el jugador podrá escoger entre 1 y 8 apuestas por boleto, de las que deberá escoger 6 números en cada apuesta. En la modalidad múltiple se puede llegar hasta los 11 números por apuesta.
En la sección de Loterías de 20minutos.es se pueden comprobar los números premiados en loterías de toda la semana.

With Portugal’s housing crisis now taking centre stage, President of CHEGA, André Ventura, has announced that his party will present an “emergency legislative package” for housing – accepting that it
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O facto de um débito direto já ter saído da conta não significa necessariamente que o dinheiro esteja perdido. No caso dos débitos diretos SEPA Core, o modelo utilizado pelos consumidores, o cliente dispõe de oito semanas, contadas desde a data em que a conta foi debitada, para solicitar ao seu banco o reembolso de uma operação já executada.
De acordo com o Banco de Portugal, este direito permite pedir a devolução através do prestador de serviços de pagamento onde está domiciliada a conta. Depois de receber o pedido relativo a um débito direto SEPA abrangido pelo direito de reembolso incondicional, a instituição dispõe de 10 dias úteis para repor o dinheiro na conta.
O prazo não é contado a partir do momento em que o cliente descobre a cobrança ou recebe uma fatura. As oito semanas contam-se desde a data em que os fundos foram debitados, pelo que convém verificar os movimentos bancários quando existe uma cobrança que suscita dúvidas.
Importa, porém, distinguir os modelos de débitos diretos. Segundo o Conselho Europeu de Pagamentos, no SEPA Core o reembolso pode ser pedido durante aquelas oito semanas sem necessidade de apresentar uma justificação. Já no modelo SEPA B2B, destinado a devedores empresariais, não existe este direito ao reembolso de operações autorizadas.
Apresentado o pedido dentro do prazo aplicável, o cliente não deverá ficar indefinidamente à espera. O prazo de 10 dias úteis para o reembolso do montante integral consta do artigo 118.º do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro.
Nas regras gerais, existem situações em que o direito ao reembolso depende das condições da autorização e do valor cobrado. Nos débitos diretos abrangidos pelo reembolso incondicional, previsto no artigo 117.º, n.º 6, não é necessário demonstrar que o montante foi superior ao esperado. O facto de o cliente ter autorizado o débito não impede a devolução dentro das oito semanas.
Há uma diferença importante quando o problema não está apenas no valor cobrado, mas no facto de o cliente nunca ter autorizado a operação. Segundo o Portal do Cliente Bancário, um consumidor ou uma microempresa pode pedir a retificação de um débito não autorizado ou incorretamente executado, em regra, até 13 meses após a cobrança.
Este prazo não permite, contudo, adiar a comunicação depois de detetar o problema. O artigo 112.º do mesmo regime exige que o cliente informe o banco logo que tenha conhecimento da operação e sem atraso injustificado. A lei também afasta o limite dos 13 meses quando a instituição não tenha prestado ou disponibilizado as informações legalmente exigidas sobre aquela operação.
Nas operações não autorizadas, o prazo para devolver o dinheiro é igualmente diferente. O artigo 114.º prevê o reembolso imediato e, o mais tardar, até ao final do primeiro dia útil seguinte ao conhecimento ou à comunicação da operação. Existe uma exceção quando o banco tem motivos razoáveis para suspeitar de fraude do próprio cliente e comunica esses motivos, por escrito e dentro daquele prazo, às autoridades judiciárias.
Quem detetar antecipadamente que vai ser cobrado um montante incorreto pode agir antes de o dinheiro sair. Um consumidor ou uma microempresa pode pedir ao banco a revogação daquela ordem de débito direto até ao final do dia útil anterior ao dia acordado para a cobrança, conforme explica o Banco de Portugal.
Esta decisão não significa obrigatoriamente cancelar toda a autorização. O supervisor esclarece que o cliente pode impedir uma cobrança concreta e manter a autorização válida para pagamentos futuros, uma possibilidade útil quando o problema está apenas numa determinada fatura.
O consumidor dispõe ainda de mecanismos para controlar os débitos seguintes. Pode definir uma data-limite para uma autorização, estabelecer a periodicidade das cobranças, por exemplo mensal ou trimestral, e fixar um montante máximo. O Portal do Cliente Bancário refere também a possibilidade de bloquear cobranças de determinados credores.
Também é possível inativar uma autorização através do prestador de serviços de pagamento, incluindo pelo Multibanco ou homebanking, consoante os serviços disponibilizados pela instituição. Segundo o Banco de Portugal, essa inativação impede novas cobranças, mas não termina, por si só, o contrato existente com a empresa credora.
Assim, perante um débito já executado, a data é um dos primeiros elementos a verificar: no modelo SEPA Core, existem oito semanas para pedir o reembolso incondicional. Quando a cobrança não foi autorizada ou foi incorretamente executada, o prazo geral para solicitar a retificação é de 13 meses, sem dispensar a comunicação ao banco logo que o problema seja detetado.
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