El Sindicato de Maquinistas Semaf ha acordado convocar una huelga de 24 horas el próximo 29 de octubre en todas las empresas del Grupo Renfe tras constatarse el bloqueo administrativo de los acuerdos firmados en materia de seguridad ferroviaria, argumenta.
El sindicato ha anunciado esta convocatoria dirigida a todo el personal de conducción en un comunicado este viernes, en el que explica que se ha llegado a este acuerdo tras resultar infructuosa la vía previa de la Comisión de Conflictos.
Semaf asegura que en una reciente reunión mantenida hoy con el Ministerio de Transportes, Adif, la AESF y Renfe se constató el bloqueo administrativo de los acuerdos firmados en materia de seguridad ferroviaria, protocolos ante emergencias meteorológicas, contratación de nuevos maquinistas, atención en arrollamientos y fiabilidad del material rodante, según Europa Press.
En Semaf "hicimos nuestro trabajo desde el primer día presentando propuestas para cada mesa, pero la Administración y las empresas se escudan en la lentitud burocrática de coordinar a varios organismos", explica el sindicato de maquinistas.
De hecho, Semaf considera que la lentitud burocrática es una "excusa inaceptable" al creer que si hay voluntad son capaces de aprobar cualquier norma legal en cuestión de semanas.
En materia de empleo, Renfe asegura que ha cumplido el compromiso de impulsar una tasa adicional de contratación de hasta 1.200 trabajadores destinada a reforzar la operación ferroviaria.
Reclamaciones de Semaf
El sindicato reclama protocolos reales y vinculantes ante alertas meteorológicas y una normativa clara que coordine las comunicaciones en situaciones de riesgo y que se apliquen correctamente las interrupciones en los tiempos de conducción.
Asimismo, exige soluciones técnicas reales y definitivas a los problemas de seguridad y fiabilidad que arrastramos en el material rodante y pide que se desbloqueen los coeficientes reductores de la edad de jubilación.
En el comunicado, Semaf reclama que se aplique lo acordado el pasado 7 de mayo en relación con las nuevas promociones, para que quienes entren al ferrocarril lo hagan como maquinistas de entrada en capacitación.
Por último, los maquinistas exigen que no se recorte ni se cambie el criterio en el protocolo de atención a los profesionales que se ven envueltos en un arrollamiento.
Esta convocatoria se suma a la a la anunciada por Semaf en la compañía de alta velocidad Ouigo, donde ha convocado seis jornadas de huelga, con días de paros de 24 horas y otros parciales, coincidiendo con los puentes de noviembre y diciembre.
Entre pistas em Tancos, Beja e Alcochete, o país arrisca-se a ter mais aeroportos do que aviões no ar. Já os festejos da venda da TAP podem aterrar de emergência quando a fatura pública chegar.
Depois da privatização, Pinto Luz diz que Governo espera poder lançar "no início de janeiro" a Oferta Pública de Venda (OPV) dos 5% do capital da TAP reservados aos trabalhadores.
A ConstruGomes, construtora de Perelhal, Barcelos, concluiu a sua participação na reconstrução da Rezatbrücke, uma ponte integrada na autoestrada A6, entre Herrieden e Lichtenau, na Alemanha.
Com 248 metros de extensão por tabuleiro e seis vãos, a execução da nova infraestrutura envolveu a utilização de cimbres autolançáveis M45-I da BERD e cofragem tradicional, adiantou a empresa nas redes sociais.
“A presença da ConstruGomes na Alemanha teve início em 2013 e desde 2017 mantém uma atividade contínua no país, participando em sucessivos projetos e consolidando a sua posição num mercado reconhecido pelos elevados padrões de qualidade, rigor técnico e exigência construtiva”, sublinha a ConstruGomes.
A concluir, a empresa destaca que “a conclusão de mais este projeto reforça um percurso marcado pela experiência adquirida, pela capacidade de resposta a desafios técnicos e pelo compromisso das nossas equipas com a qualidade de execução”.
“Mais um marco numa trajetória de crescimento, continuidade e confiança no mercado alemão”, conclui a construtora de Barcelos.
Mais do que rejeitar as ferramentas de inteligência artificial, importa aprender a utilizá-las sem abdicar da autonomia intelectual. A facilidade com que a inteligência artificial (IA) produz respostas e executa tarefas levanta questões sobre o pensamento crítico, a aprendizagem e a criatividade. Mais do que rejeitar estas ferramentas, importa aprender a utilizá-las sem abdicar da autonomia intelectual. A IA promete tornar o trabalho mais rápido, simplificar tarefas e facilitar o acesso à informação. Mas, à medida que estas ferramentas ganham espaço na educação e na atividade profissional, cresce uma preocupação: até que ponto a delegação de tarefas às máquinas pode
A venda de metade da companhia aérea traz na bagagem a promessa de uma nova pista. Ainda, a acumulação de detritos nas ruas serve de pretexto para apontar o dedo ao sistema Volta.
O fito do Governo sempre foi vender a maioria do capital da TAP. As circunstâncias parlamentares impuseram uma venda minoritária, até 49,9%, mas até isso de alguma forma foi contornado. Mesmo com menos de metade do capital, a Lufthansa vai mandar como se tivesse uma larga maioria, decidindo a gestão da frota, a política comercial, o lançamento de novas rotas ou o investimento corrente.
Era inevitável. De outra forma, nem a Air France-KLM nem o grupo alemão se teriam dado ao trabalho de olhar para a companhia portuguesa.
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Carneiro evita comprometer-se com uma segunda fase da privatização, mas a nova formulação do partido é menos fechada do que até aqui. Tema provoca resistência interna. Pedro Nuno Santos é contra.
Se os tribunais confirmarem o entendimento que a Lei da Concorrência, tal como foi aplicada, é inconstitucional, estará em causa uma década de investigações da Autoridade da Concorrência.
Durante este período a App Banco CTT e o serviço de homebanking estarão indisponíveis, assim como o envio e receção de transferências através do MB WAY, a receção de transferências imediatas e as consultas de saldos e movimentos em ATM/Caixa Multibanco
Fuentes de la industria dijeron que los generadores de emergencia no permiten sostener por varios días consecutivos el funcionamiento normal de las plantas de un sector que genera más de 85.000 empleos directos en Ecuador.
A SDR Portugal, responsável pelo sistema de depósito e reembolso conhecido por Volta, entregou esta sexta-feira um “plano de cooperação” para prevenir e mitigar os desafios de limpeza urbana associados ao funcionamento do sistema.
A associação garante que o plano contém medidas “concretas”, mas opta por não as especificar. São ao todo 14, divididas por quatro eixos estratégicos, complementados por um eixo transversal de governação e monitorização.
“O principal objetivo é reforçar a proximidade e a cooperação com as entidades responsáveis pela gestão de resíduos e pela limpeza urbana”, nomeadamente municípios, juntas de freguesia e Sistemas de Gestão de Resíduos Urbanos (SGRU), indica num comunicado.
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, pediu à SDR Portugal que apresentasse um plano de higienização na sequência de incidentes verificados em cidades. Sobretudo em grandes centros urbanos, como Lisboa, alguns cidadãos, ao procurar embalagens nos contentores, acabam por deixar lixo espalhado pela via pública. O autarca da capital, Carlos Moedas, acusou o Volta de criar problemas e custos à cidade, pedindo que o sistema fosse cancelado.
Sobre esta questão da higiene urbana, a SDR Portugal afirma apenas no comunicado que propõe “uma atuação concertada com os seus parceiros para responder a alguns dos impactos sociais que têm sido observados”. Enquadra ainda que estes “fenómenos” ocorrem num contexto marcado por desafios “históricos” de limpeza urbana e por uma “crescente pressão” decorrente da atividade turística.
A entidade reconhece que “subsistem desafios”, e, entre eles, destaca a necessidade de desenvolver soluções mais adequadas para o canal HoReCa (hotelaria, restaurantes e cafés). Aponta também que deve ser melhorado o acesso da população à rede instalada, e deve ser alargado o serviço a zonas do país menos cobertas e a espaços de elevada circulação, como terminais de transportes aéreos e terrestres.
É através de uma maior articulação entre as entidades responsáveis que a SDR Portugal pretende acelerar a implementação dos quiosques Volta, uma medida considerada “estruturante” para responder à devolução de grandes quantidades de embalagens, uma necessidade sobretudo do canal HoReCa.
“A SDR Portugal reafirma a sua disponibilidade para colaborar com o Governo, os municípios, as juntas de freguesia e as entidades gestoras de resíduos na procura de soluções concretas, respeitando o quadro legal e as competências de cada entidade”, conclui a associação sem fins lucrativos, responsável pelo sistema.
A SDR dá também conta de que já foram devolvidas mais de 500 milhões de embalagens nos mais de 3.000 pontos volta automáticos, pontos Volta manuais e nos oito quiosques Volta existentes.
Bragança quer afirmar-se como referência na produção e valorização dos cereais e vai candidatar-se a Cidade Europeia do Cereal em 2027. O anúncio foi feito esta sexta-feira, Dia Mundial do Pão, com a autarquia a querer dar visibilidade à tradição cerealista de Trás-os-Montes e ao trabalho desenvolvido por agricultores, empresas e investigadores.
“É importante dar visibilidade a tantos trabalhos que são feitos na área dos cereais, de inovação, de recuperação de espécies, e de valorização do trabalho também dos nossos empresários, agricultores e investigadores nesse domínio“, assinala a presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira. A autarca destaca, por isso, a importância dos cereais e do pão para a identidade e a economia da região.
A candidatura será apresentada à Rede de Cidades do Cereal (REDCCER), entidade responsável pela atribuição anual do título, que distingue projetos dedicados à cultura cerealista. A Câmara de Bragança chama a participar na candidatura a Universidade Politécnica de Bragança, através dos centros de investigação CIMO e SusTEC, o MORE CoLAB, produtores agrícolas, padarias, empresas, restaurantes, escolas e associações locais.
No âmbito da candidatura, a autarquia tem programadas diversas atividades, que vão desde a criação de um “Pavilhão Vivo do Cereal”, integrado na Feira de Agricultura, onde os visitantes poderão acompanhar as várias fases do processo do fabrico, desde as sementes e variedades de cereais até à moagem, panificação e utilização na gastronomia.
É importante dar visibilidade a tantos trabalhos que são feitos na área dos cereais, de inovação, de recuperação de espécies, e de valorização do trabalho também dos nossos empresários, agricultores e investigadores nesse domínio.
O município tenciona ainda criar a “Rota do Cereal e do Pão”, que ligará padarias, moinhos, produtores, restaurantes e espaços patrimoniais, além da iniciativa “Doze Meses, Doze Sabores”, que desafiará estabelecimentos de restauração, padarias e pastelarias a apresentar mensalmente criações à base de cereais.
Será ainda lançado o desafio “Bragança Cereal Lab” a estudantes, investigadores e empresas para desenvolverem novos produtos alimentares e soluções relacionadas com os cereais e os seus subprodutos.
Está prevista também a recolha de memórias e testemunhos relacionados com a atividade cerealista, a celebração do “Dia Mundial do Cereal”, a 7 de março, e a realização do Festival “Bragança, Pão e Futuro”, no outono.
Aviões da TAP Air Portugal e da Lufthansa no aeroporto de Lisboa. JOÃO RELVAS/LUSAJOÃO RELVAS/LUSA
O Vereinigung Cockpit, sindicato dos pilotos alemães, considera que a Lufthansa pagou um preço “excecionalmente” caro pela participação minoritária na TAP. E não está sozinho. Analistas e imprensa alemã também apontam para um valor elevado.
“O resultado constitui sobretudo um grande sucesso para o Governo português: consegue um preço excecionalmente elevado por uma participação minoritária e, ao mesmo tempo, mantém a maioria do capital da empresa”, afirma o Vereinigung Cockpit numa nota publicada esta sexta-feira no seu site.
O sindicato sustenta a análise no facto de a oferta da Lufthansa por 44,9%, de 1.025 milhões de euros (pelos 49,9% sobe para 1.201 milhões) ser 21% mais elevada que a da Air France-KLM, cuja proposta foi preterida pelo Governo.
“É igualmente de salientar que a International Airlines Group (IAG), o mais rentável dos três grandes grupos europeus de companhias aéreas de rede, retirou a sua participação no concurso”, afirma Oliver Löwe, vice-presidente da Vereinigung Cockpit, citado no comunicado. “Aparentemente, o fator decisivo foi o facto de uma participação minoritária, sem um caminho garantido para o controlo total, não ser suficientemente atrativa do ponto de vista económico para a IAG”, acrescenta.
O sindicato alemão realça também o que considera ser uma contradição entre a indisponibilidade para ir mais longe na melhoria das condições dos trabalhadores e a oferta generosa feita pela TAP. “Quem em Lisboa convence pela sua força financeira e está disposto a pagar um prémio significativo por uma participação minoritária não pode, ao mesmo tempo, agir perante os seus próprios trabalhadores como se cortes duros fossem inevitáveis. A administração tem de explicar por que razão, aparentemente, se aplicam critérios económicos diferentes às aquisições e às pessoas que, todos os dias, asseguram o sucesso do grupo”, afirma Oliver Löwe.
O Vereinigung Cockpit afirma ainda que vai intensificar ainda mais a sua longa e consolidada cooperação com o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) em Portugal. A estrutura portuguesa dirigiu uma carta ao CEO da Lufthansa a transmitir o apreço pela operação e já se congratulou publicamente com a escolha do grupo alemão, considerando que “esta nova etapa poderá representar um passo fundamental para assegurar a estabilidade, competitividade e sustentabilidade futura da companhia aérea portuguesa”. O Sindicato Independente de Pilotos de Linhas Aéreas (SIPLA) também saudou hoje a escolha da Lufthansa para a privatização parcial da TAP e anunciou que vai solicitar reuniões ao Governo e à gestão da companhia aérea portuguesa.
Carsten Spohr, CEO da Lufthansa.Lufthansa2024
Analistas também veem preço elevado
O sindicato alemão não é o único a considerar o preço elevado. “A avaliação parece elevada e reflete sobretudo a escassez estratégica do ativo”, afirma o ODDOBHF numa nota enviada aos clientes.
O grupo independente de serviços financeiros franco-alemão assinala que, com base nos resultados da TAP de 2025, a operação da Lufthansa implica múltiplos de 1,1 vezes as receitas e 5,9 vezes o EBITDA recorrente (incluindo dívida de locações sem opção de compra). Sem uma melhoria nas contas da TAP no segundo semestre deste ano, o que normalmente ocorre, o múltiplo poderá atingir 8,3 vezes o EBITDA. “Em comparação, as empresas que acompanhamos negoceiam, em média, a 4,6 vezes o EBITDA de 2026 e 3,8 vezes o de 2027, incluindo as companhias low-cost”, aponta.
“O prémio pago pela Lufthansa é, portanto, significativo e coloca a captura de sinergias no centro da equação financeira”, conclui o ODDO BHF. Assinala, ainda assim, a importância estratégica da aquisição por dar à Lufthansa uma quota de 20% na América do Sul.
Também o banco de investimento Bernstein, que chegou a estimar cerca de 700 milhões de euros para a participação de 44,9% da TAP, considerou o investimento na TAP “estrategicamente sólido, mas caro”, tendo em conta os múltiplos implícitos no negócios.
Na imprensa alemã também há quem questione o preço. “A Lufthansa venceu a disputa por uma participação na TAP Air Portugal e está sobretudo de olho no negócio em direção à América do Sul. Mas a compra é cara”, afirma o site WirtschaftsWoche.
Operação permitirá criar novos empregos
Já o chefe da diplomacia alemã, Johann Wadephul, defendeu junto do homólogo português que a aquisição de parte da TAP pela companhia aérea alemã Lufthansavai “fortalecer a Europa como localização” e permitirá criar novos empregos.
Numa conferência de imprensa conjunta em Berlim, após um encontro com Paulo Rangel, o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão destacou a “estreita cooperação estratégica” entre Portugal e Alemanha, relatou a agência Lusa.
Para Wadephul, a decisão do Governo português de escolher a companhia aérea alemã Lufthansa para adquirir parte do capital da TAP vai nesse sentido. “Muito está a ser investido nesta parceria, especialmente em Portugal, e muitos contactos, cooperações e novos empregos vão surgir”, destacou na mesma conferência de imprensa, transmitida em direto através a plataforma Youtube.
Por seu lado, o ministro Paulo Rangel afirmou que o Governo português está “muito satisfeito” com o negócio, que classificou como “um enorme sucesso”. “Algo que distingue as empresas alemãs é a mentalidade. Isso significa que pensam a médio e longo prazo. E claro, isso também ficou muito claro nesta transação”, comentou.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português disse esperar que a compra seja concluída no próximo ano, “com base nas regulamentações europeias” e fez votos de que o negócio “traga frutos positivos para ambos os países, mas também para a Europa”. E, destacou, “é também muito favorável para ambas as empresas”.
Valor resulta de um despacho publicado em julho, que fixou a prestação pecuniária inicial em 2,5% do montante oferecido pelas ações a adquirir no âmbito da venda direta de referência.
O Parlamento aprovou esta sexta-feira por unanimidade o alargamento da licença parental paga a 100% (até aos cinco meses ou, em caso de partilha entre progenitores, até aos seis meses), bem como a introdução da jornada contínua no setor privado para os trabalhadores com filhos até aos 12 anos, mediante o “sim” do empregador. Estas mudanças deverão chegar ao terreno no início do próximo ano.
No que diz respeito às licenças parentais, neste momento a mãe e o pai trabalhadores têm direito, por nascimento de filho, a licença parental inicial de 120 ou 150 dias consecutivos. A proposta conjunta do PSD e do PS que foi agora aprovada alarga essa licença para 150, 180 ou 210 dias consecutivos.
Em paralelo, passa a estar previsto que, nas licenças de cinco meses, o montante do subsídio parental inicial é igual a 100% da remuneração de referência do beneficiário, independentemente de haver ou não partilha entre os progenitores. Já nas licenças de seis meses, o montante passa a ser o equivalente a 83% do salário ou, caso haja partilha entre progenitores, a 100% da remuneração de referência.
Além disso, passa a estar estabelecido que, no caso de opção pelo período de licença de sete meses, se cada um dos progenitores gozar, pelo menos, 30 dias consecutivos ou dois períodos de 15 dias consecutivos, o montante do subsídio é igual a 86%. Já se o pai gozar, pelo menos, 60 dias consecutivos (ou dois períodos de 30 dias consecutivos), o montante pode chegar a 90% da remuneração de referência do beneficiário.
Em comparação, neste momento, nas licenças de quatro meses, o montante pago é o equivalente a 100% da remuneração de referência, independentemente da partilha entre progenitores. Já nas licenças de cinco meses, o subsídio parental inicial tanto pode equivaler a 80% da remuneração ou, caso haja partilha entre os progenitores (cada um tem de gozar, pelo menos, 30 dias), a 100%. Por outro lado, nas licenças de seis meses, hoje está previsto o pagamento a 83% no caso de partilha entre progenitores.
A proposta aprovada esta sexta-feira prevê também uma das medidas que estavam a ser debatidas na reforma laboral “Trabalho XXI”, que acabou por ser chumbada: a introdução da jornada contínua no setor privado (já está disponível há vários na Administração Pública).
Em causa está um regime que possibilita ao trabalhador com filho menor de 12 anos — ou, independentemente da idade, com deficiência, doença crónica ou doença oncológica que com ele viva em comunhão de mesa e habitação — prestar a sua atividade em regime de jornada contínua se assim for previsto em convenção coletiva de trabalho ou, subsidiariamente, por acordo com o empregador. Ou seja, depende da concordância do empregador, e não será um direito automático, como queria a UGT. Esse trabalhador pode sair, deste modo, até uma hora mais cedo do trabalho.
“O trabalhador que pretenda trabalhar em regime de jornada contínua deve solicitá-lo ao empregador, por escrito, com a antecedência de 30 dias, indicando o prazo previsto, dentro do limite de cinco anos“, lê-se no diploma que segue agora para Belém.
No plenário desta sexta-feira, a oposição insistiu na criação de uma norma transitória que ditava que as licenças parentais em curso a 1 de janeiro seriam abrangidas por estas novas regras, mas o PSD voltou a travar essa intenção, à semelhança do que já tinha acontecido na especialidade.
Alguns dos principais construtores e importadores de automóveis vão estar a apresentar até domingo ao público português os modelos mais recentes de veículos elétricos e híbridos, durante um evento na Alfândega do Porto.
A 10.ª edição do Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico (SAHE) abriu portas esta sexta-feira, com a organização a destacar “18 novidades absolutas no mercado nacional”, incluindo vários lançamentos durante os três dias, que podem ser vistos e comparados em primeira mão.
Além de poderem ver de perto as mais recentes propostas híbridas e elétricas, os visitantes podem realizar experiências ao volante e esclarecer dúvidas sobre carregamento, autonomia e custos de utilização, com a organização a sublinhar que a edição deste ano acontece num “momento decisivo” para o setor devido ao aumento do preço dos combustíveis.
“Numa altura de crise energética, o automóvel elétrico deixou de ser uma promessa para o futuro e passou a ser uma resposta para o presente. (…) O mercado automóvel europeu está a mudar depressa e o novo equilíbrio com a China vai mexer com a oferta e os preços”, salienta o diretor do Salão, José Oliveira.
Entre os lançamentos, a organização destaca o Audi A2 e-tron, o BMW i3, o Cupra Raval Extreme VZ 100% elétrico, o Jeep Avenger, os modelos da Leapmotor B05 e B03X, ou o ID. Cross e o ID. Polo GTI, ambos da Volkswagen. Outras marcas como a Changan, Dongfeng, DS, KGM, Kia , Mercedes-Benz, Škoda e Volvo ‘estacionam’ também as novidades na Invicta.
A chinesa Geely, que acaba de chegar a Portugal com três modelos eletrificados e 15 concessionários, estreia-se também neste salão com a exposição da sua gama nacional: o SUV 100% elétrico Geely E5, o SUV híbrido plug-in Starray EM-i e o Geely E2, que apresenta como o compacto elétrico mais vendido no mundo em 2025.
O novo Geely E2 chega ao mercado português com um preço a partir de 23.775 euros.
La Asociación Española de Consumidores ha elaborado, con motivo del Día Mundial del Pan, una guía para ayudar a los ciudadanos a reconocer un pan de calidad y tomar decisiones de compra con más información y menos prejuicios. El documento cuestiona algunas ideas extendidas, como que los productos más caros son necesariamente mejores o que el uso de la tecnología del frío implica una calidad inferior.
La asociación sostiene que la calidad de un pan no depende de un único factor, sino de la coherencia entre los ingredientes, la formulación, la fermentación, el proceso de elaboración, la cocción, la conservación y el resultado final. También advierte de que expresiones como “masa madre”, “integral”, “artesano”, “multicereal” o “recién horneado” pueden aportar información, pero no garantizan por sí solas una mayor calidad.
“El consumidor encuentra cada vez más variedades de pan, pero también numerosos términos que pueden generar confusión. Expresiones como masa madre, integral, artesano, multicereal o recién horneado pueden aportar información, pero ninguna de ellas garantiza por sí sola que estemos ante un pan de mayor calidad”, señaló Miguel Ángel Ruiz, presidente de la Asociación Española de Consumidores.
La tecnología del frío
La guía concede especial importancia a la tecnología del frío, que engloba distintas técnicas basadas en el control de la temperatura y que pueden aplicarse durante la elaboración, la conservación, la distribución y la preparación final del pan. Su utilización no determina por sí misma la calidad del producto, sino que permite preservar las características desarrolladas durante su elaboración hasta el momento del horneado, la venta o el consumo.
La asociación subraya que esta tecnología no sustituye el empleo de buenos ingredientes, una fermentación adecuada o un proceso cuidado. La calidad se construye previamente, a partir de las harinas, la formulación, la hidratación, el amasado, los tiempos de reposo y fermentación y la cocción. Señala que cuando estas fases se han desarrollado correctamente, la tecnología del frío puede ayudar a conservar el resultado obtenido.
En el caso de los panes parcialmente cocidos, permite completar el horneado cerca del momento de la venta o el consumo y obtener la corteza, el aroma y la textura previstos, sin que sea necesario realizar todo el proceso de elaboración desde el inicio en el punto de venta, según explicó.
La tecnología del frío también facilita una producción más planificada, la distribución a distintos establecimientos y un horneado ajustado a la demanda. Los puntos de venta pueden preparar cantidades más precisas, reponer diferentes variedades durante la jornada y reducir las unidades que quedan sin vender. Estas eficiencias contribuyen a disminuir las mermas y a acercar una oferta más variada a establecimientos que no cuentan con obrador propio.
“La tecnología del frío no crea la calidad, pero puede ayudar a conservarla y hacerla más accesible. Aplicada a un producto bien formulado y elaborado, permite preservar el trabajo realizado previamente, ajustar el horneado a la demanda, reducir mermas y ofrecer una mayor variedad de panes en distintos puntos de venta”, explica Miguel Ángel Ruiz.
Pan de calidad
Para trasladar sus recomendaciones a situaciones concretas de compra, la Asociación Española de Consumidores ha seleccionado siete referencias disponibles en supermercados, pertenecientes a diferentes categorías y rangos de precio. La organización precisa que la selección no constituye un ranking ni una recomendación de compra, sino que pretende mostrar cómo pueden aplicarse los criterios de la guía a productos accesibles para los consumidores.
Entre las referencias figuran el Pan Cristallino Precortado de Europastry, elaborado con masa madre, aceite de oliva virgen extra y doble fermentación, y los panecillos 100% integrales de Lidl, fabricados por Panadería Milagros Díaz, que cuentan con harina integral de trigo como ingrediente principal.
La selección incluye también el pan 100% Integral Cristal de Mercadona, elaborado por Europastry, que combina las características del pan integral y de la alta hidratación; y la media hogaza de centeno 60% de Carrefour, fabricada por Ruipan con harina de centeno y trigo y masa madre de centeno.
La relación se completa con la hogaza 100% integral de Alcampo, elaborada por Panamar Bakery con harina integral de trigo y masa madre integral; la hogaza 100% trigo de espelta de Aldi, fabricada por Europastry; y la barra de cereales de Alcampo, elaborada por Panamar Bakery con diferentes cereales y semillas.
Elección
La guía propone siete preguntas que los consumidores pueden plantearse antes de comprar un pan. Entre ellas se encuentran comprobar si se identifica claramente el tipo de harina, si la lista de ingredientes es comprensible y coherente, si la denominación coincide con la composición y si se ofrece información sobre la fermentación o el proceso de elaboración.
También recomienda revisar las instrucciones de conservación y preparación, especialmente en aquellos panes elaborados mediante procesos que incorporan tecnología del frío o que requieren completar el horneado; comprobar si la corteza, la miga, el aroma y la textura responden al tipo de pan; y comparar el precio por kilogramo, en lugar de atender únicamente al importe de cada unidad.
“Para elegir un buen pan no debemos guiarnos únicamente por una etiqueta, un reclamo o una apariencia determinada. Tampoco debemos asumir que la alternativa más cara será siempre la mejor. Contar con información clara permite comparar y encontrar panes de calidad adaptados a diferentes gustos, necesidades y presupuestos”, concluye Miguel Ángel Ruiz.
A Cerealis está a negociar em exclusivo a compra da francesa Panzani à CVC Capital Partners, uma operação que dará origem a um grupo alimentar com cerca de mil milhões de euros de faturação anual e 1.800 trabalhadores. O valor de aquisição não foi divulgado, mas o novo grupo resultante desta operação terá uma avaliação de aproximadamente 1,8 mil milhões de euros (Enterprise Value) e será liderado por Pedro Moreira da Silva, atual vice-presidente executivo da empresa portuguesa.
A Cerealis prepara-se assim para comprar uma empresa com uma faturação superior à sua. A Panzani registou receitas de 620 milhões de euros em 2025, enquanto o grupo português faturou 400 milhões.…
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Brunello Cucinelli es este viernes uno de los protagonistas positivos del mercado bursátil al revisar al alza las previsiones de la compañía tras la publicación de sus resultados de ventas correspondientes a los nueve primeros meses de 2026.
La casa de moda italiana, especializada en prendas de alta gama y reconocida especialmente por sus colecciones de cachemir, prevé ahora que sus ingresos aumenten alrededor de un 12 % a tipos de cambio constantes en el conjunto del ejercicio, frente al objetivo máximo del 11 % comunicado en julio.
Brunello Cucinelli, fundador y presidente ejecutivo del grupo, anticipó un crecimiento de los ingresos de aproximadamente el 10 % para 2027, respaldado por la buena acogida de las colecciones y la evolución favorable de los pedidos. La mejora de las estimaciones supone una nueva señal de confianza por parte de la dirección en la capacidad de la marca para mantener su expansión en un contexto de desaceleración para una parte de la industria internacional del lujo.
Un crecimiento equilibrado entre las distintas regiones geográficas
Entre enero y septiembre de 2026, Brunello Cucinelliobtuvo unos ingresos de 1.123 millones de euros, lo que representa un incremento del 13,3 % a tipos de cambio constantes y del 10,2 % a tipos de cambio corrientes, respecto al mismo periodo del año anterior.
El tercer trimestre mantuvo el ritmo de expansión, con una facturación de 374,2 millones de euros, un 13,5 % más. La cifra superó las expectativas del consenso de analistas, que se situaban en torno a los 371 millones de euros, según las estimaciones recogidas por Jefferies y otros medios financieros.
La empresa destacó que el crecimiento estuvo equilibrado entre las distintas regiones geográficas y categorías de producto, con una contribución similar de las colecciones masculinas y femeninas.
Unos resultados que adquieren especial relevancia por el contexto en el que se produce. Algunas grandes firmas internacionales del lujo se enfrentan a una demanda más débil, las presiones sobre el gasto de los consumidores chinos y una evolución menos dinámica de determinados segmentos del mercado estadounidense.
Brunello Cucinelli se afianza en el lujo discreto
Por canales de distribución, el negocio minorista volvió a ser el principal impulsor de los resultados. Entre enero y septiembre, las ventas de esta división alcanzaron los 741 millones de euros, equivalentes aproximadamente al 66 % de los ingresos totales, tras crecer un 19 %. El canal mayorista, por su parte, generó 382,6 millones de euros durante los nueve primeros meses, un 4 % más.
La evolución geográfica confirmó la fortaleza de la demanda en los principales mercados de Brunello Cucinelli. América y Asia registraron los avances más pronunciados, mientras que Europa mantuvo un crecimiento positivo, aunque más moderado.
La empresa, con sede en Solomeo, en la región italiana de Umbría, ha construido su posicionamiento alrededor de prendas de lujo discreto, especialmente del citado cachemir, sin renunciar a las colecciones de prêt-à-porter y a la expansión de su red comercial.