Os mercados financiam expectativas sobre o futuro. Nas grandes organizações, demasiadas ideias têm de provar o seu retorno antes de receberem uma oportunidade.
Uma Lei de Bases atualizada deve reconhecer que a equidade exige respostas diferenciadas, intervenção precoce, prevenção do insucesso e percursos mais ajustados aos ritmos, perfis e talentos de cada.
Esta aproximação estratégica promete ser o grande cavalo de batalha do 59.º Primeiro-Ministro britânico, que tenta assim atacar directamente a raiz da turbulência e da instabilidade governativa
Não basta reconhecer a importância da Enfermagem de Reabilitação nos discursos de circunstância. É necessário que esse reconhecimento se reflita na forma como os cuidados de saúde estão organizados
Quando duas organizações de países diferentes passam a trabalhar mais estreitamente, não são apenas estratégias, estruturas e processos que precisam de se articular.
O futuro do setor automóvel não será exclusivamente digital nem se resumirá à substituição de motores. Será construído pela capacidade de juntar tecnologia, serviço, sustentabilidade e confiança.
53% dos doentes referenciados para unidades de cuidados paliativos morreram enquanto esperavam por uma vaga. O sofrimento evitável não pode continuar a ser a norma.
Em Portugal prefere-se entupir o SNS com comparticipação de antidepressivos e suportar faturas milionárias em baixas médicas repetidas a criar uma política pública integrada de apoio à menopausa.
A questão de Taiwan não pode ser reduzida a uma disputa territorial distante. Nenhum povo deve ver o seu futuro decidido pela ameaça ou pelo uso da força.
Num debate que se julgava encerrado do ponto de vista da liberdade de expressão, vem a entidade reguladora sugerir que uma das partes do debate representa um perigo especial para população mais jovem.
o PS tem de continuar a combater bravamente as ideias do Chega e a política de um Governo que falha diariamente à população. Mas deve acrescentar a isso a elevação própria de quem estabelece pontes.
A Lei n.º 59/2026 entrou em vigor a 1 de setembro. Mais de um mês depois, várias medidas continuam dependentes de regulamentação ou de soluções técnicas.
Quando permitimos que as instituições se encontrem numa zona cinzenta estamos a contribuir para burocratizar o sistema e a dificultar a vida às empresas e as pessoas.
Num espaço onde todos competem pela nossa atenção, talvez uma das competências democráticas mais importantes seja saber e ter ferramentas para avaliar argumentos.