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Suicidio en Argentina: ¿por qué es la principal causa de muerte violenta entre los jóvenes?

20 October 2026 at 15:20
En Argentina, el aumento de los suicidios, especialmente entre los jóvenes, enciende las alertas sobre la salud mental. Entre las personas de 25 a 34 años, el suicidio se ha convertido en la principal causa de muerte, por delante de los accidentes de tráfico. ¿Qué hay detrás de esta realidad y cómo identificar las señales de alerta para prevenirla? Para profundizar en estas preguntas, conversamos con el doctor Demian Rodante, médico psiquiatra y psicoterapeuta especializado en salud mental.

Loulé lança N.º 30 da Revista Al-‘Ulyà e suplemento ‘Livro da Repartição da Fruta 1450’

19 October 2026 at 18:42

O Arquivo Municipal de Loulé Professor Joaquim Romero Magalhães recebe, no dia 24 de outubro, às 17h00, o lançamento do N.º 30 da Revista Al-‘Ulyà, bem como do suplemento “Livro da Repartição da Fruta 1450”, da autoria de Maria Valentina Ferreira.

A apresentação da revista estará a cargo de Maria João Valente, professora da Universidade do Algarve, e o suplemento será apresentado por Saul António Gomes, da Universidade de Coimbra.

Fundada em 1992 pelo antigo Arquivo Histórico Municipal, a Revista Al-‘Ulyà consolidou-se como uma das maiores referências culturais na região do Algarve. Esta publicação de cariz científico e de divulgação cultural serve dois públicos distintos de forma equilibrada: os especialistas de várias áreas científicas e os leitores que partilham a paixão pela história local.

Os seus artigos académicos e de divulgação incidem sobre áreas fundamentais como Arqueologia e História local, Património, descobertas e análises do passado algarvio, Ciências Sociais e Humanidades, estudos dedicados às dinâmicas humanas da região ou legado arquitetónico, etnográfico e cultural.

Ao longo de 34 anos de existência, a Al-‘Ulyà tem promovido a difusão sistemática e rigorosa da investigação científica, através da publicação de artigos que ajudam a compreender a evolução deste território. Este trabalho contínuo transformou a preservação do património histórico-cultural num pilar estratégico para o desenvolvimento do concelho de Loulé e a valorização da sua identidade.

A nova edição vai ser disponibilizada para consulta. Os interessados podem aceder aos conteúdos e ao arquivo digital através do site do Município em www.cm-loule.pt

Sobre o suplemento “Livro da Repartição da Fruta 1450”

O livro de repartição da fruta e o do pagamento da fruta de Loulé registam a aquisição de grandes quantidades de fruta seca pelo concelho. Embora referidos, pela primeira vez, em 1375, só chegaram à atualidade dois exemplares datados do século XV.

Estes registos são únicos no país e revelam a originalidade dos escrivães ao serviço do concelho, devido a terem utilizado a adaptado nestes documentos os saberes, as práticas e os sinais que utilizavam nos livros de receita e despesa.

O concelho adquiriu os frutos secos para utilizá-los como moeda de troca pelo produto que mais escasseava no Algarve, o cereal. Com efeito, mais do que um caso isolado, os livros de contas da fruta de Loulé são testemunhos fundamentais para compreender melhor aquele que foi um dos principais motores da economia da região desde os tempos árabes: a produção e comércio de frutos secos.

Em 1985, a investigadora Maria Valentina Ferreira dedicou a sua dissertação de mestrado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa precisamente sobre o “Livro da Repartição da Fruta 1450”.

Vídeo: Flávio Bolsonaro retoma controvérsias da Globo e questiona patrocínio milionário em entrevista

17 October 2026 at 04:09

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro resgatou episódios controversos envolvendo a TV Globo durante entrevista ao vivo com Renata Lo Prete, exibida pela própria emissora na noite de sexta-feira (16/10). Entre os assuntos, ele citou um patrocínio de R$ 100 milhões ao Domingão, apresentado por Luciano Huck, que, segundo o parlamentar, teve ligação com uma empresa associada ao Banco Master.

Flávio também mencionou a saída de um diretor da Editora Globo após a divulgação de conversas consideradas inadequadas com Daniel Vorcaro. Ao comentar o episódio, o candidato afirmou: “Não vejo nada de errado nisso”.

A jornalista Renata Lo Prete respondeu às declarações e sustentou que o patrocínio ocorreu dentro das regras de mercado. Sobre o caso do ex-diretor, ela destacou que a empresa tomou providências e o demitiu prontamente após a divulgação das conversas.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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Vídeo: Panelaço em Goiânia marca manifestação contra entrevista de Flávio Bolsonaro na Globo

17 October 2026 at 04:08

Moradores de Goiânia realizaram um panelaço na noite desta sexta-feira (16/10) em protesto contra a entrevista do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, na TV Globo. Os atos ocorreram nos setores Bueno, Oeste e Crimeia Leste, onde manifestantes foram às ruas para expressar insatisfação com a participação do parlamentar na programação da emissora.

As manifestações foram registradas durante a exibição da entrevista com Flávio Bolsonaro, que integra a agenda de exposição dos pré-candidatos à Presidência. O panelaço marcou a reação de moradores da capital goiana à presença do senador na programação jornalística da emissora, com registros das mobilizações em diferentes regiões da cidade.

Horas antes da entrevista, Flávio Bolsonaro participou de um almoço reservado com integrantes da cúpula da TV Globo. O encontro ocorreu nesta sexta-feira (16/10), no mesmo dia da sabatina, e antecedeu a participação do senador na programação da emissora.

A combinação entre o almoço reservado e a entrevista colocou a agenda de Flávio Bolsonaro na Globo no centro das manifestações registradas em Goiânia. Os protestos ocorreram em três setores da capital, enquanto a participação do senador na sabatina integrou os compromissos políticos desta sexta-feira.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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Lula defende redução da maioridade penal para crimes hediondos

Candidato à reeleição, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de sabatina no Jornal Nacional (TV Globo) nesta quinta-feira (15) e defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos.

Lula disse ser favorável à discussão sobre o assunto no Congresso Nacional após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

“Meu pensamento, enquanto cidadão, eu sou a favor de reduzir a maioridade penal para todo e qualquer crime hediondo. Mas a PEC não estava discutindo isso. Eu sou favorável a reduzir para 16 anos, mas não nessa PEC. Aprova a PEC e aí discute isso”, afirmou o candidato, em resposta à jornalista Renata Lo Prete.

O texto da PEC, que passou pela Câmara dos Deputados, ganhou celeridade no Senado após aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sem alterações, e está pronto para ser votado em plenário em dois turnos. Não há, no entanto, previsão para que isso ocorra. A oposição tenta incluir uma emenda reduzindo para 14 anos a maioridade penal para crimes hediondos.

Segurança pública

Lula defendeu a aprovação da PEC para garantir a participação da União na segurança dos estados. Segundo o candidato à reeleição, os estados “não tiveram competência” para entregar segurança ao cidadão.

Ele afirmou que, após a aprovação da PEC, poderá criar o Ministério da Segurança Pública, definir o papel das polícias e evitar a ação dos bandidos de dentro da cadeia.

“Precisamos asfixiar o crime organizado para libertar os territórios dos bandidos em todo o país”.

Economia

Perguntado sobre a dívida pública, dívida contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do Governo Federal, Lula defendeu o crescimento do país através do investimento na renda dos mais pobres.

“Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos, é pobreza, e pouco na mão de muitos, é riqueza. O que faz a economia do Brasil crescer é a microeconomia, é fazer o dinheiro rodar na mão do povo, disse.

Lula afirmou ainda que neste último governo o Brasil passou de 12ª economia do mundo para a décima, investindo em políticas para população mais humilde.

“Toda vez que alguém quer resolver o problema fiscal, o povo pobre paga. E eu não quero que o povo pobre pague. A forma de fazer crescer a economia não é cortar do pobre”.

Ele ainda defendeu o reajuste em 15% no Bolsa Família. Segundo ele, o reajuste não foi feito antes porque ele não sabia do problema.

“Eu fiquei sabendo que não tinha sido aumentado. E tomei a decisão de aumentar o valor para as pessoas porque tinha espaço fiscal”.

O candidato do PT também lembrou da aprovação do fim da jornada 6x1 de trabalho, ocorrida ontem (14) no Senado, em uma pauta defendida pelo seu governo.

Mencionou a medida do governo anunciada esta semana para perdoar dívidas dos microempreendedores individuais (MEIs), entre outras providências, e prometeu tarifa zero no transporte público nos fins de semana.

EUA e Tarifaço

Questionado sobre as perdas econômicas com o tarifaço aplicado pelo governo dos Estados Unidos, Lula afirmou que o Brasil tem se saído bem na procura por outros mercados para compensar a redução no comércio com o país norte americano.

“O que me deixa tranquilo é que embora tenhamos tido queda de 9% na relação com os Estados Unidos, crescemos 20% com a China, 15% com a indonésia, 16% com a Alemanha. E batemos recordes de superávit comercial”, disse Lula.

Ele afirmou ainda que prefere negociar uma solução com o governo de Donald Trump, mas aplicar o princípio da reciprocidade não está descartado.

“Quem deve estar preocupado conosco são os Estados Unidos. Eu não quero aplicar a Lei da Reciprocidade, mas se tiver que fazer nós vamos. Eles têm mais a perder que a gente”.

"É um tema. Falta de casas trava investimento em Portugal"

15 October 2026 at 17:16
Ricardo Amaro, economista português em Dublin, revela que crise no acesso à habitação está a levar investidores estrangeiros a recear trazer ao país o investimento de que necessita para "dar o salto".

© FOTOILUSTRAÇÃO INÊS CORREIA / OBSERVADOR

Ricardo Amaro é um economista português que vive há 10 anos em Dublin, na Irlanda, e trabalha para uma das mais influentes consultoras financeiras da Europa

Salvador Sobral: "Ser apolítico é virar a cara"

14 October 2026 at 07:19
Poucos dias antes da edição de um novo disco, "A Flor do Recomeço", o cantor fala das gravações no Brasil e da vida em Barcelona, mas também aborda o Spotify, a Eurovisão e o "caso Ed Sheeran".

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

Entrevista Passos Coelho. Que planos tem para o futuro?

12 October 2026 at 10:15
O socialista Vitalino Canas, Pedro Lomba do PSD, e Miguel Corte-Real do Chega debatem a entrevista que Pedro Passos Coelho deu ontem à noite.

8h. Passos Coelho quer acordo à direita para reformar o país

12 October 2026 at 08:11
Os principais momentos da entrevista do antigo PM na SIC Notícias. Ainda, após anúncio do acordo entre os EUA e a Rússia para o fornecimento de diesel, os preços do petróleo já estão a mudar.

Salma Jô: “Descobri ainda mais a força das minhas letras”

9 October 2026 at 01:30

A artista Salma Jô descobriu ainda mais a força de suas canções. Ao Diário da Manhã, a cantora e letrista, direto de Portugal, onde estreia a sua carreira solo, diz ver uma identidade artística já clara e sólida nas pessoas que a acompanham desde os tempos de Carne Doce.

Referência na música alternativa brasileira, a banda foi paralisada em 2025. Antes disso, no entanto, o grupo goiano criou uma discografia notável, com “Carne Doce” (2014), “Princesa” (2016), “Tônus” (2018), “Interior” (2020) e, por último, “Cererê” (2024). No Lollapalooza, em 2019, o quinteto conquistara a imprensa sudestina cantando a sua sensualidade deprê.

Usando meia-calça arrastão branca — chique no último —, Salma dominou o palco naquele sábado, 6 de abril de 2019. A cantora, no auge do êxtase, confessou: “A gente está aqui. Que chique, que bom, que orgulho.” O público riu e, segundo a revista Rolling Stone, curtiu aquele rock triste, que se ouve chorando. Ao fim, a galera não queria deixá-la ir embora.

A carne manteve-se doce no single “Noite dos Tristes”. Na faixa, a primeira do derradeiro disco da banda, evoca-se uma certa sonoridade voluptuosa, algo que possui um toque poético e, ao mesmo tempo, ressoa melancolia. “Na noite dos tristes/ revivendo o mistério/ de ver toda essa alegria/ transbordar”, entoa Salma Jô, como se fosse um prelúdio.

Agora, Salma quer novos voos. Na capital goiana, ela fez bonito nos festivais Bananada e Goiânia Noise. Não deixou de andar pelo Brasil nessa fase da carreira. Em agosto, lançou nas plataformas a canção “Hotel” e, para o próximo ano, anuncia um disco que coroa esse momento, sobre o qual Salma Jordana de Oliveira e Rezende fala na entrevista que se segue:

Salma: “É uma oportunidade muito importante de criar vínculos” | Foto: Emily Colona

Diário da Manhã – Como você avalia a estreia da sua turnê solo em Portugal e o que representa levar esse novo trabalho para duas importantes feiras de negócios da música, em Lisboa e Coimbra?

Salma Jô – É uma oportunidade muito importante de criar vínculos em Portugal e favorecer a produção de mais turnês por aqui nos próximos anos, ampliando o alcance da minha música. Também espero aprender táticas novas, conhecer as tendências e compreender melhor o mercado europeu.

DM – Como tem sido, para você, esse início de carreira solo depois da pausa da Carne Doce, com a qual você esteve por anos, e o que significa esse novo ciclo?

Salma – É um desafio, pois eu estava confortavelmente acompanhada de uma banda incrível e agora estou pela primeira vez tocando instrumentos e produzindo as músicas, mas estou animada. É um momento para aprender e experimentar que é desafiador, mas também inspirador. Este ano já consegui realizar muitos shows muito bons.    

DM – O que você espera apresentar ao público, especialmente agora que “Hotel” abriu o caminho para o seu primeiro álbum solo, previsto para 2027?

Salma – Acredito que, pelo próprio aspecto de eu estar nessa posição de voltar a ser aprendiz e de estar redescobrindo como me colocar, será uma fase de despojamento, de músicas mais simples, cruas e diretas, mas ainda sinceras e com a pretensão de emocionar e envolver as pessoas de uma forma autêntica. 

Artista solta a voz em apresentação no Sesc Pompeia, em São Paulo: “Estou me aventurando nesse universo do indie eletrônico” | Foto: Fernando Yokota

DM – O que você pode adiantar sobre o seu  disco solo, que será lançado no próximo ano, e o que os fãs podem esperar desse trabalho em termos de sonoridade e composição?

Salma – Estou me aventurando nesse universo do indie eletrônico, estou aprendendo a criar com o synth, então na sonoridade vai ser mais essa energia dançante, crua, às vezes melancólica. Nas letras, não pretendo fugir do que já é minha identidade: são músicas diretas, confessionais, sensuais, divertidas, deprês. É como me sinto mais verdadeira compondo.     

DM – O que você descobriu sobre sua música e sobre si mesma durante esse processo?

Salma – Descobri ainda mais a força das minhas letras e como minha identidade artística já é muito clara e sólida para as pessoas que me acompanham. Por outro lado, me surpreendi, pois nunca me achei capaz de assumir a função de tocar outros instrumentos além de cantar. Percebi que eu sei mais sobre dinâmica e timbres do que eu imaginava, mas estou aprendendo muito e desenvolvendo também minha capacidade como produtora musical.

DM – E o que você tem ouvido ultimamente e de que maneira essas escutas têm influenciado ou atravessado a sua música nessa nova fase solo?

Salma – Nunca tive uma percepção clara de sentir-me diretamente influenciada pelas coisas que escuto. Às vezes, depois percebo nas coisas que crio influências indiretas de outros estilos, de músicas ocasionais, de coisas aleatórias. Ultimamente ando mais atenta com alguns novod artistas que estão nessa mesma linguagem do indie eletrônico, como a D’leesa, e mesmo clássicos, como Daft Punk. Eu também escuto pouquíssima coisa, passo a maior parte do tempo em silêncio, ou escuto a rua.

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