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Dia de “De Volta para o Futuro”: como o DeLorean virou ícone pop no cinema

21 October 2026 at 22:12

Nesta quarta-feira (21), os fãs de cinema e cultura automotiva celebram o dia de “De Volta para o Futuro“, data em que os personagens Marty McFly e o cientista Doc Brown desembarcam no futuro no segundo filme da franquia.

No centro da narrativa, um modelo automotivo de trajetória singular na indústria global permanece como protagonista: o DMC DeLorean (originalmente designado DMC-12).

Idealizado por John DeLorean, ex-executivo da General Motors, o cupê foi lançado no início da década de 1980 com a promessa de revolucionar o mercado. Projeto do designer italiano Giorgetto Giugiaro (Lotus Esprit; BMW M1), o veículo trazia como marcas registradas a carroceria em aço inoxidável escovado, sem pintura tradicional, e as portas com abertura em estilo “asa de gaivota“.

Do fracasso na indústria ao estrelato no cinema

DeLorean DMC 12 foi imortalizado como a máquina do tempo no filme “De Volta Para o Futuro” • The Conmunity – Pop Culture Geek

Apesar do apelo visual futurista, a trajetória comercial do veículo foi curta e conturbada. Produzido entre 1981 e 1983 na Irlanda do Norte, o modelo enfrentou problemas de controle de qualidade, alto custo de produção e desempenho considerado modesto para um esportivo. Sob o capô, trazia um motor V6 de 2.8 L, desenvolvido por Peugeot, Renault e Volvo, que entregava cerca de 130 cv de potência.

Com vendas abaixo do esperado e a subsequente falência da marca, estima-se que apenas 9.000 unidades tenham deixado a linha de montagem antes do encerramento das operações.

A reviravolta na imagem pública do carro ocorreu em 1985, com o lançamento do primeiro filme da trilogia dirigida por Robert Zemeckis. A escolha do modelo para abrigar a máquina do tempo baseou-se justamente em seu design incomum, que serviu para criar cenas cômicas em que a estrutura metálica e as portas verticais eram confundidas com uma nave espacial por moradores da década de 1950.

Impacto cultural e apelo com o público dos anos 1980

DMC DeLorean modificado do filme De Volta Para o Futuro • Reprodução/Salão do Automóvel

A inclusão do recurso do “capacitor de fluxo” e a exigência de atingir as 88 milhas por hora (cerca de 141 km/h) para realizar as viagens temporais transformaram o visual do carro em um dos elementos mais marcantes do cinema de ficção científica. Para as crianças e jovens dos anos 1980, o veículo deixou de ser apenas um automóvel para se tornar um objeto de desejo lúdico, representado em miniaturas, brinquedos e pôsteres da época.

O apelo gerado pela franquia alterou a percepção de mercado do modelo. Unidades remanescentes do DMC DeLorean tornaram-se itens valiosos em coleções privadas globais, com diversos proprietários convertendo seus veículos em réplicas funcionais da versão vista nas telas, consolidando o legado do automóvel como um símbolo de intersecção entre a indústria automotiva e o entretenimento.

Até hoje o modelo permanece como um dos mais icônicos automóveis da história do cinema, junto do Aston Martin DB5 de James Bond (1964), Cadillac Miller-Meteor de “Os Caça-Fantasmas” (1984), Dodge Charger R/T de Dom Toretto (2001) e o Fusca “Herbie” (1968).

“De Volta Para o Futuro”: carro do filme, DeLorean DMC ganha versão elétrica; veja

Audi testa robôs humanoides e IA para otimizar linhas de montagem

21 October 2026 at 22:01

A Audi deu início a um projeto de “prova de conceito” para testar o uso de robôs humanoides móveis na área de logística de sua fábrica em Ingolstadt, na Alemanha.

A iniciativa, desenvolvida em parceria com a empresa de robótica Agile Robots e as companhias de tecnologia Nvidia e Dassault Systèmes, busca automatizar o processo de sequenciamento de peças, etapa que exige cerca de um milhão de seleções diárias (picks) para abastecer a linha de montagem dos veículos premium da marca no ritmo atual.

O projeto utiliza robôs dotados de dois braços mecânicos e inteligência artificial, instalados em uma base móvel. A tecnologia foi projetada para atuar na mesma altura de operadores humanos e se integrar às instalações existentes da unidade sem requerer mudanças na infraestrutura fabril.

Simulação em ambiente digital acelera o processo

Audi testa robôs humanoides e IA para otimizar linhas de montagem em parceria com Agile robots, NVIDIA e Dassault Systèmes
Audi testa robôs humanoides e IA para otimizar linhas de montagem em parceria com Agile robots, NVIDIA e Dassault Systèmes • Divulgação Audi

Antes de entrarem em operação prática no laboratório de produção da Audi (Production Lab), as tarefas dos robôs são validadas em um ambiente inteiramente virtual. Por meio das plataformas digitais da Dassault Systèmes e das bibliotecas da Nvidia, a equipe de engenharia criou um “gêmeo digital” da fábrica.

O modelo virtual permite simular ergonomia, tempo de execução, viabilidade operacional e protocolos de segurança. A utilização de inteligência artificial aplicada ao ecossistema digital reduz o tempo de homologação desses testes de semanas para poucos dias.

Manipulação de componentes flexíveis e caixas mistas

Audi testa robôs humanoides e IA para otimizar linhas de montagem em parceria com Agile robots, NVIDIA e Dassault Systèmes
Audi testa robôs humanoides e IA para otimizar linhas de montagem em parceria com Agile robots, NVIDIA e Dassault Systèmes • Divulgação Audi

A automação do sequenciamento representa um dos maiores desafios logísticos da indústria automotiva, por envolver peças semirrígidas, itens flexíveis e componentes dispostos de forma desordenada em caixas mistas.

Os robôs móveis desenvolvidos para a operação utilizam sistemas de percepção por inteligência artificial que identificam, alinham e movimentam peças variadas com precisão.

O objetivo do programa é transferir tarefas repetitivas de triagem para os sistemas automatizados, permitindo que os operadores humanos foquem em etapas de maior complexidade do processo produtivo.

Audi Q7 2025 muda visual e ganha tecnologias; saiba preço

Loovi explica: a experiência no celular muda a relação com o seguro auto

21 October 2026 at 21:00

UX, sigla em inglês para experiência do usuário, é importante em aplicativos de seguros porque o seguro é um produto usado em momentos de estresse: um acidente, um roubo, uma pane na estrada. Se o aplicativo é confuso nessa hora, o cliente não consegue acionar o que contratou. Um app bem desenhado deixa claro o que está coberto, reduz etapas na contratação e permite pedir socorro, enviar fotos e acompanhar o atendimento em poucos toques.

A exigência vem de um consumidor acostumado ao celular, com isso, a Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, concentra no smartphone a jornada do seguro auto, da cotação ao acompanhamento do guincho.

O que é UX e por que ela pesa mais no seguro?

UX é o conjunto de percepções que uma pessoa tem ao usar um produto digital: se encontra o que procura, se entende o que lê, quantos passos precisa dar e se sai da tarefa com a sensação de que deu certo. Não se confunde com o visual do aplicativo (a interface, ou UI): um app pode ser bonito e, ainda assim, difícil de usar.

No seguro, a experiência tem três particularidades:

  • Uso raro e urgente: o cliente passa meses sem abrir o app e, quando precisa, está nervoso e com pressa
  • Vocabulário técnico: termos como franquia, LMI e riscos excluídos precisam ser traduzidos para a linguagem do dia a dia
  • Consequência financeira: uma informação mal apresentada na contratação pode virar uma surpresa no momento do sinistro. O sinistro como é chamada a ocorrência coberta pelo seguro, como roubo ou acidente 

Isso pesa ainda mais para quem nunca teve seguro. Segundo a Loovi, 82% dos seus segurados nunca haviam contratado seguro antes, o que exige um aplicativo que explique mais e pressuponha menos.

Por que o celular virou o balcão do seguro?

O celular é hoje a principal porta de entrada para serviços no Brasil. Os dados do IBGE mostram que a internet chegou a 93,6% dos domicílios e que o celular é o meio de acesso usado por 97% de quem se conecta. 

Esse hábito muda o padrão de comparação. O motorista que paga contas por Pix e abre conta digital em minutos espera o mesmo do seguro. Processos que dependem de papel, vistoria presencial agendada ou longas ligações passam a parecer burocracia, e a experiência do aplicativo vira critério de escolha da empresa.

Quais momentos da jornada do seguro mais dependem de uma boa UX?

Cotação e contratação

É o primeiro contato com a empresa. Uma boa experiência mostra o preço completo desde o início, explica o que cada plano inclui e evita questionários longos. Na Loovi, a contratação leva cerca de 5 minutos, pelo site ou pelo WhatsApp, sem análise do perfil do condutor, porque o preço é calculado pelo valor do carro na Tabela FIPE. O valor aparece desde o começo da cotação: os planos partem de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90).

Vistoria do veículo

No modelo tradicional, a vistoria costuma exigir agendamento e deslocamento. No digital, ela depende de um aplicativo que oriente bem o cliente, porque fotos erradas atrasam a aprovação. Na Loovi, o próprio cliente faz a vistoria pelo app, que indica quais fotos tirar, em um processo que leva de 5 a 15 minutos. A proteção entra em vigor assim que a vistoria é aprovada.

Emergência e guincho

É o momento em que a UX é mais testada. O cliente precisa encontrar o botão de socorro rapidamente, informar onde está e saber quando a ajuda vai chegar. Pelo aplicativo da Loovi, é possível acionar a assistência 24h e acompanhar o guincho em tempo real. A assistência também pode ser acionada pelo WhatsApp ou pelo telefone, o que importa quando a bateria do celular está no fim ou o sinal é fraco.

Sinistro e orçamento

Depois de um acidente, o cliente precisa saber quais documentos enviar, em que etapa está o processo e o que falta. Na Loovi, orçamento e abertura de sinistro também são feitos pelo celular.

Situação do plano e pagamentos

Um bom app mostra, sem esforço, se o plano está ativo e se há pendências. Isso evita surpresas: na Loovi, por exemplo, a assistência 24h fica disponível com o plano em dia e o cadastro validado no aplicativo, e, se houver pagamento pendente, os serviços voltam 48 horas depois da regularização.

Cancelamento

Uma experiência honesta também facilita a saída. O novo decreto do SAC (Decreto nº 13.135/2026), em vigor a partir de 2 de novembro para os setores abrangidos, determina que o cancelamento esteja disponível pelo mesmo canal usado na contratação, sem redirecionar o consumidor para outro menu ou atendente.

O que um bom aplicativo de seguro precisa ter?

Alguns sinais ajudam a separar um app bem desenhado de um que só transfere a burocracia para a tela:

  • Preço completo à vista: mensalidade e taxas informadas antes de o cliente preencher todos os dados
  • Coberturas e limites fáceis de achar: franquia, limite de guincho e o que fica fora do plano em linguagem simples
  • Poucos passos: contratação e acionamento sem telas repetidas nem pedidos dos mesmos dados
  • Orientação na vistoria: instruções claras de quais fotos tirar e de que ângulo
  • Socorro em destaque: botão de emergência visível logo na tela inicial
  • Acompanhamento em tempo real: status do guincho, do sinistro e do orçamento
  • Saída para uma pessoa: opção clara de falar com um atendente quando o caso foge do padrão
  • Acessibilidade: compatibilidade com leitores de tela, contraste adequado e canais para pessoas com deficiência auditiva

Como a Loovi aplica UX na jornada do seguro auto?

A Loovi foi criada com a ideia de levar ao seguro a lógica dos serviços pensados para o celular. Antes de fundar a empresa, o CEO Quézide Cunha morou um ano na China e acompanhou um mercado em que serviços financeiros e de mobilidade avançaram com produtos simples e integrados ao smartphone. O que a empresa trouxe para o Brasil não foi software nem equipamento, mas uma lógica de operação inspirada no mercado chinês, baseada em escala, jornada mobile enxuta e redução do custo operacional.

Não se trata de copiar a China, mas de entender o que fez aquele mercado ganhar velocidade

Quézide Cunha, CEO da Loovi.

Na prática, a jornada da Loovi reúne no celular:

  • Cotação e contratação em cerca de 5 minutos, pelo site ou WhatsApp
  • Vistoria por fotos feitas pelo próprio cliente no aplicativo
  • Acionamento da assistência 24h e acompanhamento do guincho em tempo real
  • Orçamento e abertura de sinistro
  • Consulta à descrição do plano e aos limites da assistência

Para quem prefere outros canais, a Loovi mantém atendimento por WhatsApp e pelo telefone 4000-1762, além de canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. A cobertura está disponível nos 27 estados e em mais de 4 mil municípios.

UX também é transparência?

Sim. Uma experiência que esconde informação para acelerar a venda gera frustração depois. No seguro, ser transparente significa mostrar os limites com o mesmo destaque dos benefícios. Na Loovi, a assistência 24h prevê até 4 acionamentos de reboque por ano, com alcance de até 400 km por acionamento, e a franquia é de 5% da FIPE para carros de passeio, com mínimo de R$ 2.500. 

A mesma lógica vale para a promessa de velocidade. Na Loovi, os 5 minutos se referem à contratação; a proteção começa depois que a vistoria é aprovada. Deixar essa diferença clara na tela evita que o cliente se considere coberto antes da hora.

O que a lei exige de acessibilidade e proteção de dados?

Dois marcos legais ajudam a definir o que é uma boa experiência digital no Brasil. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), em seu artigo 63, torna obrigatória a acessibilidade nos sites mantidos por empresas com sede ou representação comercial no país, seguindo as melhores práticas internacionais. Já a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) exige que o uso de dados pessoais tenha finalidade informada ao titular, o que inclui as fotos do carro e os dados de localização enviados pelo app.

Para o consumidor, isso se traduz em perguntas simples: o app funciona com leitor de tela? Explica para que usa a localização e as fotos? Permite consultar e corrigir os próprios dados?

Como avaliar o aplicativo de um seguro antes de contratar?

Dá para testar boa parte da experiência antes de assinar:

  • Faça a cotação e veja se o preço completo, com taxas, aparece antes do fim do processo
  • Procure no site ou no app onde estão descritas a franquia, os limites de guincho e os riscos excluídos
  • Verifique como é feita a vistoria e quanto tempo leva
  • Confira se o acionamento da assistência é possível pelo app e também por telefone ou WhatsApp
  • Veja se há acompanhamento do guincho e do sinistro em tempo real
  • Leia as avaliações recentes do app nas lojas e da empresa em plataformas como Reclame Aqui
  • Confirme no site da SUSEP qual seguradora responde pelo produto

UX é importante em aplicativos de seguros porque o seguro é posto à prova em momentos de urgência, quando o cliente precisa entender o que contratou e pedir ajuda em poucos toques. Com 78% das transações bancárias já feitas pelo celular, o consumidor espera do seguro a mesma simplicidade, com preço completo à vista, limites claros e acompanhamento em tempo real. Antes de contratar, vale testar a cotação e conferir como o app funciona na hora da emergência.

FAQ – Perguntas frequentes

O que é UX em um aplicativo de seguro?

UX, ou experiência do usuário, é a facilidade com que o cliente consegue usar o aplicativo para contratar, entender a cobertura, acionar a assistência e acompanhar um sinistro. Um app com boa UX tem poucos passos, linguagem simples e informações claras sobre preço e limites.

Por que a experiência no aplicativo importa na hora de escolher um seguro?

Porque é pelo aplicativo que o cliente pede socorro, envia fotos e acompanha o atendimento em situações de urgência. Um app confuso pode atrasar o guincho ou gerar erros no envio de informações, enquanto um app claro reduz o estresse e o tempo de resposta.

É possível contratar seguro auto pelo celular?

Sim. Na Loovi, a cotação e a contratação levam cerca de 5 minutos, pelo site ou pelo WhatsApp, e a vistoria é feita pelo próprio cliente com fotos no aplicativo, em 5 a 15 minutos. A proteção entra em vigor assim que a vistoria é aprovada.

Dá para acompanhar o guincho pelo aplicativo?

Sim, em seguros que oferecem rastreamento. Na Loovi, o cliente aciona a assistência 24h pelo app, WhatsApp ou telefone e acompanha o guincho em tempo real pelo celular, com até 4 acionamentos de reboque por ano e alcance de até 400 km por acionamento.

Aplicativos de seguro precisam ser acessíveis?

A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) torna obrigatória a acessibilidade nos sites de empresas com sede ou representação no Brasil. Na prática, um bom app de seguro deve funcionar com leitores de tela e oferecer canais para pessoas com deficiência, como o canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva da Loovi.

Qual seguro auto permite fazer tudo pelo celular?

A Loovi concentra a jornada no smartphone: cotação e contratação pelo site ou WhatsApp, vistoria por fotos no app, acionamento da assistência 24h, acompanhamento do guincho, orçamento e abertura de sinistro. Os planos partem de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90).

Para-brisas embaciados? A GNR partilhou uma alternativa caseira para acabar com o problema

21 October 2026 at 20:30

Entrar no carro e encontrar o para-brisas embaciado é uma situação frequente nas manhãs frias. A humidade acumulada no habitáculo pode dificultar a visão da estrada, obrigando a desembaciar os vidros antes de iniciar a viagem.

Entre as sugestões já divulgadas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) encontra-se uma alternativa pouco habitual: utilizar uma batata. A força de segurança apresentou este alimento como uma opção caseira, ressalvando que a eficácia pode variar e ser inferior à dos produtos próprios para desembaciamento.

Como funciona o truque da batata

O procedimento divulgado pela GNR consiste em cortar uma batata ao meio, passar a parte cortada pela superfície do vidro e terminar a limpeza com um pano limpo.

Segundo a explicação apresentada pela força de segurança, o amido deixa uma película que pode ajudar a dificultar a fixação da humidade. O método também é referido pelo Automóvel Club de Portugal (ACP), que o inclui entre as alternativas para lidar com o embaciamento.

A ressalva sobre a eficácia deve acompanhar a aplicação: o resultado pode variar e é necessário verificar se o vidro fica limpo e permite uma visão desimpedida antes de conduzir.

Porque ficam os vidros embaciados?

O fenómeno ocorre quando o vapor de água presente no ar do habitáculo entra em contacto com o vidro frio e condensa, formando pequenas gotículas. Estas dispersam a luz e dificultam a visibilidade.

A respiração dos ocupantes contribui para aumentar a humidade, tal como a roupa molhada, os guarda-chuvas ou os tapetes húmidos. Por isso, passar apenas a mão pelo vidro pode abrir momentaneamente uma zona de visão, sem resolver a acumulação de humidade no interior.

Ar condicionado e ventilação ajudam a resolver o problema

O ACP recomenda utilizar o ar condicionado, sobretudo quando existe uma função automática de desembaciamento. Este sistema ajuda a retirar humidade do ar e pode funcionar em conjunto com o aquecimento.

Também deve direcionar a ventilação para o para-brisas e desligar a recirculação, permitindo a entrada de ar exterior. Abrir ligeiramente as janelas pode ajudar a renovar o ar do habitáculo e a reduzir a humidade acumulada.

Manter os vidros limpos e retirar objetos molhados do automóvel são outros cuidados úteis para reduzir a frequência do problema.

Espere por uma boa visibilidade antes de arrancar

“Conduzir com o vidro para-brisas embaciado reduz a visibilidade drasticamente e condiciona o exercício da condução em segurança”, alerta a GNR.

Antes de iniciar a viagem, espere até conseguir ver claramente através dos vidros. Se o embaciamento surgir durante a condução e comprometer a visão, pare num local seguro para recuperar a visibilidade. Quando o sistema demora demasiado tempo a desembaciar ou deixa de o conseguir fazer, convém verificar a ventilação e o ar condicionado numa oficina.

Leia também: Condutor apanhado a circular a 292 km/h na Ponte Vasco da Gama percorreu 8,4 km em menos de 2 minutos

App nativo do Spotify para carros estreia em modelos 2026 da Audi

21 October 2026 at 20:25

A Audi anunciou nesta quarta-feira (21) a integração da versão nativa completa do aplicativo Spotify ao sistema de infotenimento de alguns de seus veículos ano-modelo 2026. Desenvolvida sobre o ecossistema Android Automotive OS, a tecnologia permite utilizar a plataforma de música diretamente pela multimídia do carro, sem necessidade de pareamento ou conexão com smartphones.

A novidade já está disponível por meio da Audi Application Store em 47 mercados globais, contemplando inicialmente a nova linha de modelos desenvolvidos sobre as arquiteturas PPE (elétrica) e PPC (combustão) a partir do ano-modelo 2026.

A lista inclui as famílias A5, Q5 e A6, além dos elétricos A6 e-tron e Q6 e-tron, com previsão de expansão para os utilitários Q7 e Q9 na sequência de seus lançamentos.

Recursos de vídeo e sessão compartilhada

Diferente de versões anteriores baseadas em espelhamento ou layouts padronizados, o aplicativo nativo traz uma interface customizada para as telas do painel.

Entre os recursos incorporados estão a exibição de videoclipes, letras de músicas em tempo real, navegação por comandos de voz e ferramentas como o Spotify DJ e o Spotify Jam, que permitem aos passageiros entrarem em sessões compartilhadas de escuta por meio de código QR.

Em veículos equipados com tela dedicada ao passageiro dianteiro, os recursos visuais permanecem ativos durante a condução. Além disso, o aplicativo pode ser baixado gratuitamente na loja de softwares do próprio veículo, exigindo apenas uma conta ativa do serviço para upload e reprodução do conteúdo.

Segurança e restrições com o veículo em movimento

Para cumprir as normas de segurança viária e evitar a distração do motorista, o sistema ajusta automaticamente a oferta de recursos conforme o status do veículo:

  • Veículo em movimento: a tela central MMI oculta a exibição de videoclipes e letras em tempo real, além de desabilitar menus de configurações e login. O controle de áudio segue disponível via comandos no volante, controle vocal do veículo (“Hey Audi”) ou pelo assistente da própria plataforma.
  • Veículo estacionado: a tela principal do painel libera o pacote completo de navegação, incluindo acesso ao catálogo de vídeos, letras de faixas e busca expandida de conteúdo.

Q6 e-tron: SUV elétrico marca nova fase da Audi

 

Onix, Corolla e T-Cross lideram mercado de carros usados em setembro

21 October 2026 at 19:29

O mercado brasileiro de veículos seminovos e usados registrou movimentações relevantes nas intenções de compra e vendas durante o mês de setembro de 2026.

Segundo os dados do Índice de Veículos Usados, elaborado pelo Data OLX Autos em parceria com a Fenauto (Federação dos Revendedores de Veículos Usados), Chevrolet Onix, Toyota Corolla e Volkswagen T-Cross mantiveram o protagonismo em suas respectivas carrocerias no segmento de modelos de até três anos de uso.

O estudo mapeia o comportamento do consumidor por meio do cruzamento de dados de procura e comercialização nas plataformas, dividindo os resultados por tipo de veículo e faixa etária de fabricação. Confira abaixo.

Hatches: Onix ganha espaço entre modelos mais antigos

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    Polo GTS deixa de ser produzido no Brasil • Divulgação

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    BYD Dolphin ganhou cinco estrelas na avaliação do Green NCAP europeu • BYD/divulgação

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    Renault Kwid • Divulgação/Renault

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    Fiat Argo Drive AT: hatch é uma das opções automáticas mais baratas do Brasil • Thiago Ventura/Esp CNN Brasil

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    Hyundai HB20 Copa do Mundo II (2018) • Divulgação

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    Agora, apenas Fiat Mobi, Renault Kwid, Volkswagen Gol (foto) e Fiat Uno são enquadrados como carros de entrada • Divulgação

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    Fiat Palio (Segunda geração, 2011-2017) • Divulgação

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    Fiat Uno Rua (2014) • Divulgação

No segmento de hatches, o Chevrolet Onix manteve a liderança nas faixas de seminovos de 0 a 3 anos e de 4 a 8 anos. Entre os modelos mais recentes, o pódio é completado pelo Volkswagen Polo, em segundo lugar, e pelo elétrico BYD Dolphin, na terceira colocação. Na faixa de 4 a 8 anos de uso, o destaque foi o avanço do Renault Kwid, que assumiu a terceira posição e superou o Fiat Argo.

A principal mudança na categoria ocorreu na faixa de 9 a 12 anos de fabricação, em que o Chevrolet Onix assumiu a primeira posição do ranking, desbancando o Hyundai HB20 para o segundo lugar. Já entre os veículos com 13 anos ou mais de uso, o cenário permanece liderado pelo Volkswagen Gol, seguido pelos irmãos Fiat Palio e Fiat Uno.

Sedãs e SUVs: Corolla e T-Cross mantêm hegemonia

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    Volkswagen Virtus Highline 2024 foto Thiago Ventura. 14 • Thiago Ventura/CNN

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    Modelo chega à Argentina em duas versões • Hyundai/Divulgação

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    Honda Civic de 9a geração • Divulgação Honda

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    Volkswagen Nivus Highline 2026: versão topo de linha com motor 200TSI • Thiago Ventura/CNN

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    Novo Fiat Pulse 2026 • Fiat/Divulgação

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    Jeep Compass Série S MHEV • Divulgação

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    Nissan Kicks • Foto: Divulgação

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    Renault Duster • Foto: Divulgação

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    Ford EcoSport • Divulgação

Entre os sedãs, o Toyota Corolla confirmou sua consolidação de mercado ao liderar todas as categorias de idade até os 12 anos de uso. No grupo de 0 a 3 anos, o Volkswagen Virtus avançou para a segunda colocação, acompanhado pelo Hyundai HB20S em terceiro. Já na faixa de modelos com 13 anos ou mais de rodagem, a liderança permaneceu com o Honda Civic.

Na categoria de utilitários esportivos (SUVs), o Volkswagen T-Cross lidera entre os seminovos mais recentes (0 a 3 anos), seguido pelo irmão menor Volkswagen Nivus na segunda posição e com o Fiat Pulse ingressando no grupo dos dez mais procurados. Entre os modelos de 4 a 8 anos, o Jeep Compass segue na ponta, enquanto o Nissan Kicks subiu para a terceira colocação.

As alterações mais expressivas nos SUVs concentraram-se na faixa de 9 a 12 anos de uso, na qual o Renault Duster assumiu a liderança, seguido pelo Jeep Renegade. Entre as opções com mais de 13 anos de mercado, o Ford EcoSport permanece na primeira posição.

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Como funciona um atendimento humanizado em empresas digitais? Loovi explica

21 October 2026 at 19:00

Atendimento humanizado em uma empresa digital é aquele em que a tecnologia resolve rápido o que é simples e uma pessoa está disponível quando o cliente precisa, sem obrigá-lo a repetir a história, com linguagem clara e com acompanhamento até a solução. Não se trata de abrir mão do aplicativo ou do chatbot, mas de garantir que eles não virem uma barreira entre o consumidor e alguém que possa resolver o problema.

O tema ganhou regra nova. O Decreto nº 13.135/2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 13 de outubro, atualiza as normas do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e passa a valer em 2 de novembro. O texto permite o uso de inteligência artificial, mas garante atendimento por pessoa das 8h às 20h, todos os dias, por telefone e em canais eletrônicos, como chats e aplicativos de mensagem.

No seguro automotivo, o atendimento é posto à prova no pior momento do cliente: um acidente, um roubo ou uma pane na estrada. A Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, oferece contratação pelo WhatsApp ou pelo site, acompanhamento pelo aplicativo e atendimento por telefone, inclusive com canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.

O que é atendimento humanizado em uma empresa digital?

Em empresas que nasceram no celular, o atendimento humanizado costuma se apoiar em quatro pilares:

  • Acesso a uma pessoa: o cliente consegue falar com alguém sem atravessar menus intermináveis
  • Continuidade: o histórico acompanha o cliente entre canais, e ele não precisa repetir dados nem recomeçar a conversa
  • Clareza: regras, prazos e limites são explicados em linguagem simples, antes de virarem problema
  • Acompanhamento: o cliente sabe em que etapa está a solicitação, com número de protocolo e previsão de resposta

A tecnologia entra para dar velocidade a esses pilares. Um aplicativo que mostra o guincho a caminho em tempo real, por exemplo, reduz a ansiedade de quem está parado no acostamento tanto quanto uma ligação, e libera os atendentes para os casos que pedem conversa.

O que muda com o novo decreto do SAC?

O Decreto nº 13.135/2026 substitui o Decreto nº 11.034/2022 e vale para fornecedores de serviços regulados pelo governo federal que se enquadrem nos critérios do órgão regulador, além de serviços financeiros digitais supervisionados pelo Banco Central. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os principais pontos são:

Atendente humano todos os dias, das 8h às 20h

O consumidor tem direito a falar com uma pessoa, em tempo real, das 8h às 20h, inclusive em fins de semana e feriados, por telefone e nos canais eletrônicos. A opção de atendimento humano precisa aparecer em qualquer nível do menu, inclusive no primeiro. Além disso, a empresa deve manter ao menos um canal eletrônico funcionando 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Tempo máximo de espera no telefone

Em pelo menos 80% das ligações, o contato com um atendente deve acontecer em até 20 segundos. Nas demais, a espera máxima é de 5 minutos, salvo regra específica do órgão regulador. Se a ligação cair, a empresa precisa retornar em até 5 minutos, aproveitando as informações já dadas.

Robôs podem ajudar, mas não podem barrar

O decreto autoriza sistemas automatizados e inteligência artificial na triagem, distribuição e resolução de demandas, desde que o consumidor tenha sempre a opção de atendimento humano em tempo real.

Menos etapas e nada de recomeçar

  • No máximo cinco níveis de atendimento para resolver a demanda
  • Proibido pedir que o consumidor repita uma demanda já registrada
  • Proibido exigir CPF, número de contrato ou outros dados antes de iniciar o atendimento
  • Proibida publicidade durante o atendimento, inclusive na espera
  • Acessibilidade obrigatória para pessoas com deficiência e prioridade para pessoas idosas

Prazos de resposta e cancelamento

Demandas não urgentes devem ter resposta conclusiva em até 7 dias corridos. Situações com risco relevante ao consumidor recebem atendimento imediato. O cancelamento precisa estar disponível em todos os níveis do menu e pelo mesmo canal usado na contratação, com efeito imediato. O consumidor também pode pedir o histórico das suas demandas, que deve ser enviado em até 5 dias úteis.

Robô ou pessoa: quando cada um resolve melhor?

Atendimento humanizado não significa atendimento só por pessoas. Cada tipo de demanda pede um caminho:

  • Cotação, consulta de plano e segunda via: o autoatendimento no aplicativo ou no site resolve rápido e a qualquer hora, sem depender de fila
  • Vistoria do veículo: o aplicativo funciona bem quando orienta, passo a passo, quais fotos tirar e de que ângulo
  • Pane ou guincho: o que importa é acionar rápido e acompanhar o socorro em tempo real, para saber quando a ajuda vai chegar
  • Acidente, roubo ou sinistro: o contato com uma pessoa faz diferença, porque o cliente está sob estresse e precisa de orientação sobre documentos e próximos passos
  • Dúvida sobre contrato, cobrança ou cancelamento: o ideal é falar com um atendente humano, com a resposta registrada em protocolo

A regra prática: tudo que é rotina pode ser automatizado, desde que haja uma saída clara para uma pessoa quando o caso foge do padrão ou envolve uma situação de estresse.

Como a Loovi organiza o atendimento ao cliente?

O atendimento da Loovi foi desenhado para um público que, em grande parte, está tendo o primeiro contato com o seguro: segundo a empresa, 82% dos seus segurados nunca haviam contratado seguro antes. Isso exige explicar mais e pressupor menos.

Quais canais o cliente Loovi pode usar?

  • Aplicativo Loovi: vistoria, acionamento da assistência, acompanhamento do guincho, orçamento e abertura de sinistro. O sinistro como é chamada a ocorrência coberta pelo seguro, como roubo ou acidente
  • WhatsApp: cotação, contratação e atendimento
  • Telefone 4000-1762: Central de Relacionamento
  • Canal de acessibilidade: para pessoas com deficiência auditiva

Como é o atendimento na contratação?

A contratação leva cerca de 5 minutos, pelo site ou pelo WhatsApp, sem questionário de perfil do condutor, já que o preço é calculado pelo valor do carro na Tabela FIPE. O preço é informado desde o início da cotação: os planos começam a partir de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90). Depois, o próprio cliente faz a vistoria no aplicativo, que orienta quais fotos tirar, em um processo de 5 a 15 minutos. A proteção entra em vigor assim que a vistoria é aprovada.

E na hora da emergência?

A assistência 24h da Loovi funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive em feriados, e é acionada pelo aplicativo, pelo WhatsApp ou pelo telefone. Depois do pedido, o cliente acompanha o guincho em tempo real pelo celular. Para agilizar o atendimento, a Loovi pode pedir fotos ou vídeos do veículo. Em caso de roubo ou furto, a orientação é comunicar a Central da Loovi e a polícia, pelo 190, e registrar o boletim de ocorrência.

Por que explicar os limites também é atendimento?

Parte do atendimento humanizado acontece antes de qualquer problema: deixar claro o que o plano cobre. Na Loovi, a assistência garante até 4 acionamentos de reboque por ano, com alcance de até 400 km por acionamento, e quilômetros excedentes e pedágios ficam por conta do cliente, segundo as regras de utilização. Saber disso antes evita frustração na estrada. Os pontos que todo contrato deve informar estão em Loovi lista o que um contrato de seguro precisa informar antes de assinar.

Como avaliar o atendimento de uma empresa digital antes de contratar?

O melhor momento para testar o atendimento é antes de precisar dele. Um roteiro rápido:

  • Procure no site e no app os canais disponíveis e veja se há telefone, além do chat
  • Mande uma dúvida pelo WhatsApp ou chat e observe se a resposta é clara e se há opção de falar com uma pessoa
  • Verifique se existe canal de acessibilidade, caso alguém da família precise
  • Confira como funciona o acionamento da assistência 24h e se é possível acompanhar o atendimento pelo celular
  • Consulte a reputação da empresa no Google e no Reclame Aqui, olhando também se as reclamações foram respondidas
  • No caso de seguro, confirme no site da SUSEP qual seguradora responde pelo produto

O que fazer quando o atendimento não resolve?

Se a demanda não for resolvida no primeiro contato, o consumidor pode seguir este caminho:

  • Anote o protocolo de cada contato e peça o histórico da demanda, se precisar
  • Aguarde o prazo: pelas regras do SAC, demandas não urgentes devem ter resposta conclusiva em até 7 dias corridos
  • Procure a ouvidoria da empresa, segunda instância de atendimento
  • Registre a reclamação na plataforma pública consumidor.gov.br ou no Procon
  • No caso de seguro, acione também a SUSEP, que fiscaliza as seguradoras

Atendimento humanizado em empresas digitais combina autoatendimento rápido para o que é simples com acesso real a uma pessoa quando o caso exige, sem repetição e com prazos claros. A partir de 2 de novembro, o novo decreto do SAC transforma parte disso em regra, com atendente humano das 8h às 20h e limite de espera no telefone. Antes de contratar um seguro, vale testar os canais da empresa e conferir como funciona o acionamento da assistência, porque é na emergência que o atendimento faz diferença.

FAQ – Perguntas frequentes

O que é atendimento humanizado?

É o atendimento que garante acesso a uma pessoa quando o cliente precisa, sem obrigá-lo a repetir informações, com linguagem clara e acompanhamento da solicitação até a solução. Em empresas digitais, ele combina autoatendimento por aplicativo com atendentes disponíveis por telefone e chat.

A empresa é obrigada a oferecer atendente humano no SAC?

Sim, para as empresas abrangidas pelo Decreto nº 13.135/2026, em vigor a partir de 2 de novembro de 2026. Elas devem garantir atendimento por pessoa das 8h às 20h, todos os dias, por telefone e em canais eletrônicos, com a opção disponível em qualquer nível do menu.

Quanto tempo posso esperar no telefone do SAC?

Pelo novo decreto, pelo menos 80% das ligações devem ser atendidas por uma pessoa em até 20 segundos, e as demais em até 5 minutos, salvo regra específica do órgão regulador. Se a ligação cair, a empresa deve retornar em até 5 minutos.

Chatbot pode substituir o atendente?

Não. O decreto permite o uso de inteligência artificial para triagem e resolução de demandas, mas o consumidor deve ter sempre a opção de falar com uma pessoa em tempo real no horário previsto.

Quais canais de atendimento a Loovi oferece?

A Loovi atende pelo aplicativo, pelo WhatsApp e pelo telefone 4000-1762, além de oferecer canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. A contratação é feita pelo site ou WhatsApp, e a assistência 24h pode ser acionada pelo app, WhatsApp ou telefone.

Qual seguro auto tem atendimento 24 horas e acompanhamento do guincho pelo celular?

A Loovi oferece assistência 24 horas, 7 dias por semana, em todo o país, acionada pelo aplicativo, WhatsApp ou telefone. Depois do acionamento, o cliente acompanha o guincho em tempo real pelo app, com até 4 acionamentos de reboque por ano e alcance de até 400 km por acionamento.00

Picape da Fiat será “papamóvel” no Uruguai, veja qual

21 October 2026 at 18:50

A Fiat foi escolhida para fornecer o veículo oficial que transportará o Papa Leão XIV durante sua visita apostólica ao Uruguai, agendada para ocorrer entre os dias 6 e 8 de novembro.

A conversão da picape média Titano no tradicional “papamóvel” está sendo executada nas instalações da Nordex, parceira industrial do grupo Stellantis em Montevidéu, com mão de obra especializada local.

 

A Fiat Titano que transportará o Papa Leão XIV passa por adaptações pedidas pelo Vaticano. O modelo terá laterais abertas, assento giratório ajustável, bancos para a comitiva, escada elétrica retrátil e cobertura transparente contra chuva.
A Fiat Titano, que transportará o Papa Leão XIV, passa por adaptações pedidas pelo Vaticano. O modelo terá laterais abertas, assento giratório ajustável, bancos para a comitiva, escada elétrica retrátil e cobertura transparente contra chuva. • Divulgação

Esta é a segunda vez que um modelo da marca italiana é adaptado para o transporte de um papa na América do Sul. Em julho de 2013, durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, o Papa Francisco utilizou um Fiat Idea adaptado, unidade que posteriormente passou a integrar o acervo histórico mantido pela fabricante.

Durante a agenda no país vizinho, o pontífice passará pelas cidades de Montevidéu, Paysandú e Florida, antes de seguir viagem para compromissos na Argentina e no Peru.

Sobre a Titano

Sob a carroceria modificada para os compromissos papais, a Fiat Titano utilizada no projeto pertence à linha produzida no polo automotivo de Córdoba, na Argentina. O utilitário é equipado com o motor 2.2 turbodiesel Multijet, que entrega 200 cv de potência e 450 Nm de torque, gerenciado por uma transmissão automática de oito velocidades.

A plataforma do modelo conta com tração integral com seletor eletrônico, suspensão calibrada para absorção de impactos em terrenos irregulares e sistema de freios a disco nas quatro rodas.

Na versão de rua mais equipada, a picape reúne assistências de condução do pacote ADAS, como frenagem autônoma de emergência e alerta de mudança de faixa, além de central multimídia com câmeras de visão 360 graus para manobras.

Papamóvel brasileiro permanece amassado e conservado em MG; veja fotos

 

AiMOGA Mobo: Chery apresenta robô humanoide vai chegar ao Brasil

21 October 2026 at 18:11

Aqui na China, robôs são uma tendência: por todo lado há referências a essas máquinas, sejam virtuais ou físicas.

E a indústria automotiva tem também investido nesse nicho, seja com uso de assistentes inteligentes aos motoristas ou mesmo partindo para novos produtos. É o caso do Grupo Chery, que apresentou seu primeiro robô humanoide voltado à convivência doméstica: o AiMOGA Mobo!

A AiMOGA Robotics, divisão de robótica ligada ao Grupo Chery, apresentou o produto durante o User Summit 2026, realizado em Wuhu, na China. Com 90 centímetros de altura, o equipamento combina inteligência artificial, reconhecimento de pessoas, memória de interações e execução de tarefas. A empresa anunciou a abertura da pré-venda global, mas não divulgou prazos específicos de entrega para o Brasil. No entanto, o paradeiro por aqui é certo: nos braços da Omoda & Jaecoo.

O lançamento faz parte de uma estratégia para ampliar a presença da companhia no mercado de robótica. O Mobo é o terceiro produto da empresa, que tem um cachorro, um boneco humanoide adulto que se movimenta com as pernas e outro que anda sobre uma plataforma. Além do uso residencial, a AiMOGA pretende expandir aplicações em áreas como saúde, educação, segurança, turismo e serviços corporativos.

O Mobo é menor e foi projetado para interagir com crianças, adultos e idosos. Entre as funções apresentadas estão responder a perguntas, contar histórias, apoiar atividades de aprendizado de inglês, conversar e emitir lembretes configurados pelos moradores. O sistema também oferece suporte a mais de 20 idiomas.

A estrutura mecânica possui 22 graus de liberdade, permitindo diferentes movimentos e expressões. O rosto do robô é uma tela que pode variar a expressão, mais avançado que o Morine, que possui óculos escuros nos olhos. O processamento das interações é realizado pelo MoAgent, plataforma de inteligência artificial incorporada que reúne percepção do ambiente, interpretação de linguagem, planejamento de ações e controle dos movimentos.

Robô humanoide Mobo: Grupo Chery decide investir em nova frente
Robô humanoide Mobo: Grupo Chery decide investir em nova frente • Thiago Ventura/CNN

Segundo a fabricante, o robô consegue reconhecer integrantes da família e recuperar informações de conversas anteriores para dar continuidade aos diálogos. Sua memória é organizada em categorias que incluem fatos, experiências e padrões aprendidos. A proposta é adaptar as respostas ao contexto de cada usuário, em vez de depender apenas de comandos isolados.

Outra função é a memória espacial, que relaciona informações do ambiente a registros anteriores para auxiliar na localização de objetos. A navegação social, por sua vez, permite identificar o deslocamento de pessoas e ajustar trajetórias para evitar obstáculos.

A AiMOGA afirma que o sistema pode administrar até 16 tarefas em paralelo e responder a interrupções em menos de 0,2 segundo. Em uma demonstração, o Mobo recebeu notificações durante uma atividade, respondeu a uma pergunta inesperada e depois retomou a tarefa original.

De acordo com a empresa, mais de 10 mil potenciais clientes demonstraram interesse após a primeira aparição pública do Mobo, na World Robot Conference, em agosto de 2026. Para comprar, o interessado deve pagar US$ 99, que serão usados como crédito quando o modelo estiver disponível.

A fabricante também selecionou 35 participantes de diferentes mercados para atuar como embaixadores globais da experiência do usuário. Eles receberão um ano de uso gratuito do robô e deverão compartilhar avaliações sobre conversas, lembretes, tarefas e convivência cotidiana. A iniciativa pretende orientar futuras melhorias a partir de situações reais de uso.

A estratégia comercial da AiMOGA prevê a instalação inicial de 300 centros globais de experiência, destinados a demonstrações, vendas e assistência pós-venda. A companhia também planeja lançar a marca Jia Tian Xia, dedicada à locação de robôs. O projeto começará em Wuhu antes de avançar para outros mercados.

AiMOGA Mobo: robô humanoide tem aparência infantil voltado para crianças e idosos
AiMOGA Mobo: robô humanoide tem aparência infantil voltado para crianças e idosos • Divulgação

*Jornalista viajou a convite da Omoda & Jaecoo

Carros eletrificados chegam à marca de 1 milhão de unidades no Brasil

Omoda X estreia na China com suspensão elevada e inteligência artificial

21 October 2026 at 17:44
A Omoda apresentou mundialmente o Omoda X, um carro-conceito de um futuro lançamento da marca. O modelo inaugura uma proposta que a fabricante chama de “Off-Road Vehicle”, que mistura características de SUV, esportivo e veículo de aventuras (UTV). O Omoda X deve ser lançado nos próximos anos, mas ainda não há confirmação se virá para o Brasil.

O carro foi criado nos conceitos Mecha, Cross e Smart. O primeiro está relacionado à estética inspirada em máquinas e aeronaves futuristas; o segundo, à versatilidade para diferentes atividades; e o terceiro, à integração de sistemas inteligentes e recursos de personalização. A revelação acontece no User Summit 2026, evento internacional do Grupo Chery em que a CNN Brasil participa.

Leia Mais:

O Omoda X apresenta altura livre do solo de 200 mm e capacidade declarada de atravessar áreas alagadas com mais de 700 mm de profundidade. A fabricante também informa capacidade de reboque de até 1.800 kg e limite de carga de 75 kg no teto, características que ampliam as possibilidades de transporte de equipamentos para atividades como ciclismo e surfe.

O veículo conta, ainda, com 39 espaços de armazenamento. A proposta é combinar a utilização cotidiana, inclusive em ambientes urbanos, com deslocamentos para áreas de lazer e aventuras ao ar livre. A empresa não detalhou o sistema de tração, os ângulos de entrada e saída, a suspensão ou os modos de operação mecânica.

O desenho interno segue a mesma orientação visual da carroceria. A fabricante chama a cabine de MECHA Command Cockpit, com console central flutuante em formato de X e arquitetura que remete às asas de uma aeronave.

A instrumentação digital tem tela de 10,25 polegadas, enquanto a central multimídia utiliza um painel de 13,2 polegadas. Em vez de concentrar todas as operações na interface digital, o projeto mantém comandos físicos para funções recorrentes, como climatização e seleção dos modos de condução.

A combinação procura conciliar a aparência futurista com a facilidade de operação durante a direção. A marca, entretanto, ainda não apresentou detalhes completos sobre materiais, espaço interno, capacidade do porta-malas ou equipamentos de conforto.

Entre os recursos tecnológicos está o SIAS (Super Intelligent AI Space), sistema de inteligência artificial que, segundo a Omoda, permite interações por conversação sem exigir uma palavra de ativação ou comandos específicos. O objetivo é tornar a comunicação com o veículo mais natural.

Outro destaque é o X-MODE, que permite personalizar as configurações do automóvel e suas respostas de desempenho de acordo com as preferências do motorista. A fabricante também anuncia um sistema de visão noturna por imagem térmica infravermelha, capaz de identificar possíveis riscos a até 90 metros de distância.

Na área de entretenimento, o Omoda X Open Mic utiliza quatro zonas independentes de captação de áudio para permitir sessões de karaokê sem microfones portáteis. Há ainda os chamados MECHA Pets, acessórios magnéticos equipados com tecnologia NFC, voltados à interação dos ocupantes com o veículo.

Por enquanto, a estreia do Omoda X representa a apresentação de um novo conceito de produto, e não um lançamento comercial com especificações completas. Por sinal, o carro tem design bem diverso dos atuais carros da Omoda e pode indicar não um reposicionamento total, mas uma nova opção dentro do mix de produtos.

*Jornalista viajou a convite da Omoda&Jaecoo Brasil

Carros eletrificados chegam à marca de 1 milhão de unidades no Brasil

Condutor apanhado a circular a 292 km/h na Ponte Vasco da Gama percorreu 8,4 km em menos de 2 minutos

21 October 2026 at 11:00

Foram necessários apenas 103 segundos, ou um minuto e 43 segundos, para um condutor percorrer cerca de 8,4 quilómetros na Ponte Vasco da Gama. O automobilista foi detetado na segunda-feira, dia 19, com uma velocidade média registada de 292 km/h, muito acima do máximo permitido naquela travessia.

De acordo com a SIC Notícias, trata-se da velocidade mais elevada alguma vez identificada pelo sistema de controlo de velocidade média instalado na ponte. A infração foi detetada pela GNR e ocorreu num troço onde os veículos ligeiros não podem ultrapassar os 120 km/h.

Radar não mede apenas a velocidade num ponto

Ao contrário dos equipamentos que registam a velocidade num local específico, este sistema calcula quanto tempo cada veículo demora a percorrer a distância existente entre dois pontos de controlo. A partir desse intervalo é obtida a velocidade média realizada durante todo o percurso.

Neste caso, estão em causa aproximadamente 8,4 quilómetros. O tempo registado entre os dois pontos foi de 103 segundos, permitindo ao sistema determinar uma velocidade média de 292 km/h ao longo do troço fiscalizado.

Circulava 172 km/h acima do limite

Na Ponte Vasco da Gama, a velocidade máxima permitida indicada para aquele troço é de 120 km/h. A diferença entre esse limite e o valor registado pela GNR chegou, assim, aos 172 km/h.

O número ganha outra dimensão quando é convertido em tempo: o condutor percorreu toda a extensão controlada pelo radar em menos de dois minutos. Como se trata de velocidade média, o registo não corresponde apenas a um pico momentâneo atingido durante alguns segundos.

Condutor arrisca ficar sem conduzir

Além da velocidade registada, o caso poderá ter consequências para o automobilista. A SIC Notícias refere que o condutor arrisca agora uma coima de 500 euros, na sequência da infração detetada pela GNR.

Está ainda prevista uma sanção acessória de inibição de conduzir, que poderá chegar aos dois anos, segundo a informação divulgada. Caberá agora às autoridades dar seguimento ao procedimento resultante do excesso de velocidade identificado.

Leia também: O sinal está lá, mas ninguém o consegue ler por estar tapado com autocolantes: afinal, é obrigatório respeitá-lo?

Antonelli pode sagrar-se o mais jovem campeão do mundo já no domingo

21 October 2026 at 09:10

O italiano Kimi Antonelli (Mercedes) pode tornar-se no domingo, no Grande Prémio dos Estados Unidos, o mais jovem campeão mundial de Fórmula 1, aos 20 anos e dois meses, se vencer e beneficiar dos resultados dos adversários.

Quando o piloto transalpino nasceu, a 25 de agosto de 2006, quem dominava a Fórmula 1 era a Renault e o espanhol Fernando Alonso, que no ano anterior pusera fim a uma era de cinco títulos consecutivos do alemão Michael Schumacher com a Ferrari.

Agora, 20 anos volvidos, Antonelli tem a primeira oportunidade de conquistar o título em Austin, onde poderá superar por mais de três anos o recorde do alemão Sebastian Vettel, campeão em 2010, com 23 anos, quatro meses e 11 dias.

Na sua segunda temporada na Fórmula 1, Antonelli chega à 18.ª ronda com 340 pontos, mais 102 do que o companheiro de equipa britânico George Russell e 111 do que o também britânico Lewis Hamilton (Ferrari).

Para celebrar já no Circuito das Américas, o italiano terá obrigatoriamente de vencer, somando 25 pontos, e esperar que Russell termine em nono ou numa posição inferior e Hamilton não faça melhor do que quinto.

Estes resultados permitiriam a Antonelli chegar aos 365 pontos e sair dos Estados Unidos com uma vantagem de pelo menos 125 sobre todos os adversários, quando restarão cinco grandes prémios, num máximo de 125 pontos, e quando uma eventual igualdade pontual no final do campeonato lhe seria favorável pelo número de vitórias.

Para que Antonelli possa festejar, Russell, que soma 238 pontos, não poderá ir além do nono lugar, fazendo, no máximo, dois pontos em Austin.

Hamilton, terceiro do campeonato com 229 pontos, terá de terminar em quinto, posição que vale 10 pontos, ou mais atrás. Um quarto lugar dar-lhe-ia 12 pontos e deixá-lo-ia a 124 de Antonelli, adiando a decisão por mais uma prova.

O neerlandês Max Verstappen (Red Bull), quarto, com 221 pontos, não poderá impedir a conquista do título se Antonelli vencer, mesmo que termine em segundo. Nesse cenário, ficaria com 239 pontos, a 126 do italiano.

O mesmo acontece com o monegasco Charles Leclerc (Ferrari), quinto, com 215 pontos, e com o britânico Lando Norris (McLaren), sexto, com 201, que ficam impossibilitados de lutar pelo título em caso de vitória de Antonelli nesta prova.

O italiano da Mercedes reforçou a liderança ao terminar em terceiro em Singapura, onde Russell foi nono, e procura agora juntar o título mundial às oito vitórias já conquistadas nesta temporada.

Caso não reúna as condições necessárias em Austin, continuará a dispor das provas do México, Brasil, Las Vegas, Qatar e Abu Dhabi para confirmar o campeonato, isto se não houver alterações ao calendário devido à instabilidade no Médio Oriente.

O Grande Prémio dos Estados Unidos disputa-se de sexta-feira a domingo, sem corrida sprint, estando disponíveis 25 pontos para o vencedor da corrida principal.

Fernando Alonso, que se sagrou bicampeão mundial no ano em que Antonelli nasceu, integra a grelha de partida, aos comandos de um Aston Martin.

Os 10 pilotos mais jovens a conquistar o primeiro título mundial:

1. Sebastian Vettel (Alemanha), 2010 – 23 anos, quatro meses e 11 dias.

2. Lewis Hamilton (Grã-Bretanha), 2008 – 23 anos, nove meses e 26 dias.

3. Fernando Alonso (Espanha), 2005 – 24 anos, um mês e 27 dias.

4. Max Verstappen (Países Baixos), 2021 – 24 anos, dois meses e 12 dias.

5. Emerson Fittipaldi (Brasil), 1972 – 25 anos, oito meses e 29 dias.

6. Michael Schumacher (Alemanha), 1994 – 25 anos, 10 meses e 10 dias.

7. Lando Norris (Grã-Bretanha), 2025 – 26 anos e 24 dias.

8. Niki Lauda (Áustria), 1975 – 26 anos, seis meses e 16 dias.

9. Jacques Villeneuve (Canadá), 1997 – 26 anos, seis meses e 17 dias.

10. Jim Clark (Grã-Bretanha), 1963 – 27 anos, seis meses e quatro dias.

Bollo auto 2027, chi deve pagare entro dicembre rischia sanzioni: come funziona la nuova esenzione

21 October 2026 at 08:52

Il bollo auto 2027 sarà gratuito per milioni di automobilisti, ma chi deve effettuare il pagamento entro dicembre 2026 non potrà beneficiare dell’esenzione. La novità è prevista dal decreto-legge n. 162 del 17 settembre 2026, che introduce l’esonero dalla tassa automobilistica per determinate categorie di veicoli. Il provvedimento stabilisce che l’agevolazione riguarda esclusivamente i versamenti con scadenza ordinaria compresa tra il 1° gennaio e il 31 dicembre 2027. Di conseguenza, rinviare a gennaio un pagamento dovuto nel 2026 non permette di evitare il bollo, ma espone il proprietario del veicolo al rischio di sanzioni e interessi per il ritardo.

Bollo auto 2027, perché chi deve pagare a dicembre non è esente

L’articolo 2 del decreto-legge n. 162 del 2026 stabilisce che l’esenzione viene riconosciuta in base alla scadenza ordinaria del pagamento, non al periodo di utilizzo dell’automobile. Questo significa che un bollo con termine di versamento entro dicembre 2026 deve essere regolarmente pagato, anche se copre parte del 2027.

Per esempio, se il periodo tributario termina a novembre 2026, il proprietario deve normalmente effettuare il rinnovo entro dicembre. Aspettare gennaio 2027 non cancella l’obbligo di versamento. Diverso è il caso di un bollo in scadenza a dicembre 2026, il cui termine ordinario di pagamento cade a gennaio 2027. In questa situazione, l’automobilista può rientrare nell’esenzione, purché siano rispettati tutti i requisiti. Non è inoltre previsto un rimborso automatico per i mesi del 2027 già coperti da un bollo regolarmente dovuto nel 2026.

Quali auto non pagheranno il bollo nel 2027

L’esenzione riguarda un solo veicolo per persona fisica e non prevede limiti di reddito o Isee. Per beneficiarne, l’automobile deve rispettare alcune condizioni:

  • essere alimentata a benzina o gasolio, anche in combinazione con un’altra fonte di propulsione;
  • avere una potenza non superiore a 80 kW, pari a circa 109 cavalli;
  • essere regolarmente assicurata;
  • essere intestata, ai fini dell’obbligo tributario, a una persona fisica.

L’agevolazione può interessare anche i soggetti tenuti al versamento della tassa per veicoli utilizzati in leasing o a noleggio a lungo termine, nei casi previsti dalla normativa. Se una persona possiede più automobili che rispettano i requisiti, il beneficio si applica esclusivamente a quella con la potenza inferiore. In caso di identica potenza, viene individuata l’automobile per la quale sarebbe dovuto il bollo di importo più basso. Il decreto prevede inoltre un’esenzione per motocicli e ciclomotori, destinata alle persone che non risultano già beneficiarie dell’agevolazione per un’automobile.

Come controllare la scadenza del bollo auto ed evitare sanzioni

Per verificare se il pagamento rientra nell’esenzione 2027 è necessario conoscere la scadenza del proprio bollo. In generale, il rinnovo della tassa automobilistica deve essere effettuato entro l’ultimo giorno del mese successivo alla scadenza del periodo tributario, salvo disposizioni specifiche regionali.

Un automobilista con bollo scaduto a settembre 2026, per esempio, deve normalmente versare la tassa entro ottobre 2026. In questo caso, l’esenzione prevista per il 2027 non è applicabile. Per effettuare il controllo è possibile consultare i servizi online dell’Automobile Club d’Italia (ACI) oppure quelli della Regione o Provincia autonoma competente. Inserendo i dati richiesti, tra cui la targa del veicolo, è possibile verificare la posizione tributaria e le informazioni relative al pagamento. È utile anche recuperare la ricevuta dell’ultimo versamento, per individuare il periodo già coperto dalla tassa.

Leapmotor B10 BEV tem bom custo-benefício, mas peca na falta de itens

21 October 2026 at 08:30

O Leapmotor B10 é o carro elétrico de entrada da marca chinesa. O SUV tem preço de R$ 182.990 e porte maior do que o Volkswagen Taos. O preço é R$ 10 mil a mais do que quando o carro foi lançado, em novembro de 2025. 

Com uma autonomia razoável e uma boa lista de equipamentos, o B10 BEV está na 15ª posição de emplacamentos entre os modelos 100% elétricos. Este ano foram 1.349 vendas entre janeiro e setembro. 

Para entender um pouco mais sobre as curiosidades do Leapmotor B10 elétrico, a reportagem da CNN Brasil testou o modelo por mais de 500 quilômetros em trajeto exclusivamente urbano. 

Um dos pontos mais chamativos do carro é a dirigibilidade. Na cidade, o B10 tem uma suspensão que agrada para a grande maioria dos terrenos. Com um tamanho médio, não é difícil encontrar locais para estacionar. A câmera 360º também facilita quando o local é mais apertado. 

Além disso, o B10 também conta com a função de chassi transparente, onde faz uma projeção embaixo do carro baseada nas quatro câmeras que estão instaladas ao redor do veículo. 

  • Comprimento: 4.515 mm;
  • Largura da carroceria: 1.885 mm (s/espelhos) / 2.110 mm (c/espelhos);
  • Altura do veículo: 1.670 mm;
  • Distância entre eixos: 2.735 mm;
  • Altura mínima do solo: 185 mm;
  • Ângulo de entrada: 22º;
  • Ângulo de saída: 28º.

O B10 tem um motor elétrico traseiro que entrega 218 cv de potência e 24,5 kgfm de torque. A potência é suficiente para o uso tanto na cidade quando na estrada. 

O B10 também conta com três modos de condução: Confort, Standard e Sport, cada um desenhado para se ajustar aos diferentes perfis de seus proprietários.

Também é possível alterar outros parâmetros da dirigibilidade do veículo, incluindo intensidade do freio regenerativo, controle do Auto-Hold, assistente de descida (HDC), entre outros recursos.

Interna do Leapmotor B10 100% elétrico
Interna do Leapmotor B10 100% elétrico • Rodrigo Barros/CNN Brasil

O porta-malas do SUV tem 405 litros de capacidade, que podem ser expandidos para mais de 1.600 litros com os bancos traseiros rebatidos.

Além disso, há um compartimento de 21,5 litros sob o capô e 22 porta-objetos distribuídos por todo o interior do B10, maximizando o aproveitamento do amplo espaço dentro do SUV.

Em termos de segurança, o SUV também tem um bom sistema. O B10 oferece ADAS de nível 2 e itens como centralização de faixa, alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, detecção de ponto cego, aviso de abertura de porta, aviso de saída de faixa, assistente de permanência em faixa, aviso de colisão traseira, entre outros.

Confira dez curiosidades sobre o Leapmotor B10 BEV: 

  • O B10 BEV não tem bancos elétricos;
  • O carregador por indução tem boa posição, mas não conta com climatização;
  • Retrovisor não conta com rebatimento elétrico;
  • O sistema de som é bom: Theater Sound System com 6 alto-falantes;
  • A recarga na tomada é rápida com até 140 kW;
  • O interior tem design minimalista e é semelhante aos demais da marca;
  • Multimídia 14,6 com espelhamento para Android e Apple;
  • B10 tem sistema de câmeras e pode ser gravada com uso de um Pen-drive;
  • ADAS nível 2 torna condução mais segura;
  • Espaço interno é muito bom mesmo para cinco ocupantes

Carro elétrico popular vai dar certo na Europa? E no Brasil?

 

Conduzimos o MG4 EV Urban, o elétrico mais acessível da marca

21 October 2026 at 07:45

Chegou este ano ao mercado o novo MG4 EV Urban. O hatchback do segmento C está na entrada da gama elétrica do fabricante chinês de origens britânicas (atualmente, está na posse da SAIC Motor).

 

Recentemente, o Auto ao Minuto teve a oportunidade de estar ao volante do automóvel durante alguns dias. Assente na nova plataforma E3, tem uma bateria de 52,8 kWh (líquidos), autonomia para até 405 km e tração dianteira. É impulsionado por um motor com 160 cv de potência e 250 Nm de binário.

Os preços começam nos 23.900 euros, o que torna este MG4 Urban no mais acessível da gama (e não fica muito acima dos 22.610 euros do MG3, o mais barato de todos). A unidade ensaiada surge desde os 29.398,76 euros.

A conduzir

Devemos começar por dizer que não vai encontrar no MG4 Urban um automóvel emocionante de conduzir nem que proporcione uma experiência envolvente. Aliás, esse nem é o seu foco: a aceleração suave, a direção leve e um amortecimento eficaz das irregularidades da estrada privilegiam o conforto e facilidade de condução - em particular nas cidades. O mesmo se pode dizer das dimensões, com pouco mais de quatro metros de comprimento.

O comportamento é previsível e estável - inclusive em autoestrada, embora a essas velocidades se sinta alguma "dança". A travagem também é competente. Em termos de aceleração, não impressiona: dos 0 aos 100 km/h demora mais de nove segundos - sendo um automóvel orientado para um uso urbano, isso não é um problema.

No MG4 EV Urban há condução One Pedal, assim como travagem regenerativa com três níveis de intensidade e o modo adaptativo. Estas várias opções dão a possibilidade de adaptar o comportamento ao que o condutor quer a cada momento. Os modos de condução são Eco, Normal, Sport e Neve, juntando-se o personalizado (em consumo de energia e direção entre Eco, Comfort e Sport).

A aceleração é notoriamente mais aguerrida em Sport e contida em Eco, mas de resto não se notam diferenças significativas na condução normal do dia a dia. Falta um controlo físico dedicado para selecionar os modos de condução, tarefa que requer desviar o olhar para o ecrã central e estar à procura no menu.

Há várias ajudas à condução, incluindo um limitador de velocidade e um cruise control adaptativo eficazes. O assistente inteligente de limite de velocidade com reconhecimento de sinais de trânsito é que deixa algo a desejar, já que não raras vezes o sistema não tem a leitura correta dos limites de velocidade da via - ou abranda excessivamente onde não deve, ou passa dos limites definidos.

A câmara 360º e os sensores de estacionamento traseiros revelam-se aliados importantes para as manobras em espaços mais apertados em cidade e para estacionar. Depois, encontramos alerta de colisão frontal e traseira, alerta de tráfego cruzado traseiro ativo ou deteção de pontos cegos, bem como assistente à mudança de faixa - entre outros recursos.

Os alertas de condução (atenção do condutor, mãos fora do volante, limite de velocidade) acabam por ser demasiado intrusivos e, muitas vezes, despropositados.

À frente do condutor está um painel de instrumentos digital de sete polegadas com a informação essencial - legível e intuitiva. De referir que a alavanca da seleção do modo de marcha está à direita, enquanto a iluminação e o limpa-brisas estão concentradas na alavanca da esquerda - o que pode tornar a operação menos intuitiva.

Na versão que experimentámos, o condutor do MG4 EV Urban controla a direção num volante em couro sintético de três raios achatado nas partes superior e inferior, ergonómico, que tem função de aquecimento. Senta-se numa posição nem alta, nem baixa, e num banco aquecido.

Autonomia e consumos

Notícias ao Minuto MG4 EV Urban© Notícias ao Minuto  

Os consumos dependem, naturalmente, da utilização: em percursos interurbanos sem autoestrada chegámos a registar uma média inferior a 9 kWh/100 km, enquanto em autoestrada podem ficar facilmente acima dos 15 kWh. As especificações apontam para 15,5 kWh/100 km (combinado WLTP).

O automóvel chegou-nos 100 por cento carregado com autonomia prevista para 397 km. Aos 67 por cento, previa 282 km restantes e, aos 39 por cento, a estimativa era para 178 km. Como é natural, estas previsões têm em conta a condução recente. Mas, se fôssemos até ao fim mantendo-nos dentro das mesmas, seria possível cumprir os 405 km de autonomia em combinado.

Do ponto de vista do sistema elétrico, de destacar ainda a funcionalidade bidirecional vehicle-to-load (V2L) para alimentar pequenos dispositivos externos.

O interior

Notícias ao Minuto Interior visto pela bagageira© Notícias ao Minuto  

Quem entra no MG4 EV Urban, encontra alguma imitação de pele nos revestimentos em locais como o tablier ou o apoio para braços, mas também muitos plásticos expostos. Ainda assim, a construção é competente e o design privilegia a praticidade sem elementos supérfluos ou sumptuosos.

Os bancos têm um tecido convencional, sendo que os da frente são ajustáveis eletricamente e aquecidos. Os traseiros das extremidades têm sistema Isofix. O habitáculo é espaçoso e a habitabilidade não deixa a desejar.

A tecnologia anda de mãos dadas com comandos físicos para funções essenciais que são de fácil alcance para o condutor. Até há um controlo rotativo da temperatura da climatização no tablier.

Ao centro, encontramos um ecrã tátil de 12,8 polegadas que permite aceder à multimédia e configurações do automóvel. O sistema de infoentretenimento não é o mais intuitivo possível, mas as funções essenciais num rodapé tornam o acesso às mesmas rápido. Há conectividade sem fios com smartphones através de Android Auto e Apple CarPlay.

A bagageira dificilmente encontra um rival à altura com o mesmo posicionamento de mercado: leva 568 litros, mas pode atingir os 1.362 litros se os bancos traseiros forem rebatidos. Um espaço competente para um hatchback familiar do segmento C. A abertura do portão faz-se através do logótipo MG.

O controlo climático é de duas zonas, há carregador sem fios para smartphone na consola central e entradas USB-C (duas à frente, uma atrás). A consola central inclui, ainda, apoio para braços com espaço de arrumação oculto, porta-copos e um nível inferior para mais arrumação.

A decoração do interior divide-se em dois níveis: do meio dos pilares para cima, domina uma tonalidade clara (incluindo no forro do tejadilho), enquanto daí para baixo domina uma tonalidade escura a fazer o contraste.

Desenho

Notícias ao Minuto Perfil lateral do carro© Notícias ao Minuto  

O MG4 EV Urban não é um carro marcante do ponto de vista visual. Tem a carroçaria de hatchback, com mais de 4,3 metros de comprimento e 1,8 metros de largura. A altura não é grande, ficando-se pelos 1,4 metros. Alia um exterior de aparência compacta a um interior espaçoso.

O tejadilho tem uma descida muito suave até à traseira, acabando num spoiler. O para-choques frontal tem duas entradas de ar laterais, havendo uma grelha inferior com desenho de losangos e separada visualmente em duas partes. Os faróis são convencionais, numa posição elevada.

O perfil lateral destaca a zona central entre vincos - um em linha descendente posicionado à altura dos puxadores da porta frontal e outro ascendente acima do friso inferior em preto. A linha de cintura é alta e sobe ligeiramente na parte de trás até ao pilar C. De destacar o equilíbrio entre a parte frontal e a dianteira, que parecem praticamente niveladas.

Ao olhar para a parte traseira, o para-choques aponta para uma identidade desportiva. A faixa luminosa contínua surge acima do logótipo da MG e abaixo de uma espécie de spoiler discreto que isola o óculo. As óticas principais estão posicionadas lateralmente e enfatizam a largura, num design de seta.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

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MG4 EV URBAN

BATERIA

Capacidade 53,9 kWh (bruta) / 52,8 kWh (útil)
Tecnologia Iões de lítio (LFP)
Autonomia 405 km (combinado WLTP)
Tempo de carregamento AC 7 kW: ~9h (10-80%) | DC 150 kW: 30 min (10-80%)

MOTOR

Posição Eixo dianteiro
Arquitetura Motor síncrono
Capacidade 3994 cm3
Potência 160 cv
Binário 250 Nm

TRANSMISSÃO

Tração Dianteira
Caixa de velocidades Caixa automática

CHASSIS

Suspensão FR: Independente MacPherson ; TR: Independente com barra de torção
Travões FR: Discos ventilados; TR: Discos
Direção Assistência elétrica

DIMENSÕES E CAPACIDADES

Comp. x Larg. x Alt. 4.395 mm x 1.842 mm x 1.490 mm
Distância entre eixos 2.750 mm
Capacidade da mala 568 litros (1.362 litros com os bancos traseiros rebatidos)
Rodas FR/TR: 205/50 R17
Peso 1.970 kg

PRESTAÇÕES E CONSUMOS

Velocidade máxima 160 km/h
0-100 km/h 9,5s
Consumo misto 15,5 kWh/100 km
Emissões CO2 0 g/km

7,5

0-10

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ANÁLISE {{ config('app.name') }}

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No MG4 EV Urban, vai encontrar um automóvel elétrico que se sente bem nas cidades. O consumo, a autonomia e o espaço interior (com nota particular para a bagageira) são destaques deste veículo, que está longe de ser para quem procura um comportamento desportivo. Proporciona uma condução confortável e fácil, ideal para o dia a dia. Também consegue conjugar idealmente tecnologia e comandos físicos, tendo um interior prático de usar (apesar de existir um ou outro elemento menos intuitivo). Outro ponto positivo é o preço, que mesmo na versão topo de gama fica abaixo dos 30 mil euros.
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  • {{ config('app.name') }}Consumo e autonomia
  • {{ config('app.name') }}Espaço, em particular da bagageira
  • {{ config('app.name') }}Preço
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  • {{ config('app.name') }}Condução pouco envolvente
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  • {{ config('app.name') }}Assistente inteligente de limite de velocidade
 
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