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ONU aponta falta de isenção da Meta em eleição brasileira

21 October 2026 at 22:32

Especialistas das Organizações das Nações Unidas (ONU) assinaram uma carta em que apontam restrições à liberdade de expressão em plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp, todas da empresa Meta, nas eleições brasileiras em 2026.

Eles disseram que os observadores internacionais que participaram das eleições detectaram tratamento desigual das plataformas em relação aos conteúdos das campanhas, apontando que as contas ligadas a um dos candidatos foi prejudicada.

Entre os episódios registrados estão interrupções temporárias de contas de campanha e engajamento e alcance de publicações políticas de um dos candidatos severamente menor.

Eles também citaram que milhares de contas e perfis de influenciadores, jornalistas e criadores de conteúdo foram suspensos, quase todos do mesmo lado político.

NetLab

Um carta do NetLab também questiona a derrubada de um perfil do candidato Luiz Inácio Lula da Silva sob a alegação de controle contra notícias falsas ligadas à políticas públicas pela Meta, enquanto a empresa mantém perfis com publicações com fake news.

O documento também diz que o laboratório identificou falhas da empresa de tecnologia, que teria permitido “propaganda eleitoral paga no exterior e vendido e veiculado durante o resguardo eleitoral”.

O NetLab é um laboratório de pesquisas sobre internet e redes sociais ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Caso do WhatsApp

Na semana passada, a campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois que usuários do WhatsApp relataram que a inteligência artificial do aplicativo se recusava a produzir imagens com a palavra “Lula” e o número “13”, mas produzia conteúdo normalmente com a palavra “Flávio” e o número ”22”.

Os advogados da campanha afirmaram que a Meta praticou “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio Bolsonaro, candidato do PL.

Outro lado

Sobre a nota da ONU, a Meta respondeu que as pessoas podem se expressar livremente em seus aplicativos, sem tratamento preferencial a qualquer posicionamento político. “Incidentes técnicos podem ocorrer em uma plataforma da nossa escala, mas não representam direcionamento político. Cumprimos a legislação eleitoral brasileira e agimos rapidamente para corrigir erros quando identificados, garantindo condições de igualdade para todos que utilizam nossos serviços", disse a empresa

Em relação à nota do NetLab, respondeu que não permite conteúdos que explorem programas públicos para fraudar pessoas, removendo-os sempre que identificados.

© Marcello Casal jr/Agência Brasil

ONU aponta falta de isenção da Meta em eleição brasileira

UFPE reintegra professores aprovados por cotas após decisões judiciais

21 October 2026 at 21:37

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) divulgou a reversão de duas decisões judiciais que haviam determinado o afastamento de professores nomeados pela universidade por meio da aplicação da Lei de Cotas em concursos públicos.

Com as decisões, os docentes Allison Ruan de Morais Silva e Rafaela Niels da Silva foram reintegrados aos cargos.

Segundo a UFPE, a reversão dos afastamentos ocorreu após atuação da Procuradoria Federal junto à Universidade e da Procuradoria Regional Federal da 5ª Região nos processos judiciais.

Professor da Engenharia Química é reintegrado

No dia 4 de setembro, o desembargador federal Frederico Wildson da Silva Dantas, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), suspendeu os efeitos da sentença que havia afastado Allison Ruan de Morais Silva do cargo de docente do Magistério Superior.

Allison havia sido nomeado para atuar no Departamento de Engenharia Química, na área de Engenharia de Processos Químicos e Bioquímicos, subárea de Processos Biotecnológicos. Com a decisão, a nomeação e a situação funcional do professor foram restabelecidas provisoriamente até o julgamento do recurso.

O Edital nº 08/2025 previa a aplicação do percentual de reserva de vagas sobre o total de vagas do certame, além da formação de uma lista única de reclassificação.

Na sentença, o magistrado destacou que a existência de apenas uma vaga em determinada especialidade não impede a aplicação da política de cotas. A decisão também considerou a orientação do Supremo Tribunal Federal (STF), que veda o fracionamento das vagas por área de conhecimento quando isso esvazia o propósito das ações afirmativas.

Professora da área de Saúde da Mulher retorna ao cargo

A segunda decisão ocorreu no dia 15 de outubro, quando a juíza federal Ivana Mafra Marinho, da 9ª Vara Federal de Pernambuco, determinou a suspensão da eficácia da sentença que havia afastado a professora Rafaela Niels da Silva do cargo.

A decisão atendeu a um pedido da UFPE e determinou o retorno imediato da docente ao cargo de professora do Magistério Superior, na área de Saúde da Mulher, no Centro Acadêmico do Agreste.

A suspensão vale até o julgamento do reexame necessário pelo TRF-5. Entre os argumentos considerados pela Justiça está a possibilidade de prejuízo ao serviço público, especialmente em relação a aulas e tutorias que poderiam ficar sem atendimento.

De acordo com a UFPE, a autora da ação que resultou no afastamento de Rafaela declarou no processo que só exercerá o cargo caso a sentença seja confirmada pelo TRF-5.

© Reprodução @papo_de_preta/@allisonruan

UFPE reintegra professores aprovados por cotas após decisões judiciais

Vinte assistentes operacionais contratados pela Câmara de Albufeira estão a entrar ao serviço

21 October 2026 at 20:09

Autarquia vai abrir concurso para mais 35 assistentes operacionais e 14 cozinheiros reforçando as equipas das cozinhas e dos refeitórios escolares

A contratação de profissionais, o investimento na vigilância e a melhoria das instalações escolares integram a resposta da Câmara Municipal de Albufeira às necessidades das escolas do concelho, cujas medidas visam reforçar o acompanhamento dos alunos e melhorar as condições de funcionamento dos estabelecimentos de ensino no concelho.

O Município de Albufeira iniciou, no dia 20 de outubro, o reforço das equipas das escolas do concelho. Até ao final do mês, vão entrar faseadamente 20 assistentes operacionais.

Ao mesmo tempo, já foi lançado o procedimento para a abertura de concurso para mais 35 assistentes operacionais e 14 cozinheiros, reforçando as equipas das cozinhas e dos refeitórios escolares.

“É importante esclarecer que os 20 assistentes operacionais não entram todos no mesmo dia. As entradas começaram ontem e vão continuar até ao final do mês. Entretanto, já lançámos o procedimento para contratar mais 35 assistentes operacionais”, explica o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina.

A Câmara vai ainda investir cerca de 150 mil euros na vigilância das entradas das escolas. Com esta medida, os assistentes operacionais que atualmente asseguram parte dessa tarefa poderão ficar mais disponíveis para acompanhar os alunos e apoiar o trabalho diário nos estabelecimentos de ensino.

O Município está também a preparar um protocolo de colaboração com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), que poderá permitir a integração de até 30 assistentes operacionais.

Esta colaboração ainda está a ser preparada e terá uma aplicação faseada. Por esse motivo, estes profissionais não são contabilizados nos 20 assistentes operacionais que já começaram a entrar nas escolas, nem nos 35 lugares previstos no novo concurso.

“Queremos dar informação clara e não criar expectativas erradas. Uma coisa são os 20 profissionais que já começaram a entrar. Outra é o concurso para mais 35, cujo procedimento já foi lançado. A colaboração com o IEFP será uma medida adicional, a concretizar mais à frente e por fases”, esclarece Rui Cristina.

Importa ainda salientar que Albufeira já dispõe, em termos globais, de um número de assistentes operacionais superior ao exigido pelos rácios legalmente estabelecidos. Ainda assim, a Câmara Municipal reconhece que existem necessidades específicas em determinados estabelecimentos de ensino e está a trabalhar para lhes dar resposta.

“Cumprimos e até ultrapassamos os rácios exigidos, mas isso não significa que não existam dificuldades. Há situações de baixa, trabalhadores com limitações funcionais, escolas com edifícios e horários diferentes e alunos que precisam de maior acompanhamento. Estamos a analisar essas situações com os agrupamentos, para reforçar as equipas onde existe maior necessidade”, afirma o presidente.

Albufeira recebe do Estado cerca de 11 milhões de euros por ano pela transferência de competências na área da educação. O Município investe, contudo, perto de 20 milhões de euros anuais neste setor.

Recentemente foram também instaladas nove salas modulares, num investimento próximo dos 600 mil euros. Está igualmente a ser preparada a requalificação e ampliação da Escola Secundária de Albufeira, uma intervenção prevista em cerca de 9 milhões de euros.

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“Sabemos que há dificuldades e estamos a responder. Não se resolve tudo de um dia para o outro, mas os primeiros assistentes operacionais e cozinheiros já começaram a entrar nas escolas e o procedimento para contratar mais 35 está em andamento. É com medidas concretas que vamos resolvendo os problemas”, conclui Rui Cristina.

“Caminhos da Democracia” são tema de Colóquio em Lagos

21 October 2026 at 19:23

Três personalidades vão estar, no próximo sábado, dia 24 de outubro, entre as 10:00 e as 13:00 hrs, à conversa sobre “Os caminhos da Democracia”, tema do colóquio organizado pelo município no âmbito do programa comemorativo “Lagos, Liberdade e Democracia”, que decorre até ao final de 2026, assinalando os 52 anos do 25 de Abril, os 50 anos da Constituição da República Portuguesa e os 50 anos das primeiras eleições do Poder Local Democrático.

No colóquio, que se realizará no Auditório do Edifícios Paços do Concelho Séc. XXI, participam o cientista político António Costa Pinto, a advogada Teresa Violante, o académico António Branco e a jornalista Elisabete Rodrigues, que se propõem abordar as diferentes visões sobre os caminhos que o regime democrático português trilhou até ao presente, desafiando os oradores a identificar os desafios e perigos que a nossa democracia enfrenta nos dias de hoje e o que importa fazer para continuar a realizar a “utopia de Abril”, salvaguardando este que é, apesar de tudo, o menos imperfeito de todos os regimes políticos conhecidos e experimentados.

Parafraseando o Secretário-Geral da ONU, António Guterres: “A democracia não é apenas um sistema de um governo, mas um modo de vida que deve ser cultivado diariamente.“

Há temáticas, como a confiança no regime, a participação cívica, a desinformação, as migrações, os Direitos Humanos, a ética e pensamento crítico, as iliteracias, as alterações climáticas e a instabilidade geopolítica, que merecem ser questionadas. Por isso, serão trazidas para um momento de reflexão partilhada com os convidados e aberto à participação de todos, já que está igualmente previsto um período de debate com o público, neste sábado em Lagos.

E porque, como diz a expressão popular, “é de pequenino que se torce o pepino”, na véspera, onze turmas e 135 alunos das escolas de Lagos, oriundos dos dois agrupamentos escolares (AEGE e AEJD) irão participar, no Centro Cultural de Lagos, nas atividades do Dia Nacional da Democracia, uma iniciativa que promove a educação para a cidadania e a participação democrática entre os jovens, através de atividades pedagógicas e interativas.

Professores dos PALOP visitam Loulé no âmbito do Encpontro Internacional de Matemática

21 October 2026 at 18:48

Um grupo de professores de Matemática provenientes dos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) visitou recentemente a cidade de Loulé, no âmbito do encontro internacional que decorre na Universidade do Algarve.

A visita, apoiada pela Câmara Municipal de Loulé, proporcionou aos participantes a oportunidade de conhecer alguns dos mais emblemáticos espaços patrimoniais, culturais e identitários do concelho, contactando de perto com a história, as tradições e a dinâmica cultural local.

Esta iniciativa constituiu igualmente um momento de convívio, partilha e intercâmbio entre docentes universitários de diferentes países, reforçando os laços de cooperação académica e científica no espaço lusófono.

Ao acolher estes professores, Loulé associou-se a um importante momento de encontro e diálogo entre comunidades académicas, dando a conhecer a riqueza do seu património, a vitalidade da sua oferta cultural e a hospitalidade que caracteriza o concelho. A iniciativa contribuiu, assim, para a valorização de Loulé enquanto território aberto ao conhecimento, à cooperação internacional e à diversidade cultural.

O que dizem as previsões? Inverno mais quente e mais chuvoso

21 October 2026 at 21:33
IPMA prevê temperaturas 0,5 a 1,5°C acima do normal e até 20 mm extra de chuva por mês. Mas saber se haverá outro "comboio de tempestades" como em 2025/2026 é impossível.

A previsão de chuva do IPMA para este inverno: ligeiramente superior ao ano passado (o mapa é relativo a janeiro de 2027)

El Levante castiga al Athletic

21 October 2026 at 21:26

El Levante se ha impuesto este miércoles al Athletic Club en el Ciutat de Valencia (3-1), en el encuentro aplazado de la sexta jornada de LaLiga, en un partido en el que los granotas aprovecharon dos minutos antes del ecuador de la primera mitad para tomar ventaja con un doblete de Brugué y en el que los rojiblancos, que recortaron distancias en la segunda mitad con un gol de Alex Berenguer, acabaron con un jugador menos por la expulsión de Aymeric Laporte.

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© Kai Forsterling (EFE)

El centrocampista del Athletic Robert Navarro, rodeado de rivales del Levante.

¿Por qué sobrevivieron los cocodrilos y no los dinosaurios?

By: Juan · Scaliter
21 October 2026 at 21:08

Hace 66 millones de años, un asteroide impactó contra la Tierra y desencadenó una de las mayores extinciones de la historia. Desaparecieron los dinosaurios no avianos, pero algunos de sus contemporáneos sobrevivieron. Entre ellos estaban los antepasados de los cocodrilos actuales. En los (millones de) años antes de la visita del asteroide, nuestro planeta no solo albergaba dinosaurios, también estaba habitada y hasta gobernada en algunos ecosistemas, por antepasados de los cocodrilos. En el norte del continente americano el “rey” era el colosal Deinosuchus (10-12 metros de longitud), en África el que sembraba el terror era Sarcosuchus (11-12 metros), mientras que en Sudamérica el depredador era el Kostensuchus (4-5 metros), también apodado “el come dinosaurios”. Todos ellos, o al menos sus nietos, lograron sobrevivir a la “hecatombe del cielo”. ¿Por qué ellos sí y los dinosaurios no?

Un estudio liderado por científicos del University College London (UCL), publicado en Science Advances, ha reconstruido la distribución de los parientes de los cocodrilos durante los últimos 245 millones de años. Para ello analizaron más de 7.000 fósiles y registros de más de 400 especies, vivas y extintas, y los combinaron con reconstrucciones informáticas del clima y la geografía de la Tierra. El resultado apunta a una constante sorprendente: a lo largo de su historia, estos animales tendieron a permanecer en regiones cálidas, desplazándose con ellas a medida que el planeta cambiaba.

“El asteroide no convirtió todo el planeta en un lugar igualmente hostil para todos los grupos - explica el líder del estudio, Alfio Alessandro Chiarenza -. La preferencia de los cocodrilos, desde hace mucho tiempo, por los entornos cálidos pudo haber situado a los supervivientes precisamente en lugares donde los climas adecuados se mantuvieron mejor, como en las zonas cercanas al ecuador. Estos refugios podrían haber albergado poblaciones que, más tarde, se recuperaron y se dispersaron hacia otras áreas”.

Para llegar a esta conclusión, los científicos estimaron las preferencias de temperatura y precipitaciones de cientos de especies a partir de los fósiles, los árboles evolutivos y la distribución actual de los cocodrilos. Después proyectaron esos requisitos sobre mapas de la Tierra en distintas épocas. Así descubrieron que los antepasados de los cocodrilos no necesitaron adaptarse continuamente a climas nuevos: en gran medida, emigraban hacia las zonas cálidas.

Durante el Eoceno temprano, hace unos 50 millones de años, el planeta era mucho más caliente que hoy, con temperaturas globales alrededor de 10 grados superiores y regiones polares sin hielo. En aquellas condiciones, estos reptiles llegaron a vivir en latitudes altas de América del Norte, Europa e incluso la Antártida. A medida que el mundo se enfrió durante los millones de años siguientes, su distribución volvió a concentrarse en los trópicos. No fue, por tanto, una historia de conquista permanente de nuevos territorios, sino de seguir el termómetro del planeta.

El equipo también simuló distintos escenarios climáticos posteriores al impacto de Chicxulub. El polvo y las cenizas pudieron reducir la luz solar, mientras que las erupciones volcánicas pudieron aumentar el dióxido de carbono atmosférico. En las simulaciones con una reducción de la luz del 5% o del 10%, las regiones cálidas próximas al ecuador seguían siendo adecuadas para los parientes de los cocodrilos. Con una disminución del 15%, en cambio, esos refugios dejaban de serlo, aunque los autores señalan que este escenario extremo se considera actualmente poco probable. El aumento de dióxido de carbono, por sí solo, no alteraba de forma significativa la idoneidad climática para estos animales.

Mientras tanto, los dinosaurios no avianos, según modelos anteriores del mismo equipo, sufrieron una contracción mucho más drástica de sus áreas climáticamente habitables. La diferencia no demuestra que el clima fuera la única causa de su desaparición, pero sí sugiere que el lugar donde vivía cada grupo pudo marcar una diferencia decisiva cuando las condiciones cambiaron de forma abrupta.

Además, los cocodrilos contaban con otras posibles ventajas: eran animales ectotermos, que dependen del calor ambiental para regular su temperatura corporal y suelen tener menores necesidades energéticas que los animales de sangre caliente; muchos llevaban una vida semiacuática, tenían dietas flexibles y algunos eran relativamente pequeños. El estudio no permite medir por separado cuánto contribuyó cada característica a su supervivencia.

La imagen actual de los cocodrilos, con sus cuerpos robustos y su aspecto relativamente uniforme, tampoco refleja la diversidad de sus antepasados. “Los cocodrilos suelen llamarse fósiles vivientes, pero sus antepasados y parientes cambiaron enormemente a lo largo de su historia”, recuerda Chiarenza. Lo que sí permaneció sorprendentemente constante fue su relación con el clima.

El estudio también tiene una lectura para el presente. “Si los cocodrilos afrontaron buena parte de los cambios climáticos del pasado desplazándose hacia hábitats adecuados, las especies actuales necesitarán espacio para moverse a medida que el planeta se caliente - concluye Philip Mannion, coautor del estudio -. Las carreteras, los cultivos y las ciudades dificultan esos desplazamientos y reducen las áreas disponibles”. Sobrevivir a una catástrofe no depende únicamente de resistirla. A veces, también depende de que quede un lugar al que escapar. Para los antepasados de los cocodrilos, los trópicos pudieron ser ese refugio cuando el mundo se oscureció.

© Davide Bonadonna

Así era uno de los cocodrilos que convivió con los dinosaurios.

Cerca de 60 organizações recrutam na Faculdade de Direito da Universidade Católica

21 October 2026 at 20:35
Católica Startups

Cerca de 60 organizações — sociedades de advogados, empresas, consultoras e instituições públicas — vão estar presentes nos dias 28 e 29 de outubro na Faculdade de Direito — Escola de Lisboa da Universidade Católica Portuguesa (UCP) para recrutar estudantes de Direito.

A iniciativa, denominada JobShop e organizada pelo Gabinete de Carreiras da faculdade, inclui ainda três mesas-redondas dedicadas aos temas que estão a transformar a profissão: a transformação digital, a geopolítica e o futuro das carreiras jurídicas.

Segundo a diretora da Escola de Lisboa da Faculdade de Direito da UCP, Ana Taveira da Fonseca, “a JobShop permite aos nossos estudantes conhecerem de perto a realidade das profissões jurídicas e falarem com quem as exerce todos os dias, aproximando a formação académica do mercado de trabalho”.

No primeiro dia do evento, a mesa-redonda “Direito 360.º — Desafios impostos pela transformação digital” junta advogados, magistrados e representantes do meio empresarial para discutir o impacto da tecnologia nas profissões jurídicas. Participam a Abreu Advogados, o Centro de Estudos Judiciários, a Pérez-Llorca, a DXC Technology, a Gómez-Acebo & Pombo, a Morais Leitão e a Vieira de Almeida.

Ainda a 28 de outubro, mas na parte da tarde, a sessão “Direito 360.º — Futuro das carreiras jurídicas” trata das oportunidades e dos desafios das várias profissões, com intervenções de sociedades de advogados, do Ministério Público e do Banco de Portugal.

No dia seguinte, a mesa “Direito 360.º — Desafios da geopolítica no exercício das profissões jurídicas” reúne advogados e diplomatas para analisar a influência do contexto geopolítico na prática jurídica, estando presentes a Eversheds Sutherland, a Gama Glória, a CMS, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e a LEKTOU.

Para além das sessões de debate, os dois dias de evento contemplam um Recruiting Lounge, que funciona como ponto de encontro direto entre estudantes e potenciais empregadores, e o momento “A Hora do Sócio”, em que os sócios responsáveis pelo recrutamento nas sociedades de advogados respondem a dúvidas e partilham a sua visão sobre as oportunidades profissionais.

Entre as entidades presentes contam-se a Autoridade da Concorrência, a Câmara Municipal de Lisboa, o Centro de Estudos Judiciários, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Centro de Informação Europeia Jacques Delors e algumas das maiores sociedades de advogados destacadas nos rankings nacionais e internacionais.

A JobShop é um evento exclusivo para alunos de licenciatura, mestrado e LL.M. (Latin Legum Magister) da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa.

Portugal e China vão negociar novo acordo de reconhecimento de cursos

21 October 2026 at 20:23

Portugal e China vão retomar no próximo ano as negociações com vista a um novo acordo de reconhecimento mútuo de graus e diplomas de Ensino Superior.

“Ambas as partes concordaram que o acordo a negociar constitui um elemento essencial no intercâmbio académico entre os dois países no domínio do Ensino Superior”, informa o Ministério da Educação, Ensino Superior e Ciência em comunicado às redações esta quarta-feira, 21.

O documento precisa que a parte portuguesa, liderada pela Direção-Geral de Estudos, Planeamento e Avaliação (DGEPA), apresentou uma nova versão do projeto de acordo, propondo a substituição do texto de 2005, atualmente em vigor, tendo a parte chinesa indicado que iria proceder à análise interna da proposta.

Portugal e China acordaram “promover ativamente” um processo de consultas técnicas em 2027.

Os dois países acordaram também iniciar em 2027 consultas técnicas na área do ensino e formação vocacional, com vista “à elaboração de instrumentos de cooperação bilateral”,
com especial incidência no intercâmbio de boas práticas, no desenvolvimento curricular, na formação de professores e de formadores, e nas parcerias institucionais.

Este é, por assim dizer, o balanço da primeira reunião do Grupo de Trabalho Portugal-China sobre Educação, incluindo Ensino Superior, realizada esta terça-feira, 19, em Pequim, após a o encontro político entre o ministro da Educação, Ciência e Inovação de Portugal, Fernando Alexandre, e o ministro da Educação da China, Huai Jinpeng.

Fernando Alexandre e o homólogo Yin Hejun, assinaram esta segunda-feira, 19, uma Declaração Conjunta.

A Declaração define cinco áreas prioritárias para o desenvolvimento da cooperação nas áreas da ciência e tecnologia. A saber: economia azul, energia, agricultura, saúde e património cultural.

Relativamente à preparação do Plano de Ação Conjunto para 2027–2030, o comunicado do MECI revela que “a China apresentou três áreas prioritárias de cooperação: o diálogo entre presidentes de Universidades da China e de Portugal; a formação conjunta de engenheiros de excelência; e a cooperação apoiada pela inteligência artificial” E Portugal apresentou quatro áreas prioritárias de cooperação: “formação avançada, mobilidade académica e desenvolvimento de talentos; cooperação transnacional no ensino superior e garantia da qualidade; parcerias estratégicas entre instituições de ensino superior; e cooperação linguística e cultural”.

Na Declaração Conjunta do Grupo de Trabalho assinada esta segunda-feira, 18, ficou ainda definido que Portugal participará, como País de Honra, na Conferência Anual e Exposição da China sobre Educação Internacional, bem como na paralela Exposição de Educação da China, ambas a realizar em 2027.

Fernando Alexandre e a secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, encontram-se em visita oficial à China, com passagens por Tianjin, Pequim e Xangai num aprofundamento das relações bilaterais nas áreas da Investigação, da Inovação, da Educação e do Ensino Superior. Integram a comitiva o presidente da Agência para a Investigação e Inovação (AI2), João Barros, o presidente do Instituto para o Ensino Superior (IES, I.P.), Joaquim Mourato, a Sub-Diretora da DGEPA, Sofia Cordeiro, o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), Luís Ferreira, e o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Luís Loures, bem como reitores e investigadores de 15 instituições portuguesas.

A delegação visitou já diversas instituições de ensino superior, centros de investigação e empresas do país asiático, em Tianjin, em Pequim e em Xangai, tendo em vista aprofundar a cooperação já existente e explorar novas oportunidades com instituições chinesas.

Foto: Ministério da Educação, Ciência e Inovação

Agentes da PSP e da GNR manifestam-se em Ponta Delgada

21 October 2026 at 20:15
Centenas de agentes reuniram-se em Ponta Delgada. Sindicatos acusam Governo de não cumprir acordo assinado em 2024 sobre carreiras e remunerações.

© EDUARDO COSTA/LUSA

Antes da Madeira e Açores, cerca de 300 agentes da PSP e militares da GNR manifestaram-se a 15 de outubro em Viseu

PS defende continuidade da habitação pública e critica Governo

21 October 2026 at 20:07

VTM

O deputado do PS eleito pelo círculo de Vila Real defendeu a continuidade dos investimentos em habitação pública, na visita integrada no programa nacional de auscultação promovido pelos socialistas para preparar uma estratégia para o setor.

O projeto foi apontado pelo parlamentar como um exemplo a seguir. Rui Santos recordou que a obra foi preparada e financiada pelo anterior Governo, com recurso a verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e executada pela Câmara de Vila Real.

“Este modelo pode e deve ser replicado e continuado no futuro próximo, face à crise que vivemos”, afirmou, defendendo que a habitação pública é essencial tanto para famílias com maiores dificuldades económicas como para quem, apesar de não viver em situação de pobreza, necessita de apoio no acesso ao arrendamento.

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Detenido en Valencia tras incendiar su vivienda y atrincherarse con un soplete

21 October 2026 at 18:14

Agentes de la Policía Nacional han detenido este miércoles 21 de octubre en Valencia a un hombre de 46 años tras presuntamente incendiar su domicilio y atrincherarse con un soplete, según ha adelantado Las Provincias, y han confirmado fuentes policiales.

Sobre las 15.00 horas se ha recibido un aviso alertando de un incendio en el interior de una vivienda. En concreto, el domicilio está ubicado en la sexta planta de un edificio de la avenida Burjassot.

Han acudido efectivos de Bomberos y agentes de la Policía Nacional. Rápidamente, el edificio ha sido desalojado. Tras ello, los bomberos han accedido al interior del edificio para rescatar al presunto autor de los hechos.

El arrestado se negaba a abrir la puerta de su vivienda y mostraba una actitud agresiva, por lo que ha tenido que ser reducido y detenido por la Policía Nacional, según las mismas fuentes. Además, al detenido se le ha localizado un soplete en un bolsillo.

Desde el Centro de Información y Coordinación de Urgencias (CICU) han informado de que se ha movilizado una unidad del SAMU que ha trasladado al hombre al Hospital General de Valencia por inhalación de humo.

La ocupación romana de la península ibérica tuvo un enorme impacto en la genética local

By: EFE
21 October 2026 at 17:11

El estudio de genomas antiguos de una treintena de yacimientos arqueológicos ha permitido reconstruir la historia genética de la península ibérica entre los siglos I y VIII, un periodo marcado por la dominación romana, y por la llegada posterior de pueblos germánicos como los visigodos, suevos, alanos y vándalos.

El estudio, publicado en la revista Nature y liderado por el Instituto de Biología Evolutiva (IBE), el Museo de Ciencias Naturales de Barcelona, la Universidad de Harvard y la Euskal Herriko Unibertsitatea (EHU) revela que la conquista romana de Hispania produjo un significativo cambio demográfico, mientras que las migraciones germanas tuvieron un impacto mucho más limitado en la genética local.

A partir del estudio de 243 genomas antiguos de 31 yacimientos, junto con datos genómicos ya conocidos, el estudio concluye que la romanización de la península cambió profundamente la genética de la población local que, durante la Edad del Hierro, fue relativamente homogénea.

"Como en cualquier imperio, la colonización romana facilitó mucho la movilidad dentro y fuera de sus fronteras, y favoreció la llegada de población del este del Mediterráneo (Anatolia) donde había grandes ciudades como Éfeso, Antioquía, Alejandría y, posteriormente, Constantinopla", explica el corresponsable del estudio y paleogenetista del IBE, Carles Lalueza-Fox.

La ocupación romana también favoreció el flujo genético desde el otro extremo del Mediterráneo porque "como en otras épocas, este mar se convirtió en una autopista por la que llegó mucha población norteafricana procedente de ciudades tan importantes como Cartago". Frente a ese proceso migratorio sostenido, durante el Imperio romano, la contribución itálica a la genética local fue prácticamente nula, porque, en realidad, Roma "casi no enviaba colonizadores". Los verdaderos motores demográficos de la población del imperio fueron los pueblos de Anatolia y norte de África.

Las poblaciones germánicas

Pero a diferencia de la profunda transformación demográfica producida durante la ocupación romana, la llegada de los visigodos y otros grupos germánicos (suevos, vándalos y alanos), a partir del siglo V, tuvo un impacto genético mucho más limitado en la península ibérica. "Si lo comparamos con otras zonas estudiadas, como los Balcanes o Gran Bretaña, donde estos pueblos representan entre el 40% y el 60% de la ascendencia genética de la población actual, o el 40% en el caso de los Balcanes, en España es difícil estimarlo pero podría estar en torno al 10 o 20%, dependiendo de la región", apunta Lalueza-Fox.

"La historia genética de la península ibérica es distinta de la de otras partes de la Europa posromana. Encontramos migración y nuevas ascendencias, pero no una sustitución de la población ni un impacto demográfico a gran escala", precisa David Reich, investigador principal en Harvard y corresponsable del estudio. Los autores creen que aunque los pueblos germánicos dejaron poca huella en la genética local principalmente porque eran pocos.

Según estimaciones históricas, serían unas 200.000 personas como máximo, frente a unos seis millones de habitantes hispanorromanos, es decir, no llegaban al 10% de la población peninsular. Ademas, llevaron a cabo lo que se conoce como un 'reemplazo de élite', porque "no fueron una migración masiva, sino que sustituyeron a la élite local y se establecieron como clase gobernante".

"Los visigodos, por ejemplo, mantuvieron muchas estructuras administrativas y algunos latifundios y fundaron algunas ciudades pero básicamente lo que hicieron fue sustituir a las autoridades locales", comenta Lalueza-Fox.

Estas poblaciones, además, no solían mezclarse con la población local porque eran arrianos, un tipo de cristianismo que tenía prohibido el matrimonio local con la población hispanorromana, que era católica, y porque nunca llegaron a establecer un sistema sucesorio, sino que "elegían a sus gobernantes por cuestión de méritos, lo que causaba un caos constante", comenta el paleogenetista catalán.

Dos hermanos y 725 kilómetros

Uno de los hallazgos más reveladores del estudio es el de dos hermanos biológicos de ascendencia centroeuropea. Él estaba enterrado en la necrópolis de Corralón de los Blanes, en Augusta Emerita (Mérida), y ella, en el yacimiento del Idum de Vilanova de Alcolea (Castellón), una antigua posada cercana a la calzada romana en la que se podía pernoctar y cambiar los caballos.

Estos lugares estaban separados por 725 kilómetros, un viaje de quince días a caballo, "y eso nos da una idea de la extraordinaria movilidad que había en aquella época", gracias a las calzadas romanas que seguían en uso, explica. "Es la mayor separación geográfica entre parientes de primer grado documentada en la arqueología mundial. Antes de eso, solo habíamos encontrado un padre y una hija separados por 6 kilómetros", comenta Lalueza-Fox.

Asimismo, aunque no se puede saber qué hacía tan lejos del reino suevo, la vasija de vidrio y los alfileres de oro con los que fue enterrada indican que era de una elevada posición social. Para Lalueza-Fox, hallazgos como este no solo revelan aspectos como el estatus o la movilidad en estos periodos, sino que "dejan de ser datos y se convierten en historias personales que dan una visión mucho más humana y realista de estos periodos".

La nieve marina influye en la capacidad de los océanos para almacenar carbono y mitigar el cambio climático

21 October 2026 at 16:46

La capacidad de los océanos para almacenar carbono y contribuir a la regulación del clima podría depender de una característica hasta ahora poco estudiada: la viscosidad de la nieve marina. Una investigación publicada en la revista científica Science ha descubierto que las partículas más viscosas resisten mejor la acción de las bacterias y pueden transportar más de seis veces más carbono hacia las profundidades marinas que las menos viscosas.

Aunque su nombre pueda recordar a los copos de nieve, la nieve marina es en realidad una acumulación de pequeñas partículas de materia orgánica e inorgánica que descienden lentamente desde la superficie del océano. Está formada por restos de plancton, microorganismos muertos, mucosidad y excrementos de animales marinos, entre otros materiales.

Durante su descenso, estas partículas transportan carbono hacia las profundidades, donde una parte puede permanecer almacenada durante cientos o incluso miles de años. Se trata de un proceso fundamental para la regulación del clima, conocido como bomba biológica de carbono, que contribuye a retirar este elemento de las aguas superficiales.

Según las estimaciones recogidas por la Institución de Oceanografía Scripps, cada año la nieve marina transporta más de 10.000 millones de toneladas de carbono desde la superficie del océano. Sin embargo, solo unos 2.000 millones de toneladas llegan a profundidades suficientes para permanecer almacenadas durante largos periodos.

Hasta ahora, una de las grandes incógnitas era por qué algunas partículas consiguen alcanzar esas profundidades mientras que otras se descomponen antes de llegar. La nueva investigación apunta a que la respuesta podría encontrarse, al menos en parte, en su consistencia.

Las partículas más viscosas resisten mejor a las bacterias

El estudio, dirigido por Bryce Inman, de la Institución de Oceanografía Scripps, junto con investigadores de la Universidad de Lincoln, ha demostrado que la viscosidad influye de forma directa en la facilidad con la que las bacterias pueden penetrar y descomponer la nieve marina.

Los científicos observaron que estos microorganismos colonizan con mayor facilidad las zonas menos viscosas de las partículas, mientras que las regiones más densas y pegajosas actúan como una barrera que dificulta su avance. Inman compara este proceso con el de un gusano que se introduce en una manzana: mientras que la pulpa resulta fácil de atravesar, el corazón ofrece una resistencia mucho mayor.

De esta manera, cuanto más viscosa es una partícula, más tiempo necesitan las bacterias para degradarla. Esto permite que continúe hundiéndose durante más tiempo y aumenta las posibilidades de que el carbono que contiene alcance las profundidades oceánicas.

Los experimentos de laboratorio confirmaron que las partículas más viscosas tardaban más en descomponerse y fragmentarse. A partir de estos resultados, los investigadores realizaron simulaciones informáticas que apuntan a que la nieve marina de mayor viscosidad puede transportar más de seis veces más carbono hacia las profundidades que las partículas menos viscosas.

Para llegar a estas conclusiones, los investigadores desarrollaron una técnica que combina microscopía confocal tridimensional con moléculas fluorescentes capaces de revelar las diferencias de viscosidad dentro de cada partícula. Este procedimiento permitió observar cómo las bacterias vivas interactúan con la estructura de la nieve marina e identificar las regiones que resultan más accesibles o resistentes a su actividad.

Según explican los autores, hasta ahora no había sido posible estudiar con este nivel de detalle la interacción entre las bacterias individuales y la estructura física de la mucosidad. El desarrollo de esta tecnología comenzó en 2021 y, tras varios años de pruebas, el equipo consiguió aplicar el método con éxito en 2025.

Los resultados podrían ayudar a mejorar los modelos científicos que calculan cuánto carbono consiguen almacenar los océanos y durante cuánto tiempo permanece fuera de las capas superficiales. La investigación demuestra que no basta con conocer el tamaño de las partículas o su velocidad de hundimiento: sus propiedades físicas también pueden determinar cuánto carbono logra alcanzar las profundidades.

Habitação: Centenas de pessoas da área da Cultura repudiam violência em carta aberta

By: Lusa
21 October 2026 at 19:01

Mais de 1000 pessoas, maioritariamente trabalhadores da Cultura, subscrevem uma carta aberta que repudia a violência nos protestos pela habitação e manifesta solidariedade com as exigências dos manifestantes.

O conteúdo Habitação: Centenas de pessoas da área da Cultura repudiam violência em carta aberta aparece primeiro em Barlavento.

Sépsis. Porque é que os órgãos deixam de funcionar?

21 October 2026 at 19:55
Miguel Soares provou que a gordura, essencial para sobreviver, é o principal combustível do organismo numa infeção grave. Seis anos depois de receber o Observador, estuda o tecido adiposo de doentes.

© FOTOILUSTRAÇÃO INÊS CORREIA / OBSERVADOR

Seis anos separam as duas imagens do mesmo investigador. As respostas que Miguel Soares procurava sobre a sépsis geraram entretanto novas perguntas, como sempre acontece em ciência

Importações para pesquisa pública terão imunidade tributária

Logo Agência Brasil

O Ministério da Fazenda anunciou nesta quarta-feira (21) medidas para assegurar a aplicação da imunidade tributária prevista na Constituição nas importações para projetos de universidades públicas, institutos federais e instituições públicas de ciência, tecnologia e inovação.

De acordo com o ministério, equipamentos, softwares e insumos importados por fundações de apoio em nome dessas instituições passam a contar com o amparo da imunidade tributária recíproca.

Notícias relacionadas:

A medida, segundo a pasta, permitirá que 100% dos recursos destinados à pesquisa sejam convertidos em tecnologia e insumos para laboratórios, sem perdas com tributação indevida.

A iniciativa busca dar segurança jurídica às operações de importação voltadas à pesquisa pública e eliminar dúvidas sobre a manutenção da imunidade quando as fundações de apoio atuam na gestão dos recursos e nos procedimentos de aquisição e despacho aduaneiro.

De acordo com o ministério, essa incerteza gerava risco de tributação e dificultava a compra de equipamentos, softwares e insumos para atividades de pesquisa.

A Fazenda também definiu que a administração financeira dos projetos pelas fundações é apenas um mecanismo operacional e não altera a natureza pública dos recursos vinculados às universidades e instituições de pesquisa.

Exigências

Para ter acesso ao benefício, as operações deverão seguir uma série de exigências, como a realização da importação em nome da instituição pública, a movimentação dos recursos em conta exclusiva do projeto, a incorporação imediata dos bens ao patrimônio da universidade ou instituto beneficiado e a prestação de contas sujeita à fiscalização da Receita Federal e dos órgãos de controle.

Segundo o governo, a medida deve reduzir gargalos burocráticos, ampliar a capacidade de desenvolvimento científico e tecnológico do país e acelerar o reaparelhamento de universidades públicas, institutos federais e instituições públicas de pesquisa.

A medida também busca reduzir os efeitos das limitações do atual sistema de desoneração das importações para pesquisa científica, hoje condicionado a uma cota administrada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), apontada pelo governo como insuficiente para atender toda a demanda de universidades e instituições de pesquisa.

As mudanças foram definidas após discussões entre a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), a Receita Federal, a Advocacia-Geral da União (AGU) e representantes das universidades federais.

Muere un hombre atacado por avispas mientras desbrozaba una pista forestal en Ourense

By: Efe
21 October 2026 at 18:35
La víctima, de 56 años, participaba en un taller de empleo en Larouco cuando se topó con un nido. Sus compañeros alertaron a emergencias, pero los sanitarios no pudieron salvarle la vida Leer

La víctima, de 56 años, participaba en un taller de empleo en Larouco cuando se topó con un nido. Sus compañeros alertaron a emergencias, pero los sanitarios no pudieron salvarle la vida
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