O estado de São Paulo teve dois locais de votação alterados para o segundo turno nas eleições. De acordo com informações do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, as mudanças foram necessárias “por motivo de força maior”, em decorrência de danos causados pelas fortes chuvas.
As mudanças foram feitas na capital e em Presidente Prudente.
Eleitores da 256ª Zona Eleitoral do Tucuruvi, que votam na Escola Estadual Conselheiro Ruy Barbosa, na Rua Professor Antônio Castelar de Franceschi, 200, no Horto Florestal, serão transferidos para o Recanto Nossa Senhora de Lourdes, na Avenida Luís Carlos Gentile, 1736, na Vila Rosa.
Segundo o TRE-SP, neste local votam 4.649 eleitores de 12 seções eleitorais. São elas: 185, 186, 187, 188, 189, 190, 239, 257, 306, 339, 420, 432.
A mudança, neste caso, foi necessária porque no dia do primeiro turno a escola ficou alagada por causa das fortes chuvas e ventos e sofreu danos estruturais no telhado.
Presidente Prudente
Já na cidade de Presidente Prudente, os eleitores da 402ª Zona Eleitoral e que votam na Escola Estadual Florivaldo Leal, na Rua Piracicaba, 90, serão transferidos para a Universidade Estadual Paulista (Unesp), que fica na Rua Roberto Simonsen, 303, Jardim das Rosas.
A mudança já havia ocorrido no primeiro turno, já que o forte temporal que atingiu a cidade naquele dia provocou o destelhamento da escola.
Neste local, informou o TRE, votam 3.267 eleitores de 12 seções eleitorais. São elas: 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 171, 201.
Novas alterações
O TRE informou que as duas mudanças ocorridas aconteceram por motivos extraordinários, devido às chuvas que provocaram danos estruturais nos prédios e que novas mudanças não estão descartadas.
“É possível que até o dia da realização do segundo turno, haja novas mudanças pontuais de local de votação, por situações não previstas e inevitáveis”, disse o comunicado do TRE-SP.
Dicas
Para evitar problemas no dia da eleição de segundo turno, o TRE-SP orienta para que cada eleitor faça a consulta do seu local de votação com antecedência, buscando informações no site do Tribunal, na seção Autoatendimento, clicando em Consultas e escolhendo a opção Onde Votar. A busca também pode ser feita por meio do aplicativo e-Título, selecionando a opção Onde Votar, na tela inicial.
A consulta para os eleitores do estado de São Paulo pode ser feita ainda pelo chatbot do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, nova ferramenta para atendimento ao eleitor disponível no site institucional do TRE-SP (opção Atendente Virtual do menu “Serviços”) e no WhatsApp: (11) 3130-2200.
O estado de São Paulo tem mais de 11 mil locais de votação, formados por escolas, faculdades e outros espaços – e que abrigam 103.904 seções eleitorais ou salas de votação.
O “benchmark” da dívida francesa voltou a estar sob forte pressão, no arranque da semana. Depois de um fim de semana de grande violência nas principais cidades francesas, com o clima de contestação a alastrar-se a outras cidades europeias, os investidores estiveram a desfazer-se da dívida e das ações gaulesas, com o euro a sofrer também com a crise no país.
Nota: Se está a aceder através das apps, carregue aqui para abrir o gráfico.
O marco:
O clima de grande contestação em França e os receios que a extrema-direita saia vencedor das eleições do próximo ano continua a pressionar as obrigações gaulesas, atirando os juros do país para máximos de várias décadas.
A taxa das obrigações a 10 anos voltaram a superar a fasquia dos 4,9%, o valor mais elevado desde 2002, com as yields gaulesas a registarem a maior subida diária (13 pontos base) desde finais de setembro. Além disso, o spread da dívida francesa face às alemãs bunds voltou a saltar para máximos de duas semanas, enquanto o diferencial para as obrigações italianas atingiu um novo recorde.
A causa:
A crise social e política que França atravessa continua a pressionar o sentimento dos investidores, que temem que o país não consiga aprovar um Orçamento do Estado para controlar as contas públicas. O clima de violência que se vive no país há várias semanas e que tem vindo a escalar está a deteriorar a confiança de investidores e empresários, a poucos meses das eleições presidenciais.
“O facto de isto acontecer após um fim de semana de protestos mostra que as esperanças de reforma estão em suspenso”, defende Hank Calenti, estratega global de mercados da SMBC, referindo-se aos esforços para reduzir os défices e reformar o sistema de pensões.
“França enfrenta atualmente uma crise social, uma crise migratória, uma crise energética, uma crise económica e uma crise orçamental, destaca Louis-Vincent Gave, da Gavekal Research. Os protestos relacionados com os aumentos do custo de vida estão a alastrar-se para outros países.
O que esperar a seguir:
A evolução da situação francesa e a capacidade — ou incapacidade — do Eliseu aprovar um orçamento para controlar as finanças do país será determinante para o desempenho dos juros do país.
A proposta inclui medidas no valor de 43 mil milhões de euros para reduzir o défice, mas os analistas receiam que alcançar um compromisso afigura-se difícil num Parlamento profundamente dividido e poderá tornar-se ainda mais complicado com as eleições presidenciais a apenas seis meses de distância.
“Embora os protestos violentos não sejam representativos da vasta maioria da população, os acontecimentos do fim de semana vêm, ainda assim, sublinhar o delicado equilíbrio que o Governo tem de encontrar entre satisfazer as exigências da população e tranquilizar os mercados”, afirmou Erik Liem, estratega do Commerzbank. “O agravamento dos protestos contra o elevado custo de vida está a aprofundar a divisão entre os extremos da esquerda e da direita, o que poderá deixar as discussões sobre o Orçamento num impasse“, defende. Uma situação que tenderá a continuar a pressionar as obrigações gaulesas.
A frase:
Os problemas orçamentais de França são, por si só, suficientemente difíceis de resolver, mas a tarefa torna-se ainda mais complicada com a aproximação das eleições presidenciais e a existência de um Parlamento sem maioria, onde a construção de consensos se tem revelado frequentemente uma missão impossível.
Celia Salmerón had never voted for a Republican candidate. Not until 2024. Then, in the presidential election, she became one of many Latino voters who believed Donald Trump when he promised at every rally that he would deport all criminals and improve the economy. Two years after giving him her support, Salmerón — like so many other Hispanic voters — regrets her decision and says she will vote for the Democratic Party in the midterm elections on November 3. “For everything he’s doing to poor people, for separating parents from their children,” she says as she inserts hair extensions.
Ese bote rojo que escondemos al fondo del armario da mucho de sí. Unos garbanzos, un pollo al horno, o incluso, una coliflor asada demuestran que el pimentón va más allá de los platos de cuchara
En ensalada, fritos o a la sartén: tres maneras de combinar garbanzos con huevos y verduras para resolver una comida rápida
Abrir el armario de las especias y encontrar el bote de pimentón dulce casi intacto, con la tapa pegajosa y la etiqueta medio borrada, es más común de lo que parece. En muchas ocasiones, lo sacamos para las patatas, para las judías verdes y poco más, y en ese mismo hueco en el que lo encontramos se queda otra temporada, hasta que nos acordamos de nuevo de esta especia. Y es una pena, porque este condimento rojo no solo aporta color, sino también un aroma y un dulzor tostado que versiona platos muy distintos a los de siempre.
El pimentón tiene mucho que ver con el territorio español. La palabra “ñora” procede de La Ñora, en Murcia, donde se identificó la cáscara seca del pimiento, también denominado “bola” en otras zonas de nuestro país. Además, desde 2001, la Región de Murcia cuenta con su propia denominación de origen protegida (DOP) clasificando el pimentón dulce como un producto emblemático de la comunidad autónoma. Según los documentos, el pimentón de Murcia se dice que es totalmente dulce, de olor fuerte y penetrante, además aúna un gran poder colorante, graso y sabroso.
Conviene saber diferenciarlo en la tienda, ya que también existe el pimentón ahumado, proveniente de La Vera, en Extremadura. Ambos tienen denominación de origen protegida, pero como pequeña diferencia el extremeño dispone de varias opciones de este condimento: el dulce, el agridulce y el picante. Para los tres platos de hoy, el dulce es el indicado.
Garbanzos con espinacas, el clásico plato de cuchara
La deliciosa comida que lleva años acompañando a la gastronomía española
Este plato es un clásico en la cocina española, por lo que la receta es la de siempre, pero añadiéndole ese punto de sabor. Primero sofreímos ajo en aceite de oliva, y añadimos una cucharadita de pimentón dulce (con el fuego bajo y apenas unos segundos). Es entonces cuando se echan los garbanzos cocidos y las espinacas, y se deja que todo se funda durante unos minutos. Un chorrito de vinagre al final redondea el conjunto.
El resultado es un plato de cuchara rápido, barato y reconfortante en el que el pimentón da el cuerpo que otras especias no consiguen.
Pollo al horno para darle color a los domingos
Los domingos de pollo en familia tienen más sabor que nunca
Aquí el pimentón hace de maquillaje y potencia el sabor a la vez. Basta con mezclar aceite, ajo picado, zumo de limón, sal y una buena cucharada de pimentón dulce, untar con ello los muslos o contramuslos y dejarlos reposar un rato en la nevera, aunque siempre es mejor si es toda la noche. En el horno, la piel se dora, se vuelve crujiente y adquiere ese tono cobrizo que invita a servirse al segundo. Acompañado de una ensalada fresca o de unas verduras asadas, soluciona una comida sin esfuerzo.
Coliflor asada, la guarnición perfecta
Coliflor con especias perfecta para acompañar las comidas
Si en casa nadie pide repetir verdura, esta receta puede cambiarlo. Es una forma ideal para consumir más vegetales, sobre todo para los más reacios de la casa. Anota los ingredientes para 2 porciones:
Una coliflor
Aceite de oliva virgen extra
Un limón
Sal
Pimentón dulce
El dulzor de la hortaliza asada y el del pimentón se potencian entre sí en esta receta, y con una salsa de yogur o un poco de alioli se convierte en un plato lleno de sabor.
Para prepararlo empezaremos cortando la coliflor en ramilletes; mientras, en un bol aparte, mezclamos el aceite, la sal, el zumo del limón y el pimentón dulce, y untamos la coliflor con la mezcla ayudándonos de una brocha. Hornearemos de 20 a 25 min hasta que los bordes se tuesten, con una temperatura de entre 200 y 220 °C. Cuando la coliflor esté dorada, la sacamos del horno y estará lista para servir.
Tres fallos que arruinan el pimentón
La especia que revoluciona la gastronomía con solo una cucharada
Existen varios errores que podemos cometer si somos principiantes en el arte de los condimentos. Toma nota de algunos de ellos:
Quemarlo: este error es el más frecuente y, tristemente, el más difícil de arreglar. El pimentón se amarga si se fríe a fuego fuerte, así que conviene retirar la sartén del calor o bajarlo al mínimo antes de echarlo, y añadir pronto el líquido o los ingredientes húmedos.
Usar un bote muy viejo: con el tiempo, la especia pierde aroma y color. Si al abrirlo no huele a nada, ya no sirve. Lo ideal es guardarlo bien cerrado, en un lugar fresco y oscuro, y renovarlo cada año o poco más.
Confundir los tipos: echar picante donde pedía dulce, o ahumado donde no tocaba, cambia el plato por completo, por lo que recomendamos echarle un vistazo a la etiqueta antes de empezar, para ahorrarnos más de un susto.
El cajón de las especias puede ser un gran aliado en la cocina
Si el pimentón dulce lleva meses esperando pacientemente su turno en la cocina, cualquiera de estos platos es una buena excusa para sacarlo. La lista no acaba ahí, ya que aún queda espacio para unos huevos fritos con su toque rojizo, un arroz con verduras o hasta una receta tan sencilla como unas tostadas con aceite y una pizca de pimentón por encima.
Lo bueno de este condimento es que no pide técnicas sofisticadas, solo un poco de atención al fuego y un bote en condiciones. Con eso basta para que una receta de diario cambie completamente su sabor, y para que el armario de las especias deje de ser un cementerio de condimentos. En una tierra que lo ha cultivado durante generaciones, no estaría de más recuperar el hábito de poner pimentón donde menos se espera, porque a menudo es justo en esos platos donde mejor funciona.
En el vídeo registrado por la cámara fija del laboratorio del Servicio de Armas de la Guardia Civil de Madrid, se ve al coronel Francisco Pallás entrando con un empleado de la empresa española USP (Uniformidad y Suministros de Protección S.L.) y un guardia, cogen las cajas de cinco fusiles de asalto del instituto armado y comienzan a superponer etiquetas y precintas de la citada empresa sobre los de la Guardia Civil, tapándolos. Esta burda operación, realizada a plena luz del día y con las cámaras de seguridad en funcionamiento, ha sentado esta semana en el banquillo al Coronel, a una directiva de la empresa armamentística y a un empleado de la misma. La Fiscalía pide cuatro años de cárcel para el mando de la Guardia Civil por “un delito de falsificación de documento oficial”; y dos años para los miembros de la compañía por lo mismo. El ministerio público entiende que Pallás “falsificó unos documentos para favorecer durante el proceso de licitación a una empresa de cara a la adquisición de un mínimo de 8.250 fusiles de asalto”.
Não há bebés, não há coesão social e não há crescimento económico. Nestes protestos está, assim, em jogo também o futuro da democracia liberal. E não se revela risonho.