O príncipe William, 44, fez uma rara aparição em um programa ao ser entrevistado no “The Graham Norton Show”, nesta semana. Ao lado de Cate Blanchett, Hannah Waddingham e o ambientalista Robert Irwin, Sua Alteza Real revelou suas preferências no entretenimento.
“Gosto de filmes de ação, mas prefiro algo um pouco diferente. Sou um grande fã de tudo o que Christopher Nolan faz. Os filmes dele são fantásticos — a trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas’é sombria e profunda, eu adoro isso”, revelou o Príncipe de Gales, que acrescentou que tem hobby para relaxar: ouvir música e assistir a filmes. “Ele (Nolan) pega conceitos completamente fora da caixa e os torna divertidos.”
William diz que também é um grande fã de filmes que fazem “refletir profundamente” e que “The Traitors” é um programa visto por toda a família do Palácio de Kensington. “Eu adoro e minha família adora. Charlotte e Louis são obcecados. É um programa de TV muito bom”, afirmou.
A obsessão pelo programa o fez até burlar um dos decoros mais antigos da família real: membros da realeza devem evitar tocar e serem tocados por outras pessoas. Ele conta: “Eu vi Ross Kemp (participante da edição ‘Celebrity Traitors’) no dia seguinte ao primeiro episódio e não resisti à tentação de tocá-lo, da forma mais apropriada possível, para ver qual seria sua reação. Acho que ele ficou assustado”.
No programa, William lembrou que, ao ser criança, fantasiou em “ser policial” e, durante a juventude, teve uma fase em que desejava ser DJ. “Mas não era muito bom nisso”, confessa.
O “The Graham Norton Show” também conta com uma apresentação de Jorja Smith, e os convidados, incluindo William, falaram sobre o Earthshot Prize, prêmio concedido pela fundação comandada pelo Príncipe de Gales, que reconhece indivíduos, entidades e organizações que contribuem para o meio ambiente. O episódio irá ao ar nesta sexta-feira (23), na BBC às 22h40 (às 18h40 no horário de Brasília).
Um dos filmes mais comentados do ano, “Tudo Pode Ser Visto” (“You Can See Everything” no título original), explora a fraude bilionária orquestrada por Elizabeth Holmes, ex-CEO americana da Theranos, uma empresa de tecnologia, que prometia realizar centenas de exames a partir de uma única gota de sangue.
O início da sentença ocorreu em maio de 2023, após ser ela considerada culpada por um júri na Califórnia, em janeiro de 2022, por quatro acusações de fraude eletrônica e conspiração contra investidores. A empresária e o ex-executivo da empresa, Ramesh “Sunny” Balwani, captaram mais de US$ 700 milhões mentindo sobre as finanças e o desempenho da tecnologia.
Quem é Elizabeth Holmes?
Aos 19 anos, enquanto ainda era estudante do segundo ano de engenharia química na Universidade de Stanford, Elizabeth abandonou os estudos para se dedicar à própria startup, a Theranos, que fundou em 2003. O nome é uma combinação das palavras “terapia” e “diagnóstico”.
Em 2009, Ramesh Balwani, cerca de 20 anos mais velho do que Holmes, uniu-se a Theranos, garantindo um empréstimo de US$ 10 milhões à empresa. Ele havia tido uma carreira de sucesso na indústria de software e, após a venda da startup de comércio eletrônico, estava cursando um MBA.
Em 2014, um ano após anunciar uma parceria com a Walgreens, uma grande linha farmacêutica americana, ela foi nomeada como uma das mulheres mais ricas da América pela Forbes. Na ocasião, foi estimado que a fortuna pessoal dela era de US$ 4,5 bilhões.
A empresa chegou a valer bilhões de dólares ao longo dos anos e atraiu investidores famosos, enquanto a mulher se tornou uma celebridade e chegou a ser chamada até mesmo de “o novo Steve Jobs”.
O The Wall Street Journal publicou uma reportagem em 2015 que expôs o esquema fraudulento. As investigações provaram que pacientes receberam diagnósticos incorretos e investidores perderam fortunas. Entenda toda a condenação da fundadora da Theranos.
Na prisão, a empresária trabalha como assistente de reintegração social e assistente jurídica, recebendo 31 centavos de dólar por hora para orientar outras detentas. Com a redução de dois anos na pena por bom comportamento, a libertação definitiva dela está prevista para fevereiro de 2030, mantendo visitas semanais da família, que reside próximo ao local.
Para a etapa final do cumprimento da pena sob custódia federal, Holmes teve a transferência aprovada para o Centro de Transição Austin, em Del Valle, Texas, prevista para agosto de 2027. No local, que funciona como um centro residencial de reinserção supervisionado, ela poderá trabalhar externamente e receber visitas familiares sem pernoite, preparando-se para o término do regime prisional.
História será tema de documentário
A obra de Nathan Fielder (“The Curse”) e Lance Oppenheim (“Primetime“) começou a ser gravada cerca de 34 dias antes de a mulher iniciar a pena de prisão, acompanhando os últimos dias dela em liberdade.
Dentre as opiniões já compartilhadas pela crítica especializada, reunidas do site agregador Rotten Tomatoes, há o destaque sobre o longa ser “perturbador” e “envolvente”. Além disso, o filme acumula 97% de aprovação da crítica especializada até o momento.
“Se você tem algum receio de ficar entediado durante um filme de três horas, garanto que isso não acontecerá. Fielder criou algo totalmente original aqui”, escreveu Max Weiss, do Baltimore Magazine.
“Este é um documentário para ser visto em uma sala lotada, em uma tela enorme. As imagens têm uma clareza cristalina, mas mistérios abundam em cada fotograma”, colocou Justin Chang, do NPR.
No Brasil, o título será o responsável porencerrar a 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e, pouco depois, chegará aos cinemas brasileiros. A sessão antecipada ocorre em 29 de outubro, às 18h, no Teatro Cultura Artística. Nos cinemas, o documentário estreia no dia 26 de novembro.
The film honors generations of dancers, choreographers, and artists.
On Wednesday, the documentary “Afternoon Echoes,” directed by Cuban filmmaker Lourdes de los Santos, was presented at the Yara Cinema in Havana as part of the activities organized during Cuban Culture Week.
The film explores the history and significance of the ballet “Afternoon Echoes,” created by choreographer Alberto Mendez in 1973 and considered one of the most important pieces in the repertoire of the National Ballet of Cuba (BNC).
It shows the links between dance, painting, and cinema, taking as a reference point the influence attributed to the painting “The Noon,” by Cuban painter Guillermo Collazo, on the conception of the choreographic work.
According to its director, the documentary constitutes a tribute to generations of dancers, choreographers, and artists who contributed to the formation and consolidation of the Cuban School of Ballet.
El Ballet Contemporáneo de Camagüey, en el marco de la Jornada por la Cultura Cubana, presentó la Peña “Escape”, la cual es una ventana de creación donde los bailarines, reafirman que la entrega artística va más allá de cualquier obstáculo. #PorCamagüeyTodo#CubaEsCulturapic.twitter.com/XMm52u12xz
The text reads, “The Camaguey Contemporary Ballet, within the framework of the Cuban Culture Week, presented the ‘Escape’ event, which is a window of creation where the dancers reaffirm that artistic dedication goes beyond any obstacle.”
The production also highlights the historic collaborative relationship between the BNC and the Cuban Institute of Cinematographic Art and Industry (ICAIC), reflected in numerous audiovisual works dedicated to dance.
Among the central elements of the narrative are the testimonies of prominent figures associated with ballet, including Maria Elena Llorente, one of the most renowned performers of “Afternoon Echoes,” to whose memory the documentary is dedicated.
ICAIC president Alexis Triana emphasized that this production inaugurates a new line of work within the institution’s Documentary Department, focused on exploring topics related to Cuban culture and history.
#FromTheSouth News Bits | In Cuba, over a million students return to school, marking an achievement for the nation's education system amid ongoing United States aggression. pic.twitter.com/oMCCt8jRPD
Após conquistar mais de dez prêmios internacionais, incluindo o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim, o longa-metragem brasileiro “Feito Pipa” mira o Oscar 2027. Em entrevista à CNN Brasil, o diretor Allan Deberton (“Pacarrete”, “O Melhor Amigo”) demonstrou otimismo com a possibilidade de uma indicação e reconheceu as dificuldades de conquistar uma vaga na maior premiação do cinema.
“Acho que a indicação é sempre difícil. Estamos percebendo uma chance real de conexão, do encontro das plateias dos festivais e também dos membros votantes da Academia. E estamos fazendo essas conexões acontecerem”, afirmou ele.
Segundo o cineasta, a equipe já trabalha para ampliar a visibilidade do longa-metragem entre os votantes da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar. A estratégia inclui a participação em eventos e a promoção de sessões que permitam apresentar a história a um público cada vez maior, como fizeram os indicados anteriores do Brasil, “Ainda Estou Aqui” (2024) e “O Agente Secreto” (2025).
“O que a gente deseja é amolecer o coração dos votantes, fazer com que eles se apaixonem pela história”, explicou.
Deberton, por enquanto, prefere manter mais os pés no chão diante da concorrência. “Queremos conversar, fazer com que o filme seja visto por toda a plateia possível, que possam lembrar da gente nesse momento de votação. Mas é uma coisa muito difícil, uma indicação. A gente está trabalhando com muita dedicação, porém consciente dos desafios.”
Uma história para gerar identificação e diálogo
Além das expectativas para a temporada de premiações, o diretor destacou a importância de “Feito Pipa” encontrar seu público no Brasil. Premiado internacionalmente, “Feito Pipa” acompanha a história de uma criança (Yuri Gomes) que encontra na relação com a avó (Teca Pereira) um espaço de afeto e liberdade, enquanto enfrenta conflitos familiares e questões relacionadas à própria identidade.
“Eu acho que ‘Feito Pipa’ é um filme acessível, muito próximo da forma como a gente convive com os nossos amigos, com os nossos parentes, de fácil identificação. São personagens reais, concretos, que fazem a gente se lembrar de pessoas que conhece, que ama, dos nossos avós”, comentou o diretor.
Ele também acredita que a história não se encerra com os créditos finais. A intenção é que o público saia das sessões com questionamentos e diferentes interpretações sobre os conflitos apresentados.
“É um filme que deixa para a plateia um lugar de reflexão, um lugar de debate depois da sessão, fazendo com que ele, de fato, faça uma diferença na vida dos espectadores”, destacou.
“Acho que, no Brasil que a gente vive, que é um Brasil dividido, em que não se conversa tão bem, é muito importante que as pessoas, por meio da cultura, da arte, consigam trocar ideias, informações, afetividades, conversar com respeito, fazendo com que essas diferenças diminuam cada vez mais”, refletiu.
O novo filme de “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita” chega aos cinemas dia 20 de novembro de 2026, e as atrizes Elle Fanning, 28, e Elizabeth Banks, 52, que interpretam a mesma personagem do filme “Effie Trinket” em épocas diferentes, relembram momentos que marcaram sua carreira.
Em uma entrevista para a revista People, publicada na quinta (22), as atrizes compartilharam críticas e sugestões mais e menos úteis que já receberam de diretores ao longo dos trabalhos realizados em Hollywood.
“Gosto de ‘rápido, lento, mais raivoso, mais triste’”, contou a atriz Elle, descrevendo o tipo de instruções que recebeu de um diretor. “Chore!’ Eu gosto disso. Sabe? Quando a coisa fica um pouco intensa demais, é tipo, sei lá. Só diga, na verdade, o que é”, explicou.
Elle revelou que sempre valorizou conselhos que fossem sinceros, que realmente a ajudassem a crescer diante das câmeras.
Já Elizabeth disse que ter diferentes experiências nos sets contribuiu com sua evolução como atriz. Ela ainda compartilhou uma observação do diretor Kevin Smith, 56, que segundo ela, fez toda a diferença. “Ele veio até mim e disse: ‘Quando você disser essa frase, levante o braço’. Na hora, eu pensei: ‘Ok’. Mas ele insistiu: ‘Nessa palavra, levante o braço'”, conta ela.
“E o que ele estava me dizendo para fazer era, tipo, incorporar isso no meu corpo, sabe?”, acrescenta Banks. “O que é um ótimo conselho! Eu estava presa na minha cabeça, e ele só queria que eu incorporasse isso no meu corpo. E também, ele estava filmando um plano aberto, e fica mais interessante, eu sei disso agora como diretora, quando os atores dão movimento à composição. Então foi um conselho muito bom, e era só uma coisinha. Só levantar o braço”, finalizou a atriz.
Trabalhando como diretora, Elizabeth, tendo como seus projetos como diretora os longas “A Escolha Perfeita 2” (2015) e “As Panteras” (2019), revelou que essas experiências a ajudaram a “se tornar uma atriz melhor”, pois exigem muito mais dela, envolvendo uma longa lista de habilidades, tendo um olhar ainda mais aguçado para a arte da atuação.
As gerações da personagem Effie Trinket
Apesar de as atrizes não contracenarem juntas em cena, ambas interpretam a mesma personagem em “Jogos Vorazes“, Effie Trinket, mas em épocas diferentes da história. Elizabeth interpretou pela primeira vez na adaptação de 2012, em que apresentou a personagem ao público, com uma extravagante representação da Capital, e continuou pelos próximos quatro filmes da franquia.
Atualmente, Elle assume a personagem no novo filme “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita“, em que a história irá apresentar a personagem anos antes de toda a revolução acontecer.
“Acho que você acertou em cheio”, disse Elizabeth a Elle sobre interpretar uma Effie mais jovem. “Ela aparece na tela e é como uma lufada de ar fresco”, compartilhou a atriz, que acompanhou toda a produção do novo filme e auxiliou os novos atores no novo longa da franquia.
Assista à entrevista abaixo:
*Sob supervisão de Ana Beatriz Dias, da CNN Brasil
David Cronenberg, Kelly Reichardt e Tiago Guedes são alguns dos nomes que vão estar em novembro no Lisboa Film Festival (LEFFEST) que, à 20.ª edição, inclui “o que foi essencial na produção cinematográfica” deste ano, olhando também para trás
David Cronenberg, Kelly Reichardt e Tiago Guedes são alguns dos nomes que vão estar em novembro no Lisboa Film Festival (LEFFEST) que, à 20.ª edição, inclui “o que foi essencial na produção cinematográfica” deste ano, olhando também para trás
“Farne un film è stata una scelta difficile. Ma già con il libro ho visto che dal gesto di raccontare una storia poi ritorna tanto. A convincermi è stata una ragazza in aereo che mi ha detto: ‘Grazie per quello che fai. Grazie alla storia di Giulia io sono ancora viva’. Raccontare questa storia significa raccontare un dolore, ma anche un percorso di salvezza. Portare quel messaggio in modo ancor più capillare all’interno della nostra comunità e della nostra nazione è stato complesso, ma la motivazione che mi sono dato è stata: se non lo raccontiamo, quel dolore lo riviviamo. Da lì l’impegno della Fondazione a sostenere un’opera che racconta non solo l’ultimo giorno di Giulia, ma la vita di una giovane che aveva dei sogni, dei progetti. Lì i ragazzi possono rispecchiarsi e trovare il coraggio di qualche buona azione. Attraverso il film vorremmo che, oltre alla nostra famiglia, gli spettatori conoscano anche loro stessi per diventare agenti di un cambiamento di cui questa società ha tanto bisogno”.
Con queste parole Gino Cecchettin ha inaugurato la conferenza stampa dedicata a Se domani non torno, l’atteso film di Paola Randi sull’omicidio di sua figlia Giulia, avvenuto l’11 novembre 2023.
Un’opera così importante e necessaria da richiedere una “lettura” diversa rispetto agli altri titoli in programma alla 21ª Festa del Cinema di Roma che, peraltro, ha scelto di mostrarla al pubblico a due giorni dalla Giornata internazionale per l’eliminazione della violenza contro le donne. Ispirato al libro Cara Giulia di Gino Cecchettin, scritto con Marco Franzoso (Rizzoli, 2024), e sceneggiato dalla regista insieme a Lisa Nur Sultan, il film è stato prodotto da Notorious Pictures, che lo distribuirà dal 5 novembre.
Con la Fondazione Giulia Cecchettin totalmente coinvolta nel progetto, si tratta di un testo orientato non a chiudere un doloroso caso di femminicidio, bensì ad aprire e rafforzare il dibattito che lo coinvolge, a partire dalla sensibilizzazione sugli orrori generati dalla cultura del patriarcato. In un’estetica rigorosa, che rispetta l’etica del racconto, e interpretato con sensibilità da tutto il cast, fra cui spiccano gli ottimi Filippo Timi nel ruolo di Gino Cecchettin e Tecla Bossi in quello di Elena Cecchettin, sorella maggiore di Giulia, è dunque un vero e proprio film-manifesto, animato dall’urgenza di veicolare i temi che lo attraversano con il dovuto coraggio e la sincera intenzione pedagogica.
“Quando mi è stato affidato il progetto ero intimidita da tanta responsabilità. Ma la lettura del libro di Gino mi ha offerto subito una possibile chiave di accesso al racconto, ovvero quella dell’assenza”, ha spiegato Paola Randi. “Perché l’assenza di una persona all’interno di un nucleo familiare è qualcosa di dirompente, di enorme. Ma quando siamo anestetizzati dalla quantità di stimoli a cui siamo sottoposti, rischiamo di chiudere i rubinetti dell’empatia. È dunque l’assenza che li riapre, la percezione di questo incolmabile vuoto. È questo uno dei motivi per cui l’omicida non è mai né nominato né mostrato: noi volevamo raccontare l’assenza di Giulia e il percorso della sua famiglia per poter trasformare un dolore così grande in impegno civile. Credo che quando ci si focalizza su un colpevole si rischia di assolvere tutti gli altri. Qui invece il crimine è sistemico. Questa famiglia ha fatto un richiamo alle coscienze. Il patriarcato è parte di noi, e dunque solo da noi può essere decostruito”.
Un concetto che la sceneggiatrice Lisa Nur Sultan ha voluto rimarcare: “I femminicidi non sono più dei casi, ma sono le dirette conseguenze di un sistema che Gino ed Elena Cecchettin ci stanno urlando in faccia di mettere a fuoco. Pensiamo che fino a 30 anni fa lo stupro era riconosciuto solo come crimine contro la morale e non la persona. Il problema è che la nostra società sta mantenendo questa cultura del patriarcato, e l’unica forma che abbiamo per attivarci sugli effetti è curare le cause. Come si fa? Con l’educazione sesso-affettiva nelle scuole. Non ci si può definire contrari ai femminicidi e alla violenza di genere senza pensare di incoraggiare l’educazione sesso-affettiva”.
Da parte sua, Filippo Timi ha spiegato di essersi avvicinato al ruolo di papà Cecchettin “con piccole pennellate e mettendo da parte ogni ego, come del resto ha fatto chiunque lavorando a questo film”. Ha poi aggiunto di aver “provato una gioia incredibile nel poter affrontare un personaggio che davanti a qualcosa di così ingiustificabile e imperdonabile reagisce con valore e con dolcezza, senza copiare alcun modello di violenza. Sono grato per tutto questo. Arte e vita vanno a braccetto. L’urgenza è reale, il momento è adesso, non domani”.
A cantora Charli XCX, 34, vai trabalhar com o renomado diretor de cinema, Martin Scorsese, 83, mais uma vez, segundo informações da revista americana Variety.
Depois de ter colaborado com a artista pop no disco “Music, Fashion, Film“, o cineasta a teria escalado para o filme “What Happens at Night”, junto de Leonardo DiCaprio, 51, e Jennifer Lawrence, 36.
O longa é descrito como um drama psicológico gótico e acompanha um casal americano que viaja para uma pequena cidade europeia para adotar um bebê — mas, à medida que lutam para reivindicar a criança, cada vez menos sabem sobre si mesmos.
Ainda não está claro qual será o papel de Charli XCX.
O elenco também deve incluir Mads Mikkelsen, Patricia Clarkson e Jared Harris.
Em “Music, Fashion, Film”, Martin Scorsese aparece posando com a estrela na capa, em uma fotografia em preto e branco. Além dele, também participam o estilista Marc Jacobs e o músico John Cale.
Come ogni anno, sia la Festa del Cinema di Roma sia il Mercato Internazionale Audiovisivo (per qualche giorno si sono svolti in contemporanea) rappresentano occasioni di incontro relazionale e confronto tecnico tra i professionisti del settore cinematografico e audiovisivo, e non soltanto passarelle per attrici ed attori e per paparazzi e influencer, anche se la quasi totalità dei giornalisti italiani si appassiona più ai look che ai numeri.
Anche in materia di dati e analisi, queste kermesse finiscono per evidenziare un approccio asettico ed acritico: sarà forse perché sono iniziative generosamente finanziate dal Principe, e quindi – suvvia! – “non è bello” anche soltanto sussurrare che egli è semi-nudo, se non nudo, ovvero che il reame è in crisi, se non alla fame… Si tratta di iniziative autoreferenziali, nella cui economia ideologica il concetto di autocoscienza (e finanche autocritica) è totalmente assente.
Sarà anche perché queste iniziative sono guidate da esponenti del settore che rappresentano interessi ben precisi: il Presidente della Fondazione Cinema per Roma, SalvoNastasi, l’uomo più potente del settore spettacolo in Italia, è anche Presidente della Società Italiana degli Autori ed Editori – Siae; la Presidente della potente lobby Apa, ovvero l’Associazione dei Produttori Audiovisivi, ChiaraSbarigia, guida giustappunto il Mia (dopo essere stata per anni Presidente della società pubblica Cinecittà), insieme al Presidente dell’Anica (produttori cinematografici ma anche Netflix ed altri influenti player) Alessandro Usai.
Da anni, vado scrivendo (denunciando) che molte iniziative italiane nell’ambito del settore culturale non rispettano regole “basic” di trasparenza: è il caso emblematico del Mia, che pure beneficia di non pochi milioni di euro di danaro pubblico, tra Ministero della Cultura, Ministero degli Affari Esteri, e finanche Commissione Europea. Il Mia non pubblica sul proprio sito web un bilancio, e viola la legge in materia di trasparenza. La legge n. 124/2017 impone infatti ad associazioni e fondazioni di pubblicare online i contributi pubblici, se complessivamente pari o superiori a 10.000 euro annui. È prevista anche una sanzione pari all’1% degli importi ricevuti e, se perdura l’inadempimento, addirittura la restituzione integrale del beneficio. Evidentemente nessun Ministero o altra Pubblica Amministrazione richiama il Mia a quest’obbligo.
Ci si può aspettare dall’Apa e dall’Anica analisi e ricerche che evidenzino come la gran parte delle maggiori e migliori società di produzione audiovisiva italiane siano state acquisite, nell’ultimo decennio, da multinazionali straniere come la tedesca Fremantle e la francese Banijay? Ovviamente no. Ci si può aspettare dall’Apa e dall’Anica un’analisi critica della (mala) gestione dello strumento del “tax credit”, di cui hanno ben approfittato per un decennio? Ovviamente no. Offrono dati che sono funzionali ai loro propri interessi, e generalmente proponendo uno scenario idilliaco, limitandosi a chiedere allo Stato… più danaro per sostenere “la crescita”.
Quindi inaffidabile è anche l’ottava edizione del “Rapporto sulla Produzione Audiovisiva Nazionale di Apa”, che mette confusamente assieme più fonti (Certa Università Cattolica, eMedia, Symbola, OpenEconomics…), senza alcuna spiegazione metodologica, e quindi senza validazione oggettiva di dati verificabili, e senza che questi numeri possano essere quindi ritenuti attendibili. Numerologie fantasiose e strumentali. E le rare testate giornalistiche che li rilanciano non si pongono queste perplessità: vale anche per il maggiore quotidiano economico nazionale, qual è il confindustriale Il Sole 24 Ore (senza dimenticare che Apa ed Anica sono associazioni che aderiscono a Confindustria…).
D’altronde, come si può sperare in ricerche e studi che hanno committenti “partigiani” possano offrire analisi oggettive e indipendenti, che potrebbero mettere in discussione le loro stesse attività e anche il loro foraggiamento pubblico?!
Il problema non è marginale, perché in verità dovrebbe essere lo Stato stesso a studiare seriamente l’efficacia del proprio intervento (anche) nel settore culturale: invece, non esiste una strumentazione tecnica minimamente adeguata.
Da anni denuncio – da ricercatore specializzato in IsICult prima che da giornalista investigativo – come quella stessa “valutazione di impatto” prevista dalla Legge Franceschini del 2016, che dovrebbe essere indipendente dal Mic per consentire al Principe – ma magari anche ai sudditi… – di capire il vero stato di salute del settore, sia ormai ridotta ad un documento illeggibile, privo di approccio critico, e quindi perfettamente inutile anche ai fini delle esigenze di conoscenza del Parlamento… Anche l’iter stesso della legge di riforma del settore – che arriverà in Senato per essere approvata definitivamente il 3 novembre prossimo – non s’è certo caratterizzato per una profonda volontà di conoscere lo stato dell’arte. Si procede ancora per approssimazione cognitiva e per scontri interni ed oscuri mercanteggiamenti tra lobby, grandi e piccole: nasometria cognitiva e clientelismo diffuso.
D’altronde, siamo in un Paese nel quale il Direttore Generale del Cinema e dell’Audiovisivo, Giorgio Carlo Brugnoni (che è anche incredibilmente Vice Capo di Gabinetto del Ministero della Cultura, in un’impropria sovrapposizione di ruolo di gestione amministrativa e di orientamento politico: caso unico in Italia) si vanta sempre più dell’“efficientamento” dell’amministrazione che dirige, allorquando la gran parte degli operatori del settore lamentano ritardi kafkiani, superiori a quelli di cui soffrivano ai tempi dell’ex Dg Nicola Borrelli.
E naturalmente in nessuna pubblica occasione – che sia la Festa del Cinema di Roma o il Mia – qualcuno alza il ditino e urla “ma, guardate, il Principe è nudo!”, oppure denuncia con onestà intellettuale lo stato di profonda crisi strutturale del settore. E d’altronde, nessuno sembra ricordare che esiste un regolamento (il Dpcm n. 271 del 22 dicembre 2010) che prevedrebbe tempi ragionevoli nei rapporti con la Pa: per esempio, gli organizzatori di festival dovrebbero essere pagati dal Ministero della Cultura entro 90 giorni da quando trasmettono i consuntivi delle iniziative sovvenzionate, ma questa regola non viene quasi mai rispettata.
Insomma, fatta la legge, trovato l’inganno. Pubbliche virtù e vizi privati. Così si (mal) governano le politiche culturali in Italia.
Um dos filmes mais comentados do ano, “Tudo Pode Ser Visto” (“You Can See Everything” no título original), documentário que explora a fraude bilionária orquestrada por Elizabeth Holmes, será o responsável por encerrar a 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e, pouco depois, chegará aos cinemas brasileiros. O filme acumula 97% de aprovação da crítica especializada até o momento.
A sessão antecipada ocorre em 29 de outubro, às 18h, no Teatro Cultura Artística. Nos cinemas, o documentário estreia no dia 26 de novembro. O título é dirigido por Nathan Fielder (“The Curse”) e Lance Oppenheim (“Primetime“).
O longa-metragem acompanha Elizabeth Holmes, fundadora da Theranos, empresa de tecnologia da saúde que prometia realizar centenas de exames a partir de uma única gota de sangue e se tornou protagonista de um dos maiores escândalos do Vale do Silício. A obra começou a ser gravada cerca de 34 dias antes da mulher iniciar a pena de prisão, acompanhando os últimos dias dela em liberdade.
A empresa chegou a valer bilhões de dólares e atraiu investidores famosos, enquanto a mulher se tornou uma celebridade e chegou a ser chamada até mesmo de “o novo Steve Jobs”.
O The Wall Street Journal publicou uma reportagem em 2015 que expôs o esquema fraudulento. As investigações provaram que pacientes receberam diagnósticos incorretos e investidores perderam fortunas.
Elizabeth Holmes está cumprindo sua pena na prisão federal FPC Bryan, localizada no Texas, Estados Unidos desde maio de 2023.
Principais críticas
Dentre as opiniões já compartilhadas pela crítica especializada, reunidas do site agregador Rotten Tomatoes, há o destaque sobre o longa ser “perturbador” e “envolvente”.
“Se você tem algum receio de ficar entediado durante um filme de três horas, garanto que isso não acontecerá. Fielder criou algo totalmente original aqui”, escreveu Max Weiss, do Baltimore Magazine.
“Este é um documentário para ser visto em uma sala lotada, em uma tela enorme. As imagens têm uma clareza cristalina, mas mistérios abundam em cada fotograma”, colocou Justin Chang, do NPR.
Como assistir ao filme na Mostra de SP?
A compra antecipada começa quatro dias antes de cada sessão, e os ingressos também poderão ser adquiridos pelo aplicativo ou, de acordo com a disponibilidade, nas bilheterias no dia da exibição.
Os ingressos avulsos custam R$ 26 (inteira) e R$ 13 (meia) de segunda a quinta-feira.
David Cronenberg, Kelly Reichardt e Tiago Guedes são alguns dos nomes que vão estar em novembro no Lisboa Film Festival (LEFFEST) que, à 20.ª edição, inclui o "essencial na produção cinematográfica".
A próxima edição do Oscar pode protagonizar uma disputa inédita entre mãe e filha. As atrizes Samantha Morton, 49, e Esmé Creed-Miles, 26, são destaque na corrida de 2027 e aparecem entre as possíveis indicadas à categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por seus trabalhos nos filmes “A Odisseia” e “Razão e Sensibilidade”, respectivamente.
De acordo com as previsões do Gold Derby, site especializado em premiações de Hollywood, Morton ocupa a segunda posição entre as favoritas a uma indicação, enquanto a filha aparece em 17º lugar. Caso ambas sejam selecionadas pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, será a primeira vez que mãe e filha disputarão a mesma categoria na mesma edição do Oscar.
Samantha Morton integra o elenco de “A Odisseia”, produção de Christopher Nolan inspirada no poema épico de Homero. O longa acompanha a jornada de Odisseu, interpretado por Matt Damon, em sua tentativa de retornar para casa após a Guerra de Troia. Anne Hathaway, que interpreta Penelope, aparece em primeiro lugar para as indicações da categoria.
Já Esmé Creed-Miles faz parte de “Razão e Sensibilidade”, nova adaptação cinematográfica do romance de Jane Austen, dirigida por Georgia Oakley. A história acompanha duas irmãs que precisam lidar com dificuldades financeiras e questões amorosas após a morte do pai.
As previsões do Gold Derby são atualizadas ao longo da temporada de premiações e não representam escolhas oficiais da Academia. “A Odisseia” estreou nos cinemas em julho deste ano, enquanto “Razão e Sensibilidade” ainda tem tempo para “crescer” em público e crítica. No Brasil, o filme chega às telonas em 29 de outubro.
Samantha Morton já foi indicada duas vezes à premiação: em 2000, como Melhor Atriz Coadjuvante por “Poucas e Boas”, e em 2004, como Melhor Atriz por “Terra de Sonhos”.
As indicações oficiais ao Oscar 2027 serão anunciadas no dia 21 de janeiro de 2027. A cerimônia de entrega dos prêmios ocorre em 14 de março, no Dolby Theatre, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
A Espanha tem um de seus mais fortes candidatos ao Oscar no filme ‘A Bola Preta’ (2026), um drama histórico inspirado na Guerra Civil dos anos 1930, na ditadura franquista e em práticas discriminatórias da sociedade espanhola em diferentes períodos.
Javier Calvo e Javier Ambrossi (os Javiers) venceram o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes em maio, e o longa também garantiu estatuetas de audiência nos festivais de Toronto e San Sebastián. O sucesso fez a Netflix divulgar, pela primeira vez, os resultados de bilheteria para uma de suas produções nos Estados Unidos.
‘A Bola Preta’ estreia no Brasil em 14 de janeiro de 2027 e foi exibido no início de outubro na gala de abertura e em outras três sessões no Festival do Rio.
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Um manuscrito incompleto
O ponto de partida de ‘A Bola Negra’ foi um fragmento de quatro páginas escritas pelo poeta e dramaturgo espanhol Federico García Lorca, que continha uma lista de personagens e um diálogo entre dois irmãos. O trabalho foi interrompido pelo assassinato de Lorca no início da Guerra Civil, em 1936.
O escritor teria contado ao amigo diretor Cipriano Rivas Cherif que planejava escrever sobre um pai que confronta seu filho por ter sido rejeitado por um clube de alta sociedade com um sinal de “bola negra”. O jovem responderia que foi negado por ser homossexual.
No longa, Carlos é um rapaz em 1932 que tenta entrar para um grupo exclusivo de um cassino, mas o voto de alguns membros é marcado com a bola negra, que simboliza a suspeita de homossexualidade ou outros comportamentos considerados “desviantes”.
A trama ainda acompanha Sebastián, um soldado de Francisco Franco que se apaixona por um prisioneiro, e Alberto, um historiador que investiga a história de seu próprio avô.
Um drama histórico espanhol
A trama distribui sua narrativa entre 1932 (Segunda República), 1937 e 2017 para retratar a trajetória de opressão vivida pela comunidade homossexual na Espanha.
A Guerra Civil teve início em 1936 após uma sublevação militar contra o governo republicano eleito da Espanha. Liderados pelo general Francisco Franco, os militares contaram ainda com o apoio da Alemanha nazista e da Itália fascista.
Após a vitória franquista em 1939, a ditadura que perdurou até 1975 institucionalizou a perseguição a opositores políticos e dissidentes sexuais.
Durante a transição para a democracia, no final da década de 1970, o país adotou um arranjo político que priorizou a reconciliação institucional sem a investigação penal dos crimes do regime — período frequentemente chamado por historiadores de “pacto do silêncio”.
A busca empreendida por Alberto resgata documentos e sepulturas esquecidas, num processo de revisão da memória, abertura de arquivos e identificação de desaparecidos que também marcou a redemocratização no Brasil.
Uma dimensão semelhante existe no longa ‘Ainda Estou Aqui’ (2024), vencedor de duas estatuetas do Oscar ao recuperar a história de uma família brasileira devastada pela ditadura militar.
Filme inspirou sua trama em relatos históricos e peças teatrais relacionadas à Guerra Civil e à ditadura de Franco • Divulgação/Netflix
O bombardeio de abertura e o episódio de “fogo amigo”
A sequência inicial do filme, ambientada em um vilarejo rural atingido por bombas, reproduz um fato documentado da Guerra Civil espanhola.
Em 31 de agosto de 1936, aviões italianos aliados às forças franquistas, bombardearam por engano Artà, em Maiorca, resultando na morte de onze civis de sua própria base de apoio.
Para as filmagens, os diretores utilizaram Castil de Carrias (Burgos), uma vila real esvaziada e abandonada na segunda metade do século XX, cuja igreja histórica abriga sepulturas que foram violadas ao longo das décadas.
Um personagem inspirado em um guerrilheiro real
O prisioneiro de guerra por quem o soldado Sebastián se apaixona é inspirado em um secretário e, segundo relatos históricos, amante do dramaturgo Federico García Lorca. Rafael Rodríguez Rapún nasceu em 1912 e, depois da execução de seu chefe durante a Guerra Civil, alistou-se no exército republicano.
Na vida real, ele foi ferido em combate e faleceu em 1937. O filme imagina como seria se ele tivesse sobrevivido e fosse mantido numa prisão franquista, emprestando elementos da peça ‘La Piedra Oscura’ de Alberto Conejero.
A bola negra foi de fato uma prática na Espanha?
Sim. Um círculo preto era um mecanismo verídico de votação anônima inspirado em rituais de maçonaria e popularizado em clubes masculinos europeus no século XIX.
Processos seletivos para estes grupos aplicavam de forma oficial este modelo de justificativa de voto até 1989. O candidato que recebesse duas, ou por vezes até uma bola negra, era vetado. Na prática, o símbolo virou ferramenta de exclusão social e punição àqueles que fugissem dos padrões de aparência, gênero e comportamento da época.
La caccia al successore di Daniel Craig entra nella fase decisiva. Secondo la stampa specializzata americana, tre nomi in particolare, Callum Turner, Jack Lowden e Josh O’Connor, sarebbero in lizza per vestire i panni di James Bond nel film diretto da Denis Villeneuve. I provini conclusivi, a cui parteciperebbero da tre a cinque attori, potrebbero iniziare già oggi.
Il copione dei test, stando a The Hollywood Reporter, prevede tre prove: scene d’azione, resa davanti alla macchina da presa e lettura dei dialoghi. Deadline parla di almeno quattro inviti già partiti, ma senza alcuna conferma sui nomi. Lowden, volto di “Slow Horses”, viene indicato da Variety come possibile favorito; Turner, visto in “Masters of the Air”, era già stato associato al personaggio nei mesi scorsi; O’Connor, il principe Carlo di “The Crown” e interprete in “Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery”, completa il terzetto.
Resta però un quadro fluido. Nelle settimane passate si era parlato anche di Aaron Taylor-Johnson, James Norton, Harris Dickinson, Jack O’Connell e Paul Mescal. Le ultime voci darebbero fuori dai giochi Jacob Elordi assente ai provini finali. Le audizioni, previste a inizio ottobre, erano slittate per via di impegni incrociati degli attori, e Deadline precisa che non c’è una data certa per l’annuncio, nemmeno a test conclusi.
Dietro il progetto c’è Amazon MGM Studios, che a maggio ha avviato la selezione. Amy Pascal, tra i produttori, ad agosto aveva indicato la fine dell’anno come possibile momento per svelare il nome, invitando alla cautela: raccogliere l’eredità di Craig, protagonista di cinque film tra il 2006 e “No Time to Die” (2021), non è impresa da poco.
L’idea è trovare un Bond “diverso, originale e coinvolgente”. La sceneggiatura di Steven Knight, il papà di “Peaky Blinders”, ha già una prima bozza completa, e l’uscita in sala è attesa intorno al 2028, senza conferme ufficiali.
Onze títulos em competição, júri presidido pelo canadiano, retrospectiva da obra do dinamarquês e três ciclos que mostram o puritanismo de hoje através das “(i)moralidades” de ontem. Promete.
Ao que tudo indica, a corrida para escolher o próximo James Bond vai entrar numa fase decisiva, com os testes finais para o papel de 007 previstos para este fim de semana. Três nomes bastante conhecidos das grandes salas disputam o lugar deixado por Daniel Craig.
Seguiamo da tempo con curiosità la carriera di Walter Veltroni “regista”. Negli ultimi dodici anni, ad esempio, ha girato dodici documentari. Ripetiamo: dodici. Uno all’anno. Implacabile come l’Immacolata Concezione o il Ferragosto. Alla lunga lista di temi affrontati nel tempo (politica, musica, calcio) oggi, grazie a L’assurda storia della Gialappa’s Band, se ne aggiunge un altro: la storia della televisione. E come per le precedenti opere, Veltroni non riesce a ritagliarsi una riga sul Rondolino-Tomasi o sul Brunetta dedicati alla storia patria del nostro cinema.
Sarà perché l’ex segretario PD sta al documentario cinematografico un po’ in generoso prestito come Fabio Volo al romanzo letterario, ma L’assurda storia della Gialappa’s Bandsembra tutto fuorché un film. Ingordo collage di intervistati (27!), collezione di figurine Panini con molti doppioni, festival del dire qualcosa a tutti i costi con la rilevanza cronachistica e storica delle estrazioni del lotto, la dodicesima fatica documentaria dell’ex vicepresidente del Consiglio rinnova limiti e semplificazioni di una formula che vuole essere forma, di un prodotto commerciabile indistinguibile che vuole essere progetto estetico raffinato.
Intanto alla matrice visiva ricorrente (il trio protagonista Giorgio Gherarducci-Marco Santin-Carlo Taranto ritratto ripetutamente insieme a mezzo busto, più variante dei tre ripresi da soli verso la fine) viene come abbozzato un franoso anelito drammaturgico. Visto che il documentario, tra piatte richieste frontali da telegiornale, è già al palo dopo pochi minuti, ecco che lo scheletro del racconto va a ricomporsi frettolosamente su alcune varianti di linguaggio.
Si parte dal tentativo di intervallare spesso tutti gli intervistati con la scenetta del Mago Forest in uno studio mezzo buio che dialoga con Veltroni, nientemeno che voce fuoricampo/spalla comica modello Gialappa’s. Altra variante, qui direttamente nell’interpunzione di montaggio, una scelta che nemmeno Ejzenstejn, sono le espressioni facciali tra le più varie di Elio delle Storie Tese, seduto tra Faso e Cesareo, inquadrate brevemente a mo’ di commento alle battute o affermazioni dei colleghi comici. Un espediente che, va detto, non abbandona mai lo spettatore. Una specie di litania espressiva a metà strada tra il tormentone e il memento mori.
Nella catasta chilometrica, sommaria e sommabile, di filmati tratti da Mai dire gol, a volte interi sketch (ce n’è uno di Aldo, Giovanni e Giacomo medici di quasi tre minuti), si rinviene poi la confusione teorica tra poetica necessità della ricerca e affermazione autocelebrativa del ritrovamento (a Bisio che si schermisce di una partecipazione a un vecchio show su Odeon TV, Veltroni – fuori campo – risponde con un «Ce l’abbiamo!»). E se L’assurda storia della Gialappa’s Band fatica ancora a girare, Veltroni mostra il tocco e trucco per il quale è stato da noi definito la “Barbara D’Urso del documentario”: l’inquadratura forzata della lacrima indotta (ci fermiamo all’anziano Teo Teocoli).
Infine, come se non bastasse, appena dopo la metà del film, circa un’ora di estenuante batti e ribatti tra Gialappi e comici del loro ampio carnet, Veltroni si adopera in una raffica di retoriche istantanee da rimanere fulminati. Memore di una didascalia iniziale bianca su sfondo nero che suona pressappoco “i 40 anni che hanno cambiato l’Italia” (figuriamoci i quaranta precedenti! ndr), ecco che parte, senza motivo alcuno rispetto alla Gialappa’s, una gragnola di foto, bric-à-brac pop porno per turisti della democrazia: scatti della demolizione del Muro di Berlino, della Guerra del Golfo, di Berlusconi, di Antonio Di Pietro (in toga), ancora di Berlusconi, di Giovanni Falcone, della strage di Capaci, di Paolo Borsellino, della strage di via d’Amelio, di nuovo Berlusconi, Achille Occhetto, Carlo Azeglio Ciampi e ancora Berlusconi. L’assurda storia del documentario, altroché.
Mondo del cinema in lutto. È morto, a 93 anni, Tom Skerritt, attore vincitore di un premio Emmy, noto per aver interpretato diversi ruoli tra cui l’istruttore di volo in “Top Gun”, lo sceriffo nella serie tv “La famiglia Brock” (“Picket Fences”), fino al capitano destinato a un tragico destino in “Alien”. Skerritt si è spento mercoledì per cause naturali, come reso noto dalla famiglia in un comunicato.
“Se il mondo conosceva Tom per la sua straordinaria carriera di attore, – si legge nella nota – noi lo ricordiamo per il suo umorismo, la sua curiosità, la sua saggezza, la sua generosità e l’amore che ha portato nelle nostre vite. Nutriva un profondo interesse per l’immaginazione, la creatività, la narrazione, il senso del dovere, i veterani, il mondo naturale e l’aiutare gli altri a trovare e far sentire la propria voce”.
Skerritt ha ricevuto due candidature agli Emmy, entrambe per “La famiglia Brock”, vincendo il premio come miglior attore protagonista in una serie drammatica nel 1993. Tra gli altri ruoli di spicco della sua carriera, si ricordano quello del marito paziente di Shirley MacLaine in”‘Due vite, una svolta”, del marito di Sally Field in “Fiori d’acciaio” e dell’opportunista senza scrupoli che ostacola il tentativo del personaggio di Jodie Foster di comunicare con forme di vita extraterrestri nel film “Contact”.
A comédia nacional “Minha Melhor Amiga” atingiu um novo marco nesta semana, ao se tornar o maior filme brasileiro desde 2019 em público, após ultrapassar recentemente o vencedor do Oscar, “Ainda Estou Aqui”.
Até o momento, a comédia protagonizada por Ingrid Guimarães, 54, e Mônica Martelli, 58, lançada em setembro, arrecadou em bilheteria R$ 105,1 milhões e levou 5,9 milhões de pessoas aos cinemas. Enquanto o vencedor do Oscar fez uma bilheteria maior, de R$ 117,2 milhões, e levou 5,8 milhões de espectadores nacionais às salas grandes.
Pouco mais de três semanas após sua estreia, o longa de Susana Garcia se tornou a maior comédia pós-pandemia, desbancando o título de “O Auto da Compadecida 2”, que teve um público de 4,4 milhões de pessoas.
Em “Minha Melhor Amiga“, duas amigas na casa dos 50 anos decidem sair da rotina juntas e embarcam em uma viagem para a Europa, motivadas após se despedirem das filhas que embarcam para um intercâmbio em Portugal. Com o ninho vazio, elas sonham com a viagem perfeita para elas, mas a realidade se torna bastante diferente do esperado.
Confira as maiores bilheterias de filmes nacionais desde a pandemia:
“Minha Melhor Amiga” – 5,9 milhões
“Ainda Estou Aqui” – 5,8 milhões
“O Auto Compadecida 2” – 4,4 milhões
“O Agente Secreto” – 2,5 milhões
“Minha Irmã e Eu” – 2,3 milhões
“Os Farofeiros 2” – 1,9 milhão
“Nosso Lar 2 – Os Mensageiros” – 1,6 milhão
“Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” – 1,0 milhão