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Meta derruba vídeo de MC Cabelinho sobre Flávio Bolsonaro

A Meta, dona do Instagram, removeu nesta quinta-feira (22) um vídeo postado na plataforma pelo cantor MC Cabelinho em parceria com o portal Revelando sobre o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O vídeo com o músico fala da acusação de o senador ter sido funcionário fantasma no gabinete do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aos 19 anos. O conteúdo postado convidava os seguidores também a assistirem a um vídeo de cerca de 23 minutos postado no YouTube do portal Revelando, que ainda continua no ar.

Nos últimos dias, o portal tem postado uma sequência de vídeos no mesmo estilo, com diversos artistas abordando tópicos no tom de denúncia contra o senador fluminense e pessoas próximas. Dentre os famosos, estão a cantora Juliette e os atores e atrizes Camila Pitanga, Wagner Moura, Luana Piovanni e Fábio Porchat.

Após a derrubada do conteúdo, MC Cabelinho fez uma postagem em que questionava a decisão: “Tropa, derrubaram meu reels (revelando) mas o episódio continua no youtube…. no link do story vocês consegue ver! ql foi @meta?”.

Segundo a empresa responsável pela rede social, a remoção ocorreu após uma sinalização de que o conteúdo teria sido feito por inteligência artificial, o que, conforme o comunicado, fere as diretrizes de uso da tecnologia 72 horas antes das eleições, no dia da eleição e no dia seguinte, determinadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O texto continua mencionando que a identificação com o selo de IA poderia ter ocorrido pelo aplicativo utilizado para a edição do vídeo, que poderia conter recursos da tecnologia no processo.

Com isso, as ferramentas de checagem automática da Meta poderiam identificar traços da IA e remover o conteúdo, que voltaria a ficar disponível após as datas da Justiça Eleitoral.

Print da publicação original mostra selo de que vídeo teria conteúdo de IA
Print da publicação original mostra selo de que vídeo teria conteúdo de IA • Reprodução/Instagram @mccabelinho

“Vale reforçar que muitos aplicativos de edição de imagem, vídeo e áudio usam recursos de IA e incorporam ao arquivo um sinal padrão da indústria indicando esse uso. A Meta lê esses sinais automaticamente e, para cumprir a determinação, indisponibiliza esses conteúdos no Brasil. Essas publicações voltam a ficar visíveis no país após o período definido pelo TSE”, diz a nota.

Após a remoção do conteúdo, tanto o artista, quanto o Portal Revelando e outros veículos que apoiam a iniciativa voltaram a publicar o vídeo, que não aparece com o selo de IA. “Jornalismo não é propaganda! Esse é o vídeo que Meta não quer que você veja!”, começa a legenda da postagem com o resto do texto que continha na publicação original.

A CNN Brasil procurou o Calma Urgente, responsável pelo portal Revelando, para questionar a decisão da Meta, mas ainda não obteve resposta. O espaço segue aberto para manifestações.

Comitê da Meta vê “falhas recorrentes” no controle de conteúdo eleitoral

O Comitê de Supervisão da Meta avaliou nesta terça-feira (20) haver “falhas recorrentes” no controle de conteúdo eleitoral nas redes administradas pela empresa.

No comunicado, os integrantes do Comitê apontam falhas na aplicação das regras da Meta durante períodos eleitorais e citam casos semelhantes para além da eleição brasileira. O texto menciona a remoção de contas de ativistas políticos durante protestos nos Estados Unidos, antes das eleições de meio de mandato.

“Está claro que a Meta precisa fazer mais para garantir que suas práticas de aplicação de regras durante as eleições sejam transparentes e consistentes e que a expressão política seja protegida, em vez de sufocada”, afirmaram.

No mesmo dia, o ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE, reuniu-se com a Meta e com as campanhas dos candidatos à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A reunião foi solicitada pela Meta após a empresa prestar informações no âmbito da decisão da Corte eleitoral, que exigiu tratamento igualitário entre as candidaturas nas plataformas digitais.

Após questionamentos sobre possível favorecimento, a empresa que controla plataformas digitais foi intimada a apresentar, em 24 horas, informações sobre as medidas adotadas para garantir igualdade na distribuição e veiculação de conteúdos. A Meta negou qualquer interferência no processo eleitoral ou favorecimento político e atribuiu os problemas relatados a questões técnicas.

 

*Sob supervisão de Renata Souza

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Meta acuerda con Mark Zuckerberg que permanezca en California pese a que amenazaba con trasladarse por el impuesto a la riqueza

Meta quiere que Mark Zuckerberg siga viviendo en California. La junta del grupo tecnológico ha alcanzado un acuerdo con el fundador de la compañía para que renuncie a trasladarse a otro estado, como había manifestado, ante el incremento de la factura tributaria que le supondría el nuevo impuesto sobre la riqueza que ultiman las autoridades demócratas en el Estado Dorado.

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© picture alliance (dpa/picture alliance via Getty Images)

El consejero delegado de Meta, Mark Zuckerberg, durante una conferencia en Menlo Park en California sobre las nuevas gafas inteligentes.
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Florida Bar Fires Employee Over Alleged Racist Instagram Tirade Against Miami Hurricanes Player

The Florida Bar fired a computer technician Wednesday after racist messages and threats against University of Miami defensive lineman Damon Wilson II were sent from the employee’s Instagram account. Kade McClendon denied writing the messages, which Wilson shared publicly after

The post Florida Bar Fires Employee Over Alleged Racist Instagram Tirade Against Miami Hurricanes Player appeared first on Breitbart.

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Burnham to become first PM to appear on Gogglebox in episode filmed at No 10

The PM is heard having a long discussion about crisps in the trailer to the show, which is in aid of Stand Up To Cancer

From ranking his favourite crisps in the pub to complaining about people watching TikToks out loud on the train, Andy Burnham has made efforts to show he has the common touch.

Now he will become the first prime minister to appear on the TV show Gogglebox, in a special charity episode on Friday.

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© Photograph: Simon Dawson/No 10 Downing Street

© Photograph: Simon Dawson/No 10 Downing Street

© Photograph: Simon Dawson/No 10 Downing Street

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Un golden retriever vede il bacon in televisione e inizia a leccare lo schermo con molto gusto – IL VIDEO

Sui social è diventato virale un video che mostra un cane leccare uno schermo della tv, convinto che il bacon che è lì raffigurato sia reale.

A pubblicare queste immagini, diventate presto diffusissime in rete, è stata l’influencer Ursula Daphne Aitchison, che sulla propria pagina Instagram condivide soprattutto i momenti che condivide con i suoi tre cani, Hugo, Huxley & Henrietta.

Si tratta di tre golden retriever, che hanno ormai preso familiarità con il fatto di trovarsi costantemente di fronte un telefono che li riprende. “Se Hugo ha dovuto vedere questa scena, allora è giusto che anche noi la vediamo” ha scritto l’influncer mostrando il suo cane, che scende dal divano e si avventa verso il televisore, che inizia presto a leccare dal momento che vede del bacon succulente.

Il cane, dunque, almeno inizialmente, ha l’illusione che quello che vede davanti a lui sia del vero bacon, ma presto sicuramente si sarà accorto anche lui che quelle immagini offerte dal televisore lo avevano ingannato.

Credits: profilo Instagram Ursula Daphne Aitchison (@ugoandursula)

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US, Israel said to draft plans for resumed strikes on Iran after midterm elections

Military drills ramped up ahead of potential short, intensive round of attacks that could hit energy sites, nuclear facilities, and arsenals of missiles and drones, sources tell NY Times
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“Disturbavano su me stessa le labbra così grandi. Inizio a vedere un po’ tutti con queste labbra giganti, filler sbordato, troppo pesante. Informatevi perché abbiamo fatto un po’ di pasticci”: così Giulia De Lellis

Giulia De Lellis ha deciso di affrontare un importante cambiamento estetico, facendo un passo indietro rispetto a una scelta fatta ormai diversi anni fa. Nelle sue stories Instagram, infatti, De Lellis ha comunicato che si è fatta sciogliere l’acido ialuronico che si era fatta iniettare alle labbra nel corso degli anni.

“Voi dovete sapere che io da quando ho fatto 18 anni, proprio appena sono diventata maggiorenne, sono andata a rifarmi le labbra. Per questo le ho sempre avute più carnose di come mamma e papa me le hanno fatte. Una volta l’anno per tantissimi anni le ritoccavo” ha spiegato l’influencer, che ha rivelato quindi di sottoporsi annulmente a delle punturine di acido ialuronico alle labbra.

Da tre anni, però, De Lellis aveva rinunciato a queste punturine, ma ciononostante le sue labbre non avevano ripreso le loro sembianze originali. “Nonostante io non le ritoccassi piu, un pochino l’acido ialuronico si spostava, non si assorbiva del tutto, non si assorbe mai del tutto e quindi volevo fare la ialuronidasi” ha raccontato Giulia De Lellis.

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Meta ordered to pay $25 billion in Facebook privacy case

A judge in New Mexico ordered Meta Platforms META.O on Wednesday to pay the state $25 billion after a jury found the company had misled consumers about the privacy of their data, hitting the company with one of the largest financial penalties in US history.

The ruling came in a case stemming from allegations that Cambridge Analytica, a British political consulting firm involved in Donald Trump’s 2016 presidential campaign, obtained data from millions of Facebook users without their consent. New Mexico had sued Meta, accusing it of lying to Facebook users in New Mexico about who had access to their data.

“Facebook’s wrongdoing — over the course of years and systematically broadcast to the public — goes to the heart of Facebook’s core business practices,” Judge Francis Mathew wrote in his order, which came more than three weeks after the verdict.

Mathew found that a penalty of more than $219 billion was warranted based on state law, but he reduced the figure to $25 billion.

Meta vows to appeal $25 billion penalty

In a statement, C.J. Mahoney, Meta’s chief legal officer, said the company is confident it will win on appeal.

“This ruling, and the Attorney General’s approach to this enforcement, makes it all but impossible to do business in the state of New Mexico,” Mahoney said. “At its core, this lawsuit seeks to impose a tax on speech to enforce new rules for what people can say online.”

New Mexico Attorney General Raúl Torrez said in a statement after the ruling the penalty was one of the largest financial penalties against a corporation in US history.

Meta previously faced a $5 billion penalty from the US Federal Trade Commission in 2019 over the Cambridge Analytica scandal.

Six other states settled their lawsuits against Meta related to Cambridge Analytica for $459.2 million as part of a $17.1 billion multistate settlement the company reached in August to resolve states’ claims that the company’s platforms had harmed teen mental health.

Cambridge Analytica scandal at heart of lawsuit

New Mexico’s attorney general sued Meta in 2021 following revelations that Cambridge Analytica had harvested personal data from as many as 87 million Facebook users through a third-party app.

The state accused Meta of lying to Facebook users in New Mexico about who had access to their data and its handling of hate speech and misinformation posted on the platform. It alleged the company knew third parties had broad access to users’ data and tolerated hate speech or other harmful content when it benefited the company’s bottom line.

Cambridge Analytica, now defunct, used the data for voter profiling and targeting.

“It has been a long time coming holding Big Tech accountable,” Torrez told a press conference in Albuquerque after Wednesday’s ruling. “I think today’s judgment is a clear break with that past and a very clear warning to those in this space and beyond that we intend to protect our people and protect our consumers.”

Mathew’s decision comes as Meta faces thousands of lawsuits and pressure from lawmakers over the impact of Instagram and Facebook on teen mental health, with another trial slated to begin next week.

Earlier this year, New Mexico won $942 million in a pair oftrials against Meta over claims it facilitated sexual exploitation of young people on Instagram and Facebook and misled consumers about the platforms’ safety.

Analyst Gil Luria, head of technology research at D.A. Davidson & Co, called the latest New Mexico ruling costly but unlikely to impact the company’s value.

“Meta is worth nearly two trillion dollars, and will likely continue to appeal these cases and drag them out,” Luria said.

Legal experts anticipate lengthy appeals

Jurors in September had found that the company and its leadership made 26 misleading statements on data privacy, hate speech and other subjects. Multiplying those statements by their potential audience, they said the company had committed more than 43 million violations of New Mexico’s consumer protection laws.

At a hearing on October 1, Randi McGinn, a lawyer for New Mexico, had asked Mathew to award the state between $35 billion and $40 billion.

“This court should speak to Meta in the only language it understands, which is money, and the value of its stock price,” McGinn said.

In court filings, Meta urged Mathew to cap the penalties at $3.45 billion. The evidence showed that Meta does not sell user data and New Mexico did not prove that any consumer had actually been misled, the company said in court filings.

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ONU aponta falta de isenção da Meta em eleição brasileira

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Especialistas das Organizações das Nações Unidas (ONU) assinaram uma carta em que apontam restrições à liberdade de expressão em plataformas como Instagram, Facebook e WhatsApp, todas da empresa Meta, nas eleições brasileiras em 2026.

Eles disseram que os observadores internacionais que participaram das eleições detectaram tratamento desigual das plataformas em relação aos conteúdos das campanhas, apontando que as contas ligadas a um dos candidatos foi prejudicada.

Notícias relacionadas:

Entre os episódios registrados estão interrupções temporárias de contas de campanha e engajamento e alcance de publicações políticas de um dos candidatos severamente menor.

Eles também citaram que milhares de contas e perfis de influenciadores, jornalistas e criadores de conteúdo foram suspensos, quase todos do mesmo lado político.

NetLab

Um carta do NetLab também questiona a derrubada de um perfil do candidato Luiz Inácio Lula da Silva sob a alegação de controle contra notícias falsas ligadas à políticas públicas pela Meta, enquanto a empresa mantém perfis com publicações com fake news.

O documento também diz que o laboratório identificou falhas da empresa de tecnologia, que teria permitido “propaganda eleitoral paga no exterior e vendido e veiculado durante o resguardo eleitoral”.

O NetLab é um laboratório de pesquisas sobre internet e redes sociais ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Caso do WhatsApp

Na semana passada, a campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois que usuários do WhatsApp relataram que a inteligência artificial do aplicativo se recusava a produzir imagens com a palavra “Lula” e o número “13”, mas produzia conteúdo normalmente com a palavra “Flávio” e o número ”22”.

Os advogados da campanha afirmaram que a Meta praticou “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio Bolsonaro, candidato do PL.

Outro lado

Sobre a nota da ONU, a Meta respondeu que as pessoas podem se expressar livremente em seus aplicativos, sem tratamento preferencial a qualquer posicionamento político. “Incidentes técnicos podem ocorrer em uma plataforma da nossa escala, mas não representam direcionamento político. Cumprimos a legislação eleitoral brasileira e agimos rapidamente para corrigir erros quando identificados, garantindo condições de igualdade para todos que utilizam nossos serviços", disse a empresa

Em relação à nota do NetLab, respondeu que não permite conteúdos que explorem programas públicos para fraudar pessoas, removendo-os sempre que identificados.

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Multa histórica para Meta: pagará 25.000 millones de dólares en Nuevo México por las malas prácticas de Facebook

Nuevo México ha tomado la delantera como un Estado pionero a la hora de poner freno a los abusos de las compañías tecnológicas. Este miércoles, un juez ha ordenado a Meta —la compañía matriz de Facebook, Instagram y WhatsApp— pagar nada menos que 25.000 millones de dólares (más de 22.000 millones de euros), tras decidir que la compañía es culpable de engañar a sus usuarios, en concreto a los de Facebook, con respecto a la moderación de contenidos y también con sus políticas de privacidad.

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© NurPhoto (NurPhoto via Getty Images)

El logo de la compañía Meta.
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