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Itália está em alerta máximo devido a manifestações

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By: Lusa

Itália está hoje em alerta máximo, com o reforço da segurança nas principais cidades, uma semana depois de os tumultos e pilhagens no norte do país.

As autoridades reforçaram o policiamento, enquanto as lojas de Roma e Milão, sobretudo as que vendem artigos de luxo, protegeram as suas montras com placas de madeira e chapas metálicas, prevendo novos ataques, descreve a agência noticiosa espanhola EFE.

Alguns estabelecimentos, como o centro comercial La Rinascente, em Milão, vão fechar às 15h00, antes das manifestações, previstas para começarem às 15:30 locais (14h30 em Portugal).

As medidas de segurança incluem pontos de controlo policial, aumento da vigilância nas estações ferroviárias e nos centros das cidades e o destacamento de mais 500 militares em Milão.

O presidente da Câmara de Milão, Giuseppe Sala, afastou a “militarização da cidade” e pediu aos comerciantes que mantenham as lojas abertas.

Já Embaixada dos Estados Unido em Itália emitiu também um alerta de segurança devido ao risco de novas manifestações em Milão e noutras grandes cidades italianas. A embaixada recomendou ainda que os cidadãos acompanhassem as notícias, abandonassem zonas próximas de protestos e evitassem ajuntamentos e multidões.

A pressão policial intensificou-se desde sexta-feira com uma operação coordenada pela polícia italiana, que permitiu identificar cerca de uma centena de pessoas, 51 das quais menores de idade, por estarem alegadamente ligados aos distúrbios e roubos ocorridos no fim de semana anterior.

Durante as operações, os polícias apreenderam facas, tacos de basebol, artigos alegadamente roubados de lojas e garrafões de gasolina. Os incidentes ocorreram à margem de uma manifestação pacífica contra o aumento do custo de vida, quando grupos de jovens mascarados começaram a vandalizar o centro da cidade e a saquear vários estabelecimentos comerciais.

Hoje, as medidas de segurança foram alargadas a cerca de 20 cidades, com especial atenção para Milão, Como e Monza, no norte do país, devido à possibilidade de novas manifestações.

De acordo com a EFE, um dos principais desafios para as forças de segurança é a imprevisibilidade das manifestações, uma vez que o “Movimento 17 de outubro” anunciou na sexta-feira o cancelamento de pontos de encontro previamente divulgados para dificultar a ação policial, através de uma estratégia denominada “seja água”.

A estratégia consiste em publicar três pontos de encontro provisórios nas redes sociais apenas 30 minutos antes do início das marchas e depois ir para outro local que não tinha sido divulgado.

Segundo a EFE, as autoridades mantêm a máxima vigilância nas redes sociais e nos canais de mensagens do grupo, uma vez que nenhuma das convocatórias do “Movimento 17 ottobre”, que surgiu depois das manifestações no fim de semana, têm uma autorização oficial.

No dia 17 de outubro, Itália viveu um dia de protestos em várias cidades contra o custo de vida e os baixos salários, entre outras reivindicações, que resultaram em confrontos em Milão e no anúncio de uma greve geral para 20 de novembro.

Após os distúrbios, o Governo aprovou esta semana um decreto-lei, com efeitos imediatos, que endurece as sanções para atos violentos, com especial enfoque na delinquência juvenil.

A lei introduz um novo crime relacionado com a participação em grupo em atos violentos, punível com até cinco anos de prisão e multas até 20.000 euros, com agravantes no caso de os envolvidos usarem máscaras ou causarem ferimentos.

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Piratas informáticos atacam base de dados dos bombeiros e acedem a dados pessoais

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By: Lusa

A base de dados do Recenseamento Nacional de Bombeiros Portugueses (RNBP) foi alvo de um ciberataque e os piratas acederam a dados pessoais, o que levou a um alerta da proteção civil aos comandos e à suspensão da aplicação.

Na comunicação a todos os comandos regionais e responsáveis das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, a que a Lusa teve acesso, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que gere a plataforma do RNBP, admite o ataque e diz que foi efetuada uma cópia dos dados.

Entre os dados pessoais estão o nome completo dos bombeiros inscritos, números de cartão de cidadão, identificação fiscal, segurança social, utente de saúde (e subsistemas de saúde), carta de condução, estado civil, data de nascimento, contactos, moradas, imagem e grupo sanguíneo, refere o documento.

Contactada pela Lusa, a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) confirmou a situação, admitindo que a informação deveria ter seguido individualmente para cada um dos elementos registados no RNBP. António Nunes, presidente da LPB, explicou que a aplicação do RNBP tem dados pessoais, mas não tem dados bancários e disse ainda não ter informação sobre se efetivamente houve capacidade de retirar dados.

Mas na informação que a ANEPC enviou aos comandos regionais, a que a Lusa teve acesso, o acesso e cópia dos dados é clara, assim como a suspensão da aplicação do RNBP.

“A base de dados do Recenseamento Nacional de Bombeiros (RNBP), foi alvo de um ciberataque, tendo sido possível efetuar uma cópia dos dados pessoas”, refere a informação, acrescentando que a ANEPC, o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) e a Rede Nacional de Segurança Interna (RNSI) procederam “de imediato à suspensão da aplicação”.

Diz ainda que estão a ser desenvolvidos sistemas de segurança adicionais, para assegurar a proteção dos dados pessoais que constam da aplicação.

No mesmo alerta, a Proteção Civil explica que, como consequência desta violação de dados pessoais, os titulares dos dados podem ser alvo de ações de phishing (mensagens que simulam comunicações legitimas para atrair a clicar e links e anexos maliciosos), smishing (tentativas de fraude por SMS ou MMS) ou vishing (fraudes por chamada telefónica). Podem ainda ser alvo de ações de quishing, um esquema de fraude que usa códigos QR maliciosos para redirecionar as vítimas para sites falsos.

Como medidas de segurança, a ANEPC pede “atenção redobrada” para chamadas e/ou mensagens que solicitem aberturas de links ou sites.

O RNBP é o sistema de informação e gestão do registo dos bombeiros portugueses, dos quadros de comando, ativo, de reserva e de honra. Segundo António Nunes, a aplicação tem cerca de 60 mil registos.

A Lusa contactou a ANEPC e o CNCS para tentar esclarecer as medidas que estão a ser desenvolvidas, mas não obteve resposta até ao momento.

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França mobiliza 70 mil agentes em preparação para os protestos

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By: ECO

As forças de segurança francesas mobilizaram-se este sábado por toda a cidade de Paris, em preparação para protestos de manifestante, tendo em todo o país sido mobilizados 70 mil agentes. Muitos comerciantes de Paris protegeram as montras com taipais, enquanto as lojas de luxo reforçaram a segurança.

Depois de um vaga de vandalismo e saques ter levantado dúvidas sobre a capacidade do Executivo francês de manter a ordem pública, foram mobilizados 70 mil agentes policiais em todo o país para as manifestações deste sábado, mais 10 mil do que a 17 de outubro, noticia a Reuters.

Na véspera de protestos, o ministro do Interior, Laurent Nunez, apelou à polícia para agir de forma “extremamente rápida” contra os desordeiros e os saqueadores.

O custo de vida e a pressão sobre os serviços públicos tem levado estudantes, trabalhadores e sindicatos a manifestar nas ruas nas últimas semanas. Mas as autoridades afirmam que militantes radicais e grupos de jovens saqueadores têm aproveitado os protestos para semear o caos.

Em Paris, muitos comerciantes estão a proteger as montras com taipais, e as lojas de luxo a reforçar a segurança. Tendo havido apelos das associações empresariais para que as lojas se mantenham encerrados, após milhares de lojas e empresas terem sido danificadas ou saqueadas em toda a França no passado fim de semana.

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Tragédia em França: “atentado terrorista racista” é “ponto de viragem”

Apartamento armadilhado com botijas de gás, metralhadora, bomba de gás lacrimogéneo. Um morto e cinco feridos perto de Paris.  O Presidente francês afirmou que o “atentado terrorista racista” que esta sexta-feira fez um morto e cinco feridos perto de Paris representa “um ponto de viragem no país”, atribuindo-o ao “ambiente de instabilidade que certos discursos estão a criar”. Um homem matou a tiro uma pessoa e feriu outras cinco. Tinha armadilhado o seu apartamento com botijas de gás, indicou a procuradoria antiterrorismo francesa (PNAT) num comunicado. As buscas revelaram “a instalação de um dispositivo de armadilha no apartamento, com três

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Marco Rubio defende “colaboração discreta com CIA” para promover mudanças em Cuba

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By: Lusa

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, instou hoje aqueles que desejam promover uma mudança de regime em Cuba a estabelecerem “uma colaboração discreta com a CIA”, os serviços de informações externos.

“Para aqueles que procuram gerar uma mudança positiva em Cuba, este é o momento. Perante a desilusão com as promessas não cumpridas, a corrupção e a vida privilegiada de poucos, aproveitem esta oportunidade para criar a mudança que desejam através de uma colaboração discreta com a CIA”, refere na breve mensagem de Rubio no X.

A mensagem foi publicada por Rubio, de origem cubana, pouco depois de o Presidente Donald Trump ter afirmado que, uma vez terminada a guerra contra o Irão, a Marinha norte-americana navegará até à ilha e que caberá ao próprio secretário de Estado, finalmente, resolver a situação em Cuba.

Tweet from @SecRubio

Desde o seu regresso à Casa Branca, Trump intensificou a pressão sobre o regime comunista de Havana, impondo sanções às empresas que Washington associa ao governo da ilha — ou ao próprio Presidente, Miguel Díaz-Canel, e aos seus aliados.

Além disso, montou um cerco para impedir Cuba de importar combustível, após a captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, que nos últimos anos foi o principal garante de Cuba no setor energético.

Rubio, filho de cubanos, é considerado um dos principais arquitetos de toda a manobra de Washington.

Num comício hoje na Florida — estado de origem de Rubio e onde se concentra a maior comunidade cubano-americana do país —, Trump afirmou que, após o envio da Marinha para Cuba, os representantes do governo da ilha “levantarão as mãos” em sinal de rendição, e que, na sequência, enviará “Marco Rubio para fechar o acordo”. O responsável sustentou que o Governo dos Estados Unidos pode “simplesmente colocar” Rubio em Cuba e que “ele resolverá a situação”.

Cuba enfrenta desde meados de 2024 uma grave crise energética, provocada, em parte, por um sistema energético profundamente obsoleto que careceu de investimentos necessários ao longo de décadas — cenário a que se junta uma profunda crise económica e o bloqueio norte-americano.

Segundo informou hoje o Instituto Nacional de Recursos Hídricos (INRH), a falta de água na ilha está a afetar mais de 2,7 milhões de pessoas, devido a avarias na rede e frequentes ‘apagões’ elétricos.

Uma rutura numa conduta principal de Cuenca Sur — a mais importante fonte de abastecimento de água para Havana — teve um impacto “muito grande” na interrupção do serviço a mais de 200 mil habitantes de três municípios da capital cubana, explicou Yunior González, primeiro vice-presidente do grupo empresarial de água e saneamento do INRH, à televisão estatal. Embora a rutura tenha sido reparada na quinta-feira, o processo para repor o serviço é demorado, observou o dirigente. A reportagem deu ainda conta de falhas no abastecimento nas províncias ocidentais de Pinar del Río e Artemisa, e nas orientais de Granma e Holguín.

Os apagões agravaram os problemas no serviço nos últimos meses, uma vez que o funcionamento dos equipamentos de bombagem depende de eletricidade.

Estes motivos foram reconhecidos pelas autoridades, que apontam também a deterioração das redes hidráulicas — resultante da falta de investimentos e de manutenção — como um fator agravante.

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Carro chinês banido das vendas por perder o eixo traseiro

A Malásia considerou um SUV chinês demasiado perigoso para ser vendido. Tudo porque um defeito de construção permite que o eixo traseiro e as respectivas suspensões se soltem do veículo em andamento.

Após algumas unidades do Omoda 5 perderem o eixo traseiro, o JPJ suspendeu a autorização de venda deste modelo chinês
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Pix caiu na conta errada: o que fazer e como o Inter age nesses casos

O Pix tornou as transferências bancárias mais rápidas e simples, mas a agilidade da operação também exige atenção antes da confirmação. Como a liquidação acontece em tempo real, um Pix enviado por engano para outra pessoa não pode ser cancelado pelo remetente depois de concluído.

Quando o erro acontece, a primeira providência é agir rapidamente. A orientação é entrar em contato com o destinatário e solicitar a devolução do dinheiro. O próprio Pix possui uma funcionalidade de devolução, que pode ser utilizada pelo recebedor para retornar o valor total ou apenas uma parte da quantia recebida, segundo o head de Prevenção a Fraudes do Inter, Newton Marques Júnior.

A diferença entre um Pix enviado por engano e uma transferência decorrente de golpe ou fraude também é fundamental. Os procedimentos são diferentes, e o Mecanismo Especial de Devolução (MED), do Banco Central, não foi criado para solucionar erros cometidos pelo próprio usuário.

O que fazer quando o Pix foi enviado para a conta errada

A primeira ação é o contato com o destinatário e solicitar a devolução voluntária do valor. Depois que um Pix é confirmado, o pagamento é liquidado em tempo real e não pode ser cancelado pelo remetente.

A rapidez é importante porque o dinheiro pode ser movimentado pelo recebedor para outra conta. Quanto antes o erro for identificado e o contato for realizado, maiores tendem a ser as possibilidades de solucionar a situação. O recebedor pode utilizar a própria função de devolução do Pix para retornar o dinheiro. A devolução pode ser:

  • Total: quando todo o valor é restituído
  • Parcial: quando apenas uma parte da quantia é devolvida

O especialista do Inter recomenda guardar o comprovante da operação e as informações da transferência. Esses registros ajudam a identificar exatamente para onde o dinheiro foi enviado e a comprovar a realização do pagamento.

É possível recuperar um Pix enviado por engano?

Sim, mas não existe garantia de recuperação em um caso de simples erro do usuário. O resultado depende principalmente de quatro fatores:

  • Velocidade da reação: quanto mais rápido o remetente perceber o erro e procurar o destinatário, melhor
  • Boa-fé do recebedor: a devolução, nesse cenário, depende da disposição de quem recebeu o dinheiro
  • Saldo disponível: o recebedor precisa ter recursos disponíveis para fazer a devolução
  • Natureza do problema: quando se trata apenas de um erro do remetente, o caminho é diferente daquele utilizado para golpes e fraudes

O banco pode estornar um Pix enviado por engano

Em um caso de simples erro do usuário, não há um procedimento formal entre as instituições financeiras para solicitar o estorno da transferência. O papel do banco é orientar o cliente e fornecer as informações disponíveis sobre a transação.

Quando o cliente do Inter é quem realizou o Pix errado, a instituição pode analisar internamente a operação e disponibilizar evidências do envio, como comprovantes e registros da transação. Caso o cliente do Inter seja o recebedor de um Pix enviado por engano, a instituição não pode fornecer a terceiros informações sobre a conta ou os dados do titular.

O Pix pode ser cancelado depois de confirmado?

Não. Depois que o pagamento é confirmado e liquidado, o Pix é processado em tempo real e a transação não pode ser simplesmente cancelada pelo remetente.

No Super App do Inter, recursos de segurança são utilizados para ajudar o cliente a verificar a operação antes da conclusão, incluindo informações do destinatário e mecanismos adicionais de autenticação.

Quando o MED pode ser usado para recuperar um Pix

O Mecanismo Especial de Devolução (MED) não se aplica a um Pix enviado para a pessoa errada por um erro do próprio usuário. O mecanismo possui escopo específico e pode ser utilizado em situações como:

  • Fraude ou golpe envolvendo Pix
  • Falha operacional da instituição financeira
  • A distinção é importante porque o procedimento de análise muda de acordo com a origem do problema

Entenda a diferença entre pix errado e golpe

No Pix enviado por engano, o próprio usuário realizou e confirmou a operação para um destinatário diferente daquele que pretendia. Nesse caso, não há caracterização automática de fraude.

Já em uma suspeita de golpe ou fraude, a instituição financeira realiza uma análise específica da situação. Conforme Newton Marques Júnior, essa avaliação pode considerar diferentes elementos relacionados à segurança da transação como

  1. Método de autenticação utilizado
  2. Comportamento do cliente
  3. Alertas e indicadores internos de risco
  4. Eventual marcação de fraude relacionada à chave destinatária
  5. Informações de geolocalização da operação

Portanto, antes de buscar uma solução, é essencial identificar se houve erro de preenchimento ou seleção por parte do usuário ou se a transferência ocorreu em consequência de uma fraude ou golpe.

Como evitar o envio de Pix para o destino errado

A conferência dos dados antes da confirmação é uma etapa simples, mas importante para reduzir riscos. Alguns cuidados recomendados são:

  • Confira o nome do titular exibido ao inserir a chave Pix
  • Verifique CPF ou CNPJ, instituição, chave e valor antes de confirmar
  • Não faça transferências com pressa, especialmente quando alguém estiver criando uma situação de urgência
  • Prefira chaves ou contatos já conhecidos e salvos, quando possível
  • Tenha cuidado com chaves recebidas por mensagens em aplicativos de terceiros
  • Confira se uma tentativa anterior já foi processada antes de fazer um segundo Pix, evitando pagamentos em duplicidade
  • Revise valores copiados da área de transferência, pois uma chave ou quantia incorreta pode ser colada acidentalmente

A tela de revisão antes da confirmação funciona como uma última barreira contra erros. Recursos adicionais de autenticação, como biometria e o I-Safe, também contribuem para aumentar a segurança da operação.

O que conferir antes de confirmar um Pix

Destinatário → CPF/CNPJ → instituição → chave Pix → valor → finalidade do pagamento.

Se qualquer informação estiver diferente do esperado, interrompa a operação e confirme os dados antes de prosseguir. Em situações de fraude, essa etapa é ainda mais importante. Golpistas frequentemente utilizam a sensação de urgência para fazer com que a vítima transfira dinheiro sem conferir o destinatário.

FAQ – Perguntas frequentes sobre Pix enviado para a conta errada

É possível cancelar um Pix depois de confirmado?

Não. Depois de confirmado e liquidado, o Pix não pode ser simplesmente cancelado pelo remetente.

O que fazer se eu mandar um Pix para a pessoa errada?

Entre em contato com o destinatário o mais rapidamente possível e solicite a devolução. O recebedor pode utilizar a funcionalidade de devolução do Pix para retornar o dinheiro.

O banco consegue estornar um Pix enviado por engano?

Em casos de simples erro do usuário, não existe um fluxo formal entre instituições para solicitar o estorno. A instituição pode orientar o cliente e fornecer informações e comprovantes relacionados à transação.

Posso usar o MED se digitei a chave Pix errada?

Não. O MED não é destinado a erros cometidos pelo próprio usuário. Seu uso está relacionado a situações como fraude, golpe ou determinadas falhas operacionais da instituição financeira.

E se o Pix errado tiver sido causado por um golpe?

A situação é diferente de um simples erro. O caso deve ser comunicado à instituição financeira, que poderá realizar a análise de fraude conforme os procedimentos aplicáveis.

Quem recebeu um Pix por engano pode devolver o dinheiro?

Sim. A devolução é uma funcionalidade do próprio Pix e pode ser realizada pelo recebedor, de forma total ou parcial.

O banco pode informar quem recebeu meu Pix errado?

A instituição financeira não pode compartilhar indiscriminadamente informações de terceiros. No caso de um cliente do Inter que tenha recebido um Pix por engano, por exemplo, o banco orienta o remetente a tentar contato com o destinatário e solicitar a devolução.

Como evitar um Pix enviado para a pessoa errada?

Confira cuidadosamente o nome do titular, CPF/CNPJ, instituição, chave e valor na tela de revisão. Evite realizar transferências sob pressão e confira se uma operação anterior já foi concluída antes de tentar novamente.

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SSI monitoriza alerta jihadista a visar protestos

Estado Islâmico apela a ataques durante manifestações em Portugal, Espanha, França e Itália. Autoridades portuguesas dizem estar em "articulação permanente" com entidades competentes.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

A Secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna garante estar a acompanhar a situação
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Segurança Interna acompanha atentamente apelos jihadistas para ataques em protestos

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By: Lusa

O Sistema de Segurança Interna (SSI) está “acompanhar atentamente” o alerta detetado pelas autoridades espanholas de um apelo jihadista para ataques a polícias e manifestantes durante os protestos em vários países europeus, incluindo Portugal.

“A Secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna está a acompanhar atentamente a situação referida [apelos jihadistas a ataques contra polícias e manifestantes] no âmbito das suas competências e em articulação permanente com as entidades competentes”, refere o SSI, numa resposta enviada à Lusa.

O jornal espanhol El Pais refere que o Ministério do Interior detetou num ‘site’ próximo do Estado Islâmico mensagens que apelam a ataques contra polícias e manifestantes durante os protestos que se têm vindo a registar estes dias em vários países europeus, incluindo Portugal, Espanha, França e Itália.

Segundo o jornal espanhol, que refere ter tido acesso a um documento interno do Gabinete de Coordenação de Cibersegurança espanhol, as mensagens incentivam o aproveitamento de manifestações com grande participação popular e de confrontos nas ruas para cometer atentados.

A Lusa também contactou o Ministério da Administração Interna, que remeteu uma resposta para o SSI, que tem uma Unidade de Coordenação Antiterrorismo a qual coordena e partilha informações entre todas as forças e serviços de segurança no âmbito da prevenção e do combate ao terrorismo.

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Chega quer investigar obras, bitcoins e 200 armas desaparecidas nos mandatos de Luís Neves na PJ


O Chega quer alargar a investigação parlamentar aos mandatos de Luís Neves à frente da Polícia Judiciária (PJ) a um conjunto de episódios que vai desde obras realizadas em instalações da polícia e numa propriedade particular aos bens apreendidos em operações criminais, passando pelo desaparecimento de uma carteira de bitcoins e de cerca de 200 armas.

O partido pretende ouvir o atual ministro da Administração Interna Luís Neves, o atual diretor nacional da PJ, Carlos Cabreiro, o seu antecessor, Almeida Rodrigues, e vários antigos e atuais dirigentes da polícia, incluindo Pedro do Carmo, antigo diretor nacional adjunto, João Melo e Veríssimo Milhazes.

Entre os nomes propostos estão também Álvaro Pires, responsável pela gestão financeira e patrimonial da PJ desde 2018, e antigos responsáveis de diferentes áreas da instituição. O Chega quer ainda ouvir as antigas ministras da Justiça Francisca Van Dunem e Catarina Sarmento e Castro, bem como a atual titular da pasta, Rita Alarcão Júdice. A lista inclui igualmente o antigo primeiro-ministro António Costa e Vítor Escária, que foi chefe de gabinete do então primeiro-ministro.

O PCP apresentou uma lista mais restrita, propondo ouvir apenas quatro pessoas: Luís Neves, Luísa Proença, antiga diretora nacional adjunta da PJ, o atual diretor nacional, Carlos Cabreiro, e Álvaro Pires, responsável pela gestão financeira e patrimonial da polícia.

Um dos principais eixos do pedido é a contratação pública relacionada com a ConstruBarcelos e as obras em diversas instalações da PJ. O Chega quer receber os 17 processos de contratação completos, incluindo cadernos de encargos, convites, propostas, relatórios dos júris, despachos de adjudicação e autos de medição e receção das obras.

Pede ainda todos os contratos celebrados entre a empresa e a PJ, a documentação relativa à execução e aos pagamentos e a fundamentação jurídica para o recurso à adjudicação direta ou a regimes de contratação excluída. Pretende também conhecer os preços inicialmente contratados, os valores finais e os montantes efetivamente pagos, incluindo eventuais modificações, adendas e trabalhos adicionais.

A proposta abrange também responsáveis ligados à empresa ConstruBarcelos, que realizou obras em instalações da PJ, e intervenientes em processos relacionados com bens apreendidos. O Chega pretende apurar eventuais irregularidades na contratação pública, na gestão de património e na utilização de recursos da polícia durante o período em análise, entre 2018 e 2026.

O deputado e presidente do Chega, André Ventura, intervém na sessão plenária no dia da discussão na generalidade do Pacote Laboral, na Assembleia da República, em Lisboa, 18 de junho de 2026.MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

A comissão deverá ainda analisar o caso de um trailer com produtos químicos apreendidos na Operação Pacoba, incluindo os registos de apreensão, armazenamento, transporte e eventual destruição dos materiais. O Chega pede também comunicações entre responsáveis da PJ e intervenientes no processo, para esclarecer quem tomou decisões e onde ficaram os bens.

Outro dos pontos é o desaparecimento de uma carteira de bitcoins apreendida pela polícia. O partido quer consultar os registos de apreensão e transferência, os mecanismos de controlo de acessos e as eventuais averiguações internas. A lista de documentos inclui igualmente inventários e registos relativos a cerca de 200 armas desaparecidas, bem como informação sobre bens apreendidos que terão sido utilizados por elementos policiais.

Ventura quer esclarecer atuação da PJ na Operação Influencer

A atuação da Polícia Judiciária na Operação Influencer – em que o ex-PM António Costa é visado – também integra os pedidos documentais. O partido quer obter as comunicações sobre a participação, não participação ou eventual regresso da PJ à operação, com identificação das datas, dos autores e dos destinatários.

Pede igualmente os “pedidos de esclarecimento feitos pela tutela, as respostas de Luís Neves, as notas de reunião e as decisões relativas à fiscalização ao abrigo da orgânica da PJ. Pretende ainda consultar as comunicações entre a PSP, a PJ e o Ministério Público sobre a composição da equipa mista, a afetação de elementos e a disponibilidade de meios”.

O documento, apresentado pelo grupo parlamentar do Chega na comissão, pretende estabelecer “uma cronologia de decisões, identificar os responsáveis por cada procedimento e cruzar a documentação administrativa, financeira e operacional”. Entre os pedidos estão os processos completos de 17 procedimentos de contratação, os contratos celebrados com a empresa Construbarcelos e as comunicações relativas à guarda, transporte e destruição de produtos químicos apreendidos na Operação Pacoba.

A comissão parlamentar de inquérito foi constituída para avaliar a atuação de Luís Neves durante os seus mandatos como diretor nacional da PJ, entre 2018 e 2026, e apurar uma eventual responsabilidade dos membros do Governo que o nomearam e tutelaram. Luís Neves é agora ministro da Administração Interna.

A iniciativa foi desencadeada pelo Chega na sequência de polémicas relacionadas com obras realizadas numa propriedade do atual ministro por uma empresa que celebrou contratos com a PJ e com a guarda, nas instalações dessa empresa, de um atrelado associado a produtos químicos apreendidos numa operação policial.

 

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18h. Vigília contra despejo marcado para esta hora em Lisboa

O presidente da Gebalis garante que a casa onde vivia a viúva com dois filhos menores estava ocupada de forma ilegal. Ainda, o MP abriu um inquérito à intervenção policial na manifestação no Porto

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Barra do Corda afasta secretário por ameaça a eleitores do PT

Logo Agência Brasil

O prefeito de Barra do Corda, no Maranhão, Rigo Alberto Teles de Sousa, determinou, na quinta-feira (22), o afastamento do secretário municipal de Segurança Pública, Antonio James Mota da Silva, até o fim das eleições.

Em portaria, o prefeito afirma que a decisão foi motivada pelas declarações de James Mota que sugerem prisão e perseguição de eleitores e apoiadores do PT.

Notícias relacionadas:

“Durante o período de afastamento, a administração municipal adotará as providências necessárias à continuidade dos serviços e ao regular funcionamento da Secretaria Municipal de Segurança”, diz trecho da portaria, publicada na rede social da prefeitura.

James Mota da Silva é sargento da Polícia Militar do Estado do Maranhão e está cedido à Prefeitura de Barra do Corda.

Segundo admitiu o próprio ex-secretário, as mensagens foram enviadas em um grupo fechado formado por policiais militares, no aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp.

Outro lado

Em nota, publicada na imprensa maranhense, o secretário afastado de suas funções, confirma a autoria dos áudios, mas os classifica como “brincadeiras, comentários e provocações de cunho político”.

“Reconheço que, nos áudios, utilizei expressões fortes, como ‘ladrões’, no contexto das críticas políticas e das discussões que habitualmente [ocorrem] no grupo”, admitiu o sargento.

O governador reeleito do Maranhão (MDB), Carlos Brandão, também determinou o afastamento do PM. 

A ação se soma à ordem de abertura investigação sobre as declarações do militar.

Nesta sexta-feira (23), a Federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PCdoB e PV, protocolou uma notícia-crime eleitoral junto à Procuradoria Regional Eleitoral, solicitando uma investigação criminal urgente, perícia dos áudios, oitiva do secretário e medidas preventivas antes do segundo turno das eleições, neste domingo (25). 

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) também comunicou à Polícia Federal (PF), a divulgação dos áudios do sargento James Mota nas redes sociais para a devida investigação.

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Banco de Portugal e Banco de Espanha assinam memorando de entendimento


O Banco de Portugal e o Banco de Espanha assinaram um Memorando de Entendimento, no qual se comprometem a desenvolver um Programa de Cooperação sobre Criptografia Pós-Quântica. Em comunicado, revelam que o objetivo é responder de forma “mais eficaz” aos riscos emergentes para a cibersegurança e a estabilidade financeira colocados pelo desenvolvimento da computação quântica.

“Ambos os bancos centrais consideram que a ausência de uma migração coordenada para tecnologias resistentes à computação quântica pode gerar riscos sistémicos, que aconselham uma coordenação estreita entre as instituições financeiras e as autoridades de supervisão”, referem em comunicado.

O Banco de Portugal sublinha ainda que os riscos decorrentes da existência de fornecedores de serviços e infraestruturas de mercado comuns, bem como das atuais dependências de interoperabilidade, poderão ser “enfrentados de forma mais eficiente através de uma ação coordenada”.

Assim, e através deste memorando, ambos os bancos vão desenvolver um programa em três fases. A primeira passará pela troca de informação, de boas práticas e de metodologias comuns. Já na segunda fase, poderão ser analisadas as “dependências partilhadas, o grau de preparação do ecossistema e as prioridades de migração”.

“Na terceira fase, poderão ser realizados testes, avaliações de interoperabilidade e análises de tecnologias emergentes”, acrescentam, avançando que para impulsionar os progressos nas segunda e terceira fases está prevista a “constituição de um grupo de trabalho com a indústria”.

As instituições financeiras de Portugal e Espanha estiveram reunidas entre quinta-feira e sexta-feira, sendo esta a terceira reunião realizada este ano com o objetivo de reforçar a colaboração entre ambas.

Para além da assinatura deste acordo, foi realizado um encontro com a gestão de topo de algumas das principais instituições financeiras dos dois países. “Na sessão foi apresentado o programa de cooperação em criptografia pós-quântica e foram igualmente debatidas questões relacionadas com a competitividade do setor financeiro, bem como os riscos e oportunidades associados aos mais recentes desenvolvimentos da Inteligência Artificial”, explicam.

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Jovem de 19 anos suspeito de ferir cinco pessoas com arma

Os disparos ocorreram a 28 de junho na Rua Roberto Ivens. Uma arma de calibre 4,5 mm foi apreendida ocultada no exterior da residência do suspeito.

© MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

A PSP acrescenta que foi ainda apreendida uma arma de ar comprimido "de calibre 4,5 mm, presumivelmente utilizada" naquele dia, que estaria ocultada no exterior da residência
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16h.Porto. MP investiga intervenção da PSP nas manifestações

Os manifestantes pelo direito à habitação denunciam um uso excessivo de força por parte da PSP. Ainda, a IL considera que as declarações do presidente do IHRU não devem levar à sua demissão.

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GNR interceta logística de lanchas rápidas de droga

Nove viaturas, uma embarcação, dois motores e 420 jerricãs com 10.000 litros de combustível para lanchas rápidas de droga foram apreendidos em operações na costa portuguesa.

© GNR

GNR deteve um homem de 41 anos, constituiu arguido um outro de 35 anos e intercetou um menor, de 15 anos
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Detido por "violência física e psicológica" contra esposa

O homem, de nacionalidade estrangeira, foi detido no âmbito de uma investigação por suspeitas de violência doméstica. Após diligências foi possível verificar os atos cometidos contra a esposa.

© GNR/Facebook

Um homem, de 50 anos, foi detido pela GNR por suspeitas de exercer "violência física e psicológica" contra a esposa, de 35 anos
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Detido por "violência física e psicológica" contra esposa

O homem, de nacionalidade estrangeira, foi detido no âmbito de uma investigação por suspeitas de violência doméstica. Após diligências foi possível verificar os atos cometidos contra a esposa.

© GNR/Facebook

Um homem, de 50 anos, foi detido pela GNR por suspeitas de exercer "violência física e psicológica" contra a esposa, de 35 anos
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Detidos pais suspeitos de maus-tratos a filho de 3 anos

Os dois arguidos detidos na sequência da emissão de mandados de detenção fora de flagrante delito, são uma mulher, de 32 anos, portuguesa, e um homem, de 30, de nacionalidade estrangeira.

© Giuda90/Getty Images/iStockphoto

No comunicado, o MP revelou ter pedido a prisão preventiva e a suspensão do exercício das responsabilidades parentais dos suspeitos, o que foi "apenas judicialmente acolhido parcialmente"
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