Finnish PM visits Kyiv as Russia steps up attacks despite peace push


L’improvvisa accelerazione diplomatica dei giorni scorsi per porre fine alla guerra in Ucraina potrebbe portare a un obiettivo fino alla scorsa settimana impensabile. C’è una “discussione in corso” su un possibile vertice tra Vladimir Putin, Volodymyr Zelensky e Donald Trump. Lo ha detto oggi il vice ministro degli Esteri russo Serghei Ryabkov, rispondendo alla domanda se questo sia stato tra gli argomenti dell’incontro di ieri a San Pietroburgo tra l’inviato americano Steve Witkoff e il presidente russo. “L’argomento è stato sollevato, ma al momento non c’è ancora una chiara comprensione in merito. Non c’è un accordo completo, ma la discussione è in corso“, ha detto Ryabkov, citato dall’agenzia Interfax.
La dichiarazione di Ryabkov giunge all’indomani dell’incontro durato circa tre ore al Palazzo di Costantino a San Pietroburgo. La visita di Witkoff in Russia non è stata isolata: il giorno precedente, l’inviato di Trump si trovava a Oslo, dove ha incontrato Zelensky e i leader di Finlandia e Norvegia per gettare le basi di un quadro di pace coordinato con gli alleati europei e la Nato. Durante il colloquio con Putin, anche il consigliere americano Jared Kushner si è unito telefonicamente per presentare alcune proposte.
L’incontro di San Pietroburgo potrebbe aver segnato un netto passo avanti rispetto al ristagno delle trattative degli ultimi mesi. Secondo quanto riferito dai consiglieri del Cremlino, Putin avrebbe accettato “in linea di principio” di avviare un nuovo ciclo di negoziati trilaterali a partire da metà novembre. La sede ipotizzata per il confronto a tre tra Stati Uniti, Russia e Ucraina è Abu Dhabi. Se confermati, i colloqui si concentrerebbero sulla definizione di un sistema di garanzie di sicurezza per l’Ucraina e la Russia al termine delle ostilità.
Sul terreno, intanto, si continua a morire. “Tre ondate di missili balistici sono state lanciate contro Kiev dai ‘compassionevoli‘ russi da ieri sera – ha scritto sui social Zelensky, ironizzando sull’espressione usata da Witkoff per definire Putin -. Sono stati impiegati 21 missili. Purtroppo, numerosi luoghi in tutta la città sono stati colpiti e danneggiati, persino un monastero”. “Quasi immediatamente dopo un altro ciclo di colloqui, la Russia ha lanciato un attacco mirato. Ciò significa che il suo atteggiamento nei confronti di tutto ciò che sta accadendo non è realmente cambiato”.
Le autorità ucraine hanno denunciato anche che le forze russe hanno attaccato un mercato a Lozova, nell’oblast di Kharkiv. Secondo i dati preliminari, due persone sono rimaste uccise e il numero dei feriti è di almeno 17 persone.
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A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) permitirá que a Ucrânia compre armas, munições e equipamentos militares por meio de sua agência centralizada de compras, o que poderá permitir que Kiev obtenha suprimentos de defesa de forma mais rápida e barata, informou o jornal Financial Times nesta quinta-feira (22).
“Isso proporciona à Ucrânia a possibilidade de contar com uma estrutura mais organizada para aproveitar uma ampla gama de recursos que oferecemos: experiência em aquisições, serviços de apoio e acesso a uma base industrial consolidada”, disse ao FT Jacqueline Borsboom, diretora de apoio a operações da Agência de Apoio e Aquisições da Otan.
O acordo ocorre em meio à deterioração das relações entre Estados Unidos e Ucrânia desde que o presidente americano, Donald Trump, anunciou neste mês um acordo de exportação de diesel com a Rússia para reduzir os preços dos combustíveis nos EUA.
A Ucrânia reclamou de interrupções no compartilhamento de algumas informações de inteligência e no uso do sistema de satélites Starshield. No entanto, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que uma reunião realizada na terça-feira (20), em Oslo, havia chegado a um acordo para resolver esses problemas.
Nas primeiras horas desta quinta-feira, ataques russos deixaram 15 pessoas feridas e danificaram a infraestrutura do metrô na Ponte Sul, sobre o rio Dnipro, na capital ucraniana, além de restringirem o tráfego no local, informaram autoridades de Kiev. Os bombardeios ocorreram após outro ataque à cidade na noite de quarta-feira (21), que deixou seis pessoas feridas.
Um ataque russo matou uma mulher e feriu outras quatro pessoas na região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, informou o governador regional, Oleh Syniehubov, no Telegram.
Um drone também atingiu a infraestrutura energética na área de Kremenchuk, na região de Poltava, segundo uma autoridade local que publicou a informação no Telegram, sem fornecer detalhes.
Localizada às margens do rio Dnipro, Kremenchuk é um importante polo industrial e abriga uma das maiores refinarias de petróleo da Ucrânia. A região tem sido alvo frequente de ataques russos, incluindo um bombardeio em 2022 contra um shopping center lotado, que matou pelo menos 21 pessoas.
Na Rússia, duas pessoas ficaram feridas nos arredores de Moscou depois que 630 drones foram enviados em direção à capital durante a noite, informou o prefeito Sergei Sobyanin no Telegram. A maioria dos drones foi abatida ainda a longa distância, acrescentou.
Na cidade de Lipetsk, onde fica uma importante siderúrgica a cerca de 400 quilômetros ao sul de Moscou, um homem ficou ferido após drones atingirem prédios residenciais e uma unidade de saúde, informou o governador Igor Artamonov no Telegram.
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Mísseis atingiram Kiev nas primeiras horas desta quinta-feira (22), segundo uma testemunha da Reuters, e a Ucrânia enviou centenas de drones em direção a Moscou durante a noite. Os dois lados mantiveram uma série de ataques, apesar das mais recentes tentativas de mediação dos Estados Unidos para pôr fim à guerra.
Os ataques russos deixaram 15 pessoas feridas e danificaram a infraestrutura do metrô na Ponte Sul, sobre o rio Dnipro, na capital ucraniana, além de restringirem o tráfego no local, informaram autoridades de Kiev. Os bombardeios ocorreram após outro ataque à cidade na noite de quarta-feira (21), que deixou seis pessoas feridas.
Um ataque russo matou uma mulher e feriu outras quatro pessoas na região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, informou o governador regional, Oleh Syniehubov, no Telegram.
Um drone também atingiu a infraestrutura energética na área de Kremenchuk, na região de Poltava, segundo uma autoridade local que publicou a informação no Telegram, sem fornecer detalhes.
Localizada às margens do rio Dnipro, Kremenchuk é um importante polo industrial e abriga uma das maiores refinarias de petróleo da Ucrânia. A região tem sido alvo frequente de ataques russos, incluindo um bombardeio em 2022 contra um shopping center lotado, que matou pelo menos 21 pessoas.
Na Rússia, duas pessoas ficaram feridas nos arredores de Moscou depois que 630 drones foram enviados em direção à capital durante a noite, informou o prefeito Sergei Sobyanin no Telegram. A maioria dos drones foi abatida ainda a longa distância, acrescentou.
Na cidade de Lipetsk, onde fica uma importante siderúrgica a cerca de 400 quilômetros ao sul de Moscou, um homem ficou ferido após drones atingirem prédios residenciais e uma unidade de saúde, informou o governador Igor Artamonov no Telegram.
A Rússia invadiu a Ucrânia em 2022, após anexar a península da Crimeia, território de seu vizinho ao sul, oito anos antes, dando início ao conflito mais mortal no continente europeu desde a Segunda Guerra Mundial.
Os ataques mais recentes ocorrem após o enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Steve Witkoff, realizar conversas nesta semana com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em uma tentativa de mediar o fim do conflito.
Zelensky afirmou na quarta-feira que a Ucrânia apoiava uma proposta dos Estados Unidos para a realização, o mais rápido possível, de conversas trilaterais entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, com a participação de negociadores. O Kremlin informou que Putin concordou em retomar as negociações de paz com Kiev, mediadas pelos Estados Unidos, já no próximo mês.
Entenda o que é a Crimeia, região da Ucrânia anexada pela Rússia
Missili balistici lanciati dalle forze russe hanno colpito diverse località di Kiev, ferendo sei persone e causando esplosioni che hanno scosso la città. Lo riferiscono i media ucraini. Intorno alle 2 del mattino (ora locale) nel quartiere di Dniprovsky sono stati colpiti due edifici residenziali e “potrebbero esserci persone intrappolate sotto le macerie”, secondo quanto dichiarato dal sindaco, Vitali Klitschko, citato dal Kyiv Independent. Un’ora più tardi missili balistici hanno nuovamente preso di mira la capitale: almeno 13 esplosioni hanno scosso la città in meno di otto minuti. Una terza ondata di esplosioni è stata avvertita intorno alle 3:35.
Un edificio adibito a struttura medica è stato danneggiato nel quartiere di Pecherskyi, mentre nel quartiere di Sviatoshynskyi, a seguito di un attacco nemico, è scoppiato un incendio all’interno di un ristorante”, ha riferito l’Amministrazione militare della città. Massiccio attacco di droni ucraini verso Mosca. Secondo quanto riferito dal sindaco della capitale russa, Sergei Sobyanin, tra le 20.30 di ieri e le 4 di oggi, 650 velivoli senza pilota hanno sorvolato la zona, la gran parte dei quali sono stati abbattuti.
Le forze ucraine hanno colpito con un attacco di droni la città russa di Lipetsk, importante centro industriale e capoluogo dell’omonima provincia, a 335 chilometri a est del confine ucraino. Secondo quanto riportato dal Kyiv Independent, nell’attacco è stato colpito un edificio di diversi piani e sono state udite esplosioni in città. Testimoni oculari hanno diffuso video che sembrano mostrare droni ucraini che sorvolano la città a bassa quota e fiamme che illuminano il cielo notturno. Lipetsk ha una popolazione di circa 500.000 abitanti e ospita l’acciaieria di Novolipetsk, un imponente impianto che assicura il 20% della produzione totale di acciaio grezzo della Russia ed è il più grande stabilimento siderurgico del paese.
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Volodymyr Zelensky said Wednesday he would accept a peace deal freezing the Ukraine war at current front lines.
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Russia on Wednesday freed retired American teacher Stephen Hubbard who had been imprisoned on charges of fighting as a Ukraine mercenary, U.S. envoy Steve Witkoff said.
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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que esperava um resultado positivo da reunião de Steve Witkoff, enviado dos Estados Unidos, na Rússia, nesta quarta-feira (21), e declarou apoiar negociações com os Estados Unidos e o governo russo.
Em entrevista à Fox News, Zelensky disse que suas conversas com Witkoff em Oslo, na terça-feira (20), foram produtivas e que a Ucrânia está pronta para a diplomacia.
Ele agradeceu aos EUA pela retomada do compartilhamento de informações de inteligência e expressou a esperança de que as limitações aos serviços de satélite Starlink e Starshield sejam encerradas em breve.
“Espero que… em — não sei, algumas horas — tenhamos algum resultado; se Deus quiser, positivo”, disse ele sobre a reunião de Witkoff com o presidente russo, Vladimir Putin.
Zelensky ressaltou a importância de parar os combates, avançar para a diplomacia e buscar um acordo que inclua garantias de segurança, elogiando o apelo do presidente americano, Donald Trump, por cessar-fogos.
“É importante negociar de forma trilateral” — envolvendo ele próprio, Trump, e Putin —, afirmou Zelensky ao programa “Fox & Friends”, da Fox, acrescentando que seria ideal incluir também países europeus.
“Sempre disse que estamos abertos a negociar em qualquer formato e sobre qualquer tema. Só peço uma coisa: não falem sobre nós sem a nossa presença, por favor”, acrescentou.
Zelensky também mencionou ter conversado com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que prometeu trabalhar para resolver as questões relacionadas ao Starshield, da SpaceX — essencialmente uma versão de uso militar do Starlink, desenvolvida para o Pentágono.
“O serviço ainda está limitado”, afirmou o líder ucraniano à Fox News, um dia após o Wall Street Journal noticiar que o CEO da empresa e aliado de Trump, Elon Musk, teria ordenado uma restrição no funcionamento da tecnologia, da qual a Ucrânia depende para se defender de ataques de mísseis russos.
Mais cedo nesta quarta-feira, Rubio declarou a jornalistas que as decisões sobre o acesso da Ucrânia ao Starlink cabem à SpaceX e a Elon Musk, e não à Casa Branca.
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© Alex Kent/The New York Times
O presidente russo, Vladimir Putin, disse ao enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, nesta quarta-feira (21), que Moscou está disposta, em princípio, a retomar as negociações no próximo mês com a Ucrânia e os EUA sobre o fim do conflito na Ucrânia.
Nenhuma conversa desse tipo ocorreu desde fevereiro.
O assessor do Kremlin, Yuri Ushakov, afirmou que a nova rodada de negociações proposta deve se concentrar em “construir um sistema de segurança para a Rússia e a Ucrânia após o fim do conflito”.
Ele disse que Witkoff havia informado Putin sobre suas conversas no dia anterior em Oslo, onde o americano se encontrou com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, o primeiro-ministro norueguês e o presidente finlandês.
Ushakov afirmou que Witkoff havia “observado algumas novas abordagens, novos pontos nas abordagens dos europeus e de Kiev, embora elas não contivessem muito que fosse útil no contexto da resolução da crise ucraniana“.
Em conversas que duraram quase três horas, Putin e o enviado dos EUA também discutiram a implementação de um acordo de 9 de outubro entre Putin e o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o fornecimento de diesel russo para os mercados dos EUA e mundiais, acrescentou Ushakov.
Também houve discussão sobre a crise com o Irã.
“Vladimir Putin enfatizou que o potencial diplomático está longe de se esgotar e que é possível e necessário chegar a acordos com Teerã, que é nosso parceiro estratégico”, disse Ushakov.
” A Rússia reafirmou sua disposição de continuar facilitando a busca por soluções políticas e diplomáticas para a questão iraniana.”
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© Reuters

© JIM LO SCALZO/EPA

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta quarta-feira (21) que as decisões relativas ao acesso da Ucrânia ao Starlink cabem à SpaceX e a Elon Musk, e não à Casa Branca — comentários que sugeriram que Musk poderia ter restringido o acesso de Kiev ao serviço.
O Wall Street Journal noticiou na terça-feira (20) que Musk havia ordenado a redução da velocidade de uma versão de nível militar do Starlink, da qual a Ucrânia depende para se defender contra ataques com mísseis da Rússia.
Segundo o jornal, uma fonte disse que Musk, o presidente Donald Trump e autoridades da Casa Branca discutiram o assunto previamente, e duas fontes afirmaram que Musk e o presidente discutiram o assunto nos dias seguintes à redução da velocidade.
“Não tenho conhecimento de que soubéssemos dessa decisão com antecedência. Mas isso é irrelevante”, disse Rubio a repórteres durante uma viagem à Índia.
“O ponto principal é que isso é regido por um contrato comercial privado quanto à forma como seus equipamentos podem ser utilizados e a quais velocidades eles permitem que sejam utilizados.”
Musk e a SpaceX não responderam aos pedidos de comentário da Reuters.
De acordo com a Reuters, duas autoridades norte-americanas e uma autoridade ocidental a par do assunto disseram que a decisão, em última instância, partiu da Casa Branca. Essa versão também foi afirmada pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy, mas negada pelo governo.
Os comentários de Rubio provavelmente intensificarão as preocupações em Washington quanto à capacidade singular de Musk de influenciar a política externa dos EUA. Eles também representam uma aparente mudança de posição por parte do governo.
Trump afirmou publicamente que acreditava que nem ele nem Musk estavam por trás da desaceleração. Ao partir para uma viagem ao Uzbequistão e à Índia no sábado, Rubio havia dito que ninguém ordenou a desaceleração, uma afirmação que gerou críticas de parlamentares de ambos os partidos.
“Não tenho certeza se Zelenskiy sabe do que está falando, mas não foi deliberado”, disse Rubio na ocasião.
“Não temos nada a ver com isso. Eu não — os Estados Unidos, ninguém ordenou que a velocidade do Starlink fosse reduzida. Aconteceu de certa forma, mas, pelo que entendi, já foi restaurada”, declarou Rubio.
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© Moscow City Court, via Associated Press
I negoziati con il presidente ucraino, Volodymyr Zelensky, a Oslo sono stati “produttivi”. Lo ha dichiarato l’inviato della Casa Bianca, Steve Witkoff, durante il suo incontro a San Pietroburgo con il presidente russo, Vladimir Putin. Witkoff ha detto a Putin di aver portato con sè i “documenti” relativi ai colloqui di ieri e ha dichiarato che “si è lavorato per raggiungere un cessate il fuoco in Ucraina“.
L’inviato del presidente americano Steve Witkoff è atterrato a Mosca e oggi avrà colloqui con Vladimir Putin volti a porre fine alla guerra in Ucraina, all’indomani degli incontri con Volodymyr Zelenskyy caratterizzati, secondo entrambe le parti, da progressi reciproci. Al termine di questi colloqui a Oslo con Witkoff e l’inviato Jared Kushner (quest’ultimo in videoconferenza per motivi di salute), nonché con i leader norvegesi e finlandesi, il presidente ucraino ha accolto con favore la ripresa della condivisione delle informazioni da parte degli Stati Uniti e ha chiesto di essere coinvolto in qualsiasi negoziazione riguardante il futuro del suo Paese. Da parte sua, un funzionario statunitense ha parlato all’Afp di discussioni “molto produttive e costruttive”, constatando “ora un forte allineamento tra Stati Uniti, Ucraina ed Europa sulle prossime tappe” e ha aggiunto che Witkoff incontrerà oggi Putin per portare avanti il processo diplomatico.
È “impossibile” discutere una soluzione definitiva alla guerra in Ucraina senza la presenza di rappresentanti di Kiev. Lo ha dichiarato il portavoce del Cremlino, Dmitry Peskov, all’agenzia Interfax. A Peskov era stato chiesto un commento sulla proposta del presidente degli Stati Uniti, Donald Trump, di escludere il presidente ucraino, Volodymyr Zelensky, dal tavolo delle trattative.
Donald Trump non esclude che un accordo di pace in Ucraina possa essere concluso senza la presenza contemporanea di Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky nella stessa stanza. “Non lo so. Dipende”, ha risposto il presidente americano a una domanda sulla necessità che i due leader si incontrino per firmare l’intesa. “Credo di poterlo fare in un altro modo”, ha aggiunto.
La prima nave carica di diesel russo diretta negli Stati Uniti partirà domani. Lo ha annunciato il vice primo ministro russo responsabile dell’Energia, Aleksandr Novak, citato dalle agenzie di stampa. “Secondo le previsioni, la prima petroliera partirà domani alla volta degli Stati Uniti”, ha dichiarato. All’inizio di ottobre, Donald Trump aveva annunciato un accordo tra Washington e Mosca per la fornitura di diesel russo al mercato statunitense, revocando così alcune sanzioni contro la Russia e attirandosi aspre critiche da parte di Kiev e dei suoi alleati. Tale misura è stata interpretata come un tentativo di ridurre i prezzi del carburante per i consumatori americani in vista delle elezioni di metà mandato, previste per il 3 novembre.
Il presidente russo, Vladimir Putin, ha annunciato la liberazione dello statunitense Stephen Hubbard. La comunicazione è arrivata durante l’incontro tra Putin e l’inviato della Casa Bianca, Steve Witkoff. Hubbard, oggi settantaquattrenne, era stato catturato dalle forze russe nell’aprile del 2022 mentre combatteva a fianco dell’esercito ucraino. Un segnale a Trump in vista dei negoziati per porre fine alla guerra in Ucraina.
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O enviado especial dos Estados Unidos Steve Witkoff se reúne nesta quarta-feira (21) com o presidente russo, Vladimir Putin, em conversas destinadas a avançar propostas para encerrar a guerra na Ucrânia e abrir caminho para negociações mais amplas.
As conversas começaram pela manhã em São Petersburgo, após a reunião de cúpula realizada por Witkoff na terça-feira (20) com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na Noruega. Em um vídeo do encontro, Witkoff afirmou que discutir os resultados daquela cúpula “produtiva” em Oslo estava entre os pontos da agenda.
“Acho que há algum grau de impulso, e espero que o encontro de hoje possa representar mais um passo à frente no processo de paz e nas discussões sobre como resolver o conflito ucraniano”, disse o enviado do governo Trump.
Witkoff também pediu a Putin que considerasse retomar as conversas trilaterais entre Rússia, Estados Unidos e Ucrânia, nas quais questões técnicas poderiam ser discutidas, segundo ele. Putin demonstrou interesse no tema da retomada da cooperação econômica com os Estados Unidos e na possibilidade de um encontro com a China para discutir a Ucrânia.
Um dos principais resultados do encontro até o momento foi o anúncio de Witkoff de que a Rússia libertará o cidadão americano Stephen Hubbard, de 74 anos, detido no país há mais de quatro anos.
Putin, Witkoff e tradutores se sentaram ao redor de uma grande mesa redonda enquanto discutiam uma ampla variedade de questões, incluindo a disposição da Rússia para ajudar a resolver a guerra no Irã, possíveis exportações russas de fertilizantes para os Estados Unidos e a libertação de Hubbard.
Os Estados Unidos e a Ucrânia fizeram “progressos significativos” nas conversas realizadas na Noruega na terça-feira, afirmou anteriormente uma autoridade americana à CNN. A Ucrânia “apresentou novas ideias e propostas, que foram discutidas em detalhes”, e os dois lados agora estão em “forte alinhamento” sobre os próximos passos, disse a autoridade.
“As discussões abrangeram elementos fundamentais de uma estrutura abrangente de paz, incluindo garantias de segurança de longo prazo para a Ucrânia, um plano econômico e de prosperidade para o pós-guerra e uma arquitetura de segurança europeia mais ampla, concebida para criar estabilidade duradoura”, afirmou a autoridade americana.
A Ucrânia e seus aliados reiteraram as principais linhas vermelhas estabelecidas por Kiev para qualquer negociação de paz, incluindo a necessidade de garantias de segurança futuras — para assegurar que a Rússia não volte a invadir o país — e a rejeição a quaisquer exigências de cessão de território.
A Rússia exigiu que a Ucrânia ceda toda a região de Donbas, no leste do país, que atualmente está majoritariamente sob controle russo. Moscou também pediu que a Ucrânia reduza drasticamente o tamanho de suas Forças Armadas e se comprometa a nunca ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
“Temos algumas ideias claras sobre como chegar à paz e estamos unidos aos nossos parceiros europeus nesse esforço. Queremos que os americanos levem essas ideias aos russos”, disse Zelensky na terça-feira. “Vamos ver o que Putin tem a dizer.”
Sobre as conversas com o lado ucraniano, a autoridade americana acrescentou: “As equipes estão trabalhando excepcionalmente bem juntas, com um compromisso compartilhado de encontrar soluções práticas para encerrar a guerra”, adotando um tom positivo apesar da deterioração das relações públicas entre Zelensky e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“O objetivo é aproveitar o progresso alcançado com a Ucrânia e a Europa, discutir as propostas com a Rússia e abrir caminho para negociações trilaterais diretas e conversas multilaterais mais amplas”, afirmou a autoridade americana.
Enquanto isso, na Rússia, o ministro das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, adotou um tom menos otimista na terça-feira. Ele afirmou que Moscou verá o que Witkoff apresentará, mas não fará “concessões políticas”. Lavrov disse que Moscou “não espera um milagre” e que Washington continuará sendo, na melhor das hipóteses, um rival da Rússia, segundo a agência estatal russa de notícias TASS.
Uma autoridade europeia em Oslo disse à CNN: “Acho que os planos — ou a falta deles — não são um problema tão grande quanto fazer a Rússia levar qualquer plano a sério”.
Jared Kushner, genro de Trump que também participa das negociações de paz, está gripado e participa remotamente da reunião na Rússia.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nesta quarta-feira que a reunião do enviado especial americano Steve Witkoff com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, foi positiva e que Witkoff compartilhará os resultados com a Rússia.
Rubio também reiterou que Washington não restringiu o acesso de Kiev ao Starlink, sistema de satélites da SpaceX essencial para os esforços de guerra da Ucrânia. A declaração contradiz relatos de que o governo americano teria tido participação na redução do serviço para as forças militares ucranianas.
Zelensky viajou a Oslo para se reunir com Witkoff na terça-feira (20), enquanto a Ucrânia busca recompor as relações com os Estados Unidos em meio a tensões sobre o apoio militar americano, o compartilhamento de informações de inteligência e o acesso ucraniano à versão militar do Starlink.
Rubio disse a jornalistas em Mumbai, durante uma visita à Índia, que as conversas entre Witkoff e o líder ucraniano não trouxeram surpresas.
“Agora, munido dessas ideias, ele poderá ir a São Petersburgo e compartilhá-las com o lado russo. Vamos ver se conseguimos avançar”, afirmou.
Sobre o Starlink, Rubio declarou: “O que posso dizer com certeza é que nem o presidente dos Estados Unidos nem qualquer pessoa em nosso sistema solicitou que fossem feitas mudanças nesse sistema”.
“Não podemos dizer a uma empresa privada quais decisões tomar ou deixar de tomar”, acrescentou.
“Não tenho conhecimento de que soubéssemos dessa decisão com antecedência […] mas isso é irrelevante. O ponto principal é que o uso dos serviços é regido por um contrato comercial privado […] E, portanto, continuaremos a tratar do assunto”, disse.
Elon Musk, CEO da SpaceX, afirmou na semana passada que, como os sistemas pertencem ao governo dos Estados Unidos e são controlados por ele, quaisquer restrições de velocidade ou uso são decididas pelas Forças Armadas americanas ou pelo presidente dos EUA.
Sob o governo do presidente Donald Trump, os Estados Unidos praticamente interromperam o fornecimento direto de armas à Ucrânia, mas permitem que países europeus comprem armamentos americanos em nome de Kiev por meio de um programa conhecido como Lista de Requisitos Prioritários da Ucrânia.
Washington também forneceu informações de inteligência e tecnologia que a Europa não consegue igualar.
*Com informações de CNN e Reuters
Entenda como protestos levaram Zelensky a trocar comando militar da Ucrânia
