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Primeiros rádios SIRESP vão chegar em novembro ao Norte

O SIRESP "compromete-se para já" na distribuição dos rádios no Norte do país, sendo depois distribuídos pelas restantes regiões. A região é prioridade devido ao Bootcamp que vai decorrer na região.

© João Relvas/LUSA

"Estamos neste momento a procurar acelerar a codificação dos terminais e, à medida que os terminais sejam codificados, vão ser entregues", disse o tenente-general Paulo Viegas Nunes
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Transferência anual para SIRESP sempre abaixo dos 26 milhões

Tenente-general Paulo Viegas Nunes destaca o "extraordinário decréscimo de custo" por utilizador e frisa que vão ser tornados públicos os relatórios de execução orçamental e de despesas da SIRESP SA.

© João Relvas/LUSA

Viegas Nunes esclareceu que presidiu interinamente à reunião do Conselho de Utilizadores do SIRESP, após Ricardo Carrilho ter manifestado indisponibilidade
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Matosinhos pede revisão do regime das polícias municipais

Autarca considera que o modelo para as duas maiores cidades do país "enfraquece o comando metropolitano", uma vez que "os profissionais afetos às polícias municipais deixam de estar disponíveis".

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Governo vai reforçar os comandos metropolitanos da PSP do Porto e de Lisboa com 200 novos agentes
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17h. Luís Neves garante que as acampadas As notícias das 17h

O Ministro da Administração Interna pede aos manifestantes pela habitação que não tragam o caos para Portugal. E ainda, estão marcados novos protestos para esta tarde em Lisboa e no Porto.

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16h. Carlos Moedas vê intervenção da PSP com normalidade

O Presidente da Câmara de Lisboa sublinha que o direito à manifestação é sagrado, mas não pode justificar atos de vandalismo. E ainda, Luís Neves elogia atuação dos agentes da polícia esta manhã.

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MAI elogia profissionalismo da PSP. 55 pessoas foram detidas

Ministério da Administração Interna diz que as operações decorreram “após sucessivos contactos” com os manifestantes, "esgotados os esforços" para a retirada voluntária. PSP fala em resistência ativa.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Foram detidas 55 pessoas na operação policial em Lisboa, no Porto não há registo de detenções
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MAI reafirma “confiança” na PSP e elogia “profissionalismo” na desmobilização de manifestantes

O Ministério da Administração Interna (MAI) mostrou-se satisfeito com o “profissionalismo” da polícia de segurança pública (PSP) na condução e preparação das operações realizadas esta terça-feira em Lisboa e no Porto.

As operações da PSP serviram para “repor a legalidade na ocupação do espaço público”.

Em comunicado, o MAI “destaca o empenho dos profissionais da Polícia de Segurança Pública em privilegiar, até ao limite, o diálogo e a persuasão, procurando evitar o recurso à força”.

Para o Ministério, as forças de segurança procuraram persuadir os manifestantes, mas após “sucessivos contactos” e “esgotados os esforços” a polícia interveio com a desmobilização dos acampamentos e a detenção de manifestantes.

O Ministério, tutelado por Luís Neves, “reafirma a confiança na Polícia de Segurança Pública e nos seus profissionais”.

No comunicado, o gabinete de Luís Neves sublinha que “o direito de manifestação está constitucionalmente consagrado e deve ser plenamente respeitado, reconhecendo-se a legitimidade de os cidadãos expressarem livremente as suas reivindicações. No entanto, o exercício deste direito não dispensa o cumprimento da lei”.

Relembre-se que Porto e Lisboa estão a ser alvo de manifestações por causa dos preços da habitação, tendo no Porto sido montado um acampamento na Praça D-João I, e em Lisboa o acampamento estava na praça do Rossio.

PSP deteve 55 manifestantes

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve hoje 55 manifestantes que alegadamente resistiram quando a força de segurança retirou as tendas da Acampada de Lisboa que se encontrava na Praça D. Pedro IV (Rossio).

Em comunicado, a PSP refere que as 55 pessoas detidas por desobediência foram “conduzidas para instalações policiais e [vão ser] presentes à Autoridade Judiciária competente logo que possível”.

De acordo com a polícia, foi desenvolvida “no dia de hoje, pelas 05:45, uma operação policial nacional devidamente coordenada, na Praça D. Pedro IV (Rossio), em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto”. Foram apreendidas, na capital, 228 estruturas de acampamento pela Polícia Municipal.

“Neste momento há registo de dois feridos ligeiros, tendo um cidadão sido assistido no local e um transportado a unidade hospitalar”, precisa a PSP.

A força de segurança adianta que as manifestações se encontravam previamente comunicadas às autoridades competentes, mas acrescenta que a comunicação do exercício do direito de manifestação “não dispensa o cumprimento das demais disposições legais, nomeadamente quanto aos limites temporalmente estabelecidos e às condições de ocupação do espaço público”.

“Neste sentido, e verificados os pressupostos legais para a cessação das manifestações, a PSP desenvolveu ações de diálogo, mediação e sensibilização junto dos participantes, no sentido de promover a desmobilização voluntária e a remoção das estruturas de acampamento existentes”, prossegue.

A intervenção, é também referido, foi conduzida “segundo critérios de necessidade, adequação e proporcionalidade, com recurso aos meios legalmente admissíveis e estritamente indispensáveis para ultrapassar a resistência verificada”.

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110h. Acampada. MAI elogia profissionalismo da PSP

O Ministério destaca o empenho dos profissionais em privilegiar o diálogo, evitando o recurso à força. Ainda, o PR apelou a um entendimento entre para resolver o problema da Habitação.

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3h Custo de Vida. Sábado de protestos de norte a sul do país

CGTP convocou manifestações para Lisboa, Porto e Coimbra. Secretário-geral da central sindical grande mobilização. Ainda, MAI diz que novo secretário-geral do Ministério é exemplo de servidor público.

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MAI avança com queixa-crime contra Ricardo Carrilho

O exonerado do cargo Ricardo Carrilho acusou o ministro Luís Neves de acordar contratos sem concurso. Ministério diz que declarações são "grotescas falsidades" e avança com participação criminal.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Ex-secretário-geral do MAI não exclui que Luís Neves "tenha condicionado" o preço que a empresa DST cobrou para reforçar a rede SIRESP
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Sem casas para ninguém quando é que a habitação vai abaixo?

Há tendas a fechar ruas na habitação, a TAP gerida pelo WhatsApp e o SIRESP desmantelado na emergência. Será que alguém assume as culpas neste Governo ou ficam só a assistir até a casa vir abaixo?

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Os recados de Neves na posse do novo secretário-geral do MAI

Parreira da Silva jurou lealdade ao ministro. Neves respondeu com uma lição sobre quem tem — ou não — perfil para dirigir o Estado, com Carrilho como destinatário implícito.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

Luís Neves não deixou de dirigir umas palavras aos funcionários da secretaria-geral do MAI, reconhecendo o desgaste dos últimos meses
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16h. Porto. MAI respeita manifestação, defende lei e ordem

Luís Neves diz que Governo respeita e valorização direito à habitação e manifestação, mas sai em defesa da atuação da PSP. Ainda, BE sugere que carga policial desta madrugada teve o dedo da autarquia.

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13h.Porto.Livre pede explicações a MAI sobre atuação da PSP

Nas redes sociais, Jorge Pinto, questiona os fundamentos da intervenção da PSP no Porto. Ainda, Justiça alemã condena dois homens por planearem atentados contra figuras da comunidade judaica.

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