Feito acordo para melhorar o combate à fraude na SNS

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

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O anúncio foi feito no momento em que ainda não estava claro se o papa, nascido nos Estados Unidos, seguiria adiante com a viagem planejada ao Uruguai, à Argentina e ao Peru, marcada para o período de 6 a 17 de novembro.
Exames histológicos finais e análises de biologia molecular do tecido removido confirmaram o diagnóstico, com a doença permanecendo localizada, afirmaram os médicos em comunicado divulgado pelo Vaticano.
“Uma avaliação oncológica posterior confirmou que não é necessária nenhuma terapia adicional”, afirmaram o cirurgião-chefe do papa, Stefano Margaritora, e seu médico pessoal, Luigi Carbone.
Leão recebeu alta do hospital no sábado (17) e está retomando gradualmente suas atividades. Ontem, ele voltou à Praça de São Pedro para sua audiência semanal com os peregrinos.
Margaritora afirmou, na semana passada, que não havia “nenhuma razão clínica” que impedisse o papa de viajar para a América do Sul, mas o secretário de Estado do Vaticano indicou que o pontífice talvez precise ajustar o ritmo de sua agenda para facilitar a recuperação.
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Apenas 22,7% dos médicos (2 em cada 10) consideram que as redes de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) do SUS (Sistema Único de Saúde) têm disponibilidade totalmente adequada de medicamentos essenciais para pacientes. Por outro lado, na rede particular, incluindo hospitais ligados a planos de saúde, o índice sobe para 57,7%.
Os dados são do levantamento “Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras”, da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), com apoio do CFM (Conselho Federal de Medicina), divulgado nesta quinta-feira (22).
O estudo ainda aponta que 16,1% dos médicos classificaram a oferta de medicamentos como inadequada ou totalmente inadequada (notas de 0 a 2) na rede pública. No setor privado, o percentual foi de 3,8%.
Ao todo, 2.338 participantes deram notas de 0 a 5 a itens considerados essenciais ao funcionamento das unidades, como infraestrutura, leitos, medicamentos, entre outros tópicos.
As redes particulares aparecem como as melhores avaliada na pesquisa. Notas negativas chegam a ser até quatro vezes maiores nas unidades públicas com relação às privadas.
O padrão com maior negativação pro SUS se repetiu em 12 dos 13 aspectos avaliados.
Além disso, mesmo quando olhado os aspectos com nota máxima (5), o SUS continua perdendo:
Segundo o presidente da AMIB Cristiano Franke, os dados mostram que há uma desigualdade persistente entre os dois sistemas que precisa ser tratada como prioridade.
“A diferença da percepção entre os médicos dos setores público e privado tem origem na capacidade de resposta que as equipes encontram para atender um paciente crítico. Isso envolve leito disponível, mas também remédios em mãos e protocolos bem estabelecidos para cada momento da assistência, entre outros itens. A redução dessa desigualdade estrutural precisa entrar na agenda de prioridades da saúde pública brasileira”, enfatiza Franke.
A AMIB pretende apresentar o diagnóstico a gestores públicos e privados e a autoridades de fiscalização e controle, com o pedido de que as recomendações do inquérito sejam atendidas.
“Não basta fazermos apenas o diagnóstico da diferença de condições entre as UTIs públicas e privadas brasileiras, é necessário traçar estratégias para agir e modificar esse cenário. O inquérito aponta claramente um caminho: investir em modernização das unidades públicas, com acesso equitativo a tecnologias de monitoramento e suporte à vida. Precisamos reduzir essa distância sem esperar que o paciente pague o preço”, afirma o presidente da AMIB.
Segundo a entidade, eventuais mudanças teriam impacto sobre 43.901 leitos de UTI no país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia.

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El sindicato CSIF alerta del “riesgo para la seguridad” de los funcionarios que supone la falta de médicos en las siete prisiones madrileñas, donde el 76% de las plazas de profesionales sanitarios y de atención psiquiátrica están sin cubrir. “Una situación que dificulta la prevención de situaciones de riesgo y puede favorecer un aumento de las agresiones a los trabajadores penitenciarios”, según denuncia este miércoles en un comunicado el CSIF.

© David Expósito
El pasado 25 de noviembre el Parlamento andaluz admitía a trámite la iniciativa legislativa popular (ILP) impulsada por Mareas Blancas para blindar la sanidad pública y limitar la firma de conciertos con la privada. Salió adelante, de manera sorpresiva, con el apoyo del PP, que entonces tenía la mayoría absoluta en la Cámara regional en los que los propios proponentes como los partidos de la oposición entendieron como un cálculo electoralista, dado que el deterioro de los servicios sanitarios públicos era el mayor talón de Aquiles de la gestión del presidente de la Junta, Juan Manuel Moreno. Con las elecciones autonómicas de mayo, la propuesta no pudo ser desarrollada, pero, con la nueva legislatura en marcha la comisión de Sanidad ha comenzado esta mañana con las comparecencias de profesionales para mejorar y complementarla, el primer paso antes de que se dicte el dictamen que determine su viabilidad o como ha ocurrido con todas las ILP que se han presentado en esta comunidad, se quede en un cajón.

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Cada vez que alguien abre un grifo de agua, la Organización Mundial de la Salud (OMS) está detrás de ese gesto: establece las normas que garantizan su calidad. “También está detrás de la definición de qué tiene que llevar una crema para protegerte de los rayos ultravioletas”, asegura María Neira (La Felguera, Asturias, 64 años), la española que aspira a dirigir la OMS, para explicar el impacto en la vida cotidiana de una institución que pasa por horas bajas después de la retirada de la financiación de Estados Unidos y el desplome de su autoridad.

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A Promotoria que atua no julgamento da morte de Diego Maradona afirmou nesta quinta-feira (8) que o atendimento médico prestado ao ex-jogador em seus últimos dias de vida foi marcado por desorganização e falhas graves. Para os acusadores, a equipe responsável pelo tratamento colocou o ídolo argentino em uma situação de abandono e não cumpriu medidas consideradas necessárias para preservar sua vida.
Durante a apresentação dos argumentos finais, o promotor Patricio Ferrari classificou a internação domiciliar como uma operação caótica. Segundo ele, os profissionais envolvidos deixaram de cumprir obrigações médicas e adotaram condutas incompatíveis com o quadro de um paciente considerado vulnerável e complexo.
Sete profissionais de saúde são julgados no processo, entre eles médicos, uma psiquiatra, um psicólogo e um enfermeiro. Eles são acusados de homicídio com dolo eventual, modalidade em que a acusação sustenta que os envolvidos tinham consciência de que suas ações ou omissões poderiam levar à morte.
O julgamento ocorre desde abril em um tribunal de San Isidro, na região metropolitana de Buenos Aires. Ao longo de quase 45 audiências, mais de cem testemunhas e réus prestaram depoimentos.
Ferrari afirmou que, apesar da extensão do processo, os elementos centrais da acusação permanecem sustentados pelas provas apresentadas durante o julgamento.
Maradona morreu aos 60 anos, em 25 de novembro de 2020, durante uma internação domiciliar em Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires. A causa apontada foi edema pulmonar seguido de parada cardiorrespiratória.
Dias antes, o ex-jogador havia passado por uma cirurgia para tratar um hematoma subdural na cabeça. O procedimento foi considerado bem-sucedido.
Para a Promotoria, porém, o quadro posterior exigia acompanhamento médico adequado e medidas que, segundo a acusação, não foram tomadas.
O promotor Cosme Iribarren afirmou que a morte poderia ter sido evitada e classificou o atendimento como inadequado. Segundo ele, a sequência dos acontecimentos demonstra que o agravamento do estado de saúde não foi tratado de maneira compatível com a gravidade do caso.
A etapa de alegações finais deve continuar pelas próximas duas semanas. Os sete acusados podem receber penas de até 25 anos de prisão caso sejam condenados pelos crimes atribuídos pela Promotoria.
A defesa ainda terá espaço para apresentar seus argumentos antes da decisão judicial.
O processo busca determinar se houve responsabilidade criminal dos profissionais que participaram do atendimento de Maradona e se as condutas adotadas nos últimos dias de vida contribuíram diretamente para a morte do ex-jogador.
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