Universidade descobre proteína que ajuda a controlar cancro

© TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

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O gabarito foi divulgado na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na página oficial do Enamed.
Posteriormente, os recursos serão analisados e os resultados serão disponibilizados pelo Inep, acompanhados dos motivos de deferimento ou indeferimento apresentados pela Banca de Análise de Recursos do Gabarito Preliminar.
Em caso de anulação de item, a pontuação correspondente será atribuída a todos os participantes, inclusive aos que não tenham interposto recurso.
A reaplicação do Enamed ocorreu no último domingo (18) para candidatos que faltaram à aplicação regular do exame porque foram comprovadamente afetados por problemas logísticos no dia regular da prova, 13 de setembro, ou que estavam com alguma doença infectocontagiosa lista no edital, como sarampo, rubéola, ou covid-19.
Segundo o edital específico com as regras e o cronograma relativo à reaplicação do Enamed, o Inep estabelece que, após o período de interposição de recursos (20 a 22 de outubro), as versões definitivas do gabarito oficial e do resultado da prova objetiva serão publicados no dia 4 de dezembro.
Criado pelo Ministério da Educação, o Enamed tem duas funções principais: avaliar a formação dos estudantes de medicina no Brasil e servir de critério para processos seletivos de residência médica de acesso direto, como no processo unificado do Exame Nacional de Residências (Enare).
O exame será aplicado obrigatoriamente a cada seis meses, a partir de 2027, a todos os estudantes concluintes de cursos de medicina no Brasil.
Há uma semana, em 15 de outubro, a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória (MP) 1370/26, que torna obrigatória a aprovação do Enamed para obter o registro profissional de médicos e exercer a profissão de médico no Brasil.

Anche quest’anno, al concorso per accedere al corso triennale di Medicina generale in Lombardia si sono presentati circa la metà dei candidati previsti. Erano arrivate oltre 600 domande, ma hanno fatto la selezione solo in 310. L’ennesimo flop: come successo nel 2025, non verranno coperti neanche i posti messi a bando, che quest’anno erano stati aumentati a 481 – 91 in più rispetto a 12 mesi fa – per provare a tamponare la carenza di professionisti. Ma la tendenza, in atto ormai da tempo nella regione amministrata da Attilio Fontana, non riesce a essere invertita. La Lombardia, infatti, è la regione italiana in cui la situazione è più critica: mancano oltre 1500 medici di famiglia. E quelli che ci sono assistono in media almeno 300 pazienti in più rispetto al limite consigliato, con disagi crescenti e potenziali rischi per la salute. Con questo nuovo fiasco, sarà impossibile coprire il fabbisogno di camici bianchi calcolato per i prossimi tre anni. Anche perché sullo sfondo resta concreta la possibilità che, tra gli aspiranti che hanno partecipato al concorso, ci possano essere delle defezioni nelle prossime settimane.
Qualche mese fa le premesse erano state accolte come “incoraggianti” dalla Federazione italiana medici di medicina generale. Poi è arrivata “la doccia fredda” che ha spento gli entusiasmi del sindacato. La Fimmg Lombardia si interroga sul perché di così tante defezioni il giorno delle prove, di tutti questi ripensamenti all’ultimo minuto. “Una riflessione è doverosa: sulla scelta pesa l’incertezza che avvolge la professione nei prossimi anni, in uno scenario che sembra privilegiare attività sempre più spersonalizzate e in cui manca qualsiasi valorizzazione del medico di famiglia libero professionista, dotato di un proprio studio organizzato con personale amministrativo, infermieri e strumenti diagnostici, quale primo riferimento per la popolazione”, commentano i rappresentanti di categoria.
Pur riconoscendo l’importanza del collegamento e della presenza dei professionisti nelle Case di comunità, per la Fimmg le discussioni degli ultimi mesi attorno al ruolo dei medici di famiglia nelle nuove strutture territoriali, previste dal Pnrr, hanno allontanato i giovani da questo percorso di carriera. Il messaggio che è passato “è quello di una progressiva assimilazione nell’area sempre più spersonalizzata del pubblico impiego”. Per questo chiedono un confronto con la Regione: “Bisogna potenziare l’attività degli studi medici diffusi nei quartieri delle città e in tutto il territorio, o la fine della figura del medico di famiglia sarà inevitabile”, commenta Anna Pozzi, segretaria regionale della Fimmg Lombardia. Ora, spiega, “stiamo analizzando, non senza preoccupazione, le proposte provenienti dalla Direzione generale Welfare in vista di un incontro di trattativa programmato per il 27 ottobre, e stiamo raccogliendo le osservazioni provenienti da tutte le nostre sezioni provinciali”.
L'articolo Il concorso per la scuola di formazione dei medici di famiglia in Lombardia è di nuovo un flop. Il sindacato: “C’è incertezza sul futuro della professione” proviene da Il Fatto Quotidiano.
VTM
Carla Amaral e Raquel Chaves, docentes da direção do curso de Medicina da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) renunciaram aos cargos, denunciando bloqueios administrativos e divergências sobre a gestão.
Segundo o Jornal de Notícias, num email enviado ao Conselho Pedagógico da instituição, Carla Amaral, vice-diretora do curso, e Raquel Chaves, vogal da Direção, alegam que a gestão institucional travou tarefas necessárias ao funcionamento do curso e pôs em causa condições exigidas pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).
A VTM tentou falar com as duas docentes para perceber quais os motivos que alegaram para abandonarem os cargos, mas até ao fecho desta edição não foi possível.
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Comprar este artigo — 1,00€The post Docentes demitem-se da direção do curso de medicina e deixam críticas à UTAD appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

Ao todo, 2.338 médicos que atuam na assistência de alta complexidade foram ouvidos dentro do Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras, realizado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), com o apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM).
Em nota, a Amib destacou que, analisadas em bloco, as menções ajudam a visualizar os problemas que afetam o atendimento a partir da ótica de quem é responsável pelo cuidado de pacientes graves.
Para a associação, os resultados reforçam a necessidade de políticas públicas de saúde que tratem a estruturação das UTIs como prioridade em múltiplos aspectos, não apenas como expansão do número de leitos.
A entidade informou que pretende levar o diagnóstico a gestores públicos e privados, bem como a autoridades de áreas de fiscalização e controle, com o intuito de defender o atendimento às recomendações feitas pelo inquérito.
“Eventuais mudanças terão impacto em 43.901 leitos de UTI distribuídos pelo país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia”, destacou a Amib.
Os dados mostram que apenas 22,7% dos médicos entrevistados consideram que a rede de UTIs do Sistema Único de Saúde (SUS) tem disponibilidade totalmente adequada de medicamentos essenciais ao manejo dos pacientes.
O índice sobe para 57,7% quando analisados serviços particulares ou vinculados a planos de saúde.
Por outro lado, quando analisadas as avaliações negativas, a situação da oferta de medicamentos nos serviços da rede pública, por exemplo, foi considerada como inadequada ou totalmente inadequada por 16,1% dos médicos. No setor privado, o percentual cai para 3,8%.
A tendência se mantém na avaliação sobre a suficiência de leitos, em que 24,1% dos entrevistados atribuíram nota máxima aos serviços públicos de UTI. Já em relação a unidades privadas ou de planos de saúde, a avaliação favorável sobe para 51,4%.
No caso específico de disponibilidade e acesso a protocolos de atendimento e de conduta clínica, a rede SUS recebeu nota máxima de 23,1% dos que participaram do inquérito, enquanto o setor privado recebeu avaliação superior de 40,2% dos profissionais ouvidos.
Pela perspectiva das notas mais baixas (0, 1 e 2), 32,6% dos médicos avaliaram a disponibilidade de leitos no SUS ruim e 27,4% atribuíram as notas mínimas aos protocolos de atendimento.
Na rede privada, as avaliações mínimas foram dadas por 7,7% e 14,3% dos médicos, respectivamente.
O padrão se repetiu em 12 dos 13 aspectos avaliados por profissionais que atuam em UTIs no Brasil. A única exceção, em que a percepção dos entrevistados foi bastante próxima independentemente do segmento em que prestam serviços (público ou privado), foi em relação às tarefas administrativas e burocráticas.
A pesquisa também identificou disparidade na percepção sobre a presença de equipe multiprofissional especializada: 39,2% dos médicos avaliaram esse item com nota máxima no setor privado, contra 23% no setor público, enquanto as notas mínimas foram atribuídas por 24,8% dos médicos para o setor público e por 13,8% para o privado.
Quanto à percepção sobre presença de enfermeiros com formação específica em terapia intensiva, a proporção positiva foi de 25,1% para o privado e 16,9% para o público.
Já a negativa alcançou 37,2% para os serviços do SUS e 26,4% para os serviços particulares ou de planos.
Nos lo preguntan los pacientes, los familiares, los estudiantes y la gente de nuestro entorno: “Esto de la esquizofrenia, ¿qué es realmente?”. Y tratamos de responder con solvencia, aunque algo nos deja insatisfechos: una enfermedad del neurodesarrollo que suele comenzar en la adolescencia, con episodios de delirios, alucinaciones y desorganización. Posteriormente, cursa con una persistente apatía, aplanamiento y tendencia al aislamiento. Seguimos: es una enfermedad poligénica, más de 100 genes están involucrados, cada uno con un tamaño del efecto muy pequeño. Interactúan con una multitud de factores ambientales, entre los que destacan las complicaciones en el embarazo y parto, el trauma, el consumo de drogas, vivir en grandes ciudades o la migración. ¿Hay alteraciones en el cerebro en este grupo de pacientes? Sí, como grupo, sí: aumento de los ventrículos laterales, reducción del hipocampo, adelgazamiento cortical generalizado. Aunque, por otro lado —admitimos—, estos hallazgos no sirven para el diagnóstico. La explicación es correcta, pero algo en nuestra mente científica nos indica que es imprecisa y quizá inútil.

© CasarsaGuru (Getty Images)


© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Os candidatos podem consultar o documento na página oficial do Enamed, na parte de “Provas e Gabaritos”.
Nesta terça-feira (20), também começa o prazo para apresentação de recursos contra o gabarito preliminar. O período para contestação segue até quinta-feira (22).
O participante deve acessar o Sistema Enamed.
Os recursos serão analisados e os resultados serão disponibilizados pelo Inep, acompanhados das razões de deferimento ou indeferimento apresentadas pela Banca de Análise de Recursos do Gabarito Preliminar.
Em caso de anulação de item do gabarito oficial preliminar da prova objetiva, a pontuação correspondente será atribuída a todos os participantes, inclusive aos que não tenham interposto recurso.
No edital específico com as regras e o cronograma complementar relativo à reaplicação do Enamed, o Inep estabelece que, após o período de interposição de recursos, as versões definitivas do gabarito oficial da prova objetiva e o resultado definitivo da prova objetiva serão publicados no dia 4 de dezembro.
Criado pelo Ministério da Educação, o Enamed tem duas funções principais: avaliar a formação dos estudantes de medicina no Brasil e servir de critério para processos seletivos de residência médica de acesso direto, como no processo unificado do Exame Nacional de Residências (Enare).
O exame será aplicado obrigatoriamente a cada seis meses, a partir de 2027, a todos os estudantes concluintes de cursos de medicina no Brasil.
Na quinta-feira (15), o Congresso aprovou a Medida Provisória 1370/26, que torna obrigatória a aprovação no Enamed para obter o registro profissional de médicos e exercer a profissão de médico no Brasil.
L’influenza può rappresentare un rischio importante per le persone che soffrono di malattie cardiovascolari, soprattutto per gli anziani. A spiegarlo all’Adnkronos Salute è Antonio Rebuzzi, cardiologo e docente di Cardiologia all’Università Cattolica di Roma.
“Le persone con problemi cardiaci sono più fragili e hanno bisogno di controlli regolari”, sottolinea lo specialista. L’influenza, infatti, può favorire la comparsa di alcune complicazioni, tra cui le infiammazioni del pericardio, la membrana che avvolge il cuore. Anche il Covid, evidenzia Rebuzzi, può contribuire a questo tipo di problemi.
Un altro elemento da tenere sotto controllo è la pressione arteriosa. I cambiamenti di temperatura, in particolare il passaggio dal caldo al freddo, possono provocare improvvisi aumenti della pressione. Durante un’infezione possono inoltre verificarsi alterazioni dei sali minerali presenti nell’organismo, importanti per il corretto funzionamento del cuore.
Il rischio, precisa il cardiologo, è maggiore nelle persone anziane, perché con l’avanzare dell’età le arterie tendono a diventare meno elastiche, rendendo più probabili gli sbalzi della pressione. Per questo, chi soffre di ipertensione dovrebbe rivolgersi al proprio medico per verificare che la terapia sia adeguata, senza modificarla autonomamente.
Per ridurre i rischi, Rebuzzi raccomanda di confrontarsi con il proprio medico di famiglia e di non trascurare le vaccinazioni.“Consiglierei la vaccinazione antinfluenzale e, quando indicato, anche quelle contro il Covid e le infezioni da pneumococco, che possono causare polmoniti”, evidenzia il cardiologo. Secondo l’esperto è importante intervenire per tempo, soprattutto con l’arrivo della stagione fredda, quando aumentano le occasioni di diffusione delle infezioni respiratorie.“Prevenire è meglio che curare”, è il messaggio di Rebuzzi, che invita a valutare le vaccinazioni già in autunno, senza rimandare troppo. Chi soffre di problemi cardiaci, in particolare se anziano, dovrebbe quindi proteggersi dalle infezioni, sottoporsi a controlli regolari e confrontarsi con il proprio medico per individuare le misure preventive più adatte.
L'articolo Influenza, il cardiologo avverte: “Rischi per il cuore, soprattutto negli anziani” proviene da Affaritaliani.it.

Il ministro della Salute Orazio Schillaci punta a concludere entro la fine della legislatura il nuovo Piano sanitario nazionale, assente dal 2008 e attualmente in fase di elaborazione insieme ai tecnici del ministero e alle Regioni.
“Vorrei concludere, prima della fine di questa legislatura, il nuovo Piano sanitario nazionale, che manca dal 2008 e che stiamo portando avanti con i tecnici del ministero e con le Regioni. Uno strumento che sicuramente può dare tante risposte in sanità”, ha dichiarato Schillaci intervenendo al Welfare Italia Forum in corso a Roma.
Il ministro ha sottolineato la necessità di aggiornare il Servizio sanitario nazionale, evidenziando come, dopo quasi cinquant’anni, siano necessari diversi interventi di ammodernamento.“C’è la necessità, dopo quasi cinquant’anni, di tanti ammodernamenti per il Servizio sanitario nazionale per stare al passo con la ricerca e per stare vicino alle persone”, ha aggiunto.
Nel suo intervento, Schillaci ha richiamato anche i risultati già raggiunti, indicando come motivo di particolare soddisfazione il conseguimento del target europeo delle Case di comunità.“Sono state una sfida nello scetticismo globale, con qualcuno che tifava perché non ce la facessimo”, ha affermato il ministro. Secondo Schillaci, le Case di comunità stanno ora entrando nella fase operativa e rappresenteranno un cambiamento concreto per i cittadini.“Cominciano a funzionare e saranno la vera rivoluzione di cui i cittadini si accorgeranno e cominciano già ad accorgersi”, ha concluso.
L'articolo Sanità, Schillaci: “Obiettivo di fine mandato chiudere il nuovo Piano sanitario nazionale” proviene da Affaritaliani.it.

Me entristece ver cómo las protestas en Francia, que comenzaron con estudiantes reclamando más profesores y recursos para la educación pública, han terminado siendo noticia por los incendios y los destrozos. El incendio del Ayuntamiento de Limoges es injustificable, pero me indigna que una minoría radical haya conseguido desviar la atención de unas reivindicaciones que merecen ser escuchadas. Lo que empezó como una movilización por las condiciones educativas se ha convertido en un debate sobre violencia. Mientras tanto, los problemas que denuncian los estudiantes siguen ahí. Es una pena que quienes salieron a la calle para defender su futuro hayan acabado perdiendo el protagonismo frente a quienes recurrieron a la agresividad. Los disturbios no deberían hacernos olvidar que detrás de estas movilizaciones hay jóvenes que reclaman algo tan básico como una formación de calidad.

© Emma Da Silva (AP Photo/Emma Da Silva)

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Ci sono donne che seguono un’alimentazione equilibrata, fanno attività fisica e cercano di mantenere il proprio peso sotto controllo, ma continuano ad avere gambe e fianchi sproporzionati rispetto al resto del corpo. In alcuni casi compaiono anche dolore, pesantezza, gonfiore e lividi che si formano con facilità.
Per anni queste caratteristiche possono essere attribuite al sovrappeso, alla cellulite o a una presunta predisposizione a ingrassare. Ma dietro quella distribuzione del tessuto adiposo può esserci il lipedema, una condizione cronica che interessa quasi esclusivamente le donne e che viene ancora frequentemente riconosciuta con difficoltà.
Ma cos’è il lipedema? Si tratta di un accumulo anomalo di tessuto adiposo, generalmente simmetrico, soprattutto a livello di gambe, fianchi e, in alcuni casi, braccia. E non è avere semplicemente più grasso in una determinata zona del corpo: il tessuto adiposo può essere doloroso, sensibile alla pressione e associato a una maggiore fragilità dei piccoli vasi sanguigni, con la comparsa di ecchimosi anche dopo traumi lievi.
La causa non è ancora completamente chiarita. Si ipotizza il coinvolgimento di fattori genetici, ormonali e di alterazioni del tessuto adiposo e della microcircolazione. Una delle difficoltà più importanti riguarda il riconoscimento della patologia. Il lipedema può essere infatti confuso con la cellulite, con l’obesità o con altre forme di edema.
E quando una donna si sente dire che dovrebbe semplicemente dimagrire, il rischio è che una condizione medica venga ridotta a una questione di volontà personale. Con conseguenze non soltanto sul piano fisico, ma anche su autostima e rapporto con il proprio corpo.
È proprio da questo equivoco che abbiamo approfondito il tema con la dottoressa Marzia Bernardi, specialista in medicina estetica che si occupa di lipedema e che convive personalmente con questa condizione. Una duplice prospettiva, quindi: quella della professionista e quella della paziente, per comprendere meglio una patologia ancora poco conosciuta, le difficoltà della diagnosi e le possibilità di trattamento.
L'articolo Mangi sano, fai sport ma gambe e fianchi restano sproporzionati? Potrebbe essere lipedema e non semplice grasso: come riconoscere la patologia spesso confusa con la cellulite proviene da Il Fatto Quotidiano.