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Notícias e comentadores na TV: são estas as novas popstars?

Entre canais ligados 24 horas por dia, comentários que dominam a viralidade e temas servidos nas conversas de café, a televisão ainda tem poder e a informação é conteúdo precioso?

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Artista de Nagoselo do Douro dá vida à pintura com vinho  

VTM

Natural de Nagoselo do Douro, no concelho de São João da Pesqueira, Eugénia Sousa é uma jovem artista que tem vindo a desenvolver um percurso criativo marcado pela versatilidade técnica, pelo rigor do detalhe e pela expressão artística. Aos 29 anos, encontra na pintura uma forma de explorar diferentes linguagens visuais, dando vida a rostos, figuras e elementos da natureza através de uma abordagem que privilegia o realismo.

O seu trabalho distingue-se pela capacidade de experimentar diferentes técnicas e materiais, procurando novas formas de expressão e explorando as potencialidades de cada suporte. Entre as suas experiências artísticas encontra-se a pintura com vinho, uma abordagem particularmente interessante pela ligação entre a criação artística e um dos produtos mais emblemáticos da região do Douro.

Nesta técnica, Eugénia Sousa utiliza diferentes castas e as tonalidades naturais que cada uma oferece, transformando as características cromáticas do vinho em matéria de criação. Uma forma original de cruzar arte, experimentação e identidade regional, valorizando também a riqueza de um território profundamente associado à cultura vitivinícola.

A sua expressão artística estende-se igualmente à pintura de murais, demonstrando uma abertura a diferentes escalas e contextos de intervenção. Neste âmbito, Eugénia Sousa participou nas duas últimas edições do Douro Street Art, realizadas no concelho de São João da Pesqueira. A presença da artista neste festival, que promove a criação artística e a valorização da identidade local através da arte urbana, constitui mais um testemunho do dinamismo criativo do concelho e da afirmação de talentos que, a partir das suas raízes, contribuem para enriquecer a paisagem cultural do Douro.

Ainda assim, uma parte significativa da sua produção centra-se na criação de retratos, trabalhos nos quais procura captar os traços, as expressões e os pormenores que tornam cada representação única.

Em muitas das suas composições, os rostos e as figuras surgem associados a elementos naturais, como flores e folhas, criando uma ligação entre a figura humana e a natureza. Esta combinação acrescenta dimensão estética e personalidade às obras, revelando uma abordagem criativa que alia a atenção ao detalhe à sensibilidade na composição.

Entre o realismo dos retratos, a experimentação com materiais e a intervenção em murais, o percurso de Eugénia Sousa evidencia a diversidade de possibilidades que a pintura oferece enquanto forma de expressão individual.

Através do seu trabalho, a artista leva também o nome de Nagoselo do Douro e do concelho de São João da Pesqueira para o universo da criação artística, contribuindo para dar visibilidade ao talento local e à diversidade de percursos criativos que existem no território.

 

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Digger ou Mike Tyson: qual bate mais (ou menos)? — Sugestões

O filme de Iñarritu, com Tom Cruise, e o documentário em quatro partes na Netflix estão em destaque esta semana, mas também há jazz em Guimarães, “Babies” em Inglaterra e ramen no Japão.

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Biblioteca Municipal de Loulé promove um sábado cheio de música, criatividade e histórias em família

A Biblioteca Municipal de Loulé e o seu polo de Quarteira recebem, no próximo sábado, dia 17, um conjunto de atividades dirigidas aos mais novos e às suas famílias, com propostas que aliam a música, a expressão artística e a leitura, promovendo o desenvolvimento infantil e o gosto pelos livros desde a primeira infância.

O programa inclui sessões de sensibilização musical para bebés e crianças, um atelier de pintura inspirado na obra do autor e ilustrador francês Hervé Tullet e duas iniciativas dedicadas à partilha de histórias em família.

A manhã começa com a atividade “Pequenos sons, grandes sorrisos”, dinamizada por Ricardo Jorge, com sessões às 10h00, para bebés dos 0 aos 30 meses, e às 11h00, para crianças dos 2 anos e meio aos 5 anos. Ambas decorrem na Biblioteca Municipal de Loulé e destinam-se a crianças acompanhadas por um adulto.

A experiência musical assume um papel importante no desenvolvimento infantil, sobretudo nos primeiros anos de vida. Através de conteúdos adequados, do contacto com diferentes estímulos sonoros e da exploração sensorial, os bebés e as crianças são convidados a observar, imitar e experimentar, desenvolvendo capacidades físicas, cognitivas, sociais e emocionais.

Cada sessão tem uma duração aproximada de 40 minutos, sendo permitida a participação de cada bebé ou criança numa única sessão por professor.

Também na manhã de sábado, às 10h30, a Biblioteca Municipal de Loulé acolhe um atelier de pintura inspirado na obra de Hervé Tullet, dinamizado por Joana Charneco.

Pensada para crianças dos 4 aos 10 anos, acompanhadas por um adulto, esta atividade propõe uma experiência artística livre, divertida e interativa. A partir de algumas das obras do autor e ilustrador francês, os participantes são convidados a explorar cores, formas e movimentos, através da pintura e do desenho, contribuindo para a criação de uma grande obra coletiva.

Num ambiente onde não há respostas certas ou erradas, o atelier pretende estimular a imaginação, a experimentação e a criatividade, valorizando a expressão individual e a criação em conjunto.

A tarde é dedicada à leitura e à descoberta de histórias. Às 15h30, a Biblioteca Municipal de Loulé promove mais uma sessão da “Hora do Conto para Pais e Filhos”, dirigida a famílias, com a leitura do livro “Vem aí o lobo!”, de Émile Jadoul.

Às 16h00, o programa prossegue no Polo da Biblioteca Municipal em Quarteira, com a iniciativa “Conta-me um conto”, que apresenta a história “As emoções do pequeno gato ansioso”, de Audrey Bouquet e Fabien Öckto Lambert. A sessão convida miúdos e graúdos a partilharem momentos de leitura e a descobrirem histórias que dão espaço à imaginação e à expressão das emoções.

A participação nas atividades está sujeita a inscrição prévia, através do e-mail biblioteca@cm-loule.pt

Recorde-se que, até 29 de outubro, o edifício-sede da Biblioteca Municipal de Loulé recebe a Exposição “E em vez do medo? Arteopatia – A arte como cura”.

Através da arte podemos transformar o medo em coragem, criatividade e expressão. Esta exposição reúne trabalhos realizados por alunos do 5º, 6º, 7º e 8º anos da EB 2, 3 São Pedro do Mar, Quarteira, no âmbito do projeto Ponto de Encontro do Plano Nacional das Artes, desenvolvido pela Biblioteca Municipal de Loulé e o Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres, Quarteira.

Partindo da pergunta “E em vez do medo”, os alunos exploram emoções, medos, e estratégias para os enfrentar, através de mapas mentais, cartazes e criações artísticas. O percurso culminou na construção de “Caixas Cura para o Medo”, objetos que traduzem, de forma criativa e simbólica, diferentes formas de lidar com aquilo que nos assusta.

Com esta programação, a Biblioteca Municipal de Loulé reforça a sua aposta na promoção da leitura, da criatividade e do desenvolvimento infantil, proporcionando experiências culturais e educativas que aproximam os livros, a música e as artes das crianças e das suas famílias.

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Amigos, ódio ou engate: para que serve o Facebook hoje?

A propósito da estreia de “O Veredito Social” e no 20.º aniversário da rede social de Mark Zuckerberg, esta semana falamos sobre likes e perfis, algoritmos e cronologias, bons textos e má língua.

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“A Leste do Paraíso” é uma das séries do ano? — Sugestões

Os sete episódios protagonizados por Florence Pugh estão em destaque nas propostas desta semana, mas também há Schumacher em 94, salsa em Nova Iorque, plantas em livro e David Foster Wallace.

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Morre aos 85 anos o artista Juarez Machado, referência brasileira nas artes

O artista plástico Juarez Machado morreu nesta terça-feira (6), aos 85 anos, em Vassouras, no interior do Rio de Janeiro. Ele estava internado desde 29 de setembro para tratar uma pneumonia e sofreu uma parada cardíaca. A informação foi confirmada pelo Instituto Internacional Juarez Machado (IIJM), criado pelo artista em Joinville, sua cidade natal. Machado deixa três filhos.

A Prefeitura de Joinville decretou luto oficial de três dias pela morte do artista. O instituto que leva seu nome permanecerá fechado entre esta quarta-feira (7) e sexta-feira (9).

Nascido em 16 de março de 1941, em Joinville, Juarez Machado construiu uma trajetória que ultrapassou seis décadas e transitou por diferentes linguagens. Pintura, escultura, desenho, caricatura, fotografia e cenografia fizeram parte de sua produção. Ele também atuou como escritor e ator.

Morre aos 85 anos o artista Juarez Machado, referência brasileira nas artes
Foto: Divulgação

A formação artística começou ainda no Sul do país. Machado estudou na Faculdade de Belas Artes de Curitiba e, no início da carreira, trabalhou como cenógrafo na TV Paraná. Em 1962, recebeu o prêmio de melhor escultor do Estado. Dois anos depois, realizou sua primeira exposição individual, na Galeria Cocaco, em Curitiba.

Foi no Rio de Janeiro que sua carreira ganhou novas dimensões. O artista passou a colaborar com importantes veículos de imprensa, entre eles as revistas O Cruzeiro e O Pasquim e o Jornal do Brasil. Nesse período, aproximou-se de alguns dos principais nomes do humor e da imprensa brasileira, como Ziraldo, Jaguar e Millôr Fernandes.

A televisão também teve papel importante em sua trajetória. Em 1973, Juarez Machado passou a integrar a equipe de criação do Fantástico, da TV Globo. No ano seguinte, ganhou espaço no programa com uma apresentação baseada em mímica e interação com os próprios desenhos. Com o rosto pintado de branco, o artista criava uma espécie de diálogo silencioso entre seu corpo e as imagens.

Machado também se destacou na literatura visual. Em 1975, lançou “Ida e Volta”, obra construída exclusivamente com ilustrações e considerada pioneira no desenvolvimento do livro-imagem no Brasil. A publicação consolidou uma característica que acompanharia sua produção: a capacidade de contar histórias sem depender do texto.

Morre aos 85 anos o artista Juarez Machado, referência brasileira nas artes
No cinema e na pintura internacional, Juarez Machado também ganhou grande destaque por ter quadros escolhidos para decorar o quarto da protagonista no filme francês: “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001)” | Foto: Reprodução

Carreira internacional

Em 1986, Juarez Machado se mudou para Paris e instalou um ateliê em Montmartre, tradicional bairro associado à produção artística francesa. A mudança ampliou sua presença no circuito internacional e marcou uma nova fase de sua carreira.

Seu trabalho também chegou ao cinema. O cineasta francês Jean-Pierre Jeunet conheceu suas pinturas durante uma exposição em Paris e utilizou referências cromáticas do artista na concepção de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, lançado em 2001. Duas obras de Machado aparecem na decoração do quarto da personagem principal.

Mesmo com a projeção internacional, Joinville permaneceu como um dos principais pontos de ligação do artista com o Brasil. Entre suas obras na cidade está o mural cerâmico “O Grande Circo”, instalado na entrada do Centreventos Cau Hansen. A composição ocupa 90 metros quadrados e reúne 963 peças pintadas à mão. A obra foi inaugurada em 1998.

Anos depois, Machado criou um espaço dedicado à preservação e à divulgação da produção artística. Em 2014, instalou o Instituto Internacional Juarez Machado no terreno onde ficava a antiga casa de seus pais. O local passou a reunir obras e atividades voltadas à difusão da arte na região.

Com uma obra marcada pela mistura entre humor, desenho, movimento e narrativa visual, Juarez Machado construiu uma trajetória que atravessou fronteiras e diferentes campos da cultura brasileira. Sua produção deixou registros não apenas em museus e galerias, mas também na televisão, na imprensa, na literatura e no cinema.

Com uma carreira marcada por obras de destaque, Juarez Machado se consolidou como uma das grandes referências das artes plásticas no Brasil | Foto: Reprodução

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Frescos romanos del siglo I a.C. aparecen junto al lugar donde votaban los griegos de Agrigento

Hace unos veintidós siglos, el sitio donde hoy se excava en el Valle de los Templos era el lugar donde los ciudadanos libres de Akragas, el nombre griego de Agrigento, se reunían para decidir los asuntos de su ciudad. Ese edificio, un graderío semicircular que los arqueólogos llaman ekklesiasterion (de ekklesía, «asamblea» en griego), es […]

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De todos los animales del arte egipcio, casi solo los perros tenían nombre: aparece uno único en la tumba de un escriba de Tutmosis I

Entre todos los animales que aparecen en las tumbas y en el arte del Antiguo Egipto, muy pocos llevan nombre propio, y casi todos los que lo llevan son perros. También hubo caballos con nombre, aunque se conservan muchos menos. De los gatos, tan ligados hoy a la imagen de Egipto, la bibliografía solo maneja […]

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