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Hallan en la antigua ciudad griega de Kibyra estatuas romanas del siglo II d.C., entre ellas las del emperador Adriano y su esposa Sabina

Las excavaciones dirigidas por la Universidad Mehmet Akif Ersoy de Burdur (MAKÜ) en el yacimiento arqueológico de la antigua Kibyra griega, en el suroeste de Turquía, han sacado a la luz los fragmentos de cuatro esculturas marmóreas de época romana, entre las que figura una representación completa del emperador Adriano, de 2,14 metros de altura, […]

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O Convite ao Interior está de regresso com novas atividades até Novembro

Experiências de etnobotânica, polinizadores, investigação comunitária e atividades para famílias marcam a temporada de Outono do programa cultural da Cooperativa QRER que alia natureza e cultura no interior do Algarve.

A Cooperativa QRER dá continuidade ao programa Convite ao Interior, que chega à sua 3ª edição com um conjunto de atividades diversificadas a decorrer entre Setembro e Novembro, e estreia uma nova plataforma para divulgação e inscrição.

O programa deste Outono organiza-se em torno de sete eixos temáticos:  Artes e Ofícios da Paisagem; Atividades Artísticas para Famílias; Paisagens Rurais e os seus Polinizadores; Algarve, Spoken; Cocriação do Mapa das Hortas, Pomares e Cultivos de Querença; Rodas de Conexão e Finais de Tarde no Jardim. Reúne propostas que vão desde percursos na natureza para reconhecer plantas, polinizadores e ecossistemas locais, as missões de investigação comunitária para iniciar um mapa das hortas e pomares de Querença, oficinas artísticas para famílias e ainda um curso de português para estrangeiros, a partir da vida e da cultura local.  

Entre os principais destaques a acontecer brevemente está a atividade “Etnobotânica do Barrocal: Paisagem, plantas e usos”, na Fonte Filipe em Querença e inclui uma prova de produtos locais, e o workshop “Construir Bio-alojamentos para Polinizadores”, no jardim junto à sede da QRER, ambas a 19 de Setembro, ou a saída de campo à Benémola para descobrir “O que vive à volta da água”, assim como o arranque do “Algarve, Spoken: Learn Portuguese through local life”, um curso com 6 módulos, de português para estrangeiros que vivem no Algarve e querem desenvolver a aprendizagem de português ao mesmo tempo que aprofundam o conhecimento da cultura local.

Os meses seguintes trazem novas saídas de campo, atividades de etnobotânica e o arranque da missão de investigação comunitária para a cocriação do Mapa das Hortas e Pomares de Querença, com intervenção entre os sítios do Pombal e da Adega, a 3 de Outubro. Haverá ainda outras novidades e ciclos temáticos a apresentar em breve.

As atividades são coorganizadas por cooperadores da QRER e envolvem convidados especialistas de diferentes áreas e membros da comunidade local. Os preços variam entre os 10€ e os 20€, com exceção do curso de português para estrangeiros que, pela sua natureza e dimensão tem um valor mais elevado. Já as atividades da missão de investigação comunitária não têm custos de participação, na medida em convidam quem se inscreve a dar um contributo concreto para a cocriação do Mapa das Hortas, Pomares e Cultivos de Querença.

Informações para Inscrição:

A programação completa, preços e inscrições estão disponíveis na nova plataforma www.convite.qrer.pt .

O Convite ao Interior é um programa anual cofinanciado pelo Município de Loulé, através do Apoio ao Movimento Associativo Cultural e Recreativo, e pela CCDR Algarve, através do Programa de Apoio a Iniciativas Culturais Regionais de Carácter Não Profissional.

Sobre a Cooperativa QRER

A QRER, Cooperativa para o Desenvolvimento dos Territórios de Baixa Densidade desenvolve projetos de valorização do património natural e cultural do interior do Algarve. O Convite ao Interior é um programa cultural pensado para afirmar o interior do Algarve como um espaço de cultura e criatividade e para dar a conhecer este território através de quem nele vive e trabalha.

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Festival F regressa a Faro para a 11.ª edição

O Festival F está de regresso a Faro para a sua 11.ª edição, que acontece de 3 a 5 de setembro de 2026, reunindo música e cultura num dos grandes eventos do verão algarvio.

Durante três dias, a cidade de Faro recebe um programa diversificado que cruza diferentes géneros e linguagens musicais, com artistas nacionais e projetos emergentes.

Entre os nomes em destaque estão Bárbara Tinoco, D.A.M.A, Wet Bed Gang, ÁTOA, HMB e Chico da Tina, que integram o cartaz de quinta-feira, 3 de setembro. O programa inclui ainda atuações de Paus, Irina Barros, Alcool Club, Lana Gasparotti, Femme Falafel, Mães Solteiras, Jasmin, João Tiago Neto, Afonso Rodrigues, Rafael Toral, Ana Tereza, Gijoe + Gaiatos Capote e Vasco Trindade Trio, entre outros.

Na sexta-feira, 4 de setembro, sobem ao palco The Gift, Nelson Freitas, TZ da Coronel, Ricardo Ribeiro & Orquestra de Jazz do Algarve, Clã e Moonspell. O alinhamento conta também com Lucas Ortet, Bizarra Locomotiva, Aragão, Pelados, Inhuman, Daniel Kemish, Joana Almeirante, Diana Vilarinho, Rita Cortezão, SB03, Mirage People, Danz (DJ Set), Must Be Blue, Algarve Jazz Collective, L.A.R. e João Melgueira.

O último dia do festival, sábado, 5 de setembro, apresenta nomes como Carminho & Orquestra do Algarve, Slow J, Papillon, Danni Gato, Maninho, Mind da Gap e Branko, acompanhados por Camaleão Azul, Espama Trincana, King Bigs, Peculiar, Travo, Elisa, Latte, Peixe, IBSXJAUR, Gonçalo Mendes, Untitled, Micáh, Sofia Rodrigues, Akur e Puntzchick.

Com uma programação que combina artistas consagrados, novos talentos e diferentes propostas musicais, o Festival F volta a afirmar-se como um dos principais acontecimentos culturais do Algarve, convidando o público a viver Faro através da música e da cultura.

Festival F — 3 a 5 de setembro de 2026 | Faro, Algarve | 11.ª edição.

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Open Ateliers Olhão: 68 artistas abrem portas à cidade em setembro

De 18 a 20 de setembro, Olhão volta a abrir as portas à criação artística com a segunda edição dos Open Ateliers Olhão, uma iniciativa do Município de Olhão, em parceria com a FESNIMA, que este ano cresce significativamente e envolve 68 artistas residentes no concelho.

Depois dos 20 artistas que participaram na primeira edição, em 2025, os Open Ateliers Olhão afirmam-se agora como um evento de maior dimensão e diversidade, reunindo 47 artistas portugueses e 21 estrangeiros, todos residentes no concelho de Olhão.

A segunda edição traz também novas oportunidades de participação. Pela primeira vez, 21 jovens estudantes, dos ensinos secundário e universitário, integram o projeto, tendo a oportunidade de apresentar, promover e valorizar os seus trabalhos artísticos junto da comunidade.

Outra das novidades desta edição é a abertura do projeto a criadores que não dispõem de atelier própr. São 32 os artistas nesta situação e, através de parcerias estabelecidas pelo Município, terão à sua disposição espaços no centro da cidade para apresentar os seus trabalhos, reforçando a ligação entre a criação artística e o espaço urbano de Olhão.

A edição de 2026 apresenta, ainda, uma maior diversidade de áreas no universo das artes visuais, incluindo pintura, instalação, ilustração, fotografia, escultura, desenho, cerâmica, arte urbana e arquitetura.

O crescimento dos Open Ateliers Olhão traduz-se, igualmente, numa rede mais alargada de parceiros. Para além da FESNIMA, o evento conta com a colaboração dos Bairros Comerciais Digitais – Olhão com Alma, Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes, República 14, A Fábrica de Olhão, Centro de Arte de Pintores Olhanense (CAPO), 4 Elements e 5.º Element, Associação BeTween, Sena Architects, 3VD, Atelier à do Caco, Almeida Morgan Real Estate, Real Marina Hotel & Spa, Guest Mar (Galeria pop-up Raminhos), Catita & Companhia, Estúdio Onze, Galeria pop-up Oscar & Sophie e Quinta do Coelho Azul.

A programação paralela ganha também maior expressão nesta segunda edição, com performances musicais, mentoria artística, workshops e visitas mediadas, proporcionando diferentes formas de contacto com os artistas, os seus processos criativos e os espaços onde a arte acontece.

Para facilitar o acesso à informação e acompanhar toda a programação, os Open Ateliers Olhão contam, pela primeira vez, com website próprio, disponível em www.openateliersolhao.pt, que reúne informação sobre os artistas, os espaços e as entidades participantes, bem como sobre todas as iniciativas que integram a programação.

Durante três dias, Olhão transforma-se, assim, num espaço aberto à criação contemporânea e ao encontro, aproximando artistas e comunidade e dando a conhecer a diversidade de talento que existe no concelho.

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Amostra de Artesanato Multicultural reúne criatividade e diversidade cultural em Lagos

Lagos recebe, de 1 a 6 de setembro de 2026, a “Amostra de Artesanato Multicultural”, uma iniciativa dedicada à promoção e valorização do artesanato, da criatividade e da diversidade cultural.

O evento terá lugar no Armazém Regimental, onde, diariamente, entre as 10h00 e as 20h00, o público poderá conhecer e adquirir trabalhos artesanais de diferentes origens e tradições.

A iniciativa pretende proporcionar um espaço de encontro entre culturas, dando visibilidade ao trabalho de artesãos e permitindo aos visitantes descobrir diferentes técnicas, expressões artísticas e tradições artesanais.

Com esta mostra, pretende-se também contribuir para a dinamização cultural de Lagos e para a valorização do artesanato enquanto expressão de identidade, criatividade e património cultural.

A “Amostra de Artesanato Multicultural” convida, assim, a comunidade local e os visitantes a conhecerem esta diversidade de trabalhos e a apoiar os artesãos presentes no evento.

Amostra de Artesanato Multicultural
📍 Armazém Regimental, Lagos
📅 1 a 6 de setembro de 2026
🕙 Diariamente, das 10h00 às 20h00

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Encuentran en la antigua ciudad griega de Side en Anatolia la Puerta de Heracles con relieves de sus 12 trabajos

Las excavaciones desarrolladas en la calle B del conjunto arqueológico de Side, en la costa mediterránea del sur de Turquía (fundada por colonos griegos de Cime, según Estrabón y Flavio Arriano), han concluido tras sacar a la luz un eje viario de aproximadamente 390 metros de longitud que conserva las huellas de su evolución arquitectónica […]

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Festa do Livro no Calçadão de Quarteira

A leitura e a literatura estão de volta ao Calçadão de Quarteira com mais uma edição da Festa do Livro, um encontro dedicado aos livros, à cultura e a todos os que gostam de descobrir novas histórias.

Até 6 de setembro, pode visitar a Festa do Livro todos os dias, entre as 10h e as 24h, junto ao jardim em frente ao posto da GNR de Quarteira.

E há ainda momentos especiais de leitura, sempre pelas 21h, no dia 27 de agosto — leitura com Sílvia Viegas e
31 de agosto — leitura com Rute Rodrigues

Para tornar a festa ainda mais divertida, a mascote Octávio estará de volta na noite de 28 de agosto, pronta para animar miúdos e graúdos.

Passe pelo Calçadão, descubra novos livros e aproveite esta celebração da leitura junto ao coração de Quarteira.

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O samba do Tio Esperança

Na manhã de 29 de julho, toda a comunidade do samba e do futebol de várzea se deparou com a Prefeitura de São Paulo demolindo a sede do Grêmio Esportivo Recreativo Cruz da Esperança, na Zona Norte da capital. A ação foi em cumprimento de uma ordem judicial de reintegração de posse na área, onde está prevista a construção do Parque Campo de Marte.

Criado em 1958 por um grupo de taxistas negros, o clube ocupava o terreno no Campo de Marte desde o fim da década de 1970. O espaço se tornou referência no futebol de várzea após receber diversos jogadores que foram destaque em times tradicionais: “Todo jogador de bola vinha jogar no Cruz: Basílio, Serginho Chulapa, Solito, Mauro, Casagrande, Viola, Ataliba. Vou até parar de citar nomes, porque corro o risco de esquecer alguém, mas muita gente passou no Cruz”, conta Antônio Marcos, presidente do Cruz da Esperança, conhecido como Tio Toninho.

Três dias após a demolição do espaço, Toninho concedeu entrevista à Agência Pública em sua casa. Visivelmente abatido, até aquele momento ele não havia saído de casa – ainda estava impactado pelo longo processo de negociação com a Prefeitura até a derrubada das paredes que havia ajudado a construir.

Com diversos álbuns de fotografias à mesa, Toninho se emocionou ao rememorar a sua relação com o futebol de várzea, a chegada ao clube na década de 1960, os bailes black que aconteceram entre os anos 1970 e 1980 e as rodas de samba que se mantêm desde os anos 1990. O espaço, também chamado de “Pequena África Paulista”, é apontado como patrimônio vivo da memória negra e da música popular na Zona Norte da cidade.

Apesar da perda do espaço físico, o samba continua acontecendo todos os finais de semana na região da Casa Verde, próximo à antiga sede. E a história ainda não terminou na Justiça: no dia 20 de agosto, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região publicou uma decisão que proíbe a Prefeitura de São Paulo e a concessionária de fazer novas intervenções físicas no solo ou subsolo do terreno, incluindo escavações, terraplenagem, fundações, compactação do terreno e outras atividades de impacto equivalente, até que estudos técnicos sobre possíveis vestígios arqueológicos e bens culturais no local sejam realizados.

Para o Tio Toninho,  a decisão da Justiça é positiva para a comunidade, porém chegou tarde. “A notícia [da decisão] pra nós foi muito ótima, se bem que atrasada porque chegou depois da demolição. Se chegasse antes eles não poderiam mexer”, lamenta.

A decisão recente foi motivada, dentre outros elementos, por uma vistoria feita pelo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no local em 18 de junho deste ano. O relatório de fiscalização constatou que a área “apresenta potencial arqueológico relevante”. O documento solicitou ao órgão o aprofundamento dos estudos técnicos antes da realização de novas intervenções por parte da concessionária. A vistoria aconteceu antes da demolição da sede do Cruz da Esperança.

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Hallada en Karahantepe una excepcional escultura de 11000 años de antigüedad que representa a un hombre sobre un leopardo

El ministro de Cultura y Turismo de Turquía, Mehmet Nuri Ersoy, ha dado a conocer el descubrimiento de una pieza arqueológica de singular valor durante los trabajos de excavación que se llevan a cabo en el yacimiento de Karahantepe, correspondientes a la campaña de 2026. Se trata de una escultura compuesta, con una altura de […]

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Albufeira revela as cores e formas dos seus artístas

A 14.ª edição de “Cores e Formas dos Nossos Artistas” dá a conhecer diferentes olhares e expressões de artistas naturais ou residentes no concelho de Albufeira. Guilherme Limão conquistou o primeiro prémio com “A Sombra da Memória”, seguido por Catarina Ramos e Susana Gonçalves. Promovida pela Câmara Municipal de Albufeira, a exposição permanece patente na Galeria Municipal João Bailote, até 19 de setembro.

De carácter bienal, o concurso procura valorizar o trabalho desenvolvido nas áreas da pintura, do desenho e da escultura. O tema livre deu aos participantes a possibilidade de explorarem diferentes técnicas, linguagens e formas de interpretar o mundo. Nesta edição o júri avaliou um total de 21 obras.

A entrega de prémios e certificados contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, e da vereadora da Câmara Municipal, Maria Cristina Corado, que acompanharam este momento de reconhecimento dos artistas locais.

O primeiro prémio, no valor de 750 euros, distinguiu Guilherme Limão pela obra “A Sombra da Memória”, criada em acrílico sobre tela e rede. A sobreposição de materiais, o contraste entre tons escuros e os apontamentos dourados e a presença discreta de figuras humanas constroem uma composição marcada pela profundidade e pela fragmentação. A obra sugere a forma como as memórias persistem, se transforma e, por vezes, se confundem com o tempo.

Catarina Ramos conquistou o segundo lugar e um prémio de 500 euros com “Mãe”, uma pintura a óleo de forte componente figurativa. No centro da composição encontra-se uma figura feminina sentada, envolvida por uma paleta de tons quentes e elementos simbólicos. A postura, o olhar e a proximidade da representação conferem à obra uma dimensão íntima, associada à presença, à proteção e aos laços maternos.

O terceiro prémio, no valor de 250 euros, foi atribuído a Susana Gonçalves pela obra “Efemeridade”, em acrílico sobre tela. A composição apresenta uma figura de braços erguidos entre as formas transparentes que fazem lembrar bolhas, num ambiente marcado pelo movimento e por uma atmosfera suspensa. Os apontamentos de cor destacam-se entre os tons suaves e reforçam a sensação de fragilidade e transitoriedade sugerida pelo título.

O júri atribuiu ainda duas menções honrosas: a Isabel Lopes, pela pintura a óleo “Fantasia Branca”, e a Bruno Ceriz, pela escultura “Um Filho da Terra”.

A avaliação das 21 obras esteve a cargo de António Manuel Dias Costa Valente, docente da Licenciatura em Artes Visuais da Universidade do Algarve, Júlio Antão, artista plástico multidisciplinar e designer gráfico, e Vanessa Barragão, artista e designer têxtil.

Rui Cristina destacou que “esta exposição celebra a alma viva, criativa e plural de Albufeira e dá visibilidade ao talento dos artistas locais”. Por sua vez, Maria Cristina Corado salientou que “a diversidade das obras revela diferentes formas de interpretar o mundo e enriquece a vida cultural do concelho.”

“Cores e Formas dos Nossos Artistas” pode ser visitada até 19 de setembro, de segunda-feira a sábado, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.

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Noites no Cais regressam a Lagos com três noites de música, arte e encontros entre culturas

De 4 a 6 de setembro, pelas 21h30, as Noites no Cais regressam ao Cais das Descobertas e Jardim da Constituição para três serões onde a música, a arte e diferentes geografias culturais se encontram num dos cenários mais emblemáticos do centro histórico de Lagos. La Barca, Afro Anatolian Tales e Bandua compõem o programa musical desta edição, acompanhado por uma instalação artística criada por Nuno Pimenta especialmente para o evento.

Criadas em 2020, as Noites no Cais voltam a transformar este espaço junto às muralhas num palco ao ar livre, com uma programação eclética e multicultural que cruza tradição e contemporaneidade, Oriente e Ocidente, natureza, eletrónica e novas linguagens artísticas.

Ao longo dos três dias, uma instalação de Nuno Pimenta, com curadoria da ETERNO, evocará a ondulação do mar e a relação histórica de Lagos com o oceano.

4 de setembro | La Barca

Verde mi Sangre, Rojo tus Hojas parte da biodiversidade para uma viagem musical pelo mundo natural e pela relação entre humanidade e natureza.

5 de setembro | Afro Anatolian Tales – Tarab Dance

Tradições da Anatólia, Irão, Índia e da Rota da Seda encontram-se com eletrónica e improvisação, numa ponte musical entre Oriente e Ocidente.

6 de setembro | Bandua

Bernardo D’Addario e Edgar Valente cruzam memória e cultura portuguesas com sonoridades globais, entre o eletrónico e o orgânico, o passado e o futuro.

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete na receção do Centro Cultural de Lagos. Nos dias dos espetáculos, os bilhetes também poderão ser levantados no pórtico de entrada do recinto, a partir das 19h00.

Entre muralhas, mar e céu estrelado, Lagos volta a abrir o Cais das Descobertas ao mundo!

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Cineteatro louletano volta a acolher e a espantar em setembro, com teatro, fado, dança e jazz

Setembro é um convite para voltar ao Cineteatro Louletano e a tudo o que aqui se cruza: histórias que espantam, propostas que inquietam e experiências que aproximam públicos e artistas em torno do mundo que nos rodeia. O programa do mês cruza dança, teatro, música e criação multidisciplinar, valorizando a criação contemporânea, a coprodução artística e o diálogo entre diferentes linguagens e públicos. Setembro reforça ainda o compromisso com a acessibilidade, com sessões com Audiodescrição e interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

O mês arranca de 3 a 6 de setembro com a 9.ª edição do Corpo de Hoje – Festival de Artes Performativas, no Cineteatro Louletano e noutros espaços do concelho. Mais do que um festival, o Corpo de Hoje propõe-se como um movimento artístico que questiona a forma como sentimos, olhamos e vivemos o corpo, através da dança e das artes performativas.

Entre os momentos desta edição está Steal You for a Moment, de Francisco Camacho e Meg Stuart, no dia 5 de setembro, às 21h00, uma coprodução do Cineteatro Louletano. O programa inclui ainda a oficina Uma Aula de Improvisação, orientada por Meg Stuart, no dia 3 de setembro, entre as 18h00 e as 21h00, no Estúdio Corpo de Hoje, e o encontro Mostra-me o teu quintal, dir-te-ei quem és, de Leonor Isidro, no dia 6 de setembro, das 10h30 às 12h30, no Moinho do Gentil, em Querença.

No dia 8 de setembro, às 21h00, o Auditório do Solar da Música Nova recebe Petit Pays, de Eric Barbier, no âmbito do ciclo Filme Francês do Mês, numa parceria com a Alliance Française. A sessão, de entrada gratuita, apresenta a adaptação cinematográfica do romance de Gaël Faye, numa obra centrada na infância, na amizade e nas profundas transformações provocadas pelo conflito no Burundi.

O teatro regressa ao Cineteatro Louletano nos dias 11 e 12 de setembro, às 21h00, com The Swimming Pool Party, do Teatro do Eléctrico, numa coprodução do Cineteatro Louletano. Com texto de Ricardo Neves-Neves, o espetáculo parte de um estranho caso de assassinato durante uma festa de fim de temporada para construir uma comédia negra sobre superficialidade, relações humanas e aparências. No dia 12 de setembro, às 17h00, a sessão conta com audiodescrição, reforçando a aposta do Cineteatro na acessibilidade para pessoas cegas e/ou com baixa visão.

Dia 13 de setembro, às 17h00, o Cineteatro Louletano recebe Os Poetas Convidados, encontro inédito entre Pedro Moutinho e Hélder Moutinho. Pela primeira vez a partilhar o palco, os dois músicos celebram o Fado e prestam tributo aos poetas que têm enriquecido este património musical, num concerto que cruza tradição e identidade artística.

A 18 de setembro, às 21h00, é a vez de Kitada, de Marga Alfeirão, pelo Projecto Casa, subir ao palco do Cineteatro Louletano. Em estreia e numa coprodução, o espetáculo multidisciplinar aborda o erotismo e o desejo feminino associados à memória e ao passado. Integra o projeto de apoio à criação que envolve o Cineteatro Louletano, o Centro Cultural Vila Flor e O Espaço do Tempo.

No dia 20 de setembro, às 17h00, o Cineteatro Louletano apresenta Cratera, de André Braga e Cláudia Figueiredo, da CRL – Central Elétrica, espetáculo multidisciplinar com interpretação em Língua Gestual Portuguesa. Partindo das propostas da Geopoética e da relação entre questões ecológicas e a experiência individual, a criação procura experiências intensas de ligação à terra, tendo parte da pesquisa e do processo criativo sido desenvolvida na ilha do Fogo, em Cabo Verde.

Ainda no dia 25 de setembro, às 21h00, o Cineteatro Louletano recebe Coro dos Amantes, de Tiago Rodrigues, Cláudia Gaiolas e Tónan Quito. Primeira peça de teatro de Tiago Rodrigues, estreada na Culturgest em 2007, a obra apresenta a duas vozes a história de um jovem casal confrontado com uma situação de vida ou morte, numa narrativa sobre amor, respiração e a força vital que persiste quando tudo parece estar em causa. Coro dos Amantes terá interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

No dia 26 de setembro, sábado, há lugar para um laboratório de criação artística e participativa, na Casa da Cultura de Loulé. Chama-se CTRL + ALT + Liberdade Desprogramada, de Marlene Barreto. A ação convida os participantes a refletirem sobre a forma como os discursos moldam as nossas escolhas, as nossas convicções e a perceção da liberdade.

E no mesmo dia, das 11h00 às 12h00, a Orquestra de Jazz do Algarve propõe uma masterclass de jazz com a cantora Polly Gibbons, no âmbito do Algarve All Jazz, no Cineteatro Louletano.

Ainda em setembro, um projeto promovido pelo Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação Calouste Gulbenkian, em colaboração com o Cineteatro Louletano, vai andar por Loulé. A residência de O que é o tacho? parte do encontro com famílias migrantes, utilizando a culinária como território de resistência e de afirmação cultural, uma forma de reclamar lugar e partilhar identidades. Em simultâneo cruzam-se histórias, memórias, afetos e, claro, receitas. O que é o tacho? terá uma sessão de partilha pública, em dezembro.

A programação encerra no dia 27 com música. Às 10h00 e às 11h30, o Auditório do Solar da Música Nova recebe As Árvores Não Têm Pernas para Andar, de Joana Gama, com duas sessões para famílias, às 10h00 e às 11h30, dirigidas a maiores de 3 anos. Mais tarde, às 17h00, o Cineteatro Louletano acolhe Algarve All Jazz ’26, com Polly Gibbons & Orquestra de Jazz do Algarve, numa coprodução que junta uma das vozes de referência do jazz britânico a uma das principais formações jazzísticas algarvias.

Com uma programação de referência (que pode ser consultada no site e nas redes sociais do Cineteatro), o Cineteatro Louletano está credenciado pela Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, integrando ainda a Rede de Teatros com Programação Acessível e proporcionando espetáculos com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, outros com Audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com deficiência visual, e ainda Sessões Descontraídas, adaptadas a vários públicos, entre eles pessoas neuro divergentes.

O Cineteatro Louletano é uma estrutura cultural da Câmara Municipal de Loulé no domínio das artes performativas, e um dos promotores da Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e da Rede 5 Sentidos.

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Hace 7000 años los últimos cazadores-recolectores se encontraron con los primeros agricultores en un lago de Alemania: esto fue lo que sucedió

Las más de 50.000 piezas de cerámica halladas en el yacimiento de Hüde I, en el lago Dümmer (Baja Sajonia, Alemania), están proporcionando una visión sin precedentes sobre cómo se produjo la transición del estilo de vida cazador-recolector a la agricultura en el norte de Europa. Los investigadores han identificado cerámica procedente de al menos […]

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Olhão continua a celebrar Bicentenário da Câmara Municipal com espetáculo de videomapping

No próximo dia 28 de agosto, pelas 22:30, no Largo Sebastião Martins Mestre (Paços do Concelho), o Município de Olhão e o Artelier? – Teatro de Rua apresentam o espetáculo de videomapping intitulado “200 anos em movimento”, com o apoio da Junta de Freguesia de Olhão. 

Integrado no programa comemorativo do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, o espetáculo assinala uma data particularmente significativa: 28 de agosto de 1826, dia a que corresponde a primeira ata que integra o acervo do Arquivo Municipal e que marca o arranque formal do funcionamento da estrutura camarária olhanense.

Ao longo de cerca de 70 minutos, “200 anos em movimento” propõe uma viagem pela história da Câmara Municipal de Olhão, revisitando acontecimentos, protagonistas e momentos marcantes dos seus dois séculos de existência. Através de uma linguagem contemporânea e de uma abordagem site-specific, o espetáculo recorre à tecnologia para projetar sobre os Paços do Concelho uma nova leitura da história e da identidade olhanenses.

A proposta artística vai, contudo, além da componente audiovisual. O espetáculo integra também uma dimensão de teatro participativo, colocando em interação, ao vivo, atores profissionais com elementos de diferentes núcleos e projetos teatrais não profissionalizados do concelho: a Universidade Sénior, o Grupo de Teatro Sénior de Olhão, o AlmaMonca, novo projeto teatral sediado em Moncarapacho, e jovens ligados à Casa Municipal da Juventude Hugo Charrão.

A criação do espetáculo resulta de um trabalho desenvolvido ao longo dos últimos meses, que incluiu pesquisa histórica, investigação de campo junto da comunidade e releitura artística dos 200 anos de percurso da Câmara Municipal.

“200 anos em movimento” pretende, assim, transformar o espaço público num lugar de encontro entre memória, comunidade e criação artística, celebrando dois séculos de história municipal através de uma experiência dirigida a toda a população e a quem visita Olhão.

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La tapa posterior de un códice del siglo VIII escondía diez papiros, seis de ellos siguen sin descifrarse porque nadie sabe en que lengua están escritos

En 1919, cuando alguien empezó a examinar con detenimiento la encuadernación de un códice del siglo VIII conservado en el Archivo Capitular de la catedral de Barcelona, descubrió que la tapa posterior escondía algo más que cuero y costuras. Bajo la piel, colocados en pliegues, aparecieron diez fragmentos de papiro. Más de un siglo después, […]

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Lado B recebe Lena D’água no dia 18 de setembro, em Silves

A rubrica Lado B recebe, no próximo dia 18 de setembro, a renomada artista Lena d’Água, para um concerto intimista que terá lugar pelas 21h30, no Teatro Mascarenhas Gregório, em Silves.

Dona de um timbre inconfundível, de uma dicção irrepreensível e de uma singular sensibilidade na interpretação das canções, Lena d’Água é uma das mais marcantes e incontornáveis vozes da música portuguesa. Com uma carreira que atravessa várias décadas, a artista ocupa um lugar de destaque na história da música nacional, tendo dado voz a algumas das canções que integram a banda sonora de várias gerações.

Em novembro de 2024, Lena d’Água regressou aos registos discográficos com o álbum “Tropical Glaciar”, novamente com autoria de Pedro da Silva Martins, à semelhança do trabalho que o antecedeu, “Desalmadamente”.

Os bilhetes para o espetáculo têm o custo de 10 euros e podem ser adquiridos através da bilheteira online da BOL, em https://cmsilves.bol.pt/, bem como nos locais habituais de venda. Poderão ainda ser adquiridos no próprio dia do espetáculo, no Teatro Mascarenhas Gregório, a partir das 20h00, caso exista disponibilidade de bilheteira.

O Município de Silves continua, assim, a apostar na promoção cultural através da dinamização da rubrica Lado B, um projeto que se distingue pelo seu formato diferenciador, próximo e descontraído, proporcionando momentos de partilha onde a música e a conversa se cruzam e permitindo ao público conhecer uma versão mais intimista dos artistas convidados.

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Museu de Lagos debate operações SAAL a nível nacional

As operações SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local), desde o norte ao sul do país, estarão no centro do debate na próxima sessão do ciclo «À Conversa no Museu», promovida pelo Museu de Lagos, que se realizará a 27 de agosto, pelas 18h30, com a participação dos especialistas Ana Catarina Costa, João Baía e João Paupério, moderados por Miguel Reimão Costa.

Integrada no programa cultural da exposição «As Nossas Casas: 50 Anos de Habitação Digna», dedicada ao Bairro SAAL da Zona Verde – Bensafrim, o município pretende dar a conhecer a diversidade de experiências, de facetas e de intervenientes no processo SAAL e as suas repercussões na arquitetura, na habitação, na política e na vida das pessoas desde 1974 até aos dias de hoje, numa perspetiva nacional.

A sessão é de entrada gratuita, decorrendo na sala de atividades do núcleo Dr. José Formosinho, com entrada gratuita mediante inscrição através e formulário online. O estacionamento no Parque da Zona Ribeirinha é gratuito para os participantes, mediante carimbo do talão no Museu de Lagos.

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“Uma Estrada para o Silêncio” sobe ao palco em Silves a 11 de setembro

O Teatro Mascarenhas Gregório, em Silves, recebe, no dia 11 de setembro, às 21h30, o espetáculo “Uma Estrada para o Silêncio”, apresentado pela companhia Luar Teatro.

Com texto de Salvador Santos e encenação de Célia Martins, a peça integra o Ciclo de Teatro do Concelho de Silves e propõe uma reflexão sobre o despovoamento e a desertificação do interior, o desaparecimento das aldeias serranas e a ligação ancestral entre o ser humano e a terra.

A partir das memórias e das observações do narrador sobre o mundo contemporâneo, o espetáculo reúne pequenas histórias do quotidiano passadas num lugar imaginário. A narrativa aborda as tensões vividas por territórios que procuram resistir ao avanço tecnológico e à adoção dos modelos da sociedade de consumo.

O silêncio, a velhice e as ruínas são apresentados como espaços de reflexão e pontos de partida para imaginar um futuro diferente.

Os bilhetes estão disponíveis na plataforma BOL, através do endereço cmsilves.bol.pt, e nos locais habituais.

Promovido pelo Município de Silves, o Ciclo de Teatro decorre até outubro. O próximo espetáculo anunciado é “Cabo das Tormentas”, marcado para 17 de outubro, também às 21h30, no Teatro Mascarenhas Gregório.

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El friso del Partenón fue diseñado para ser visto como una secuencia cinematográfica que solo cobra vida al caminar, no como una obra estática

Una investigación publicada en la revista Bulletin of the Institute of Classical Studies propone una lectura radicalmente nueva del friso del Partenón, la famosa escultura de 160 metros de longitud que rodeaba el templo dedicado a Atenea en la Acrópolis de Atenas. Según la autora, Ellie Mackin Roberts, de las universidades de Bristol y Leeds, […]

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