❌

Reading view

Ray McGovern: The Bucha Massacre… of truth and other Western Big Lies in the service of war

A proxy war against Russia is now spiralling into an all-out confrontation.

Join us on Telegram, X, and VK.

Contact us: info@strategic-culture.su

Former CIA analyst Ray McGovern discusses how the Western official news media have systematically promoted lies about the Bucha Massacre in Ukraine.

No Western official outlet has questioned the narrative purporting that Russia perpetrated a mass killing of civilians. Credible Russian information to the contrary is dismissed out of hand as Kremlin propaganda.

Ironically, it is Western media that are seen as the propagandists and the purveyors of Big Lies – if one cares to examine the record objectively.

The alleged Bucha atrocity involved the apparent execution of hundreds of civilians by Russian forces as they were withdrawing from Kiev and surrounding areas at the end of March 2022. European leaders ritualistically visit a memorial in Bucha and condemn Russian barbarity.

The political objective of those shocking Western media claims was to sabotage a potential peace deal with Moscow and to prolong the proxy war with the aim of NATO strategically defeating Russia. That culminated in nearly five years of war, millions of casualties, a failed NATO objective, and worse still, the danger of a general war in Europe going nuclear.

Ray McGovern points out that the timeline of the Bucha killings does not fit the Western media narrative. The corpses on the streets of Bucha appeared days after the Russian forces made their withdrawal to what was then the East of Ukraine.

Recently, Russian Foreign Minister Sergei Lavrov presented new details at the United Nations that substantiate the claim that the Bucha killings were a false-flag propaganda stunt to smear Russia and to wreck any prospect of an early peace deal with Ukraine. A Russian-led investigation reveals that many of the alleged civilian victims whose names are inscribed on a memorial wall were identified as Ukrainian soldiers who had been killed in action and buried elsewhere.

The Russian report is entitled “Heirs of Goebbels: falsification of the events in Bucha and bloody staged performances of the Kiev regime.” (Western internet has suppressed links to the report, though it can be accessed from the Russian foreign ministry.)

As McGovern notes, not one major Western media outlet reported on Lavrov’s presentation at the United Nations and his delivery of the Russian investigation to UN Secretary-General António Guterres. McGovern believes the perpetrators were MI6, CIA, and the Kiev regime operatives.

This egregious example of Western media suppression of Russian information and perspective on the conflict in Ukraine is repeated over and over. Another example, as McGovern amply recounts, was the attempt by Moscow to engage the United States and European NATO partners in a security treaty in late 2021. Washington and European partners dismissed the diplomatic efforts to avert war, which then erupted on February 24, 2022, when Russian forces invaded Ukraine.

The Russian invasion was not unprovoked aggression, as Western media have dutifully asserted. It was a preemptive response to NATO covert aggression via the NeoNazi Kiev regime over seven years since the coup in 2014.

The Nord Stream gas pipeline sabotage is another case study of how Western media have systematically ignored the evidence implicating a NATO provocation and the background to the proxy war against Russia.

Official Western media are in the service of a political agenda and not the public interest. Their function is to prevent popular understanding of the real nature of the war in Ukraine, a proxy war against Russia that is now spiralling into an all-out confrontation.

We refer to the quote from Thomas Jefferson, the third U.S. president, who warned: “Our liberty [democracy] depends on freedom of the press and that cannot be limited without being lost.”

Ray McGovern laments that there has been a dreadful erosion of democracy and media independence over recent decades since the end of the Cold War and the rise of U.S. unilateralism.

However, on a positive note, he sees hopeful signs from the phenomenal growth in alternative media and independent information, generating more critical public awareness of government abuses of power. He believes that genuine democracy can survive and thrive – despite the official Western media whose power is waning as more people realize its insidious role in promoting criminal wars.

Ray McGovern worked as a CIA intelligence analyst for nearly 30 years under seven presidents, the first being John F Kennedy in 1963. On his retirement, he was awarded the Intelligence Commendation Medal. He handed back the medal in 2006 in protest over the CIA’s practice of systematic torture. He has repudiated the Agency as an enemy of democracy.

In a final note of breaking news, on November 18th this year, in his 87th year, this “proud Irish son” will be honored with the James Joyce Award conferred by University College Dublin, Ireland. The prize is bestowed by the students of UCD’s Historical and Literary Society for his independent thinking, intellectual courage, and distinguished contribution to public information and democratic society.

  •  

El telescopio James Webb observa nubes de agua en un mundo del tamaño de Júpiter a 7 años luz del Sol

A 7,4 años luz del Sol, unos 70 billones de kilómetros, flota un objeto con una temperatura efectiva de unos 265 kelvin, es decir, unos 8 grados bajo cero. Es el frío de una mañana de helada en enero en el interior peninsular, pero a escala de astro: hablamos de algo con un tamaño parecido […]

  •  

La muela de un elefante gigante revela que los primeros humanos de Oriente Próximo vivían en un valle verde de lagos y cañaverales

Entre las hachas de piedra que unos homínidos dejaron junto a un lago del norte de Israel apareció algo bastante más grande: una muela de elefante de unos 20 centímetros de alto y 8 de ancho, acompañada de varios fragmentos de colmillo. Estaban en el mismo nivel del terreno que los útiles, rodeados de hachas […]

  •  

Da sua mão para o crime organizado: o que acontece quando seu celular é roubado?

Jonas Domenici, 55, ganhou de presente da mãe um iPhone 15, adquirido em um famoso marketplace que tem como slogan a expressão “compre com confiança”. Era julho de 2025 e o agrado, que custou R$ 4 mil, foi entregue sem demora em São Paulo. Quase um ano depois, já em junho de 2026, ele recebeu uma mensagem da Polícia Civil da Bahia (PCBA) informando que o aparelho havia sido identificado como possível objeto de crime e deveria ser entregue para averiguação em 72 horas, sob risco de indiciamento por receptação.

Assustado, Jonas tentou contato com a plataforma, mas não recebeu ajuda. Então, procurou uma delegacia, apresentou documentos da compra, mas teve que registrar a ocorrência e deixar o aparelho que usava com a polícia e voltar para casa de mãos vazias. “O reembolso pelo prejuízo só foi feito após eu procurar os meus direitos”, declarou. “E a plataforma ofereceu apenas créditos para serem utilizados dentro do próprio marketplace”, finaliza.

Jonas é apenas um dos mais de 51 mil brasileiros notificados por estarem com celulares roubados ou furtados no país. Um total de 9.989 aparelhos foram entregues em delegacias apenas entre 10 e 19 de agosto de 2026. De acordo com o Código Penal, as penas para o crime de receptação variam de um mês a um ano de detenção em caso de crime culposo (quando não houve intenção) e pode chegar a 8 anos no caso, por exemplo, de revenda desses aparelhos.

Em 2025, conforme o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 830 mil celulares foram subtraídos – 95 por cada hora. Os caminhos percorridos pelos aparelhos após serem retirados de seus proprietários apontam para uma cadeia que pode envolver, além da comercialização dos celulares, sua reutilização, a permuta por drogas e até mesmo o escoamento para outros países, segundo informou o secretário Nacional de Segurança Pública, Francisco Lucas Costa Veloso.

“[Os celulares também podem] ser utilizados para fraudes financeiras, acesso indevido a serviços e comprometimento de dados e identidades digitais”, explica. “Não existe um percurso único”, pontua o secretário, logo após afirmar que as subtrações ocorrem principalmente pelo valor econômico do aparelho no mercado ilícito.

Dados da 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostram que a taxa de ocorrências de roubo e furto de celulares no país é de 371,2 casos para cada 100 mil habitantes. Os dados históricos mostram uma queda nos roubos — cometidos mediante ameaça ou violência direta — e um leve aumento nos furtos, que representam 60% desses crimes, concentrados fortemente nos grandes centros urbanos.

20 municípios com as maiores taxas de aparelhos roubados ou furtados a cada 100 mil habitantes

Entre os 20 municípios com as maiores taxas de celulares roubados por 100 mil habitantes, 14 são capitais – com São Luís, Belém e São Paulo aparecendo do pódio. Amazonas, Amapá, Pará, Pernambuco, Distrito Federal, Rondônia, São Paulo, Maranhão, Espírito Santo e Bahia aparecem entre as dez unidades da Federação com as maiores taxas dessas ocorrências.

O tema “segurança pública” se tornou uma das principais bandeiras de campanha eleitoral para o pleito de 2026. Nos programas de governo apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, que disputam o segundo turno, defendem diferentes caminhos para enfrentar a insegurança no país.

Segundo a pesquisa encomendada pelo FBSP, 78,8% dos brasileiros afirmam temer que o celular seja roubado ou furtado. O receio de cair em um golpe pela internet ou pelo próprio aparelho é ainda maior: atinge 83,2% da população. O medo começa a modificar hábitos e comportamentos. A liberdade de circulação dos cidadãos passa a ser condicionada pela percepção de risco, especialmente em locais e horários considerados mais “arriscados”.

map visualization

Para o doutor em direito e mestre em antropologia social Welliton Caixeta Maciel, além do alto preço que é pago por determinados modelos de celular, considerado essencial na vida das pessoas, os dados que constam nos aparelhos atraem a atenção de criminosos

“[Quando um celular é subtraído,] criminosos passam a ter acesso a dados, às informações bancárias e acesso às redes sociais das vítimas”, disse. Para o especialista, o vazamento de informações sensíveis justifica a classificação do crime como um dos mais temidos atualmente.

De um bolso a outro

“Quem roubou nem sempre é a mesma pessoa que vai tentar ganhar dinheiro com aquele aparelho. Ele pode passar para outra pessoa, que fica responsável por procurar uma forma de transformar aquele telefone em dinheiro. […] Quando não tem a ver com essa engrenagem, o ladrão apenas tenta trocar o aparelho por drogas”, o depoimento à Pública parte de alguém que entende do assunto. Júlio* (nome fictício) passou anos atuando como técnico que desbloqueava celulares no ecossistema do crime no Distrito Federal. Segundo ele, o roubo ou furto do celular é apenas “o começo de todo um caminho”. 

Se o celular tem condições de uso, segundo Júlio, o aparelho é colocado novamente no mercado. “Nesse caso, tentam invadir esse celular para alterar senhas de redes sociais, emails e aplicativos bancários. Daí pegam empréstimos, limpam a conta e utilizam fotos e vídeos para golpes. Quando não é possível, os celulares são levados para especialistas que conseguem burlar sistemas de segurança e adulterar o IMEI”, detalha. 

O IMEI, sigla para Identidade Internacional de Equipamento Móvel, é um número único de identificação de um celular, geralmente formado por 15 dígitos. Ele serve para identificar o aparelho nas redes móveis e pode ser usado pelas operadoras para bloquear um celular em casos de perda ou roubo. “Se tudo der certo, o aparelho é colocado à venda em feiras, pela internet… Quem rouba pode receber até 30% da revenda”, finaliza Júlio*, que garante que de uma forma ou de outra o aparelho rende dinheiro já que, caso esteja totalmente bloqueado e não possa ser reativado, o celular é desmontado para venda de peças.

Como acesso o meu IMEI?

*#06# – É o código universal que você pode digitar para mostrar o IMEI do aparelho, que também vem impresso próximo ao código de barras da embalagem original do aparelho;

No Android, você também pode ver em “Configurações > Sobre o telefone“;
No iOS, você pode verificar em “Ajustes > Geral > Sobre“.

À Pública, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) informou que entre os esforços para o combate ao furto e roubo de celulares está a Operação Última Chamada, cujo objetivo é a recuperação e devolução de aparelhos, bem como vistoria simultânea em presídios em todo o país

Após a primeira fase da iniciativa ocorrer entre 10 e 19 de agosto, e reunir esforços de 23 das 27 unidades da federação, a segunda fase foi deflagrada entre os dias 15 e 18 de setembro, com foco na fiscalização de pontos irregulares de venda de celulares.

Nas datas, 882 estabelecimentos físicos foram fiscalizados. Segundo a Senasp, 1.712 aparelhos foram apreendidos durante a ação, e 30 pessoas detidas em flagrante por receptação qualificada e outros crimes. A secretaria, no entanto, não informou quais estabelecimentos foram punidos nem em quais circunstâncias ocorreram as prisões. 

Conforme o secretário Francisco Lucas, entre os esforços para conter ações criminosas estão “bloqueio, integração nacional de dados, identificação de aparelhos com restrição que retornam às redes e atuação das Polícias Civis para recuperação e investigação”.

“No Programa Celular Seguro, o aparelho é identificado principalmente pelo IMEI. Quando um aparelho com restrição volta a ser utilizado na rede de  telecomunicações, essa informação pode subsidiar sua localização e recuperação pelas Polícias Civis”, informou.

O Celular Seguro é uma plataforma de iniciativa do Governo Federal que permite ao cidadão comunicar perda, furto ou roubo de um celular. “[Diante dos crimes, a vítima] deve registrar o boletim de ocorrência e comunicar o fato pelo Celular Seguro, possibilitando medidas de bloqueio e inclusão do aparelho nas bases utilizadas para recuperação. Havendo fraude ou acesso indevido, deve também comunicar imediatamente às instituições financeiras ou serviços afetado”, pontuou o secretário.

Mas, afinal, dá pra ter segurança quanto à procedência do aparelho comprado online? A Pública procurou os três principais marketplaces que permitem a revenda de celulares para entender os recursos de segurança e garantia oferecidos aos clientes. A Amazon disse manter rigorosas medidas de proteção físicas, eletrônicas e processuais em sua cadeia logística. “Quando detectamos irregularidades, atuamos rapidamente para bloquear essas ações e colaboramos ativamente com as autoridades brasileiras competentes para a identificação e responsabilização dos envolvidos”, afirma em nota.

A OLX informa que anúncios de produtos roubados são proibidos na plataforma. “Quando identificados ou denunciados pelos usuários, eles são devidamente removidos. A plataforma enfatiza que está sempre à disposição das autoridades para colaborar com as investigações e disponibiliza um canal para que os usuários denunciem anúncios que infrinjam sua política”, publicou em nota à Pública. O Mercado Livre foi procurado, mas preferiu não responder até o momento.

Mapa sem tesouro

A frustração de ter o aparelho subtraído talvez seja quase tão grande quanto descobrir onde o celular está e não poder recuperá-lo. Foi o caso da enfermeira Nathalia de Macêdo, 26, que desceu de um ônibus, foi distraída por uma mulher e, segundo ela, teve o celular furtado enquanto conversava com a desconhecida, em 2023. Quando percebeu o ocorrido, o aparelho já estava fora de alcance, mas foi capaz de localizar o celular em tempo real.

Na 17º Delegacia de Polícia do Distrito Federal (Taguatinga), no entanto, teria ouvido dos policiais que “não podiam deixar a unidade para verificar o endereço indicado pelo rastreamento” e que ela deveria “buscar o aparelho por conta própria, já que sabia onde ele estava”. Ela só voltou a ter notícias um ano depois, quando recebeu uma mensagem da mesma delegacia, via WhatsApp, informando que o aparelho havia sido recuperado em 31 de julho, na “Feira do Rolo”, em Ceilândia – local conhecido por compra e venda de eletrônicos e outros objetos sem nota fiscal.

Assim como Nathalia, muitas vítimas de furto ou roubo conseguem rastrear seus aparelhos por GPS, mas encontram entraves ao tentar resgatá-los. Em São Paulo, por exemplo, entre os locais citados na região central, um prédio na Rua Guaianases passou a ser identificado em mapas do Google como o “ninho do celular roubado” devido ao número de relatos de usuários.

Em um dos relatos, na plataforma Reddit, a vítima diz que teve o celular furtado no Rio de Janeiro e o rastreou até SP. “No dia seguinte, registrei um boletim de ocorrência. Como o iPhone ainda mostrava localização mesmo desligado, o delegado sugeriu que eu fosse até a delegacia mais próxima do sinal para tentar recuperá-lo”, narrou. O aparelho estaria próximo à entrada do Complexo da Mangueirinha, em um ponto identificado pelos próprios policiais que seria ligado ao tráfico e, por isso, a PM teria se recusado a intervir por ser “área de risco”. “Agora, quase dois meses depois, recebo um e-mail da Apple: alguém tentou desbloquear meu iPhone. Quando fui conferir a localização, lá estava ele na famosa Rua Guaianases”, ironizou.

Entre as capitais analisadas na 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, São Paulo se destaca pela dimensão do fenômeno: embora reúna cerca de 5,6% da população brasileira, a capital paulista concentra aproximadamente 20% dos roubos e furtos de celulares registrados no país.

A Pública procurou as três principais operadoras de telefonia do Brasil para questionar se é possível identificar a localização de chips e aparelhos e se a existência de um número elevado de linhas vinculadas ao mesmo CPF pode gerar procedimentos de segurança. Até a publicação desta reportagem, TIM e Claro não haviam respondido. A Vivo informou que, “após avaliação interna, as áreas responsáveis optaram por não participar desta pauta”.

Oficialmente, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou em nota que “não recomenda que vítimas se desloquem sozinhas até locais indicados pelo rastreamento, especialmente quando existe a possibilidade de contato com suspeitos ou outras pessoas envolvidas no crime”: “A corporação orienta que as informações sejam repassadas às forças de segurança para que a verificação seja feita por policiais civis ou militares”.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo também foi questionada sobre o motivo de aparelhos furtados continuarem sendo levados ao ninho do celular, apesar das denúncias. Até a última atualização deste texto, porém, não houve retorno. O conteúdo será atualizado caso a pasta se manifeste.

Pesadelo não se encerra na perda do aparelho

Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o aparelho celular subtraído deixou de ser cobiçado apenas pelo seu valor de revenda ou pela comercialização clandestina de peças e passou a representar uma porta de entrada para a vida digital das vítimas. Criminosos podem tentar acessar aplicativos bancários, contas, chaves Pix, redes sociais e outras informações pessoais, ampliando significativamente o potencial prejuízo financeiro de quem já teve o aparelho sequestrado.

Golpes mais comuns no Brasil

Tentativas de captura de dados de vítimas visam uso posterior para fraudes financeiras

Uso indevido de CPF via SMS
Leilão ou da loja falsa
Clonagem ou troca de cartão de crédito
Golpe do WhatsApp
Falsa central bancária
Golpe do Pix
Uso indevido de CPF via SMS

Mensagens falsas informam irregularidades no CPF e induzem a vítima a fornecer dados ou acessar links.

Leilão ou da loja falsa

Sites e anúncios falsos oferecem produtos ou veículos por preços muito abaixo do mercado para atrair vítimas. Após o pagamento, o produto não é entregue.

Clonagem ou troca de cartão de crédito

Dados do cartão são obtidos por páginas falsas, maquininhas adulteradas, etc para futuras compras sem autorização.

Golpe do WhatsApp

Conta falsa se passando por conhecido pede dinheiro ou pagamento de conta e geralmente justifica troca ou perda do número original.

Falsa central bancária

Ligação ou mensagem se passa por atendimento do banco e alerta sobre movimentação suspeita. Atendente tenta colher dados ou pede para que app seja instalado.

Golpe do Pix

Fraudes para transferir rapidamente valores obtidos de forma ilegal, incluindo pagamentos, contas ou chaves substituídas e falsas oportunidades de investimento.

Fraudes originadas a partir de dispositivos subtraídos registraram um salto de aproximadamente 340%, de acordo com dados da 20ª edição do Anuário. Ao mesmo tempo, o estelionato consolidou-se como uma das principais modalidades de crime patrimonial no país. Em 2025, foram registradas 2,2 milhões de ocorrências de estelionato e golpes digitais no Brasil — 429,8% em relação a 2018.

O avanço dessa modalidade está diretamente relacionado ao uso de engenharia social, técnica que explora a confiança, a desatenção ou a vulnerabilidade das vítimas para obter informações, dinheiro ou acesso a contas. Além de ser uma fonte potencial de recursos com menor exposição à violência física, para os criminosos, trata-se também de uma atividade de baixo risco de responsabilização: mais de 97% das ocorrências de estelionato comunicadas às polícias brasileiras não chegam a resultar em processo judicial, segundo o Anuário da Segurança.

Criminoso usa conta de WhatsApp clonada para abordar contatos da vítima e solicitar dinheiro
Criminoso usa conta de WhatsApp clonada para abordar contatos da vítima e solicitar dinheiro

Um levantamento do Observatório Lupa, de junho de 2026, identificou padrões em 115 conteúdos fraudulentos que viralizaram entre maio de 2024 e abril de 2026. Em 74% deles, os golpistas exploravam a credibilidade de empresas, personalidades conhecidas ou pessoas próximas às vítimas, enquanto 71% prometiam algum tipo de vantagem financeira.

Segundo o estudo, uma das principais estratégias é criar situações familiares ou de interesse imediato para reduzir a desconfiança, estimular uma resposta rápida e impedir a checagem do fato. 

Os criminosos podem usar nomes e imagens de marcas conhecidas, simular ofertas e oportunidades de renda, explorar temas em evidência ou se passar por pessoas próximas. O WhatsApp foi identificado como um importante canal de disseminação, presente em quase 65% dos golpes analisados.

À Pública, o advogado e especialista em direito do consumidor Bruno Durão explicou que, em caso de perda do celular, a prioridade é impedir o acesso de terceiros às contas financeiras e aos dados pessoais. Ele recomenda comunicar imediatamente os bancos, bloquear o acesso pelo aparelho e verificar movimentações recentes. Também é importante alterar as senhas de contas principais, chip junto à operadora, usar as ferramentas de localização e bloqueio remoto, além de registrar boletim de ocorrência.

A tecnologia também pode ajudar na proteção do aparelho. “O IMEI é uma das principais ferramentas para identificação do dispositivo e pode ser utilizado na consulta de restrições relacionadas ao aparelho”, explica Durão. Segundo ele, sistemas de localização e bloqueio remoto permitem localizar, bloquear e, em alguns casos, apagar os dados do celular à distância.

Para quem compra celulares usados, o especialista recomenda atenção redobrada à origem do aparelho. “Preços muito abaixo dos praticados no mercado, ausência de nota fiscal, falta de informações sobre a procedência e recusa em fornecer o IMEI são sinais que devem despertar a desconfiança do consumidor.” Antes da compra, ele orienta verificar se há registros de roubo ou furto e conferir se o IMEI da embalagem corresponde ao aparelho. Guardar anúncios, conversas e comprovantes também ajuda a documentar a negociação.

Caso descubra que comprou um aparelho roubado ou furtado, o consumidor deve preservar os registros, comunicar o caso às autoridades e entregar o celular conforme as orientações recebidas. Durão recomenda evitar negociações informais com o vendedor ou alterações no aparelho: “Se o comprador tiver adquirido o celular “de boa-fé”, deve reunir documentos que demonstrem que desconhecia a origem ilícita e, dependendo do caso, buscar o ressarcimento pelas vias consumerista ou judicial”.

Das ruas para as celas

Em agosto, durante a apresentação da mobilização nacional para recuperar celulares furtados ou roubados, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, chamou atenção para outro destino dos aparelhos roubados: as penitenciárias. “Em alguns casos, nós temos um ciclo completo, no qual o dispositivo chega, inclusive, às mãos do crime organizado nos presídios. A única forma de enfrentar o problema é por meio da integração federativa do Governo Federal e do MJSP, com as polícias estaduais”, afirmou.

À reportagem, Ricardo* (nome fictício), que passou nove meses preso em regime semiaberto, detalhou o uso de celulares dentro da prisão. Sob condição de anonimato, ele narrou ter visto diversos aparelhos na unidade onde estava e que os telefones entravam por meio de familiares ou com a ajuda de agentes de segurança, que recebiam dinheiro para facilitar o acesso ao dispositivo.

“Tinha uma estrutura muito bem organizada para poder usar eles [celulares]. […] Depois que o celular entra, se ele tiver sido enviado pela família ou conhecido de um único detento, ele que vai ficar no comando [do aparelho]. Se você quiser usar o celular pra mandar uma mensagem pra alguém da família, namorada ou alguém próximo, você troca por cigarro, marmita, sabonete, o que o ‘dono’ quiser, mas geralmente não sai muito caro”, narra. “Caso a pessoa queira fazer alguma malandragem, tipo aplicar golpe, aí o dono do celular cobra mais”, pontuou.

Ricardo* conta que os próprios detentos estabeleciam as regras de uso. Quando havia mais de um responsável pelo aparelho, eles negociavam as condições de utilização e os empréstimos. “Vi o celular sendo mais usado para essas três coisas: falar com pessoas próximas, aplicar golpe e para comando de chefes de facção. [Sobre] Esses ‘chefes’, eu ouvi falar muita coisa, mas só vi um único lá dentro. Os presos falavam que o celular dele era só dele. Ninguém mexia. Era através dali que ele comandava a região dele aqui fora”, lembra.

À Pública, o doutor em direito e pesquisador do Grupo Candango de Criminologia da Universidade de Brasília (UnB) Wellington Maciel, explica que o celular é um dos principais meios de comunicação entre criminosos dentro e fora das prisões. “Digamos que ele seja um vetor que possibilita essa porosidade dos muros das prisões”, avalia, acrescentando que os aparelhos garantem cadeias de comando e coordenação de ações, de golpes a ordens de execução.

Para combater essa comunicação, Maciel defende o reforço da fiscalização e o combate à corrupção nas unidades prisionais. Entre as medidas, cita “varreduras frequentes” e inspeções periódicas, incluindo revistas de visitantes, trabalhadores e demais profissionais que circulam nos presídios. “O crime, com seus tentáculos, tem cooptado funcionários”, por isso, “o Estado precisa estar à frente da criminalidade com novos equipamentos, sistemas de bloqueio, interceptação de drones e outras ferramentas capazes de impedir o uso desses mesmos recursos pelos criminosos”, conclui.

À Pública, a Senasp informou que a administração, a fiscalização e a apuração de ocorrências em unidades prisionais estaduais são de responsabilidade dos respectivos estados. “Os procedimentos de fiscalização também são definidos por cada administração penitenciária e abrangem o controle da entrada de pessoas, incluindo os profissionais que atuam nesses estabelecimentos”, explicou.

“Entre as medidas estão operações de inteligência, revistas, varreduras eletrônicas, capacitação de profissionais e modernização tecnológica. […] Desde maio, por exemplo, as Operações MUTE, nacionais e locais, mobilizaram mais de 13 mil policiais penais, alcançaram 312 unidades prisionais e apreenderam 2.447 celulares nas prisões. Em 2026, a Operação Modo Avião realizou 260 ações de varredura eletrônica em 96 unidades”, informou a Senasp.

As unidades da federação recebem apoio para fortalecer o combate ao crime organizado a partir do sistema prisional por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), que vem atuando para modernizar 138 unidades prisionais com tecnologias como scanners corporais, aparelhos de raios X, georradares, kits de varredura e drones.

  •  

VILA NOVA DA BARQUINHA – Comboio abalroa viatura na ponte ferroviária sobre o Tejo e fez uma vítima mortal

📷Direitos reservados,publicada nos comentários à publicação no Facebook por seguidor

Um comboio de passageiros que fazia a ligação entre o Entroncamento e a Guarda colidiu, na noite desta quinta-feira, com um automóvel na ponte ferroviária sobre o rio Tejo, entre os concelhos de Vila Nova da Barquinha e Constância. O acidente ocorreu pelas 20h49 e deixou uma pessoa encarcerada no interior da viatura.

De acordo com o comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha, Jorge Gama, segundo a Antena Livre, o comboio arrastou o automóvel cerca de 100 metros, ficando imobilizado sobre a ponte, na zona da Praia do Ribatejo e da Caima.

As operações de socorro enfrentaram dificuldades acrescidas devido às características do local e aos riscos associados à intervenção sobre a estrutura ferroviária, que apresenta grandes vãos sobre o rio.

O automóvel ficou completamente debaixo do comboio, o que dificulta o acesso à vítima e impede, para já, a sua retirada. Apesar de as equipas de socorro já terem conseguido chegar junto da pessoa encarcerada, o desencarceramento depende da criação de condições de segurança para avançar com os trabalhos.

Os bombeiros aguardavam a chegada de meios ferroviários especializados, necessários para estabilizar e deslocar ligeiramente a composição, permitindo a intervenção em segurança.

No local estavam mobilizadas oito viaturas de emergência e 19 operacionais, envolvendo bombeiros e outros meios de socorro e segurança.

Entretanto, os 117 passageiros que seguiam a bordo do comboio foram retirados da composição. A CP estava a preparar o transporte dos passageiros em autocarros, de forma a assegurar a continuação da viagem.

O acidente obrigou também à suspensão da circulação ferroviária naquele troço, não havendo ainda uma previsão concreta para a sua retoma. Segundo o comandante dos bombeiros, a circulação poderia ser restabelecida ainda durante a noite, dependendo da remoção do comboio e da avaliação técnica das condições de segurança da infraestrutura.

A ponte rodoviária paralela à linha ferroviária foi igualmente encerrada ao trânsito, de modo a facilitar a instalação dos meios de emergência e garantir a iluminação necessária aos trabalhos.

Os presidentes das Câmaras Municipais de Vila Nova da Barquinha e de Constância encontravam-se também no local, a acompanhar as operações.

Às 22h15, hora em que foram prestadas as declarações, segundo a Antena Livre, a vítima continuava encarcerada, não sendo possível prever quando terminariam os trabalhos de socorro.

As circunstâncias em que ocorreu a colisão permaneciam por apurar.

Data: 8 de outubro de 2026
Por: Dino Frazão

Se gostou do que leu e ainda não é seguidor, siga a nossa página para ver mais conteúdos!

————————————————–
© 2026 Os Monhacas. Todos os direitos reservados.
Este é um projeto independente de criação de conteúdos.
Se gostou do que leu e ainda não é seguidor, siga a nossa página para ver mais conteúdos!
————————————————–

O conteúdo VILA NOVA DA BARQUINHA – Comboio abalroa viatura na ponte ferroviária sobre o Tejo e fez uma vítima mortal aparece primeiro em OS MONHACAS.

  •  

Los «garabatos» de los matemáticos griegos: el hallazgo de cuadernos de escribas que revelan cómo calculaban en el Egipto romano

Durante siglos, la historia de las matemáticas griegas ha estado dominada por figuras como Euclides, Arquímedes o Apolonio de Perga. Sin embargo, junto a esa tradición teórica y deductiva, existió otra mucho más terrenal y pragmática que rara vez aparece en los manuales: la matemática práctica. Un nuevo estudio de Thomas Kelly, investigador de la […]

  •  

El onubense Juan Manuel Acosta, campeón nacional de doma clásica en Murcia

El jinete de Lepe firma un campeonato excepcional con tres victorias y se alza con el primer puesto en el Campeonato de España de Caballos Jóvenes 2026 en la categoría de 5 años, montando a Zampuzo TR

El onubense Juan Manuel Acosta, montando a Zampuzo TR, se proclama campeón de España de doma clásica de Caballos Jóvenes 2026 en la categoría de 5 años.
  •  

Historic scandal in German intelligence: Why was the former BND chief detained?

The BND was founded by Nazis, ran Gladio, and did Rubikon with the CIA. Hanning isn’t a rotten official – he’s one who got caught.

Join us on Telegram, X, and VK.

Contact us: info@strategic-culture.su

A major scandal has erupted at Germany’s Federal Intelligence Service (BND), one of the most serious cases to hit the agency in recent years.

Germany’s Federal Prosecutor General is investigating former BND President August Hanning on suspicion of espionage against the state, obtaining state secrets, attempted treason, and engaging in intelligence activities. Another long-serving employee of the agency is facing charges of aiding and abetting attempted treason and espionage against the state. Both men have been detained, and the Federal Prosecutor General’s Office has confirmed their arrests.

Information: What is Germany’s Federal Intelligence Service (BND)?

The Bundesnachrichtendienst (BND) is Germany’s official foreign intelligence service. Its founder was Reinhard Gehlen, who served as the head of intelligence on the Eastern Front during Nazi Germany. In its early years, the agency recruited numerous former members of Nazi organizations such as the Gestapo and the SS. During the Cold War and in the period that followed, the agency continued to be one of “American imperialism’s biggest partners” in Europe.

Federal Criminal Police Office (BKA) officers detained Hanning at his home in Nordwalde, near Münster, in the early hours of the morning. This was reported by WDR, NDR and Süddeutsche Zeitung.

At the same time, another former senior BND employee was detained in Bavaria. The suspect, identified as Manfred D., was reportedly Hanning’s former chief of staff and had worked at the BND until spring 2026. Investigators searched locations associated with the suspects both there and in Berlin.

Information: What is the Federal Criminal Police Office (BKA)?

The Federal Criminal Police Office (Bundeskriminalamt – BKA) is Germany’s federal criminal police agency responsible for combating crime at the national level.

The two senior figures in German intelligence are expected to appear before a judge today or tomorrow. The judge will formally notify them of the arrest warrants and decide whether they will remain in custody pending trial.

What are the charges?

First of all, it is alleged that D., Hanning’s former chief of staff, provided Hanning with highly classified information from the BND in exchange for money until at least 2022. It is not unusual for retired intelligence officers to take on roles such as security consultants for various organizations after leaving government service. In Hanning’s case, however, investigators suspect that the former BND chief may have prepared a security analysis for a foreign intelligence service “in at least one instance.”

According to information obtained by WDR, NDR and Süddeutsche Zeitung, that foreign service was not Russia.

In another case, Hanning is alleged to have used information obtained from internal BND documents in his communications with a foreign agent.

In fact, the story of how Hanning first came onto investigators’ radar goes back to last year.

According to information obtained by Tagesschau from intelligence sources, Hanning came under investigation after searches were carried out at his home and offices in September last year. At the time, the Hamburg State Criminal Police Office (LKA) was searching for evidence related to the kidnapping of Christina Block’s children.

Child abduction and sensitive documents

The case concerned allegations by the Hamburg prosecutor’s office against restaurant entrepreneur Christina Block and her lawyer, Ingo Bott, over the abduction of children. Prosecutors accuse Block of arranging the kidnapping of her two young children at the end of 2023 amid a custody dispute with her former husband. Hanning is also alleged to have been involved in the attempted abduction. Hanning denies the allegations.

According to the allegations, Hanning, together with a former LKA employee who was his business associate, conspired to hand the children’s father a hard drive containing images and videos of child sexual abuse material.

Information: Who is Christina Block?

Christina Block is the daughter and heiress of Eugen Block, founder of Germany’s well-known Block House steakhouse chain. She is accused of instigating or planning the violent abduction of her two youngest children from Denmark and their transfer to Germany on New Year’s Eve 2023.

The LKA also discovered an electronic data storage device containing highly sensitive material while examining materials seized from Hanning last year.

According to the findings, the former intelligence chief had access to highly classified BND documents from the recent past that he had absolutely no reason to possess. Hanning’s tenure at the BND, meanwhile, had ended in November 2005.

In total, D. is believed to have passed approximately 2,000 documents to Hanning. A significant portion of these reportedly consisted of briefings prepared for the weekly “intelligence situation” meetings held at the Chancellery, where the heads of the country’s security agencies exchange information.

According to information obtained by investigators, the documents included reports on highly sensitive subjects such as Iran’s nuclear program and the Russian military. Intelligence sources say that some of the documents even contained information obtained from foreign intelligence services.

The leaking of such material is being described in the intelligence community as virtually a “super-GAU.”

Information: What is a super-GAU?

Super-GAU is a German-derived term referring to the largest and most destructive situation or catastrophe imaginable, going beyond even the worst-case scenario that has been designed for. It is derived from the German expression “Größter anzunehmender Unfall” (“the greatest assumed accident”).

‘Treason against the state’ allegations

Following the Hamburg LKA’s investigation, the documents seized were handed over to federal authorities. The Federal Prosecutor General’s Office launched a secret investigation into Hanning and the alleged informant within the BND in May 2026.

It is not yet known how long Hanning had been receiving confidential internal information. According to security sources, the most recent documents seized date from June 2022.

It is also unclear how the alleged informant inside the BND managed to remove the material from the tightly secured agency.

The BND was asked for an urgent statement on the matter. The agency referred the case to the Federal Prosecutor General’s Office, citing the fact that an ongoing investigation was involved.

August Hanning’s lawyers have so far failed to respond to an urgent request for comment on the allegations.

Not the BND’s first case

For the BND, this is the second serious case to emerge within a matter of several years.

A former BND official is currently on trial before the Higher Regional Court in Berlin, accused of spying for Russia together with another suspect in 2022. In that case as well, highly classified information concerning BND cyber operations was allegedly leaked outside the agency.

If the allegations against Hanning and the other suspect are confirmed, the case will reach unprecedented proportions in the history of German intelligence.

There has never been another case in German history in which suspicions of treason against the state have targeted such a senior government official as a former head of an intelligence agency.

August Hanning is also a prominent figure in the intelligence world. Throughout his career, he held positions at key points in Germany’s security architecture. Before becoming president of the BND, he served as an official responsible for confidentiality and security at West Germany’s diplomatic mission in East Germany.

He later held various positions at the Federal Chancellery, including serving as Coordinator of the Federal Intelligence Services. Hanning, who holds a doctorate in law, became head of the BND in 1998.

After leaving the intelligence service, he became a State Secretary at the Federal Ministry of the Interior at the end of 2005. Four years later, he was placed into temporary retirement.

Of course, it would not be enough to view this case simply as an instance of “rot” within the institution. We reach this conclusion particularly by recalling how German intelligence has been involved in dirty operations from the very foundation of the agency and throughout its history.

It was not merely a matter of one former director. German intelligence has been involved in numerous dirty operations, from employing Nazi war criminals to Operation Rubikon, carried out jointly with the CIA, and NATO’s secret stay-behind/Gladio networks. In all of these cases, methods strikingly similar to those employed by Hanning were used.

What happened in Hanning’s case is that he continued using what he had learned during his retirement — and was caught.

From this perspective, the Hanning affair can be read not so much as the story of a “rotten official,” but rather as the story of an “official who got caught.”

  •  

Esparta fundó una sola colonia en toda su historia y envió para poblarla a los “hijos de las vírgenes”

Cuando hablamos de colonización griega solemos pensar en Atenas, en Corinto o en las ciudades de Eubea, que salpicaron de colonias el Mediterráneo y el mar Negro. Esparta, en cambio, apenas miró al exterior. Fundó una sola colonia, a unos 700 kilómetros en línea recta de casa, al otro lado del mar Jónico, y lo […]

  •  

Sparta Founded Only One Colony in Its History, and Filled It With the “Sons of Virgins”

When we think of Greek colonization, we think of Athens, Corinth or the cities of Euboea, which scattered new settlements across the Mediterranean and the Black Sea. Sparta hardly looked abroad at all. It founded a single colony, about 700 kilometres (435 miles) away in a straight line, across the Ionian Sea. And it did […]

  •  

Outubro traz dois festivais , muita música e uma estreia inesperada no Cineteatro Louletano

Em outubro, o Cineteatro Louletano reinventa-se e aposta de novo em programação de referência, cruzando música, dança, teatro, cinema e espetáculos multidisciplinares, do lado de cá e de lá do Atlântico. Isto porque, neste mês, haverá duas peças com companhias vindas diretamente do Brasil, mais concretamente da Amazónia e de São Paulo.

E no dia 9, sexta-feira, há dança, com a junção da Companhia Maior e a do coreógrafo Victor Hugo Pontes. A peça chama-se “A esta hora, na infância neva” e é um espetáculo que cruza a infância e as gerações mais velhas e que conta com a participação de crianças previamente selecionadas, que irão “espelhar” os(as) intérpretes adultos(as) em alguns momentos. Na peça, os bailarinos mais velhos têm corpos que perdem força e velocidade, mas que ganham em definição e intenção. Em simultâneo, as gerações mais novas criam um espelho que nos permite refletir sobre o que ainda somos, daquilo que fomos… 

No fim de semana, sábado e domingo, há duas peças vindas do Brasil, no âmbito do Festival Todos São Palco – Mostra de Teatro Além do Equador, organizado pelo Teatrão. Sábado, dia 10, às 21h00, temos “O Avesso da Pele”, pelo Coletivo Ocutá, de São Paulo. A peça baseia-se no romance premiado de Jeferson Tenório (vencedor do prémio Jabuti 2021 na categoria Romance Literário). Conta a estória de um professor que é assassinado pela polícia, e a procura de um sentido, por parte do filho, numa busca pelo passado da família. 

Já no domingo, às 17h00, é a vez de “As Cores da América Latina”, peça que vem da Amazónia, da cidade de Manaus, com a Companhia Panorando. O espetáculo possui como norte três manifestações latino-americanas, a Fiesta de la Tirana (Chile), a Huaconada (Peru) e Cavalo-Marinho (Brasil) em intersecção com a Dança e o Teatro. Esta peça conta com o recurso de Audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com baixa visão. O Festival traz consigo três oficinas de participação, nos dias 8, 10 e 11, nas quais se poderá inscrever através do email cinereservas@cm-loule.pt. Mais informações no site do Cineteatro Louletano.

A 13 de outubro, cinema, com mais um filme do ciclo Filme Francês do Mês, organizado pela Alliance Française em colaboração com o CTL. O título é “Grand Paris”, de Martin Jauvat (2022). Conta a estória de Leslie, um jovem parisiense que vive nos subúrbios, e do seu amigo, Renard. Ambos entram numa aventura, com a descoberta de um misterioso objeto que lhes dá dinheiro rapidamente. É no Auditório do Solar da Música Nova, às 21h00. 

À mesma hora, ali ao lado, no Palácio Gama Lobo, entre as 19h00 e as 21h00, decorre a oficina “Experimenta Criar (Invenção da Natureza)”, pela Gira Sol Azul. A oficina parte de conceitos científicos, filosóficos e históricos sobre a natureza e propõe exploração sonora e criação musical coletiva. É dirigida a todas as pessoas do setor da Educação e ao público em geral.  Inscrições pelo email cinereservas@cm-loule.pt

  •  

Ex-agent says CIA is planting pro-Bolsonaro stories to influence election

A man wearing a mask depicting US President Donald Trump attends a rally of Brazilian right-wing presidential candidate Flavio Bolsonaro in Goiania, Brazil, on September 27, 2026. Photo by Sergio Lima / AFP via Getty Images

This story originally appeared in Panamerican Dispatch on Oct. 07, 2026, and is shared here with permission.

The CIA is allegedly working behind the scenes in Brazil’s election, planting stories to favor Flávio Bolsonaro and build a positive narrative about the senator.

The claims come from John Kiriakou, a former CIA agent who has become something of a celebrity in recent years. Earlier this week, he took to social media to flag what he called “credible” evidence of the spy agency’s involvement in Brazil’s election.

On Tuesday, Kiriakou gave more details on his podcast.

“I heard a rumor from a former CIA colleague of mine this past weekend that the agency is actively working behind the scenes to support Bolsonaro,” he said.

“And the way they’re doing it is by planting pro-Bolsonaro stories in both the Brazilian press and the international press,” he claimed.

He offered no evidence and was careful to say he doesn’t know whether this account is true. But he argued that it fits the agency’s pattern of behavior over the years.

“There’s a long history of CIA involvement in elections abroad, controlling the media narrative,” he said.

He noted that much of the Brazilian press has swung behind Bolsonaro.

“This is despite the fact that Jair Bolsonaro’s presidency was one mistake after another,” he said.

The former agent pointed to the former president’s 27 year prison sentence, calling his conduct “incredibly corrupt.”

Kiriakou said the runoff projections don’t favor Luiz Inácio Lula da Silva and suggested the right has already secured one of its biggest wins in Brazilian history.

“Lula is likely to lose the election, and I think the younger Bolsonaro will end up pardoning his father,” he predicted.

He also noted that Donald Trump has already endorsed Flávio Bolsonaro’s candidacy, acknowledging that doing so could be a “violation of international rules.”

Earlier in the week, Kiriakou wrote on social media that he met with Lula three years ago. On Tuesday, he explained that a Lula aide had reached out so the two could discuss government transparency.

According to the former agent, one topic in that conversation was police violence under Jair Bolsonaro’s government. He said he suggested that Lula confront that issue directly, and that doing so had led police to turn against Lula.

Who Is This Former Agent?

In 2013, Kiriakou pleaded guilty to revealing the identity of an undercover agent, the first case of its kind in 27 years. He had worked for the CIA from 1990 to 2004 and was sentenced to 30 months in federal prison as part of a plea deal.

He admitted to disclosing to a reporter the identity of an undercover officer who had taken part in harsh interrogations of alleged Al Qaeda members held at secret CIA detention sites.

Kiriakou first drew national attention in 2007, during the George W. Bush administration, when he told ABC News in an interview that waterboarding, a technique that simulates drowning, had been used on a Guantánamo detainee named Abu Zubaydah.

Then CIA Director David Petraeus issued a statement praising the plea deal with Kiriakou, even though four other charges against him were dropped. The case “represents an important victory for our agency, for our intelligence community and for our country,” Petraeus said.

It was the first time in 27 years that someone had been found guilty of revealing the identity of an undercover agent.

This article first ran in ICL Notícias, was translated by Panamerican Dispatch, and can be read in its original Portuguese here.

  •  

Há três anos os palestinos pagam pelo 7 de outubro

Quis o destino que eu estivesse na Cisjordânia neste 07 de outubro, e que essa coluna fosse publicada no exato dia em que, 3 anos atrás, o ataque terrorista do Hamas que resultou na morte de cerca 1000 pessoas entre civis e militares, deu início a um massacre cometido pelo Estado de Israel que, até agora, somente na Faixa de Gaza, já matou mais de 75 mil e feriu mais de 170 mil palestinos. 

Eu sei que o Brasil pega fogo neste momento e é difícil falar em outra coisa ou pensar em um povo que está tão longe geograficamente. Mas talvez nós possamos aprender uma coisa ou duas sobre resistência e resiliência com um povo que vem sendo oprimido, colonizado e sofre tentativas reiteradas de apagamento há mais de 100 anos. 

Meus avós são sobreviventes do Holocausto. Minha avó polonesa e meu avô romeno passaram por campos de concentração e tinham números tatuados neles. Ainda jovens migraram para o Brasil, onde se conheceram e formaram família. E é também por respeito a essa história que não posso me calar diante de um genocídio étnico que acontece live stream nos celulares na palma de nossas mãos. 

Nos últimos dias estive rodando pela Cisjordânia, visitando comunidades palestinas que estão sendo despejadas, torturadas, roubadas e dizimadas por milícias israelenses formadas por colonos e por militares. A Cisjordânia é um território palestino que fica no Oriente Médio, situado na margem ocidental do rio Jordão, entre Israel e a Jordânia. É dividida em três zonas administrativas – zonas A, B e C –  segundo os Acordos de Oslo, assinados na década de 1990, que previam transferir gradualmente o controle do território para a Autoridade Palestina. A área teoricamente estaria sob controle total da Palestina. A área B teria um controle misto entre Israel e Palestina e a área C, cerca de 60% da Cisjordânia, está sob controle israelense total, tanto para administração civil quanto para segurança. 

Mas atualmente esses contornos estão cada vez mais borrados, com colonos israelenses tomando cada vez mais áreas.

Tudo isso ainda vai virar reportagem e indico o Pauta Pública desta sexta-feira (09/10) com o diretor geral do Centro de Assistência Jurídica e Direitos Humanos de Jerusalém (JLAC) e membro do Conselho de Comissários da Comissão Independente de Direitos Humanos da Palestina (ICHR), Issam Aruri, que traz uma verdadeira aula sobre o conflito na região. 

Mas queria contar aqui na coluna uma das histórias que mais me marcou até agora: A de uma mulher de 67 anos, moradora de um vilarejo em Masafer Yatta, que fica nas colinas ao sul da cidade de Hebrom, cerca de 70km ao sul de Ramallah – capital administrativa da Cisjordânia. Não vou revelar seu nome por motivos óbvios. Mas sua vila está totalmente cercada por assentamentos israelenses, que tentam a custo de barbárie expulsar os palestinos que estão ali há dezenas de gerações, vivendo da colheita de azeitonas e do pastoreio de ovelhas e cabras. 

Casa de palestinos em Masafer Yatta, na Cisjordânia
Casa de palestinos na comunidade de Masafer Yatta, na Cisjordânia

Sua vila não tem água encanada nem luz. Se vê apenas pedras, areia, pequenas casas e barracões. Os cabos de energia passam por cima da comunidade, de um lado a outro, para os assentamentos israelenses, mas os palestinos não podem usar. Foi instalado um portão na estrada, que pode ser fechado pelos soldados a qualquer momento e por tempo indeterminado, impedindo os moradores de entrar ou sair, mesmo que em emergência médica. Essa é uma prática bastante comum na região. Até mesmo ruas dentro de comunidades são fechadas indiscriminadamente pelas forças israelenses. 

“Foi aqui que um colono israelense matou meu filho”. A senhora aponta para um ponto do centro de convivência, que já foi destruído e reconstruído várias vezes e que abriga o único banheiro disponível para a comunidade. As casas tinham banheiro. Mas eles foram destruídos ou absurdamente declarados como zonas militares, tornando-se inacessíveis aos moradores. Sua filha mora em uma casa há poucos metros dali e não pode usar o próprio banheiro nem construir outro sem permissão. Mais: o celeiro, que fica no quintal da casa, foi declarado “zona militar” e trancado, então a família não pode levar os animais para o pasto ou mesmo chegar perto do pequeno barracão. O exército israelense passa por lá uma vez na semana (quando muito) para alimentar as ovelhas e cabras, que estão obviamente morrendo paulatinamente. 

“Um colono entrou na comunidade e atirou na cabeça do meu filho. Meu neto, aquele ali  – aponta para um gurizinho de uns 3 anos – estava no colo dele. Entrou e atirou. Assim. Na frente de todo mundo. Chamamos a polícia que veio, levou o corpo e não puniu o colono. Alguns dias depois ele estava caminhando por aqui normalmente e eu perguntei: ‘Por que você matou o meu filho’? Ele me empurrou ali, eu caí de cabeça em uma pedra e desmaiei. O portão estava fechado e só pude ser levada ao hospital dias depois. Sofri uma concussão e perdi a visão. Quebrei ossos do corpo. Mas nenhuma dor foi igual a de não poder enterrar meu filho. A polícia levou o corpo e não nos deixou velar ou enterrar”, contou. Ela enxugava os olhos no hijab preto, que contornava seu rosto e se fundia ao vestido também preto. Uma mãe em luto há três anos.

Não faltam provas. Todas as comunidades que visitei me mostraram dezenas de vídeos de colonos invadindo, cortando as oliveiras centenárias, subindo à noite nos telhados das casas batendo os pés e cantando músicas, ameaçando botar fogo, e todo o tipo de humilhações e torturas inimagináveis. Em todas as vilas, ouvi que os moradores fazem turnos durante a noite, para que não morram queimados enquanto dormem. 

As violações também são amplamente registradas por organizações de direitos humanos na região. Eu vi as árvores cortadas. Eu vi os animais mortos. Eu fiquei do lado de fora dos portões e levei 4 horas para atravessar poucos quilômetros, porque no caminho havia pontos de checagem com soldados pesadamente armados que me fizeram descer do carro, mostrar meus documentos e passar minha bolsa em detectores. Eu visitei uma escola de crianças palestinas que era proibida de pôr o lixo pra fora e tinha que manter todo ele dentro das classes – não no pátio, dentro das salas – por semanas. 

Enquanto caminhava por um mercado árabe a céu aberto em Hebrom e ouvia histórias de porque os corredores estreitos haviam sido cobertos por grades – para evitar que pedras fossem jogadas do alto, fui cercada, junto a colegas jornalistas e guias palestinos, por um grupo de soldados israelenses usando roupas camufladas e rosto coberto, mais novos que meu filho. Um deles apontou sua metralhadora para nós. 

Ouvi de moradores que a Cisjordânia está virando Gaza. Mas também ouvi que eles não pretendem ir a lugar nenhum, que ali é sua terra há dezenas de gerações, que eles têm resistido. Que uma hora esse massacre vai ter que acabar. “O que eles vão fazer? Matar 7 milhões de nós? Nós não temos para onde ir, aqui é nossa casa”, me disse um senhor, diante das suas oliveiras centenárias queimadas por colonos israelenses.

Bandeira de Israel colocada por colonos no quintal da casa de palestinos em Masafer Yatta, na Cisjordânia
Bandeira de Israel colocada por colonos no quintal da casa de palestinos em Masafer Yatta, na Cisjordânia

Há três anos a Palestina é punida pelo 7 de outubro. Todos os dias. Mas teve uma frase que ouvi de uma mulher que conheci pelo caminho que acho que serve pra nós também, nesse momento da nossa história: 

“O mais difícil é não se tornar um monstro. Não desejar a morte deles como eles desejam as nossas. Enquanto eles passam com tanques sobre bebês em Gaza, eu quero o bem das crianças deles. Esse é um desafio e um exercício diário. Que a indignação nos fortaleça em nossa resistência, mas que não nos torne monstros”. 

  •  

Dois suspeitos de tráfico detidos. Um deles foi tramado por ter o veículo mal estacionado

A PSP deteve dois jovens, de 23 e 22 anos, por suspeitas da prática de crimes de tráfico de estupefacientes e detenção de arma proibida, em Faro.

O conteúdo Dois suspeitos de tráfico detidos. Um deles foi tramado por ter o veículo mal estacionado aparece primeiro em Algarve Marafado.

  •  

Descubren que el Sistema Solar podría durar mil millones de veces menos de lo que se creía

Durante más de tres siglos, la pregunta de si el Sistema Solar es estable ha ido recibiendo respuestas cada vez más tranquilizadoras. Isaac Newton sospechaba que los tirones mutuos entre Júpiter y Saturno acabarían desbaratando el orden planetario, y que haría falta una intervención divina para evitarlo. A finales del siglo XVIII, Laplace y Lagrange […]

  •  

Descubren el fósil de una especie desconocida de cocodrilo de hace 45 millones de años en la misma roca de la Esfinge de Giza, y también le falta la nariz

La Gran Esfinge lleva siglos sin nariz, y el cráneo fósil de un cocodrilo extraído de su misma roca tampoco conserva la punta del hocico. La coincidencia ha dado nombre a una especie desconocida hasta ahora, Herugavialis cairensis, que durante casi cien años estuvo clasificada con la etiqueta equivocada. El estudio se publica en la […]

  •  
❌