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Ukraine wins seat on UN Human Rights Council, vows to seek accountability for Russian abuses

Ukraine’s Human Rights Commissioner Dmytro Lubinets addressing the UN Human Rights Council, 3 March 2026. Photo: Dmytro Lubinets

Ukraine has been elected to the UN Human Rights Council for the 2027–2029 term, receiving support from 162 UN member states in a vote by the UN General Assembly on 13 October, Ukraine’s Permanent Mission to the UN said.

The three-year term gives Ukraine an opportunity to shape international human rights discussions while drawing attention to abuses stemming from Russia’s war. Kyiv says it will work with partners to strengthen accountability mechanisms and protect civilians affected by conflict.

Ukraine’s Permanent Mission to the UN called the result a major diplomatic achievement, saying its team had spent more than a year securing support for the candidacy.

Ukraine’s Foreign Minister Andrii Sybiha said Kyiv would use its membership to push for accountability for Russian human rights violations, support international investigations, and advocate for prisoners of war and civilians unlawfully detained by Russia.

Ukraine will also continue efforts to secure the return of Ukrainian children deported or forcibly transferred by Russia, Sybiha said.

Ukraine to focus on accountability for Russian violations

Ukraine’s election comes as Russia continues its full-scale war against the country, which has brought grave violations of human rights and international humanitarian law consistently since 2022.

As a council member, Ukraine plans to work with international partners to strengthen mechanisms for documenting and investigating abuses, protect human dignity, and reinforce international human rights institutions, Sybiha said.

Ukraine has been elected to the UN Human Rights Council for 2027-2029. I thank all UN Member States that supported Ukraine’s candidacy.

Ukraine joins the Council while continuing to defend its people and its sovereignty against Russia’s ongoing aggression, which has brought…

— Andrii Sybiha 🇺🇦 (@andrii_sybiha) October 13, 2026

Ukraine is returning to the council after previously serving multiple terms, most recently from 2021 to 2023. It was among the council’s founding members when the body was established in 2006.

Russia was suspended from the UN Human Rights Council in April 2022 following reports of gross and systematic human rights violations during its war against Ukraine. Moscow subsequently announced it was withdrawing from the council.

15 countries elected to the council

Alongside Ukraine, the General Assembly elected Brazil, Ghana, the Dominican Republic, Zambia, Ireland, Jordan, Kuwait, Moldova, Nepal, Nigeria, Germany, Uruguay, and Japan to the Human Rights Council.

The 47-member council is the UN’s principal intergovernmental body responsible for promoting and protecting human rights worldwide. Members serve three-year terms.

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Vídeo: Trabalhadores se arriscam para retirar grades de passarela nas Cataratas do Iguaçu

A força da água nas Cataratas do Iguaçu levou à adoção de novas medidas de segurança no lado brasileiro do atrativo. Com a vazão das quedas chegando a 10 milhões de litros por segundo e previsão de aumento, equipes começaram nesta terça-feira (13) a retirar as grades de proteção da passarela que dá acesso à área próxima às quedas.

A estrutura está fechada desde as 8h de domingo (11), quando o aumento do volume do Rio Iguaçu levou à interdição preventiva. A medida busca evitar riscos a turistas e trabalhadores enquanto as condições do rio permanecem fora dos padrões de segurança para o acesso à passarela.

Mesmo com a restrição, o Parque Nacional do Iguaçu continua recebendo visitantes. A Trilha das Cataratas e os mirantes seguem abertos, permitindo a observação das quedas. Já os percursos do Poço Preto e das Bananeiras permanecem temporariamente fechados.

Equipes da concessionária Urbia+Cataratas e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) acompanham as condições do rio. A liberação da passarela dependerá da redução da vazão e da avaliação das condições de segurança.

Até que isso ocorra, os visitantes podem acessar os trechos autorizados do parque, respeitando as orientações das equipes responsáveis.

Vídeo: @jornalcinforme

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Mensagens de Vorcaro citam Kassio e relatam quarto com cinco mulheres em festa

Mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, relatam a presença de um ministro em uma festa realizada em fevereiro de 2025, em um imóvel de luxo em São Paulo. Em uma das conversas, um funcionário afirma ter cedido um quarto ao convidado acompanhado de cinco mulheres. Dias depois, uma intermediária cobrou R$ 10 mil de Vorcaro e disse que uma das convidadas havia ficado com alguém identificado como “Kassio”.

Os diálogos foram divulgados nesta terça-feira (13) pelo portal UOL, em reportagem da colunista Daniela Lima. Investigadores da Polícia Federal e integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam que as referências podem estar relacionadas ao ministro Kassio Nunes Marques, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As mensagens, porém, não identificam expressamente o magistrado como o homem mencionado no episódio.

A festa ocorreu em 28 de fevereiro de 2025, em um triplex de propriedade de Vorcaro, na capital paulista. As conversas revelam que o evento envolveu a organização de convidados, a contratação de um chef e orientações para recolher os celulares das mulheres que chegavam ao local.

Funcionário relatou presença de ministro

Durante a noite, Vorcaro acompanhou os acontecimentos à distância e recebeu atualizações de um funcionário identificado como Michael. Em uma das mensagens, enviada às 20h56, o empregado relatou que havia emprestado um quarto próximo para um ministro acompanhado de cinco mulheres. Ele também afirmou que tentou obter autorização do empresário, mas não conseguiu contato.

Mais tarde, às 22h58, Michael voltou a informar sobre a permanência do convidado. Segundo a mensagem, o ministro não demonstrava pressa para deixar o local e teria dito que estava renovando para começar tudo novamente. Por volta das 23h17, o funcionário comunicou que ele estava indo embora.

Em outra conversa relacionada à organização do evento, Vorcaro afirmou estar “fazendo graça pra ministro em SP”. A reportagem do UOL informa que a festa foi planejada inicialmente para cerca de 15 pessoas e que um registro de despesas apontou gastos de R$ 62,3 mil com alimentos, bebidas, materiais e equipe.

Mulher cobrou R$ 10 mil dias depois

Uma semana após a festa, em 7 de março, uma mulher identificada como Rayanna procurou Vorcaro para tratar de um pagamento. Ela havia intermediado a presença de convidadas no encontro.

Na conversa, Rayanna perguntou se havia dado certo o encontro de uma amiga e afirmou que ela havia ficado com “Kassio”. A mulher acrescentou que a convidada estava cobrando o valor combinado.

Vorcaro pediu que ela encaminhasse os dados e o valor. Rayanna respondeu que seriam R$ 10 mil e voltou a afirmar que a amiga havia ficado com ele.

Os diálogos divulgados não esclarecem se o pagamento chegou a ser realizado. Também não comprovam, isoladamente, que o “Kassio” citado pela mulher seja o ministro do STF.

Celulares das convidadas foram recolhidos

As mensagens mostram ainda que Vorcaro orientou um funcionário a recolher os aparelhos celulares das mulheres que chegavam à festa. Às 14h25 daquele dia, o empresário perguntou a Michael se ele deveria pegar os telefones das convidadas, e o funcionário confirmou que sim.

A orientação aparece entre as conversas sobre a preparação do evento, que incluía a contratação de um chef para servir um churrasco e a coordenação da chegada dos participantes.

O conteúdo das mensagens passou a chamar atenção pela referência a um ministro e pela cobrança posterior relacionada a uma das convidadas. A identificação do homem citado, contudo, depende de esclarecimentos adicionais e não pode ser estabelecida apenas com base nos trechos divulgados.

Procurada pelo UOL, a assessoria de Kassio Nunes Marques ainda não havia se manifestado até a publicação da reportagem. O espaço permanece aberto para posicionamento.

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Frozen assets, embargoes, entry bans: Ukraine names the pressure it wants the EU to put on Moscow

ukraine's defenses against jet drones aren't built up yet its f-16s getting more rounds meantime · post ukrainian foreign minister andrii sybiha сибіга andrij 7ca21 ukraine news reports

Ukraine wants the EU to force Moscow into a ceasefire with frozen Russian assets, trade and transit embargoes, maritime bans, and entry bans, Ukrainian Foreign Minister Andrii Sybiha wrote on X after the EU Foreign Affairs Council in Luxembourg on 12 October 2026. He also welcomed new EU sanctions listings adopted that day and progress in Ukraine’s EU accession talks.

Kyiv has spent this month laying out truce formats it would accept while awaiting Russia’s position on talks, and the levers it is pressing the EU to use include frozen Russian assets that EU leaders failed to agree on tapping last December.

The pressure Kyiv wants from the EU

Sybiha called it “devastating pressure.” He also wants Russian combatants and their families barred from the EU, maximum visa restrictions, and Russia’s isolation in culture and sports.

I was pleased to attend the EU Foreign Affairs Council today.

It is time for Europe to define its strong role. Our future and our security are in our hands.

Now is the time for real European pressure on Moscow. Not half-measures, but devastating pressure: frozen assets, trade… pic.twitter.com/AnI8h6HXbs

— Andrii Sybiha 🇺🇦 (@andrii_sybiha) October 12, 2026

His post named three types of ceasefire—energy, food security, and a full ceasefire—without saying whether Kyiv would accept them separately. Earlier this month, he told journalists Ukraine was ready for an energy and Black Sea ceasefire “but only in such a combination.”

New sanctions listings and two more accession clusters

The minister welcomed the EU’s 12 October adoption of new sanctions listings against Russia—the largest single expansion of the bloc’s blacklist. EU ambassadors agreed on the 1,646 names on 7 October. They include 1,569 tied to Russia’s military industry and 77 to its so-called State Duma elections. The listings are separate from the EU’s 22nd sanctions package, which the EU has yet to adopt.

He also welcomed the EU’s “green light” for opening two more clusters in Ukraine’s EU accession talks: Internal Market, and Competitiveness and Inclusive Growth. The formal opening was scheduled for an intergovernmental conference on 13 October.

Front-line briefing and aid requests

Sybiha said he briefed European colleagues on the front-line situation, Russia’s plans, and ways to deprive it of its advantages, and that he passed partners specific requests for aid. He reaffirmed Ukraine’s commitment to reforms.

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Diesel et crise diplomatique : Poutine durcit le ton, Zelensky pète uncâble et Trump exige sa tête

par Russia TRUTH

Une succession rapide de manœuvres diplomatiques a permis à Donald Trump d’être publiquement réhabilité, à Vladimir Poutine de garder le contrôle stratégique total et à Volodymyr Zelensky de sombrer dans une rage sans bornes :

• L’accord bilatéral sur le diesel : La Maison Blanche et le Kremlin ont conclu un accord en vertu duquel le Trésor américain accorde une dérogation renouvelable aux sanctions sur les exportations russes de diesel jusqu’au 7 avril 2027. En contrepartie, Moscou a accepté de lever son interdiction temporaire d’exportation nationale de distillats moyens, apportant ainsi un soulagement immédiat, tant psychologique que concret, à un marché mondial du diesel mis à mal par les interdictions de transport maritime imposées au Moyen-Orient.

• L’effondrement du mythe de la «trêve énergétique» : Les rumeurs relayées par les médias occidentaux alléguant que Moscou aurait accepté une cessation provisoire des frappes aériennes et des tirs de missiles sur le réseau électrique ukrainien en échange d’un allègement plus large des sanctions ont été totalement discréditées. La position russe reste inébranlable : pas de cessez-le-feu provisoire ni sur terre, ni en mer, ni dans les airs.

• Moscou suspend officiellement les négociations : Lors d’un point presse officiel rendant compte du sommet téléphonique entre Poutine et Trump, le conseiller du Kremlin en matière de politique étrangère, Youri Ouchakov, a lancé une bombe diplomatique : la Russie a officiellement révoqué sa décision de septembre dernier de reprendre les négociations trilatérales avec Washington et Kiev. Invoquant les tentatives d’attaques par drones menées par l’Ukraine contre des bureaux de vote russes lors des élections à la Douma d’État, Poutine a informé Trump que le processus de négociation est suspendu indéfiniment tandis que les forces russes progressent sur l’ensemble du front.

• Rupture entre Washington et Kiev : Axios a confirmé que Donald Trump a personnellement adressé six exigences distinctes à Zelensky, lui ordonnant de mettre immédiatement fin aux raids de drones ukrainiens visant les raffineries russes. Zelensky a défié ces six exigences. Piégé par la dépendance de son pays aux financements occidentaux, Zelensky s’en est ouvertement pris à Trump, qualifiant le dialogue entre Washington et Moscou de «trahison en coulisses» et accusant la Maison Blanche d’utiliser les réunions à Miami comme écran de fumée pour traiter directement avec le Kremlin.

1. La transaction sur le diesel : un levier stratégique négocié contre un répit électoral

L’accord conclu entre Washington et Moscou est présenté par la Maison Blanche comme une avancée majeure. En réalité, cet accord marque le recul logique d’une puissance hégémonique surendettée, confrontée aux réalités économiques à l’approche des élections de mi-mandat de novembre :

• Le mécanisme de la dérogation : tout comme le Trésor américain a discrètement délivré des licences renouvelables pour permettre aux raffineries indiennes d’acheter du pétrole brut russe acheminé par voie maritime à la suite des premières escalades dans le golfe Persique en février, Washington a de nouveau accordé une dérogation d’urgence pour le diesel russe. Confronté à la réalité des pénuries de diesel agricole et routier, Trump a cédé sur ce que son dispositif de sanctions s’efforçait d’empêcher depuis des années.

• Le levier calculé de Novak : le vice-premier ministre russe Alexandre Novak a signalé il y a plusieurs semaines que les stocks nationaux de diesel en Russie affichent un excédent, la récolte agricole de cette année étant suffisante et comparable à celle de l’année dernière. L’interdiction russe des exportations, loin d’être un acte de désespoir déclenché par les frappes de drones ukrainiens, constituait un instrument de levier géopolitique. Moscou a retenu les distillats hors du marché jusqu’à ce que Washington soit contraint de négocier un assouplissement des sanctions.

• L’arithmétique du réel : comme l’ont démontré les analystes énergétiques, les volumes de diesel exportables par la Russie couvrent environ neuf jours de consommation intérieure américaine. Le véritable moteur de la crise énergétique mondiale reste le blocus du golfe Persique et de la mer Rouge. Pourtant, en acceptant de libérer ce volume, Moscou a obtenu une concession politique majeure de la part de Trump tout en démontrant aux pays du Sud que les régimes de sanctions occidentaux sont mis de côté dès que les prix intérieurs menacent une élection américaine.

2. Le point presse d’Ouchakov : la Russie claque la porte des négociations

La révélation géopolitique cruciale du jour provient du compte-rendu officiel de Youri Ouchakov sur le sommet téléphonique Poutine-Trump.

Pour la première fois depuis le lancement de l’opération militaire spéciale en 2022, la Fédération de Russie a officiellement et publiquement retiré son offre de pourparlers diplomatiques :

Poutine expose à Trump la doctrine russe durcie :

Les tentatives du régime de Kiev de perturber notre processus démocratique par des attaques terroristes contre des bureaux de vote ont réduit à néant toute possibilité de négociations. Nos forces armées détiennent l’initiative et avancent avec assurance. C’est à nous de déterminer si et quand des pourparlers auront un sens.

Il s’agit là d’un tournant décisif.

Tout au long du conflit, Moscou a maintenu une position cohérente : nous restons ouverts à un règlement politique et diplomatique selon nos conditions.

En lançant des attaques massives de drones contre les capitales provinciales russes et les bureaux de vote pendant les élections à la Douma, Bankova a fait le jeu de l’état-major russe.

Poutine a profité de cet incident pour mettre définitivement fin à cette voie de négociation, informant Trump que la Russie n’envisagera pas de discussions trilatérales tant que ses forces auront l’initiative opérationnelle totale.

Selon Ouchakov, Trump n’a pas réagi ; il a promis d’envoyer des «signaux» fermes à la délégation ukrainienne qui attendait à Miami.

3. Le coup de folie de Bankova : six défis, l’arnaque des 27 milliards d’euros et la rupture de Séoul

À Kiev, la prise de conscience que Donald Trump négocie des accords énergétiques directement avec Vladimir Poutine a provoqué une réaction démesurée de la part de Volodymyr Zelensky :

• Les six exigences : un reportage d’Axios a confirmé que la Maison Blanche a émis six directives distinctes à l’intention de Bankova, ordonnant la fin immédiate des attaques contre les infrastructures de raffinage russes. La motivation de Trump est purement intéressée : chaque frappe contre un craqueur de catalyseur russe fournit aux traders de Wall Street un prétexte pour faire grimper les cours à terme du diesel. Zelensky a rejeté toutes ces directives. Mettre fin aux frappes reviendrait à admettre que toute la campagne estivale de drones n’a abouti à aucun résultat stratégique.

• Le racket des 27 milliards d’euros : les dirigeants ukrainiens ne peuvent se permettre d’arrêter l’offensive de drones, car celle-ci constitue leur principal argumentaire utilisé pour extorquer des fonds à Bruxelles. Des responsables du ministère ukrainien de la Défense ont récemment déclaré que sans 27 milliards d’euros de subventions européennes immédiates, le montage de drones sur le territoire national serait interrompu. En déployant des munitions volantes pour incendier des réservoirs de stockage périphériques dans des villes de province russes, Bankova fabrique des images destinées à persuader des dirigeants européens comme Friedrich Merz et Ursula von der Leyen de continuer à faire affluer l’argent des contribuables dans les caisses du régime.

• La crise diplomatique avec Séoul : l’irritabilité diplomatique de Zelensky s’est étendue au-delà de Washington. Après la capture de deux soldats nord-coréens dans la région frontalière de Koursk, un accord a été conclu avec Séoul pour transférer secrètement les prisonniers en vue de les interroger. Ignorant la demande explicite de confidentialité formulée par la Corée du Sud pour éviter tout conflit avec Pyongyang, Zelensky a annoncé publiquement l’opération à des fins de relations publiques. Lorsque Séoul a protesté, Bankova a refusé de présenter des excuses, déclenchant une rupture diplomatique sans précédent qui a abouti au retrait par la Corée du Sud de son ambassadeur à Kiev — s’aliénant inutilement un partenaire qui avait fourni plus de 500 000 obus d’artillerie de 155 mm pour la campagne de 2023.

4. Le théâtre de la décapitation : sous-stations, centres de la SBU et le «Collegium» de Surovikin

Tandis que les diplomates échangent leurs reproches, la campagne aérienne stratégique russe contre Kiev est entrée dans une phase opérationnelle meurtrière :

1. La destruction du réseau électrique : des observateurs indépendants du secteur électrique confirment que les frappes russes sur la sous-station de Kievska de 750 kV et les nœuds de transformation du nord ont contourné les boucliers de protection en béton en ciblant les transformateurs de réduction de tension, les disjoncteurs et les parcs de refroidissement. Toute la rive droite (moitié ouest) de Kiev reste plongée dans une coupure d’électricité totale. Le réseau de métro étant à l’arrêt et les pompes de relevage d’eau à haute pression hors service, l’assainissement municipal a cessé de fonctionner, provoquant des refoulements d’eaux usées généralisés dans tout le centre administratif.

2. Les ogives coupe-câbles : les Forces aériennes russes (VKS) ont introduit des sous-munitions spécialisées, déployées par des appareils Geran-4 à propulsion à réaction, conçues spécifiquement pour sectionner les lignes aériennes à haute tension. En coupant les lignes reliant la production nucléaire de base de l’ouest à Kiev, les forces russes s’assurent que, même si les transformateurs des sous-stations sont réparés, le courant ne puisse physiquement atteindre la capitale.

3. Le collège de Surovikin : des sources militaires faisant autorité confirment que, bien que le chef d’état-major général Valery Gerasimov conserve officiellement le commandement suprême, le général Sergei Surovikin dirige activement la campagne d’interdiction et de destruction des infrastructures sur l’ensemble du théâtre d’opérations, à la tête d’un collège restreint de généraux supérieurs, dont Andrey Mordvichev et le vice-ministre de la Défense Yunus-Bek Yevkurov. Les caractéristiques de ce groupe de commandement — blocus systématique des ponts, ciblage méthodique des nœuds administratifs du SBU et publication de coupes architecturales du bunker souterrain de Zelensky situé sous la rue Bankova — indiquent une opération destinée à rendre la capitale fonctionnellement inhabitable pour le régime.

5. Usure sur le front : Dobropillya nettoyée, mines saisies, poches encerclées

Sur le terrain, les formations interarmes russes progressent à un rythme accéléré à travers les dernières lignes de fortifications ukrainiennes :

• La prise d’assaut de la mine de Dobropilska : le ministère russe de la Défense a confirmé que des groupes d’assaut de la 51e armée interarmes et des formations spécialisées d’infanterie de marine ont nettoyé les secteurs ouest de Dobropillya, pénétrant dans les galeries fortifiées de la mine de charbon de Dobropilska. Plus de 82 structures fortifiées ont été nettoyées en l’espace de 24 heures. La prise des imposants terrils de la mine offre aux observateurs d’artillerie russes un contrôle de tir direct et panoramique sur les lignes arrière de Druzhkivka.

• La liquidation des poches de résistance du nord : dans le nord-est de l’oblast de Kharkiv, les dernières poches de résistance du groupement frontalier ukrainien, fort de 1 700 hommes, ont été éliminées. Les forces russes ont libéré les hameaux centraux de la région, déplaçant ainsi le centre de gravité opérationnel du Groupe de forces Nord vers l’encerclement direct du nœud logistique de Velykyi Burluk. Au nord de Soumy, les positions avancées ukrainiennes le long des lisières de forêt se sont effondrées, rapprochant les détachements russes avancés à portée d’artillerie des limites municipales de Soumy.

• Le couloir mortel du Dniepr méridional : à Zaporijia, la fermeture du pont de Vantovyi (Khortytsia) a transformé les voies d’approvisionnement de la rive est en champ de bataille meurtrier. Les opérateurs de drones FPV russes, bénéficiant d’une ligne de visée ininterrompue au-dessus des fonds asséchés du réservoir de Kakhovka, ont établi un contrôle total des tirs sur tout le trafic routier tentant de renforcer le front sud.

Le crépuscule de la guerre par procuration

Les événements du 10 octobre 2026 marquent la fin d’une époque dans l’art de gouverner moderne :

• Donald Trump a obtenu sa dérogation temporaire sur le diesel pour protéger ses arrières sur le plan politique intérieur, reconnaissant ainsi que l’arme unipolaire des sanctions est inopérante.

• Vladimir Poutine a fait savoir que la Fédération de Russie ne se prêtera plus au jeu des négociations trilatérales théâtrales alors que ses soldats traversent les lignes défensives ukrainiennes.

• Et à Kiev, Volodymyr Zelensky est confiné dans une capitale plongée dans l’obscurité et envahie par les eaux usées — hurlant des insultes à ses protecteurs américains, rompant ses liens avec ses fournisseurs asiatiques et regardant ses brigades d’élite périr dans les tourbières du Donbass.

La transaction est conclue. Les illusions sont brisées.

Le maître impérial a conclu son accord parallèle sur le carburant, son mandataire a été abandonné à son sort, et la machine militaire souveraine de la Fédération de Russie achève méthodiquement la guerre dans la steppe eurasienne.

Publiéà l’origine par RussiaTruth 

Traduction:  ReseauInternational

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Bombeiros de Mogadouro lançam concurso para nova unidade de formação

VTM

A Associação Humanitária de Bombeiros de Mogadouro lançou hoje o concurso público para a construção da Unidade Local de Formação para Agentes de Proteção Civil, com um valor base estimado em 1,2 milhões de euros. Em declarações à agência Lusa, o presidente desta associação, João Gouveia, disse que as empresas interessadas têm um período de 14 dias para apresentar as suas propostas.

João Gouveia expressou a esperança de que o concurso não fique deserto devido à escassez de mão-de-obra e que as propostas sejam apresentadas para uma empreitada com um prazo de execução previsto de um ano. “Esperemos que haja propostas para a construção deste equipamento, e que no espaço de cerca de um ano a Unidade Local de Formação para Agentes da Proteção Civil seja uma realidade e estamos otimistas”, sublinhou.

O projeto consultado revela que esta nova unidade surge da necessidade dos bombeiros de Mogadouro terem acesso a uma estrutura moderna e funcional, ajustada às exigências atuais do treino operacional. O espaço incluirá um edifício destinado à formação, campos de treino interiores e exteriores, uma torre escola e contentores técnicos, permitindo a realização tanto da formação teórica como prática em condições realistas e seguras.

De acordo com João Gouveia, este novo equipamento estará disponível para todas as corporações de bombeiros da região e do país que desejem realizar exercícios e treinos relacionados com as missões no combate a incêndios urbanos e florestais.

O autarca António Pimentel revelou que o município disponibilizou cerca de 800 mil euros provenientes do orçamento destinado à Proteção Civil, que será utilizado pelos bombeiros na construção do campo de treinos. Em janeiro de 2025, foi assinado um contrato entre o município e a Associação Humanitária dos Bombeiros locais para a cedência de um terreno com 2,5 hectares na zona de Vale Calheiros, em Mogadouro, onde será instalada esta nova unidade.

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Fogo consome casas pré-fabricadas na Horta da Areia em Faro

EM ATUALIZAÇÃO

O alerta aos bombeiros foi dado esta terça-feira, às 13h04, para um incêndio na zona nascente da cidade de Faro, na Horta da Areia, onde segundo o Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve, duas habitações pré-fabricadas foram consumidas pelas chamas.

A Proteção Civil adiantou que o fogo estava confinado e sem risco de alastrar a casas vizinhas, acrescentando que não tinha recebido indicações de que houvesse vítimas, tendo sido empenhados para o combate ao fogo 28 operacionais, apoiados por 9 veículos.

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GNR deteve 10 pessoas por tráfico de droga e posse de arma proibida

VTM

A operação do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Moimenta da Beira ocorreu entre o mês de maio e outubro, numa operação desencadeada nos concelhos de Arganil, Charneca da Caparica e São João da Pesqueira.

Em comunicado, a GNR explica que no âmbito de uma investigação por tráfico de estupefacientes, que decorria desde outubro de 2024, os militares da Guarda desenvolveram diligências policiais que culminaram no cumprimento de oito mandados de detenção, vinte mandados de busca, sendo catorze buscas domiciliárias e seis buscas em veículos.

No decorrer da ação, a GNR apreendeu 112,50 doses de cocaína, 600.000 doses de LSD, 7,4 doses de canábis, 3,74 doses de haxixe, 238,80 gr de produto de corte, cinco balanças de precisão e 160 sacos herméticos.

Foram ainda apreendidos 190 euros em numerário, um aerossol de defesa, um revólver, três caçadeiras, uma arma artesanal, dois punhais, 19 telemóveis e dois computadores portáteis.

“Foram ainda constituídos arguidos dois homens de 29 e 31 anos de idade, pelo crime de tráfico de estupefacientes”, acrescentou a GNR.

Os detidos foram presentes a interrogatório judicial junto do Tribunal de Viseu, tendo a dois deles sido aplicada a medida de coação de “prisão preventiva” e aos outros apresentações periódicas em posto policial.

A operação foi desenvolvida por 50 militares pertencentes às valências de Investigação Criminal, Territorial, Intervenção Rápida, Cinotécnia e Manutenção da Ordem Pública, e contou com o apoio da Unidade de Intervenção e dos Comandos Territoriais de Coimbra e de Setúbal, assim como do Comando da Polícia de Segurança Pública de Almada.

 

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Serve una spiegazione delle correzioni al Pil

Le prime stime dell’attività economica sono spesso diverse dal risultato finale. Non è una questione solo italiana e le revisioni sono sempre al rialzo. Capire perché accade diventa cruciale e gli istituti di statistica dovrebbero chiarirne le cause.

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BRICS Pay, non è ancora giunto il momento?

BRICS Pay non è una valuta né una rete di regolamento: è interoperabilità. E a Nuova Delhi i leader si sono limitati a “prenderne atto”.

Segue nostro Telegram.

Cosa è e cosa non è

Alla vigilia del diciottesimo vertice BRICS, ospitato al Bharat Mandapam di Nuova Delhi il 12 e 13 settembre 2026, una parte della stampa specializzata dava per imminente il debutto di BRICS Pay. Le guide al vertice indicavano proprio la capitale indiana come sede del pieno dispiegamento del sistema, con la Reserve Bank of India incaricata del coordinamento tecnico. Il testo approvato dai leader racconta un’altra storia. La Dichiarazione di Nuova Delhi, 140 paragrafi adottati per consenso, si limita a «prendere atto» del lavoro svolto dalla BRICS Payment Task Force sull’interoperabilità dei canali di pagamento e di messaggistica e sulle discussioni relative al regolamento in valute locali, precisando che ciò avviene nel rispetto delle priorità nazionali e nella consapevolezza che non esiste una soluzione valida per tutti. La proposta indiana di collegare le valute digitali delle banche centrali, su cui Nuova Delhi aveva investito una parte consistente del capitale politico della propria presidenza, nel documento non compare.

La distanza tra attese e risultato non va letta come un incidente diplomatico. Riflette due condizioni strutturali che la pubblicistica sulla de-dollarizzazione tende a sottovalutare. La prima è che i Paesi BRICS, presi uno per uno, hanno ancora buone ragioni per regolare in dollari una parte rilevante dei propri scambi. La seconda è che un sistema di pagamento comune non è un problema di ingegneria finanziaria. È un atto di governo condiviso, che richiede regole vincolanti, un’istanza di arbitrato e la disponibilità a fidarsi delle banche centrali altrui. A Nuova Delhi nessuna di queste condizioni era sul tavolo.

Il nome induce in errore. BRICS Pay non è una moneta e non è, almeno nella configurazione discussa finora, un circuito di regolamento. È un livello di interoperabilità pensato per mettere in comunicazione sistemi nazionali già esistenti: il russo SPFS, nato dopo le sanzioni del 2014; il cinese CIPS, operativo dal 2015; l’indiano UPI e il brasiliano Pix, costruiti per i pagamenti domestici istantanei e solo in seguito proiettati all’estero. Il progetto ha preso forma durante la presidenza russa del 2024, nel quadro della BRICS Cross-Border Payments Initiative accolta a Kazan, un’iniziativa che la stessa dichiarazione di quel vertice qualificava come volontaria e non vincolante.

Per capire dove si colloca il progetto conviene distinguere tre piani che il dibattito pubblico confonde di continuo. Il primo è la messaggistica, cioè la trasmissione standardizzata degli ordini di pagamento tra istituzioni finanziarie: è il terreno di SWIFT, ed è qui che BRICS Pay si propone come alternativa. Il secondo è il regolamento, il trasferimento effettivo di valore tra conti presso banche centrali o banche corrispondenti, con tutto ciò che comporta in termini di liquidità, rischio di controparte e gestione dei saldi. Il terzo è l’unità di conto, la moneta in cui i contratti sono denominati. Un’alternativa a SWIFT agisce soltanto sul primo piano. Se un esportatore indiano fattura in dollari e la banca russa regola in dollari presso un corrispondente, aver trasmesso il messaggio su un canale non occidentale cambia ben poco.

L’interoperabilità ha però un vantaggio politico evidente, ed è la ragione per cui è diventata la formula di compromesso del gruppo: consente a ciascun Paese di conservare la propria moneta e il proprio sistema finanziario. Una moneta comune imporrebbe rinunce di tutt’altra portata, dalle regole di emissione e di cambio alla gestione dei Paesi strutturalmente in avanzo o in disavanzo. Non a caso Sudhakar Dalela, segretario per le relazioni economiche del ministero degli Esteri indiano, ha ribadito durante il vertice che una valuta BRICS non è in discussione, aggiungendo la prudente clausola «per ora».

La storia del dossier è la storia di un lessico che avanza di millimetri. Nel 2010, a Brasília, i quattro Paesi fondatori si impegnavano a studiare la fattibilità di una cooperazione monetaria e di accordi di regolamento in valuta locale. A Ufa, nel 2015, si riconosceva il potenziale delle valute nazionali; a Xiamen, due anni dopo, si parlava di swap valutari e di investimenti diretti in moneta locale. Dal 2019 l’attenzione si è spostata sulle infrastrutture di pagamento, con l’avvio dei lavori della Payment Task Force. Johannesburg, nel 2023, ha evocato per la prima volta l’interconnessione dei sistemi di pagamento transfrontalieri; Kazan ha lanciato l’iniziativa volontaria; Rio, nel 2025, ha accolto un rapporto tecnico sul sistema di pagamenti transfrontalieri BRICS che a oltre un anno di distanza non è stato reso pubblico. Sedici anni dopo Brasília, Nuova Delhi «prende atto». La successione dei verbi (studiare, riconoscere, accogliere, prendere atto) è già un indicatore: in un organismo che decide per consenso, il grado di impegno reale si legge nella grammatica dei comunicati.

L’ambizione indiana e il prezzo del consenso

L’India aveva fatto dei pagamenti transfrontalieri uno dei pilastri della propria presidenza. A gennaio la Reserve Bank of India aveva proposto di collegare le valute digitali di banca centrale dei Paesi membri per facilitare commercio e turismo; ad agosto il governatore Sanjay Malhotra confermava che erano in corso discussioni sul collegamento dei sistemi di pagamento veloce e delle CBDC; alla vigilia del vertice il ministro del Commercio Piyush Goyal rilanciava l’invito a regolare gli scambi in moneta locale. Già il 10 settembre, tuttavia, Reuters riferiva di ostacoli politici e tecnici in grado di limitare i progressi, e ne indicava due in particolare: l’interruzione dei rapporti finanziari tra Emirati Arabi Uniti e Iran e la riluttanza della stessa India ad approfondire la connettività finanziaria con la Cina senza una fiducia reciproca più solida.

Il secondo ostacolo merita attenzione, perché rovescia un’immagine corrente. Il freno più robusto a un’integrazione dei pagamenti BRICS non viene da Washington, ma dal Paese che presiedeva il vertice. Nuova Delhi vuole infrastrutture che rendano più semplice il commercio in rupie e più economiche le rimesse della sua diaspora. Non vuole che queste infrastrutture passino per nodi cinesi, né che il loro effetto netto sia un’espansione dello yuan in Asia meridionale. L’incontro tra Narendra Modi e Xi Jinping a margine del vertice ha segnato un disgelo prudente, ma il disavanzo commerciale indiano verso la Cina, raddoppiato nell’arco di un decennio, resta una frattura che nessun comunicato può ricomporre.

C’è poi l’effetto dell’allargamento. Con undici membri e dieci Paesi partner, il gruppo comprende oggi Stati che nella guerra del 2026 si sono trovati su fronti opposti. A maggio la riunione dei ministri degli Esteri, sempre a Nuova Delhi, si era chiusa senza un comunicato congiunto, costringendo la presidenza indiana a una dichiarazione a titolo proprio. L’unanimità di settembre è stata ottenuta abbassando la soglia degli impegni. La dichiarazione critica dazi e sanzioni unilaterali senza nominare gli Stati Uniti e, sul dossier finanziario, rinvia a un lavoro tecnico di cui non fissa né scadenze né obiettivi. Ajay Srivastava, fondatore del Global Trade Research Initiative, ha osservato che il testo non prevede alcuna azione concreta e che, in assenza di un piano coordinato, il commercio in valute locali potrà crescere solo gradualmente, senza raggiungere volumi significativi.

Va segnalato, per scrupolo di metodo, che alcune testate hanno presentato il vertice come il momento del «lancio» di BRICS Pay. Il testo della dichiarazione, così come riportato dalle fonti che lo hanno esaminato nel dettaglio, non autorizza questa lettura. La confusione tra annuncio e realizzazione è uno dei tratti ricorrenti della comunicazione sul tema, e contribuisce a gonfiare aspettative che poi ricadono sulla credibilità del gruppo.

Le buone ragioni del dollaro

Le statistiche disponibili spiegano meglio di qualsiasi dichiarazione perché la de-dollarizzazione resti, per ora, più un tema di dibattito che una tendenza misurabile. Secondo l’ultima indagine triennale della Banca dei regolamenti internazionali, nell’aprile 2025 il dollaro compariva in circa l’89% delle transazioni valutarie mondiali, una quota in lieve aumento rispetto al 2022, mentre lo yuan si fermava all’8,5%. Sul versante delle riserve, i dati del Fondo monetario internazionale indicano per il primo trimestre del 2026 una quota del dollaro pari al 57,13%, contro l’1,99% della valuta cinese. La tendenza di lungo periodo è di erosione: intorno al 1999 il dollaro superava il 70% delle riserve allocate. Ma la diversificazione si disperde su una costellazione di valute minori, la cui quota residua è più che raddoppiata dal 2021, e non si concentra sulle monete dei Paesi BRICS.

La ragione non è la sudditanza, è il calcolo. Il dollaro offre ciò che nessuna alternativa offre ancora: mercati profondi e liquidi, strumenti di copertura a basso costo, un enorme stock di debito denominato nella stessa valuta e la possibilità di convertire in qualsiasi momento il ricavato di una transazione in un attivo considerato sicuro. Barry Eichengreen ha descritto questi vantaggi in termini di effetti di rete: una moneta è utile in proporzione al numero di soggetti che già la usano, e ciò rende costosa qualunque transizione tentata da un solo attore o da un piccolo gruppo. Per un importatore brasiliano o un esportatore indonesiano pagare in dollari significa pagare nella moneta che la controparte accetta senza trattare.

Scendendo al livello dei singoli membri, il quadro si fa ancora più netto. L’India ha dichiarato a più riprese di non avere interesse a indebolire il dollaro: nel dicembre 2024 il ministro degli Esteri Subrahmanyam Jaishankar ricordava che gli Stati Uniti sono il primo partner commerciale del Paese, e nell’estate 2025 il portavoce del ministero ribadiva che la de-dollarizzazione non rientra nell’agenda finanziaria indiana. Emirati Arabi Uniti e Arabia Saudita mantengono le proprie valute ancorate al dollaro e fondano la propria sicurezza su un rapporto con Washington che nessun circuito di pagamento alternativo potrebbe compensare. Riyadh, del resto, continua a stare nel gruppo in una posizione ambigua: la presidenza indiana la elencava tra gli undici membri, ma a Nuova Delhi la delegazione saudita si è presentata con lo status di Paese invitato. Egitto ed Etiopia, che negli ultimi anni hanno negoziato programmi con il Fondo monetario e portano un debito estero in valuta forte, non possono permettersi di complicare il rapporto con i propri creditori. Il Brasile di Lula ha rilanciato più volte l’idea di una moneta commerciale comune, ma il suo sistema di punta, Pix, rimane un successo domestico.

Restano la Russia e l’Iran, per i quali l’uscita dal dollaro non è una scelta ma una necessità imposta dalle sanzioni, e la Cina, che ha un interesse reale all’internazionalizzazione dello yuan ma lo persegue attraverso infrastrutture proprie, a cominciare da CIPS, e senza rinunciare ai controlli sui capitali che limitano l’attrattiva della sua moneta come riserva. Anche per chi ha le motivazioni più forti, tuttavia, il regolamento in valute locali ha mostrato limiti precisi. L’esperienza russo-indiana è istruttiva. Il forte aumento delle importazioni indiane di petrolio russo dopo il 2022 ha lasciato Mosca con ingenti saldi in rupie difficili da impiegare, un problema che lo stesso Sergej Lavrov ammise pubblicamente nel maggio 2023. Quando gli scambi sono squilibrati, la moneta del Paese in disavanzo si accumula presso il Paese in avanzo, e il dollaro torna a essere la via d’uscita più semplice.

A questi incentivi si somma il costo esplicito di una rottura. Donald Trump ha minacciato dazi del 100% contro i Paesi BRICS che sostenessero una moneta alternativa al dollaro e, dopo il vertice di Rio del 2025, un dazio aggiuntivo del 10% per chi si allineasse alle politiche del gruppo da lui definite antiamericane. Alla vigilia di Nuova Delhi l’economista di Natixis Alicia García-Herrero prevedeva che i leader avrebbero discusso di pagamenti transfrontalieri senza tentare di sostituire il dollaro. È andata esattamente così.

Una scelta politica

Si arriva così al punto centrale. Un sistema di pagamento non è un’infrastruttura neutrale. Susan Strange collocava la struttura finanziaria, cioè il controllo sul credito e sui canali attraverso cui circola, tra le quattro fonti del potere strutturale nell’economia politica internazionale. Gli Stati che controllano i nodi centrali delle reti economiche globali, di cui SWIFT è l’esempio canonico, possano trasformarli in strumenti di coercizione, sfruttandone sia la funzione di osservatorio sia la capacità di esclusione. È proprio questa esperienza, culminata nell’esclusione delle principali banche russe da SWIFT nel 2022, ad aver dato slancio politico al progetto BRICS.

La stessa lezione, però, vale all’interno del gruppo. Chi costruisce una rete alternativa deve stabilire dove si trovano i nodi, chi ne gestisce i dati, quale diritto regola le controversie, chi fornisce liquidità nei momenti di tensione e come si compensano i saldi tra economie in avanzo e in disavanzo. Ognuna di queste decisioni redistribuisce potere. Per l’India un sistema imperniato su CIPS significherebbe sostituire una dipendenza da Washington con una dipendenza da Pechino, cioè da un rivale con cui condivide una frontiera contesa. Per gli Emirati collegarsi a un circuito in cui transita l’Iran vorrebbe dire esporsi al rischio di sanzioni secondarie, proprio mentre i due Paesi escono da una guerra vissuta su fronti opposti. Il problema non è la tecnologia: le componenti nazionali esistono e funzionano. Manca un accordo su chi governa l’insieme.

La storia monetaria del Novecento offre due riferimenti utili. Il primo è la proposta keynesiana di una International Clearing Union, presentata dal Tesoro britannico nel 1943, che affrontava esattamente il nodo degli squilibri persistenti imponendo oneri simmetrici ai Paesi in avanzo e a quelli in disavanzo. Un BRICS Pay che volesse andare oltre la messaggistica avrebbe bisogno di un meccanismo analogo di compensazione multilaterale, e dunque di regole capaci di vincolare anche la Cina, principale creditore commerciale del gruppo. Il secondo riferimento è la tesi di Charles Kindleberger sulla stabilità del sistema internazionale come bene pubblico, che richiede un attore disposto a sostenerne i costi. Nell’ordine del dollaro quel ruolo è svolto, con tutti gli abusi che ne derivano, dagli Stati Uniti. Nel partenariato BRICS l’unico candidato plausibile è la Cina, e gli altri membri non intendono riconoscerle quella funzione. Qui sta il dilemma costitutivo di un ordine monetario multipolare: moltiplica i poli, ma lascia vacante il posto di chi garantisce il sistema.

A ciò si aggiunge la fragilità istituzionale. Il gruppo opera senza un segretariato permanente, con presidenze annuali a rotazione che affidano la continuità dei dossier tecnici alla volontà del Paese di turno. L’allargamento ha accresciuto l’eterogeneità degli interessi senza dotare il partenariato di strumenti decisionali più robusti. Un sistema di pagamento unificato richiederebbe un trattato, o almeno un accordo vincolante di governance, mentre l’iniziativa sui pagamenti transfrontalieri è, per esplicita scelta dei firmatari, volontaria e non vincolante. Finché questa asimmetria tra ambizione e forma giuridica non sarà sciolta, BRICS Pay resterà ciò che è oggi: un marchio politico sovrapposto a un insieme di corridoi bilaterali. La stabilità del partenariato non è dunque una condizione accessoria del progetto. Ne è il presupposto.

Verso la presidenza cinese del 2027

Con il passaggio della presidenza alla Cina per il 2027, l’orizzonte di valutazione più utile è quello dei prossimi diciotto-ventiquattro mesi. Le valutazioni che seguono poggiano su evidenze di qualità moderata, costituite in larga parte dai testi ufficiali e dalla stampa economica internazionale.

Lo scenario che considero altamente probabile è quello di un mosaico bilaterale. Crescono i corridoi già avviati, come quelli tra India ed Emirati e tra India e Russia, mentre l’architettura comune resta allo stadio di studio. Il commercio in valute locali aumenta in termini assoluti, ma la quota del dollaro negli scambi intra-BRICS si riduce solo in misura marginale.

Uno scenario alternativo, cui attribuisco una probabilità moderata, prevede che la presidenza cinese usi il 2027 per promuovere un nucleo a geometria variabile, costruito attorno a CIPS e SPFS, con l’adesione di Russia, Iran e di alcuni Paesi partner. Il marchio BRICS Pay verrebbe formalmente attivato, ma per una parte soltanto del gruppo e con ogni probabilità senza l’India. Sarebbe un risultato politicamente spendibile per Pechino e Mosca, ma renderebbe esplicita la frattura che oggi il linguaggio delle dichiarazioni riesce ancora a coprire.

L’entrata in funzione, entro il 2028, di un sistema unificato e operativo per tutti i membri resta invece altamente improbabile.

Gli indicatori da seguire sono pochi e concreti: la pubblicazione del rapporto tecnico accolto a Rio; l’eventuale firma di un accordo vincolante sulla governance dei pagamenti; la creazione di un meccanismo multilaterale di compensazione o di linee di swap dedicate, magari affidate alla Nuova Banca di Sviluppo; la posizione indiana su un collegamento con CIPS; la formalizzazione, o il definitivo abbandono, della membership saudita. Un comunicato che parli di «lancio» senza alcuno di questi elementi andrà letto per ciò che è, un annuncio.

Il multipolarismo ha finora prodotto soprattutto una pluralità di opzioni nazionali, utili a ciascun Paese per ridurre l’esposizione alle sanzioni e per negoziare da posizioni migliori con Washington. Trasformare queste opzioni in un sistema richiede un partenariato che riconosca un interesse comune più forte delle rivalità interne. Quel partenariato è ancora in evoluzione, e BRICS Pay ne seguirà i tempi, non il contrario.

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European Regions Warn Brussels That New EU Budget Could Concentrate Wealth and Power in National Capitals

European regional and local leaders have warned that the EU’s next long-term budget risks transferring control over investment programmes to national governments, potentially increasing economic disparities and reducing the ability of poorer regions to shape their own development.

The warning was delivered in Brussels on 12 October by Kata Tüttő, President of the European Committee of the Regions, during the opening of the European Week of Regions and Cities.

Her intervention comes as EU leaders prepare to negotiate the 2028–2034 budget, with disagreements over agricultural funding, regional development, defence, industrial competitiveness and the distribution of financial responsibilities among member states.

The Committee of the Regions warned that greater centralisation could concentrate economic opportunities in already prosperous areas while limiting other territories’ capacity to attract investment and develop essential infrastructure.

The concern goes beyond money allocated to regional development. It addresses who controls spending decisions and whether local authorities retain a meaningful role in determining how European funds are used.

Regional governments resist centralisation

EU cohesion policy has traditionally sought to reduce disparities between richer and poorer regions through investment in transport, infrastructure, education, business development and public services. While national governments administer considerable funds, regional and local authorities are frequently involved in identifying priorities and delivering projects.

The Committee argues that restructuring which concentrates decision-making at national level could weaken this arrangement. National governments may favour country-wide industrial or infrastructure programmes, while regional authorities identify specific problems arising from local conditions.

A national infrastructure strategy could prioritise major transport routes and industrial centres. Regional administrations might instead emphasise connecting smaller communities, maintaining local services or developing specialised economic activities.

The dispute concerns whether the next EU budget will maintain flexibility for regional priorities. In Belgium, Germany, Spain and Italy, regional institutions possess important responsibilities across economic development, education and infrastructure. Changes to EU spending governance could alter established relations between European, national and regional institutions.

The budget negotiations intensify the dispute

Ireland’s rotating Council presidency has proposed reducing the Commission’s original seven-year budget plans by approximately €141 billion while largely protecting agriculture and cohesion compared with other expenditure categories.

The proposed financial framework would nevertheless remain substantially larger than the current budget. The distribution of resources remains contentious, and an overall cut does not necessarily translate into the same reduction for every region.

Effects will depend on allocation formulas, national spending plans and programme governance. Meanwhile, European institutions face demands for stronger investment in defence production, digital infrastructure, competitiveness and support for Ukraine while maintaining agricultural and regional commitments.

Economic disparities remain a European problem

The Committee presented its seventh annual assessment of Europe’s regions and cities during the European Week of Regions and Cities, held in Brussels from 12 to 14 October.

The assessment examines competitiveness, resilience, public services, democratic governance and financial conditions. Regional disparities remain a significant feature of the EU economy despite decades of common investment programmes.

Large metropolitan areas often benefit from concentrations of universities, research institutions, advanced industries and capital. Less densely populated territories may struggle with demographic decline, shortages of skilled workers and the cost of maintaining infrastructure.

These differences can reinforce themselves over time. Businesses invest where suitable workers, transport networks and customers are already concentrated. Younger workers moving towards metropolitan economies may further reduce the economic prospects of communities they leave behind.

Defence spending creates new pressures

The increase in European defence expenditure introduces another dimension. Regions containing defence manufacturers, engineering firms, research institutions and military installations could benefit substantially from new spending, while others may receive little direct economic advantage.

If industrial investment concentrates in already advanced manufacturing centres, geographical disparities could widen. Conversely, procurement programmes and infrastructure investment could bring opportunities to weaker regional economies with suitable facilities and labour.

A question of political authority

The Committee of the Regions has limited formal authority over the EU’s long-term budget. National governments will negotiate the framework, and the European Parliament must consent to the final agreement.

Regional leaders are seeking to influence those negotiations before political compromises are established. Their central argument is that aggregate European economic growth alone does not capture the distribution of investment, employment and public services across the Union.

The approaching European Council negotiations will indicate whether governments intend to preserve regional influence over EU spending or concentrate greater authority over investment decisions at national level.

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EU Budget Battle Deepens as €141 Billion in Proposed Cuts Threatens Defence and Competitiveness Funding

European Union governments are entering a critical round of budget negotiations after the Irish presidency of the Council proposed cutting €141 billion from the European Commission’s long-term spending plans, exposing deep disagreements over how the bloc intends to finance its expanding responsibilities.

The revised proposal, circulated ahead of the European Council meeting scheduled for 15–16 October, would reduce the planned 2028–2034 financial framework by approximately eight per cent to around €1.6 trillion, calculated in constant prices.

Despite the reduction, the proposed budget remains approximately 30 per cent larger than the current seven-year framework. Germany, Sweden, the Netherlands and other governments concerned about national contributions have nevertheless argued that further restraint is necessary.

The compromise, detailed in negotiations over the EU’s next financial framework, reduces proposed spending across several areas while largely protecting the Union’s established agricultural and regional development programmes. The distribution of those cuts is becoming as contentious as the overall size of the budget.

Europe’s new priorities face the deepest reductions

Under the Irish proposal, agricultural and regional development allocations would decline by approximately three per cent compared with the Commission’s initial plans. By contrast, funding intended for competitiveness and security would be reduced by around 13 per cent, while external action and development cooperation face cuts of approximately 17 per cent.

The difference raises questions about whether the next EU budget can support the strategic ambitions repeatedly endorsed by European leaders.

The Commission has presented industrial competitiveness, technological development, defence readiness and economic resilience as central priorities for the remainder of the decade. Yet these sectors would absorb proportionately larger reductions under the revised framework than agricultural and cohesion programmes.

The consequences could extend to investments in advanced technologies, European industrial supply chains, research programmes and cross-border defence cooperation. They could also constrain the Union’s capacity to fund external partnerships and development initiatives.

The debate is particularly sensitive because the EU’s responsibilities have changed considerably since the previous budget was negotiated. Russia’s invasion of Ukraine has increased defence requirements, while competition with China and the United States has intensified demands for industrial investment.

Germany and the net contributors demand restraint

The central disagreement concerns how much additional expenditure European governments are willing to finance through the common budget. Germany and other major net contributors face domestic fiscal constraints, rising borrowing costs and demands to increase national defence spending.

For these governments, accepting a substantially larger EU budget would add to financial commitments already being made through national budgets.

The Irish compromise therefore faces opposition from two directions. Some governments consider the reductions insufficient, while others fear that the remaining cuts will weaken programmes essential to their national economies.

Traditional recipients of agricultural and regional funding have an interest in protecting established expenditure. Governments seeking stronger European investment in defence, innovation and industrial competitiveness have different priorities.

The European Parliament is another obstacle. Its consent will be required before the final financial framework can enter into force, giving MEPs considerable leverage in negotiations with national governments.

New EU revenues remain controversial

The proposal also envisages approximately €55 billion in additional annual financing through new or revised EU revenue sources, including customs revenues, emissions-related income and corporate contributions.

The Commission’s framework for the next long-term budget reflects a broader debate over the extent to which the Union should develop independent financing mechanisms rather than rely predominantly on national contributions.

Such mechanisms would potentially give Brussels a more predictable revenue base. However, they also raise questions about fiscal sovereignty, the distribution of costs among member states and the political accountability of European taxation.

National governments remain reluctant to surrender substantial authority over revenue collection, particularly when proposed resources could impose costs on domestic industries or consumers.

Ukraine, enlargement and Europe’s strategic ambitions

The negotiations will influence the Union’s ability to respond to future enlargement. Ukraine and several Western Balkan countries are pursuing accession, but the financial implications of bringing additional members into the Union remain substantial.

Existing arrangements for agricultural subsidies and regional development assistance would require reconsideration if large new beneficiaries entered the budgetary system.

At the same time, the EU faces pressure to support Ukraine financially and strengthen defence production without depending indefinitely on extraordinary borrowing or ad hoc national contributions. These responsibilities cannot be addressed simply by preserving the structure of earlier budgets.

European Council President António Costa will seek to narrow the divisions among the 27 leaders, but agreement on the financial framework requires unanimity. Any government can withhold its consent if it considers the final distribution of costs unacceptable.

The forthcoming summit is therefore likely to establish the parameters of further negotiations rather than eliminate the underlying disagreements. The immediate political question is whether member states can reconcile their commitment to greater European strategic capacity with their reluctance to finance it collectively.

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How Brazil’s election could reshape relations with China

On October 25, Brazilians will return to the polls to choose between President Luiz Inácio Lula da Silva and Flávio Bolsonaro, son of former president Jair Bolsonaro, who was sentenced to 27 years in prison for his role in an attempted coup. The first round gave Flávio 47% of valid votes against Lula’s 45%, revealing the enduring strength of the far right four years after its electoral defeat. The runoff takes place as Donald Trump seeks to restore US domination over Latin America, with Brazil emerging as a consequential battleground in Washington’s campaign to contain China’s growing relations with the region.

Read more: Why did Brazil’s far right win the first round?

Over the past two decades, Brazil and China have built a political partnership that has expanded the space for independent action among countries of the Global South. Under Lula and Xi Jinping, this relationship has deepened through cooperation in industrial development, infrastructure, science, and technology. The election will determine whether this project advances or Brazil’s international orientation is subordinated to Washington’s renewed Monroe Doctrine as part of the continent’s rightward shift.

Read more: Brazil’s angry tide and the struggles ahead

Since Lula’s return to the presidency in 2023, the two governments have connected Chinese cooperation with Brazil’s development programs, including Nova Indústria Brasil, the Growth Acceleration Program (PAC), and the Ecological Transformation Plan. Lula’s May 2025 visit to Beijing produced 36 agreements covering infrastructure, finance, artificial intelligence, public health, and industrial cooperation. Behind these agreements is a long-standing challenge: overcoming Brazil’s dependent position in the international division of labor, where commodity exports continue to outweigh advanced industrial and technological development.

This cooperation has also reached Brazilian popular movements. Through the International Association for Popular Cooperation (Baobab), Brazil’s Landless Rural Workers’ Movement (MST) and other organizations have worked with Chinese institutions on agricultural mechanization, bioinputs, and digital technologies for family farming. These initiatives include the Digital Family Farming and Agroecology Laboratory and IARAA, an artificial intelligence project for agroecology and agrarian reform developed by Brazilian popular movements using Chinese open-source models. In a countryside marked by extreme concentrations of land, machinery, and capital, such cooperation offers new tools to peasant organizations fighting for agrarian reform and the production of healthy food.

Brazil’s relationship with China also reveals the different class interests at work in the country, with contradictions particularly visible in the countryside. Massive exports of soybeans, meat, and minerals have continued under both Bolsonaro and Lula, but their governments have pursued very different political relationships with Beijing. While Jair Bolsonaro attacked China and aligned himself with Washington, Lula has sought to deepen strategic cooperation, including in industrial development, technology, and agrarian reform. Flávio Bolsonaro now promises an “economically pragmatic” relationship with China while cultivating close ties with Trump. For sectors of Brazil’s ruling classes that profit from commodity exports, continuing to sell to China while embracing Washington’s political agenda presents little contradiction. For Brazil’s efforts to rebuild its industry and develop technological sovereignty, the consequences are far greater.

The return of the Monroe Doctrine

Washington’s ambitions were made explicit in its November 2025 National Security Strategy, which announced a “Trump Corollary” to the Monroe Doctrine, seeking to restore US pre-eminence in the Western Hemisphere and deny outside powers control over strategic resources and infrastructure. Five days later, China published its third Latin America policy paper, reaffirming sovereignty, non-interference, regional integration, technological cooperation, and support for the region as a Zone of Peace. The two documents reveal fundamentally different approaches to the political future of the continent.

Brazil’s position is decisive. As Latin America’s largest economy, a founding BRICS member, and a leading participant in Mercosur, it possesses industrial, scientific, and political capacities that could strengthen independent development across Latin America and beyond.

The emergence of a new technological era makes this struggle particularly consequential. Brazil is among the few countries of the Global South capable of pursuing digital and technological sovereignty that could benefit its neighbors and parts of Africa. Its roughly 23% share of global rare earth reserves is an important starting point, but control over minerals alone is insufficient. The greater challenge is developing the capacity to process them, manufacture advanced components, and build the digital infrastructure, artificial intelligence systems, and technologies that will shape future production.

Flávio has made his orientation clear. Speaking at the Conservative Political Action Conference (CPAC) in the United States in March 2026, he offered Brazil as the “solution” to Washington’s dependence on China for critical minerals, explicitly linking rare earths to artificial intelligence and US military superiority. Chinese economic reporting has also described proposals from his team to exclude China from rare-earth supply chains. Rather than using Brazil’s resources to develop its own industrial and technological capacities, this agenda would place them at the service of US technological and military power.

The same political orientation extends to digital sovereignty. In July 2026, Flávio’s campaign submitted proposals to US trade authorities that included preventing Brazil’s Pix payment system from connecting to non-Western international payment networks and loosening commitments within Mercosur. These proposals converge with a wider US campaign involving tariffs, digital regulation, strategic minerals, and attempts to influence Brazil’s electoral process. Meanwhile, Washington’s January 2026 bombing on Venezuela and kidnapping of Nicolás Maduro and Cilia Flores demonstrated how far it is prepared to go to impose its will on the continent.

BRICS and the struggle for an independent foreign policy

Brazil, particularly under Lula, has helped build institutions through which countries of the Global South can reduce their dependence on Western-dominated structures. At the July 2025 BRICS summit in Rio de Janeiro, the group advanced cooperation on development finance, local-currency transactions, and international institutional reform. The New Development Bank, headed by former Brazilian president Dilma Rousseff, is an important expression of this effort.

The BRICS cannot automatically overcome economic dependency or guarantee sovereignty for working people. Yet its expansion offers greater room for independent development, provided that participating governments have the political commitment to use these possibilities.

Brazil’s history reveals how difficult that independence has been to defend. In 1961, vice-president João Goulart became the first high-ranking representative of a Latin American government to visit the People’s Republic of China, meeting Mao Zedong when revolutionary China remained diplomatically isolated and subjected to US sanctions. Three years later, Goulart was overthrown in a US-backed civil-military coup that inaugurated a 21-year dictatorship. The early history of China–Brazil friendship was inseparable from struggles over national sovereignty, agrarian reform, and the forces determined to suppress them.

The international material conditions for South–South cooperation are considerably more favorable today, but political direction remains decisive. Jair Bolsonaro hosted the 2019 BRICS summit in Brasília while pursuing close alignment with Washington. A government can weaken institutions from within by abandoning the commitments that give them political substance.

The far right’s resurgence also reflects the enduring power of Brazil’s own ruling classes. Bolsonarismo has a domestic base among sections of agribusiness, finance, the security apparatus, militias, conservative religious networks, and major media. These forces, whose electoral and institutional advances have continued, were strengthened by the 2016 parliamentary coup against Dilma Rousseff and the judicial persecution of Lula. They possess their own organizations, material interests, and sources of power, which do not disappear when an election is lost. Their economic dependence on Chinese markets has not prevented their support for Washington’s political agenda.

Beyond the election

Beijing has followed the Brazilian election closely, reflecting the importance of the political relationship built between Lula and Xi over years of cooperation. In July, Xi reaffirmed China’s support for Brazil against external interference during a conversation with Lula, which also covered cooperation in artificial intelligence, satellites, mineral processing, and relations between China and Mercosur. In September, Foreign Minister Wang Yi received Lula’s adviser and former foreign minister Celso Amorim in Beijing, reaffirming the bilateral strategic partnership.

China’s principle of non-interference means that the choice of Brazil’s government belongs to the Brazilian people, but Beijing’s diplomatic restraint should not be confused with an absence of political interests or an assumption that all governments would pursue the same relationship. Chinese analysts have described the possible outlook under Flávio as one of “cold politics, hot economics”: commodity trade would likely continue, but the political relationship and cooperation in strategic sectors could deteriorate. The experience of Jair Bolsonaro’s presidency has already shown the limits of commercial interests in sustaining a broader political partnership.

For the Brazilian people, the consequences extend well beyond foreign policy. The election will also shape the struggles over labor rights, public services, agrarian reform, and the defence of democratic space. Brazil’s renewed role in South–South cooperation under Lula has opened possibilities for a development project that responds to the needs of its working people, but realizing those possibilities depends on the political and social forces capable of carrying it forward.

The Brazilian people have fought through dictatorship, neoliberal restructuring, parliamentary coups, and the rise of the far right to defend their political and social gains. This election is another moment in that longer struggle, now unfolding amid renewed US imperial intervention and a transformation of the world’s technological foundations. The future of China–Brazil cooperation will depend on the capacity of organized popular forces to build a sovereign national project and turn international cooperation into lasting changes in people’s lives.

Tings Chak 翟庭君 is the Asia Co-Coordinator of Tricontinental: Institute for Social Researchand an editor of the international edition of Wenhua Zongheng: A Journal of Contemporary Chinese Thought.

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Festa do pequi da Ceasa Goiás terá desafio ‘O Maior Roedor de Pequi’

A 6ª Festa do Pequi da Ceasa Goiás terá o desafio “O Maior Roedor de Pequi” nesta sexta-feira (22/10). A programação começa às 8h, tem entrada gratuita e inclui apresentações culturais e almoço oferecido aos visitantes. A festa ocorre na sede da Ceasa Goiás, no Jardim Guanabara, ao lado do Mercado do Produtor.

O desafio “O Maior Roedor de Pequi” ocorre às 12h do dia 22 de outubro. A proposta é descobrir quem consegue roer mais pequis, e transforma um hábito ligado à culinária regional em uma competição descontraída.

Na sequência, às 12h30, a organização serve o almoço gratuito. A iniciativa amplia o caráter comunitário da celebração e convida o público a aproveitar a programação ao longo da manhã.

A programação começa cedo, às 8h, com apresentações da Folia de Reis e dos Catireiros de São Francisco de Goiás. Meia hora depois, às 8h30, a Orquestra de Violeiros do Estado de Goiás sobe ao palco para dar continuidade às atrações culturais.

Data: 22 de outubro de 2026. Horário: a partir das 8h. Local: Ceasa Goiás, ao lado do Mercado do Produtor, Pedra 1. Endereço: BR-153, km 5,5, Jardim Guanabara, Goiânia. Entrada: gratuita. Almoço: gratuito, previsto para as 12h30. Destaque: desafio “O Maior Roedor de Pequi”, às 12h.

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