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Irán advierte que destruirá infraestructura energética de sus agresores

«En caso de cualquier error de cálculo, todas las plataformas de infraestructura e inversiones en energía pertenecientes a los agresores en la región estarán dentro del alcance operativo y su seguridad estará directamente en peligro», dijo un alto militar de Irán.
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Bolletta della luce, quanto puoi risparmiare cambiando offerta prima dell’inverno

La crisi energetica, che ha accompagnato tutto l’anno, sta per abbattersi sull’inverno 2026-2027. In molti si domandano quindi cosa convenga fare per risparmiare sulle bollette di luce e gas. Se tutti potevamo aspettarci un aumento, era difficile da quantificare. Ora, con gli ultimi dati comunicati a settembre da ARERA, possiamo sapere di quanto aumenteranno le bollette: +37,3% nel trimestre ottobre-dicembre per la luce e +12,7% per il gas.

Questi sono gli aumenti previsti per i milioni di utenti vulnerabili rimasti nel regime di maggior tutela, quindi chi usufruisce delle tariffe stabilite dall’Autorità di regolazione dell’energia sulla base dell’andamento del mercato all’ingrosso della stessa. Un mercato che però sta vivendo forti tensioni internazionali. Lo stesso clima di tensione riguarda anche gli utenti con contratti a prezzo variabile nel mercato libero, perché dipendono dalle fluttuazioni del mercato all’ingrosso.

Oggi scegliere la tariffa migliore può portare a risparmiare molto in bolletta. Quale valutare? Mettiamo in ordine tutto ciò che sappiamo fino ad oggi.

Quanto costa la bolletta della luce

La bolletta della luce costa cara: secondo i dati forniti per i clienti vulnerabili, il costo è di 43,43 centesimi a kilowattora. Altroconsumo ha stilato tre esempi:

  • una famiglia di tre persone con consumo annuo intorno ai 2.000 kWh vedrà la spesa salire da 173 a 237 euro (64 euro in più);
  • una famiglia di due persone vedrà la spesa salire da 87 a 118 euro (31 euro in più);
  • una famiglia di quattro persone con consumo annuo intorno ai 3.000 kWh vedrà la spesa salire da 260 a 357 euro (97 euro in più).

Quanto si risparmia cambiando offerta?

Risparmiare è possibile. Si possono attuare comportamenti virtuosi facendo attenzione al contatore, certo, ma si possono anche cambiare offerte o fornitori. La prima mossa consigliata è proprio quella di cercare offerte più convenienti sul mercato libero.

Ricordiamo infatti che i clienti del mercato tutelato possono passare al mercato libero e chi è già sul mercato libero sa che può guardarsi intorno per individuare l’offerta migliore.

Lasciare il mercato tutelato conviene?

Sul piano economico sì: il mercato libero offre soluzioni più vantaggiose, che possono portare a un risparmio anche di circa 50 euro l’anno (il 9% in meno).

Tra le offerte convenienti c’è, per esempio, il prezzo scontato e bloccato per tre anni di Enel.

Attenzione: il passaggio al mercato libero non va valutato guardando soltanto il prezzo al kilowattora, ma anche i propri consumi.

Quando conviene cambiare contratto?

Cosa bisogna guardare nel contratto e quando è meglio cambiarlo? Nella bolletta della luce, così come in quella del gas, è presente il box dell’offerta. Vengono indicate qui le condizioni che si sono accettate, dal costo alla durata del contratto.

Solitamente alla scadenza vengono proposte nuove condizioni economiche: è il venditore a mettersi in contatto con il cliente con diversi mesi di anticipo per rinnovare l’offerta. Generalmente si tratta di proposte in linea o vantaggiose, che spingono l’utente a confermare lo stesso fornitore.

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Campanha «O Fair-Play Joga em Casa» vale prémio à Associação de Futebol do Algarve

A cerimónia dos Prémios Boas Práticas da Bandeira da Ética distinguiu também o Farense, o Quarteirense e o Departamento de Educação Física da Escola Secundária Pinheiro e Rosa.

O conteúdo Campanha «O Fair-Play Joga em Casa» vale prémio à Associação de Futebol do Algarve aparece primeiro em Barlavento.

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Clínica Catarina Fontes cresce com aposta na saúde oral e em novas valências

VTM

Desde então, as duas unidades têm vindo a crescer, acompanhando uma procura que, segundo Catarina Fontes, se mantém constante. A primeira clínica surgiu depois de alguns anos de experiência profissional na área da medicina dentária.

Apesar de ser natural e residente em Vila Real, Catarina Fontes já trabalhava em Peso da Régua e decidiu avançar com a abertura do espaço no concelho. A ideia de chegar à cidade de origem manteve-se, concretizando-se em 2023. Atualmente, as duas clínicas contam com cerca de 18 profissionais, entre funcionários e prestadores de serviços.

A medicina dentária continua a ser a principal área de intervenção, mas a oferta foi sendo alargada a outras valências, nomeadamente psicologia, fisioterapia e medicina estética. Em Vila Real existem ainda serviços de massagens e uma componente terapêutica.

A aposta noutras áreas surgiu também da perceção de necessidades existentes na população. Em Peso da Régua, Catarina Fontes identificou a existência de uma procura por serviços que obrigavam muitas pessoas a deslocarem-se a Vila Real, enquanto na segunda clínica encontrou igualmente espaço para complementar a oferta existente. “Eu noto muito que as pessoas têm de se deslocar para muito longe para conseguir ter essas consultas”, explica a responsável, referindo-se sobretudo à psicologia e à medicina estética.

Entre as duas clínicas, a equipa já acompanhou cerca de quatro mil pacientes. A unidade de Peso da Régua, por ser a mais antiga, continua a apresentar maior fluxo. O crescimento entretanto alcançado levou ao aumento da equipa e a uma necessidade permanente de recrutamento e formação.

Suplemento Saude Catarina Fontes Peso da Regua PAM

“Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”
CATARINA FONTES

A responsável reconhece que continua a ser um desafio encontrar profissionais com formação ou experiência na área. Muitos dos elementos que integram a equipa foram formados internamente. A relação com os pacientes é, aliás, uma das componentes que Catarina Fontes considera diferenciadoras do projeto. A aposta passa não apenas pela qualidade dos profissionais de saúde, mas também pelo atendimento desde o primeiro contacto com a clínica.

A responsável assume-se exigente com a formação da equipa, defendendo que toda a experiência do paciente deve seguir os mesmos princípios. “Não vale a pena estar um dentista ou um médico muito bom lá dentro se a rececionista não fizer o mesmo papel quando as pessoas entram”, sublinha. A imagem dos espaços também foi pensada para afastar o ambiente tradicionalmente associado às clínicas dentárias. Os espaços são descritos como modernos e acolhedores, numa tentativa de reduzir o receio que muitas pessoas ainda sentem quando têm de recorrer ao dentista.

Na medicina dentária, uma das áreas com maior procura é a ortodontia através de alinhadores. A clínica afirma ter alcançado, desde os primeiros anos de atividade, níveis elevados de utilização deste tipo de tratamento, sendo atualmente a unidade com maior número de casos de alinhadores no distrito de Vila Real, segundo a responsável.

Ainda assim, os motivos mais frequentes que levam os pacientes às consultas continuam a ser tratamentos de rotina, como avaliações e limpezas, mas também situações de dor ou necessidade de extração dentária.

Apesar das diferenças entre as populações de Peso da Régua e de Vila Real, Catarina Fontes considera que existe uma preocupação crescente com a saúde oral, embora reconheça que os cuidados preventivos ainda não sejam iguais para todos. Destaca, em particular, o esforço de muitas famílias para garantir acompanhamento dentário aos filhos, mesmo quando existem limitações financeiras. “Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”, afirma.

Com as agendas preenchidas e uma equipa em crescimento, a responsável aponta agora como prioridade consolidar a área de medicina dentária e reforçar a capacidade da unidade de Vila Real, onde considera existir ainda margem significativa para crescimento.

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Inflazione al 4,2%, quali prezzi al consumo sono in aumento e di quanto

L’inflazione accelera in Italia e passa dal 3,3% di agosto al 4,2% di settembre 2026. Lo conferma l’Istat, con la rilevazione relativa ai dati definitivi sui prezzi al consumo.

La variazione congiunturale è pari al +0,7%. A pesare soprattutto l’aumento dei costi dell’energia e degli alimentari freschi. Il rialzo riguarda anche il carrello della spesa in generale, la cui crescita annua passa dallo 0,9% all’1,5%.

Aumenta l’inflazione in Italia

Entrando nello specifico, i beni energetici regolamentati passano dal +18,6% al +25,8%, mentre quelli non regolamentati vanno dal +17% al +22,5%.

L’inflazione di fondo si porta a +1,6% (da +1,5%) e la variazione media annua, acquisita a settembre, a +3,1%. Per inflazione di fondo si intende una misura dei prezzi al consumo che esclude le componenti più volatili, ovvero l’energia e i beni alimentari non lavorati. Questo lo stato dell’inflazione al netto dei soli beni energetici: da +1,7% a +2%.

L’inflazione acquisita per il 2026 è pari a +3,1% per l’indice generale e a +1,9% per la componente di fondo.

Per quanto riguarda l’inflazione nel suo complesso, viene così confermata la stima preliminare.

L’energia

I prezzi, in generale, sono spinti dalla nuova accelerazione dei prezzi dei beni energetici. Quando aumenta l’energia, infatti, costa di più produrre le merci ed anche distribuirle. E le aziende hanno meno soldi da investire in innovazione e personale. E, a cascata, interi settori vedono aumentare i prezzi.

Servizi, beni e trasporti

Aumentano anche i prezzi dei servizi ricreativi, culturali e per la cura della persona (da +2,6% a + 2,9%), mentre anche i trasporti registrano una crescita più sostenuta su base annua (da +0,8% a + 1,6%).

La crescita dei prezzi dei beni passa dal +4,1% al +5,4%. Supera, dunque, la crescita dei prezzi relativa ai servizi (da +2,4% a +2,6%). Il differenziale tra il comparto passa così da -1,7 a -2,8 punti percentuali.

Questo l’andamento dei prezzi dei beni alimentari, per la cura della casa e della persona: da +0,9% a +1,5%. E qui si mostra l’andamento dei prodotti ad alta frequenza d’acquisto: da +4,3% a +5,2%.

Qui sotto l’andamento degli indici dei prezzi al consumo Nic per divisione di spesa a settembre 2026 (Nic sta per l’indice nazionale dei prezzi al consumo per l’intera collettività):

Divisione di Spesa Inflazione (%)
Prodotti alimentari e bevande analcoliche +2,1
Bevande alcoliche e tabacchi +2,5
Abbigliamento e calzature +0,8
Abitazione, acqua, elettricità, gas e altri combustibili +6,2
Arredamenti, apparecchi per uso domestico e manutenzione corrente dell’abitazione +1,8
Sanità +1,1
Trasporti +4,8
Informazione e comunicazione -0,2
Ricreazione, sport e cultura +1,3
Servizi di istruzione +1,4
Servizi di ristorazione e servizi di alloggio +4,2
Servizi finanziari e assicurativi +2,9
Assistenza alla persona, protezione sociale e beni e servizi vari +3,1
Indice generale +3,1

Come viene evidenziato, aumenta tutto con un’unica eccezione: quella che riguarda i servizi relativi all’informazione e alla comunicazione (-0,2%). È possibile ipotizzare che, di fronte all’aumento del costo della vita, famiglie e imprese prestino maggiore attenzione a queste spese anche se il dato sui prezzi, da solo, non consente di stabilire se sia effettivamente diminuita la domanda.

Il peso per le famiglie

E per quanto riguarda le famiglie? Nel terzo trimestre del 2026, l’aumento dei prezzi misurato dall’indice armonizzato IPCA è stato più elevato per i nuclei con livelli di spesa più bassi (+4,4%) rispetto a quelli con livelli di spesa più alti (+2,9%). Traduzione: chi stava male, ora sta anche peggio.

Si ricorda, per concludere, che negli ultimi 25 anni i prezzi sono aumentati fino al +120%.

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Riscaldamento, quanto costa un grado in più e quali interventi convengono davvero

A partire dal 15 ottobre in diverse città italiane è possibile accendere il riscaldamento. Alcune amministrazioni cittadine, considerata la qualità dell’aria e le temperature relativamente miti, stanno ordinando riduzioni degli orari o stanno direttamente posticipando l’accensione del riscaldamento.

Il tema è comunque caldissimo, considerato il caro energia. Vediamo, dunque, come è possibile risparmiare sul riscaldamento della casa con semplici accorgimenti.

Come risparmiare sul riscaldamento

Con le attuali tariffe del mercato libero a prezzo bloccato, solo per riscaldare casa il costo medio può arrivare a 1.016 euro. A parità di consumi rispetto all’anno passato, ciò si traduce in una spesa superiore del +26%.

La stima è stata effettuata dagli esperti di Facile.it su dati Enea e Arera considerando un prezzo del gas nel mercato libero pari a 1,57 euro/Smc.

Il portale, leader fra i comparatori di prezzi e tariffe, ha stilato un sintetico vademecum per ridurre i consumi.

Quanto costa un grado in più

Partiamo dalla temperatura ottimale della casa: gli esperti puntualizzano che abbassare il riscaldamento di un solo grado permette di ottenere un risparmio in bolletta che può arrivare a quasi 95 euro.

E ridurre il tempo di accensione dei termosifoni, anche solo di un’ora al giorno, consente di ridurre la spesa circa 32 euro all’anno.

Ma quale sarebbe la temperatura ideale a casa? Nel settembre del 2022 il quotidiano Il Messaggero intervistò Alfredo Pontecorvi, professore ordinario di endocrinologia alla Cattolica del Sacro Cuore e primario al Policlinico Gemelli. “La temperatura ideale per il nostro benessere è di 19 gradi, quindi non è un dramma e ci farà perdere qualche chilo di troppo”, spiegò.

Quali interventi convengono davvero

Chi riscalda casa con una caldaia deve osservare uno stretto regime di controlli. Non si tratta di un’opzione, ma di un obbligo relativo alla sicurezza e alla salubrità degli ambienti domestici. La revisione della caldaia deve essere almeno annuale. Una caldaia non controllata a norma di legge può comportare (oltre ai rischi per la sicurezza) anche multe salatissime: fino a 3.000 euro.

Il secondo consiglio è quello di installare valvole termostatiche. Attualmente sono obbligatorie solo per gli immobili con riscaldamento centralizzato. Ma le valvole termostatiche sono consigliate ai fini del risparmio anche a chi ha il riscaldamento autonomo.

Passiamo alla domotica: un termostato smart attivabile a distanza può aiutare a tenere sotto controllo il riscaldamento di casa in base ai propri orari.

Altri consigli

Facile.it consiglia poi di fare attentamente la propria tariffa, confrontandola con le altre presenti sul mercato. Gli esperti del portale stimano che sia possibile risparmiare fino al 27% passando dalla tariffa meno vantaggiosa a quella migliore.

Occhio poi alle stufette elettriche, che devono però essere usate con parsimonia, altrimenti rischiano di costare fino a 2 euro al giorno.

Altro consiglio: se il ricambio d’aria è indispensabile per questioni di salubrità, meglio limitarlo quando i riscaldamenti sono accesi. Abbassare le tapparelle o le persiane la sera può poi aiutare a ridurre la dispersione di calore. I radiatori, poi, (che devono essere regolarmente spurgati) non vanno coperti con mobili, tende pesanti o altro. Questo ostacolo alla circolazione del calore può far salire la bolletta anche del +5%.

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Enel blocca il prezzo delle bollette, sconto del 50% per tre anni: i requisiti

Con l’arrivo del freddo e del maggior consumo di energia, arriva la preoccupazione per gli effetti in bolletta della crisi energetica. Enel conferma il sostegno alle famiglie e alle imprese con uno sconto del 50% rispetto al prezzo attuale dell’elettricità. Lo fa con l’offerta a prezzo fisso “Enel Digital Luce”. Offerta che si affianca alle proposte del governo, che in Europa punta a interventi anti-ricavi.

Un paracadute che al momento è segnato soprattutto dalle società del settore e dalla scelta dei clienti rispetto all’offerta più conveniente o protetta. Oltre il 50% delle famiglie infatti ha scelto il mercato libero con contratti a prezzo fisso. I clienti Enel hanno scelto questa strada nell’85% dei casi. Da qui la conferma dell’offerta a prezzo fisso.

Caro energia: le mosse sul prezzo fisso

ARERA, l’Autorità di regolazione per energia reti e ambiente, ha stimato un quarto trimestre di aumenti, con un balzo del 37,3% della bolletta elettrica per i clienti vulnerabili a maggior tutela.

Il governo ha lanciato un appello agli operatori energetici, che di conseguenza hanno iniziato a muoversi con sconti e tariffe di varia natura, da Eni ad Enel, fino agli operatori più piccoli.

Al momento, con l’attuale quadro geopolitico, è difficile immaginare un ridimensionamento dei prezzi. Nel nostro Paese il gas continua ad avere un ruolo determinante e le tensioni internazionali incidono fortemente sul suo prezzo. A causa di questa instabilità, i consumatori stanno cercando certezza nella spesa e quindi si spostano verso soluzioni a prezzo fisso.

Le aziende stanno intervenendo su quelle voci della bolletta dove possono mettere mano, mentre il resto del conto finale comprende i costi di trasporto, la gestione della rete, gli oneri di sistema e le imposte.

Enel rinnova l’offerta Digital Luce

In un comunicato ufficiale di Enel, la società conferma l’offerta a prezzo fisso Enel Digital Luce. Si tratta di una soluzione della durata di tre anni che prevede un prezzo della componente energia di 108 euro al megawattora, pari a circa il 50% dell’attuale valore di mercato dell’elettricità all’ingrosso (attualmente superiore a 230 euro al megawattora).

Nell’annuncio si legge che è il prezzo più basso per la componente energia che si trova sul mercato dei grandi operatori ed è una tariffa inferiore anche a quella offerta nel servizio di maggior tutela per i consumatori vulnerabili.

Chi può ottenere l’offerta?

Si tratta di un’offerta compatibile con un requisito fondamentale: essere un nuovo cliente. Si rivolge sia a chi cerca un’alternativa alla tariffa di maggior tutela, sia a chi ha un contratto con un altro operatore in cui la componente energia si trova a prezzi più elevati.

L’offerta è destinata ai nuovi clienti e in modalità “Digital”. Questo significa che può essere sottoscritta unicamente sul sito internet di Enel.

A chi conviene?

L’offerta Enel Digital Luce non è pensata per tutti, ma per rispondere alle necessità delle famiglie. Sempre dal comunicato di Enel si apprende che è pensata per le famiglie medie il cui consumo annuo non supera i 2,1 megawattora.

Attenzione: il prezzo di 0,108 euro al kilowattora per la componente energia è applicato fino a un consumo mensile massimo di 175 kWh, superato il quale si applicano 0,175 euro per ogni kilowattora aggiuntivo.

Con questa soluzione si può arrivare a risparmiare fino a 200 euro rispetto all’attuale prezzo all’ingrosso.

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Imovirtual | Imóveis de classe energética A apresentam preços 81% superiores aos da classe F

Classes A e A+ chegam aos 435 mil euros e já representam 34,9% da oferta, mais 3,3 pontos percentuais do que em 2025. A classificação energética está associada a diferenças expressivas nos preços dos imóveis disponíveis para venda. Entre janeiro e setembro de 2026, os apartamentos e moradias anunciados no Imovirtual com classe energética A […]

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Risparmio energetico, le ore strategiche per consumare in modo intelligente: cambiare abitudini fa bene

Carichiamo due lavatrici identiche, con lo stesso programma e gli stessi panni. La prima parte alle 19.30, quando mezza Italia rientra a casa, accende il forno e la rete elettrica lavora al massimo. La seconda alle 14.00 di una giornata di sole, con il fotovoltaico del Paese che produce a pieno ritmo e la domanda ancora bassa. Il bucato viene identico ma il costo dell’energia che le ha alimentate non è lo stesso.

Capire quando conviene consumare energia elettrica è diventato uno dei modi più semplici per alleggerire la bolletta, e una delle trasformazioni più importanti in corso nel mercato dell’energia. Non ci viene chiesto di consumare meno, né di più ma di farlo nel momento giusto. Un’idea elementare, che però ribalta un’abitudine vecchia di decenni che considera l’elettricità una risorsa sempre identica a se stessa, a qualsiasi ora del giorno.

Perché il costo dell’energia elettrica cambia ora per ora

L’energia, nel corso della giornata, non è mai disponibile nella stessa misura. Il sole produce quando c’è, il vento quando soffia: la generazione da fonti rinnovabili segue i suoi ritmi, che non coincidono quasi mai con quelli delle nostre abitudini domestiche. Allo stesso tempo, la domanda ha i suoi picchi la mattina presto, e soprattutto la sera, quando tutti rientrano e accendono tutto insieme.

Il mercato quindi oscilla parecchio, e sempre di più. Nelle ore centrali delle giornate soleggiate, con tanta produzione rinnovabile e poca richiesta, il prezzo dell’energia all’ingrosso scende in modo netto. Nelle ore di punta serali succede l’opposto perché la rete è sotto pressione ed entrano in gioco gli impianti più costosi e più inquinanti.

Secondo il report trimestrale sul mercato elettrico di ITALIA SOLARE, nel secondo trimestre del 2026 le zone Sud, Calabria e Sicilia hanno messo insieme 106 ore con prezzo zonale pari a zero, la Sardegna 74. Il 12 maggio 2026, in Sud e Sicilia, il prezzo dell’energia è rimasto azzerato per nove ore consecutive, dalle 10 alle 18.

Tutte le ore con prezzi pari o inferiori a 20 €/MWh si sono concentrate fra le 10 e le 18, con il picco nella fascia di massimo irraggiamento, tra mezzogiorno e le 16. Nelle ore notturne, nemmeno una.

In mezzo a queste due curve – quella della produzione pulita e quella dei nostri consumi – c’è uno spazio enorme, e in gran parte ancora inutilizzato. Riempirlo significa, molto concretamente, spostare qualche consumo da un’ora all’altra.

Energy Break Octopus
Octopus Energy
Energy Break Octopus

Fasce orarie F1, F2 e F3: cosa dicono, e cosa non dicono più

Chi cerca di capire quando costa meno la corrente parte quasi sempre dalle fasce orarie che compaiono in bolletta, definite da ARERA: la F1 copre i giorni feriali dalle 8 alle 19, la F2 le ore di spalla (dalle 7 alle 8 e dalle 19 alle 23 nei feriali, più il sabato diurno), la F3 le notti, le domeniche e i festivi. La regola che tutti conoscono è che la F3 è la fascia più economica e la F1 la più cara.

Quella regola deriva però da una delibera del 2006, scritta in un Paese in cui il fotovoltaico era marginale. Vent’anni dopo, il sole ha spostato il baricentro perché oggi, soprattutto in molte giornate di primavera ed estate, le ore meno care sono ormai quelle centrali della giornata, che la F1 classifica come ore di punta.

Le fasce orarie restano utili per leggere la bolletta e scegliere tra tariffa monoraria, bioraria e multioraria. Ma raccontano la giornata con tre blocchi disegnati vent’anni fa, mentre il sistema elettrico oggi cambia ora per ora. Ed è esattamente lo spazio in cui si inserisce l’idea di spostare i consumi: non più seguire tre fasce fisse, ma muoversi sui momenti in cui l’energia è davvero abbondante e pulita.

Spostare i consumi: cosa ci guadagnano la rete e la bolletta

Il primo binario è quello del sistema. Ogni kilowattora consumato quando c’è abbondanza di rinnovabili è una risorsa che non viene chiesta a una centrale a gas nelle ore serali, quando il sole cala. Spostare i consumi riduce le tensioni sulla rete, limita il ricorso agli impianti di riserva e permette di sfruttare energia pulita che, altrimenti, in certi momenti rischierebbe semplicemente di andare sprecata.

Il secondo binario, quello che interessa più da vicino chi guarda la bolletta, è economico. Se l’energia nelle ore favorevoli costa meno, chi riesce a concentrare lì una parte dei propri consumi ha tutto da guadagnare. Non serve rinunciare a nulla: la lavatrice, l’asciugatrice, la lavastoviglie, il forno, la ricarica dell’auto elettrica sono consumi che, nella maggior parte dei casi, possono tranquillamente slittare di qualche ora senza che nessuno in casa se ne accorga. È una logica che il mercato italiano sta iniziando a scoprire adesso.

Power Up ed Energy Break: come Octopus Energy premia chi sposta i consumi

Octopus Energy, compagnia energetica attiva nel settore delle rinnovabili, in Italia dal 2022 e arrivato a un milione di utenze in gestione, ha costruito su questo principio due iniziative speculari, aperte ai propri clienti e strutturate come “sessioni”: finestre di poche ore, annunciate in anticipo, in cui viene chiesto di fare una cosa molto precisa.

Con i Power Up la richiesta è di consumare di più. Durante la finestra indicata – tipicamente nelle ore in cui la produzione rinnovabile è abbondante – l’energia consumata oltre i livelli abituali viene regalata. Tradotto in pratica: è il momento di far partire la lavatrice e la lavastoviglie insieme, infornare la teglia che si rimandava da giorni, accendere il condizionatore o mettere in carica tutto ciò che si può. Le prime sessioni raccontano quanto la cosa abbia preso: 160.000 iscritti, 150.000 famiglie che hanno effettivamente aumentato i consumi beneficiando di energia gratuita, e un incremento complessivo di 201 MWh concentrato in cinque sessioni, per un totale di sette ore.

Gli Energy Break fanno l’esatto contrario, e intervengono nei momenti di maggiore pressione sulla rete: per un’ora si riducono temporaneamente i consumi, rimandando ciò che può essere rimandato, e in cambio arriva uno sconto in bolletta. Lo scorso agosto i clienti coinvolti sono stati oltre 95.000, con un risparmio complessivo di 21,3 MWh in una sola ora: l’equivalente di quasi 20.000 condizionatori spenti tutti insieme.

Due direzioni opposte ma con la stessa logica di fondo: nessuno chiede di consumare meno nell’arco del mese, si chiede di scegliere meglio il quando.

Intelligent Octopus: la ricarica dell’auto elettrica nelle ore più convenienti

Bisogna però ricordarsi l’orario, segnarsi la finestra, far partire l’elettrodomestico al momento giusto. Funziona, come dimostrano i numeri delle sessioni, ma richiede un minimo di attenzione.

Il livello successivo è quello in cui a occuparsene è la tecnologia. È il caso di Intelligent Octopus, il servizio che gestisce in automatico la ricarica domestica dell’auto elettrica. Il meccanismo è semplice da raccontare: il sistema dialoga con il veicolo o con la wallbox, legge quando l’energia sulla rete è più pulita e più conveniente, e distribuisce la ricarica in quelle finestre. All’utente resta una sola cosa da fare: indicare a che ora vuole trovare l’auto pronta.

Il resto accade senza che nessuno debba cambiare abitudini. La ricarica viene ottimizzata da sola, l’auto è carica all’orario richiesto, e sull’energia utilizzata in modalità Intelligent si applica uno sconto del 30% sulla componente energia fino al 31 ottobre 2026. Nel frattempo, migliaia di ricariche che si spostano nelle ore giuste diventano un contributo reale alla stabilità della rete e a un uso migliore delle rinnovabili.

Il servizio conta oggi quasi 500.000 dispositivi connessi nel mondo e circa 4.300 in Italia: numeri ancora piccoli sul totale del parco auto, ma che descrivono bene la direzione. È la stessa logica che, negli anni, arriverà a pompe di calore, sistemi di accumulo e impianti fotovoltaici domestici.

Consumare meglio, non meno: un’abitudine che non chiede rinunce

Per anni il risparmio energetico è stato raccontato come una sottrazione: spegnere, abbassare, rinunciare. Questa è una storia diversa. Qui non si tratta di fare a meno di qualcosa, ma di collocare gli stessi consumi in un punto diverso della giornata, quello in cui l’energia è più pulita, più abbondante e meno cara.

Il beneficio è doppio e non entra in conflitto con se stesso: la rete respira e la bolletta si alleggerisce. E più sono le famiglie che si muovono, più l’effetto diventa visibile sull’intero sistema elettrico nazionale.

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Gas russo, Orsini riapre tema energia: “Non ci può essere ideologia, serve competitività”

Il tema del gas russo torna nel dibattito economico italiano dopo le parole del presidente di Confindustria, Emanuele Orsini. A margine dell’assemblea di Assolombarda a Milano, Orsini ha evitato di entrare direttamente nel merito di un eventuale ritorno delle forniture russe, ma ha posto una questione più ampia: il costo dell’energia per le imprese. “Io non entro nel tema gas russo o non gas russo, non è di mia competenza”, ha detto. Poi ha aggiunto che sull’energia “non ci può essere ideologia”. Per Confindustria, la competitività del sistema produttivo è centrale. Orsini ha indicato in particolare settori come ceramica, carta e vetro, colpiti dall’impatto dell’Ets, il sistema europeo di scambio delle quote di emissione.

L’accordo tra Trump e Putin sul diesel russo

Negli Stati Uniti, Donald Trump ha annunciato un’intesa con Vladimir Putin per la fornitura di gasolio russo ai mercati americano e globale, con una sospensione temporanea delle sanzioni Usa sul diesel russo. L’accordo prevede, secondo quanto dichiarato da Trump, forniture iniziali per oltre 300mila tonnellate, seguite da ulteriori quantità nei mesi successivi.

La scelta è stata presentata dalla Casa Bianca come un modo per ridurre i prezzi dell’energia. Diversi analisti citati dalla fonte, però, hanno espresso dubbi sull’effetto concreto dell’operazione sui prezzi del diesel, definendo i volumi annunciati limitati rispetto ai consumi statunitensi e al mercato globale.

L’intesa ha anche un impatto politico. Il presidente ucraino Volodymyr Zelensky ha criticato la decisione, definendola un vantaggio per Mosca. Secondo alcune ricostruzioni, l’accordo sarebbe maturato anche dopo le tensioni sugli attacchi ucraini alle raffinerie russe, che avrebbero contribuito ad aumentare la pressione sui prezzi energetici.

Cosa pensa l’Italia dell’ipotesi gas russo

Per l’Italia, il ritorno diretto al gas o ai prodotti energetici russi resta un tema politicamente e diplomaticamente complesso. Sul piano europeo, i Paesi Ue non hanno rimosso le sanzioni sull’import dei prodotti petroliferi russi. Per questo le forniture promesse da Mosca agli Stati Uniti non avrebbero un effetto diretto sui prezzi del diesel in Italia. Un eventuale impatto potrebbe arrivare solo in modo indiretto, attraverso le quotazioni internazionali dei prodotti raffinati.

Nel governo italiano il tema divide le sensibilità politiche. La Lega di Matteo Salvini spinge da tempo per una riapertura dei canali commerciali con Mosca, sostenendo che l’acquisto diretto di gas e petrolio russo potrebbe ridurre i costi per famiglie e imprese.

Fratelli d’Italia, con la presidente del Consiglio Giorgia Meloni, ha finora mantenuto una linea atlantista e di sostegno all’Ucraina, cercando al tempo stesso di evitare posizioni più estreme nel dibattito europeo. Forza Italia, con il ministro degli Esteri Antonio Tajani, resta invece ancorata alla linea europea sulle sanzioni e sul sostegno a Kiev.

Cosa cambia per le imprese

La questione energetica incide direttamente sui costi di produzione, sulle bollette e sulla competitività delle imprese. Per Confindustria, la priorità è ridurre il divario con gli altri Paesi, soprattutto nei settori più energivori. Da qui la richiesta di intervenire sull’Ets e di proseguire con misure capaci di sostenere gli investimenti.

Orsini ha ricordato anche il ruolo dell’iperammortamento, misura che secondo il presidente di Confindustria ha contribuito alla crescita degli investimenti e del Pil. Il punto politico ed economico resta quindi aperto: da una parte la necessità di mantenere coerenza con la linea europea sulle sanzioni, dall’altra il bisogno di contenere il costo dell’energia per industria, famiglie e sistema produttivo.

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Bonus energia: perché 14 miliardi finiranno comunque per alzare le bollette della luce

A fine settembre, nella cornice dello Soteu, Ursula von der Leyen ha messo in evidenza il legame inscindibile tra sicurezza energetica e costi economici. Per un insieme di Paesi privo di materie prime, una crisi geopolitica come quella scatenata dalle tensioni nel Golfo Persico fa emergere con forza questa interdipendenza.

Agli Stati membri si chiede di elettrificare il più possibile per ridurre la dipendenza da gas e combustibili fossili, ma l’assenza di strumenti vincolanti porta il sistema energetico nazionale italiano ad accusare storture peculiari.

Con la Manovra di Bilancio 2027, grazie alla clausola di salvaguardia, l’esecutivo si appresta a mettere in campo circa 14 miliardi di euro in bonus energia e misure di contenimento. Un’imponente dote finanziaria che, tuttavia, non si tradurrà in un reale calo delle bollette per le famiglie e le imprese.

Il quadro europeo

La Commissione ha legato a più riprese la sicurezza energetica ai costi economici delle importazioni, ricordando come gli shock geopolitici siano costati all’Unione oltre 90 miliardi di euro in acquisti di fonti fossili. Per affrancarsi da questa dipendenza, Bruxelles ha fissato l’obiettivo di raddoppiarne la quota nel mix energetico entro il 2040, stimando un risparmio di 260 miliardi di euro all’anno.

Tuttavia, queste ambizioni non sono state accompagnate da alcuna dotazione finanziaria di bilancio né da atti vincolanti a sostegno dei consumatori. A complicare il quadro si aggiunge la recente revisione al ribasso degli obiettivi Net Zero e del calendario sulle emissioni: una mossa politica che concede ossigeno ai produttori di auto a combustione interna, ma che rischia di rallentare ulteriormente gli investimenti sull’elettrico.

In parallelo, il meccanismo europeo di carbon pricing (Ets) fa gravare i costi della CO2 sull’energia elettrica, esentando ancora per gran parte i combustibili tradizionali e rendendo il vettore pulito paradossalmente più caro.

Il caso Italia: la fiscalità che punisce chi elettrifica

Se l’Europa offre un quadro normativo frammentato, la struttura tariffaria italiana accentua la distorsione. Come evidenziato dalle analisi di ECCO, che riportiamo per semplicità in tabella, in Italia l’energia elettrica paga tasse e oneri sproporzionati rispetto al gas e ai carburanti tradizionali.

Ambito d’uso Vettore Elettrico Vettore fossile Impatto dell’imposizione
Utenze domestiche Fino a 0,0873 euro al kWh (fisco e oneri) 0,0231 euro al kWh sul gas naturale L’elettricità paga 3-4 volte più del gas
Pmi e industria Fino a 0,1119 euro al kWh in bassa tensione 0,0057 euro al kWh sul gas naturale L’elettricità paga fino a 20 volte più del gas
Trasporti e ricariche Da 0,141 a 0,398 euro al kWh per ricarica pubblica 0,089 euro al kWh per la benzina L’elettrico paga fino a 4 volte più dei fossili

Questo fenomeno deriva dalla scelta di continuare a scaricare oltre l’80% degli oneri di sistema per il finanziamento delle fonti rinnovabili unicamente sulle bollette elettriche, nonostante l’Ue consigli di andare in direzione opposta. Di conseguenza, tecnologie ad altissima efficienza come le pompe di calore o i veicoli elettrici vedono azzerato gran parte del risparmio economico potenziale a causa del peso fiscale applicato al kilowattora.

A soffrirne maggiormente è il tessuto produttivo nazionale. Come già denunciato dai rappresentanti di Confindustria a giugno in un convegno sugli Ets, la competitività delle industrie che scelgono di rimanere in Italia e di non delocalizzare riesce a mantenere performance accettabili pur sostenendo una doppia tassazione energetica: quella sulla corrente elettrica e quella sulle quote di carbonio necessarie alla produzione.

Deficit sopra il 3% e i limiti dei 14 miliardi in Manovra

Lo stato delle finanze pubbliche italiane rende ancora più difficile la gestione dell’emergenza. Con il rapporto deficit/Pil che ha di nuovo superato la soglia del 3%, l’esecutivo punta a sfruttare l’ipotesi di uno scostamento di bilancio fino allo 0,3% del Pil, facendo perno sui margini di flessibilità concessi dalla clausola di salvaguardia nazionale per la difesa e la sicurezza energetica.

Finanziare in deficit 14 miliardi di euro per tamponare il rialzo delle bollette sarà una misura necessaria per evitare il collasso sociale, ma è inutile negarlo: è un intervento di breve respiro. C’è bisogno di una maggiore trasparenza nella gestione della liquidità derivata dagli Ets, da cui perdiamo quasi 9 miliardi; serve una riforma organica della fiscalità energetica che riequilibri il carico fiscale tra fonti fossili ed elettricità, rendendo l’uso dei fossili davvero svantaggioso.

Impiegare risorse pubbliche per congelare temporaneamente i prezzi rischia solo di appesantire il debito, senza risolvere il nodo della dipendenza dalle materie prime esterne e senza garantire reali ribassi in per cittadini e imprese.

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“Poder político comporta-se com Covas do Barroso de uma maneira autoritária”

VTM

O coordenador do BE visitou Covas do Barroso ouviu a população para perceber o ponto de situação sobre o projeto de exploração de lítio.

À chegada, o coordenador do BE assumiu que o processo coloca em causa a relação da população com o território. Para José Manuel Pureza, a transição energética não deve ser feita à custa das comunidades locais. “Não pode haver regeneração ambiental contra as pessoas. As pessoas estão primeiro”, afirmou, acrescentando que “neste caso, o que temos tido é um poder político forte com os fracos e muito fraco com os fortes”.

O coordenador do Bloco de Esquerda criticou igualmente aquilo que considera ser uma utilização desadequada das forças de segurança no contexto do projeto. “O poder político tem-se comportado com as pessoas de Covas do Barroso de uma maneira autoritária”, disse José Manuel Pureza aos jornalistas, apontando que um outro “pormenor que acrescenta escândalo a isto”, é que a “Guarda Nacional Republicana tenha prestado serviços a uma empresa para policiar aquilo que é um perímetro de atuação da servidão administrativa que vai muito para lá daquilo que alguma vez foi”.

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Los primeros humanos entraron en América en lo más crudo de la última Edad de Hielo

Las fechas que se han propuesto para la llegada de los primeros humanos a América se reparten en una horquilla de más de 100.000 años. En un extremo está Cerutti, un yacimiento de California que Holen y sus colegas fecharon en unos 130.000 años en un estudio publicado en Nature en 2017. En el otro, […]

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Perché non c’è stata una grande crisi economica e finanziaria

Dalla pandemia ai venti di guerra sono tante le crisi che le economie mondiali hanno dovuto affrontare negli ultimi anni. Finora hanno dimostrato capacità di resistenza. Perché varie condizioni sono mutate e le banche centrali hanno più spazio di manovra.

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Meno raffinerie, più dipendenza energetica

La capacità di raffinazione del petrolio e dei suoi derivati si è ridotta progressivamente in Europa. Si tratta però di prodotti indispensabili per l’economia. In un contesto geopolitico sempre più instabile, diventa un problema di sicurezza energetica.

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Festival F está de volta a Faro para a sua 11.ª edição

De 3 a 5 de setembro de 2026, Faro volta a ser palco de uma das grandes celebrações da música e da cultura em Portugal. O Festival F regressa para a sua 11.ª edição, com três dias de programação eclética, reunindo grandes nomes da música portuguesa e uma nova geração de artistas.

Durante três dias, o público poderá assistir a concertos de artistas como Bárbara Tinoco, D.A.M.A, Wet Bed Gang, ÁTOA, HMB, Chico da Tina, The Gift, Nelson Freitas, TZ da Coronel, Clã, Moonspell, Carminho, Slow J, Papillon, Danni Gato, Maninho, Mind da Gap e muitos outros.

A programação inclui ainda projetos e talentos emergentes, propostas alternativas, música eletrónica, jazz e diferentes expressões da música contemporânea, reforçando a diversidade e a identidade do festival.

Entre os destaques estão também Ricardo Ribeiro & Orquestra de Jazz do Algarve, Carmimho & Orquestra do Algarve, Algarve Jazz Collective, João Tiago Neto, Ana Teresa, Rita Cortezão, Joana Almeirante, Sofia Rodrigues, entre muitos outros nomes que prometem fazer de Faro o ponto de encontro da música nacional durante este verão.

Com uma programação que atravessa diferentes estilos e gerações, o Festival F volta a afirmar-se como um dos grandes eventos culturais do Algarve, convidando o público a viver três dias de música, encontros e experiências únicas.

📍 Faro – Algarve
📅 3, 4 e 5 de setembro de 2026
🎶 11.ª edição do Festival F

Prepare-se para três dias de música em Faro. O Festival F está de volta!

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Perché è difficile tassare gli extraprofitti

Al di là dei proclami, tassare gli extraprofitti non è un compito semplice. Già è difficile definire esattamente cosa siano e altrettanto è stabilire come attuare la loro tassazione. Forse sarebbe meglio pensare a un contributo di solidarietà.

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