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Governo Lula antecipa Bolsa Família e pagará benefício reajustado antes do segundo turno

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antecipou o calendário de pagamentos do Bolsa Família para que todos os beneficiários recebam os valores reajustados até quarta-feira (21), quatro dias antes do segundo turno das eleições presidenciais. A mudança foi anunciada nesta segunda-feira (19), na reta final da disputa entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Pelo cronograma original, os depósitos seriam realizados entre os dias 19 e 30 de outubro, conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS). Com a alteração, cinco grupos que receberiam o benefício somente depois da votação de domingo (25) terão acesso aos recursos antes do pleito.

A antecipação foi determinada por uma portaria do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Segundo a pasta, a medida busca reduzir preventivamente os impactos de eventos climáticos associados ao fenômeno El Niño, que pode provocar estiagens no Nordeste e chuvas intensas em outras regiões do país.

O novo calendário também será aplicado em novembro e dezembro. A mudança ocorre no mesmo mês em que entra em vigor o reajuste de 15,04% do Bolsa Família, anunciado pelo governo federal em setembro.

Com o aumento, o valor mínimo garantido por família passou de R$ 600 para R$ 691. Já o benefício médio estimado subiu de R$ 675 para R$ 777, considerando os adicionais pagos de acordo com a composição familiar.

Como fica o calendário do Bolsa Família

Os pagamentos começaram nesta segunda-feira (19) para os beneficiários com NIS terminado em 1. Na terça-feira (20), os recursos serão liberados para quem possui NIS final 2.

Na quarta-feira (21), o governo concentrará os depósitos destinados aos demais beneficiários, com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.

Pelo calendário anterior, os beneficiários com NIS final 6, 7, 8, 9 e 0 receberiam os valores entre os dias 26 e 30 de outubro, após o segundo turno presidencial.

Governo cita riscos climáticos

Em comunicado, o Ministério do Desenvolvimento Social afirmou que a antecipação pretende ampliar a capacidade de preparação das famílias de baixa renda diante de possíveis efeitos do El Niño, como secas, inundações e interrupções no abastecimento.

Para justificar a decisão, a pasta apresentou dados sobre o aumento de situações de emergência e calamidade pública reconhecidas pelo governo federal. Entre agosto e setembro deste ano, foram registrados 518 reconhecimentos, contra 253 no mesmo período de 2025.

O crescimento foi observado principalmente nos eventos relacionados a chuvas, granizo, vendavais e inundações no Sul do país, que passaram de 81 para 272 registros. No semiárido, os reconhecimentos por estiagem e seca aumentaram de 172 para 239.

O ministério também citou projeções de chuvas abaixo da média em áreas do Nordeste, Norte e Centro-Oeste nos últimos meses do ano.

A pasta ressaltou que a unificação de pagamentos já foi utilizada em situações emergenciais, como nas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024, quando a medida alcançou os 497 municípios gaúchos.

Além da mudança nacional no calendário, o governo liberou nesta segunda-feira o pagamento antecipado para cerca de 733 mil famílias de 225 municípios em situação de emergência ou calamidade pública. Nessas localidades, os beneficiários podem movimentar os recursos independentemente do número final do NIS.

© Divulgação

Pagamentos serão concluídos até quarta-feira (21), quatro dias antes da eleição
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“O meu filho já não escreve a não ser com IA”

Um ouvinte, pai de um jovem de 20 anos, conta que o filho já não escreve nada: trabalhos, emails e até conversas com amigos passam pela IA. Será este o novo normal ou estamos a perder competências?

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Pagamentos de outubro do Bolsa Família começam nesta segunda

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Os pagamentos do Bolsa Família referentes ao mês de outubro começam a ser feitos nesta segunda-feira (19), quando recebem os beneficiários com NIS terminado em 1. Na terça-feira (20), será a vez de quem tem NIS terminado em 2.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social (Secom), os demais pagamentos do mês serão unificados a partir de quarta-feira (21) como medida preventiva para mitigar os efeitos do super El Niño sobre as famílias classificadas como mais vulneráveis.

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Com isso, o calendário será unificado na próxima quarta-feira, quando ocorrem os pagamentos de beneficiários com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.

Em nota, a pasta reforçou que o formato de pagamento unificado valerá também para os meses de novembro e dezembro, considerados períodos críticos do El Niño.

Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome indicam que, nos meses de agosto e setembro de 2026, foram registrados 518 reconhecimentos federais de situação de emergência e estado de calamidade pública – mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado (253).

A alta, segundo a Secom, foi causada, sobretudo, pelas tempestades no Sul: chuva, granizo, vendaval e inundações foram responsáveis por 272 reconhecimentos este ano, contra 81 em 2025. O aumento também foi percebido no semiárido, onde reconhecimentos por estiagem e seca saltaram de 172 para 239.

A unificação de pagamentos do Bolsa Família já ocorreu em outros momentos emergenciais, como nas enchentes registradas no Rio Grande do Sul em 2024. À época, o pagamento foi unificado para 497 municípios gaúchos, que puderam acessar o benefício no primeiro dia do calendário.

“A unificação do calendário amplia a capacidade das famílias beneficiárias de se prepararem para os efeitos da seca, da escassez hídrica, das inundações e das interrupções no abastecimento”, avaliou a Secom no comunicado, citando a medida como “instrumento de proteção social adaptativa”.

Situação de emergência

Beneficiários que vivem em municípios que já estão em situação de emergência ou em estado de calamidade pública reconhecidos pelo governo federal vão receber o pagamento de forma unificada já nesta segunda-feira, primeiro dia do calendário.

Para receber o benefício, as famílias devem manter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado, atender aos critérios do programa e cumprir condicionalidades de saúde e de educação, como frequência escolar de crianças e adolescentes, vacinação em dia e acompanhamento pré-natal das gestantes.

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Bem-vindas, “mães beta”; dêem espaço aos filhos

Espécie de resposta ao método “helicóptero”. Porque a maternidade não tem de ser controladora – e não é perfeita. Primeiro, a distinção. O método “helicóptero” na educação lá em casa é quando os pais controlam muito os filhos, estão sempre “em cima” deles. Não dão autonomia. É um estilo de parentalidade e acompanhamento caracterizado pela superproteção e pelo controlo excessivo. Os pais estão sempre a “sobrevoar” a vida dos filhos, monitorizando cada passo. Agora, as “mães beta”. É uma resposta, em jeito de contraste, ao método anterior: defende que os filhos precisam de espaço para experimentar, cometer erros e ganhar

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Barcelona, 72 horas en la ciudad de las mil caras

De los chocolates suizos de las granjas de la calle Petritxol a los vermuts artesanales de la plaza de la Concòrdia. De los gofres de la Rambla dels Caputxins a los exquisitos arroces de 7 Portes. De los grafitis de Banksy que se exponen en el Moco Museum a los frescos románicos que custodia el Museu Nacional d’Art de Catalunya. Del caos fértil de la Sagrada Familia al elegante minimalismo del pabellón alemán de Mies Van der Rohe. Del ajetreo mestizo y canalla de El Raval a la placidez de Sarrià. De las excursiones en Golondrina por el Rompeolas a la ruta del Tramvia Blau. De la Barceloneta pesquera a la Gràcia menestral. Todas esas Barcelonas posibles caben en la única que existe, la estrecha franja litoral a los pies de la sierra de Collserola y orillas del Mediterráneo que se extiende, de sur a norte, entre los deltas de los ríos Llobregat y Besòs.

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Una guía práctica

Dónde comer:

■ En el Eixample, Casa Amàlia (Passatge Mercat, 14), cocina de mercado abierta a la innovación y respetuosa con la tradición.

■ En Ciutat Vella, El Quim de la Boqueria (La Rambla, 91), un alto en el camino para disfrutar de una buena experiencia gastronómica en uno de los mercados más genuinos de Barcelona.

■ En Montjuïc, La Font del Gat (Passeig de Santa Madrona, 28), el local que recoge la tradición de los merenderos populares de la montaña mágica.

Dónde dormir:

■ Mandarin Oriental (Passeig de Gràcia, 38-40), nuevo buque insignia del lujo barcelonés, con interiorismo contemporáneo a cargo de Patricia Urquiola.

■ METT Barcelona (carretera de Vallvidrera, 83-93), para disfrutar la ciudad desde un observatorio exquisito, en la cima de su otra montaña icónica, el Tibidabo.

■ Casa Luz (Ronda de la Universitat,1), un hotel boutique en el corazón de Barcelona que, además, esconde un muy recomendable restaurante de autor en su ático.

Dónde comprar:

■ Santa Eulalia (Passeig de Gràcia, 93), la mítica sastrería y tienda de moda y complementos en la milla modernista.

■ Fusta’m (Joaquim Costa, 62), una excursión por la cara oculta (y más auténtica) del diseño barcelonés.

■ Pastisseria La Colmena (Plaça de l’Àngel, 12), el local modernista de la familia Roig que nos acerca a las mejores tradiciones de la repostería catalana.

Tres museos a visitar:

■ Museu Picasso (Montcada, 15-23), hasta cinco palacios góticos que albergan una muestra exhaustiva de la obra del artista malagueño.

■ MOCO (Montcada, 25), un recién llegado que está haciendo mucho ruido con su apuesta por lo más disruptivo del arte moderno y contemporáneo.

■ Museu Nacional d’Art de Catalunya (MNAC) (Mirador del Palau Nacional, 6-10), una cita con Velázquez, Rubens, Gaudí y el mítico ábside de la iglesia pirenaica de Sant Climent de Taüll.

© CARLES RIBAS (EL PAÍS)

Una mujer pasea a su perro en el Pati de les Dones del Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (CCCB).
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Cortes em auxílios sociais podem gerar retração em cidades do interior

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A estagnação ou cortes no valor dos benefícios sociais e previdenciários poderão causar uma retração severa à atividade econômica em municípios do interior do Brasil, mostra levantamento do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made), da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), lançado nesta semana.

Segundo o estudo, as aposentadorias, o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) têm peso significativo na economia dessas cidades e chegam a representar quase metade do orçamento das famílias mais pobres.

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“Como o valor recebido por essas famílias é usado quase integralmente para a aquisição de itens de primeira necessidade, o dinheiro circula imediatamente no comércio local, garante empregos e mantém a arrecadação municipal ativa”, destaca a economista, professora da Unicamp e pesquisadora do Made, Luiza Nassif.

De acordo com o levantamento, dos 5.569 municípios brasileiros, cerca de 4 mil estão fora das regiões metropolitanas. Nessas cidades, segundo o estudo, o peso das transferências públicas chega a ser o dobro em relação aos dos grandes centros urbanos. No Ceará, por exemplo, os benefícios sociais e previdenciários respondem por 22% da renda agregada da capital e região metropolitana. Já nas cidades do interior, esse número é de 40%.

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Impactos 

O estudo do Made/USP projetou os efeitos econômicos da evolução da renda dos benefícios sociais e previdenciários nas cidades do interior para os próximos três anos. O estudo tomou como base os anos de 2022 a 2025, em que houve um crescimento real para BPC e aposentadorias, e comparou esse cenário ao contexto de reajustes utilizados entre 2019 e 2022, sem ganhos reais do salário mínimo e congelamento total.

O levantamento mostra que, sem os reajustes, a renda agregada do interior do país sofreria uma retração severa, ficando entre 6,8% e 10,8% abaixo do patamar com a valorização real dos benefícios sociais e previdenciários. 

“Isso geraria uma reação em cadeia na atividade econômica que atinge inclusive as famílias que não dependem do socorro público”, avalia Nassif. 

O estudo mostra que os cenários mais críticos ocorreriam no interior do Rio Grande do Norte, Amapá e Piauí, em que a renda total cairia entre 17% a 18%, sem o ritmo atual de aumento dos benefícios sociais. No Amazonas, Sergipe e Pernambuco, a perda seria na casa dos 15%. No Ceará, Maranhão, em Alagoas e Bahia, a queda ficaria entre 10% e 13%, enquanto no Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o prejuízo chegaria a 6,5%.  

Efeitos na pobreza

O levantamento destaca que, além dos efeitos sobre a renda e a atividade econômica dos municípios do interior, os benefícios desempenham um papel decisivo no combate à pobreza.

“Para quem vive no limite, qualquer reajuste abaixo da inflação empurra a família diretamente para a pobreza”, afirma Nassif. Segundo ela, para famílias com rendimento de até 1,5 salário mínimo per capita, os benefícios podem chegar a 50% do rendimento. 

Simulações realizadas pelo levantamento indicam que a ausência de ganhos reais nos benefícios, entre 2022 e 2025, teria empurrado aproximadamente 2,7 milhões de pessoas para a pobreza nos municípios fora das regiões metropolitanas, 2,4 milhões delas para extrema pobreza.

Em números absolutos, as maiores altas na pobreza ocorreriam na Bahia (até 336 mil pessoas a mais), São Paulo (até 263 mil) e Minas Gerais (até 251 mil), seguidos por Maranhão, Pará e Ceará (com mais de 200 mil pessoas cada).

“Olhando para o impacto que a queda de renda provoca, fica nítido o estrago que uma trava no crescimento dos benefícios pode fazer nas economias locais”, observa Nassif. “Manter a valorização real da previdência, do BPC e dos programas de transferência de renda é a garantia mínima de dignidade para as famílias e de sobrevivência para o comércio local no Brasil profundo", acrescenta.

Ajuste de Milei reduz número de novos aposentados em 53% na Argentina

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Adolescentes que não sabem estar tristes

Os adolescentes chamam pânico a qualquer episódio de ansiedade e têm medo de ter medo. Fogem da tristeza como se fosse fraqueza. Será que crescemos a protegê-los demais e a ensiná-los a não sentir?

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Bruna Biancardi mostra arte das filhas após noite de brincadeiras com Neymar

Bruna Biancardi divertiu os seguidores ao mostrar como ficaram as filhas Mavie, de 3 anos, e Mel, de 1, depois de uma noite de brincadeiras com Neymar. A influenciadora, de 32 anos, publicou nas redes sociais imagens das meninas com maquiagem espalhada pelo rosto e fez uma comparação bem-humorada entre os momentos com o pai e com a mãe.

“Quando elas ficam com o papai…”, escreveu Bruna ao compartilhar o registro das irmãs. Em seguida, mostrou as duas arrumadas e acrescentou: “Quando ficam com a mamãe”.

Neymar, de 34 anos, também registrou a diversão com as filhas. Em um vídeo, o jogador flagrou as meninas cochichando e brincou ao tentar descobrir o que elas estavam tramando.

“Peguei as duas de segredinho, fizeram ou vão fazer alguma coisa, eu não sei. Estão de segredinho vocês duas então? Beleza! Na minha frente? Que cara é essa, Mel? Aprontou, né?”, comentou o atleta.

Família vai crescer com a chegada de Mariah

Bruna e Neymar estão à espera da terceira filha juntos, que receberá o nome de Mariah. O anúncio da gravidez aconteceu em junho deste ano, durante a Copa do Mundo de 2026, em um vídeo publicado no YouTube que também revelou o sexo do bebê.

A previsão é que a menina nasça entre o fim de 2026 e o início de 2027. Além de Mavie e Mel, Neymar também é pai de Davi Lucca, de 15 anos, com Carol Dantas, e de Helena, de 2, com Amanda Kimberlly.

Aniversário de Mavie teve festa temática

Na semana passada, a família celebrou os 3 anos de Mavie com uma festa em um buffet de São Paulo. A comemoração teve como tema “Show de Talentos”, com uma proposta que permitiu às crianças convidadas demonstrarem suas habilidades e comparecerem fantasiadas.

Bruna Biancardi mostrou Mavie e Mel com maquiagem no rosto após uma noite de brincadeiras com Neymar | Foto: Reprodução/Instagram

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Mais de 340 crianças mortas em Gaza desde cessar-fogo

A UNICEF denunciou que 800 mil crianças continuam deslocadas e que 60 mil perderam um ou ambos os pais no contexto de guerra. A organização pede que entre em Gaza toda a ajuda de forma contínua.

© MOHAMMED SABER/EPA

Mais de 560 mil crianças palestinianas voltaram a ter acesso à educação em Gaza, muitos apoiados por centros de aprendizagem mantidos pela UNICEF
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Mortes de crianças com menos de um ano aumentaram 7,7%

Nos primeiros nove meses do ano ocorreram 195 óbitos de crianças com menos de um ano. Neste período, ocorreram 89.781 óbitos no país, menos 1.023 do que no período homólogo de 2025.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Em agosto de 2026, registaram-se 7.267 nados-vivos (incluindo 39 de mães residentes no estrangeiro), correspondendo a um decréscimo de 4,8% (menos 367) em relação a julho de 2026
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“Mãe, não quero ser mãe. O mundo está horrível”

Revelação de Cláudia Semedo – que teve Carteira Profissional de Jornalista mas precisou de deixar de ver telejornais. Cláudia Semedo é uma das caras muito conhecidas no panorama da comunicação em Portugal. Apresentadora, actriz, radialista, uma comunicadora. Que também já foi jornalista. Aliás teve que ter a Carteira Profissional de Jornalista para apresentar o programa Nós, na RTP. Mais tarde, por motivos profissionais, por incompatibilidade, entregou a Carteira. E hoje até se afasta do jornalismo, pelo menos do jornalismo televisivo. Por opção: “Estou muito atenta ao mundo mas faço um filtro gigantesco”. Sem orgulho, deixou de ver telejornais. “Porque precisei”.

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Biblioteca de Loulé e seu Polo de Quarteira recebem sábado cheio de música, criatividade e histórias em família

A Biblioteca Municipal de Loulé e o seu polo de Quarteira recebem, no próximo sábado, dia 17, um conjunto de atividades dirigidas aos mais novos e às suas famílias, com propostas que aliam a música, a expressão artística e a leitura, promovendo o desenvolvimento infantil e o gosto pelos livros desde a primeira infância.

O programa inclui sessões de sensibilização musical para bebés e crianças, um atelier de pintura inspirado na obra do autor e ilustrador francês Hervé Tullet e duas iniciativas dedicadas à partilha de histórias em família.

A manhã começa com a atividade “Pequenos sons, grandes sorrisos”, dinamizada por Ricardo Jorge, com sessões às 10h00, para bebés dos 0 aos 30 meses, e às 11h00, para crianças dos 2 anos e meio aos 5 anos. Ambas decorrem na Biblioteca Municipal de Loulé e destinam-se a crianças acompanhadas por um adulto.

A experiência musical assume um papel importante no desenvolvimento infantil, sobretudo nos primeiros anos de vida. Através de conteúdos adequados, do contacto com diferentes estímulos sonoros e da exploração sensorial, os bebés e as crianças são convidados a observar, imitar e experimentar, desenvolvendo capacidades físicas, cognitivas, sociais e emocionais.

Cada sessão tem uma duração aproximada de 40 minutos, sendo permitida a participação de cada bebé ou criança numa única sessão por professor.

Também na manhã de sábado, às 10h30, a Biblioteca Municipal de Loulé acolhe um atelier de pintura inspirado na obra de Hervé Tullet, dinamizado por Joana Charneco.

Pensada para crianças dos 4 aos 10 anos, acompanhadas por um adulto, esta atividade propõe uma experiência artística livre, divertida e interativa. A partir de algumas das obras do autor e ilustrador francês, os participantes são convidados a explorar cores, formas e movimentos, através da pintura e do desenho, contribuindo para a criação de uma grande obra coletiva.

Num ambiente onde não há respostas certas ou erradas, o atelier pretende estimular a imaginação, a experimentação e a criatividade, valorizando a expressão individual e a criação em conjunto.

A tarde é dedicada à leitura e à descoberta de histórias. Às 15h30, a Biblioteca Municipal de Loulé promove mais uma sessão da “Hora do Conto para Pais e Filhos”, dirigida a famílias, com a leitura do livro “Vem aí o lobo!”, de Émile Jadoul.

Às 16h00, o programa prossegue no Polo da Biblioteca Municipal em Quarteira, com a iniciativa “Conta-me um conto”, que apresenta a história “As emoções do pequeno gato ansioso”, de Audrey Bouquet e Fabien Öckto Lambert. A sessão convida miúdos e graúdos a partilharem momentos de leitura e a descobrirem histórias que dão espaço à imaginação e à expressão das emoções.

A participação nas atividades está sujeita a inscrição prévia, através do e-mail: biblioteca@cm-loule.pt .

Recorde-se que, até 29 de outubro, o edifício-sede da Biblioteca Municipal de Loulé recebe a Exposição “E em vez do medo? Arteopatia – A arte como cura”.

Através da arte podemos transformar o medo em coragem, criatividade e expressão. Esta exposição reúne trabalhos realizados por alunos do 5º, 6º, 7º e 8º anos da EB 2, 3 São Pedro do Mar, Quarteira, no âmbito do projeto Ponto de Encontro do Plano Nacional das Artes, desenvolvido pela Biblioteca Municipal de Loulé e o Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres, Quarteira.

Partindo da pergunta “E em vez do medo”, os alunos exploram emoções, medos, e estratégias para os enfrentar, através de mapas mentais, cartazes e criações artísticas. O percurso culminou na construção de “Caixas Cura para o Medo”, objetos que traduzem, de forma criativa e simbólica, diferentes formas de lidar com aquilo que nos assusta.

Com esta programação, a Biblioteca Municipal de Loulé reforça a sua aposta na promoção da leitura, da criatividade e do desenvolvimento infantil, proporcionando experiências culturais e educativas que aproximam os livros, a música e as artes das crianças e das suas famílias.

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O que é uma boa turma?

Uma boa turma não se mede pelas boas notas. Mede-se pelos caminhos que cada aluno faz para aprender. Heterogénea, com 15 a 25 alunos, onde se estuda, se sintetiza e se avalia com regularidade.

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